Vitória histórica do Sporting no regresso à Champions.
Vitória tão extraordinária, quanto imprevisível.
Vitória do rigor, da disciplina, da vontade, do arreganho e da competência.
O Sporting apresentou uma equipa extremamente equilibrada, quer em termos tácticos, quer em termos emocionais.
Foi surpreendente a maturidade e a seneridade que os jovens jogadores leoninos demonstraram.
Estruturando a equipa a partir de uma férrea disciplina táctica e de um sentido colectivo apurado, o Sporting venceu à italiana - Consistência defensiva e cinismo no golo obtido.
O Sporting deu a provar aos italianos do seu próprio veneno.
Venceu-os com as suas próprias armas.
O Sporting nem precisou de realizar exibição exuberante em termos ofensivos para levar de vencida uma equipa que do Inter e da fama que a precede apenas teve as camisolas.
O Sporting foi sempre mais equipa, controlou, praticamente, durante todo o tempo o adversário, exibindo-se tacticamente a roçar a perfeição.
Paulo Bento apostou naquilo que são as maiores virtudes da sua equipa - vontade e ânsia de glória e de reconhecimento externo, espírito de equipa, atrevimento, coragem e talento.
O Sporting superou o Inter em todos os domínios do jogo - dispôs de mais tempo de posse de bola, efectuou mais remates e beneficiou de mais cantos.
Na 1ª parte, contudo, o Sporting não logrou acrescentar à consistência defensiva alardeada durante toda a partida, idêntica capacidade de surpreender o adversário no seu último reduto.
Com excepção de uma iniciativa de Djálo, o Sporting não conseguiu construir transições rápidas que lhe permitisse chegar com perigo à baliza de Toldo.
Mas, guardado estava o bocado...
O Inter, por seu turno, entrou imbuído do pedantismo tão comum nas grandes equipas europeias. A altivez e o desrespeito pelo adversário custaram-lhe caro.
O Inter demonstrou sempre excesso de confiança, deixando correr o marfim, convencido que estava que, mais tarde ou mais cedo, o golo acabaria por chegar.
O Inter limitou-se a jogar na espera, à procura do erro, mas nada fez, simultaneamente, no sentido de provocar o erro.
Levou uma grande lição de humildade e de espírito de conquista.
O jogo teve muito de luta de classes.
Os burgueses italianos, endinheirados, convenceram-se que pouco ou nada precisavam de fazer para conquistar a vitória.
Os proletários portugueses, ávidos de glória, cientes das suas limitações, arregaçaram as mangas e entregaram-se à luta.
Claro está, que venceram os "piccolos" portugueses, pois que os tempos das camisolas que venciam jogos já lá vão há muito e sem suor nada se alcança.
Foi um jogo de posições, em que os jogadores de ambas as equipas procuraram seguir à risca os ditames posicionais da sua função.
Só que, ao invés daquilo que usualmente sucede, desta vez, não foram os italianos os mais perfeitos tacticamente.
Na segunda parte, cedo se percebeu que o Sporting embalado por uma primeira parte, na qual passou por escassas situações de perigo, iria aportar ao seu jogo a dimensão ofensiva que lhe havia faltado na primeira metade.
Assim foi.
Caneira arrancou um pontapé pleno de confiança, força e alma, que bateu inapelavelmente um Toldo mal colocado e a quem os efeitos da bola traíram.
Após o golo, o Sporting ganhou ainda mais confiança e o Inter enervou-se.
Daí à expulsão de Vieira foi um pequeno passo.
O Sporting tranquilizou-se ainda mais e o Inter correu, desesperadamente, atrás de um prejuízo irrecuperável.
A finalizar a partida, Ibrahimovic desferiu um pontapé de meia distância que mais não foi do que o canto do cisne dos italianos.
Vitória indiscutível da melhor equipa em campo.
Destacar no Sporting o equilíbrio emocional e a maturidade dos seus jovens jogadores.
Num jogo em que sobressaiu o colectivo e o espírito de equipa, espaço ainda assim para dirigir os mais rasgados encómios a Miguel Veloso.
Portentosa exibição deste miúdo. Foi rei e senhor do meio-campo.
Esta vitória constituirá o substrato motivacional necessário para um possível apuramento, mas cuidado com os deslumbramentos.
quarta-feira, setembro 13, 2006
terça-feira, setembro 12, 2006
Liga dos Astros - Classificação Geral
A classificação da Liga dos Astros é a seguinte:
1º Lugar: Joker alho - 66 pontos;
2º Lugar: Caixa Campus e Nª Sr.ª do Caravagio - 64 pontos;
3º Lugar: Afinal estou Vivo - 60 pontos;
4º Lugar: Caça-Lagartos - 56 pontos;
5º Lugar: Caixa Blogus - 55 pontos;
6º Lugar: Kubas4EverTeam - 53 pontos;
7º Lugar: Cruzados - 51 pontos;
8º Lugar: Eagles - 48 pontos;
9º Lugar: Santy Thunder Team - 45 pontos
1º Lugar: Joker alho - 66 pontos;
2º Lugar: Caixa Campus e Nª Sr.ª do Caravagio - 64 pontos;
3º Lugar: Afinal estou Vivo - 60 pontos;
4º Lugar: Caça-Lagartos - 56 pontos;
5º Lugar: Caixa Blogus - 55 pontos;
6º Lugar: Kubas4EverTeam - 53 pontos;
7º Lugar: Cruzados - 51 pontos;
8º Lugar: Eagles - 48 pontos;
9º Lugar: Santy Thunder Team - 45 pontos
Antevisão da Champions: Sporting-Inter
Inícia-se hoje a edição 2006/2007 da Champions League.
Pela primeira vez, Portugal terá 3 clubes a disputá-la.
Sorte distintas conheceram os clubes portugueses no sorteio que ditou o agrupamento das equipas participantes.
O Sporting foi o menos afortunado.
Colocado no pote 4, viu-se emparelhado com Inter, Bayern e Spartak de Moscovo.
Difícil, muito difícil.
Para primeiro jogo, recebem os leões o Inter, talvez o plantel mais rico da Europa.
Mourinho disse, ontem, tratar-se da melhor equipa europeia da actualidade.
Claro que não o fez inocentemente. Fê-lo numa perspectiva de futuro quer no plano estritamente desportivo, quer no plano pessoal.
Efectivamente, o Inter construiu um plantel de luxo.
Na baliza, Toldo, Júlio César e Carini disputam um lugar.
Na defesa, Maicon, Javier Zanetti, Grosso e Coco concorrem pelas duas vagas das laterais, ao passo que Materazzi, Córdoba, Samuel e Burdisso se degladiam pelos postos centrais.
No meio, Vieira, Dacourt, Cambiasso lutam pelas posições mais recuadas, sendo que Figo, Stankovic, Maxwel, Solari e Gonzalez buscam um lugar nas alas.
Na frente, Ibrahimovic, Adriano, Crespo, Recoba e Júlio Cruz constituem o quinteto de luxo que procura ocupar as duas vagas proporcionadas pelo sistema táctico de Mancini.
Mancini estrutura a sua equipa num 4x4x2 clássico.
A maior das novidades tácticas do Inter prende-se com a colocação de um terceiro médio central, Cambiasso, sobre a meia esquerda, deixando o corredor livre para as incursões do lateral, geralmente Grosso, mas que no pretérito sábado foi Zanetti.
Em Alvalade, face às lesões de Cambiasso e Cruz, Mancini introduzirá duas alterações no onze que apresentou em Florença, com as inclusões de Stankovic e Adriano.
Assim, o Inter regressará à sua fórmula mais comum, com Toldo, Maicon, Materazzi, Córdoba e Zanetti, Vieira, Dacourt, Figo e Stankovic, Adriano e Ibrahimovic.
A chamada de Grosso, passando Zanetti para a sua posição natural à direita, é hipótese não despicienda.
A acrescer às naturais e evidentes dificuldades que defrontar o Inter já de si encerra, emergem as lesões de pedras chave do meio-campo leonino.
A Paulo Bento pouco mais restará do que insistir nas soluções apresentadas na Choupana, colocando Miguel Veloso no vértice mais recuado do meio-campo, deixando as restantes posições do losango para Moutinho, Nani e Romagnoli.
A inclusão de Tello, face à sua maior experiência, não deixa, contudo, de ser uma possibilidade consistente.
Por outro lado, penso que Paulo Bento irá introduzir alterações na defesa.
Caneira deve ser chamado à titularidade em detrimento de Ronny.
Fazer alinhar Ronny poderia constituir um hara-kiri.
O jovem brasileiro apresenta debilidades defensivas que perante Figo poderiam ser catastróficas.
O seu sentido posicional é fraco, denotando imensas dificuldades em discernir quando deve fechar ao meio e quando deve marcar o ala.
Perderá Paulo Bento poder de fogo quer em lances de bola parada, quer em remates de meia e longa distância, mas aduzirá consistência à sua defensiva.
Será um jogo de paciência, em que ambas as equipas procurarão jogar com o erro adversário, adoptando uma atitude de expectativa.
A forma como os jovens e inexperientes jogadores leoninos conseguirem lidar com a ansiedade própria destas competições será uma das chaves do sucesso leonino.
Não será fácil, ainda para mais quando na estreia se encontra um adversário do poderio do Inter.
Veremos se conseguem elevar o nível do seu jogo aos padrões da Champions.
O resultado que o Sporting vier a alcançar nesta partida poderá ser determinante para o seu futuro na competição.
Uma vitória constituirá o substrato motivacional necessário para um possível apuramento, um empate manterá as portas da esperança abertas e uma derrota adensará o espírito de resignação perante um sorteio claramente adverso.
Pela primeira vez, Portugal terá 3 clubes a disputá-la.
Sorte distintas conheceram os clubes portugueses no sorteio que ditou o agrupamento das equipas participantes.
O Sporting foi o menos afortunado.
Colocado no pote 4, viu-se emparelhado com Inter, Bayern e Spartak de Moscovo.
Difícil, muito difícil.
Para primeiro jogo, recebem os leões o Inter, talvez o plantel mais rico da Europa.
Mourinho disse, ontem, tratar-se da melhor equipa europeia da actualidade.
Claro que não o fez inocentemente. Fê-lo numa perspectiva de futuro quer no plano estritamente desportivo, quer no plano pessoal.
Efectivamente, o Inter construiu um plantel de luxo.
Na baliza, Toldo, Júlio César e Carini disputam um lugar.
Na defesa, Maicon, Javier Zanetti, Grosso e Coco concorrem pelas duas vagas das laterais, ao passo que Materazzi, Córdoba, Samuel e Burdisso se degladiam pelos postos centrais.
No meio, Vieira, Dacourt, Cambiasso lutam pelas posições mais recuadas, sendo que Figo, Stankovic, Maxwel, Solari e Gonzalez buscam um lugar nas alas.
Na frente, Ibrahimovic, Adriano, Crespo, Recoba e Júlio Cruz constituem o quinteto de luxo que procura ocupar as duas vagas proporcionadas pelo sistema táctico de Mancini.
Mancini estrutura a sua equipa num 4x4x2 clássico.
A maior das novidades tácticas do Inter prende-se com a colocação de um terceiro médio central, Cambiasso, sobre a meia esquerda, deixando o corredor livre para as incursões do lateral, geralmente Grosso, mas que no pretérito sábado foi Zanetti.
Em Alvalade, face às lesões de Cambiasso e Cruz, Mancini introduzirá duas alterações no onze que apresentou em Florença, com as inclusões de Stankovic e Adriano.
Assim, o Inter regressará à sua fórmula mais comum, com Toldo, Maicon, Materazzi, Córdoba e Zanetti, Vieira, Dacourt, Figo e Stankovic, Adriano e Ibrahimovic.
A chamada de Grosso, passando Zanetti para a sua posição natural à direita, é hipótese não despicienda.
A acrescer às naturais e evidentes dificuldades que defrontar o Inter já de si encerra, emergem as lesões de pedras chave do meio-campo leonino.
A Paulo Bento pouco mais restará do que insistir nas soluções apresentadas na Choupana, colocando Miguel Veloso no vértice mais recuado do meio-campo, deixando as restantes posições do losango para Moutinho, Nani e Romagnoli.
A inclusão de Tello, face à sua maior experiência, não deixa, contudo, de ser uma possibilidade consistente.
Por outro lado, penso que Paulo Bento irá introduzir alterações na defesa.
Caneira deve ser chamado à titularidade em detrimento de Ronny.
Fazer alinhar Ronny poderia constituir um hara-kiri.
O jovem brasileiro apresenta debilidades defensivas que perante Figo poderiam ser catastróficas.
O seu sentido posicional é fraco, denotando imensas dificuldades em discernir quando deve fechar ao meio e quando deve marcar o ala.
Perderá Paulo Bento poder de fogo quer em lances de bola parada, quer em remates de meia e longa distância, mas aduzirá consistência à sua defensiva.
Será um jogo de paciência, em que ambas as equipas procurarão jogar com o erro adversário, adoptando uma atitude de expectativa.
A forma como os jovens e inexperientes jogadores leoninos conseguirem lidar com a ansiedade própria destas competições será uma das chaves do sucesso leonino.
