O Sporting foi, ontem, eliminado das competições europeias, sem honra, nem glória.
Para quem havia apelidado a derrota do Benfica em Glasgow de vergonhosa, como qualificará o que ontem se passou?!
Para quem havia qualificado o Spartak de medíocre, como encarar tamanha débacle?!
A exibição do Sporting, ontem, foi má de mais para ser verdade.
Mas, o inêxito começou bem antes.
Como ontem aqui disse em antevisão à partida, a derrota começou a ser construída na conferência de imprensa.
Nessa ocasião, Paulo Bento enfatizou, por diversas vezes, que o empate chegava ao Sporting para se qualificar para a Taça UEFA.
Erro craso, que retirou ambição e concentração aos seus jogadores.
Transmitiu uma imagem de insegurança, contribuindo, decisivamente, para diminuir os níveis de confiança dos seus jogadores.
Por outro lado, quem joga com o empate, normalmente perde.
Jesualdo, perante idêntico cenário, nunca mas nunca afirmou satisfazer-se com o empate, insistindo que só a vitória lhe interessa.
O ano passado, elogiei Paulo Bento pela competência que revelou nos chamados "mind games".
Aliás, a nova dinâmica que imprimiu na equipa leonina ancorou-se muito na sua capacidade para "entrar" na cabeça dos jogadores.
Desta vez, Paulo Bento falhou rotundamente na preparação psicológica do jogo.
Depois, falhou, igualmente, na constituição da equipa.
Também, neste aspecto, Paulo Bento me surpreendeu pela negativa.
O técnico leonino notabilizou-se pela defesa intransigente dos seus jogadores, assumindo-se o caso de Liedson como o mais paradigmático.
Ontem, crucificou Custódio, Nani e Carlos Martins.
Pode-se falar de rotatividade, mas o certo é que os restantes jogadores que defrontaram o Benfica se mantiveram no onze.
Ao invés, Custódio saiu da equipa, Martins foi para a bancada e Nani para o banco, num claro apontar dos principais responsáveis pela derrota frente ao Benfica.
Para além deste assacar de culpas, com consequências sempre nefastas na "saúde" do balneário, os substitutos dos aludidos jogadores exibiram-se em plano inferior ao que aqueles haviam feito na sexta-feira passada.
Paredes não acertou um passe, nem com as marcações, Ronny demonstrou, uma vez mais, que a única qualidade que possui é o seu forte pontapé de meia e longa distância, tendo sido pelo seu flanco que o Spartak desbaratou, por completo, a defensiva leonina, e Djálo nunca conseguiu ligar o processo ofensivo, errando passes e mostrando-se incapaz de finalizar com o mínimo acerto.
O Sporting evidenciou uma ansiedade imprópria de quem joga no seu reduto e com dois resultados possíveis.
Também, neste aspecto, Bento falhou.
O treinador não se revelou capaz de recuperar psíquica e animicamente os jogadores do desaire frente ao Benfica.
Os jogadores entraram em campo com medo de falharem e quando assim é, geralmente, acontece o que se teme.
Tal como na sexta-feira, o Sporting viu-se em desvantagem muito cedo e logo por dois golos de diferença.
Mais uma vez, a equipa mostrou-se incapaz de assumir a iniciativa do jogo e de criar ocasiões de golo.
As melhores oportunidades de golo do Sporting nasceram de lances de bola parada.
Então na segunda parte, ocasiões exclusivamente na sequência de bolas paradas.
A equipa leonina desconhece o processo ofensivo assente em ataque continuado.
Mas, para além das falhas ofensivas, o Sporting, ontem, também, não acertou com a transição defensiva.
Se qualidade foi reconhecida a esta equipa do Sporting foi a da sua competência na execução das transições defensivas, revelando-se uma equipa sempre organizada, na qual os jogadores rápida e eficazmente recuperavam a sua posição defensiva.
Ontem, antes pelo contrário.
O Sporting não foi aquele bloco compacto, com as linhas curtas e posicionadas que já foi, mas sim uma equipa que deixou muito espaço entre linhas para o Spartak explorar em contra-ataque.
A defesa e o meio-campo apresentaram uma descoordenação incompreensível.
Com Moutinho em falência física, o Sporting perde os seus equilíbrios.
O pior do jogo de ontem foi a incapacidade que o Sporting sempre demonstrou em reverter o resultado.
Chegou a ser confrangedor!
O Spartak nem teve que realizar uma super exibição para vencer.
Limitou-se a aproveitar as benesses leoninas.
Ao fim de 22 jogos sem ganhar na Champions, o Spartak regressou às vitórias no mesmo palco onde o havia feito pela última vez.
Para finalizar, duas notas.
A primeira, para o número de espectadores presentes em Alvalade.
20 mil pessoas se não constitui recorde negativo em jogos da Champions, deve andar lá perto.
A segunda, para o fácies de Soares Franco, Ribeiro Teles e Rogério Alves no decorrer da partida.
O desespero que perpassava pelas suas expressões diz bem da importância financeira que a continuação nas competições europeias representava para o Sporting.
Com as mais importantes receitas de bilheteira já realizadas, por via das visitas de Porto e Benfica, para além do dinheiro proveniente da venda das Game Box´s, a Taça UEFA não deixaria de constituir um relevante fluxo de capitais para o equilíbrio das contas.
quarta-feira, dezembro 06, 2006
Artigo de Opinião do Condómino Fura-Redes
Também eu pressionado com imensos afazeres laborais e questões prementes de carácter pessoal, como é do conhecimento do Administrador, farei esta semana um pequeno comentário, pois bem sei que o dia está reservado para as emoções de mais logo da Champions bem como para o rescaldo do jogo do Sporting que á hora que redijo este texto está no seu início (Força Sporting).
Limitar-me-ei a um pequeno comentário sobre a jornada passada e sobre assuntos da actualidade, por manifesta falta de tempo e, também, de inspiração mas não queria deixar de cumprir a obrigação que assumi perante o nosso prezado Administrador.
Depois das jornadas em que os ditos grandes obtiveram resultados idênticos, tempo para a jornada dos derbis.
Primeiro em Lisboa depois no Porto e com resultado coincidente.
Em Alvalade ganhou a equipa visitante; no Porto ganhou a equipa visitada.
Em Alvalade golos na 1ª parte, no Dragão golos apenas na 2ª.
No derbi nortenho duas equipas com quem o Sporting não tinha perdido e de quem o SLB tinha sofrido derrotas com três golos.
Em Alvalade e no Dragão marcaram golos ex-jogadores do Sporting (Simão e Quaresma).
Marcaram, também, jogadores que estiveram quase para, nesta altura, não fazerem parte dos planteis das equipas vencedoras, Simão e Postiga.
Fernando Santos venceu um jogo perante uma equipa de que já foi treinador, o mesmo sucedendo com Jesualdo, embora este tivesse orientado o B.F.C. por pouco tempo.
Paulo Bento e Jaime Pacheco perderam perante equipas que já representaram e nas quais conquistaram títulos nacionais.
Pacheco vê o seu BFC (Bou-te Foder as Canelas) afundar-se, para tal contribuindo um guarda-redes que se devia chamar Tadhim.
Paulo Bento vê o Sporting atrasar-se perante um concorrente directo, sendo certo que nos últimos 3 clássicos em Alvalade, Paulo Bento não saiu vencedor em nenhum deles.
Destaco o lance do segundo golo em Alvalade, o qual se ficou a dever à mesma causa da infidelidade e devolução de cheques sem provisão; ou seja, falta de cobertura, naquele caso de Custódio.
Culpas, e muitas, na derrota do Sporting para a Direcção do Clube verde e branco.
É sabido que para ganhar ao Benfica basta contratar um treinador com 8 dias de antecedência, veja-se os casos do Braga e do Boavista.
O Futebol Clube do Porto safou-se porque apresentou um treinador que tinha resgatado uns diazitos antes mas por pouco quase que não beneficiava de tal benesse, bastava para tanto que Jesualdo tivesse chegado ao Dragão no início da época.
O Sporting arriscou e preferiu apresentar um treinador sem tal habilitação mas que já acompanha a equipa há algum tempo e deu-se mal. Tivesse orientado a equipa o Moniz Pereira e já a sorte seria outra.
Com a saída de José Veiga constatei a existência da síndrome de ilegalidade no SLB.
Tal síndrome, não é novo, embora nunca tenho sido provado cientificamente. Até agora.
O que podemos observar é que existem homens sérios, pagadores de impostos, empresários zelosos que, ao entrarem para a direcção do Benfica, ficam de imediato com este síndrome, o qual se reflecte de várias maneiras, mas os primeiros sintomas são: abertura de contas em paraísos fiscais, evasão fiscal e trafico de influências.
A evolução da síndrome depende do tempo de exposição ao clube e, em casos crónicos como o do Dr. Vale e Azevedo, pode evoluir para roubo e falsificação de documentos.
A propósito queria aqui destacar a abertura de mais uma casa do SLB.
Na verdade, um grupo de detidos no Estabelecimento Prisional de Lisboa vai pôr em prática uma ideia que vinha já sendo equacionada há já algum tempo, uma casa do Benfica dentro desse Estabelecimento.
A ideia começou a ganhar contornos quando o ex-dirigente Vale e Azevedo esteve detido no EPL.
Esta iniciativa prende-se não só com a intenção do SLB bater o recorde de clube com mais associados mais também o de clube com maior número de sócios com quotas em atraso.
O certo é que o Benfica após a saída de José Veiga, e à excepção do jogo contra o Braga, tem ultrapassado os obstáculos que lhe têm surgido.
Além disso, têm sido imensas as manifestações de apreço dos benfiquistas para com aquele seu antigo líder, senão vejamos:
- 1º o caso GoodSTONE;
- depois o Ricardo Stone têm marcado golos e
- a claque “NO NAME BOYS” foi apanhada com uma balança e substâncias estupefacientes, ao que se sabe para apanhar uma grande (e good) stone.
Estou, também, em condições de avançar, esperando que isto não passe daqui, pois trata-se de matéria altamente confidencial, que a Justiça está já no encalce de Luís Filipe Vieira.
Agora, depois da operação GOODSTONE, terão lugar as operações “FIRESTONE” e “BRIDGESTONE”.
Por último e como sentida HO MENAGE a esse homem que fez tanto pelo Vitalício, aqui segue o último dia, passo a passo, de José Veiga no SLB que mão amiga me fez chegar e cuja colaboração agradeço:
8:30h- alvorada;
8:35h - Marco Ferreira chega ao hotel;
8:40h - chega ao hotel a esteticista para tratar das sobrancelhas de Miccoli;
8:41h - o departamento médico é chamado ao quarto de Miccoli para assistir a esteticista, que sofreu uma entrada dura de Petit;
8:42h – o departamento médico é chamado ao quarto de Moretto, que deixou que a embalagem de desodorizante lhe escorregasse das mãos e lhe caísse em cima dos pés;
8:43h - chegam ao hotel os camiões com os bidões de água oxigenada para Beto;
8:48h – Mantorras liga para a recepção do Hotel pedindo que mudem a lâmpada do seu WC pois no seu espelho apenas vê uma dentadura;
8:50h - o departamento médico é chamado para assistir Petit, que sofreu uma entrada dura de Katsouranis, que insiste em dizer bem alto: “só acertei na bola, só acertei na bola”;
8:52h – Léo pede a Alcides que o ajude a descer da cama;
9:00h - pequeno-almoço;
9:05h - Simão acorda;
9:06h - Simão chora por o terem deixado sozinho no quarto;
9:07h – a empregada de limpeza é chamada junto de Moretto, que deixou que a sua chávena de chá lhe escorregasse das mãos;
9:10h - José Veiga chega ao hotel;
9:11h – desaparece da recepção do hotel uma pequena estátua em ouro;
9:15h - Nuno Gomes acorda e vai directo para o salão de cabeleireiro do hotel;
9:30h – o departamento médico é chamado ao quarto de Rui Costa para o auxiliar a levantar-se da cama;
9:40h - o departamento médico é chamado ao quarto de Beto, que se intoxicou enquanto chegava água oxigenada ao cabelo;
9:45h – chega ao hotel o departamento de desencarceramento da PSP para tentar retirar o frigorífico que ficou preso no aparelho dos dentes de Luisão;
10:00h – treino;
10:01h – Nuno Gomes sai do salão de cabeleireiro do hotel;
10:05h – chegam ao hotel os velhotes do centro de dia do Seixal para passarem o dia com Rui Costa;
10:06h – Nelson é levado de emergência para o hospital, depois de ter sofrido entrada dura simultânea de Petit e de Katsouranis, que insiste em dizer bem alto: “só acertei na bola, só acertei na bola”;
10:10h – dois agentes da PSP chegam para assistir ao treino e Nuno Assis, ao vê-los, esconde-se dizendo: “a seringa não era minha, senhor agente, eu juro que a seringa não era minha”;
10:11h – José Veiga chega para assistir ao treino;
10:12h – um adepto que assistia ao treino queixa-se aos dois polícias de que desapareceu a sua carteira;
10:15h – Simão está pronto para entrar no treino;
10:20h – o departamento médico é chamado para assistir um adepto, atingido por um bidão de água que Moretto deixou escorregar;
11:30h – final do treino;
11:31h - Nuno Gomes está pronto para entrar no treino;
12:00h – almoço: Fernando Santos faz a distribuição dos lugares; Kikin Fonseca fica na mesa dos roupeiros;
12:01h – Luís Filipe Vieira chega ao hotel e cumprimenta jogadores e staff: “hum hum, hum hum”;
12:05h – José Veiga pede licença e vai à casa-de-banho;
12:06h – desaparece misteriosamente o tampo da sanita da casa-de-banho dos homens;
12:10h – é colocada na mesa da direcção uma garrafa de vinho tinto;
12:11h – Manuel Vilarinho e Toni dão entrada no hotel; desaparece a garrafa de vinho tinto da mesa da direcção. Manuel Vilarinho e Toni dizem que não podem ficar mais tempo.
12:30h – final do almoço;
12:31h – chega à mesa a sopa passada para Rui Costa;
12:40h – José Veiga diz a Rui Costa para ver que belo pássaro está a passar junto à janela;
12:41h – a sopa de Rui Costa desaparece misteriosamente do prato;
12:43h – Manú chega finalmente ao hotel, mas é impedido de entrar pelo segurança de serviço; motivo: não foi convocado;
12:44h – o segurança de serviço é encontrado esfaqueado junto à recepção;
12:47h – rodada de sueca no bar: bonitos contra feios; estranhamente uma das equipas parece não estar presente;
12:48h – Simão chora por ter sido atingido na cabeça por uma carta que Moretto deixou escorregar das mãos;
12:50h – Kikin Fonseca junta-se aos empregados do hotel na limpeza da cozinha;
12:55h – mudança de baralho de cartas: Mantorras comeu as “dámas” todas do baralho anterior;
12:57h – chegam ao hotel sete prostitutas ucranianas e vão directas para o quarto de Karyaka;
13:00h – Fernando Santos ordena que a sueca termine;
13:01h – começa nova rodada de sueca;
13:30h - saída do autocarro para o estádio;
13:32h – chega ao hotel um carro especial (anti-trepidações) para transportar Rui Costa ao estádio;
13:35h – paragem para mudança de roda do autocarro: Moretto deixou escorregar o corta-unhas pela janela e furou um pneu;
13:45h – chegada do autocarro ao estádio;
13:46h – Manú mistura-se entre os seus companheiros de equipa e consegue infiltrar-se e entrar no balneário;
13:47h – Fernando Santos informa os jogadores do onze titular e ordena que se equipem;
13:48h – os jogadores vão passear pelo relvado para aferir do seu estado;
13:50h - Kikin Fonseca traz finalmente o cesto com os equipamentos;
14:00h – Luís Filipe Vieira dá a palestra perante o plantel: “hum hum, hum hum, hum hum”;
14:15h – Fernando Santos dá a palestra no balneário;
14:16h – jogadores iniciam aquecimento no relvado;
14:30h – Fernando Santos termina palestra no balneário;
14:40h – cão-polícia é levado de emergência para o veterinário por ter sofrido entrada dura de Katsouranis, que insiste em dizer bem alto: “só acertei na bola, só acertei na bola”;
14:45h – fim do aquecimento;
14:46h – Fernando Santos ordena que o aquecimento se inicie;
14:55h - as equipas entram no relvado: José Veiga cumprimenta, com um aperto de mão, o árbitro;
14:56h – o árbitro repara que o seu anel de casamento desapareceu misteriosamente do dedo;
14:57h – Luís Filipe Vieira cumprimenta, com um aperto de mão, o árbitro;
14:58h – o árbitro repara que o seu anel de casamento já está, novamente, no seu dedo;
15:00h – início do jogo;
16:50h – fim do jogo;
16:51h – Rui Costa está pronto para entrar no jogo.
Limitar-me-ei a um pequeno comentário sobre a jornada passada e sobre assuntos da actualidade, por manifesta falta de tempo e, também, de inspiração mas não queria deixar de cumprir a obrigação que assumi perante o nosso prezado Administrador.
