domingo, janeiro 03, 2010
domingo, dezembro 06, 2009
SLBenfica - AAC 4-0
Só me apetece repetir ad nauseaum - Magistral!
Saviola assinou uma exibição, simplesmente, assombrosa!
A execução técnica no golo que apontou apenas está ao alcance dos predestinados!
Obrigado, Javier Pedro!
quarta-feira, dezembro 02, 2009
Bate Borisov - SLBenfica 1-2 Qualificação Assegurada!
Tal como em Liverpool, 1ª parte de controlo, 2ª de resolução.
Perfeita leitura das exigências colocadas pela partida
Coesão defensiva como base para um progressivo espraiar no terreno
Com excepção de alguns pequenos sustos resultantes da execução de bolas paradas, esterilização dos movimentos atacantes do Bate Borisov
Preenchimento dos espaços, sentido posicional e agressividade como forma de conservar perene a organização defensiva
Intensidade, velocidade, dinâmica, mobilidade, fluidez e clarividência das transições ofensivas na segunda parte
Absoluto domínio do adversário no segundo tempo
Segurança imaculada do quarteto defensivo, rigor e certeza de Javi Garcia e Ramires, inconformismo e imaginação de Felipe Menezes e Fábio Coentrão e a classe de Saviola.
quinta-feira, novembro 05, 2009
Everton - SLBenfica 0-2
Perfeita leitura das exigências colocadas pela partida
Coesão defensiva como base para um progressivo espraiar no terreno
Com excepção de alguns pequenos sustos na primeira metade, esterilização dos movimentos atacantes do Everton
Preenchimento dos espaços, sentido posicional e agressividade como forma de conservar perene a organização defensiva
Intensidade, velocidade, dinâmica, mobilidade, fluidez e clarividência das transições ofensivas na segunda parte
A entrada de Aimar orquestrando o processo ofensivo e aportando serenidade e capacidade de posse e circulação da bola
Absoluto domínio do adversário no segundo tempo
Segurança imaculada do quarteto defensivo, rigor de Javi Garcia, inconformismo e imaginação de Di Maria, classe de Saviola e Aimar e codícia de Cardozo
Demonstração de inequívoca superação psicológica da derrota em Braga
7-0 no conjunto dos dois jogos, revelando a superioridade avassaladora do Benfica sobre o Everton
terça-feira, outubro 27, 2009
Um Olhar sobre a Jornada
Belenenses 0 0 Olhanense
Leiria 2 0 Naval
Rio Ave 1 1 Braga
Marítimo 3 1 P. Ferreira
V.Setúbal 1 0 Leixões
Porto 3 2 Académica
Benfica 6 1 Nacional
V.Guimarães 1 1 Sporting
Golos 23
Cartões Amarelos 41
Cartões Vermelhos 3
Classificação
1 Benfica 22
2 Braga 22
3 Porto 19
4 Sporting 12
5 Rio Ave 11
6 Nacional 11
7 Marítimo 11
8 Leiria 10
9 Leixões 8
10 V.Guimarães 7
11 Belenenses 7
12 P. Ferreira 7
13 V.Setúbal 7
14 Olhanense 7
15 Naval 7
16 Académica 3
On-Fire
SLBenfica
A qualidade de mais um desempenho encarnado justifica a distinção.
À oitava jornada alcançou a liderança, a sétima vitória consecutiva, trinta golos marcados e apenas cinco sofridos.
Rio Ave
E a grande surpresa do campeonato consolida-se.
Desta feita, pôs termo à saga vitoriosa bracarense, solidificando a sensação que alcançará cedo a tão desejada manutenção na Liga Sagres.
Marítimo
Van der Gaag pegou na equipa e somou dois triunfos consecutivos!
Sem declarações bombásticas ou parangonas, cultivando um low-profile que cada vez mais escasseia, Van der Gaag restituiu os jogadores às suas posições originais e elegeu o modelo de jogo e o sistema táctico que melhor se adequam às características dos seus jogadores.
E remeteu Briguel à condição de suplente, num assomo de independência muito raro no consulado de Carlos Pereira.
Sob Pressão
Sporting
10 pontos de distância para Benfica e Braga e 7 para o Porto é a realidade leonina ao fim de 8 jornadas.
Depois de um início conturbado, com a eliminação da Champions e a derrota caseira frente ao Braga a agitarem os dias leoninos, um calendário favorável permitiu a Paulo Bento somar 4 vitórias consecutivas e, deste modo, serenar os ânimos.
Contudo, assim que o grau de exigência subiu, regressaram as debilidades anteriormente detectadas.
Três jogos consecutivos sem vencer, a exaustão do modelo de jogo e do sistema táctico, a teimosia de algumas escolhas, a falta de jogadores de qualidade para algumas posições, mormente nas laterais, a ausência de profundidade qualitativa do plantel, o divórcio entre alguns jogadores e Paulo Bento e, muito especialmente, entre a massa associativa e o treinador são factores que prenunciam um futuro sombrio.
Dream Team
Carlos
Paulo Jorge, Luisão, David Luiz e Evaldo
Djalma, Aimar e Coentrão
Cardozo, Saviola e Farías
Arbitragem
Na Luz, no Dragão e em Guimarães abundaram os equívocos.
No Dragão, Hugo Miguel não assinalou penalty sobre Orlando, perdoou expulsão a Bruno Alves, não assinalou fora de jogo no segundo e terceiro golos do Porto e não assinalou mão nos dois golos da Briosa.
Na Luz, Vasco Santos fez jus à fama que o precede!
Mau de mais para ser verdade!
Não assinalou, mal, fora de jogo no lance do golo do Nacional, assinalou, mal, fora de jogo a Saviola e Aimar em dois lances dos quais resultaram golos do Benfica, assinalou, mal, penalty sobre Aimar, perdoou a expulsão a Patacas no final da primeira metade e acumulou uma série de equívocos técnicos e disciplinares, que qualificam o seu desempenho de paupérrimo!
Em Guimarães, Olegário Benquerença assinalou, mal, fora de jogo a Caicedo num lance que resultaria em golo e não assinalou, mal, uma grande penalidade sobre João Alves.
segunda-feira, outubro 26, 2009
SLBenfica - Nacional 6-1 De goleada em goleada rumo à Liderança!
Estádio da Luz
Árbitro: Vasco Santos
BENFICA - Quim (3); Maxi Pereira (3), Luisão (4), D. Luiz (4) e Fábio Coentrão (4); Ramires (3), Javi Garcia (3), Pablo Aimar (4) e Dí Maria (3); Saviola (4) e Cardozo (4).
NACIONAL - Bracali (3); Patacas (2), Halliche (2), Fellipe Lopes (2), Tomasevic (2); Cléber (2), Leandro (2), Edgar Costa (3), Ruben Micael (3) e Luís Alberto (2); João Aurélio (2) e Edgar Silva (2).
Golos: Cardozo (16, 48, g.p., 90+1, g.p.), Saviola (39, 63), Nuno Gomes (86); Edgar Costa (28)
Sistemas Tácticos
Benfica

Nacional
Principais Incidências da Partida (www.youtube.com)
Arbitragem
Fez jus à fama que o precede!
Mau de mais para ser verdade!
Não assinalou, mal, fora de jogo no lance do golo do Nacional, assinalou, mal, fora de jogo a Saviola e Aimar em dois lances dos quais resultaram golos do Benfica, assinalou, mal, penalty sobre Aimar, perdoou a expulsão a Patacas no final da primeira metade e acumulou uma série de equívocos técnicos e disciplinares, que qualificam o seu desempenho de paupérrimo!
Vedetas
Saviola
Dinâmico, móvel e com a sua já consabida excelente movimentação entre-linhas, assumiu-se como um verdadeiro "quebra-cabeças" para os defesas insulares.
Polvilhou o seu desempenho com pormenores de magnífica execução técnica e acrescentou mais dois golos à sua conta pessoal.
Pablo Aimar
Mais uma grande exibição, a pautar todo o futebol do Benfica.
Em pezinhos de lã, destilou classe sempre que tocou na bola.
Assistiu primorosamente Coentrão no primeiro golo e assinou mais uns quantos momentos de brilhantismo.
David Luiz e Luisão
Irrepreensíveis!
Cardozo
E aí vão onze!
Fábio Coentrão
A consistência táctica da equipa do Benfica permitiu-lhe actuar a lateral esquerdo com plena eficácia.
Deu profundidade ofensiva ao seu flanco e, com a sua consabida garra e espírito de luta, consistência defensiva.
Coroou o seu desempenho com três assistências!
Bracali
Foram seis e não fosse este excelente guarda-redes brasileiro e teriam sido mais uns quantos!
Marretas
Patacas
O desempenho deste experiente defesa ilustrou o da sua equipa: nunca encontrou solução para travar a intensidade e a dinâmica dos adversários que surgiram na sua zona de acção.
Podia e devia ter sido expulso no ocaso da primeira metade.
O Jogo
Positivo
Superioridade avassaladora - na intensidade, no ritmo, na dinâmica, na mobilidade, na organização, na capacidade técnica individual, na capacidade táctica colectiva e na finalização!
A qualidade dos movimentos ofensivos encarnados, pautados pela dinâmica, pela intensidade, pela velocidade e pelo acerto na concretização.
Equilíbrio defensivo, sem perder acutilância ofensiva.