Não será fácil, ainda para mais quando na estreia se encontra um adversário do poderio do Inter.
Veremos se conseguem elevar o nível do seu jogo aos padrões da Champions.
O resultado que o Sporting vier a alcançar nesta partida poderá ser determinante para o seu futuro na competição.
Uma vitória constituirá o substrato motivacional necessário para um possível apuramento, um empate manterá as portas da esperança abertas e uma derrota adensará o espírito de resignação perante um sorteio claramente adverso.
segunda-feira, setembro 11, 2006
Espaço Prof. Karamba - Competições Europeias
Os jogos a palpitar são os seguintes:
Copenhaga-SLBenfica;
Sporting-Inter;
FCPorto-CSKA;
Braga-Chievo;
Setúbal-Heerenveen;
Rapid Bucareste-Nacional;
Como sempre, faço já o meu palpite:
Copenhaga-Benfica: 1-2;
Sporting-Inter: 0-1;
FCPorto-CSKA: 2-2;
Braga-Chievo: 1-0;
Setúbal-Heerenveen: 2-1;
Rapid Bucareste-Nacional: 1-1
Copenhaga-SLBenfica;
Sporting-Inter;
FCPorto-CSKA;
Braga-Chievo;
Setúbal-Heerenveen;
Rapid Bucareste-Nacional;
Como sempre, faço já o meu palpite:
Copenhaga-Benfica: 1-2;
Sporting-Inter: 0-1;
FCPorto-CSKA: 2-2;
Braga-Chievo: 1-0;
Setúbal-Heerenveen: 2-1;
Rapid Bucareste-Nacional: 1-1
Espaço Prof. Karamba
Classificação do Espaço Prof. Karamba:
1º Lugar: Cavungi - 30 pontos;
2º Lugar: Vermelho Nunca - 25 pontos;
3º Lugar: Carlos, Holtreman, Costa e Kubas - 15 pontos;
4º Lugar: Jorge Mínimo, Sócio, Zex, Samsalameh, Francisco Lázaro e Fura-Redes - 10 pontos;
5º Lugar: Sh Cala-te, Estar Vivo é o Contrário de estar Morto e Jimmy Jump Reloaded - 5 pontos;
6º Lugar: Vermelho e Petit - 0 pontos
1º Lugar: Cavungi - 30 pontos;
2º Lugar: Vermelho Nunca - 25 pontos;
3º Lugar: Carlos, Holtreman, Costa e Kubas - 15 pontos;
4º Lugar: Jorge Mínimo, Sócio, Zex, Samsalameh, Francisco Lázaro e Fura-Redes - 10 pontos;
5º Lugar: Sh Cala-te, Estar Vivo é o Contrário de estar Morto e Jimmy Jump Reloaded - 5 pontos;
6º Lugar: Vermelho e Petit - 0 pontos
Análise à Jornada
Fim de semana de pesadelo!
Derrotas pesadas e mais do que justas de Benfica e Académica, vitórias tranquilas e merecidas de Sporting e Porto.
Começando pela partida do Bessa, direi que o Benfica, pura e simplesmente, não existiu enquanto equipa.
Estruturado no seu habitual sistema táctico, o Benfica mostrou-se incapaz de suster um Boavista que se revelou sempre mais competente em todos os domínios do jogo.
Maior agressividade, maior capacidade de luta, maior capacidade de recuperação da bola em zonas adiantadas do terreno, melhor organização defensiva e ofensiva, maior capacidade de penetração no extremo reduto contrário, maior codícia e maior eficácia.
O Boavista dominou e controlou o jogo desde o primeiro minuto e, salvo honrosas excepções muito espaçadas no tempo, o Benfica nunca logrou incomodar verdadeiramente a defensiva axadrezada.
Com Rui Costa longe da sua melhor condição, o Benfica não construiu uma única jogada ofensiva com princípio, meio e fim.
A deficiente condição física da generalidade dos jogadores foi por demais evidente, o que, a par de uma gritante ausência de ritmo competitivo, se conjugou para uma incapacidade de contrariar um adversário que foi sempre mais rápido sobre a bola, mais agressivo e que, sem surpresa, venceu a maioria dos duelos individuais.
Sufocado pela intensão pressão alta do meio-campo de xadrez, o meio terreno benfiquista sucumbuiu defensiva e ofensivamente.
A defesa nunca acertou marcações, o meio campo não conseguiu segurar a bola e dar início ao processo ofensivo e o ataque viveu órfão de "bolas jogáveis".
Num erro imperdoável de Anderson, que falhou completamente o tempo de salto, Linz inaugurou o marcador.
Fazia-se justiça, premiando a melhor equipa em campo.
Ao intervalo, o Benfica perdia por 1-0, sendo que o resultado já aí pecava por defeito.
Aliás, Quim cotou-se como a melhor unidade benfiquista.
Na segunda metade, mais do mesmo ou por outra as insuficências detectadas ainda mais se acentuaram.
À incapacidade técnica e táctica da 1ª parte juntou-se a incapacidade física e mental da 2ª.
Com os seus jogadores perfeitamente perdidos (em todos os sentidos) em campo, o Benfica apenas em duas ocasiões logrou alvejar com perigo a baliza de William. E, mesmo assim, com perigo apenas relativo.
Se o Boavista havia já demonstrado mais e melhor organização, com o advento do golo, os seus indíces de confiança surgiram potenciados, o que lhe possibilitou acentuar o seu domínio da partida.
A incapacidade colectiva revelada pelo Benfica conduziu os seus jogadores a processos de ansiedade que lhes toldaram, ainda mais, a sua produção futebolística.
Com o passar dos minutos, a intranquilidade que perpassou pelos jogadores do Benfica desde o dealbar da partida, agravou-se, adensando as dificuldades.
Sem surpresa o Boavista fez mais dois golos, para um score final a raiar a goleada.
Sofrível exibição benfiquista quer no plano colectivo quer no plano individual.
As transições defensiva e ofensiva não funcionaram, demonstrando a equipa uma falta de organização inexplicável.
Dois meses de hesitações ao nível do modelo e sistema tácticos, certamente, que permitem perceber muito do que se passou no Bessa.
Uma deficiente condição física possibilita entender um bocadinho mais e uma estrutura de comando difusa dissipa as restantes razões do insucesso.
Urge definir, de uma vez por todas, o sistema táctico, o modelo de jogo e a cadeia informal de comando no balneário.
Assim sejam tomadas, de forma clara e indiscutível, todas estas decisões, regressará a tranquilidade ao seio da equipa.
Mantendo-se as indefinições, o estado de espírito será de permanente inquietação.
Uma última nota, para verberar o comportamento de Petit.
Um jogador que envergue a braçadeira de capitão do Benfica não se pode permitir a comportamentos daquele jaez.
Não é tolerável.
A sua punição interna à semelhança do que foi feito em relação a Ben Tachter exigia-se.
Na Choupana, o Sporting venceu com facilidade um Nacional, que, como havia dito na antevisão da partida, não é o mesmo de anos transactos.
Domínio e controlo absolutos da partida do princípio ao fim. O Nacional apenas por uma vez e num pontapé de meia distância logrou alvejar com perigo a baliza de Ricardo.
Um golo cedo permitiu, inclusive, ao Sporting limitar-se a gerir no restante tempo de jogo.
Serviços mínimos foram suficientes para "matar" um borrego já com 4 anos.
O Sporting pôs e dispôs do jogo, tal foi a intensidade da sua superioridade sobre o adversário.
Destaque para a excelência da execução técnica de Nani no golo.
Nota negativa para Paraty, pois que o golo leonino nasce de uma recuperação de bola de Nani após falta clara sobre Ávalos.
Aliás, a este erro há que somar um outro, qual seja a não expulsão de Fernando Cardozo, quando após entrar de forma violenta sobre um jogador leonino encostou a sua testa ao árbitro da partida.
Curiosamente, Cardozo viria a ser expulso, já nos instantes finais da partida, na sequência de um lance, no qual nem sequer cometeu falta sobre Alecsandro.
Na Luz, o Porto venceu, igualmente de forma fácil, o Estrela.
Também aqui, o domínio e o controlo da partida foram absolutos por parte dos azuis e brancos.
A diferença substancial residiu na reduzida eficácia do ataque portista.
Tão diminuta que foi necessário um auto-golo, no mínimo, caricato para abrir o marcador.
O Estrela apenas por uma vez e já na segunda parte se acercou com perigo das redes de Helton, num remate cruzado de N´Diaye.
O Porto controlou a seu bel prazer o jogo, muito embora haja desperdiçado oportunidades de golo em número muito exagerado.
Vitória sem contestação.
Aliás, o fraquissímo nível da oposição estrelista não permitiu aquilatar da consistência da defesa a 4 portista. Veremos.
Nos restantes jogos, destaque para as vitórias de Braga, Paços, Belém e da Naval.
A Naval venceu, sem margem para a mínima contestação, a Académica.
A Briosa não se mostrou capaz de realizar transições ofensivas com qualidade, vivendo, em exclusivo, das acelerações de Hélder Barbosa e de lances de bola parada para atingir a baliza de Taborda.
Por seu turno, a Naval demonstrou um sentido colectivo e uma organização que lhe permitiu ser sempre superior. E superior em larga medida.
Ataques rápidos e bem urdidos foram a imagem de marca de uma equipa muito bem estruturada.
A vantagem da Briosa ao intervalo constituia um acaso, num jogo largamente dominado pelos figuierenses.
Na 2ª metade, com a expulsão prematura de Fernando, pensou-se que, então sim, a Briosa se iria assenhorear das rédeas da partida.
Puro engano.
Reduzida a 10 elementos, a Naval acentuou, por paradoxal que pareça, o seu domínio.
E, paradoxalmente também, chegou aos golos.
Em 5 minutos virou o marcador, repondo a justiça no encontro.
Até final, pardoxalmente também, só a Naval esteve perto do golo.
Vitória clara, que só pecou por escassa.
A Briosa necessita de atalhar caminho e rapidamente, sob pena de a descida de divisão poder ser o seu triste fado.
As contratações tardam em confirmar as referências de que eram portadores e o entrosamento da equipa tarda, igualmente, em verificar-se.
Os laterais não existem nem defensiva, nem ofensivamente, não obstante o golo de Lino (um raio de luz numa exibição sombria).
Os centrais não demonstram a mínima coordenação, para além de lentos e duros de rins (Medeiros é exemplo maior).
Brum e Alexandre fizeram o possível no eixo central, mas foram pouco mais do que esforçados (pese embora a excelente inciativa de Brum no lance que originou o golo).
Estevez teve exibição para esquecer, falhando passes atrás de passes (um deles redundou no golo da Naval) e revelando uma apatia confrangedora.
Filipe Teixeira demonstrou ainda se encontrar em fase de recuperação.
Gelson apresentou a abnegação habitual, mas não mais do que isso.
Hélder Barbosa foi o dínamo ofensivo da Briosa, mas necessita de conferir dimensão colectiva ao seu futebol.
Em suma, mau de mais para ser verdade.
Derrotas pesadas e mais do que justas de Benfica e Académica, vitórias tranquilas e merecidas de Sporting e Porto.
Começando pela partida do Bessa, direi que o Benfica, pura e simplesmente, não existiu enquanto equipa.
Estruturado no seu habitual sistema táctico, o Benfica mostrou-se incapaz de suster um Boavista que se revelou sempre mais competente em todos os domínios do jogo.
Maior agressividade, maior capacidade de luta, maior capacidade de recuperação da bola em zonas adiantadas do terreno, melhor organização defensiva e ofensiva, maior capacidade de penetração no extremo reduto contrário, maior codícia e maior eficácia.
O Boavista dominou e controlou o jogo desde o primeiro minuto e, salvo honrosas excepções muito espaçadas no tempo, o Benfica nunca logrou incomodar verdadeiramente a defensiva axadrezada.
Com Rui Costa longe da sua melhor condição, o Benfica não construiu uma única jogada ofensiva com princípio, meio e fim.
A deficiente condição física da generalidade dos jogadores foi por demais evidente, o que, a par de uma gritante ausência de ritmo competitivo, se conjugou para uma incapacidade de contrariar um adversário que foi sempre mais rápido sobre a bola, mais agressivo e que, sem surpresa, venceu a maioria dos duelos individuais.
Sufocado pela intensão pressão alta do meio-campo de xadrez, o meio terreno benfiquista sucumbuiu defensiva e ofensivamente.
A defesa nunca acertou marcações, o meio campo não conseguiu segurar a bola e dar início ao processo ofensivo e o ataque viveu órfão de "bolas jogáveis".
Num erro imperdoável de Anderson, que falhou completamente o tempo de salto, Linz inaugurou o marcador.
Fazia-se justiça, premiando a melhor equipa em campo.
Ao intervalo, o Benfica perdia por 1-0, sendo que o resultado já aí pecava por defeito.
Aliás, Quim cotou-se como a melhor unidade benfiquista.
Na segunda metade, mais do mesmo ou por outra as insuficências detectadas ainda mais se acentuaram.
À incapacidade técnica e táctica da 1ª parte juntou-se a incapacidade física e mental da 2ª.