Depois das jornadas em que os ditos grandes obtiveram resultados idênticos, tempo para a jornada dos derbis.
Primeiro em Lisboa depois no Porto e com resultado coincidente.
Em Alvalade ganhou a equipa visitante; no Porto ganhou a equipa visitada.
Em Alvalade golos na 1ª parte, no Dragão golos apenas na 2ª.
No derbi nortenho duas equipas com quem o Sporting não tinha perdido e de quem o SLB tinha sofrido derrotas com três golos.
Em Alvalade e no Dragão marcaram golos ex-jogadores do Sporting (Simão e Quaresma).
Marcaram, também, jogadores que estiveram quase para, nesta altura, não fazerem parte dos planteis das equipas vencedoras, Simão e Postiga.
Fernando Santos venceu um jogo perante uma equipa de que já foi treinador, o mesmo sucedendo com Jesualdo, embora este tivesse orientado o B.F.C. por pouco tempo.
Paulo Bento e Jaime Pacheco perderam perante equipas que já representaram e nas quais conquistaram títulos nacionais.
Pacheco vê o seu BFC (Bou-te Foder as Canelas) afundar-se, para tal contribuindo um guarda-redes que se devia chamar Tadhim.
Paulo Bento vê o Sporting atrasar-se perante um concorrente directo, sendo certo que nos últimos 3 clássicos em Alvalade, Paulo Bento não saiu vencedor em nenhum deles.
Destaco o lance do segundo golo em Alvalade, o qual se ficou a dever à mesma causa da infidelidade e devolução de cheques sem provisão; ou seja, falta de cobertura, naquele caso de Custódio.
Culpas, e muitas, na derrota do Sporting para a Direcção do Clube verde e branco.
É sabido que para ganhar ao Benfica basta contratar um treinador com 8 dias de antecedência, veja-se os casos do Braga e do Boavista.
O Futebol Clube do Porto safou-se porque apresentou um treinador que tinha resgatado uns diazitos antes mas por pouco quase que não beneficiava de tal benesse, bastava para tanto que Jesualdo tivesse chegado ao Dragão no início da época.
O Sporting arriscou e preferiu apresentar um treinador sem tal habilitação mas que já acompanha a equipa há algum tempo e deu-se mal. Tivesse orientado a equipa o Moniz Pereira e já a sorte seria outra.
Com a saída de José Veiga constatei a existência da síndrome de ilegalidade no SLB.
Tal síndrome, não é novo, embora nunca tenho sido provado cientificamente. Até agora.
O que podemos observar é que existem homens sérios, pagadores de impostos, empresários zelosos que, ao entrarem para a direcção do Benfica, ficam de imediato com este síndrome, o qual se reflecte de várias maneiras, mas os primeiros sintomas são: abertura de contas em paraísos fiscais, evasão fiscal e trafico de influências.
A evolução da síndrome depende do tempo de exposição ao clube e, em casos crónicos como o do Dr. Vale e Azevedo, pode evoluir para roubo e falsificação de documentos.
A propósito queria aqui destacar a abertura de mais uma casa do SLB.
Na verdade, um grupo de detidos no Estabelecimento Prisional de Lisboa vai pôr em prática uma ideia que vinha já sendo equacionada há já algum tempo, uma casa do Benfica dentro desse Estabelecimento.
A ideia começou a ganhar contornos quando o ex-dirigente Vale e Azevedo esteve detido no EPL.
Esta iniciativa prende-se não só com a intenção do SLB bater o recorde de clube com mais associados mais também o de clube com maior número de sócios com quotas em atraso.
O certo é que o Benfica após a saída de José Veiga, e à excepção do jogo contra o Braga, tem ultrapassado os obstáculos que lhe têm surgido.
Além disso, têm sido imensas as manifestações de apreço dos benfiquistas para com aquele seu antigo líder, senão vejamos:
- 1º o caso GoodSTONE;
- depois o Ricardo Stone têm marcado golos e
- a claque “NO NAME BOYS” foi apanhada com uma balança e substâncias estupefacientes, ao que se sabe para apanhar uma grande (e good) stone.
Estou, também, em condições de avançar, esperando que isto não passe daqui, pois trata-se de matéria altamente confidencial, que a Justiça está já no encalce de Luís Filipe Vieira.
Agora, depois da operação GOODSTONE, terão lugar as operações “FIRESTONE” e “BRIDGESTONE”.
Por último e como sentida HO MENAGE a esse homem que fez tanto pelo Vitalício, aqui segue o último dia, passo a passo, de José Veiga no SLB que mão amiga me fez chegar e cuja colaboração agradeço:
8:30h- alvorada;
8:35h - Marco Ferreira chega ao hotel;
8:40h - chega ao hotel a esteticista para tratar das sobrancelhas de Miccoli;
8:41h - o departamento médico é chamado ao quarto de Miccoli para assistir a esteticista, que sofreu uma entrada dura de Petit;
8:42h – o departamento médico é chamado ao quarto de Moretto, que deixou que a embalagem de desodorizante lhe escorregasse das mãos e lhe caísse em cima dos pés;
8:43h - chegam ao hotel os camiões com os bidões de água oxigenada para Beto;
8:48h – Mantorras liga para a recepção do Hotel pedindo que mudem a lâmpada do seu WC pois no seu espelho apenas vê uma dentadura;
8:50h - o departamento médico é chamado para assistir Petit, que sofreu uma entrada dura de Katsouranis, que insiste em dizer bem alto: “só acertei na bola, só acertei na bola”;
8:52h – Léo pede a Alcides que o ajude a descer da cama;
9:00h - pequeno-almoço;
9:05h - Simão acorda;
9:06h - Simão chora por o terem deixado sozinho no quarto;
9:07h – a empregada de limpeza é chamada junto de Moretto, que deixou que a sua chávena de chá lhe escorregasse das mãos;
9:10h - José Veiga chega ao hotel;
9:11h – desaparece da recepção do hotel uma pequena estátua em ouro;
9:15h - Nuno Gomes acorda e vai directo para o salão de cabeleireiro do hotel;
9:30h – o departamento médico é chamado ao quarto de Rui Costa para o auxiliar a levantar-se da cama;
9:40h - o departamento médico é chamado ao quarto de Beto, que se intoxicou enquanto chegava água oxigenada ao cabelo;
9:45h – chega ao hotel o departamento de desencarceramento da PSP para tentar retirar o frigorífico que ficou preso no aparelho dos dentes de Luisão;
10:00h – treino;
10:01h – Nuno Gomes sai do salão de cabeleireiro do hotel;
10:05h – chegam ao hotel os velhotes do centro de dia do Seixal para passarem o dia com Rui Costa;
10:06h – Nelson é levado de emergência para o hospital, depois de ter sofrido entrada dura simultânea de Petit e de Katsouranis, que insiste em dizer bem alto: “só acertei na bola, só acertei na bola”;
10:10h – dois agentes da PSP chegam para assistir ao treino e Nuno Assis, ao vê-los, esconde-se dizendo: “a seringa não era minha, senhor agente, eu juro que a seringa não era minha”;
10:11h – José Veiga chega para assistir ao treino;
10:12h – um adepto que assistia ao treino queixa-se aos dois polícias de que desapareceu a sua carteira;
10:15h – Simão está pronto para entrar no treino;
10:20h – o departamento médico é chamado para assistir um adepto, atingido por um bidão de água que Moretto deixou escorregar;
11:30h – final do treino;
11:31h - Nuno Gomes está pronto para entrar no treino;
12:00h – almoço: Fernando Santos faz a distribuição dos lugares; Kikin Fonseca fica na mesa dos roupeiros;
12:01h – Luís Filipe Vieira chega ao hotel e cumprimenta jogadores e staff: “hum hum, hum hum”;
12:05h – José Veiga pede licença e vai à casa-de-banho;
12:06h – desaparece misteriosamente o tampo da sanita da casa-de-banho dos homens;
12:10h – é colocada na mesa da direcção uma garrafa de vinho tinto;
12:11h – Manuel Vilarinho e Toni dão entrada no hotel; desaparece a garrafa de vinho tinto da mesa da direcção. Manuel Vilarinho e Toni dizem que não podem ficar mais tempo.
12:30h – final do almoço;
12:31h – chega à mesa a sopa passada para Rui Costa;
12:40h – José Veiga diz a Rui Costa para ver que belo pássaro está a passar junto à janela;
12:41h – a sopa de Rui Costa desaparece misteriosamente do prato;
12:43h – Manú chega finalmente ao hotel, mas é impedido de entrar pelo segurança de serviço; motivo: não foi convocado;
12:44h – o segurança de serviço é encontrado esfaqueado junto à recepção;
12:47h – rodada de sueca no bar: bonitos contra feios; estranhamente uma das equipas parece não estar presente;
12:48h – Simão chora por ter sido atingido na cabeça por uma carta que Moretto deixou escorregar das mãos;
12:50h – Kikin Fonseca junta-se aos empregados do hotel na limpeza da cozinha;
12:55h – mudança de baralho de cartas: Mantorras comeu as “dámas” todas do baralho anterior;
12:57h – chegam ao hotel sete prostitutas ucranianas e vão directas para o quarto de Karyaka;
13:00h – Fernando Santos ordena que a sueca termine;
13:01h – começa nova rodada de sueca;
13:30h - saída do autocarro para o estádio;
13:32h – chega ao hotel um carro especial (anti-trepidações) para transportar Rui Costa ao estádio;
13:35h – paragem para mudança de roda do autocarro: Moretto deixou escorregar o corta-unhas pela janela e furou um pneu;
13:45h – chegada do autocarro ao estádio;
13:46h – Manú mistura-se entre os seus companheiros de equipa e consegue infiltrar-se e entrar no balneário;
13:47h – Fernando Santos informa os jogadores do onze titular e ordena que se equipem;
13:48h – os jogadores vão passear pelo relvado para aferir do seu estado;
13:50h - Kikin Fonseca traz finalmente o cesto com os equipamentos;
14:00h – Luís Filipe Vieira dá a palestra perante o plantel: “hum hum, hum hum, hum hum”;
14:15h – Fernando Santos dá a palestra no balneário;
14:16h – jogadores iniciam aquecimento no relvado;
14:30h – Fernando Santos termina palestra no balneário;
14:40h – cão-polícia é levado de emergência para o veterinário por ter sofrido entrada dura de Katsouranis, que insiste em dizer bem alto: “só acertei na bola, só acertei na bola”;
14:45h – fim do aquecimento;
14:46h – Fernando Santos ordena que o aquecimento se inicie;
14:55h - as equipas entram no relvado: José Veiga cumprimenta, com um aperto de mão, o árbitro;
14:56h – o árbitro repara que o seu anel de casamento desapareceu misteriosamente do dedo;
14:57h – Luís Filipe Vieira cumprimenta, com um aperto de mão, o árbitro;
14:58h – o árbitro repara que o seu anel de casamento já está, novamente, no seu dedo;
15:00h – início do jogo;
16:50h – fim do jogo;
16:51h – Rui Costa está pronto para entrar no jogo.
terça-feira, dezembro 05, 2006
Liga dos Astros
classificação geral da Liga dos Astros é a seguinte:
1º Lugar: Caça Lagartos/Suçuarana - 595 pontos;
2º Lugar: Joker alho - 587 pontos;
3º Lugar: Kubas4EverTeam - 571 pontos;
4º Lugar: Afinal estou Vivo - 553 pontos;
5º Lugar: Nª Sr.ª do Caravagio- 551 pontos;
6º Lugar: Cruzados - 545 pontos;
7º Lugar: Caixa Campus - 530 pontos;
8º Lugar: Eagles - 518 pontos;
9º Lugar: Santy Thunder Team - 389 pontos;
10º Lugar: Caixa Blogus - 212 pontos;
1º Lugar: Caça Lagartos/Suçuarana - 595 pontos;
2º Lugar: Joker alho - 587 pontos;
3º Lugar: Kubas4EverTeam - 571 pontos;
4º Lugar: Afinal estou Vivo - 553 pontos;
5º Lugar: Nª Sr.ª do Caravagio- 551 pontos;
6º Lugar: Cruzados - 545 pontos;
7º Lugar: Caixa Campus - 530 pontos;
8º Lugar: Eagles - 518 pontos;
9º Lugar: Santy Thunder Team - 389 pontos;
10º Lugar: Caixa Blogus - 212 pontos;
Antevisão do Sporting/Spartak
Aqui fica a antevisão constante do site da UEFA do Sporting/Spartak desta noite:
"O treinador do Sporting, Paulo Bento, exigiu uma vitória clara e inequívoca ante o FC Spartak Moskva na derradeira jornada do Grupo B da UEFA Champions League.
O técnico do Sporting está orgulhoso da sua algo inexperiente equipa, que soube lidar com dois adversários de peso - o FC Internazionale Milano e o FC Bayern München - e que precisa apenas de um empate ante o clube russo para chegar à Taça UEFA.
O Sporting, terceiro do grupo, tem três pontos de avanço sobre o Spartak e empatou a uma bola em Moscovo, por ocasião da segunda jornada.
Apesar disso, Paulo Bento explicou que espera que os jogadores do Sporting batam o adversário russo, embalando de seguida rumo à final de Glasgow da Taça UEFA, em Maio. "Quero que a minha equipa dê uma boa imagem do Sporting em cada jogo, não só através da vitória, mas também pelo nosso estilo de jogo”, disse o técnico português.
"Mas neste último jogo quero ganhar, fazer uma boa exibição e dar uma indicação de quão importante é para o clube e para os meus jogadores continuarem nas provas europeias”.
"O Grupo B foi um grande teste para este grupo de jogadores, a quem faz falta alguma maturidade e experiência. Mas nós não marcámos apenas presença no nosso grupo, nós competimos. Agora quero que a equipa se mantenha na Europa e chegue à final da Taça UEFA. Alguns desses jogadores conseguiram esse objectivo há duas épocas e quero transmitir aos outros a importância e o prestígio que essa experiência teve”.
A derrota do Sporting na final da Taça UEFA de 2005, em pleno Estádio José Alvalade, aconteceu precisamente ante um adversário russo, o PFC CSKA Moskva.
Para além disso, na última vez que o Sporting recebeu o Spartak, os "leões" perderam por 3-0, naquela que foi a última vitória fora do emblema moscovita na UEFA Champions League. "É óbvio que eles vão estar muito motivados porque perderam o título russo este ano e esta é a derradeira oportunidade para ganharem algo. Apenas a vitória lhes interessa", acrescentou Paulo Bento sobre a equipa que terminou, no mês passado, no segundo posto do campeonato da Rússia.
O último jogo do Sporting, perdido em casa na sexta-feira, por 2-0, contra o Benfica, foi, segundo o seu treinador, um exemplo claro do principal problema que afecta a equipa. "Estamos a criar poucas oportunidades e desperdiçamos as que aparecem”, lamentou.
Paulo Bento confirmou que o avançado Liedson vai jogar de início apesar da falta de golos e deu ainda a indicação que Carlos Paredes poderá alinhar no “onze”, como médio mais defensivo.
O treinador do Spartak, Vladimir Fedotov, afirmou que ver a vitória do Benfica lhe deu muitas indicações preciosas. "Foi muito interessante ver o Sporting perder, porque estava com a ideia que eles eram uma equipa muito forte”, disse o veterano técnico.
"O Benfica jogou muito bem em contra-ataque e como o Sporting não aproveitou as suas oportunidades, a vitória foi para a equipa mais eficaz. Este jogo é decisivo para nós porque apenas a vitória nos interessa, mas todos temos que esperar pelo início da partida para ver que tipo de exibição vamos fazer para conseguirmos os três pontos que nos colocarão na Taça UEFA".
Equipas prováveis
Sporting: Ricardo; Miguel Garcia, Tonel, Anderson Polga, Rodrigo Tello; Carlos Paredes; Carlos Martins, João Moutinho, Nani; Alecsandro, Liedson.
Spartak: Wojciech Kowalewski; Roman Shishkin, Martin Jiránek, Geder, Martin Stranzl; Vladimir Bystrov, Radoslav Kováč, Mozart, Maxym Kalynychenko; Yegor Titov; Roman Pavlyuchenko.
"O treinador do Sporting, Paulo Bento, exigiu uma vitória clara e inequívoca ante o FC Spartak Moskva na derradeira jornada do Grupo B da UEFA Champions League.
O técnico do Sporting está orgulhoso da sua algo inexperiente equipa, que soube lidar com dois adversários de peso - o FC Internazionale Milano e o FC Bayern München - e que precisa apenas de um empate ante o clube russo para chegar à Taça UEFA.
O Sporting, terceiro do grupo, tem três pontos de avanço sobre o Spartak e empatou a uma bola em Moscovo, por ocasião da segunda jornada.
Apesar disso, Paulo Bento explicou que espera que os jogadores do Sporting batam o adversário russo, embalando de seguida rumo à final de Glasgow da Taça UEFA, em Maio. "Quero que a minha equipa dê uma boa imagem do Sporting em cada jogo, não só através da vitória, mas também pelo nosso estilo de jogo”, disse o técnico português.