A intensidade e a velocidade com que o Benfica iniciou a segunda parte, pressionando alto, asfixiando e subjugando, por completo, o adversário (um pouco à imagem dos célebres 15 minutos à Benfica).
Negativo
Ausência de dinâmica do Benfica nos primeiros quinze minutos da primeira parte.
O comportamento dos treinadores.
quinta-feira, outubro 22, 2009
SLBenfica - Everton 5-0 Esmagador!!!
Estádio do SL Benfica, em Lisboa
Árbitro: Nikolay Ivanov
BENFICA
Júlio César (3); Ruben Amorim (4), Luisão (4), David Luiz (5) e César Peixoto (3); Ramires (3), Javi Garcia (4), Aimar (3) (Carlos Martins, 69 (3) e Dí Maria (5); Cardozo (4) (Fábio Coentrão, 77 (3) e Saviola (5) (Weldon, 84 (-).
Suplentes: Quim, Maxi Pereira, Sidnei, Carlos Martins, Fábio Coentrão, Weldon e Nuno Gomes
Treinador: Jorge Jesus
EVERTON: Howard; Gosling, Hibbert, Distin e Coleman; Rodwell, Fellaini, Cahill e Bilyaletdinov (Saha, 60); Jô e Yakubu (Baxter, 71).
Suplentes: Nash, Saha, Duffy, Agard, Baxter, Wallace e Akpan
Treinador: David Moyes
Golos: Saviola (13, 84), Cardozo (46, 47), Luisão (52). 19:42 - 22-10-2009
Sistemas Tácticos
Benfica

Everton

Principais Incidências da Partida(fonte: www.sapo.pt)
Arbitragem
Numa partida fácil de dirigir, não complicou.
Vedetas
Saviola
Sublime!!!
Dois golos e duas assistências num desempenho memorável!
David Luiz
Imperial!!!
Irrepreensível a defender, polvilhou a sua exibição com pormenores de classe, o maior dos quais o passe para o quinto golo.
Di Maria
Ou melhor, Di Magia tal a qualidade da sua prestação!
Capacidade técnica, imaginação, criatividade, clarividência, objectividade, velocidade e intensidade foram os atributos que alardeou no relvado da Luz.
Coroou a sua exibição com três assistências primorosas!
Marretas
Nenhum jogador merece referência pela negativa.
O Jogo
Positivo
Superioridade avassaladora - na intensidade, no ritmo, na dinâmica, na mobilidade, na organização, na capacidade técnica individual, na capacidade táctica colectiva e na finalização!
Sublimes exibições de Saviola, Di Maria e David Luiz!
A qualidade dos movimentos ofensivos encarnados, pautados pela dinâmica, pela intensidade, pela velocidade e pelo acerto na concretização.
Equilíbrio defensivo, sem perder acutilância ofensiva.
A intensidade e a velocidade com que o Benfica iniciou a segunda parte, pressionando alto, asfixiando e subjugando, por completo, o adversário (um pouco à imagem dos célebres 15 minutos à Benfica).
Negativo
Nada a referir.
quarta-feira, outubro 21, 2009
Análise à 3ª Jornada da Champions League - Grupos A a D
Juventus vrs.Maccabi Haifa 1-0
A Vecchia Signora venceu, mas esteve longe de convencer.
Ainda assim, um triunfo que a recoloca na rota do apuramento.
Juventus Maccabi Haifa
1 Golos marcados 0
7 Remates à baliza 6
10 Remates para fora 2
2 Remates interceptados 0
0 Cartões amarelos 5
0 Cartões vermelhos 1
17 Faltas cometidas 25
5 Cantos 2
3 Foras-de-jogo 4
29' 1'' P. bola (tempo) 21' 57''
56% P. bola (%) 44%
Girondins de Bordeaux vrs. Bayern München 2-1
Superioridade total e incontestada da equipa de Laurent Blanc, que assumiu a liderança isolada do Grupo.
Um passo de gigante no trilho dos oitavos de final.
Bordeaux Bayern
2 Golos marcados 1
10 Remates à baliza 1
5 Remates para fora 1
2 Remates interceptados 1
2 Cartões amarelos 4
0 Cartões vermelhos 2
13 Faltas cometidas 19
4 Cantos 4
2 Foras-de-jogo 1
32' 7'' P. bola (tempo) 22' 13''
59% P. bola (%) 41%
Grupo B
Wolfsburg vrs.Beşiktaş 0-0
Paridade total!
Wolfsburg Beşiktaş
0 Golos marcados 0
5 Remates à baliza 2
10 Remates para fora 6
4 Remates interceptados 2
0 Cartões amarelos 1
1 Cartões vermelhos 0
8 Faltas cometidas 13
10 Cantos 3
3 Foras-de-jogo 6
36' 24'' P. bola (tempo) 33' 6''
52% P. bola (%) 48%
CSKA vrs. Manchester United 0-1
Numa partida muito enfadonha, Valencia quebrou a modorra e tudo desequilibrou.
Com este êxito moscovita, o Man. Utd. concretizou a qualificação para os oitavos de final.
CSKA Moskva Man. United
0 Golos marcados 1
2 Remates à baliza 10
3 Remates para fora 7
2 Remates interceptados 1
0 Cartões amarelos 1
0 Cartões vermelhos 0
10 Faltas cometidas 11
2 Cantos 5
3 Foras-de-jogo 8
30' 0'' P. bola (tempo) 39' 18''
43% P. bola (%) 57%
Grupo C
Zürich vrs.Olympique de Marseille 0-1
A maior experiência internacional e a superior qualidade técnica dos franceses superou a pertinácia suíça!
Zürich Marseille
0 Golos marcados 1
2 Remates à baliza 4
4 Remates para fora 6
0 Remates interceptados 2
2 Cartões amarelos 3
0 Cartões vermelhos 1
17 Faltas cometidas 12
7 Cantos 1
5 Foras-de-jogo 7
32' 34'' P. bola (tempo) 26' 49''
54% P. bola (%) 46%
Real Madrid vrs. AC Milan 2-3
Dida abriu as hostilidades, Casillas não quis ficar atrás e Seedorf decidiu com um soberbo passe para uma não menos excelsa execução de Pato.
De equívoco em equívoco, venceu quem menos errou e mais inspiração revelou.
Real Madrid Milan
2 Golos marcados 3
10 Remates à baliza 4
8 Remates para fora 5
7 Remates interceptados 3
3 Cartões amarelos 3
0 Cartões vermelhos 0
23 Faltas cometidas 12
13 Cantos 3
2 Foras-de-jogo 6
35' 23'' P. bola (tempo) 29' 37''
54% P. bola (%) 46%
Grupo D
Chelsea vrs.Atlético de Madrid 4-0
Agora é de vez!
Abel Resino deve estar de malas aviadas!
Supremacia avassaladora de um Chelsea apenas q.b.
Chelsea Atlético
4 Golos marcados 0
5 Remates à baliza 5
4 Remates para fora 5
2 Remates interceptados 1
1 Cartões amarelos 2
0 Cartões vermelhos 0
13 Faltas cometidas 20
3 Cantos 3
12 Foras-de-jogo 2
29' 11'' P. bola (tempo) 25' 11''
53% P. bola (%) 47%
Porto vrs.APOEL 2-1
Complicar o que era fácil!
Assim se pode resumir o desempenho portista desta noite.
Uma vitória que concatenada com a copiosa derrota do Atlético em Londres pode ter significado o passaporte para os oitavos de final.
Porto APOEL
2 Golos marcados 1
11 Remates à baliza 2
17 Remates para fora 3
4 Remates interceptados 0
1 Cartões amarelos 4
1 Cartões vermelhos 0
13 Faltas cometidas 17
4 Cantos 2
3 Foras-de-jogo 0
32' 48'' P. bola (tempo) 31' 39''
50% P. bola (%) 50%
terça-feira, outubro 20, 2009
Análise à 3ª Jornada da Champions League - Grupos E a H
Debrecen - Fiorentina 3-4
Um inusitado número de golos para um desfecho previsível.
Debrecen Fiorentina
3 Golos marcados 4
8 Remates à baliza 10
5 Remates para fora 3
2 Remates interceptados 1
2 Cartões amarelos 1
0 Cartões vermelhos 0
17 Faltas cometidas 18
4 Cantos 1
6 Foras-de-jogo 3
30' 55'' P. bola (tempo) 27' 56''
52% P. bola (%) 48%
Liverpool - Lyon 1-2
Da vantagem inicial ao desespero final!
Privado de Gerrard na alvorada da partida, ainda assim, o Liverpool logrou chegar ao intervalo em superioridade no marcador.
Com a primazia vieram a ansiedade e alguma mansidão, que os franceses souberam aproveitar magistralmente para empreender uma reviravolta surpreendente no resultado, concretizada no último suspiro do encontro por César Delgado.
Apenas uma segunda volta imaculada permitirá ao Liverpool a qualificação para os oitavos de final.
Liverpool Lyon
1 Golos marcados 2
5 Remates à baliza 7
8 Remates para fora 6
2 Remates interceptados 4
1 Cartões amarelos 3
0 Cartões vermelhos 0
11 Faltas cometidas 8
6 Cantos 5
2 Foras-de-jogo 3
29' 3'' P. bola (tempo) 25' 50''
52% P. bola (%) 48%
Grupo F
Barcelona - Rubin 1-2
A surpresa da noite!
O desperdício catalão conjugou-se com a irrepreensível organização russa para um desenlace de pasmar.