Com os seus jogadores perfeitamente perdidos (em todos os sentidos) em campo, o Benfica apenas em duas ocasiões logrou alvejar com perigo a baliza de William. E, mesmo assim, com perigo apenas relativo.
Se o Boavista havia já demonstrado mais e melhor organização, com o advento do golo, os seus indíces de confiança surgiram potenciados, o que lhe possibilitou acentuar o seu domínio da partida.
A incapacidade colectiva revelada pelo Benfica conduziu os seus jogadores a processos de ansiedade que lhes toldaram, ainda mais, a sua produção futebolística.
Com o passar dos minutos, a intranquilidade que perpassou pelos jogadores do Benfica desde o dealbar da partida, agravou-se, adensando as dificuldades.
Sem surpresa o Boavista fez mais dois golos, para um score final a raiar a goleada.
Sofrível exibição benfiquista quer no plano colectivo quer no plano individual.
As transições defensiva e ofensiva não funcionaram, demonstrando a equipa uma falta de organização inexplicável.
Dois meses de hesitações ao nível do modelo e sistema tácticos, certamente, que permitem perceber muito do que se passou no Bessa.
Uma deficiente condição física possibilita entender um bocadinho mais e uma estrutura de comando difusa dissipa as restantes razões do insucesso.
Urge definir, de uma vez por todas, o sistema táctico, o modelo de jogo e a cadeia informal de comando no balneário.
Assim sejam tomadas, de forma clara e indiscutível, todas estas decisões, regressará a tranquilidade ao seio da equipa.
Mantendo-se as indefinições, o estado de espírito será de permanente inquietação.
Uma última nota, para verberar o comportamento de Petit.
Um jogador que envergue a braçadeira de capitão do Benfica não se pode permitir a comportamentos daquele jaez.
Não é tolerável.
A sua punição interna à semelhança do que foi feito em relação a Ben Tachter exigia-se.
Na Choupana, o Sporting venceu com facilidade um Nacional, que, como havia dito na antevisão da partida, não é o mesmo de anos transactos.
Domínio e controlo absolutos da partida do princípio ao fim. O Nacional apenas por uma vez e num pontapé de meia distância logrou alvejar com perigo a baliza de Ricardo.
Um golo cedo permitiu, inclusive, ao Sporting limitar-se a gerir no restante tempo de jogo.
Serviços mínimos foram suficientes para "matar" um borrego já com 4 anos.
O Sporting pôs e dispôs do jogo, tal foi a intensidade da sua superioridade sobre o adversário.
Destaque para a excelência da execução técnica de Nani no golo.
Nota negativa para Paraty, pois que o golo leonino nasce de uma recuperação de bola de Nani após falta clara sobre Ávalos.
Aliás, a este erro há que somar um outro, qual seja a não expulsão de Fernando Cardozo, quando após entrar de forma violenta sobre um jogador leonino encostou a sua testa ao árbitro da partida.
Curiosamente, Cardozo viria a ser expulso, já nos instantes finais da partida, na sequência de um lance, no qual nem sequer cometeu falta sobre Alecsandro.
Na Luz, o Porto venceu, igualmente de forma fácil, o Estrela.
Também aqui, o domínio e o controlo da partida foram absolutos por parte dos azuis e brancos.
A diferença substancial residiu na reduzida eficácia do ataque portista.
Tão diminuta que foi necessário um auto-golo, no mínimo, caricato para abrir o marcador.
O Estrela apenas por uma vez e já na segunda parte se acercou com perigo das redes de Helton, num remate cruzado de N´Diaye.
O Porto controlou a seu bel prazer o jogo, muito embora haja desperdiçado oportunidades de golo em número muito exagerado.
Vitória sem contestação.
Aliás, o fraquissímo nível da oposição estrelista não permitiu aquilatar da consistência da defesa a 4 portista. Veremos.
Nos restantes jogos, destaque para as vitórias de Braga, Paços, Belém e da Naval.
A Naval venceu, sem margem para a mínima contestação, a Académica.
A Briosa não se mostrou capaz de realizar transições ofensivas com qualidade, vivendo, em exclusivo, das acelerações de Hélder Barbosa e de lances de bola parada para atingir a baliza de Taborda.
Por seu turno, a Naval demonstrou um sentido colectivo e uma organização que lhe permitiu ser sempre superior. E superior em larga medida.
Ataques rápidos e bem urdidos foram a imagem de marca de uma equipa muito bem estruturada.
A vantagem da Briosa ao intervalo constituia um acaso, num jogo largamente dominado pelos figuierenses.
Na 2ª metade, com a expulsão prematura de Fernando, pensou-se que, então sim, a Briosa se iria assenhorear das rédeas da partida.
Puro engano.
Reduzida a 10 elementos, a Naval acentuou, por paradoxal que pareça, o seu domínio.
E, paradoxalmente também, chegou aos golos.
Em 5 minutos virou o marcador, repondo a justiça no encontro.
Até final, pardoxalmente também, só a Naval esteve perto do golo.
Vitória clara, que só pecou por escassa.
A Briosa necessita de atalhar caminho e rapidamente, sob pena de a descida de divisão poder ser o seu triste fado.
As contratações tardam em confirmar as referências de que eram portadores e o entrosamento da equipa tarda, igualmente, em verificar-se.
Os laterais não existem nem defensiva, nem ofensivamente, não obstante o golo de Lino (um raio de luz numa exibição sombria).
Os centrais não demonstram a mínima coordenação, para além de lentos e duros de rins (Medeiros é exemplo maior).
Brum e Alexandre fizeram o possível no eixo central, mas foram pouco mais do que esforçados (pese embora a excelente inciativa de Brum no lance que originou o golo).
Estevez teve exibição para esquecer, falhando passes atrás de passes (um deles redundou no golo da Naval) e revelando uma apatia confrangedora.
Filipe Teixeira demonstrou ainda se encontrar em fase de recuperação.
Gelson apresentou a abnegação habitual, mas não mais do que isso.
Hélder Barbosa foi o dínamo ofensivo da Briosa, mas necessita de conferir dimensão colectiva ao seu futebol.
Em suma, mau de mais para ser verdade.
sexta-feira, setembro 08, 2006
Liga dos Astros e Espaço Prof. Karamba
Serve o presente post para vos anunciar os inscritos na Liga dos Astros e no Espaço Prof. Karamba.
Assim, na Liga dos Astros estarão em compita as seguintes equipas:
Caixa Campus;
Kubas4EverTeam;
Eagles;
Afinal estou Vivo;
Cruzados;
Caça-Lagartos;
Nª Sr.ª do Caravagio;
Caixa Blogus;
Santy Thunder Team;
Joker alho.
Em relação a esta última equipa, duas questões se me colocam, a saber a que Luís Miguel se refere o seu "proprietário" e a colocação incorrecta de José Manuel como avançado, uma vez que deveria constar como médio (dado ser ala).
Todavia, o "proprietário" desta equipa vive momentos de profundo pesar, pelo que não posso entrar em contacto com ele, muito menos para tratar de um assunto destes.
Deste modo, decidi aceitar a sua inscrição, sendo certo que, no decurso da próxima semana, o seu "proprietário" será chamado a dissipar as incorrecções detectadas.
Em relação ao Espaço Prof. Karamba, encontram-se, neste momento, validamente formulados os palpites dos seguintes condóminos:
Jorge Mínimo;
Carlos;
Sócio;
Petit;
Zex;
Samsalameh;
Vermelho Nunca;
Sh Cala-te;
Kubas;
Estar Vivo é o Contrário de estar Morto;
Cavungi;
Costa;
Holtreman;
Francisco Lázaro;
Jimmy Jump Reloaded;
Fura-Redes;
Vermelho.
Boa Sorte!
Assim, na Liga dos Astros estarão em compita as seguintes equipas:
Caixa Campus;
Kubas4EverTeam;
Eagles;
Afinal estou Vivo;
Cruzados;
Caça-Lagartos;
Nª Sr.ª do Caravagio;
Caixa Blogus;
Santy Thunder Team;
Joker alho.
Em relação a esta última equipa, duas questões se me colocam, a saber a que Luís Miguel se refere o seu "proprietário" e a colocação incorrecta de José Manuel como avançado, uma vez que deveria constar como médio (dado ser ala).
Todavia, o "proprietário" desta equipa vive momentos de profundo pesar, pelo que não posso entrar em contacto com ele, muito menos para tratar de um assunto destes.
Deste modo, decidi aceitar a sua inscrição, sendo certo que, no decurso da próxima semana, o seu "proprietário" será chamado a dissipar as incorrecções detectadas.
Em relação ao Espaço Prof. Karamba, encontram-se, neste momento, validamente formulados os palpites dos seguintes condóminos:
Jorge Mínimo;
Carlos;
Sócio;
Petit;
Zex;
Samsalameh;
Vermelho Nunca;
Sh Cala-te;
Kubas;
Estar Vivo é o Contrário de estar Morto;
Cavungi;
Costa;
Holtreman;
Francisco Lázaro;
Jimmy Jump Reloaded;
Fura-Redes;
Vermelho.
Boa Sorte!
Antevisão da Jornada do Fim de Semana
Os 3 grandes disputam jogos na condição de visitantes, o que não deixará de constituir um primeiro grande teste à sua condição actual.
O Benfica desloca-se ao Bessa após cerca de 3 semanas de inactividade competitiva.
Um factor mais a acrescer às naturais dificuldades colocadas pela equipa de xadrez.
Sem que a turba de lesionados tenha sido integralmente recuperada, ainda assim as opções disponíveis são já em maior número.
O Benfica apresentra-se-á no tradicional 4x2x3x1, apenas e tão só restando por discernir se o fará numa versão mais ofensiva com Nuno Gomes no apoio a Kikin ou se o fará numa versão mais usual com Rui Costa ou Nuno Assis no apoio a Nuno Gomes.
Inclino-me mais para a primeira, dado o tempo de paragem quer de Rui Costa, quer de Nuno Assis e pela proximidade do 1º embate europeu.
Assim, provavelmente, o Benfica alinhará com Quim, Nélson, Luisão, Anderson e Léo, Petit, Katsouranis, Manu, Nuno Gomes, Miguelito e Kikin.
O Boavista estreia o seu novo treinador, no que constitui acrescida motivação para os seus jogadores.
Certamente que a matriz essencial do seu modelo de jogo permanecerá inalterada - agressividade, muita agressividade defensiva e transições ofensivas rápidas.
Aliás, reside mesmo nestes factores o busílis do êxito benfiquista - assim consiga o Benfica equivaler-se em capacidade de luta ao Boavista e logre executar uma pressão alta que inviabilize a construção de jogadas rápidas, maiores serão as suas chances de sucesso.
Quem vencer os duelos a meio-campo ficará mais perto de um desfecho positivo.
Nas últimas 10 épocas, o Benfica apenas venceu por uma vez no Bessa e Fernando Santos nunca de lá saiu vitorioso, "borregos a matar".
O Sporting desloca-se à Choupana.
Terreno, tradicionalmente, difícil para os leões.
Vi, in loco, o Nacional na pré-época.
Pareceu-me que o seu modelo de jogo e o seu sistema táctico se mantêm inalterados.
Todavia, os interpretes não são os mesmos - saíram Miguelito, Goulart e André Pinto e os seus substitutos não apresentam, pelo menos, para já, idêntica valia.
Num campo de reduzidas dimensões e com condições climatéricas muito peculiares, a tarefa da equipa visitante nunca se mostra facilitada.
Contudo, este Nacional não é o mesmo do ano passado.
Está enfraquecido, pelo que as hipóteses de vitória leonino surgem claramente ampliadas.
O Sporting apresentar-se-á no seu esquema habitual, 4x4x2 em losango, sendo certo que os protagonistas serão distintos.
Face às lesões de Paredes, Custódio, Carlos Martins e à periclitante condição de Farnerud, o meio-campo leonino surgirá transfigurado com a chamada à titularidade de Nani e deTello ou João Alves
Na frente, a dúvida entre Bueno e Alecsandro perdura.
Penso que ainda que tenha treinado com limitações durante a semana, Bueno manterá a titularidade, até porque Alecsandro parece ainda longe da condição física ideal.
Na defesa, Paulo Bento deverá apostar no quarteto que alinhou na 2ª parte frente ao Boavista, atento o mau momento de forma por que passa Abel.
Assim, o Sporting deverá alinhar com Ricardo, Caneira, Polga, Tonel e Ronny, Moutinho, Nani, Tello ou João Alves e Romagnoli, Liedson e Bueno.
O Porto defronta o Estrela.
Não na Reboleira, pois que se encontra em obras, mas na Luz.
Esta é, precisamente, a 1ª curiosidade que o jogo encerra - o Porto jogará primeiro, em partidas a contar para a Liga Bwin, na época 2006/07, no Estádio da Luz do que o Benfica.
No Porto, Jesualdo deverá alterar o sistema e apresentar um onze estruturado em 4x3x3.
Na defesa, Helton, Bosingwa, Pepe e Cech deverão manter a titularidade, sobrando por determinar o parceiro de Pepe no eixo central.
Como Ricardo Costa esteve ausente na selecção, penso que a escolha recairá em Bruno Alves.