"Mas neste último jogo quero ganhar, fazer uma boa exibição e dar uma indicação de quão importante é para o clube e para os meus jogadores continuarem nas provas europeias”.
"O Grupo B foi um grande teste para este grupo de jogadores, a quem faz falta alguma maturidade e experiência. Mas nós não marcámos apenas presença no nosso grupo, nós competimos. Agora quero que a equipa se mantenha na Europa e chegue à final da Taça UEFA. Alguns desses jogadores conseguiram esse objectivo há duas épocas e quero transmitir aos outros a importância e o prestígio que essa experiência teve”.
A derrota do Sporting na final da Taça UEFA de 2005, em pleno Estádio José Alvalade, aconteceu precisamente ante um adversário russo, o PFC CSKA Moskva.
Para além disso, na última vez que o Sporting recebeu o Spartak, os "leões" perderam por 3-0, naquela que foi a última vitória fora do emblema moscovita na UEFA Champions League. "É óbvio que eles vão estar muito motivados porque perderam o título russo este ano e esta é a derradeira oportunidade para ganharem algo. Apenas a vitória lhes interessa", acrescentou Paulo Bento sobre a equipa que terminou, no mês passado, no segundo posto do campeonato da Rússia.
O último jogo do Sporting, perdido em casa na sexta-feira, por 2-0, contra o Benfica, foi, segundo o seu treinador, um exemplo claro do principal problema que afecta a equipa. "Estamos a criar poucas oportunidades e desperdiçamos as que aparecem”, lamentou.
Paulo Bento confirmou que o avançado Liedson vai jogar de início apesar da falta de golos e deu ainda a indicação que Carlos Paredes poderá alinhar no “onze”, como médio mais defensivo.
O treinador do Spartak, Vladimir Fedotov, afirmou que ver a vitória do Benfica lhe deu muitas indicações preciosas. "Foi muito interessante ver o Sporting perder, porque estava com a ideia que eles eram uma equipa muito forte”, disse o veterano técnico.
"O Benfica jogou muito bem em contra-ataque e como o Sporting não aproveitou as suas oportunidades, a vitória foi para a equipa mais eficaz. Este jogo é decisivo para nós porque apenas a vitória nos interessa, mas todos temos que esperar pelo início da partida para ver que tipo de exibição vamos fazer para conseguirmos os três pontos que nos colocarão na Taça UEFA".
Equipas prováveis
Sporting: Ricardo; Miguel Garcia, Tonel, Anderson Polga, Rodrigo Tello; Carlos Paredes; Carlos Martins, João Moutinho, Nani; Alecsandro, Liedson.
Spartak: Wojciech Kowalewski; Roman Shishkin, Martin Jiránek, Geder, Martin Stranzl; Vladimir Bystrov, Radoslav Kováč, Mozart, Maxym Kalynychenko; Yegor Titov; Roman Pavlyuchenko.
segunda-feira, dezembro 04, 2006
Espaço Prof. Karamba
Os jogos sujeitos a aposta são os seguintes:
Manchester-Benfica;
FCPorto-Arsenal;
Sporting-Spartak;
Sp.Braga-Grasshopers;
Aqui ficam, desde já, os meus palpites:
Manchester-Benfica: 1-2;
FCPorto-Arsenal: 1-1;
Sporting-Spartak: 0-1;
Sp.Braga-Grasshopers: 2-0
Manchester-Benfica;
FCPorto-Arsenal;
Sporting-Spartak;
Sp.Braga-Grasshopers;
Aqui ficam, desde já, os meus palpites:
Manchester-Benfica: 1-2;
FCPorto-Arsenal: 1-1;
Sporting-Spartak: 0-1;
Sp.Braga-Grasshopers: 2-0
Espaço Prof. Karamba
A classificação geral do Espaço Prof. Karamba é a seguinte:
1º Lugar: Cavungi e Carlos - 270 pontos;
2º Lugar: Zex - 260 pontos;
3º Lugar: Jorge Mínimo - 240 pontos;
4º Lugar: Fura-Redes e Costa - 235 pontos;
5º Lugar: Kubas - 230 pontos;
6º Lugar: Vermelho Nunca - 225 pontos;
7º Lugar: Holtreman - 200 pontos;
8º Lugar: Vermelho Sempre e Samsalameh - 190 pontos;
9º Lugar: Vermelho - 180 pontos;
10º Lugar: Estar Vivo é o Contrário de Estar Morto - 165 pontos;
11º Lugar: Francisco Lázaro e Sócio - 150 pontos;
12º Lugar: Petit - 135 pontos;
13º Lugar: Braguilha - 75 pontos;
14º Lugar: Jimmy Jump Reloaded - 20 pontos;
15º Lugar: Sh Cala-te - 5 pontos;
1º Lugar: Cavungi e Carlos - 270 pontos;
2º Lugar: Zex - 260 pontos;
3º Lugar: Jorge Mínimo - 240 pontos;
4º Lugar: Fura-Redes e Costa - 235 pontos;
5º Lugar: Kubas - 230 pontos;
6º Lugar: Vermelho Nunca - 225 pontos;
7º Lugar: Holtreman - 200 pontos;
8º Lugar: Vermelho Sempre e Samsalameh - 190 pontos;
9º Lugar: Vermelho - 180 pontos;
10º Lugar: Estar Vivo é o Contrário de Estar Morto - 165 pontos;
11º Lugar: Francisco Lázaro e Sócio - 150 pontos;
12º Lugar: Petit - 135 pontos;
13º Lugar: Braguilha - 75 pontos;
14º Lugar: Jimmy Jump Reloaded - 20 pontos;
15º Lugar: Sh Cala-te - 5 pontos;
Análise à Jornada
Logicamente, o Benfica venceu com tranquilidade.
Vitória justa e incontestada do Benfica.
Fernando Santos e Paulo Bento surpreenderam nos onzes que apresentaram.
No Sporting, Paulo Bento apostou em Carlos Bueno para fazer companhia aLiedson e no argentino Romagnoli para ocupar o vértice mais adiantado do losango.
No Benfica, a mudança foi estrutural.Nuno Gomes ocupou a posição de n.º10 servindo os avançados Simão e Miccoli.
Fernando Santos com a troca de posições no losango, procurou aportar a maior velocidade e mobilidade de Simão à frente de ataque, ao mesmo tempo que pretendeu conferir a maior disponibilidade e resistência física de NunoGomes ao meio-campo.
O jogo não podia ter começado melhor para o Benfica.
Nélson cruzou da direita e surgiu Nuno Gomes ao segundo poste, a cabecear para uma defesa instintiva de Ricardo.
Na sequência do canto apontado por Simão, Ricardo Rocha antecipou-se a Polga e desviou forte para a baliza leonina. Estava apenas decorrido o 2º minuto de jogo.
Momento crucial da partida.
O golo tranquilizou o Benfica e intranquilizou o Sporting.
Mas mais do que isso, permitiu ao Benfica oferecer ao Sporting a iniciativa de jogo e alterar os pressupostos tácticos idealizados por Paulo Bento.
Quando afirmou que uma vitória leonina colocaria o Benfica a 10 pontos,Bento, para além de procurar aumentar os níveis de ansiedade do adversário, procurou incitar o Benfica a assumir o jogo, por forma a potenciar o que a sua equipa tem de melhor.
Se não consegue jogar em ataque continuado, e isso ficou demonstrado àsaciedade na sexta-feira, o mesmo já não acontece no que se reporta à exploração do erro adversário a partir da rapidez nas transições,materializadas em contra-ataques e ataques velozes.
Bento queria explorar a necessidade benfiquista do resultado, mas o golo deRicardo Rocha modificou, por completo, as premissas da partida.
Por outro lado, Santos desenhou um esquema que passava pela não exposição da equipa às principais qualidades do adversário.
Santos montou uma equipa compacta, actuando em bloco médio/baixo, com as linhas muito perto umas das outras, por forma a salvaguardá-la das rápidas transições leoninas.
Mais, apostou, claramente, em dar a iniciativa de jogo ao Sporting, por forma a conduzi-lo ao abismo da sua incapacidade em jogar em ataque continuado.
Com o golo, a estratégia de Santos conheceu terreno perfeito para ser bem sucedida.
Ao invés, a pressão, a intranquilidade, a ansiedade que Bento procurou colocar sobre o adversário encontrava-se, agora, sobre a sua equipa.
Por outro lado, o Sporting viu-se forçado a assumir a iniciativa do jogo, papel para o qual a equipa não está, definitivamente, talhada.
Assim, o Sporting entrou numa encruzilhada táctica e emocional, que o conduziu, inexoravelmente, ao fracasso.
Na análise da partida, logo após o apito final, Paulo Bento sublinhou que o tento de Ricardo Rocha condicionou a estratégia leonina. "Logicamente que o primeiro golo tem uma influência grande no desenrolar do jogo, porque vem numa altura em que as equipas ainda não tinham feito praticamente nenhuma jogada de finalização”, afirmou o técnico, referindo que esse facto acabou por deixar os seus jogadores “intranquilos”.
Com o golo logo aos 3 minutos, o Benfica que já trazia essa predisposição, entregou o domínio de jogo ao Sporting.Este jogo foi quase a cópia perfeita do CSKA/Porto.
O Sporting apresenta uma matriz táctica muito semelhante à do CSKA, ambos se revelando incapazes de assumir a iniciativa de jogo.
Como disse Polga «O problema maior foi a entrada no jogo. Sofremos um golomuito cedo e isso deixou-nos um pouco intranquilos. Não conseguimos ter ocontrolo do jogo. Isso atrapalhou-nos bastante e depois sofremos o segundo golo e contra uma equipa que tem bons jogadores como o Benfica fica difícil.”
O colectivo encarnado não realizou uma partida de sonho, mas soube ser paciente a gastar os minutos e a gerar impaciência no conjunto leonino.
Um contra-ataque aos 36 minutos deu o 2º golo para o Benfica.
Demonstração inequívoca de killer-instinct.
Miccoli abriu para Simão, o capitão ultrapassou Custódio e bateu rasteiro e cruzado para o poste mais distante de Ricardo. Ricardo pareceu-me mal batido, incapaz que se revelou de fazer a "mancha".
O balde de água fria caiu nas aspirações do Sporting que viveu até final da primeira parte o seu período mais apático.
Nesses 9 minutos, Miccoli enviou uma bola à barra e Nuno Gomes teve uma oportunidade de ouro que Ricardo defendeu com os pés.
Neste jogo como noutros resultou, uma vez mais demonstrado, que é pouco ou nada importante ter mais posse de bola, emergindo, isso sim, como decisivo a qualidade dessa posse de bola.
O Benfica com muito menos posse de bola fez dois golos, enviou uma bola àtrave e ainda criou mais duas excelentes ocasiões de golo.
Em todo o jogo, o Sporting terá criado 3 oportunidades de golo, das quais,pelo menos, duas saíram de lances de bola parada.
O Sporting dominou territorialmente o jogo, mas o Benfica controlou sempre ojogo.
Ofereceu esse domínio ao Sporting como estratégia de jogo.
Aliás, a colocação de Simão e Miccoli abertos na frente, como Nuno Gomes naposição de 10, destinava-se precisamente a conceder o domínio territorial aoSporting, a obrigá-lo a assumir as despesas do jogo.
O Benfica ganhou à Sporting - Contenção, expectativa, jogar com o erro adversário.
O Sporting até conseguiu sofrer um golo à Benfica – o 2º na sequência de um canto a seu favor.
Como afirmou Paulo Bento: “Só que a acabar a primeira parte, sofremos umgolo numa transição, num canto a nosso favor, e torna-se complicado virar um resultado contra uma equipa experiente, que tem qualidade, sabe guardar abola, e que defendeu bem, com um bloco mais baixo, que nos criou algumas dificuldades”.
O Benfica logrou executar as transições com muito maior efectividade do que aquilo que o havia feito em partida precedentes.
A equipa foi sempre um bloco, as suas linhas actuaram sempre muito perto umas das outras, especialmente quando em acção defensiva, reduzindo espaços e obrigando o Sporting a afunilar o seu processo ofensivo.
O resultado ao intervalo podia ser mais arrasador para os leões: nas quatro oportunidades com letra maiúscula que criou, o Benfica fez dois golos(Ricardo Rocha e Simão), acertou uma vez na barra (Miccoli) e outra, à queima-roupa, em Ricardo (Nuno Gomes).
Do lado leonino, um cabeceamento frouxo de Bueno, outro de Nani, alguns remates bloqueados e cortados trouxeram pouco mais do que aflição aos rivais.
Sim, mais posse de bola, um futebol mais trabalhado, mas pouca objectividade e eficácia.
Um domínio pouco mais do que estéril.
A segunda parte trouxe duas alterações na equipa do Sporting.
Paulo Bento arriscou tudo e trocou Custódio e Romagnoli por Carlos Martins eYannick.
Os leões assumiram ainda mais as despesas do jogo, mas sempre sem conseguirem criar perigo para a baliza de Quim.
O jogo lateral não funcionava e os cruzamentos para a área eram invariavelmente frontais e, assim, facilmente resolvidos pelos defesas encarnados.
O Sporting demonstrou a sua dependência estrutural do losango.
Quando precisou de alargar o seu jogo, não o conseguiu, até porque não tem jogadores para tal.
Os interiores nunca deram profundidade lateral ao processo ofensivo e,assim, o Sporting viu-se forçado a usar e abusar dos cruzamentos frontais a¾ do campo, facilmente resolvidos pelos centrais benfiquistas, sempre de frente para a bola.
Na segunda parte, o Sporting construiu as suas duas melhores ocasiões de golo de todo o jogo, ambas superiormente defendidas por Quim.
A primeira numa defesa de recurso a um desvio de cabeça de Bueno ao primeiro poste e a segunda numa grande defesa a remate de Yannick a menos de cinco minutos do fim.
Num jogo emotivo, não podiam faltar as habituais expulsões.
Anderson Polga viu o segundo amarelo aos 80 minutos, após falta sobre NunoGomes. Dois minutos volvidos, foi o avançado que viu ordem de expulsão ao fazer uma tesoura totalmente despropositada sobre João Moutinho, quando estese encontrava junto à sua linha de fundo defensiva.
Por esta altura, o Benfica tinha o controlo absoluto da partida e o Sporting só ameaçava a espaços.
Ecoavam «olés» das bancadas e os leões baixavam os braços.
O Benfica foi, indiscutivelmente, mais forte, e, acima de tudo, mais inteligente.
Uma vitória saborosa que só será realmente importante se encontrar continuidade nos próximos jogos.
No Dragão, o Porto venceu, com inegável justiça, um Boavista pouco mais do que inofensivo.
No Estádio do Dragão, um frango de Khadim, a remate de Quaresma, resolveu um jogo que ameaçava um impasse no resultado.
Jogo fraco, na maior parte do tempo mal jogado, em que apenas o Porto procurou a vitória.
O Boavista remeteu-se a uma atitude excessivamente defensiva, apostando num bloco demasiadamente baixo e que isolou os seus elementos mais adiantados,os quais distaram, sempre, mais de 30 metros do seu colega mais próximo.
Ambos os treinadores surpreenderam com a constituição dos onzes iniciais.
Com Paulo Assunção castigado e Fucile em descanso, Jesualdo Ferreira deixou no banco Lisandro e Raul Meireles, chamando Marek Cech e possibilitando as estreias de Ibson, de Bruno Moraes e de João Paulo como titulares esta época.
Já Jaime Pacheco retirou Hélder Rosário e voltou a contar com Kaz – Lucas ocupou o lugar de lateral-direito.
Desde o apito inicial que as intenções de ambas as equipas emergiram: uma, o Porto, procurando a vitória; a outra apenas concentrada em defender.
Sempre fiel ao 4x3x3, o Porto tinha pela frente uma equipa a jogar em 4x5x1,que havia trazido o autocarro para dentro das quatro linhas.
O FC Porto entrou decidido na partida e exerceu um domínio avassalador nos primeiros 15 minutos de jogo, embora sem materialização no marcador.
O Boavista tremeu e não conseguiu, sequer, sair do seu meio campo.
O Porto foi, sempre, mais dominador e após vários ataques e remates perigosos dos azuis e brancos, principalmente por intermédio de Quaresma e de Postiga, o Boavista apenas ameaçou a baliza portista aos 36 minutos.
Hélton não segurou a bola e Linz quase que chegava primeiro à recarga.
Escasseavam os espaços para jogar e o Boavista recorria sempre que“necessário” à falta, revelando-se o Porto incapaz de encontrar soluçõespara almejar a baliza axadrezada.
A estratégia de Pacheco parecia funcionar, até porque Ricardo Silva e Cissé mostravam segurança, ao passo que Tiago e Kaz conseguiam controlar minimamente os movimentos de Lucho e Ibson.
Apenas Quaresma continuava indomável, pondo e dispondo de Lucas a seu bel-prazer.
Todavia, também a Quaresma faltava objectividade.
Ao intervalo, Jesualdo Ferreira deixou João Paulo no balneário e fez entrarLisandro.
Desmontou o 4x3x3 e estruturou a equipa em 4x2x4.