Barcelona Rubin
1 Golos marcados 2
13 Remates à baliza 3
9 Remates para fora 0
2 Remates interceptados 0
2 Cartões amarelos 2
0 Cartões vermelhos 0
11 Faltas cometidas 15
11 Cantos 1
1 Foras-de-jogo 3
66' 18'' P. bola (tempo) 29' 29''
69% P. bola (%) 31%
Inter - Dynamo Kyiv 2-2
E Mourinho prossegue na senda da irregularidade!
Depois da goleada em Génova, esperava-se uma noite tranquila.
Puro engano!
A desinspiração defensiva e ofensiva italiana foi aproveitada por um Dynamo apenas competente.
Internazionale Dynamo
2 Golos marcados 2
6 Remates à baliza 3
9 Remates para fora 4
2 Remates interceptados 1
4 Cartões amarelos 4
0 Cartões vermelhos 0
19 Faltas cometidas 15
3 Cantos 7
3 Foras-de-jogo 2
32' 10'' P. bola (tempo) 25' 1''
56% P. bola (%) 44%
Grupo G
Stuttgart - Sevilla 1-3
E ninguém pára o Sevilha!
O primado da eficácia suplantou, uma vez mais, o domínio territorial!
Ou como controlar é mais importante do que dominar!
Stuttgart Sevilla
1 Golos marcados 3
5 Remates à baliza 4
11 Remates para fora 2
8 Remates interceptados 1
1 Cartões amarelos 3
0 Cartões vermelhos 0
9 Faltas cometidas 15
7 Cantos 3
2 Foras-de-jogo 4
36' 22'' P. bola (tempo) 24' 33''
59% P. bola (%) 41%
Rangers - Unirea Urziceni 1-4
O outro pasmo da noite!
Superioridade avassaladora do campeão romeno!
O infortúnio de Ricardo Vilana aos 2 minutos estimulou o Unirea para um desempenho inolvidável.
Rangers Unirea Urziceni
1 Golos marcados 4
1 Remates à baliza 4
7 Remates para fora 5
7 Remates interceptados 1
1 Cartões amarelos 2
0 Cartões vermelhos 0
22 Faltas cometidas 15
4 Cantos 2
1 Foras-de-jogo 0
43' 45'' P. bola (tempo) 45' 57''
48% P. bola (%) 52%
Grupo H
Olympiakos - Standard de Liége 2-1
Na Grécia, geralmente, mandam os gregos.
E, hoje, não foi diferente.
Um golo de Stoltidis, já em tempo de compensação, garantiu uma dramática e preciosa vitória ao Olympiakos.
Olympiakos Standard
2 Golos marcados 1
11 Remates à baliza 4
6 Remates para fora 4
2 Remates interceptados 4
1 Cartões amarelos 2
0 Cartões vermelhos 0
15 Faltas cometidas 10
10 Cantos 4
2 Foras-de-jogo 0
31' 58'' P. bola (tempo) 24' 16''
56% P. bola (%) 44%
AZ Alkmaar - Arsenal 1-1
Um golo de Mendes da Silva no período de compensação garantiu um ponto, que os holandeses e a generalidade dos espectadores julgavam já perdido.
Todavia, diga-se em abono da verdade, que fizeram por merecer a fortuna com que foram presenteados.
AZ Arsenal
1 Golos marcados 1
1 Remates à baliza 8
3 Remates para fora 2
1 Remates interceptados 2
1 Cartões amarelos 3
0 Cartões vermelhos 0
18 Faltas cometidas 9
3 Cantos 4
4 Foras-de-jogo 3
32' 34'' P. bola (tempo) 28' 29''
53% P. bola (%) 47%
terça-feira, outubro 06, 2009
Um Olhar sobre a Jornada
Académica 2 | 4 Marítimo
Naval 3 | 2 Rio Ave
Braga 2 | 0 V.Setúbal
Leixões 3 | 2 Leiria
Sporting 0 | 0 Belenenses
Olhanense 0 | 3 Porto
Nacional 2 | 0 V.Guimarães
P. Ferreira 1 | 3 Benfica
Golos 27
Cartões Amarelos 39
Cartões Vermelhos 1
Número Total de Espectadores 56.586
Classificação
1 Braga 21
2 Benfica 19
3 Porto 16
4 Sporting 11
5 Rio Ave 10
6 Nacional 8
7 Marítimo 8
8 Leixões 8
9 Leiria 7
10 P. Ferreira 7
11 Naval 7
12 V.Guimarães 6
13 Olhanense 6
14 Belenenses 6
15 V.Setúbal 4
16 Académica 3
On-Fire
Sp. Braga
Sete jogos, sete vitórias, liderança da Liga Sagres.
O que já escasseia em surpresa, sobeja em estabilidade, firmeza e competência.
Dos jogadores à equipa técnica!
Mais um triunfo inquestionável, que apenas pecou por tardio.
Em vantagem numérica desde os 36 minutos, o Braga dominou e controlou o adversário e a partida, revelando uma superior qualidade técnica, para além de uma organização táctica irrepreensível.
Hugo Viana assinou mais um golo, mas, desta feita, foi Mossoró a estrela mais reluzente do universo bracarense.
SLBenfica
A qualidade de mais um desempenho encarnado justifica a distinção.
Na Mata Real, a capacidade para pressionar alto, a intensidade, o ritmo, a dinâmica, a mobilidade, a organização, a capacidade técnica individual, a capacidade táctica colectiva, a eficácia nos lances de bola parada e a capacidade de finalização do Benfica permitiram-lhe granjear cedo uma decisiva vantagem de três golos.
Na Segunda como na generalidade dos encontros precedentes, numa demonstração de consistência como há muito não se via para as bandas da Luz.
Naval
Dois triunfos consecutivos no emergir da surpresa Kerrouche, decisivo com 4 golos.
Á derrota em casa frente ao Setúbal, seguiram-se vitórias sobre Marítimo e Rio Ave.
Todavia, veremos se não será apenas fogo fátuo.
Sob Pressão
V. Guimarães
Escrevi a semana passada: "(..) Uma derrota na Madeira agravará este estado de coisas, ao ponto, talvez, de tornar insustentável a continuação de Vingada à frente dos destinos vimaranenses."
Estou convicto que Vingada será o próximo a ser despedido!
Sporting
10 pontos de distância para o Braga, 8 para o Benfica e 5 para o Porto é a realidade leonina ao fim de 7 jornadas.
Depois de um início conturbado, com a eliminação da Champions e a derrota caseira frente ao Braga a agitarem os dias leoninos, um calendário favorável permitiu a Paulo Bento somar 4 vitórias consecutivas e, deste modo, serenar os ânimos.
Contudo, assim que o grau de exigência subiu, regressaram as debilidades anteriormente detectadas.
A exaustão do modelo de jogo e do sistema táctico, a teimosia de algumas escolhas, das quais Polga, réu na derrota no Dragão, será o exemplo mais marcante, a falta de jogadores de qualidade para algumas posições, mormente nas laterais, a ausência de profundidade qualitativa do plantel, o divórcio entre alguns jogadores e Paulo Bento e, muito especialmente, entre a massa associativa e o treinador são factores que prenunciam um futuro sombrio.
Dream Team
Nelson
Fucile, Bruno Alves, David Luiz e Evaldo
José Manuel, Leandro Salino, Hugo Viana e Djalma
Falcão e Kerrouche
Arbitragem
Com excepção da arbitragem de Pedro Henriques em Olhão, má de mais para ser verdade, a tranquilidade imperou nos restantes jogos.
O Major assinou um paupérrimo desempenho, técnica e disciplinarmente, acumulando equívocos atrás de equívocos.
Na primeira parte, perdoou a expulsão a Álvaro Pereira, no dealbar da segunda um penalty sobre Rabiola e nos últimos vinte minutos expulsões a Rui Duarte e Guga.
No entretanto, conseguiu admoestar Guarín e Guga com cartões amarelos quando deviam ter sido Miguel Garcia e Fernando os contemplados!
segunda-feira, outubro 05, 2009
Paços de Ferreira - SLBenfica 1-3 Prova Superada
Árbitro: João Ferreira (Setúbal), assistido por Pais António e Luís Ramos.
Estádio: Mata Real, em Paços de Ferreira.
P. Ferreira: Cássio (3); Baiano (3), Ozéia (2), Danielson (1) (Cristiano, 32 (4)) e Jorginho (2); Ricardo (3), Manuel José (3), Leonel Olímpio (3) e Maykon (4) (Roncatto, 78 (-) [Carlitos, 84] (-)); Ciel (3) e Leandrinho (3).
Suplentes: Coelho, Pedrinha, Cristiano, Fábio Pacheco, Roncatto, Carlitos e José Coelho.
BENFICA
Quim (4); Rúben Amorim (3) (César Peixoto, 68 (3)), Luisão (4), David Luiz (4) e Shaffer (3); Javi Garcia (3), Ramires (3), Fábio Coentrão (3) e Carlos Martins (4) (Felipe Menezes, 45 (2)); Saviola (4) (Weldon, 77 (3)) e Cardozo (4).
Suplentes: Júlio César, Sidnei, Felipe Menezes, Nuno Gomes, Weldon e Keirrison.
Acção disciplinar: Amarelo para Jorginho (24), Ozéia (40), Cristiano (57); Rúben Amorim (25), Quim (70).