No meio, o tridente deverá ser formado por Paulo Assunção, Lucho e Anderson, sendo sempre possível que Ibson surja no onze, passando Anderson para a esquerda do ataque (hipótese menos consistente).
Na frente, caso Quaresma se mostre totalmente recuperado, deverão alinhar Tarik, Adriano e Quaresma.
O Estrela procurará um modelo de jogo de pendor claramente defensivo, apostando numa consistência defensiva forte que lhe permita desferir ataques rápidos e contra-ataques.
Não me parece uma equipa tão forte como na época passada.
Desde logo, no comando técnico.
Ou muito me engano ou Daúto trilhará uma carreira idêntica à protagonizada por José Gomes o ano passado ao serviço do Leiria.
A minha Briosa recebe a Naval, num "derby regional" sempre apetecido.
O ano passado, o jogo com os "peixeiros" acabou de uma forma pouco edificante, o que espero não se repita no jogo do próximo Domingo.
Pelo que vi em Setúbal, a equipa ainda não está, minimamente, entrosada, até porque entraram 16 novos elementos de diferentes nacionalidades.
Vi pouca qualidade no jogo de Setúbal. Espero que tenha sido por se tratar do 1º jogo da época, mas com excepção de Alexandre, Raúl Estevez e Hélder Barbosa, os reforços pouco aportaram à equipa.
Será um jogo tremendamente difícil, pois que a Briosa apresenta ainda muitas debilidades.
O Benfica desloca-se ao Bessa após cerca de 3 semanas de inactividade competitiva.
Um factor mais a acrescer às naturais dificuldades colocadas pela equipa de xadrez.
Sem que a turba de lesionados tenha sido integralmente recuperada, ainda assim as opções disponíveis são já em maior número.
O Benfica apresentra-se-á no tradicional 4x2x3x1, apenas e tão só restando por discernir se o fará numa versão mais ofensiva com Nuno Gomes no apoio a Kikin ou se o fará numa versão mais usual com Rui Costa ou Nuno Assis no apoio a Nuno Gomes.
Inclino-me mais para a primeira, dado o tempo de paragem quer de Rui Costa, quer de Nuno Assis e pela proximidade do 1º embate europeu.
Assim, provavelmente, o Benfica alinhará com Quim, Nélson, Luisão, Anderson e Léo, Petit, Katsouranis, Manu, Nuno Gomes, Miguelito e Kikin.
O Boavista estreia o seu novo treinador, no que constitui acrescida motivação para os seus jogadores.
Certamente que a matriz essencial do seu modelo de jogo permanecerá inalterada - agressividade, muita agressividade defensiva e transições ofensivas rápidas.
Aliás, reside mesmo nestes factores o busílis do êxito benfiquista - assim consiga o Benfica equivaler-se em capacidade de luta ao Boavista e logre executar uma pressão alta que inviabilize a construção de jogadas rápidas, maiores serão as suas chances de sucesso.
Quem vencer os duelos a meio-campo ficará mais perto de um desfecho positivo.
Nas últimas 10 épocas, o Benfica apenas venceu por uma vez no Bessa e Fernando Santos nunca de lá saiu vitorioso, "borregos a matar".
O Sporting desloca-se à Choupana.
Terreno, tradicionalmente, difícil para os leões.
Vi, in loco, o Nacional na pré-época.
Pareceu-me que o seu modelo de jogo e o seu sistema táctico se mantêm inalterados.
Todavia, os interpretes não são os mesmos - saíram Miguelito, Goulart e André Pinto e os seus substitutos não apresentam, pelo menos, para já, idêntica valia.
Num campo de reduzidas dimensões e com condições climatéricas muito peculiares, a tarefa da equipa visitante nunca se mostra facilitada.
Contudo, este Nacional não é o mesmo do ano passado.
Está enfraquecido, pelo que as hipóteses de vitória leonino surgem claramente ampliadas.
O Sporting apresentar-se-á no seu esquema habitual, 4x4x2 em losango, sendo certo que os protagonistas serão distintos.
Face às lesões de Paredes, Custódio, Carlos Martins e à periclitante condição de Farnerud, o meio-campo leonino surgirá transfigurado com a chamada à titularidade de Nani e deTello ou João Alves
Na frente, a dúvida entre Bueno e Alecsandro perdura.
Penso que ainda que tenha treinado com limitações durante a semana, Bueno manterá a titularidade, até porque Alecsandro parece ainda longe da condição física ideal.
Na defesa, Paulo Bento deverá apostar no quarteto que alinhou na 2ª parte frente ao Boavista, atento o mau momento de forma por que passa Abel.
Assim, o Sporting deverá alinhar com Ricardo, Caneira, Polga, Tonel e Ronny, Moutinho, Nani, Tello ou João Alves e Romagnoli, Liedson e Bueno.
O Porto defronta o Estrela.
Não na Reboleira, pois que se encontra em obras, mas na Luz.
Esta é, precisamente, a 1ª curiosidade que o jogo encerra - o Porto jogará primeiro, em partidas a contar para a Liga Bwin, na época 2006/07, no Estádio da Luz do que o Benfica.
No Porto, Jesualdo deverá alterar o sistema e apresentar um onze estruturado em 4x3x3.
Na defesa, Helton, Bosingwa, Pepe e Cech deverão manter a titularidade, sobrando por determinar o parceiro de Pepe no eixo central.
Como Ricardo Costa esteve ausente na selecção, penso que a escolha recairá em Bruno Alves.
No meio, o tridente deverá ser formado por Paulo Assunção, Lucho e Anderson, sendo sempre possível que Ibson surja no onze, passando Anderson para a esquerda do ataque (hipótese menos consistente).
Na frente, caso Quaresma se mostre totalmente recuperado, deverão alinhar Tarik, Adriano e Quaresma.
O Estrela procurará um modelo de jogo de pendor claramente defensivo, apostando numa consistência defensiva forte que lhe permita desferir ataques rápidos e contra-ataques.
Não me parece uma equipa tão forte como na época passada.
Desde logo, no comando técnico.
Ou muito me engano ou Daúto trilhará uma carreira idêntica à protagonizada por José Gomes o ano passado ao serviço do Leiria.
A minha Briosa recebe a Naval, num "derby regional" sempre apetecido.
O ano passado, o jogo com os "peixeiros" acabou de uma forma pouco edificante, o que espero não se repita no jogo do próximo Domingo.
Pelo que vi em Setúbal, a equipa ainda não está, minimamente, entrosada, até porque entraram 16 novos elementos de diferentes nacionalidades.
Vi pouca qualidade no jogo de Setúbal. Espero que tenha sido por se tratar do 1º jogo da época, mas com excepção de Alexandre, Raúl Estevez e Hélder Barbosa, os reforços pouco aportaram à equipa.
Será um jogo tremendamente difícil, pois que a Briosa apresenta ainda muitas debilidades.
quinta-feira, setembro 07, 2006
Liga dos Astros
Prosseguem, hoje, as inscrições para a Liga dos Astros.
Quem, ainda, não tenha feito a sua inscrição e o pretenda fazer, deverá servir-se do presente post.
Obrigado e Boa sorte!
Quem, ainda, não tenha feito a sua inscrição e o pretenda fazer, deverá servir-se do presente post.
Obrigado e Boa sorte!
Análise ao Finlândia/Portugal e à restante actualidade
Foi fraquinho.
Jogámos pouco.
Acima de tudo, demonstrámos falta de ambição.
Regredimos uns quantos anos, regressando ao triste fado dos anos 80 e 90, nos quais um empatezinho fora era bem bom.
Pensei que o discurso de Scolari fosse apenas uma questão de estratégia, mas não.
Entrámos temerosos, receosos de um onze de bons rapazes, esforçados, mas com pouco jeito para jogar futebol.
A Finlândia fez o que pode.
Entrou bem, agressiva, embalada pelo êxito na Polónia, pressionando Portugal.
Até aos 20 minutos, com excepção de uma ou outra iniciativa de Nani e Ronaldo, mal cheirámos a bola.
Sofremos um golo, numa bela jogada colectiva finlandesa. A melhor e talvez a única jogada com princípio, meio e fim dos finlandeses, que, no restante, demonstraram uma gritante falta de criatividade e capacidade de construir jogadas ofensivas.
O gaz de Litmanen durou 20 minutos e a equipa, que vive na sua dependência, ressentiu-se.
Após o golo sofrido e até à expulsão de Ricardo Costa, demos um ar da nossa graça.
Desenvolvemos algumas jogadas interessantes, procurámos o golo, muito embora o nosso sentido colectivo tenha sempre deixado muito a desejar.
Vivemos dos lampejos de Deco, Ronaldo e Nani.
Conseguimos chegar ao empate na única jogada colectiva que lográmos produzir.
Também, neste aspecto, as equipas se equivaleram.
O golo surgiu como consequência natural do maior ascendente português na partida.
Todavia, a partir daí, a equipa sentiu ter alcançado o seu objectivo, limitando-se a gerir o jogo.
Contentámo-nos com o empate, como se fosse uma grande conquista, quando podíamos e deveríamos ter profiado na busca do 2º golo.
Os finlandeses não mereciam tamanha vassalagem.
Fomos pequenos quando podíamos e deveríamos ter sido grandes.
Perpassou pelo jogo a sensação de que se Portugal pressionasse e acelerasse um bocadinho mais, venceria com facilidade, até porque a Finlândia pareceu sempre temer-nos.
Acomodámo-nos.
Seguimos à risca o discurso de Scolari.
Nem mesmo a expulsão de Ricardo Costa serve de justificação para o recuo nas nossas pretensões de vitória, pois que a Finlândia não alterou, minimamente, o seu sistema e o seu modelo de jogo quando em superioridade numérica.
Apenas em lances de bola parada, os finlandeses lograram chegar à baliza de Ricardo e, mesmo nessas ocasiões, apenas por uma vez criaram real perigo para as nossas redes.
Destaque positivo para Nani, a desinibição com que joga está apenas ao alcance dos predestinados, para Deco, pelas acelerações que imprimiu no último terço, poucas é certo, mas decisivas como se viu no lance do golo, para Ronaldo, pelo inconformismo, para Nuno Gomes, pelo coeficiente de aproveitamento - uma oportunidade, um golo, e para Ricardo, pela segurança.
Destaque negativo para Scolari, pela falta de ambição que incutiu nos seus jogadores e pelas substituições que operou, todas no sentido da contenção, e para Ricardo Costa, pela estupidez que demonstrou aquando sua expulsão.
Fazer uma falta por trás quando já havia sido admoestado pelo árbitro com um cartão amarelo é, no mínimo, uma insensatez inadmissível em alta competição.
Os restantes não estiveram nem bem, nem mal, limitaram-se a cumprir sem brilho.
Na restante actualidade, nota para outra representação nacional, neste caso a selecção nacional de basquetebol que, ontem, averbou a 3ª vitória consecutiva na fase de qualificação para o Europeu, ao derrotar Israel.
As perspectivas de apuramento são grandes. Espero e desejo que se concretizem.
Em relação aos 3 grandes, dizer que Bueno está recuperado e deve ser titular na Choupana.
Simão, Rui Costa e Miccoli conhecem hoje o veredicto médico quanto à sua recuperação.
No entanto, penso que no máximo irão para o banco no Bessa, devendo o Benfica apresentar-se em 4x4x2 com Nuno Gomes e Kikin no eixo e Manu e Miguelito nas alas.
No Porto, Jesualdo prepara-se para adoptar o 4x3x3, que se significar a utilização de Ricardo Costa ou Bruno Alves na zona central ao lado de Pepe, não pode deixar de constituir uma notícia para natural regozijo.
Por fim, uma nota para aquele que se espera seja o desenvolvimento final no "caso Mateus".
A Comissão Executiva da Liga decidiu, finalmente, executar a decisão do Conselho de Justiça da FPF, relegando o Gil para a Liga de Honra e mantendo o Belém na Liga Bwin.
Jogámos pouco.
Acima de tudo, demonstrámos falta de ambição.
Regredimos uns quantos anos, regressando ao triste fado dos anos 80 e 90, nos quais um empatezinho fora era bem bom.
Pensei que o discurso de Scolari fosse apenas uma questão de estratégia, mas não.
Entrámos temerosos, receosos de um onze de bons rapazes, esforçados, mas com pouco jeito para jogar futebol.
A Finlândia fez o que pode.
Entrou bem, agressiva, embalada pelo êxito na Polónia, pressionando Portugal.
Até aos 20 minutos, com excepção de uma ou outra iniciativa de Nani e Ronaldo, mal cheirámos a bola.
Sofremos um golo, numa bela jogada colectiva finlandesa. A melhor e talvez a única jogada com princípio, meio e fim dos finlandeses, que, no restante, demonstraram uma gritante falta de criatividade e capacidade de construir jogadas ofensivas.
O gaz de Litmanen durou 20 minutos e a equipa, que vive na sua dependência, ressentiu-se.
Após o golo sofrido e até à expulsão de Ricardo Costa, demos um ar da nossa graça.
Desenvolvemos algumas jogadas interessantes, procurámos o golo, muito embora o nosso sentido colectivo tenha sempre deixado muito a desejar.