O domínio portista acentuou-se, mas continuava a ser improfícuo.
Contudo, ao minuto 52, a sorte bafejou os azuis e brancos, pois Khadim deu um enorme frango e colocou o FC Porto em vantagem.
Quaresma rematou de fora da área e o guarda-redes deixou passar a bola convencido que estava que iria para fora.
Um golo anedótico, mas próprio de um guarda-redes não menos ridículo.
Aí, o jogo ficou resolvido.
O Boavista de tão formatado que estava para defender, não conseguiu reagir,revelando-se incapaz de estender o seu futebol para além da sua linha intermediária.
Como sempre, Jesualdo mexeu na equipa no sentido do seu reequilíbrio,introduzindo Meireles por troca com Moraes.
Pacheco, também, mexeu, mas de nada adiantou.
Ricardo Sousa deu o lugar a Hugo Monteiro, fixando-se Zé Manel na posição10, mas sem qualquer efeito prático.
Bastou estender um pouco mais o lençol, que a permeabilidade dos boavisteiros emergiu.
Mais permeável que até então, o Boavista acabou por sofrer mais um golo.
Aos 73 minutos, Postiga emendou à boca da baliza uma bola rematada por BrunoAlves.
Estava feito o oitavo golo de Postiga na Liga - o melhor marcador.
Minutos depois saiu para a ovação e Adriano regressou aos relvados cerca de dois meses depois.
Até final, apenas há a registar o facto de Lucho, isolado, não ter conseguido fazer o terceiro para os dragões e de o Boavista não ter conseguido reagir à desvantagem e criar qualquer tipo de perigo.
Em Braga, a Briosa perdeu de forma inglória.
Na sua melhor exibição da época, a Académica saiu vergada a uma derrota construída a partir de 3 erros infantis de marcação em lances de bola parada.
Merecia mais o denodo e o bom futebol exibidos pela Briosa.
Fica a consolação da exibição.
Na restante jornada, destaque para as vitórias caseiras de Aves e Estrela e para a senda de fracassos em que entrou Carvalhal.
Vitória justa e incontestada do Benfica.
Fernando Santos e Paulo Bento surpreenderam nos onzes que apresentaram.
No Sporting, Paulo Bento apostou em Carlos Bueno para fazer companhia aLiedson e no argentino Romagnoli para ocupar o vértice mais adiantado do losango.
No Benfica, a mudança foi estrutural.Nuno Gomes ocupou a posição de n.º10 servindo os avançados Simão e Miccoli.
Fernando Santos com a troca de posições no losango, procurou aportar a maior velocidade e mobilidade de Simão à frente de ataque, ao mesmo tempo que pretendeu conferir a maior disponibilidade e resistência física de NunoGomes ao meio-campo.
O jogo não podia ter começado melhor para o Benfica.
Nélson cruzou da direita e surgiu Nuno Gomes ao segundo poste, a cabecear para uma defesa instintiva de Ricardo.
Na sequência do canto apontado por Simão, Ricardo Rocha antecipou-se a Polga e desviou forte para a baliza leonina. Estava apenas decorrido o 2º minuto de jogo.
Momento crucial da partida.
O golo tranquilizou o Benfica e intranquilizou o Sporting.
Mas mais do que isso, permitiu ao Benfica oferecer ao Sporting a iniciativa de jogo e alterar os pressupostos tácticos idealizados por Paulo Bento.
Quando afirmou que uma vitória leonina colocaria o Benfica a 10 pontos,Bento, para além de procurar aumentar os níveis de ansiedade do adversário, procurou incitar o Benfica a assumir o jogo, por forma a potenciar o que a sua equipa tem de melhor.
Se não consegue jogar em ataque continuado, e isso ficou demonstrado àsaciedade na sexta-feira, o mesmo já não acontece no que se reporta à exploração do erro adversário a partir da rapidez nas transições,materializadas em contra-ataques e ataques velozes.
Bento queria explorar a necessidade benfiquista do resultado, mas o golo deRicardo Rocha modificou, por completo, as premissas da partida.
Por outro lado, Santos desenhou um esquema que passava pela não exposição da equipa às principais qualidades do adversário.
Santos montou uma equipa compacta, actuando em bloco médio/baixo, com as linhas muito perto umas das outras, por forma a salvaguardá-la das rápidas transições leoninas.
Mais, apostou, claramente, em dar a iniciativa de jogo ao Sporting, por forma a conduzi-lo ao abismo da sua incapacidade em jogar em ataque continuado.
Com o golo, a estratégia de Santos conheceu terreno perfeito para ser bem sucedida.
Ao invés, a pressão, a intranquilidade, a ansiedade que Bento procurou colocar sobre o adversário encontrava-se, agora, sobre a sua equipa.
Por outro lado, o Sporting viu-se forçado a assumir a iniciativa do jogo, papel para o qual a equipa não está, definitivamente, talhada.
Assim, o Sporting entrou numa encruzilhada táctica e emocional, que o conduziu, inexoravelmente, ao fracasso.
Na análise da partida, logo após o apito final, Paulo Bento sublinhou que o tento de Ricardo Rocha condicionou a estratégia leonina. "Logicamente que o primeiro golo tem uma influência grande no desenrolar do jogo, porque vem numa altura em que as equipas ainda não tinham feito praticamente nenhuma jogada de finalização”, afirmou o técnico, referindo que esse facto acabou por deixar os seus jogadores “intranquilos”.
Com o golo logo aos 3 minutos, o Benfica que já trazia essa predisposição, entregou o domínio de jogo ao Sporting.Este jogo foi quase a cópia perfeita do CSKA/Porto.
O Sporting apresenta uma matriz táctica muito semelhante à do CSKA, ambos se revelando incapazes de assumir a iniciativa de jogo.
Como disse Polga «O problema maior foi a entrada no jogo. Sofremos um golomuito cedo e isso deixou-nos um pouco intranquilos. Não conseguimos ter ocontrolo do jogo. Isso atrapalhou-nos bastante e depois sofremos o segundo golo e contra uma equipa que tem bons jogadores como o Benfica fica difícil.”
O colectivo encarnado não realizou uma partida de sonho, mas soube ser paciente a gastar os minutos e a gerar impaciência no conjunto leonino.
Um contra-ataque aos 36 minutos deu o 2º golo para o Benfica.
Demonstração inequívoca de killer-instinct.
Miccoli abriu para Simão, o capitão ultrapassou Custódio e bateu rasteiro e cruzado para o poste mais distante de Ricardo. Ricardo pareceu-me mal batido, incapaz que se revelou de fazer a "mancha".
O balde de água fria caiu nas aspirações do Sporting que viveu até final da primeira parte o seu período mais apático.
Nesses 9 minutos, Miccoli enviou uma bola à barra e Nuno Gomes teve uma oportunidade de ouro que Ricardo defendeu com os pés.
Neste jogo como noutros resultou, uma vez mais demonstrado, que é pouco ou nada importante ter mais posse de bola, emergindo, isso sim, como decisivo a qualidade dessa posse de bola.
O Benfica com muito menos posse de bola fez dois golos, enviou uma bola àtrave e ainda criou mais duas excelentes ocasiões de golo.
Em todo o jogo, o Sporting terá criado 3 oportunidades de golo, das quais,pelo menos, duas saíram de lances de bola parada.
O Sporting dominou territorialmente o jogo, mas o Benfica controlou sempre ojogo.
Ofereceu esse domínio ao Sporting como estratégia de jogo.
Aliás, a colocação de Simão e Miccoli abertos na frente, como Nuno Gomes naposição de 10, destinava-se precisamente a conceder o domínio territorial aoSporting, a obrigá-lo a assumir as despesas do jogo.
O Benfica ganhou à Sporting - Contenção, expectativa, jogar com o erro adversário.
O Sporting até conseguiu sofrer um golo à Benfica – o 2º na sequência de um canto a seu favor.
Como afirmou Paulo Bento: “Só que a acabar a primeira parte, sofremos umgolo numa transição, num canto a nosso favor, e torna-se complicado virar um resultado contra uma equipa experiente, que tem qualidade, sabe guardar abola, e que defendeu bem, com um bloco mais baixo, que nos criou algumas dificuldades”.
O Benfica logrou executar as transições com muito maior efectividade do que aquilo que o havia feito em partida precedentes.
A equipa foi sempre um bloco, as suas linhas actuaram sempre muito perto umas das outras, especialmente quando em acção defensiva, reduzindo espaços e obrigando o Sporting a afunilar o seu processo ofensivo.
O resultado ao intervalo podia ser mais arrasador para os leões: nas quatro oportunidades com letra maiúscula que criou, o Benfica fez dois golos(Ricardo Rocha e Simão), acertou uma vez na barra (Miccoli) e outra, à queima-roupa, em Ricardo (Nuno Gomes).
Do lado leonino, um cabeceamento frouxo de Bueno, outro de Nani, alguns remates bloqueados e cortados trouxeram pouco mais do que aflição aos rivais.
Sim, mais posse de bola, um futebol mais trabalhado, mas pouca objectividade e eficácia.
Um domínio pouco mais do que estéril.
A segunda parte trouxe duas alterações na equipa do Sporting.
Paulo Bento arriscou tudo e trocou Custódio e Romagnoli por Carlos Martins eYannick.
Os leões assumiram ainda mais as despesas do jogo, mas sempre sem conseguirem criar perigo para a baliza de Quim.
O jogo lateral não funcionava e os cruzamentos para a área eram invariavelmente frontais e, assim, facilmente resolvidos pelos defesas encarnados.
O Sporting demonstrou a sua dependência estrutural do losango.
Quando precisou de alargar o seu jogo, não o conseguiu, até porque não tem jogadores para tal.
Os interiores nunca deram profundidade lateral ao processo ofensivo e,assim, o Sporting viu-se forçado a usar e abusar dos cruzamentos frontais a¾ do campo, facilmente resolvidos pelos centrais benfiquistas, sempre de frente para a bola.
Na segunda parte, o Sporting construiu as suas duas melhores ocasiões de golo de todo o jogo, ambas superiormente defendidas por Quim.
A primeira numa defesa de recurso a um desvio de cabeça de Bueno ao primeiro poste e a segunda numa grande defesa a remate de Yannick a menos de cinco minutos do fim.
Num jogo emotivo, não podiam faltar as habituais expulsões.
Anderson Polga viu o segundo amarelo aos 80 minutos, após falta sobre NunoGomes. Dois minutos volvidos, foi o avançado que viu ordem de expulsão ao fazer uma tesoura totalmente despropositada sobre João Moutinho, quando estese encontrava junto à sua linha de fundo defensiva.
Por esta altura, o Benfica tinha o controlo absoluto da partida e o Sporting só ameaçava a espaços.
Ecoavam «olés» das bancadas e os leões baixavam os braços.
O Benfica foi, indiscutivelmente, mais forte, e, acima de tudo, mais inteligente.
Uma vitória saborosa que só será realmente importante se encontrar continuidade nos próximos jogos.
No Dragão, o Porto venceu, com inegável justiça, um Boavista pouco mais do que inofensivo.
No Estádio do Dragão, um frango de Khadim, a remate de Quaresma, resolveu um jogo que ameaçava um impasse no resultado.
Jogo fraco, na maior parte do tempo mal jogado, em que apenas o Porto procurou a vitória.
O Boavista remeteu-se a uma atitude excessivamente defensiva, apostando num bloco demasiadamente baixo e que isolou os seus elementos mais adiantados,os quais distaram, sempre, mais de 30 metros do seu colega mais próximo.
Ambos os treinadores surpreenderam com a constituição dos onzes iniciais.
Com Paulo Assunção castigado e Fucile em descanso, Jesualdo Ferreira deixou no banco Lisandro e Raul Meireles, chamando Marek Cech e possibilitando as estreias de Ibson, de Bruno Moraes e de João Paulo como titulares esta época.
Já Jaime Pacheco retirou Hélder Rosário e voltou a contar com Kaz – Lucas ocupou o lugar de lateral-direito.
Desde o apito inicial que as intenções de ambas as equipas emergiram: uma, o Porto, procurando a vitória; a outra apenas concentrada em defender.
Sempre fiel ao 4x3x3, o Porto tinha pela frente uma equipa a jogar em 4x5x1,que havia trazido o autocarro para dentro das quatro linhas.
O FC Porto entrou decidido na partida e exerceu um domínio avassalador nos primeiros 15 minutos de jogo, embora sem materialização no marcador.
O Boavista tremeu e não conseguiu, sequer, sair do seu meio campo.
O Porto foi, sempre, mais dominador e após vários ataques e remates perigosos dos azuis e brancos, principalmente por intermédio de Quaresma e de Postiga, o Boavista apenas ameaçou a baliza portista aos 36 minutos.
Hélton não segurou a bola e Linz quase que chegava primeiro à recarga.
Escasseavam os espaços para jogar e o Boavista recorria sempre que“necessário” à falta, revelando-se o Porto incapaz de encontrar soluçõespara almejar a baliza axadrezada.
A estratégia de Pacheco parecia funcionar, até porque Ricardo Silva e Cissé mostravam segurança, ao passo que Tiago e Kaz conseguiam controlar minimamente os movimentos de Lucho e Ibson.
Apenas Quaresma continuava indomável, pondo e dispondo de Lucas a seu bel-prazer.
Todavia, também a Quaresma faltava objectividade.
Ao intervalo, Jesualdo Ferreira deixou João Paulo no balneário e fez entrarLisandro.
Desmontou o 4x3x3 e estruturou a equipa em 4x2x4.
O domínio portista acentuou-se, mas continuava a ser improfícuo.
Contudo, ao minuto 52, a sorte bafejou os azuis e brancos, pois Khadim deu um enorme frango e colocou o FC Porto em vantagem.
Quaresma rematou de fora da área e o guarda-redes deixou passar a bola convencido que estava que iria para fora.
Um golo anedótico, mas próprio de um guarda-redes não menos ridículo.
Aí, o jogo ficou resolvido.
O Boavista de tão formatado que estava para defender, não conseguiu reagir,revelando-se incapaz de estender o seu futebol para além da sua linha intermediária.
Como sempre, Jesualdo mexeu na equipa no sentido do seu reequilíbrio,introduzindo Meireles por troca com Moraes.
Pacheco, também, mexeu, mas de nada adiantou.
Ricardo Sousa deu o lugar a Hugo Monteiro, fixando-se Zé Manel na posição10, mas sem qualquer efeito prático.
Bastou estender um pouco mais o lençol, que a permeabilidade dos boavisteiros emergiu.
Mais permeável que até então, o Boavista acabou por sofrer mais um golo.
Aos 73 minutos, Postiga emendou à boca da baliza uma bola rematada por BrunoAlves.
Estava feito o oitavo golo de Postiga na Liga - o melhor marcador.
Minutos depois saiu para a ovação e Adriano regressou aos relvados cerca de dois meses depois.
Até final, apenas há a registar o facto de Lucho, isolado, não ter conseguido fazer o terceiro para os dragões e de o Boavista não ter conseguido reagir à desvantagem e criar qualquer tipo de perigo.
Em Braga, a Briosa perdeu de forma inglória.
Na sua melhor exibição da época, a Académica saiu vergada a uma derrota construída a partir de 3 erros infantis de marcação em lances de bola parada.
Merecia mais o denodo e o bom futebol exibidos pela Briosa.
Fica a consolação da exibição.
Na restante jornada, destaque para as vitórias caseiras de Aves e Estrela e para a senda de fracassos em que entrou Carvalhal.
quinta-feira, novembro 30, 2006
Ao que chegou a Briosa!
O aumento do passivo da Académica pode levar à sua extinção. A conclusão está no relatório do Revisor Oficial de Contas (ROC) da Briosa, que acusa ainda a gestão do clube de fuga ao Fisco e à Segurança Social.
«Os prejuízos acumulados até Junho de 2005 conduziram a um capital próprio negativo que pela sua dimensão pode colocar em causa a continuidade da Académica», diz o revisor, num relatório citado pela Lusa.
No documento, segundo a agência noticiosa, são criticadas várias decisões, como a transferência de Marcel a título definitivo para o Benfica. «A sua contabilização não coincide com os valores contratuais tomados separadamente», constata-se.
É também posta em causa a indemnização a atletas que tinham contrato e cujas rescisões não trouxeram qualquer contrapartida financeira para o clube, bem como o contrato com a TBZ, empresa que gere o Estádio Cidade de Coimbra por acordo com a Académica, bem como valores pagos a atletas e técnicos sem pagamento de IRS e, nalguns casos, de Segurança Social.
«O contrato de cessão de exploração do estádio, assinado com a TBZ em 31 de Julho de 2005, inclui cláusulas que parecem não terem sido devidamente executadas e outras que remetem para cláusulas inexistentes», escreve o ROC, que fala ainda em «procedimentos pouco rigorosos» em uso no futebol da Académica, que impedem a identificação de todas as transacções ocorridas.
O valor apresentado como passivo na época 2005/2006 é de 12,1 milhões de euros e o relatório não foi apresentado aos sócios antes da Assembleia Geral de hoje, conforme determina a lei.