Marcadores: Maykon (68); David Luiz (3), Carlos Martins (22), Cardozo (40).
Resultado: 1-3.
Sistemas Tácticos
Paços de Ferreira

Benfica

Arbitragem
Com excepção de dois fora de jogo não assinalados ao ataque do Paços no início da partida, assinou um desempenho sem influência no resultado.
Um ou outro equívoco não ensombram uma exibição pautada pela assertividade.
Vedetas
David Luiz
Inaugurou o marcador num golpe de cabeça tão oportuno quanto perfeito.
Impecável e implacável a defender, encontrou tempo e espaço para se assumir como o primeiro impulsionador do processo ofensivo.
Carlos Martins
Na ausência de Aimar aproveitou a oportunidade para rubricar o seu melhor desempenho de águia ao peito.
Um golo e uma assistência foram momentos maiores de uma exibição para mais tarde recordar.
Quim
Sempre que chamado a intervir, respondeu com competência.
Importante a defesa com a qual impediu Cristiano de marcar o segundo golo pacense.
Cardozo
Mais um golo e mais um desempenho de qualidade.
Alardeou disponibilidade física e mobilidade, tendo coroado a sua prestação com a magnífica execução do livre que resultou no terceiro golo do Benfica.
Saviola
Só lhe faltou um golo para abrilhantar ainda mais a sua prestação na primeira parte.
Dinâmico, móvel e com a sua já consabida excelente movimentação entre-linhas, assumiu-se como um verdadeiro "quebra-cabeças" para os defesas pacenses.
Cristiano
Sinceramente, não percebo como continua perdido em Paços de Ferreira.
E como não é titular!
Senhor de uma técnica acima da média, merece outros palcos.
Marretas
Felipe Menezes
Não se adaptou nem à intensidade, nem ao ritmo, nem às condições do relvado e, assim, não se conseguiu assumir como o imprescindível enganche que Carlos Martins havia sido na primeira parte.
Ozeia e Danielson
Completamente ultrapassados pelo vendaval ofensivo encarnado.
O Jogo
Positivo
Triunfo num contexto de imprescindibilidade sob pena de fantasmas passados saírem do armário.
Superação da derrota em Atenas e das ausências de Maxi, Di Maria e Aimar
Turn-Over psicológico, revelando confiança e desejo de conquista.
Superioridade avassaladora na primeira parte - na intensidade, no ritmo, na dinâmica, na mobilidade, na organização, na capacidade técnica individual, na capacidade táctica colectiva e na finalização!
A intensidade e a velocidade com que o Benfica iniciou a contenda, subjugando, por completo, o adversário.
A capacidade encarnada para pressionar alto na primeira metade, que lhe permitiu recuperar a bola em zonas adiantadas e cercear profundidade ofensiva ao adversário.
A eficácia encarnada nos lances de bola parada.
Equilíbrio defensivo, sem perder acutilância ofensiva.
A qualidade dos movimentos ofensivos encarnados na metade inicial, pautados pela dinâmica, pela intensidade e pela velocidade.
A exemplar execução de Carlos Martins e Cardozo nos golos.
A reacção pacense na segunda parte lançando mão do habitual coração.
Negativo
A débacle física na segunda metade, alardeando uma mansidão exasperante.
A complacência com que o Benfica iniciou a etapa complementar.
Traição dos seus princípios de jogo na segunda parte, não pressionando o adversário, não encurtando espaços, não promovendo os apoios laterais e frontais, não imprimindo intensidade, ritmo, dinâmica ou mobilidade.
A "ausência" de Felipe Menezes, comprometendo as transições ofensivas e defensivas.
Ausência de movimentos ofensivos e defensivos colectivos na etapa complementar.
quinta-feira, outubro 01, 2009
AEK - SLBenfica 1-0 Regresso ao Passado em Atenas
BENFICA
Júlio César (3); Maxi Pereira (2)(Fábio Coentrão (3)) , Luisão (2), David Luiz (1) e César Peixoto (1); Ramires (2), Javi García (3) e Di María (3); Aimar (2) (Nuno Gomes (-)); Cardozo (2) e Saviola (2) (Weldon (2))
Sistema Táctico
Benfica

Principais Incidências da Partida(fonte: www.tvgolo.com)
Arbitragem
Assertivo na generalidade dos lances, perdoou uma grande penalidade sobre Cardozo já no ocaso da partida.
Vedetas
Di Maria
Apesar de intermitente e algo complicativo, protagonizou as melhores oportunidades de golo do Benfica.
Javi Garcia
O metrónomo habitual, mas desprovido do apoio necessário à prossecução cabal da sua missão.
Marretas
David Luiz
Desconcentrado e excessivamente confiante, pautou o seu desempenho pela mediocridade.
Acumulou um inusitado número de equívocos para um jogador da sua qualidade.
Definitivamente, não se dá bem com os ares da Grécia.
César Peixoto
Impreciso no ataque e quase sempre ausente na defesa, assinou a sua pior exibição ao serviço do Benfica.
O Jogo
Positivo
O número de oportunidades de golo arquitectadas pelo Benfica.
A "Vitamina" Coentrão, que aportou outra profundidade ofensiva e outra solidez defensiva ao flanco esquerdo.
Negativo
A falta de atitude competitiva, alardeando uma mansidão exasperante.
O excesso de confiança, menosprezando o adversário e desrespeitando-se enquanto equipa.
A complacência com que o Benfica iniciou a partida, no falso pressuposto que mais cedo ou mais tarde o golo acabaria por surgir.
Crença na sua superioridade como que por direito divino.
Traição dos seus princípios de jogo, não pressionando o adversário, não encurtando espaços, não promovendo os apoios laterais e frontais, não imprimindo intensidade, ritmo, dinâmica ou mobilidade.
Anarquia organizativa, comprometendo as transições ofensivas e defensivas.
Ausência de movimentos ofensivos e defensivos colectivos.
Uso e abuso das iniciativas individuais.
Ineficácia atacante e defensiva nos lances de bola parada.
Exagerado número de ocasiões de golo desbaratadas pelo Benfica.
terça-feira, setembro 29, 2009
Análise à 2ª Jornada da Champions League - Grupos E a H
Fiorentina - Liverpool 2-0
Dois golos da jovem estrela Jovetic garantiram à Fiorentina um triunfo surpreendente sobre um improfícuo e desinspirado Liverpool.
Este resultado abre a discussão do apuramento.
Fiorentina Liverpool
2 Golos marcados 0
4 Remates à baliza 4
4 Remates para fora 6
2 Remates interceptados 3
0 Cartões amarelos 0
0 Cartões vermelhos 0
9 Faltas cometidas 14
4 Cantos 10
4 Foras-de-jogo 3
23' 54'' P. bola (tempo) 36' 4''
39% P. bola (%) 61%
Debrecen - Lyon 0-4
Sem espinhas!
Superioridade avassaladora e incontestada de um Lyon, que em apenas 24 minutos resolveu a contenda.
Dois jogos, duas vitórias, cinco golos marcados e zero sofridos significam a liderança isolada do grupo e uma vantagem quiça decisiva na luta pela qualificação para os oitavos de final.
Debrecen Lyon
0 Golos marcados 4
7 Remates à baliza 8
4 Remates para fora 6
3 Remates interceptados 1
1 Cartões amarelos 1
0 Cartões vermelhos 0
17 Faltas cometidas 16
2 Cantos 6
1 Foras-de-jogo 3
24' 9'' P. bola (tempo) 30' 23''
44% P. bola (%) 56%
Grupo F
Rubin - Inter 1-1
E Mourinho prossegue na senda da irregularidade.
Perante um esforçado Rubin, no qual Alejandro Domínguez emergiu como o elemento diferenciado, o Inter não revelou nem competência, nem ambição para se guindar a um desempenho qualitativamente capaz de assegurar o triunfo.
Rubin Internazionale
1 Golos marcados 1
6 Remates à baliza 4
4 Remates para fora 8
4 Remates interceptados 2
1 Cartões amarelos 4
0 Cartões vermelhos 1
15 Faltas cometidas 15
7 Cantos 4
2 Foras-de-jogo 3
33' 39'' P. bola (tempo) 32' 12''
51% P. bola (%) 49%
Barcelona - Dynamo Kyiv 2-0
Q.B.!
Um Barcelona em ritmo de treino, gerindo o esforço, bastou para derrotar um Dynamo Kyiv, que apesar do denodo de Andriy Shevchenko e Artem Milevskiy e da inspiração de Olexandr Shovkovskiy nunca mostrou capacidade para discutir o resultado.
Barcelona Dynamo
2 Golos marcados 0
11 Remates à baliza 0
9 Remates para fora 6
4 Remates interceptados 1
0 Cartões amarelos 2
0 Cartões vermelhos 0
11 Faltas cometidas 16
8 Cantos 2
1 Foras-de-jogo 4
44' 59'' P. bola (tempo) 19' 49''
69% P. bola (%) 31%
Grupo G
Unirea Urziceni - Stuttgart 1-1
O outro pasmo da noite!
A pertinácia romena conheceu recompensa num empate, que penaliza a ineficácia finalizadora dos alemães.
Unirea Urziceni Stuttgart
1 Golos marcados 1
2 Remates à baliza 7
4 Remates para fora 7
0 Remates interceptados 5
1 Cartões amarelos 2
0 Cartões vermelhos 0
16 Faltas cometidas 22
3 Cantos 1
4 Foras-de-jogo 0
29' 32'' P. bola (tempo) 25' 47''
53% P. bola (%) 47%
Rangers - Sevilla 1-4
E o Sevilha resolveu a questão do apuramento!