Vivemos dos lampejos de Deco, Ronaldo e Nani.
Conseguimos chegar ao empate na única jogada colectiva que lográmos produzir.
Também, neste aspecto, as equipas se equivaleram.
O golo surgiu como consequência natural do maior ascendente português na partida.
Todavia, a partir daí, a equipa sentiu ter alcançado o seu objectivo, limitando-se a gerir o jogo.
Contentámo-nos com o empate, como se fosse uma grande conquista, quando podíamos e deveríamos ter profiado na busca do 2º golo.
Os finlandeses não mereciam tamanha vassalagem.
Fomos pequenos quando podíamos e deveríamos ter sido grandes.
Perpassou pelo jogo a sensação de que se Portugal pressionasse e acelerasse um bocadinho mais, venceria com facilidade, até porque a Finlândia pareceu sempre temer-nos.
Acomodámo-nos.
Seguimos à risca o discurso de Scolari.
Nem mesmo a expulsão de Ricardo Costa serve de justificação para o recuo nas nossas pretensões de vitória, pois que a Finlândia não alterou, minimamente, o seu sistema e o seu modelo de jogo quando em superioridade numérica.
Apenas em lances de bola parada, os finlandeses lograram chegar à baliza de Ricardo e, mesmo nessas ocasiões, apenas por uma vez criaram real perigo para as nossas redes.
Destaque positivo para Nani, a desinibição com que joga está apenas ao alcance dos predestinados, para Deco, pelas acelerações que imprimiu no último terço, poucas é certo, mas decisivas como se viu no lance do golo, para Ronaldo, pelo inconformismo, para Nuno Gomes, pelo coeficiente de aproveitamento - uma oportunidade, um golo, e para Ricardo, pela segurança.
Destaque negativo para Scolari, pela falta de ambição que incutiu nos seus jogadores e pelas substituições que operou, todas no sentido da contenção, e para Ricardo Costa, pela estupidez que demonstrou aquando sua expulsão.
Fazer uma falta por trás quando já havia sido admoestado pelo árbitro com um cartão amarelo é, no mínimo, uma insensatez inadmissível em alta competição.
Os restantes não estiveram nem bem, nem mal, limitaram-se a cumprir sem brilho.
Na restante actualidade, nota para outra representação nacional, neste caso a selecção nacional de basquetebol que, ontem, averbou a 3ª vitória consecutiva na fase de qualificação para o Europeu, ao derrotar Israel.
As perspectivas de apuramento são grandes. Espero e desejo que se concretizem.
Em relação aos 3 grandes, dizer que Bueno está recuperado e deve ser titular na Choupana.
Simão, Rui Costa e Miccoli conhecem hoje o veredicto médico quanto à sua recuperação.
No entanto, penso que no máximo irão para o banco no Bessa, devendo o Benfica apresentar-se em 4x4x2 com Nuno Gomes e Kikin no eixo e Manu e Miguelito nas alas.
No Porto, Jesualdo prepara-se para adoptar o 4x3x3, que se significar a utilização de Ricardo Costa ou Bruno Alves na zona central ao lado de Pepe, não pode deixar de constituir uma notícia para natural regozijo.
Por fim, uma nota para aquele que se espera seja o desenvolvimento final no "caso Mateus".
A Comissão Executiva da Liga decidiu, finalmente, executar a decisão do Conselho de Justiça da FPF, relegando o Gil para a Liga de Honra e mantendo o Belém na Liga Bwin.
quarta-feira, setembro 06, 2006
Liga dos Astros - Esclarecimento
Os alas são considerados médios.
Embora inexista qualquer limitação no que concerne ao número de jogadores por sector, não poderá ser indicado mais do que um guarda-redes.
Boa Sorte!
Embora inexista qualquer limitação no que concerne ao número de jogadores por sector, não poderá ser indicado mais do que um guarda-redes.
Boa Sorte!
Espaço Prof. Karamba
O espaço Prof. Karamba não podia deixar de marcar presença nesta nova época desportiva.
Dadas as vossas sugestões, decidi abandonar o projecto inicial de alargamento dos jogos a palpitar a outras divisões e competições que não a Liga Bwin.
Assim, os participantes serão chamados a palpitar os jogos de Benfica, Porto, Sporting, Braga e um outro a determinar mediante sorteio.
A pontuação, também, irá sofrer alterações.
Assim, serão atribuídos 10 pontos a quem acertar totalmente no resultado final verificado e 5 a quem palpitar correctamente o vencedor da partida (resultado final 2-1, aposta 2-1 - 10 pontos; resultado final 2-1, aposta 3-1 - 5 pontos).
Claro está, que se se verificar um empate, será aplicado o princípio supra enunciado (resultado final 2-2, aposta 2-2 - 10 pontos; resultado final 2-2, aposta 1-1 - 5 pontos).
Desaparece a atribuição de pontos por palpite correcto do número de golos obtido por uma das equipas em confronto.
Os jogos a palpitar nesta jornada são os seguintes:
Boavista/Benfica;
Nacional/Sporting;
E. Amadora/FCPorto;
Aves/Braga;
AAC/Naval.
Faço, desde já, o meu palpite:
Boavista/Benfica: 1-2;
Nacional/Sporting: 1-1;
E. Amadora/FCPorto: 1-1;
Aves/Braga: 1-1;
AAC/Naval: 2-1.
Boa sorte!
Dadas as vossas sugestões, decidi abandonar o projecto inicial de alargamento dos jogos a palpitar a outras divisões e competições que não a Liga Bwin.
Assim, os participantes serão chamados a palpitar os jogos de Benfica, Porto, Sporting, Braga e um outro a determinar mediante sorteio.
A pontuação, também, irá sofrer alterações.
Assim, serão atribuídos 10 pontos a quem acertar totalmente no resultado final verificado e 5 a quem palpitar correctamente o vencedor da partida (resultado final 2-1, aposta 2-1 - 10 pontos; resultado final 2-1, aposta 3-1 - 5 pontos).
Claro está, que se se verificar um empate, será aplicado o princípio supra enunciado (resultado final 2-2, aposta 2-2 - 10 pontos; resultado final 2-2, aposta 1-1 - 5 pontos).
Desaparece a atribuição de pontos por palpite correcto do número de golos obtido por uma das equipas em confronto.
Os jogos a palpitar nesta jornada são os seguintes:
Boavista/Benfica;
Nacional/Sporting;
E. Amadora/FCPorto;
Aves/Braga;
AAC/Naval.
Faço, desde já, o meu palpite:
Boavista/Benfica: 1-2;
Nacional/Sporting: 1-1;
E. Amadora/FCPorto: 1-1;
Aves/Braga: 1-1;
AAC/Naval: 2-1.
Boa sorte!
Liga dos Astros - abertura de inscrições
Peço-vos que façam a vossa inscrição na Liga dos Astros.
Terão que apresentar um plantel composto por 16 elementos distribuídos por 2 guarda-redes, 5 defesas, 5 médios, 3 avançados e um "joker".
Os jogadores a escolher deverão pertencer ao universo dos futebolistas inscritos nas equipas participantes na Liga Bwin, num máximo de 3 por clube.
Em cada jornada deverá ser indicado o onze titular e respectivos suplentes, os quais substituirão os elementos do onze titular escolhido que não seja utilizado pelo seu clube na Liga Bwin.
A substituição operará por sector (v.g. defesa suplente substitui defesa titular não utilizado).
O "joker" deverá ser identificado e será chamado a substituir um dos elementos integrantes do onze titular sem necessidade de pertencer ao mesmo sector.
A entrada do "joker" será sempre subsidiária à dos suplentes indicados.
Inexiste qualquer obrigação de apresentação de um número mínimo de jogadores por sector.
Em cada jornada deverá ser indicado o "capitão" de equipa, o qual verá os pontos por si obtidos multiplicados por 2.
As pontuações terão por base as apreciações dos jornalistas do site "Mais Futebol", às quais acrescerão determinados pontos bónus.
Os pontos bónus são os seguintes:
3 pontos para os guarda-redes que não sofram golos e 2 para os defesas;
10 pontos para os guarda-redes que marquem golos, 5 pontos para os defesas, 3 para os médios e 2 para os avançados;
2 pontos negativos para jogadores que sejam expulsos;
2 pontos para os jogadores cujas equipas que representam vençam a sua partida.
Peço-vos que atribuam um nome à equipa.
Para além da apresentação do plantel, peço-vos que apresentem, desde já, o onze titular da próxima jornada.
Boa sorte!
Terão que apresentar um plantel composto por 16 elementos distribuídos por 2 guarda-redes, 5 defesas, 5 médios, 3 avançados e um "joker".
Os jogadores a escolher deverão pertencer ao universo dos futebolistas inscritos nas equipas participantes na Liga Bwin, num máximo de 3 por clube.
Em cada jornada deverá ser indicado o onze titular e respectivos suplentes, os quais substituirão os elementos do onze titular escolhido que não seja utilizado pelo seu clube na Liga Bwin.
A substituição operará por sector (v.g. defesa suplente substitui defesa titular não utilizado).
O "joker" deverá ser identificado e será chamado a substituir um dos elementos integrantes do onze titular sem necessidade de pertencer ao mesmo sector.
A entrada do "joker" será sempre subsidiária à dos suplentes indicados.
Inexiste qualquer obrigação de apresentação de um número mínimo de jogadores por sector.
Em cada jornada deverá ser indicado o "capitão" de equipa, o qual verá os pontos por si obtidos multiplicados por 2.
As pontuações terão por base as apreciações dos jornalistas do site "Mais Futebol", às quais acrescerão determinados pontos bónus.
Os pontos bónus são os seguintes:
3 pontos para os guarda-redes que não sofram golos e 2 para os defesas;
10 pontos para os guarda-redes que marquem golos, 5 pontos para os defesas, 3 para os médios e 2 para os avançados;
2 pontos negativos para jogadores que sejam expulsos;
2 pontos para os jogadores cujas equipas que representam vençam a sua partida.
Peço-vos que atribuam um nome à equipa.
Para além da apresentação do plantel, peço-vos que apresentem, desde já, o onze titular da próxima jornada.
Boa sorte!
Resenha da actualidade e antevisão do Finlândia/Portugal
A selecção nacional de sub-21 alcançou, ontem, a qualificação para os "play-off" de apuramento para a fase final do europeu da categoria.
Na primeira parte, Portugal mostrou-se incapaz de penetrar no último terço defensivo polaco.
A transição ofensiva, pura e simplesmente, não funcionou.
Portugal apresentou-se lento, parco de ideias e sem capacidade de desenvolver jogadas ofensivas.
A circunstância de se tratar de um jogo decisivo, no qual Portugal se achava obrigado a vencer para se qualificar, terá toldado o espírito dos jogadores lusos.
A ansiedade foi por demais evidente.
Na segunda parte, um golo madrugador de Manuel da Costa na sequência de um livre lateral superiormente executado por Paulo Machado, conferiu à selecção lusa a tranquilidade necessária para se guindar a um plano qualitativo bem superior.
Se na primeira parte a selecção portuguesa havia sido um deserto de ideias, agora apresentava um futebol enleante, agressivo, no qual as transições rápidas desempenhavam papel de primazia.
Assim, não foi de estranhar a supremacia evidenciada.
O golo serenou Portugal e intranquilizou os polacos. A impecável organização defensiva polaca desmoronou-se, abrindo autênticas auto-estradas por onde os rápidos e ladinos jogadores lusos entravam sem dificuldade aparente.
Logo após, na sequência de uma recuperação de bola de Rúben Amorim junto à área polaca, Paulo Machado fez o 2-0.
Se até aí Portugal já dominava e controlava a partida, tudo se acentuou com o advento do 2º golo.
A ansiedade polaca agravou-se e a tranquilidade lusa consolidou-se.
Até final, Portugal dominou a seu bel-prazer o jogo.
Vitória que premia a persistência e o talento dos jogadores portugueses.
Destaque para Manuel da Costa, pelo golo, para Amoreirinha, pela segurança e estabilidade que aportou ao sector mais recuado, para Rúben Amorim, pela recuperação de bola que antecedeu o golo e pela incessante actividade que empreendeu no meio campo, para Paulo Machado, pelas carradas de talento que apresentou, e para Vaz Tê, por ter demonstrado uma vez mais que o futuro da posição de ponta de lança na selecção principal passa por si.
Temos jogadores com talento suficiente para aspirarmos a marcar presença na fase final do europeu.
Faltam aqui e ali soluções para determinados lugares, mas no plano global pode-se dizer que esta geração de jogadores promete defender com competência os pergaminhos lusos no escalão.
Aliás, esta selecção apresenta uma vantagem importante sobre as que a antecederam, qual seja a existência de múltiplas soluções ofensivas, mormente para o eixo do ataque (Hugo Almeida, Vaz Tê, João Moreira e Varela).
Não terá os predestinados de gerações anteriores, mas tem jogadores de inegável talento e que se complementam de forma assaz satisfatória.
Caso Couceiro consiga criar um colectivo forte (não era em dois jogos e meia dúzia de treinos que o iria conseguir) esta selecção poderá ser um caso sério.
Couceiro ganhou a sua aposta e, pelo menos, para já viu as vozes contestatárias baixarem o tom dos seus protestos.