«Os prejuízos acumulados até Junho de 2005 conduziram a um capital próprio negativo que pela sua dimensão pode colocar em causa a continuidade da Académica», diz o revisor, num relatório citado pela Lusa.
No documento, segundo a agência noticiosa, são criticadas várias decisões, como a transferência de Marcel a título definitivo para o Benfica. «A sua contabilização não coincide com os valores contratuais tomados separadamente», constata-se.
É também posta em causa a indemnização a atletas que tinham contrato e cujas rescisões não trouxeram qualquer contrapartida financeira para o clube, bem como o contrato com a TBZ, empresa que gere o Estádio Cidade de Coimbra por acordo com a Académica, bem como valores pagos a atletas e técnicos sem pagamento de IRS e, nalguns casos, de Segurança Social.
«O contrato de cessão de exploração do estádio, assinado com a TBZ em 31 de Julho de 2005, inclui cláusulas que parecem não terem sido devidamente executadas e outras que remetem para cláusulas inexistentes», escreve o ROC, que fala ainda em «procedimentos pouco rigorosos» em uso no futebol da Académica, que impedem a identificação de todas as transacções ocorridas.
O valor apresentado como passivo na época 2005/2006 é de 12,1 milhões de euros e o relatório não foi apresentado aos sócios antes da Assembleia Geral de hoje, conforme determina a lei.
quarta-feira, novembro 29, 2006
Liga dos Astros
Como a próxima jornada se realiza já no mês de Dezembro, poderão realizar 3 alterações ao vosso plantel.
Assim, peço-vos que indiquem as alterações a realizar, o plantel assim alterado e o onze para a próxima jornada.
Caso este coincida com o apresentado na semana passada, peço-vos, uma vez mais, que não o façam por simples remissão para aquele, mas que o republiquem.
Assim, peço-vos que indiquem as alterações a realizar, o plantel assim alterado e o onze para a próxima jornada.
Caso este coincida com o apresentado na semana passada, peço-vos, uma vez mais, que não o façam por simples remissão para aquele, mas que o republiquem.
Espaço Prof. Karamba
Os jogos sujeitos a aposta são os seguintes:
Sporting-Benfica;
Beira-Mar-Belenenses;
F.C. Porto-Boavista;
E. Amadora-Nacional;
Sp. Braga-Académica;
Como tradicionalmente, aqui deixo o meu palpite:
Sporting-Benfica: 1-2;
Beira-Mar-Belenenses: 1-0;
F.C. Porto-Boavista: 1-2;
E. Amadora-Nacional: 1-2;
Sp. Braga-Académica: 1-1;
Sporting-Benfica;
Beira-Mar-Belenenses;
F.C. Porto-Boavista;
E. Amadora-Nacional;
Sp. Braga-Académica;
Como tradicionalmente, aqui deixo o meu palpite:
Sporting-Benfica: 1-2;
Beira-Mar-Belenenses: 1-0;
F.C. Porto-Boavista: 1-2;
E. Amadora-Nacional: 1-2;
Sp. Braga-Académica: 1-1;
Antevisão do Derby - Declarações dos Protagonistas e Notícias dos Treinos
Como forma de começarmos a antever o Sporting-Benfica, aqui ficam as declarações de Fernando Santos e Miguel Garcia, bem como as mais recentes notícias sobre as duas equipas.
Benfica
Fernando Santos:
"O Benfica irá naturalmente fazer aquilo que sempre fez. Os jogadores devem estar concentrados para vencer. Não conheço nenhum derby que os jogadores não queiram ganhar e este não foge à regra”, começou por afirmar o técnico encarnado.
Fernando Santos quer uma equipa pragmática, capaz de “dominar e ganhar o jogo”.
A grande dúvida parece ser em relação a Miccoli, que ainda recupera de uma tendinite.
O treinador refere que a avaliação ao estado do jogador será feita na quinta-feira, mas que, aconteça o que acontecer, a estratégia do Benfica será a mesma. “Já decidi qual é a equipa que vai jogar. Não tenho dúvidas nenhumas”, diz, convicto.
Fernando Santos confessa ter um “plano A e um plano B” para Alvalade: “Se o Miccoli não jogar, irá haver outro jogador nessa posição. A disposição no jogo será a mesma e não devemos ter as nossas atenções centradas no facto do Miccoli jogar ou não.”
Em caso de derrota, o Benfica ficaria a dez pontos dos leões, mas Fernando Santos sublinha que o Benfica não ficará afastado do título, num cenário destes. “Claro que o Benfica é candidato ao titulo, mesmo que perca. O jogo decisivo foi, por exemplo, contra o Marítimo. Se não tivéssemos vencido iríamos a Alvalade com uma carga psicológica a triplicar. Este jogo não vai decidir nada”, destaca.
Em relação ao adversário desta sexta-feira, Fernando Santos realçou o pragmatismo da equipa orientada por Paulo Bento. “O Sporting tem jogadores muito criativos e não me parece que seja uma equipa tão previsível como se diz. Não joga ‘prá frentex’, joga ao ataque. É uma equipa muito, muito pragmática”, avisa.
O treinador encarnado esclarece que o Benfica tem de ser também uma equipa muito pragmática para vencer em Alvalade, embora isso não signifique que vá jogar à defesa. “São duas equipas que gostam de dominar o jogo. Têm jogadores criativos, de qualidade, e tem tudo para ser um bom jogo de futebol, com um resultado imprevisível. Eu, como o Paulo, acreditamos que as nossas equipas sairão vencedoras”, concluiu.
Em relação ao treino de hoje, Fernando Santos testou alternativas para o «derby» de sexta-feira com o Sporting.
O treinador ensaiou uma equipa com Karyaka no «onze» e Simão mais à frente ao centro, no apoio a Nuno Gomes.
Miccoli trabalhou noutro relvado, em exercícios de corrida e com bola.
No esquema ensaiado pelo treinador Katsouranis joga descaído sobre a direita e Nuno Assis sobre a esquerda. No meio-campo está Petit, na defesa Nelson, Luisão, Ricardo Rocha e Léo.
Rui Costa e Miccoli trabalharam à parte, noutro relvado do centro de treinos do Seixal, sob orientação de Rodolfo Moura.
O médio fez corrida, o avançado cumpriu também algum trabalho com bola.
Sporting
Miguel Garcia:
"Considero o Sporting favorito, porque jogamos em casa, com os nossos adeptos, e por isso claro que somos favoritos», afirmou Miguel Garcia esta quarta-feira, a dois dias do jogo com o Benfica.
Miguel Garcia antevê de resto um «jogo extremamente difícil, que qualquer das duas equipas quer vencer». E evita fazer análises à situação de cada equipa antes do jogo: «O momento das equipas não vai afectar os jogadores, porque os jogadores superam-se neste tipo de jogos.»
Quanto à provável ausência de Miccoli por lesão do lado do Benfica, Garcia dnão espera vantagem para o Sporting: «É um jogador muito importante, mas o Benfica tem outras opções e quem jogar no lugar dele poderá fazer igual ou melhor.»
Quanto ao treino de hoje, Yannick e Farnerud foram reintegrados.
Os dois jogadores foram reavaliados às respectivas lesões e tiveram luz verde para integrar os trabalhos. João Moutinho também trabalhou sem limitações.
Boas notícias em Alcochete para Paulo Bento, que vê desanuviar-se o panorama clínico em vésperas do jogo com o Benfica.
Caneira e Abel são nesta altura os únicos jogadores dados como inaptos, tendo ambos realizado tratamento.
O guarda-redes Rui Patrício está ao serviço da selecção de sub-20 e Paulo Bento chamou dois jovens ao treino, Marco Lança e Yannick Pupo.
Benfica
Fernando Santos:
"O Benfica irá naturalmente fazer aquilo que sempre fez. Os jogadores devem estar concentrados para vencer. Não conheço nenhum derby que os jogadores não queiram ganhar e este não foge à regra”, começou por afirmar o técnico encarnado.
Fernando Santos quer uma equipa pragmática, capaz de “dominar e ganhar o jogo”.
A grande dúvida parece ser em relação a Miccoli, que ainda recupera de uma tendinite.
O treinador refere que a avaliação ao estado do jogador será feita na quinta-feira, mas que, aconteça o que acontecer, a estratégia do Benfica será a mesma. “Já decidi qual é a equipa que vai jogar. Não tenho dúvidas nenhumas”, diz, convicto.
Fernando Santos confessa ter um “plano A e um plano B” para Alvalade: “Se o Miccoli não jogar, irá haver outro jogador nessa posição. A disposição no jogo será a mesma e não devemos ter as nossas atenções centradas no facto do Miccoli jogar ou não.”
Em caso de derrota, o Benfica ficaria a dez pontos dos leões, mas Fernando Santos sublinha que o Benfica não ficará afastado do título, num cenário destes. “Claro que o Benfica é candidato ao titulo, mesmo que perca. O jogo decisivo foi, por exemplo, contra o Marítimo. Se não tivéssemos vencido iríamos a Alvalade com uma carga psicológica a triplicar. Este jogo não vai decidir nada”, destaca.
Em relação ao adversário desta sexta-feira, Fernando Santos realçou o pragmatismo da equipa orientada por Paulo Bento. “O Sporting tem jogadores muito criativos e não me parece que seja uma equipa tão previsível como se diz. Não joga ‘prá frentex’, joga ao ataque. É uma equipa muito, muito pragmática”, avisa.
O treinador encarnado esclarece que o Benfica tem de ser também uma equipa muito pragmática para vencer em Alvalade, embora isso não signifique que vá jogar à defesa. “São duas equipas que gostam de dominar o jogo. Têm jogadores criativos, de qualidade, e tem tudo para ser um bom jogo de futebol, com um resultado imprevisível. Eu, como o Paulo, acreditamos que as nossas equipas sairão vencedoras”, concluiu.
Em relação ao treino de hoje, Fernando Santos testou alternativas para o «derby» de sexta-feira com o Sporting.
O treinador ensaiou uma equipa com Karyaka no «onze» e Simão mais à frente ao centro, no apoio a Nuno Gomes.
Miccoli trabalhou noutro relvado, em exercícios de corrida e com bola.
No esquema ensaiado pelo treinador Katsouranis joga descaído sobre a direita e Nuno Assis sobre a esquerda. No meio-campo está Petit, na defesa Nelson, Luisão, Ricardo Rocha e Léo.
Rui Costa e Miccoli trabalharam à parte, noutro relvado do centro de treinos do Seixal, sob orientação de Rodolfo Moura.
O médio fez corrida, o avançado cumpriu também algum trabalho com bola.
Sporting
Miguel Garcia:
"Considero o Sporting favorito, porque jogamos em casa, com os nossos adeptos, e por isso claro que somos favoritos», afirmou Miguel Garcia esta quarta-feira, a dois dias do jogo com o Benfica.
Miguel Garcia antevê de resto um «jogo extremamente difícil, que qualquer das duas equipas quer vencer». E evita fazer análises à situação de cada equipa antes do jogo: «O momento das equipas não vai afectar os jogadores, porque os jogadores superam-se neste tipo de jogos.»
Quanto à provável ausência de Miccoli por lesão do lado do Benfica, Garcia dnão espera vantagem para o Sporting: «É um jogador muito importante, mas o Benfica tem outras opções e quem jogar no lugar dele poderá fazer igual ou melhor.»
Quanto ao treino de hoje, Yannick e Farnerud foram reintegrados.
Os dois jogadores foram reavaliados às respectivas lesões e tiveram luz verde para integrar os trabalhos. João Moutinho também trabalhou sem limitações.
Boas notícias em Alcochete para Paulo Bento, que vê desanuviar-se o panorama clínico em vésperas do jogo com o Benfica.
Caneira e Abel são nesta altura os únicos jogadores dados como inaptos, tendo ambos realizado tratamento.
O guarda-redes Rui Patrício está ao serviço da selecção de sub-20 e Paulo Bento chamou dois jovens ao treino, Marco Lança e Yannick Pupo.
O Árbitro do Sporting/Benfica
Com alguma surpresa, a Comissão de Arbitragem da Liga decidiu escolher Jorge Sousa para dirigir o terceiro clássico da presente edição da Liga principal.
Depois de Pedro Proença e Lucílio Baptista, que apitaram, respectivamente, o Sporting-FC Porto e o FC Porto-Benfica, pertence agora a um árbitro do Porto a responsabilidade de dirigir o derby de Lisboa.
Nome:
Manuel Jorge Neves Moreira Sousa
Dt. Nascimento:
18-06-1975
Idade:
31 Anos
Associação:
A F Porto
Árbitro desde:
1993/1994
Profissão:
Escriturário
47 JOGOS NA LIGA
Com os cinco desta época, são 47 os jogos já apitados no escalão principal.
25 AMARELOS
Ou seja, uma média de cinco por jogo.
O VERMELHOS
Até agora, nem uma expulsão e nem um penalty assinalado.
Depois de Pedro Proença e Lucílio Baptista, que apitaram, respectivamente, o Sporting-FC Porto e o FC Porto-Benfica, pertence agora a um árbitro do Porto a responsabilidade de dirigir o derby de Lisboa.
Nome:
Manuel Jorge Neves Moreira Sousa
Dt. Nascimento:
18-06-1975
Idade:
31 Anos
Associação:
A F Porto
Árbitro desde:
1993/1994
Profissão:
Escriturário
47 JOGOS NA LIGA
Com os cinco desta época, são 47 os jogos já apitados no escalão principal.
25 AMARELOS
Ou seja, uma média de cinco por jogo.
O VERMELHOS
Até agora, nem uma expulsão e nem um penalty assinalado.
Taça da Liga
Foi, ontem, aprovado o modelo da Taça da Liga.
Em artigo publicado neste blog, manifestei-me favorável à criação desta competição, no âmbito da reformulação dos quadros competitivos portugueses.
A solução encontrada parece-me boa.
Das particularidades que o projecto encerra, destaca-se a atribuição de 3 prémios individuais, quais sejam melhor marcador, melhor jogador - este a ser eleito através da internet- e o de melhor jogador oriundo das escolas dos clubes.
Realce, igualmente, para a existência de prémios monetários para as 32 equipas participantes, seguindo o modelo da Champions.
Por fim, nota para a criação de novas receitas televisivas e publicitárias para os clubes, sendo que a sua angariação e gestão será centralizada pela Liga, à imagem, uma vez mais, do que acontece com a UEFA em relação às competições por si organizadas.
Modelo Taça da Liga
Participantes: as 32 equipas das ligas profissionais
Modelo: Três eliminatórias + fase de grupos + fase final
1ª Eliminatória
. 32 equipas distribuídas por quatro potes
. 16 jogos para apurar 16 equipas
Pote A - 1º ao 8º classificados da I Liga
Pote B - 9º ao 16º classificados da I Liga
Pote C - Oito equipas da Liga de Honra (sorteadas)
Pote D - Restantes oito equipas da Liga de Honra
Após sorteio
Equipas do Pote A com Pote C
Equipas do Pote B com Pote D
. Jogos a uma só "mão" disputados em casa das equipas da Liga de Honra
2ª Eliminatória
. 16 equipas
. Oito jogos para apurar oito equipas
Pote A - apurados dos potes A e C
Pote B - apurados dos potes B e D
. Jogos a uma só "mão" em campos a sortear
3ª Eliminatória
. Oito equipas
. Oito jogos para apurar quatro equipas
Sorteio em pote único e do campo para o primeiro jogo
4ª Eliminatória (fase de grupos)
. Quatro equipas disputam três jornadas para apurar os dois finalistas
. Sorteio em pote único e dos campos
Final
Disputada em campo neutro
Em artigo publicado neste blog, manifestei-me favorável à criação desta competição, no âmbito da reformulação dos quadros competitivos portugueses.
A solução encontrada parece-me boa.
Das particularidades que o projecto encerra, destaca-se a atribuição de 3 prémios individuais, quais sejam melhor marcador, melhor jogador - este a ser eleito através da internet- e o de melhor jogador oriundo das escolas dos clubes.
Realce, igualmente, para a existência de prémios monetários para as 32 equipas participantes, seguindo o modelo da Champions.
Por fim, nota para a criação de novas receitas televisivas e publicitárias para os clubes, sendo que a sua angariação e gestão será centralizada pela Liga, à imagem, uma vez mais, do que acontece com a UEFA em relação às competições por si organizadas.
Modelo Taça da Liga
Participantes: as 32 equipas das ligas profissionais
Modelo: Três eliminatórias + fase de grupos + fase final
1ª Eliminatória
. 32 equipas distribuídas por quatro potes
. 16 jogos para apurar 16 equipas
Pote A - 1º ao 8º classificados da I Liga
Pote B - 9º ao 16º classificados da I Liga
Pote C - Oito equipas da Liga de Honra (sorteadas)
Pote D - Restantes oito equipas da Liga de Honra
Após sorteio
Equipas do Pote A com Pote C
Equipas do Pote B com Pote D
. Jogos a uma só "mão" disputados em casa das equipas da Liga de Honra
2ª Eliminatória
. 16 equipas
. Oito jogos para apurar oito equipas
Pote A - apurados dos potes A e C
Pote B - apurados dos potes B e D
. Jogos a uma só "mão" em campos a sortear
3ª Eliminatória
. Oito equipas
. Oito jogos para apurar quatro equipas
Sorteio em pote único e do campo para o primeiro jogo
4ª Eliminatória (fase de grupos)
. Quatro equipas disputam três jornadas para apurar os dois finalistas
. Sorteio em pote único e dos campos
Final
Disputada em campo neutro
Artigo de Opinião
Hoje seria o condómino Braguilha a postar o seu artigo de opinião.