Com uma segunda parte simplesmente arrasadora, os espanhóis destroçaram as aspirações escocesas ao êxito.
Luís Fabiano foi, novamente, fabuloso e com um golo e uma assistência deu ajuda preciosa à construção de um triunfo tão tranquilo quanto incontestado dos espanhóis.
Rangers Sevilla
1 Golos marcados 4
3 Remates à baliza 6
8 Remates para fora 4
1 Remates interceptados 2
1 Cartões amarelos 2
0 Cartões vermelhos 0
12 Faltas cometidas 11
3 Cantos 3
2 Foras-de-jogo 2
29' 38'' P. bola (tempo) 32' 26''
47% P. bola (%) 53%
Grupo H
Arsenal - Olympiakos
Custou, mas a 12 minutos do final uma magnífica triangulação entre Fabregas, Eduardo e Van Persie resolveu a equação grega.
Excessivamente amorfo e posicional, o Arsenal deixou-se enlear na teia defensiva grega.
E muito por culpa própria!
Demasiado preocupado com os equilíbrios e carente de profundidade ofensiva, o Arsenal, embora dominante, raramente se acercou com verdadeiro perigo da área grega.
Wenger substituiu Rosicki e Diaby por Eduardo e Vela e o Arsenal cresceu em intensidade e em velocidade e, sem surpresa, obteve dois golos.
Arsenal Olympiacos
2 Golos marcados 0
12 Remates à baliza 2
4 Remates para fora 2
6 Remates interceptados 2
2 Cartões amarelos 4
0 Cartões vermelhos 0
13 Faltas cometidas 18
10 Cantos 2
2 Foras-de-jogo 0
33' 24'' P. bola (tempo) 24' 26''
57% P. bola (%) 43%
AZ Alkmaar - Standard de Liége
Um golo de Traore no tempo de compensação garantiu um ponto, que os belgas e a generalidade dos espectadores julgavam já perdido.
E diga-se em abono da verdade, que muito pouco haviam feito para o merecer.
Com este resultado, a discussão da qualificação reabriu-se para os belgas.
AZ Standard
1 Golos marcados 1
6 Remates à baliza 4
4 Remates para fora 7
5 Remates interceptados 4
1 Cartões amarelos 2
0 Cartões vermelhos 0
13 Faltas cometidas 14
9 Cantos 5
3 Foras-de-jogo 0
33' 58'' P. bola (tempo) 23' 34''
59% P. bola (%) 41%
segunda-feira, setembro 28, 2009
Um Olhar sobre a Jornada
Olhanense 0 1 Braga
V.Setúbal 0 1 P. Ferreira
Marítimo 1 2 Naval
Rio Ave 0 0 Académica
Porto 1 0 Sporting
Benfica 5 0 Leixões
V.Guimarães 2 2 Leiria
Golos 15
Cartões Amarelos 34
Cartões Vermelhos 5
Número Total de Espectadores 116,234
Classificação
1 Braga 18
2 Benfica 16
3 Porto 13
4 Rio Ave 10
5 Sporting 10
6 P. Ferreira 7
7 Leiria 7
8 Olhanense 6
9 V.Guimarães 6
10 Leixões 5
11 Nacional 5
12 Marítimo 5
13 Belenenses 5
14 V.Setúbal 4
15 Naval 4
16 Académica 3
On-Fire
Sp. Braga
Seis jogos, seis vitórias, liderança da Liga Sagres.
O que já escasseia em surpresa, sobeja em estabilidade, firmeza e competência.
Dos jogadores à equipa técnica!
Mais um triunfo inquestionável, que apenas pecou por tardio.
Na verdade, em vantagem numérica desde o último minuto da primeira parte e apesar do penalty desperdiçado nesse instante por Meyong, o Braga dominou e controlou o adversário e a partida, revelando uma superior atitude competitiva e uma organização táctica irrepreensível.
O golo de Alan no derradeiro suspiro da contenda premiou a tenacidade e a persistência não só do jogador brasileiro, o melhor em campo, mas também o espírito de grupo e de conquista da equipa.
Aliás, Alan e Aimar são, hoje por hoje, os jogadores em melhor momento de forma na Liga Sagres.
SLBenfica
A qualidade de mais um desempenho encarnado, consubstanciada em mais uma goleada, justifica a distinção.
Na Luz ante um Leixões que ancorou a sua estratégia num anti-jogo detestável e deprimente, a capacidade para pressionar alto, a intensidade, o ritmo, a dinâmica, a mobilidade, a organização, a capacidade técnica individual, a capacidade táctica colectiva, a eficácia nos lances de bola parada e a capacidade de finalização do Benfica sobressaíram.
No Sábado como na generalidade dos encontros precedentes, numa demonstração de consistência como há muito não se via para as bandas da Luz.
A média de 3,5 golos marcados por jogo atesta a eloquência ofensiva da equipa, ao passo que a média de 0,5 golos sofridos por jogos diz bem da coesão defensiva.
Uma e outra conjugadas permitem afiançar o equilíbrio do conjunto encarnado.
Rio Ave
E a grande surpresa do campeonato consolida-se.
Soma tantos pontos quantos o Sporting, prossegue invicto e sem sofrer golos nas partidas disputadas em casa.
Solidifica a sensação que alcançará cedo a tão desejada manutenção na Liga Sagres.
Sob Pressão
Académica
O empate em Vila do Conde foi mais um balão de oxigénio para Rogério Gonçalves, mas, principalmente, para José Eduardo Simões.
Todavia, tudo o que não seja um triunfo na próxima jornada não pode deixar de significar o desemprego para Rogério Gonçalves.
V. Guimarães
6 pontos em 6 jogos é um registo satisfatório para a generalidade dos emblemas que disputam a Liga Sagres.
Para a exigente massa associativa vitoriana não é!
E não o sendo, a vida complica-se para Vingada.
Diga-se em abono da verdade, que o plantel à sua disposição impunha desempenhos qualitativamente superiores e, acima de tudo, melhores resultados.
Uma derrota na Madeira agravará este estado de coisas, ao ponto, talvez, de tornar insustentável a continuação de Vingada à frente dos destinos vimaranenses.
Sporting
8 pontos de distância para o Braga, 6 para o Benfica e 3 para o Porto é a realidade leonina ao fim de 6 jornadas.
Depois de um início conturbado, com a eliminação da Champions e a derrota caseira frente ao Braga a agitarem os dias leoninos, um calendário favorável permitiu a Paulo Bento somar 4 vitórias consecutivas e, deste modo, serenar os ânimos.
Contudo, assim que o grau de exigência subiu, regressaram as debilidades anteriormente detectadas.
A exaustão do modelo de jogo e do sistema táctico, a teimosia de algumas escolhas, das quais Polga, réu na derrota no Dragão, será o exemplo mais marcante, a falta de jogadores de qualidade para algumas posições, mormente nas laterais, a ausência de profundidade qualitativa do plantel, o divórcio entre alguns jogadores e Paulo Bento e, muito especialmente, entre a massa associativa e o treinador são factores que prenunciam um futuro sombrio.
Dream Team
Rui Patrício
Fucile, David Luiz, Orlando e César Peixoto
Alan, Ramires, Aimar e Djalma
Cardozo e Falcao
Arbitragem
Tranquilidade na generalidade das partidas da 6ª jornada, agitação no desafio do Dragão.
Excluindo a habitual calimerice leonina, dizer que, apesar da ansiedade e do evidente nervosismo de Duarte Gomes, incorreu apenas num equívoco maior, a saber a não expulsão de Raúl Meireles por acumulação de amarelos.
No mais, ajuizou correctamente os lances de maior relevância, quais sejam o penalty e as expulsões.
sábado, setembro 26, 2009
SLBenfica - Leixões 5-0 5 Estrelas!!!
Estádio da Luz
Árbitro: João Capela (Lisboa)
BENFICA
Quim (3); Maxi Pereira (4), Luisão (3), David Luiz (4) e César Peixoto 84); Ramires (4), Javi García (4) (Fábio Coentrão, 62m (4)) e Di María (3); Aimar (4) (Rúben Amorim 73m (2)); Cardozo (4) e Saviola 83) (Nuno Gomes, 71m (2)).
LEIXÕES – Diego (3); Laranjeiro (2), Tucker (2), Nuno Silva (1) e Benitez (1); Cauê (2) (Trombetta, 79m (-)), Wénio (2) e Hugo Morais (2); Léo (2) (Joel, 56m (2)), Pouga (0) e Tiago Cintra (2) (José Manuel, 61m (2)).
Ao intervalo: 1-0
Acção disciplinar: Cartão amarelo a Di María, Luisão e Pouga (segundo amarelo e expulsão), Tucker, Wénio, Aimar, Hugo Morais. Cartão vermelho a Nuno Silva,
Marcadores: 1-0, David Luiz (45m); 2-0 Cardozo (56m g.p.); 3-0, Ramires (75m); 4-0, Maxi (81m); 5-0, Cardozo (88m)
Fim da partida: 5-0
Sistemas Tácticos
Benfica

Leixões

Principais Incidências da Partida(fonte: www.tvgolo.com)
highlights - MyVideo
Arbitragem
Assertivo na generalidade dos lances, perdoou duas grandes penalidade sobre Ramires -em ambas, uma na primeira parte e outra na segunda, os jogadores leixonenses, Tucker e Wenio, carregaram pelas costas o brasileiro.