Nada está ganho, mas para princípio de conversa não foi nada mau.
Portugal defronta hoje a Finlândia no seu primeiro jogo de apuramento para o Euro-2008.
Jogo de elevado grau de dificuldade, não só pela circunstância de o nosso futebol "não casar" bem com o nórdico (lembre-se o 1-4 na última vez que defrontamos a Finlândia no Bessa), mas também pela elevada motivação que a vitória na Polónia aportou aos finlandeses.
Se a isto acrescermos as nossas próprias debilidades actuais, o cenário não é, claramente, animador.
Scolari, ontem na conferência de imprensa, tentou esvaziar o balão das expectativas, por forma a retirar pressão sobre os jogadores. Fez bem.
Scolari irá apresentar a equipa óbvia dentro do quadro daquilo que têm sido as suas opções.
Na defesa, Ricardo Costa irá emparceirar com Ricardo Carvalho.
Na Dinamarca ficaram patentes problemas de entrosamento entre os dois, o que, aliás, não é de estranhar.
Como Scolari aposta sempre nos mesmos, inclusive em jogos particulares, é natural que, na ausência do habitual titular, o seu substituto vivencie problemas de entrosamento com os colegas e com a manobra global da equipa.
Foi assim com Meira quando chamado a substituir Jorge Andrade no Mundial (de quantos jogos precisou Meira para se entrosar com Carvalho? 3? 4?).
Trata-se de uma situação expectável, compreensível, mas não aceitável.
É uma consequência inevitável do modelo Scolari.
Esperemos que a partida com a Dinamarca tenha permitido aos centrais adquirirem rotinas mínimas de jogo em conjunto.
Nas laterais, Caneira e Valente alinharão à direita e à esquerda, respectivamente, pois que o Sr. 20 milhões já demonstrou não ser alternativa consistente a Miguel.
No miolo, regressa Deco, que deverá alinhar um pouco à frente de Costinha e Petit.
Repetição de um esquema já muito visto e que, diga-se em abono da verdade, tem permitido alcançar sucessos.
Na frente, Nani manter-se-á titular, tal a excelência da sua exbição na pretérita sexta-feira.
Nuno Gomes e Ronaldo acompanhá-lo-ão.
A pressão alta finlandesa, o recurso ao futebol directo, a "fome" de vitórias, a motivação e a agressividade dos jogadores finlandeses serão, por certo, os maiores problemas que teremos de enfrentar.
As nossas chances de sucesso serão tão maiores quanto mais formos capazes de "esconder" a bola dos finlandeses.
O nosso modelo de jogo tem que assentar hoje mais do que nunca numa elevada percentagem de posse de bola, numa pressão exercida não à saída da área finalandesa, que a nossa condição física não o permite, mas sim à entrada do nosso meio-campo, na imposição de um ritmo pausado ao jogo e na aposta em ataques rápidos e contra-ataques construídos a partir de recuperações de bola em zonas subidas do nosso meio terreno.
Ontem, foi dia de grande satisfação para todos os apaniguados do ciclismo.
Sérgio Paulinho venceu uma etapa da Vuelta.
Confirmando os bons augúrios do passado, o ciclista português demonstrou, uma vez mais, ser um valor seguro da modalidade.
Penso tratar-se, ainda, de um ciclista de clássicas e não de competições longas.
O futuro dirá se será capaz de se superar.
Por ora, foi, pelo menos, capaz de nos dar uma imensa alegria, tal como já o havia feito nas olimpíadas de Atenas.
Na restante actualidade, destaque para as possíveis recuperações físicas de Simão, Miccoli, Rui Costa e Quaresma para as partidas do próximo fim de semana.
Por fim, diz-se que o Sporting quer renovar com Nani.
Percebe-se facilmente porquê...
Na primeira parte, Portugal mostrou-se incapaz de penetrar no último terço defensivo polaco.
A transição ofensiva, pura e simplesmente, não funcionou.
Portugal apresentou-se lento, parco de ideias e sem capacidade de desenvolver jogadas ofensivas.
A circunstância de se tratar de um jogo decisivo, no qual Portugal se achava obrigado a vencer para se qualificar, terá toldado o espírito dos jogadores lusos.
A ansiedade foi por demais evidente.
Na segunda parte, um golo madrugador de Manuel da Costa na sequência de um livre lateral superiormente executado por Paulo Machado, conferiu à selecção lusa a tranquilidade necessária para se guindar a um plano qualitativo bem superior.
Se na primeira parte a selecção portuguesa havia sido um deserto de ideias, agora apresentava um futebol enleante, agressivo, no qual as transições rápidas desempenhavam papel de primazia.
Assim, não foi de estranhar a supremacia evidenciada.
O golo serenou Portugal e intranquilizou os polacos. A impecável organização defensiva polaca desmoronou-se, abrindo autênticas auto-estradas por onde os rápidos e ladinos jogadores lusos entravam sem dificuldade aparente.
Logo após, na sequência de uma recuperação de bola de Rúben Amorim junto à área polaca, Paulo Machado fez o 2-0.
Se até aí Portugal já dominava e controlava a partida, tudo se acentuou com o advento do 2º golo.
A ansiedade polaca agravou-se e a tranquilidade lusa consolidou-se.
Até final, Portugal dominou a seu bel-prazer o jogo.
Vitória que premia a persistência e o talento dos jogadores portugueses.
Destaque para Manuel da Costa, pelo golo, para Amoreirinha, pela segurança e estabilidade que aportou ao sector mais recuado, para Rúben Amorim, pela recuperação de bola que antecedeu o golo e pela incessante actividade que empreendeu no meio campo, para Paulo Machado, pelas carradas de talento que apresentou, e para Vaz Tê, por ter demonstrado uma vez mais que o futuro da posição de ponta de lança na selecção principal passa por si.
Temos jogadores com talento suficiente para aspirarmos a marcar presença na fase final do europeu.
Faltam aqui e ali soluções para determinados lugares, mas no plano global pode-se dizer que esta geração de jogadores promete defender com competência os pergaminhos lusos no escalão.
Aliás, esta selecção apresenta uma vantagem importante sobre as que a antecederam, qual seja a existência de múltiplas soluções ofensivas, mormente para o eixo do ataque (Hugo Almeida, Vaz Tê, João Moreira e Varela).
Não terá os predestinados de gerações anteriores, mas tem jogadores de inegável talento e que se complementam de forma assaz satisfatória.
Caso Couceiro consiga criar um colectivo forte (não era em dois jogos e meia dúzia de treinos que o iria conseguir) esta selecção poderá ser um caso sério.
Couceiro ganhou a sua aposta e, pelo menos, para já viu as vozes contestatárias baixarem o tom dos seus protestos.
Nada está ganho, mas para princípio de conversa não foi nada mau.
Portugal defronta hoje a Finlândia no seu primeiro jogo de apuramento para o Euro-2008.
Jogo de elevado grau de dificuldade, não só pela circunstância de o nosso futebol "não casar" bem com o nórdico (lembre-se o 1-4 na última vez que defrontamos a Finlândia no Bessa), mas também pela elevada motivação que a vitória na Polónia aportou aos finlandeses.
Se a isto acrescermos as nossas próprias debilidades actuais, o cenário não é, claramente, animador.
Scolari, ontem na conferência de imprensa, tentou esvaziar o balão das expectativas, por forma a retirar pressão sobre os jogadores. Fez bem.
Scolari irá apresentar a equipa óbvia dentro do quadro daquilo que têm sido as suas opções.
Na defesa, Ricardo Costa irá emparceirar com Ricardo Carvalho.
Na Dinamarca ficaram patentes problemas de entrosamento entre os dois, o que, aliás, não é de estranhar.
Como Scolari aposta sempre nos mesmos, inclusive em jogos particulares, é natural que, na ausência do habitual titular, o seu substituto vivencie problemas de entrosamento com os colegas e com a manobra global da equipa.
Foi assim com Meira quando chamado a substituir Jorge Andrade no Mundial (de quantos jogos precisou Meira para se entrosar com Carvalho? 3? 4?).
Trata-se de uma situação expectável, compreensível, mas não aceitável.
É uma consequência inevitável do modelo Scolari.
Esperemos que a partida com a Dinamarca tenha permitido aos centrais adquirirem rotinas mínimas de jogo em conjunto.
Nas laterais, Caneira e Valente alinharão à direita e à esquerda, respectivamente, pois que o Sr. 20 milhões já demonstrou não ser alternativa consistente a Miguel.
No miolo, regressa Deco, que deverá alinhar um pouco à frente de Costinha e Petit.
Repetição de um esquema já muito visto e que, diga-se em abono da verdade, tem permitido alcançar sucessos.
Na frente, Nani manter-se-á titular, tal a excelência da sua exbição na pretérita sexta-feira.
Nuno Gomes e Ronaldo acompanhá-lo-ão.
A pressão alta finlandesa, o recurso ao futebol directo, a "fome" de vitórias, a motivação e a agressividade dos jogadores finlandeses serão, por certo, os maiores problemas que teremos de enfrentar.
As nossas chances de sucesso serão tão maiores quanto mais formos capazes de "esconder" a bola dos finlandeses.
O nosso modelo de jogo tem que assentar hoje mais do que nunca numa elevada percentagem de posse de bola, numa pressão exercida não à saída da área finalandesa, que a nossa condição física não o permite, mas sim à entrada do nosso meio-campo, na imposição de um ritmo pausado ao jogo e na aposta em ataques rápidos e contra-ataques construídos a partir de recuperações de bola em zonas subidas do nosso meio terreno.
Ontem, foi dia de grande satisfação para todos os apaniguados do ciclismo.
Sérgio Paulinho venceu uma etapa da Vuelta.
Confirmando os bons augúrios do passado, o ciclista português demonstrou, uma vez mais, ser um valor seguro da modalidade.
Penso tratar-se, ainda, de um ciclista de clássicas e não de competições longas.
O futuro dirá se será capaz de se superar.
Por ora, foi, pelo menos, capaz de nos dar uma imensa alegria, tal como já o havia feito nas olimpíadas de Atenas.
Na restante actualidade, destaque para as possíveis recuperações físicas de Simão, Miccoli, Rui Costa e Quaresma para as partidas do próximo fim de semana.
Por fim, diz-se que o Sporting quer renovar com Nani.
Percebe-se facilmente porquê...
terça-feira, setembro 05, 2006
Resenha e comentário da actualidade desportiva
Joga-se, hoje, o decisivo Portugal/Polónia de apuramento para o Play-off do Campeonato da Europa de Sub-21.
Com esta nova fórmula os dois jogos de qualificação tornam-se verdadeiras finais, inexistindo margem para o erro.
José Couceiro, depois de despromover Alverca e Belenenses (pois que no campo desceu mesmo), viu os seus méritos de tal forma apreciados pelos responsáveis federativos que lhe foi oferecido o cargo de seleccionador nacional de Sub-21.
Quando a sua carreira parecia entrar numa encruzilhada de difícil resolução, eis senão quando surge a FPF a dar-lhe a mão.
Em nome de quê e porquê desconheço.
Pelo seu curricullum não foi, pois que esse só o poderia guindar ao nível do mítico Luís Campos.
Pensava, ingenuamente reconheço, ser necessário apresentar um curricullum académico ou desportivo relevante para integrar os quadros técnicos da FPF. Enganei-me.
Outros interesses ter-se-ão erguido, certamente. Quais? ignoro!
Um aspecto tenho por certo, Couceiro é, sem dúvida, um excelente Yes Man.
Aceitou a chamada de jogadores da "sua" selecção por parte de Scolari sem levantar quaisquer problemas, permanecendo no mais eloquente silêncio.
Prestou vassalagem a Scolari e sabe-se como tal é deveras apreciado pelas bandas da Praça da Alegria.
Agostinho "capachinho" Oliveira ousou erguer a sua voz e tramou-se.
Não digam que saiu fruto dos maus resultados, pois que se assim fosse não teria sido chutado para cima, atribuído que lhe foi um cargo de coordenação.
Não foi despedido, pelo que presumo que a sua competência não foi posta sequer em causa.
Regressando ao plano desportivo, cumpre afirmar que Couceiro começou benzinho.
Mas também era difícil que assim não acontecesse.
Os letões não podiam ser mais tenrinhos.
Todavia, falhou já o primeiro desiderato, qual seja obter vantagem sobre a Polónia.
Assim, só a vitória nos dará o apuramento.
Temos valores para isso. Contudo, veremos se temos competência. Desejo que sim.
O Caso Mateus conheceu, ontem, mais alguns desenvolvimentos.
A FPF deu a conhecer a famosa carta da FIFA.
Afinal, confirmou-se o que aqui tinha dito - a versão jornalística daquela carta tratava-se, apenas e tão só, de uma forma de pressão sobre o Gil Vicente.
Nunca uma eventual suspensão da FPF das provas internacionais esteve dependente da desistência do Gil Vicente da providência interposta.
Nem podia deixar de ser assim, por absoluta ilegitimidade, desproporcionalidade e iniquidade de medida em sentido inverso.
Punir o todo pela acção da parte nem aqui nem no Burkina Faso. Nem mesmo na cabeça dos amigos do Sr. Blatter.