Todavia, o condómino Braguilha fez-me chegar a informação de que só voltaria a postar quando o condómino Zex o fizesse.
Assim sendo, por forma a assegurar a habitual ronda de opiniões pelos 3 grandes, decidi publicar o artigo que Rui Moreira escreveu para o site "Sportugal".
"Depois da vitória em Moscovo, naquela que terá sido a mais perfeita das exibições da equipa azul e branca esta época, o FC Porto vai jogar uma partida decisiva com o Arsenal. Em que bastará não perder em casa para conseguir passar da fase dos grupos da Liga dos Campeões.
Em condições normais, essa a passagem aos oitavos-de-final valerá um encaixe líquido de pelo menos dois milhões de euros e, mesmo que venha a ser então eliminado, o FC Porto terá acesso a uma importante montra para os seus jogadores, numa altura em que parece iminente a venda de alguns deles.
Talvez tenha sido por isso que, logo a seguir à vitória em Moscovo, surgiu a estranha carta de Ricardo Quaresma, dando conta da sua vontade de permanecer no Dragão, numa altura em que se falava da sua venda eminente ao Atlético de Madrid e em que corria já o boato que Lucho seguiria o mesmo caminho, depois de o seu contrato ter sido melhorado e prolongado, sem que tivesse surgido qualquer desmentido da Adminstração da SAD.
O que me parece é que o FC Porto precisava de adiar as negociações com os “colchoneros” até ao dia seguinte do jogo com o Arsenal e, não pretendendo fechar a porta ao negócio nem “roer a corda” aos espanhóis, procurou apoio junto do jogador e do seu empresário. Só assim se compreende que a carta seja publicada no “site oficial” do clube.
Parece-me que a saída de Ricardo Quaresma em Janeiro será sempre prematura, qualquer que seja o desfecho do jogo com o Arsenal.
No plano interno, o FC Porto está longe de ter a época resolvida e não tem grandes alternativas para jogar nas alas.
Sem Anderson, e duvido que o “miúdo” regresse às lides esta época, a equipa fica mais dependente dos centros e remates de Quaresma.
Parece-me, por isso, que se deveria sempre aguentar a venda do magnífico jogador até à Primavera, deixando que Jesualdo Ferreira tenha uma palavra a dizer e possa definir as saídas em função, também, das novas contratações.
Helton, Pepe, Lucho e Quaresma são activos transaccionáveis e, se continuarem a jogar da mesma forma, também Lisandro e Postiga o serão até lá, principalmente se pudermos jogar nos grandes palcos europeus.
É verdade que as contas do clube estão complicadas, mas o FC Porto tem sempre feito os melhores negócios nessas circunstâncias, em que a dificuldade parece aguçar o engenho de Pinto da Costa. Veremos se desta vez, e depois da famigerada “carta”, se mantém essa tradição."
Todavia, o condómino Braguilha fez-me chegar a informação de que só voltaria a postar quando o condómino Zex o fizesse.
Assim sendo, por forma a assegurar a habitual ronda de opiniões pelos 3 grandes, decidi publicar o artigo que Rui Moreira escreveu para o site "Sportugal".
"Depois da vitória em Moscovo, naquela que terá sido a mais perfeita das exibições da equipa azul e branca esta época, o FC Porto vai jogar uma partida decisiva com o Arsenal. Em que bastará não perder em casa para conseguir passar da fase dos grupos da Liga dos Campeões.
Em condições normais, essa a passagem aos oitavos-de-final valerá um encaixe líquido de pelo menos dois milhões de euros e, mesmo que venha a ser então eliminado, o FC Porto terá acesso a uma importante montra para os seus jogadores, numa altura em que parece iminente a venda de alguns deles.
Talvez tenha sido por isso que, logo a seguir à vitória em Moscovo, surgiu a estranha carta de Ricardo Quaresma, dando conta da sua vontade de permanecer no Dragão, numa altura em que se falava da sua venda eminente ao Atlético de Madrid e em que corria já o boato que Lucho seguiria o mesmo caminho, depois de o seu contrato ter sido melhorado e prolongado, sem que tivesse surgido qualquer desmentido da Adminstração da SAD.
O que me parece é que o FC Porto precisava de adiar as negociações com os “colchoneros” até ao dia seguinte do jogo com o Arsenal e, não pretendendo fechar a porta ao negócio nem “roer a corda” aos espanhóis, procurou apoio junto do jogador e do seu empresário. Só assim se compreende que a carta seja publicada no “site oficial” do clube.
Parece-me que a saída de Ricardo Quaresma em Janeiro será sempre prematura, qualquer que seja o desfecho do jogo com o Arsenal.
No plano interno, o FC Porto está longe de ter a época resolvida e não tem grandes alternativas para jogar nas alas.
Sem Anderson, e duvido que o “miúdo” regresse às lides esta época, a equipa fica mais dependente dos centros e remates de Quaresma.
Parece-me, por isso, que se deveria sempre aguentar a venda do magnífico jogador até à Primavera, deixando que Jesualdo Ferreira tenha uma palavra a dizer e possa definir as saídas em função, também, das novas contratações.
Helton, Pepe, Lucho e Quaresma são activos transaccionáveis e, se continuarem a jogar da mesma forma, também Lisandro e Postiga o serão até lá, principalmente se pudermos jogar nos grandes palcos europeus.
É verdade que as contas do clube estão complicadas, mas o FC Porto tem sempre feito os melhores negócios nessas circunstâncias, em que a dificuldade parece aguçar o engenho de Pinto da Costa. Veremos se desta vez, e depois da famigerada “carta”, se mantém essa tradição."
terça-feira, novembro 28, 2006
Sorteio da Taça de Portugal
Jogos da 4ª eliminatória da Taça de Portugal:
Louletano-Sp. Espinho
D. Aves-Oliveirense
Pontassolense-Olivais e Moscavide
Valecambrense-Varzim
Estoril-Santa Clara
Juv. Évora-Pinhalnovense
Paredes-Belenenses
E. Amadora-Feirense
P. Ferreira-U. Leiria
Nacional-Vizela
Bragança-Marco
Beira Mar-Santana
Leixões-Famalicão
Naval-Casa Pia
Sp. Covilhã-Mafra
Boavista-Macedo Cavaleiros
Santiago-Odivelas
Gondomar-Rio Maior
Sp. Braga-Portimonense
Académica-V. Setúbal
Maia-Lagoa
Sertanense-Lusitânia
Penalva do Castelo-Maria da Fonte
Camacha-Olhanense
Penafiel-Marítimo
U. Madeira-Sporting
F.C. Porto-Atlético
Benfica-Oliveira do Bairro
Isento: Rio Ave
Louletano-Sp. Espinho
D. Aves-Oliveirense
Pontassolense-Olivais e Moscavide
Valecambrense-Varzim
Estoril-Santa Clara
Juv. Évora-Pinhalnovense
Paredes-Belenenses
E. Amadora-Feirense
P. Ferreira-U. Leiria
Nacional-Vizela
Bragança-Marco
Beira Mar-Santana
Leixões-Famalicão
Naval-Casa Pia
Sp. Covilhã-Mafra
Boavista-Macedo Cavaleiros
Santiago-Odivelas
Gondomar-Rio Maior
Sp. Braga-Portimonense
Académica-V. Setúbal
Maia-Lagoa
Sertanense-Lusitânia
Penalva do Castelo-Maria da Fonte
Camacha-Olhanense
Penafiel-Marítimo
U. Madeira-Sporting
F.C. Porto-Atlético
Benfica-Oliveira do Bairro
Isento: Rio Ave
Artigo de Opinião do Condómino JC
O TERÇO.
Entrámos, neste fim de semana, no segundo terço do campeonato, dito Liga Bwin, sendo, pois, a ocasião ideal para fazer um primeiro balanço do que tem sido a prestação dos “três grandes” e o que se espera deles até final.
O F.C. Porto segue à frente. E com justiça, creio.
Tem sido a equipa que, na globalidade, melhor futebol tem apresentado até este momento, fruto essencialmente da qualidade e actual forma de 4 jogadores: Quaresma, Anderson, Lucho e Postiga.
A par destes 4 jogadores – agora reduzidos a 3 pela lesão de Anderson – a equipa tem apresentado uma apreciável consistência defensiva, traduzida em apenas 7 golos sofridos.
No conjunto dos jogos realizados, o FCP venceu todos aqueles que tinha obrigação de ganhar, ditos jogos fáceis, e, dos jogos difíceis, venceu um (com o SLB), empatou outro (com o SCP) e perdeu o terceiro (com o Braga).
Marcou 23 golos até ao momento e tem revelado apreciável regularidade.
É a equipa com o maior conjunto de jogadores talentosos, quase todos jogadores de características atacantes: os 4 já citados mais Lisandro Lopes, Ibson, Bruno Moraes, Jorginho e o lesionado Adriano.
A estes juntam-se Pepe, Paulo Assunção e Helton.
Noto, porém alguma perca de fulgor nos últimos dois jogos.
Com a Académica e o Belenenses, ainda que o FCP tenha ganho sem contestação, fê-lo pela margem mínima, realizou exibições pobres e permitiu, inclusive, alguma expectativa quanto ao resultado final.
Não sei se estaremos perante indícios de algum abaixamento de forma do Porto, se será resultado da sobrecarga de jogos, se reflexo da ausência de Anderson, se de tudo um pouco.
Certo é que, até final da 1ª volta, o Porto apenas tem um jogo difícil – saída ao Nacional – pelo que tudo indica ir manter até lá o primeiro lugar.
E mesmo na 2º volta, o primeiro embate difícil apenas acontecerá à 21ª jornada, em 11 de Março, quando se deslocar ao Funchal para defrontar o Marítimo.
Até lá, apenas dois jogos se poderão tornar complicados, o 1º já no próximo fim-de-semana com o Boavista no Dragão e à 20º jornada, com o Braga em casa.
Como jogos difíceis na 2ª volta, o FCP recebe o SCP e vai à Luz e ao Bessa.
É, pois, na minha opinião a equipa candidata a vencer o campeonato.
Em segundo lugar na tabela classificativa vem o SCP, com 26 pontos.
Também justa essa sua posição.
O SCP criou grandes expectativas no início da época, fruto da excelente pré-época realizada.
Não só as exibições eram convincentes como também as goleadas obtidas prometiam bons resultados.
A isto se veio juntar a vitória obtida sobre o Inter de Milão.
A partir daqui, porém, a equipa começou a acusar alguma falta de eficácia e a realizar algumas exibições pobres.
Sobrevieram com algum espanto a derrota com o Paços de Ferreira em casa e o empate com o Beira-Mar.
Jogos fáceis que tinha obrigação de ganhar.
O SCP perdeu pontos onde menos se esperava, ao contrário do FCP que ganhou todos os jogos que tinha obrigação de ganhar.
Nos jogos difíceis, o SCP venceu dois (com as equipas da Madeira) e empatou outro (com o FCP).
O SCP apresenta um conjunto de jogadores muito novos, oriundos das camadas jovens e de inegável qualidade.
Moutinho, Nani, Carlos Martins, Custódio, Djaló e Miguel Veloso são valores já garantidos.
Aqui assenta a força do SCP, sustentada por um treinador de raça, que conhece bem os jogadores e os sabe motivar.
A simbiose dos adeptos com a equipa e o treinador é perfeita.
Àquele núcleo proveniente da cantera juntam-se Polga, esteio da defesa, e Liedson.
Estivesse Liedson ao nível do que nos habituou e o SCP seguramente que viveria noutro desafogo.
A falta de concretização tem colocado em risco a eficácia defensiva da equipa.
Ainda assim, o SCP apontou 18 golos contra apenas 7 sofridos.
Penso que o jogo com o Benfica definirá o estatuto com que o SCP abordará o campeonato até final: uma vitória conclusiva confirmá-lo-á como um forte candidato ao 1º lugar; um resultado negativo fará diminuir os níveis de confiança.
Tanto mais que a 2ª volta do SCP é complicada, com saídas ao Bessa, ao Dragão, à Luz e a Braga.
O SLB ocupa neste momento o 3º lugar, provisoriamente, com 19 pontos, tendo, contudo, um jogo em atraso.
Pode aspirar a somar 22 pontos caso ganhe ao Belenenses.
Penso tratar-se da equipa com menos probabilidades de ser campeã.
Não vislumbro jogadores de grande qualidade no seu plantel, onde apenas sobressaiem Simão e Micolli dos restantes.
Ainda assim, Micolli faz 3 ou 4 jogos seguidos, dando de seguida entrada no departamento médico.
Rui Costa, em quem os adeptos depositavam grandes esperanças de ser o Maestro Salvador, ainda não fez um jogo completo pelo Benfica e, se não me engano, fez apenas dois jogos incompletos, lesionando-se em ambos.
Nuno Gomes não realiza mais do que 5 ou 6 bons jogos, entrando depois em hibernação.
Katsouranis tem dado nas vistas pelos golos que tem marcado mas não passa de um médio razoável (veja-se este fim-de-semana, que para além do golo pouco mais produziu).
Luisão é apresentado como grande defesa central mas é duro de rins e vale apenas pela sua altura.
De Petit não gosto. Limita-se a dar pancada.
De resto, jogadores de mediana qualidade, onde ainda assim sobressaem Leo, Nelson e Karagounis.
Do treinador nem vale a pena falar.
Resultado de tudo isto, (onde o plantel benfiquista revela ser inferior ao do SCP e FCP) é a posição que ocupa na tabela classificativa e as más exibições que tem produzido.
Sofreu já 13 golos, tendo apontado 21 tentos.
De um conjunto de 3 jogos difíceis (Boavista, Braga e FCP), o Benfica perdeu-os todos, sofrendo sempre 3 golos.
Para além disso, empatou um jogo fácil (Paços de Ferreira).
Não são só as derrotas, mas a forma como perde e o número de golos que sofre.
Tirando o jogo do Porto, onde deu boa resposta, é confrangedora a apatia revelada em certos jogos.
As famosas exibições à Benfica de que se tem falado e que tanto têm empolgado os benfiquistas apenas têm acontecido com adversários fracos e a espaços.
O Benfica mostra-se uma equipa irregular, e, como se sabe, a irregularidade dificilmente ganha campeonatos.
Com equipas de qualidade média ou elevada o Benfica perde sempre.
A seu favor, tem o Benfica o facto de enfrentar uma 2ª volta mais fácil.
Recebe Boavista, FCP, SCP e Braga e tem como saídas mais difíceis os jogos com Nacional e Marítimo, ambos na Madeira.
Porém, o jogo com o SCP na próxima jornada é, se não decisivo, de capital importância.
Se perder, o Benfica fica a 7 pontos do SCP e a 9 do FCP – na melhor das hipóteses, isto é, se ganhar ao Belenenses.
Dos três grandes creio que o Benfica é o que tem menos hipóteses de vencer o campeonato.
Resta, pois, aos seus adeptos rezarem o TERÇO.
O F.C. Porto segue à frente. E com justiça, creio.
Tem sido a equipa que, na globalidade, melhor futebol tem apresentado até este momento, fruto essencialmente da qualidade e actual forma de 4 jogadores: Quaresma, Anderson, Lucho e Postiga.
A par destes 4 jogadores – agora reduzidos a 3 pela lesão de Anderson – a equipa tem apresentado uma apreciável consistência defensiva, traduzida em apenas 7 golos sofridos.
No conjunto dos jogos realizados, o FCP venceu todos aqueles que tinha obrigação de ganhar, ditos jogos fáceis, e, dos jogos difíceis, venceu um (com o SLB), empatou outro (com o SCP) e perdeu o terceiro (com o Braga).
Marcou 23 golos até ao momento e tem revelado apreciável regularidade.
É a equipa com o maior conjunto de jogadores talentosos, quase todos jogadores de características atacantes: os 4 já citados mais Lisandro Lopes, Ibson, Bruno Moraes, Jorginho e o lesionado Adriano.
A estes juntam-se Pepe, Paulo Assunção e Helton.
Noto, porém alguma perca de fulgor nos últimos dois jogos.
Com a Académica e o Belenenses, ainda que o FCP tenha ganho sem contestação, fê-lo pela margem mínima, realizou exibições pobres e permitiu, inclusive, alguma expectativa quanto ao resultado final.
Não sei se estaremos perante indícios de algum abaixamento de forma do Porto, se será resultado da sobrecarga de jogos, se reflexo da ausência de Anderson, se de tudo um pouco.
Certo é que, até final da 1ª volta, o Porto apenas tem um jogo difícil – saída ao Nacional – pelo que tudo indica ir manter até lá o primeiro lugar.