Vedetas
David Luiz
Inaugurou o marcador num golpe de cabeça tão oportuno quanto perfeito.
Impecável e implacável a defender, encontrou tempo e espaço para se assumir como o primeiro impulsionador do processo ofensivo.
Uma exibição para mais tarde recordar!
Aimar
Embalado pelo mais do que merecido regresso à selecção argentina, mais uma grande exibição, a pautar todo o futebol do Benfica.
Todavia, começou ansioso e precipitado.
Com o passar dos minutos, serenou e a partir daí destilou classe sempre que tocou na bola.
Assistiu os dois primeiros golos e assinou mais uns quantos momentos de brilhantismo.
Cardozo
Mais dois golos e mais um desempenho de qualidade.
Irrepreensível na execução do penalty, encerrou a contagem com uma cabeçada digna dos melhores compêndios de futebol.
Ramires
Impressionante o vaivém incessante, que protagonizou na meia-direita benfiquista.
Clarividente, soube sempre optar pela melhor solução.
Revelou uma notável leitura de jogo, equilibrando ao meio com o mesmíssimo rigor com que aportou profundidade ao flanco.
Assinou um golo, num movimento pleno de oportunidade e de inteligência.
César Peixoto
O "patinho feio" rubricou o seu melhor desempenho ao serviço do Benfica.
Seguro a defender, conferiu profundidade ofensiva pela esquerda e assinou duas magníficas assistências.
Marretas
Pouga
Demasiado inexperiente, conviveu mal com a grandiosidade da Luz.
"Cavou a sua sepultura" numa entrada tão despropositada quanto dura sobre Di Maria.
O Jogo
Positivo
Superioridade avassaladora - na intensidade, no ritmo, na dinâmica, na mobilidade, na organização, na capacidade técnica individual, na capacidade táctica colectiva e na finalização!
A capacidade encarnada para pressionar alto, que lhe permitiu recuperar a bola em zonas adiantadas e cercear profundidade ofensiva ao adversário.
A eficácia encarnada nos lances de bola parada.
Equilíbrio defensivo, sem perder acutilância ofensiva (o Leixões não dispôs de nenhuma oportunidade de golo).
A qualidade dos movimentos ofensivos encarnados, pautados pela dinâmica, pela intensidade e pela velocidade.
O bis de Cardozo.
A excelente movimentação colectiva nos lances que redundaram no penalty sobre Aimar e no segundo golo de Cardozo.
A intensidade e a velocidade com que o Benfica iniciou a segunda parte, subjugando, por completo, o adversário.
A "Vitamina" Coentrão, que reacendeu uma partida que resvalava para a modorra.
Negativo
A ansiedade com que o Benfica iniciou a partida, procurando resolver imediatamente a partida.
O exagerado número de ocasiões de golo desbaratadas pelo Benfica.
A excessiva agressividade leixonense, demonstrando que o título de equipa mais faltosa da Liga Sagres não é obra do acaso.
segunda-feira, setembro 21, 2009
Um Olhar sobre a Jornada
Leixões 3 1 V.Guimarães
P. Ferreira 1 1 Rio Ave
Braga 1 0 Porto
Académica 1 1 Belenenses
Naval 0 1 V.Setúbal
Nacional 2 1 Marítimo
Leiria 1 2 Benfica
Sporting 3 2 Olhanense
Golos 21
Cartões Amarelos 31
Cartões Vermelhos 4
Classificação
1 Braga 15
2 Benfica 13
3 Porto 10
4 Sporting 10
5 Rio Ave 9
6 Leiria 6
7 Olhanense 6
8 Leixões 5
9 Nacional 5
10 Marítimo 5
11 Belenenses 5
12 V.Guimarães 5
13 P. Ferreira 4
14 V.Setúbal 4
15 Académica 2
16 Naval 1
On-Fire
Sp. Braga
Cinco jogos, cinco vitórias, liderança da Liga Sagres.
Depois de derrotar o Sporting em Alvalade, o Braga venceu o Porto sem apelo, nem agravo.
Com excepção de alguns, escassos, períodos de jogo, dominou e controlou o adversário e a partida, revelando uma superior atitude competitiva e uma organização táctica irrepreensível.
Alardeando pertinácia conjugada com espírito de grupo e de conquista mereceu, largamente, a fortuna do jogo.
Na verdade, o Braga tudo fez para ganhar o jogo, ao passo que o Porto muito pouco fez.
Rio Ave
A grande surpresa do campeonato volvidas que estão 5 jornadas.
Quase sem se dar por isso, a equipa de Carlos Brito soma 9 pontos, resultado de duas vitórias caseiras e de três empates na condição de visitante.
Mais, prossegue invicta e sem sofrer golos nas partidas disputadas em casa.
Manteve, no essencial, a estrutura da temporada transacta, à qual acrescentou a experiência de Carlos, Ricardo Chaves e João Tomás, e a fantasia de Adriano e Bruno Gama.
Com um técnico que conhece como poucos a idiossincrasia do clube, dispõe de todas as condições para alcançar, cedo, a tão desejada manutenção na Liga Sagres.
Sob Pressão
Académica
Há duas semanas, escrevi: "Se o espaço de manobra de Rogério Gonçalves era já de si escasso, fruto da contestação em torno da sua contratação, é agora reduzidíssimo.
Uma eventual derrota em Olhão pode precipitar a sua saída."
A profecia parecia inevitável, mas o certo é que José Eduardo Simões segurou o treinador.
Talvez, cogitando uma vitória frente ao Belenenses.
Face a mais um insucesso, apenas o estatuto de aposta pessoal do Presidente garante a continuidade de Rogério.
Seja como for, uma derrota em Vila do Conde tornará insustentável a sua permanência.
Naval
Vi o despedimento de Ulisses Morais quase como uma heresia!
O seu percurso na Figueira merecia outra consideração!
A descapitalização do plantel da Naval merecia outra ponderação - saíram dois jogadores nucleares, Paulão e Marcelinho, e não arribaram outros de valia sequer aproximada.
As lacunas da época passada acentuaram-se e a mudança de treinador pode até vir a revelar-se perniciosa.
No imediato, foi-o. No futuro, ver-se-á, na certeza, porém, que a principal mais valia navalista residia no profundo conhecimento que Ulisses Morais dispunha do naipe de jogadores à sua disposição.
Dream Team
Nuno Santos
Zé Gomes, Carriço, Diakité e Evaldo
Alan, Vandinho, Adriano e Castro
Edgar e Rabiola
Arbitragem
Tranquilidade na generalidade das partidas da 5ª jornada, agitação nos desafios dos 3G´s.
Na Pedreira, Pedro Proença não assinalou, mal, penalty num derrube de Álvaro Pereira sobre Alan.
Em Leiria, o ressabiamento determinou uma algazarra incompreensível quanto ao lance do qual resultou a grande penalidade a favor do Benfica.
Jogo perigoso com contacto foi, é e será sempre livre directo. Dentro da área, penalty!
Em Alvalade, Rui Costa esteve ao seu nível - paupérrimo!
Pressionado por um putativo equívoco anterior, inventou uma grande penalidade a favor do Sporting ao "confundir" o peito de Anselmo com a sua mão!
E digo putativo, pois que foi a bola que encontrou a mão de Miguel Garcia e não o contrário.
domingo, setembro 20, 2009
U.Leiria-SLBenfica 1-2 Masoquismo!!!
Estádio Municipal Dr. Magalhães Pessoa, em Leiria
Árbitro Jorge Sousa (AF Porto)
U. LEIRIA: Djuricic (4); Mamadou Tall (1), Bruno Miguel (3) e Diego Gaúcho (3); Paulo Vinícius (3), André Santos (3), Pateiro (3), Panandetiguiri (3) (Ronny, 59' (2)); Silas (3) (Tiago Luís, 82' (-)), Carlão (3) e Marco Soares (3) (Kalaba, 47' (2)).
Suplentes: Hélder Godinho, Pedro Cervantes, Ouattara e Cássio.
Treinador: Manuel Fernandes.
Benfica: Quim (3); Maxi Pereira (3), Luisão (3), David Luiz (3) e Shaffer (3); Javi Garcia (4), Ramires (2) (Nuno Gomes, 64' (2)), Di Maria (2) e Aimar (3); Saviola (3) (Ruben Amorim, 80' (2)) e Keirrison (0) (Cardozo, 64' (3)).
Suplentes: Júlio César, Sidnei, César Peixoto e Fábio Coentrão.
Treinador: Jorge Jesus.
Disciplina: Cartão amarelo para Panandetiguiri (39'), Javi Garcia (90+2').
Golos: 0-1, Saviola (4'); 1-1, David Luiz (19', p.b.); 1-2, Cardozo (78', g.p.).
Ao intervalo: 1-1
Resultado final: 1-2
Sistemas Tácticos
U.Leiria

Benfica

Principais Incidências da Partida(fonte: www.sapo.pt;www.record.pt)
Arbitragem
Um ou outro erro de pormenor não ensombram um desempenho globalmente positivo.
Ajuizou bem o lance de grande penalidade a favor do Benfica.
Vedetas
Javi Garcia
Irrepreensível!