Como havia afirmado, lançando mão FPF e Liga das armas jurídicas ao seu dispôr para o restabelecimento da normalidade competitiva, a FIFA contentar-se-á, pois que deste modo vê satisfeito e garantido o seu princípio sacro-santo da primazia das instâncias desportivas.
Na restante actualidade, destaque para as possíveis recuperações de Rui Costa e Simão.
Não acredito que sejam utilizados no Bessa, mas apenas em Copenhaga.
Não treinam de forma livre há cerca de duas semanas, pelo que me parece prematura e demasiado arriscada a sua chamada à titularidade no Bessa.
No Sporting, discute-se o parceiro de Liedson na Choupana.
Com a lesão de Carlos Martins, a hipótese Nani fica definitivamente afastada, dado que o luso-caboverdiano deve ser chamado para alinhar no vértice esquerdo do losango.
Djálo passou a semana na selecção, parecendo, assim, afastada a sua chamada à titularidade.
Restam Bueno e Alecsandro.
Alecsandro tem poucos treinos, pouco conhecimento da equipa e escassa rotina com Liedson.
Não me parece que Paulo Bento arrisque a sua utilização, sob pena de o poder "queimar".
Sobra Bueno, que à míngua de outras alternativas nesta fase da época, deve manter o estatuto de titular.
Assim, vai o mundo desportivo.
Com esta nova fórmula os dois jogos de qualificação tornam-se verdadeiras finais, inexistindo margem para o erro.
José Couceiro, depois de despromover Alverca e Belenenses (pois que no campo desceu mesmo), viu os seus méritos de tal forma apreciados pelos responsáveis federativos que lhe foi oferecido o cargo de seleccionador nacional de Sub-21.
Quando a sua carreira parecia entrar numa encruzilhada de difícil resolução, eis senão quando surge a FPF a dar-lhe a mão.
Em nome de quê e porquê desconheço.
Pelo seu curricullum não foi, pois que esse só o poderia guindar ao nível do mítico Luís Campos.
Pensava, ingenuamente reconheço, ser necessário apresentar um curricullum académico ou desportivo relevante para integrar os quadros técnicos da FPF. Enganei-me.
Outros interesses ter-se-ão erguido, certamente. Quais? ignoro!
Um aspecto tenho por certo, Couceiro é, sem dúvida, um excelente Yes Man.
Aceitou a chamada de jogadores da "sua" selecção por parte de Scolari sem levantar quaisquer problemas, permanecendo no mais eloquente silêncio.
Prestou vassalagem a Scolari e sabe-se como tal é deveras apreciado pelas bandas da Praça da Alegria.
Agostinho "capachinho" Oliveira ousou erguer a sua voz e tramou-se.
Não digam que saiu fruto dos maus resultados, pois que se assim fosse não teria sido chutado para cima, atribuído que lhe foi um cargo de coordenação.
Não foi despedido, pelo que presumo que a sua competência não foi posta sequer em causa.
Regressando ao plano desportivo, cumpre afirmar que Couceiro começou benzinho.
Mas também era difícil que assim não acontecesse.
Os letões não podiam ser mais tenrinhos.
Todavia, falhou já o primeiro desiderato, qual seja obter vantagem sobre a Polónia.
Assim, só a vitória nos dará o apuramento.
Temos valores para isso. Contudo, veremos se temos competência. Desejo que sim.
O Caso Mateus conheceu, ontem, mais alguns desenvolvimentos.
A FPF deu a conhecer a famosa carta da FIFA.
Afinal, confirmou-se o que aqui tinha dito - a versão jornalística daquela carta tratava-se, apenas e tão só, de uma forma de pressão sobre o Gil Vicente.
Nunca uma eventual suspensão da FPF das provas internacionais esteve dependente da desistência do Gil Vicente da providência interposta.
Nem podia deixar de ser assim, por absoluta ilegitimidade, desproporcionalidade e iniquidade de medida em sentido inverso.
Punir o todo pela acção da parte nem aqui nem no Burkina Faso. Nem mesmo na cabeça dos amigos do Sr. Blatter.
Como havia afirmado, lançando mão FPF e Liga das armas jurídicas ao seu dispôr para o restabelecimento da normalidade competitiva, a FIFA contentar-se-á, pois que deste modo vê satisfeito e garantido o seu princípio sacro-santo da primazia das instâncias desportivas.
Na restante actualidade, destaque para as possíveis recuperações de Rui Costa e Simão.
Não acredito que sejam utilizados no Bessa, mas apenas em Copenhaga.
Não treinam de forma livre há cerca de duas semanas, pelo que me parece prematura e demasiado arriscada a sua chamada à titularidade no Bessa.
No Sporting, discute-se o parceiro de Liedson na Choupana.
Com a lesão de Carlos Martins, a hipótese Nani fica definitivamente afastada, dado que o luso-caboverdiano deve ser chamado para alinhar no vértice esquerdo do losango.
Djálo passou a semana na selecção, parecendo, assim, afastada a sua chamada à titularidade.
Restam Bueno e Alecsandro.
Alecsandro tem poucos treinos, pouco conhecimento da equipa e escassa rotina com Liedson.
Não me parece que Paulo Bento arrisque a sua utilização, sob pena de o poder "queimar".
Sobra Bueno, que à míngua de outras alternativas nesta fase da época, deve manter o estatuto de titular.
Assim, vai o mundo desportivo.
segunda-feira, setembro 04, 2006
Liga dos Astros - abertura de inscrições
Peço-vos que façam a vossa inscrição na Liga dos Astros.
Terão que apresentar um plantel composto por 16 elementos distribuídos por 2 guarda-redes, 5 defesas, 5 médios, 3 avançados e um "joker".
Os jogadores a escolher deverão pertencer ao universo dos futebolistas inscritos nas equipas participantes na Liga Bwin, num máximo de 3 por clube.
Em cada jornada deverá ser indicado o onze titular e respectivos suplentes, os quais substituirão os elementos do onze titular escolhido que não seja utilizado pelo seu clube na Liga Bwin.
A substituição operará por sector (v.g. defesa suplente substitui defesa titular não utilizado).
O "joker" deverá ser identificado e será chamado a substituir um dos elementos integrantes do onze titular sem necessidade de pertencer ao mesmo sector.
A entrada do "joker" será sempre subsidiária à dos suplentes indicados.
As pontuações terão por base as apreciações dos jornalistas do site "Mais Futebol", às quais acrescerão determinados pontos bónus.
A forma de obtenção de pontos bónus será divulgada na quarta-feira.
Peço-vos que atribuam um nome à equipa.
Para além da apresentação do plantel, peço-vos que apresentem, desde já, o onze titular da próxima jornada.
Terão que apresentar um plantel composto por 16 elementos distribuídos por 2 guarda-redes, 5 defesas, 5 médios, 3 avançados e um "joker".
Os jogadores a escolher deverão pertencer ao universo dos futebolistas inscritos nas equipas participantes na Liga Bwin, num máximo de 3 por clube.
Em cada jornada deverá ser indicado o onze titular e respectivos suplentes, os quais substituirão os elementos do onze titular escolhido que não seja utilizado pelo seu clube na Liga Bwin.
A substituição operará por sector (v.g. defesa suplente substitui defesa titular não utilizado).
O "joker" deverá ser identificado e será chamado a substituir um dos elementos integrantes do onze titular sem necessidade de pertencer ao mesmo sector.
A entrada do "joker" será sempre subsidiária à dos suplentes indicados.
As pontuações terão por base as apreciações dos jornalistas do site "Mais Futebol", às quais acrescerão determinados pontos bónus.
A forma de obtenção de pontos bónus será divulgada na quarta-feira.
Peço-vos que atribuam um nome à equipa.
Para além da apresentação do plantel, peço-vos que apresentem, desde já, o onze titular da próxima jornada.
Resenha e comentário ao fim de semana desportivo
Do fim de semana, com os campeonatos parados, poucas novidades.
Na sexta-feira, assistimos à débacle da selecção nacional na Dinamarca.
Nada de muito alarmante para já, mas se não se trata de um cenário catastrófico, seria, pelo menos, previsível.
A insistência de Scolari num núcleo duro de jogadores importa estas consequências.
Não tratou da renovação tempestivamente, pelo que o que agora sobra em talento, falta em mecanização, entrosamento e experiência internacional.
Não tenho dúvidas que em determinadas posições, mormente no miolo do terreno, abundam soluções em quantidade e qualidade, mas, de igual forma, estou certo que a estes mesmos valores emergentes falta tarimba.
Acaso Scolari tivesse lançado progressivamente alguns dos actuais jogadores da selecção, a transição seria muito menos dolorosa.
São os custos das apostas a curto prazo.
Do jogo, péssimo por sinal, resulta uma só conclusão - esta geração não está ainda preparada para enfrentar desafios de elevado grau de dificuldade.
Veremos se terá capacidade para se superar em competição.
O jogo foi péssimo. Apenas Nani se salvou do naufrágio generalizado.
Ricardo meteu água a potes, aliás na senda daquilo que já havia feito na 1ª jornada do campeonato frente ao Boavista.
Tenho para mim que a polémica com Baía veio abalar de novo a confiança do Keeper leonino e é consabido o quanto Ricardo necessita de manter a sua auto-estima elevada para apresentar performances competitivas seguras.
A defesa foi um desastre, presa de movimentos e sem sentido posicional.
O meio-campo não construiu, nem destruiu, tendo sido submerso pelo poderio físico nórdico.
No ataque, com excepção de Nani, um deserto de ideias.
Ninguém se mostrou capaz de imprimir velocidade ao jogo, enfim, de desequilibrar.
As inúmeras situações em que Nuno Gomes caiu em situação de fora de jogo raiaram o ridículo.
Espero que contra a Finlândia possamos ser mais competentes.
Duvido, mas desejo que tal se verifique.
Na restante actualidade, destaque para a resolução do "Caso Mateus" com a confirmação do Bélem na Liga Bwin.
Tudo voltará à normalidade na próxima jornada, através da invocação do interesse público revelante e prevalecente pela Federação e Liga.
Aliás, com a lição de Marcelo Rebelo de Sousa sobre como "jogar" com os prazos processuais, nada mais restará ao Gil Vicente do que procurar uma indemnização.
Destaque, também, para Vanessa Fernandes, que, uma vez mais, se guindou a plano muito meritório nos Mundiais de Triatlo ao alcançar o segundo lugar.
Dada a sua juventude, desenha-se um futuro de muito êxitos para esta atleta de excepção.
Nota final, para a vitória do Brasil sobre a Argentina.
Sucesso de uma selecção que é já a cara do seu seleccionador - lutadora, consistente, pragmática, organizada e pincelada de talento acima da média.
Na sexta-feira, assistimos à débacle da selecção nacional na Dinamarca.
Nada de muito alarmante para já, mas se não se trata de um cenário catastrófico, seria, pelo menos, previsível.
A insistência de Scolari num núcleo duro de jogadores importa estas consequências.
Não tratou da renovação tempestivamente, pelo que o que agora sobra em talento, falta em mecanização, entrosamento e experiência internacional.
Não tenho dúvidas que em determinadas posições, mormente no miolo do terreno, abundam soluções em quantidade e qualidade, mas, de igual forma, estou certo que a estes mesmos valores emergentes falta tarimba.
Acaso Scolari tivesse lançado progressivamente alguns dos actuais jogadores da selecção, a transição seria muito menos dolorosa.
São os custos das apostas a curto prazo.
Do jogo, péssimo por sinal, resulta uma só conclusão - esta geração não está ainda preparada para enfrentar desafios de elevado grau de dificuldade.
Veremos se terá capacidade para se superar em competição.
O jogo foi péssimo. Apenas Nani se salvou do naufrágio generalizado.
Ricardo meteu água a potes, aliás na senda daquilo que já havia feito na 1ª jornada do campeonato frente ao Boavista.
Tenho para mim que a polémica com Baía veio abalar de novo a confiança do Keeper leonino e é consabido o quanto Ricardo necessita de manter a sua auto-estima elevada para apresentar performances competitivas seguras.
A defesa foi um desastre, presa de movimentos e sem sentido posicional.
O meio-campo não construiu, nem destruiu, tendo sido submerso pelo poderio físico nórdico.
No ataque, com excepção de Nani, um deserto de ideias.
Ninguém se mostrou capaz de imprimir velocidade ao jogo, enfim, de desequilibrar.
As inúmeras situações em que Nuno Gomes caiu em situação de fora de jogo raiaram o ridículo.
Espero que contra a Finlândia possamos ser mais competentes.
Duvido, mas desejo que tal se verifique.
Na restante actualidade, destaque para a resolução do "Caso Mateus" com a confirmação do Bélem na Liga Bwin.
Tudo voltará à normalidade na próxima jornada, através da invocação do interesse público revelante e prevalecente pela Federação e Liga.
Aliás, com a lição de Marcelo Rebelo de Sousa sobre como "jogar" com os prazos processuais, nada mais restará ao Gil Vicente do que procurar uma indemnização.
Destaque, também, para Vanessa Fernandes, que, uma vez mais, se guindou a plano muito meritório nos Mundiais de Triatlo ao alcançar o segundo lugar.