E mesmo na 2º volta, o primeiro embate difícil apenas acontecerá à 21ª jornada, em 11 de Março, quando se deslocar ao Funchal para defrontar o Marítimo.
Até lá, apenas dois jogos se poderão tornar complicados, o 1º já no próximo fim-de-semana com o Boavista no Dragão e à 20º jornada, com o Braga em casa.
Como jogos difíceis na 2ª volta, o FCP recebe o SCP e vai à Luz e ao Bessa.
É, pois, na minha opinião a equipa candidata a vencer o campeonato.
Em segundo lugar na tabela classificativa vem o SCP, com 26 pontos.
Também justa essa sua posição.
O SCP criou grandes expectativas no início da época, fruto da excelente pré-época realizada.
Não só as exibições eram convincentes como também as goleadas obtidas prometiam bons resultados.
A isto se veio juntar a vitória obtida sobre o Inter de Milão.
A partir daqui, porém, a equipa começou a acusar alguma falta de eficácia e a realizar algumas exibições pobres.
Sobrevieram com algum espanto a derrota com o Paços de Ferreira em casa e o empate com o Beira-Mar.
Jogos fáceis que tinha obrigação de ganhar.
O SCP perdeu pontos onde menos se esperava, ao contrário do FCP que ganhou todos os jogos que tinha obrigação de ganhar.
Nos jogos difíceis, o SCP venceu dois (com as equipas da Madeira) e empatou outro (com o FCP).
O SCP apresenta um conjunto de jogadores muito novos, oriundos das camadas jovens e de inegável qualidade.
Moutinho, Nani, Carlos Martins, Custódio, Djaló e Miguel Veloso são valores já garantidos.
Aqui assenta a força do SCP, sustentada por um treinador de raça, que conhece bem os jogadores e os sabe motivar.
A simbiose dos adeptos com a equipa e o treinador é perfeita.
Àquele núcleo proveniente da cantera juntam-se Polga, esteio da defesa, e Liedson.
Estivesse Liedson ao nível do que nos habituou e o SCP seguramente que viveria noutro desafogo.
A falta de concretização tem colocado em risco a eficácia defensiva da equipa.
Ainda assim, o SCP apontou 18 golos contra apenas 7 sofridos.
Penso que o jogo com o Benfica definirá o estatuto com que o SCP abordará o campeonato até final: uma vitória conclusiva confirmá-lo-á como um forte candidato ao 1º lugar; um resultado negativo fará diminuir os níveis de confiança.
Tanto mais que a 2ª volta do SCP é complicada, com saídas ao Bessa, ao Dragão, à Luz e a Braga.
O SLB ocupa neste momento o 3º lugar, provisoriamente, com 19 pontos, tendo, contudo, um jogo em atraso.
Pode aspirar a somar 22 pontos caso ganhe ao Belenenses.
Penso tratar-se da equipa com menos probabilidades de ser campeã.
Não vislumbro jogadores de grande qualidade no seu plantel, onde apenas sobressaiem Simão e Micolli dos restantes.
Ainda assim, Micolli faz 3 ou 4 jogos seguidos, dando de seguida entrada no departamento médico.
Rui Costa, em quem os adeptos depositavam grandes esperanças de ser o Maestro Salvador, ainda não fez um jogo completo pelo Benfica e, se não me engano, fez apenas dois jogos incompletos, lesionando-se em ambos.
Nuno Gomes não realiza mais do que 5 ou 6 bons jogos, entrando depois em hibernação.
Katsouranis tem dado nas vistas pelos golos que tem marcado mas não passa de um médio razoável (veja-se este fim-de-semana, que para além do golo pouco mais produziu).
Luisão é apresentado como grande defesa central mas é duro de rins e vale apenas pela sua altura.
De Petit não gosto. Limita-se a dar pancada.
De resto, jogadores de mediana qualidade, onde ainda assim sobressaem Leo, Nelson e Karagounis.
Do treinador nem vale a pena falar.
Resultado de tudo isto, (onde o plantel benfiquista revela ser inferior ao do SCP e FCP) é a posição que ocupa na tabela classificativa e as más exibições que tem produzido.
Sofreu já 13 golos, tendo apontado 21 tentos.
De um conjunto de 3 jogos difíceis (Boavista, Braga e FCP), o Benfica perdeu-os todos, sofrendo sempre 3 golos.
Para além disso, empatou um jogo fácil (Paços de Ferreira).
Não são só as derrotas, mas a forma como perde e o número de golos que sofre.
Tirando o jogo do Porto, onde deu boa resposta, é confrangedora a apatia revelada em certos jogos.
As famosas exibições à Benfica de que se tem falado e que tanto têm empolgado os benfiquistas apenas têm acontecido com adversários fracos e a espaços.
O Benfica mostra-se uma equipa irregular, e, como se sabe, a irregularidade dificilmente ganha campeonatos.
Com equipas de qualidade média ou elevada o Benfica perde sempre.
A seu favor, tem o Benfica o facto de enfrentar uma 2ª volta mais fácil.
Recebe Boavista, FCP, SCP e Braga e tem como saídas mais difíceis os jogos com Nacional e Marítimo, ambos na Madeira.
Porém, o jogo com o SCP na próxima jornada é, se não decisivo, de capital importância.
Se perder, o Benfica fica a 7 pontos do SCP e a 9 do FCP – na melhor das hipóteses, isto é, se ganhar ao Belenenses.
Dos três grandes creio que o Benfica é o que tem menos hipóteses de vencer o campeonato.
Resta, pois, aos seus adeptos rezarem o TERÇO.
Liga dos Astros
classificação geral da Liga dos Astros é a seguinte:
1º Lugar: Joker alho - 531 pontos;
2º Lugar: Caça-Lagartos/Suçuarana - 515 pontos;
3º Lugar: Kubas4EverTeam - 505 pontos;
4º Lugar: Nª Sr.ª do Caravagio- 503 pontos;
5º Lugar: Cruzados - 496 pontos;
6º Lugar: Afinal estou Vivo - 490 pontos;
7º Lugar: Caixa Campus - 478 pontos;
8º Lugar: Eagles - 454 pontos;
9º Lugar: Santy Thunder Team - 389 pontos;
10º Lugar: Caixa Blogus - 212 pontos;
1º Lugar: Joker alho - 531 pontos;
2º Lugar: Caça-Lagartos/Suçuarana - 515 pontos;
3º Lugar: Kubas4EverTeam - 505 pontos;
4º Lugar: Nª Sr.ª do Caravagio- 503 pontos;
5º Lugar: Cruzados - 496 pontos;
6º Lugar: Afinal estou Vivo - 490 pontos;
7º Lugar: Caixa Campus - 478 pontos;
8º Lugar: Eagles - 454 pontos;
9º Lugar: Santy Thunder Team - 389 pontos;
10º Lugar: Caixa Blogus - 212 pontos;
Espaço Prof. Karamba
A classificação geral do Espaço Prof. Karamba é a seguinte:
1º Lugar: Cavungi e Carlos - 260 pontos;
2º Lugar: Zex - 250 pontos;
3º Lugar: Jorge Mínimo - 230 pontos;
4º Lugar: Fura-Redes e Costa - 225 pontos;
5º Lugar: Vermelho Nunca - 220 pontos;
6º Lugar: Kubas - 210 pontos;
7º Lugar: Holtreman e Vermelho Sempre - 180 pontos;
8º Lugar: Vermelho - 175 pontos;
9º Lugar: Samsalameh - 165 pontos;
10º Lugar: Estar Vivo é o Contrário de Estar Morto - 160 pontos;
11º Lugar: Francisco Lázaro - 145 pontos;
12º Lugar: Sócio - 135 pontos;
13º Lugar: Petit - 130 pontos;
14º Lugar: Braguilha - 65 pontos;
15º Lugar: Jimmy Jump Reloaded - 20 pontos;
16º Lugar: Sh Cala-te - 5 pontos;
1º Lugar: Cavungi e Carlos - 260 pontos;
2º Lugar: Zex - 250 pontos;
3º Lugar: Jorge Mínimo - 230 pontos;
4º Lugar: Fura-Redes e Costa - 225 pontos;
5º Lugar: Vermelho Nunca - 220 pontos;
6º Lugar: Kubas - 210 pontos;
7º Lugar: Holtreman e Vermelho Sempre - 180 pontos;
8º Lugar: Vermelho - 175 pontos;
9º Lugar: Samsalameh - 165 pontos;
10º Lugar: Estar Vivo é o Contrário de Estar Morto - 160 pontos;
11º Lugar: Francisco Lázaro - 145 pontos;
12º Lugar: Sócio - 135 pontos;
13º Lugar: Petit - 130 pontos;
14º Lugar: Braguilha - 65 pontos;
15º Lugar: Jimmy Jump Reloaded - 20 pontos;
16º Lugar: Sh Cala-te - 5 pontos;
segunda-feira, novembro 27, 2006
Análise à Jornada
Depois do desaire em Braga, na jornada passada, o Benfica regressou às vitórias, com uma exibição dominante, mas pouco objectiva e eficaz.
Foram necessários 25 remates para fazer dois golos, sendo certo que o primeiro resultou, inclusive, de um auto-golo.
Fernando Santos e Ulisses Morais não apresentaram quaisquer surpresas, tendo mantido a estrutura táctica e o modelo de jogo adoptados em jornadas precedentes.
O Benfica entrou pujante, dinâmico e pressionante e aos 15 minutos havia já criado três boas ocasiões de golo.
Pese embora, o caudal ofensivo benfiquista, o primeiro golo surgiria num lance de fortuito.
Perto do terço de jogo, na sequência de um livre lateral, Alex Von Schwedler introduziu a bola na sua própria baliza.
Com o 1-0, o Benfica diminuiu a pressão, o seu bloco defensivo recuou e a equipa como que adormeceu.
O Benfica mantinha o controlo e o domínio do jogo, não obstante a qualidade do seu processo ofensivo tivesse, agora, decrescido.
O Marítimo não conseguia articular o seu jogo ofensivo, mostrando-se incapaz de criar perigo no último reduto encarnado.
Todavia, na sequência de um soberbo remate de Marcinho, o 1º e único ao longo de toda a partida do Marítimo à baliza de Quim, a equipa insular empatou.
Até ao final, o Benfica não reagiu convenientemente ao golo maritimista, revelando-se ofensivamente inoperante.
Na segunda parte, esperava-se o regresso do Benfica dos primeiros 20 minutos.
Contudo, aos 50 minutos, o Benfica perdeu o seu jogador em maior destaque na partida – Miccoli, uma vez mais acossado por uma lesão muscular.
Segundo revelou Fernando Santos no final da partida, o jogador apresentou queixas ao intervalo, mas a equipa técnica de acordo com o jogador entendeu mantê-lo em campo até que a sintomatologia não sofresse agravamento.
Uma insensatez, uma imprudência, conhecendo-se o historial clínico do jogador e a sua importância na equipa.
Saiu Miccoli e entrou Mantorras, que volvidos pouco mais de 15/20 minutos em campo começou a coxear visivelmente.
Não se alcança o ostracismo a que Kikin Fonseca tem sido votado em detrimento de um jogador cuja condição física não lhe permite actuar, em pleno, mais do que um quarto de hora.
O Benfica entrou, na segunda parte, imbuído do mesmo espírito e atitude evidenciadas no dealbar da partida.
Poucos minutos depois, Marcinho entra de forma brutal sobre Simão e vê o cartão vermelho.
Ao contrário de outras situações em que a impunidade reinou, nesta o árbitro da partida esteve muito bem ao punir a entrada do jogador do Marítimo.
Se a tarefa maritimista não se afigurava já fácil, a tormenta acentuou-se.
Em superioridade numérica, o Benfica acentuou a posse e a circulação de bola e com a entrada de Karagounis empurrou, decisivamente, o Marítimo para o seu último terço.
As ocasiões de golo repetiam-se, mas o caminho das redes de Marcos tardava em ser descoberto.
A inspiração de Marcos e a inépcia dos jogadores benfiquistas impediam a materialização do domínio encarnado.Aos 67 minutos, após uma penetração vertical de Simão na área adversária, Katsouranis apareceu bem ao segundo poste e rematou rasteiro para a baliza: 2-1.
A cultura táctica e a capacidade de aparecer nos espaços de Katsouranis fez, uma vez mais, a diferença.
A sua importância na manobra da equipa é imensa, assumindo-se como o pêndulo defensivo e ofensivo da equipa.
Até final, o Benfica construiu ainda mais algumas oportunidades de golo, mas a matriz do seu futebol assentou, essencialmente, no controlo da partida.Triunfo justo e sem contestação do Benfica, perante um Marítimo medianamente competente defensivamente, mas inexistente em termos ofensivos.
No Restelo, como previsto, mais três pontos para o FC Porto e em ritmo de treino…Jesualdo repetiu a equipa de Moscovo e Jesus reforçou o meio-campo com a entrada de Sandro Gaúcho.
O Porto entrou bem na partida e podia mesmo ter sentenciado a partida nos primeiros 10 minutos.
Primeiro numa jogada confusa, na sequência de um canto de Quaresma, em que permanece a dúvida se a bola esteve dentro ou se foi Postiga, na ânsia de confirmar o tento, que enviou a bola ao poste.
Fica a coerência de Olegário Benquerença…
No minuto seguinte, Bosingwa desceu pela direita e cruzou para Postiga cabecear à figura de Marco.
O Belenenses não apresentava argumentos para jogar de igual para igual como Jesus havia prometido.O FC Porto continuava a jogar e o Belenenses a defender-se como podia.
Aos 19 minutos, foi a vez de Pepe atirar à barra.
Oportunidades criadas, mas zero em eficácia.
No entretanto, dois fogachos do Belenenses, ambos por intermédio de José Pedro, com dois remates de fora da área, que levaram relativo perigo à baliza de Hélton.A partir dos 25 minutos, o Belenenses conseguiu adormecer o Porto, mas, ainda assim, percebia-se a falta de qualidade dos azuis do Restelo.Ao minuto 41, o golo da vitória portista.
Na insistência de um canto, Paulo Assunção, com um “balão”, colocou a bola na área, Bruno Alves disputou, junto à marca de penalty, a bola nas alturas com Marco e no ressalto Hélder Postiga fez o golo.
Na segunda parte, a perder, o Belenenses não conseguiu obrigar Helton a uma única defesa complicada. Apenas, por uma vez, já nos minutos de desconto, conseguiu criar um lance de perigo na área portista, mas um oportuno corte de Fucile cerceou quaisquer veleidades.
O FC Porto fazia o que queria, trocava a bola, geria o esforço e continuava a desperdiçar oportunidades – v.g. Lisandro, Postiga e Quaresma. Em suma, uma vitória incontestável do Porto, face a um Belenenses muito fraquinho. Dez jogadores atrás da linha da bola e fé num lance de inspiração de José Pedro ou Silas, autênticos oásis num deserto de talento (nem Ruben Amorim logrou sequer aproximar-se da valia patenteada por aqueles).
Jogo fraco, com períodos profundamente soporíferos, em que o Porto nem precisou de se empenhar por aí alem para vencer.Na Figueira da Foz, o Sporting sofreu, mas venceu a Naval.
Num jogo de fraca qualidade, um golo de Ronny perto do final acabou por resolver uma partida que parecia condenada ao nulo.O Sporting entrou melhor no jogo, a dominar o meio campo e a conseguir empurrar a Naval para a sua zona defensiva.
O culminar do domínio sportinguista aconteceu aos 26 minutos, com Liedson a aparecer isolado e a falhar escandalosamente na cara de Taborda.
Este lance como que acordou a equipa da Naval, que equilibrou as operações e criou duas situações de perigo no espaço de quatro minutos, ambas por Saulo.
A Naval conseguiu terminar a primeira parte com mais remates à baliza que o Sporting, que cedo perdeu o maior fulgor inicial demonstrado.Na segunda parte, as duas equipas continuaram a lutar muito, mas o bom futebol continuava arredio da Figueira da Foz.
Aos 15 minutos, Paulo Bento tirou Custódio e Alecsandro e fez entrar Romagnoli e Carlos Bueno.
O primeiro remate da segunda parte aconteceu apenas aos 20 minutos e para a Naval.
A toada do encontro permanecia inalterada.
Seria a entrada de Ronny, aos 75 minutos, que acabaria por decidir o jogo.
Antes, Bueno quase se estreou a marcar pelo Sporting, aos 82 minutos.
Mas quando tudo parecia encaminhado para o empate, o Sporting beneficiou de um livre quase em cima da linha de área da Naval.
Ronny, chamado a marcar, desferiu uma “bomba” “à Roberto Carlos”. A bola só parou no fundo das redes de Taborda.
O resultado mais justo seria o empate.
A Naval, se não merecia perder, também não merecia sair vitoriosa.
A equipa de Fernando Mira esteve longe das suas melhores noites.
O Sporting continua a privilegiar o resultado em detrimento do espectáculo, mas o certo é que tem obtido sucesso com tal pragmatismo.
Em Coimbra, a Briosa venceu o Beira-Mar. A eficácia na finalização fez a diferença, num jogo em que o domínio se repartiu pelas duas equipas em cada uma das metades da partida.