Cumpriu com competência a sua missão, cerceando célere as iniciativas leirienses e conferindo fluidez e clarividência à transição ofensiva.
Djuricic
Há uns anos, levou um "cabaz" de Leiria numa eliminatória da Intertoto.
Ainda assim, a qualidade do seu desempenho levou os responsáveis leirienses a contratá-lo.
Hoje, provou porquê!
Segurança, concentração e elasticidade fazem deste guarda-redes um dos bons valores do futebol português.
Marretas
Keirisson
Jogou?!
Tarda em atingir o nível que exibiu no Brasil e que motivou a sua contratação pelo Barça.
Ramires e Di Maria
Complicativos, comprometeram quase sempre a qualidade das transições!
Mamadou Tall
Até estava a exibir-se em plano bem razoável, quando protagonizou o momento do jogo numa entrada completamente despropositada sobre Aimar, que resultou no golo da vitória do Benfica.
O Jogo
Positivo
Resultado
Num jogo em que, raramente, ensaiou movimentos ofensivos com discernimento, fluidez e clarividência, salvou-se a vitória.
A pertinácia benfiquista em busca do triunfo.
A excelente execução técnica de Aimar no livre do qual resultou o primeiro golo do Benfica e a não menos perfeita antecipação de Saviola
Organização defensiva do Benfica.
Com excepção de um lance de bola parada e de um contra-ataque na fase em que o Benfica subiu exageradamente o bloco, a solidez e a organização defensiva dos encarnados não permitiu veleidades consistentes aos leirienses
O trabalho táctico de Manuel Fernandes, encaixando a sua equipa na do Benfica e, deste modo, conseguindo entorpecer o processo ofensivo do Benfica.
O número de espectadores.
Negativo
Mansidão/ausência de pressão alta.
O Benfica foi demasiado complacente.
Não pressionou o primeiro momento de construção do Leiria e, quando assim acontece, a equipa padece.
Sofre não defensiva, mas ofensivamente, pois que lhe faltam tempo e espaço para que as suas unidades criativas possam arquitectar o processo atacante
Falta de dinamismo, agilidade e mobilidade do Benfica.
Com Ramires e Di Maria ausentes, com Aimar muito intermitente e com Saviola e Keirrison muito presos, as dificuldades ofensivas foram evidentes.
A demora de Jesus nas substituições.
A precipitação e a imperfeita leitura do espaço de David Luiz no auto-golo.
A escassa profundidade ofensiva do Leiria e o recuo progressivo das suas linhas.
O falhanço de Kalaba, aos 66 minutos, quando se achava isolado perante Quim.
O penalty de Mamadou Tall.
quinta-feira, setembro 17, 2009
SLBenfica - Bate Borisov 2-0 Serviços Mínimos de Qualidade
Estádio da Luz
Árbitro: Knut Kircher (Alemanha)
Benfica: Júlio César (3); Maxi (4), Luisão (3), David Luiz (4) e César Peixoto (3); Ramires (4), Javi Garcia (3), Felipe Menezes (3) (Fábio Coentrão, 60m (3)) e Di María (3) (Rúben Amorim, 76m (2)); Nuno Gomes (4) (Saviola, 65m (2)) e Cardozo (3).
BATE BORISOV – Verenko; Yurevich, Rzhevski, Sosnovski e Bordachov; Krivets, Pavlov, Liktarovich (Volodko, 64m) e Nekhaychilk; Skavysh (Goaryan, 55m) e Rodionov (Alumona, 81m).
Ao intervalo: 2-0
Acção disciplinar: Cartão amarelo a Yurevich, Volodko
Marcadores: 1-0, Nuno Gomes (35m); 2-0, Cardozo, 40m;
Principais Incidências da Partida(fonte: www.sapo.pt)
Arbitragem
A opção por 5 árbitros revelou-se inócua!
Diria mesmo, perniciosa para a arbitragem!
Quem viu Cardozo a ser agarrado na área e assistiu à inacção do árbitro de baliza, certamente, que não desculpou o equívoco ao contrário do que sucedia no passado com fundamento na incapacidade do árbitro para ver e analisar o lance.
Ou seja, emergiu ainda mais evidenciada a falta de qualidade da generalidade dos árbitros!
Assim, ou o tempo altera os hábitos instalados ou então mais vale desistir, de uma vez por todas, da experiência.
Vedetas
Nuno Gomes
No regresso à titularidade, uma primeira parte como há muito não se lhe via.
Móvel e dinâmico, assinou um golo de excelente execução técnica e assistiu primorosamente Cardozo para outro.
Na segunda metade, o cansaço notou-se e a sua produção foi decrescendo até à substituição.
Maxi Pereira
Esteve lesionado?!
Não se notou! ou melhor, notou-se mas apenas nos 5 minutos finais!
Revelou uma condição física invejável, que lhe permitiu fazer todo o corredor com idêntica eficácia.
Defendeu e atacou sempre a alta rotação, com equilíbrio e a bom nível.
Admirável o seu trabalho a anteceder o primeiro golo
Ramires
Impressionante o vaivém incessante, que protagonizou na meia-direita benfiquista.
Clarividente, soube sempre optar pela melhor solução.
Revelou uma notável leitura de jogo, equilibrando ao meio com o mesmíssimo rigor com que aportou profundidade ao flanco.
David Luiz
Rápido e sagaz, resolveu com facilidade as investidas do Bate.
Assumiu-se como o principal impulsionador do primeiro momento de construção ofensiva do Benfica.
Três momentos ilustram na perfeição a superior qualidade do seu desempenho:
um corte providencial aos 76 minutos obstando a que o jogador do Bate se isolasse e dois potentes remates de fora da área, que o guarda-redes do Bate conheceu dificuldades em suster.
Marretas
Numa exibição muito equilibrada e de inegável qualidade, nenhum jogador merece referência negativa.
O Jogo
Positivo
Superioridade indiscutível do Benfica - na dinâmica, na mobilidade, na organização, na capacidade técnica individual e na capacidade táctica colectiva!
Constância exibicional num patamar superior.
Profundidade qualitativa do plantel, permitindo uma rotação sem dor e com proveito.
Consolidação do modelo e dos princípios de jogo pelo plantel.
Domínio e controlo sobre o adversário e sobre a partida, pondo e dispondo dos ritmos e dos tempos.
Capacidade de determinar o curso da contenda.
Capacidade de pressionar alto, não só com vista a entorpecer o 1º momento de construção do adversário como também a conquistar a bola perto da área contrária e, assim, potenciar a possibilidade de arquitectar momentos de finalização.
Atitude competitiva do Benfica, marcada pelo querer, raça, ambição e desejo de conquista.
Gestão do esforço e da intensidade, num desempenho assaz racional.
Capacidade de administração da vantagem em posse de bola.
Solidez defensiva, sem perder acutilância ofensiva.
A estreia de Júlio César, pautada pela segurança, sobriedade e concentração.
A estreia de Fellipe Menezes, assinalada por bons pormenores técnicos.
A excelente execução técnica de Nuno Gomes no lance do 1º golo.
Negativo
A letargia e a desconcentração da generalidade dos jogadores encarnados nos últimos 15 minutos do encontro.
quarta-feira, setembro 16, 2009
Análise à 1ª Jornada da Champions League - Grupos E a H
Liverpool 1-0 Debrecen
O avassalador domínio inglês não conheceu correspondência no marcador.
Um solitário golo de Kuyt no ocaso da 1ª parte garantiu uma vitória, que a equidade reclamava de outra monta.
Liverpool Debrecen
1 Golos marcados 0
8 Remates à baliza 3
16 Remates para fora 9
1 Remates interceptados 2
1 Cartões amarelos 1
0 Cartões vermelhos 0
9 Faltas cometidas 12
10 Cantos 6
4 Foras-de-jogo 3
35' 34'' P. bola (tempo) 19' 23''
64% P. bola (%) 36%
Lyon 1-0 Fiorentina
Na luta por uma vaga nos oitavos de final, os franceses não desperdiçaram o factor casa e conquistaram uma vantagem, quiça decisiva.
Lyon Fiorentina
1 Golos marcados 0
7 Remates à baliza 2
4 Remates para fora 5
3 Remates interceptados 3
3 Cartões amarelos 3
0 Cartões vermelhos 1
18 Faltas cometidas 20
9 Cantos 8
2 Foras-de-jogo 0
31' 33'' P. bola (tempo) 23' 20''
57% P. bola (%) 43%
Dynamo Kyiv 3-1 Rubin
Num duelo de ex-repúblicas soviéticas, os ucranianos suplantaram os russos.
Não obstante, os russos agregaram superioridade inicial no marcador, da qual, apenas, nos últimos vinte minutos abriram mão.
A persistência ucraniana encontrou recompensa em três golos, que reflectem a sua proeminência sobre o adversário.
Dynamo Rubin
3 Golos marcados 1
7 Remates à baliza 1
7 Remates para fora 2
5 Remates interceptados 1
2 Cartões amarelos 3
0 Cartões vermelhos 0
15 Faltas cometidas 21
5 Cantos 4
1 Foras-de-jogo 1
30' 9'' P. bola (tempo) 22' 56''
56% P. bola (%) 44%
Internazionale 0-0 Barcelona
Os equilíbrios, ai os equilíbrios, que entorpecem os talentos ao ponto de os anular!
O medo de perder prevaleceu sobre a vontade de ganhar e o nulo emergiu com naturalidade num cenário de temores vários e generalizados.