Dada a sua juventude, desenha-se um futuro de muito êxitos para esta atleta de excepção.
Nota final, para a vitória do Brasil sobre a Argentina.
Sucesso de uma selecção que é já a cara do seu seleccionador - lutadora, consistente, pragmática, organizada e pincelada de talento acima da média.
sexta-feira, setembro 01, 2006
Resenha e comentário da actualidade desportiva
Das notícias trazidas à estampa no dia de hoje ressaltam dois assuntos fundamentais: as possíveis sanções da FIFA aos clubes portugueses por via do famigerado "Caso Mateus" e as últimas novidades do mercado.
Quanto ao "Caso Mateus" diz-se que a FIFA se apresta para sancionar os clubes portugueses com a suspensão da sua participação em provas internacionais.
Sinceramente, não acredito.
Tal cenário, apenas e tão só, poderia decorrer da inacção da Liga no cumprimento da suspensão administrativa imposta pela Federação ao Gil Vicente.
Estou certo que tal não sucederá e que este anúncio não será mais do que uma forma de pressão sobre o Gil Vicente no sentido de desistir da providência cautelar interposta.
Aliás, penso que hoje, com a decisão do Conselho de Justiça sobre o recurso interposto pelo Leixões, o "Caso Mateus" conhecerá o seu epílogo.
Na verdade, de acordo com a Lei de Bases do Sistema Desportivo, a decisão do Conselho de Justiça da Federação que despromoveu o Gil Vicente constitui caso julgado desportivo, pelo que qualquer acção interposta em tribunais "civis" não produzirá qualquer efeito desportivo.
Assim, decidido que seja o substituto do Gil Vicente na Liga Bwin, a questão mostra-se definitivamente resolvida, restando ao Gil a possibilidade de, eventualmente, ser economicamente ressarcido dos prejuízos por si sofridos.
A irreversibilidade da decisão do Conselho de Justiça torna destituída de sentido a discussão do caso concreto.
No que concerne aos últimos desenvolvimentos do mercado, destaque para a aquisição de Jorge Fucile pelo Porto.
Não conheço o jogador, mas certo é que o clube azul e branco necessitava de um lateral de raiz para concorrer com o adaptado Bosingwa.
Provavelmente, necessitaria de mais um central e de um ponta de lança, mas como o tempo (em todos os sentidos da palavra) disponível é curto, certamente que Janeiro nos trará novidades.
O Sporting fez mais um grande negócio ao emprestar Douala ao Portsmouth.
Recebe à cabeça 1 milhão de Euros, com a possibilidade de embolsar mais 2,5 caso o clube inglês exerça a opção de compra, e vê-se livre de um jogador que não cabe no sistema de Paulo Bento, assim aliviando a folha salarial.
Deivid foi mais outro grande negócio do defeso, mas sobre isso pronunciar-me-ei mais pormenorizadamente na próxima semana.
O Benfica, à míngua de propostas, re-inscreveu Karyaka e Karagounis.
Decisão inevitável, mas com a qual me congratulo, pois que alarga o leque de opções num sector em que o plantel do Benfica é mais deficitário.
São dois jogadores de inegáveis qualidades técnicas, que têm sido mal aproveitados.
A inconstância do seu rendimento desportivo tem sido o seu maior problema.
Espero e desejo que se empenhem em constituir efectivas opções para o treinador.
Ainda no mercado, diz-se que o Boavista comprou o Ronaldo marroquino.
A ver vamos, mas parece-me difícil que o Sochaux libertasse um jogador com um potencial de afirmação tão grande.
Lá por fora e no que tange aos portugueses, Beto continua na senda descendente da sua carreira, sendo agora emprestado ao Recreativo de Huelva.
Beto nunca foi um grande central, tendo beneficiado da presença a seu lado de um grande jogador como André Cruz para disfarçar as suas lacunas.
Beto tem "bons pés", mas falta-lhe agressividade, sentido posicional e velocidade para se afirmar como um central de nível europeu.
Penso, aliás, que a sua colocação a trinco beneficiaria mais as suas qualidades técnicas.
Jogou nessa posição no início da sua carreira e mesmo no Sporting com Manuel Fernandes e nunca deslustrou.
Quanto ao "Caso Mateus" diz-se que a FIFA se apresta para sancionar os clubes portugueses com a suspensão da sua participação em provas internacionais.
Sinceramente, não acredito.
Tal cenário, apenas e tão só, poderia decorrer da inacção da Liga no cumprimento da suspensão administrativa imposta pela Federação ao Gil Vicente.
Estou certo que tal não sucederá e que este anúncio não será mais do que uma forma de pressão sobre o Gil Vicente no sentido de desistir da providência cautelar interposta.
Aliás, penso que hoje, com a decisão do Conselho de Justiça sobre o recurso interposto pelo Leixões, o "Caso Mateus" conhecerá o seu epílogo.
Na verdade, de acordo com a Lei de Bases do Sistema Desportivo, a decisão do Conselho de Justiça da Federação que despromoveu o Gil Vicente constitui caso julgado desportivo, pelo que qualquer acção interposta em tribunais "civis" não produzirá qualquer efeito desportivo.
Assim, decidido que seja o substituto do Gil Vicente na Liga Bwin, a questão mostra-se definitivamente resolvida, restando ao Gil a possibilidade de, eventualmente, ser economicamente ressarcido dos prejuízos por si sofridos.
A irreversibilidade da decisão do Conselho de Justiça torna destituída de sentido a discussão do caso concreto.
No que concerne aos últimos desenvolvimentos do mercado, destaque para a aquisição de Jorge Fucile pelo Porto.
Não conheço o jogador, mas certo é que o clube azul e branco necessitava de um lateral de raiz para concorrer com o adaptado Bosingwa.
Provavelmente, necessitaria de mais um central e de um ponta de lança, mas como o tempo (em todos os sentidos da palavra) disponível é curto, certamente que Janeiro nos trará novidades.
O Sporting fez mais um grande negócio ao emprestar Douala ao Portsmouth.
Recebe à cabeça 1 milhão de Euros, com a possibilidade de embolsar mais 2,5 caso o clube inglês exerça a opção de compra, e vê-se livre de um jogador que não cabe no sistema de Paulo Bento, assim aliviando a folha salarial.
Deivid foi mais outro grande negócio do defeso, mas sobre isso pronunciar-me-ei mais pormenorizadamente na próxima semana.
O Benfica, à míngua de propostas, re-inscreveu Karyaka e Karagounis.
Decisão inevitável, mas com a qual me congratulo, pois que alarga o leque de opções num sector em que o plantel do Benfica é mais deficitário.
São dois jogadores de inegáveis qualidades técnicas, que têm sido mal aproveitados.
A inconstância do seu rendimento desportivo tem sido o seu maior problema.
Espero e desejo que se empenhem em constituir efectivas opções para o treinador.
Ainda no mercado, diz-se que o Boavista comprou o Ronaldo marroquino.
A ver vamos, mas parece-me difícil que o Sochaux libertasse um jogador com um potencial de afirmação tão grande.
Lá por fora e no que tange aos portugueses, Beto continua na senda descendente da sua carreira, sendo agora emprestado ao Recreativo de Huelva.
Beto nunca foi um grande central, tendo beneficiado da presença a seu lado de um grande jogador como André Cruz para disfarçar as suas lacunas.
Beto tem "bons pés", mas falta-lhe agressividade, sentido posicional e velocidade para se afirmar como um central de nível europeu.
Penso, aliás, que a sua colocação a trinco beneficiaria mais as suas qualidades técnicas.
Jogou nessa posição no início da sua carreira e mesmo no Sporting com Manuel Fernandes e nunca deslustrou.
quinta-feira, agosto 31, 2006
Tema Livre
No regresso de férias, para além de contar que formulem sugestões, deixo-vos o desafio de se pronunciarem sobre o defeso, tão rico que foi em acontecimentos sui generis.
Lancem o ou os assuntos que querem ver discutidos nesta e na próxima semana.
Sem prejuízo da discussão se iniciar a partir das vossas participações, tomarei nota dos assuntos abordados para que, no decurso da próxima semana, me pronuncie de forma mais detalhada sobre os mesmos.
Deste modo, hoje será dia de tema livre ou se preferirem de revisão do sucedido no defeso por forma a projectarmos a discussão da próxima semana.
Lancem o ou os assuntos que querem ver discutidos nesta e na próxima semana.
Sem prejuízo da discussão se iniciar a partir das vossas participações, tomarei nota dos assuntos abordados para que, no decurso da próxima semana, me pronuncie de forma mais detalhada sobre os mesmos.
Deste modo, hoje será dia de tema livre ou se preferirem de revisão do sucedido no defeso por forma a projectarmos a discussão da próxima semana.
Regresso
O nosso blog regressa hoje de férias.
Nova época futebolística impõe a apresentação de novidades.
A primeira consiste na criação da "Liga dos Astros".
A "Liga dos Astros" será uma réplica do modelo "Liga Fantástica", sendo que os caros condóminos serão chamados a escolher um plantel de 16 elementos distribuídos por 2 guarda-redes, 5 defesas, 5 médios, 3 avançados e um "joker".
Os jogadores a escolher deverão pertencer ao universo dos futebolistas inscritos nas equipas participantes na Liga Bwin, num máximo de 3 por clube.
Em cada jornada deverá ser indicado o onze titular e respectivos suplentes, os quais substituirão os elementos do onze titular escolhido que não seja utilizado pelo seu clube na Liga Bwin.
A substituição operará por sector (v.g. defesa suplente substitui defesa titular não utilizado).
O "joker" deverá ser identificado e será chamado a substituir um dos elementos integrantes do onze titular sem necessidade de pertencer ao mesmo sector.
A entrada do "joker" será sempre subsidiária à dos suplentes indicados.
As pontuações terão por base as apreciações dos jornalistas do site "Mais Futebol", às quais acrescerão determinados pontos bónus.
A forma de obtenção de pontos bónus será divulgada antes da realização da primeira jornada, a qual coincidirá com a segunda jornada da Liga Bwin.
Manter-se-á o já consagrado "Espaço Prof. Karamba", no qual, ainda assim, serão introduzidas algumas nuances.
Desde logo, o número de jogos que será superior.
Para além dos jogos dos 3 grandes, os condóminos serão convidados a palpitar mais um jogo da Liga Bwin, um jogo da Liga de Honra, um jogo da 2ª Divisão e um jogo de um campeonato europeu, mediante sorteio.
Por outro lado, o sistema de pontuação será distinto no sentido da sua simplificação.
Assim, serão atribuídos 10 pontos no caso da aposta coincidir com o resultado verificado e 5 pontos se a aposta acertar no vencedor do encontro, ainda que com resultado diferenciado.
Claro está que o mesmo acontecerá se se verificar um empate, embora por números distintos da aposta.
De novidades ficamos por aqui.
Espero e desejo que a discussão se mantenha viva e acutilante, mas sempre pautada por critérios de elevação e respeito.
Nova época futebolística impõe a apresentação de novidades.
A primeira consiste na criação da "Liga dos Astros".
A "Liga dos Astros" será uma réplica do modelo "Liga Fantástica", sendo que os caros condóminos serão chamados a escolher um plantel de 16 elementos distribuídos por 2 guarda-redes, 5 defesas, 5 médios, 3 avançados e um "joker".
Os jogadores a escolher deverão pertencer ao universo dos futebolistas inscritos nas equipas participantes na Liga Bwin, num máximo de 3 por clube.
Em cada jornada deverá ser indicado o onze titular e respectivos suplentes, os quais substituirão os elementos do onze titular escolhido que não seja utilizado pelo seu clube na Liga Bwin.
A substituição operará por sector (v.g. defesa suplente substitui defesa titular não utilizado).
O "joker" deverá ser identificado e será chamado a substituir um dos elementos integrantes do onze titular sem necessidade de pertencer ao mesmo sector.
A entrada do "joker" será sempre subsidiária à dos suplentes indicados.
As pontuações terão por base as apreciações dos jornalistas do site "Mais Futebol", às quais acrescerão determinados pontos bónus.
A forma de obtenção de pontos bónus será divulgada antes da realização da primeira jornada, a qual coincidirá com a segunda jornada da Liga Bwin.
Manter-se-á o já consagrado "Espaço Prof. Karamba", no qual, ainda assim, serão introduzidas algumas nuances.
Desde logo, o número de jogos que será superior.
Para além dos jogos dos 3 grandes, os condóminos serão convidados a palpitar mais um jogo da Liga Bwin, um jogo da Liga de Honra, um jogo da 2ª Divisão e um jogo de um campeonato europeu, mediante sorteio.
Por outro lado, o sistema de pontuação será distinto no sentido da sua simplificação.
Assim, serão atribuídos 10 pontos no caso da aposta coincidir com o resultado verificado e 5 pontos se a aposta acertar no vencedor do encontro, ainda que com resultado diferenciado.
Claro está que o mesmo acontecerá se se verificar um empate, embora por números distintos da aposta.
De novidades ficamos por aqui.
Espero e desejo que a discussão se mantenha viva e acutilante, mas sempre pautada por critérios de elevação e respeito.
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