Fazendo alarde de um colectivo fortíssimo polvilhado de não menos robustas individualidades, o Barcelona apresentou o seu habitual futebol de filigrana cerceado, todavia, de agressividade nos últimos 30 metros.
Se o Barça delinquiu na profundidade ofensiva no último terço, ao Inter o que faltou em audácia sobrou em pragmatismo.
Em nome da harmonia posicional da sua equipa, Mourinho abdicou do 2º momento de construção e apostou tudo no jogo directo na vã tentativa de explorar o adiantamento da linha defensiva catalã através da velocidade de Milito e Eto´o.
Assim, não estranhou a igualdade final a zero.
Internazionale Barcelona
0 Golos marcados 0
4 Remates à baliza 3
4 Remates para fora 8
1 Remates interceptados 3
1 Cartões amarelos 2
0 Cartões vermelhos 0
12 Faltas cometidas 15
1 Cantos 4
7 Foras-de-jogo 3
23' 3'' P. bola (tempo) 44' 45''
33% P. bola (%) 67%
Stuttgart 1-1 Rangers
A paridade no valor das equipas conheceu repercussão no resultado.
Stuttgart Rangers
1 Golos marcados 1
6 Remates à baliza 4
9 Remates para fora 4
4 Remates interceptados 0
0 Cartões amarelos 1
0 Cartões vermelhos 0
8 Faltas cometidas 15
6 Cantos 3
3 Foras-de-jogo 5
34' 18'' P. bola (tempo) 28' 30''
54% P. bola (%) 46%
Sevilla 2-0 Unirea Urziceni
Luís Fabiano foi fabuloso e com um golo e uma assistência construiu um triunfo tão tranquilo quanto incontestado dos espanhóis.
Sevilla Unirea Urziceni
2 Golos marcados 0
7 Remates à baliza 1
5 Remates para fora 5
3 Remates interceptados 2
1 Cartões amarelos 4
0 Cartões vermelhos 0
15 Faltas cometidas 16
6 Cantos 1
1 Foras-de-jogo 0
34' 7'' P. bola (tempo) 22' 19''
60% P. bola (%) 40%
Standard Liège 2-3 Arsenal
Do espanto inicial à normalidade final.
Aos 5 minutos, o Arsenal perdia por 2-0 e parecia condenado a uma derrota assaz surpreendente.
Todavia, a supremacia individual e colectiva dos ingleses haveria de se evidenciar e um golo a terminar a primeira parte e dois outros no último quarto de hora da contenda permitiram aos gunners limpar a face.
Standard Arsenal
2 Golos marcados 3
3 Remates à baliza 10
0 Remates para fora 3
1 Remates interceptados 3
3 Cartões amarelos 1
0 Cartões vermelhos 0
18 Faltas cometidas 18
4 Cantos 5
3 Foras-de-jogo 1
19' 23'' P. bola (tempo) 39' 19''
33% P. bola (%) 67%
Olympiacos 1-0 AZ Alkmaar
Nem mesmo a transição de treinadores obstou a que os gregos vencessem os campeões holandeses.
Numa partida em que o domínio territorial até pertenceu ao AZ, a eficácia grega falou mais alto.
Olympiacos AZ
1 Golos marcados 0
1 Remates à baliza 2
6 Remates para fora 3
2 Remates interceptados 0
0 Cartões amarelos 2
0 Cartões vermelhos 0
9 Faltas cometidas 22
4 Cantos 4
1 Foras-de-jogo 1
27' 29'' P. bola (tempo) 32' 7''
46% P. bola (%) 54%
terça-feira, setembro 15, 2009
Análise à 1ª Jornada da Champions League - Grupos A a D
Juventus vrs. Girondins de Bordeaux 1-1
A Vecchia Signora empatou e abriu a porta à discussão do apuramento pelo Bordéus.
Em mais um início titubeante, a tradição voltou a não ser o que era e a Juventus revelou-se incapaz de segurar a vantagem que o golo de Iaquinta lhe conferiu.
Juventus Bordeaux
1 Golos marcados 1
11 Remates à baliza 5
8 Remates para fora 6
3 Remates interceptados 3
2 Cartões amarelos 1
0 Cartões vermelhos 0
17 Faltas cometidas 17
9 Cantos 4
2 Foras-de-jogo 3
27' 6'' P. bola (tempo) 27' 28''
49% P. bola (%) 51%
Maccabi Haifa vrs. Bayern München 0-3
Superioridade total e incontestada da equipa de Van Gaal, que parece, finalmente, afastar a crise de resultados que a assolou no dealbar da temporada.
Muller assumiu-se como a estrela improvável numa equipa em que a influência de Ribéry e Robben é cada vez mais evidente.
Maccabi Haifa Bayern
0 Golos marcados 3
5 Remates à baliza 7
4 Remates para fora 6
1 Remates interceptados 1
1 Cartões amarelos 2
0 Cartões vermelhos 0
12 Faltas cometidas 13
4 Cantos 10
1 Foras-de-jogo 2
24' 57'' P. bola (tempo) 35' 58''
40% P. bola (%) 60%
Grupo B
Wolfsburg vrs. CSKA 3-1
Lineker disse um dia que o futebol são onze jogadores de cada lado e no final ganham os alemães. Hoje, assim aconteceu once again.
Notável o hat-trick de Grafite na sua estreia na competição.
Wolfsburg CSKA Moskva
3 Golos marcados 1
5 Remates à baliza 4
9 Remates para fora 7
1 Remates interceptados 0
0 Cartões amarelos 1
0 Cartões vermelhos 0
11 Faltas cometidas 20
6 Cantos 2
2 Foras-de-jogo 1
31' 27'' P. bola (tempo) 38' 28''
44% P. bola (%) 56%
Beşiktaş vrs. Manchester United 0-1
A experiência é um posto.
E hoje na Turquia foi decisiva.
Scholes a 13 minutos do final desfez uma equação cuja lógica determinava irresolúvel.
Beşiktaş Man. United
0 Golos marcados 1
1 Remates à baliza 6
5 Remates para fora 7
2 Remates interceptados 1
2 Cartões amarelos 1
0 Cartões vermelhos 0
10 Faltas cometidas 10
9 Cantos 4
3 Foras-de-jogo 6
29' 24'' P. bola (tempo) 33' 51''
46% P. bola (%) 54%
Grupo C
Zürich vrs. Real Madrid 2-5
Lenta e progressivamente, Ronaldo consolida a sua afirmação em Madrid.
Dois golos mais numa partida em que se pulverizaram quaisquer dúvidas que ainda restassem quanto à importância dos equilíbrios.
Xabi Alonso saiu e o Real sofreu dois golos!
Zürich Real Madrid
2 Golos marcados 5
5 Remates à baliza 7
2 Remates para fora 6
2 Remates interceptados 4
2 Cartões amarelos 6
0 Cartões vermelhos 0
17 Faltas cometidas 14
3 Cantos 6
5 Foras-de-jogo 2
33' 16'' P. bola (tempo) 36' 15''
47% P. bola (%) 53%
Olympique de Marseille vrs. AC Milan 1-2
A impetuosidade francesa naufragou perante a frieza e o calculismo italiano.
A codícia do velho Inzaghi revelou-se decisiva.
Marseille Milan
1 Golos marcados 2
4 Remates à baliza 3
10 Remates para fora 2
4 Remates interceptados 1
0 Cartões amarelos 3
0 Cartões vermelhos 0
22 Faltas cometidas 23
5 Cantos 3
2 Foras-de-jogo 4
25' 9'' P. bola (tempo) 27' 38''
47% P. bola (%) 53%
Grupo D
Chelsea vrs. Porto 1-0
Auto-determinação ou Hetero-determinação?
Prefiro sempre a auto-determinação!
Jesualdo, pelo menos no que toca a jogos frente a adversários de idêntica ou superior igualha, prioriza a hetero-determinação!
Sem entrar em juízos de valor, mas entrando, dizer que sempre que alterou o modelo e os princípios de jogo da sua equipa em função do adversário perdeu sempre!
Repetiu os pecadilhos do passado em Stanford Bridge e, sem surpresa, a história conheceu semelhante desfecho!
Frente a um Chelsea amputado de Bosingwa e Drogba e num registo cada vez mais "italianizado", um Porto sem temores reverenciais podia ter alcançado outro resultado.
Chelsea Porto
1 Golos marcados 0
6 Remates à baliza 7
9 Remates para fora 9
6 Remates interceptados 2
2 Cartões amarelos 2
0 Cartões vermelhos 1
16 Faltas cometidas 21
7 Cantos 4
2 Foras-de-jogo 1
32' 4'' P. bola (tempo) 28' 16''
53% P. bola (%) 47%
Atlético de Madrid vrs. APOEL 0-0
Abel Resino deve estar de malas aviadas!
Após o empate caseiro do fim de semana, análogo resultado frente aos neófitos cipriotas.
Domínio improfícuo de um Atlético de Madrid peco de imaginação e criatividade perante um APOEL apenas defensivamente competente.
Atlético APOEL
0 Golos marcados 0
11 Remates à baliza 1
10 Remates para fora 5
2 Remates interceptados 1
1 Cartões amarelos 2
0 Cartões vermelhos 0
15 Faltas cometidas 18
7 Cantos 7
0 Foras-de-jogo 8
52' 28'' P. bola (tempo) 41' 10''
56% P. bola (%) 44%