Na 1ª parte, o Beira-Mar controlou e dominou o jogo, tendo construído duas ou três boas ocasiões de golo, mas apenas uma logrou merecer concretização.
Ao invés, na 2ª metade, a Briosa controlou e dominou a partida, tendo construído duas ou três boas ocasiões de golo, tendo conseguido finalizar duas delas.
Maior eficácia = vitória.
Na 1ª parte, o Beira-Mar entrou melhor na partida e, sem surpresa, à passagem da meia hora, fez o 0-1, por Jorge Leitão.
A Briosa mostrava-se apática, sem chama, inoperante e incapaz de se acercar com perigo da baliza de Danrlei.
Todavia, contra a corrente de jogo, na sequência de um lance de bola parada (de que outra forma poderia ser tamanha era a apatia), Litos igualou a partida.
Ao intervalo, o empate verificado constituía um resultado lisonjeiro para a Briosa.
Na segunda parte, inverteram-se os papéis.
Se a Académica se havia revelado letárgica na 1ª parte, na 2ª foi o Beira-Mar que, estranhamente, assumiu tal postura. O empate alcançado pela Académica no terminus da 1ª parte abalou e de que maneira os índices de confiança dos cagareus.
Assim, a Briosa tomou conta das rédeas da partida e em doze minutos resolveu o jogo.
Primeiro, num monumental pontapé de Dame a 30 metros da baliza e depois por Gyano na finalização de um contra-ataque bem gizado por Filipe Teixeira e Dame.
Estava sentenciada a partida e, até final, apenas nota para a entrada de uma 2ª bola em campo, bola esta com a particularidade de se mover com extrema dificuldade.
Foram necessários 25 remates para fazer dois golos, sendo certo que o primeiro resultou, inclusive, de um auto-golo.
Fernando Santos e Ulisses Morais não apresentaram quaisquer surpresas, tendo mantido a estrutura táctica e o modelo de jogo adoptados em jornadas precedentes.
O Benfica entrou pujante, dinâmico e pressionante e aos 15 minutos havia já criado três boas ocasiões de golo.
Pese embora, o caudal ofensivo benfiquista, o primeiro golo surgiria num lance de fortuito.
Perto do terço de jogo, na sequência de um livre lateral, Alex Von Schwedler introduziu a bola na sua própria baliza.
Com o 1-0, o Benfica diminuiu a pressão, o seu bloco defensivo recuou e a equipa como que adormeceu.
O Benfica mantinha o controlo e o domínio do jogo, não obstante a qualidade do seu processo ofensivo tivesse, agora, decrescido.
O Marítimo não conseguia articular o seu jogo ofensivo, mostrando-se incapaz de criar perigo no último reduto encarnado.
Todavia, na sequência de um soberbo remate de Marcinho, o 1º e único ao longo de toda a partida do Marítimo à baliza de Quim, a equipa insular empatou.
Até ao final, o Benfica não reagiu convenientemente ao golo maritimista, revelando-se ofensivamente inoperante.
Na segunda parte, esperava-se o regresso do Benfica dos primeiros 20 minutos.
Contudo, aos 50 minutos, o Benfica perdeu o seu jogador em maior destaque na partida – Miccoli, uma vez mais acossado por uma lesão muscular.
Segundo revelou Fernando Santos no final da partida, o jogador apresentou queixas ao intervalo, mas a equipa técnica de acordo com o jogador entendeu mantê-lo em campo até que a sintomatologia não sofresse agravamento.
Uma insensatez, uma imprudência, conhecendo-se o historial clínico do jogador e a sua importância na equipa.
Saiu Miccoli e entrou Mantorras, que volvidos pouco mais de 15/20 minutos em campo começou a coxear visivelmente.
Não se alcança o ostracismo a que Kikin Fonseca tem sido votado em detrimento de um jogador cuja condição física não lhe permite actuar, em pleno, mais do que um quarto de hora.
O Benfica entrou, na segunda parte, imbuído do mesmo espírito e atitude evidenciadas no dealbar da partida.
Poucos minutos depois, Marcinho entra de forma brutal sobre Simão e vê o cartão vermelho.
Ao contrário de outras situações em que a impunidade reinou, nesta o árbitro da partida esteve muito bem ao punir a entrada do jogador do Marítimo.
Se a tarefa maritimista não se afigurava já fácil, a tormenta acentuou-se.
Em superioridade numérica, o Benfica acentuou a posse e a circulação de bola e com a entrada de Karagounis empurrou, decisivamente, o Marítimo para o seu último terço.
As ocasiões de golo repetiam-se, mas o caminho das redes de Marcos tardava em ser descoberto.
A inspiração de Marcos e a inépcia dos jogadores benfiquistas impediam a materialização do domínio encarnado.Aos 67 minutos, após uma penetração vertical de Simão na área adversária, Katsouranis apareceu bem ao segundo poste e rematou rasteiro para a baliza: 2-1.
A cultura táctica e a capacidade de aparecer nos espaços de Katsouranis fez, uma vez mais, a diferença.
A sua importância na manobra da equipa é imensa, assumindo-se como o pêndulo defensivo e ofensivo da equipa.
Até final, o Benfica construiu ainda mais algumas oportunidades de golo, mas a matriz do seu futebol assentou, essencialmente, no controlo da partida.Triunfo justo e sem contestação do Benfica, perante um Marítimo medianamente competente defensivamente, mas inexistente em termos ofensivos.
No Restelo, como previsto, mais três pontos para o FC Porto e em ritmo de treino…Jesualdo repetiu a equipa de Moscovo e Jesus reforçou o meio-campo com a entrada de Sandro Gaúcho.
O Porto entrou bem na partida e podia mesmo ter sentenciado a partida nos primeiros 10 minutos.
Primeiro numa jogada confusa, na sequência de um canto de Quaresma, em que permanece a dúvida se a bola esteve dentro ou se foi Postiga, na ânsia de confirmar o tento, que enviou a bola ao poste.
Fica a coerência de Olegário Benquerença…
No minuto seguinte, Bosingwa desceu pela direita e cruzou para Postiga cabecear à figura de Marco.
O Belenenses não apresentava argumentos para jogar de igual para igual como Jesus havia prometido.O FC Porto continuava a jogar e o Belenenses a defender-se como podia.
Aos 19 minutos, foi a vez de Pepe atirar à barra.
Oportunidades criadas, mas zero em eficácia.
No entretanto, dois fogachos do Belenenses, ambos por intermédio de José Pedro, com dois remates de fora da área, que levaram relativo perigo à baliza de Hélton.A partir dos 25 minutos, o Belenenses conseguiu adormecer o Porto, mas, ainda assim, percebia-se a falta de qualidade dos azuis do Restelo.Ao minuto 41, o golo da vitória portista.
Na insistência de um canto, Paulo Assunção, com um “balão”, colocou a bola na área, Bruno Alves disputou, junto à marca de penalty, a bola nas alturas com Marco e no ressalto Hélder Postiga fez o golo.
Na segunda parte, a perder, o Belenenses não conseguiu obrigar Helton a uma única defesa complicada. Apenas, por uma vez, já nos minutos de desconto, conseguiu criar um lance de perigo na área portista, mas um oportuno corte de Fucile cerceou quaisquer veleidades.
O FC Porto fazia o que queria, trocava a bola, geria o esforço e continuava a desperdiçar oportunidades – v.g. Lisandro, Postiga e Quaresma. Em suma, uma vitória incontestável do Porto, face a um Belenenses muito fraquinho. Dez jogadores atrás da linha da bola e fé num lance de inspiração de José Pedro ou Silas, autênticos oásis num deserto de talento (nem Ruben Amorim logrou sequer aproximar-se da valia patenteada por aqueles).
Jogo fraco, com períodos profundamente soporíferos, em que o Porto nem precisou de se empenhar por aí alem para vencer.Na Figueira da Foz, o Sporting sofreu, mas venceu a Naval.
Num jogo de fraca qualidade, um golo de Ronny perto do final acabou por resolver uma partida que parecia condenada ao nulo.O Sporting entrou melhor no jogo, a dominar o meio campo e a conseguir empurrar a Naval para a sua zona defensiva.
O culminar do domínio sportinguista aconteceu aos 26 minutos, com Liedson a aparecer isolado e a falhar escandalosamente na cara de Taborda.
Este lance como que acordou a equipa da Naval, que equilibrou as operações e criou duas situações de perigo no espaço de quatro minutos, ambas por Saulo.
A Naval conseguiu terminar a primeira parte com mais remates à baliza que o Sporting, que cedo perdeu o maior fulgor inicial demonstrado.Na segunda parte, as duas equipas continuaram a lutar muito, mas o bom futebol continuava arredio da Figueira da Foz.
Aos 15 minutos, Paulo Bento tirou Custódio e Alecsandro e fez entrar Romagnoli e Carlos Bueno.
O primeiro remate da segunda parte aconteceu apenas aos 20 minutos e para a Naval.
A toada do encontro permanecia inalterada.
Seria a entrada de Ronny, aos 75 minutos, que acabaria por decidir o jogo.
Antes, Bueno quase se estreou a marcar pelo Sporting, aos 82 minutos.
Mas quando tudo parecia encaminhado para o empate, o Sporting beneficiou de um livre quase em cima da linha de área da Naval.
Ronny, chamado a marcar, desferiu uma “bomba” “à Roberto Carlos”. A bola só parou no fundo das redes de Taborda.
O resultado mais justo seria o empate.
A Naval, se não merecia perder, também não merecia sair vitoriosa.
A equipa de Fernando Mira esteve longe das suas melhores noites.
O Sporting continua a privilegiar o resultado em detrimento do espectáculo, mas o certo é que tem obtido sucesso com tal pragmatismo.
Em Coimbra, a Briosa venceu o Beira-Mar. A eficácia na finalização fez a diferença, num jogo em que o domínio se repartiu pelas duas equipas em cada uma das metades da partida.
Na 1ª parte, o Beira-Mar controlou e dominou o jogo, tendo construído duas ou três boas ocasiões de golo, mas apenas uma logrou merecer concretização.
Ao invés, na 2ª metade, a Briosa controlou e dominou a partida, tendo construído duas ou três boas ocasiões de golo, tendo conseguido finalizar duas delas.
Maior eficácia = vitória.
Na 1ª parte, o Beira-Mar entrou melhor na partida e, sem surpresa, à passagem da meia hora, fez o 0-1, por Jorge Leitão.
A Briosa mostrava-se apática, sem chama, inoperante e incapaz de se acercar com perigo da baliza de Danrlei.
Todavia, contra a corrente de jogo, na sequência de um lance de bola parada (de que outra forma poderia ser tamanha era a apatia), Litos igualou a partida.
Ao intervalo, o empate verificado constituía um resultado lisonjeiro para a Briosa.
Na segunda parte, inverteram-se os papéis.
Se a Académica se havia revelado letárgica na 1ª parte, na 2ª foi o Beira-Mar que, estranhamente, assumiu tal postura. O empate alcançado pela Académica no terminus da 1ª parte abalou e de que maneira os índices de confiança dos cagareus.
Assim, a Briosa tomou conta das rédeas da partida e em doze minutos resolveu o jogo.
Primeiro, num monumental pontapé de Dame a 30 metros da baliza e depois por Gyano na finalização de um contra-ataque bem gizado por Filipe Teixeira e Dame.
Estava sentenciada a partida e, até final, apenas nota para a entrada de uma 2ª bola em campo, bola esta com a particularidade de se mover com extrema dificuldade.
domingo, novembro 26, 2006
sexta-feira, novembro 24, 2006
Liga dos Astros
Fica, desde já, disponível o presente post para que apresentem o vosso onze para a próxima jornada.
Peço-vos que não o façam por simples remissão para o apresentado em semanas anteriores, solicitando-vos que, caso pretendam repetir o onze titular da semana passada, o republiquem.
Peço-vos que não o façam por simples remissão para o apresentado em semanas anteriores, solicitando-vos que, caso pretendam repetir o onze titular da semana passada, o republiquem.
Espaço Prof. Karamba
Os jogos sujeitos a aposta são os seguintes:
Benfica-Marítimo;
Académica-Beira-Mar;
Belenenses-F.C. Porto;
Naval-Sporting;
V. Setúbal-Sp. Braga;
Como sempre, aqui deixo, desde já, o meu palpite:
Benfica-Marítimo: 3-0;
Académica-Beira-Mar: 2-0;
Belenenses-F.C. Porto: 0-2;
Naval-Sporting: 1-1;
V. Setúbal-Sp. Braga: 1-1;
Benfica-Marítimo;
Académica-Beira-Mar;
Belenenses-F.C. Porto;
Naval-Sporting;
V. Setúbal-Sp. Braga;
Como sempre, aqui deixo, desde já, o meu palpite:
Benfica-Marítimo: 3-0;
Académica-Beira-Mar: 2-0;
Belenenses-F.C. Porto: 0-2;
Naval-Sporting: 1-1;
V. Setúbal-Sp. Braga: 1-1;
Espaço Prof. Karamba
A classificação geral do Espaço Prof. Karamba é a seguinte:
1º Lugar: Zex - 230 pontos;
2º Lugar: Cavungi e Carlos - 225 pontos;
3º Lugar: Vermelho Nunca - 205 pontos;
4º Lugar: Jorge Mínimo e Fura-Redes - 200 pontos;
5º Lugar: Costa - 190 pontos;
6º Lugar: Kubas - 185 pontos;
7º Lugar: Holtreman - 180 pontos;
8º Lugar: Vermelho Sempre - 165 pontos;
9º Lugar: Vermelho - 160 pontos;
10º Lugar: Estar Vivo é o Contrário de Estar Morto - 155 pontos;
11º Lugar: Samsalameh - 150 pontos;
12º Lugar: Francisco Lázaro - 145 pontos;
13º Lugar: Sócio e Petit - 120 pontos;
14º Lugar: Braguilha - 65 pontos;
15º Lugar: Jimmy Jump Reloaded - 20 pontos;
16º Lugar: Sh Cala-te - 5 pontos;
1º Lugar: Zex - 230 pontos;
2º Lugar: Cavungi e Carlos - 225 pontos;
3º Lugar: Vermelho Nunca - 205 pontos;
4º Lugar: Jorge Mínimo e Fura-Redes - 200 pontos;
5º Lugar: Costa - 190 pontos;
6º Lugar: Kubas - 185 pontos;
7º Lugar: Holtreman - 180 pontos;
8º Lugar: Vermelho Sempre - 165 pontos;
9º Lugar: Vermelho - 160 pontos;
10º Lugar: Estar Vivo é o Contrário de Estar Morto - 155 pontos;
11º Lugar: Samsalameh - 150 pontos;
12º Lugar: Francisco Lázaro - 145 pontos;
13º Lugar: Sócio e Petit - 120 pontos;
14º Lugar: Braguilha - 65 pontos;
15º Lugar: Jimmy Jump Reloaded - 20 pontos;
16º Lugar: Sh Cala-te - 5 pontos;
Antevisão da Jornada
Benfica/Marítimo
Este sábado, o Benfica irá receber pela 26.ª vez o Marítimo em jogos a contar para o Campeonato nacional.
Em 26 ocasiões a vitória sorriu ao Benfica, registando-se ainda 3 empates e apenas uma vitória dos maritimistas.
Excepção feita à derrota sofrida com o Manchester United, o Benfica de Fernando Santos tem uma campanha cem por cento vitoriosa nos jogos disputados no Estádio da Luz, com quatro vitórias no Campeonato e duas na Europa.
Benfica e Marítimo mostram-se igualados na tabela classificativa, acumulando 16 pontos, pese embora os encarnados tenham disputado menos um jogo.
Em casa, o Benfica tem de ser sempre encarado como favorito.
Fernando Santos deve repetir o mesmo onze apresentado frente ao Copenhaga.
De igual forma, a aposta no 4x4x2 em losango deverá ser para manter.
Veremos qual a cara que o Benfica, desta vez, apresenta: a das vitórias retumbantes ou, ao invés, a das derrotas retumbantes.
Ulisses Morais deverá, também, conservar intacto quer o onze quer o sistema táctico apresentados frente ao Sporting.
Assim, o Marítimo deverá surgir na Luz disposto num 3x2x3x1x1, com Marcos na baliza, Alex, Gregory e Evaldo, como centrais, Zé Gomes e Luís Olim, como laterais, Filipe Oliveira, Wenio e Olberdam, no meio-campo e Marcinho no apoio ao ponta de lança que deverá ser Kanu.
O modelo deverá, também, ser o mesmo – contenção, expectativa, transições rápidas e contra-ataques, espreitando o erro adversário.
A velocidade de execução de Marcinho e a rapidez de Kanu serão os principais argumentos ofensivos maritimistas.
O jogo será o que o Benfica quiser dele fazer.
Mais ou menos difícil assim o Benfica demonstre maior ou menor empenho e inspiração.
Belenenses/Porto
Trata-se de um clássico do futebol português.
Este Domingo, o Belenenses irá receber pela 68.ª vez o Porto em jogos a contar para o Campeonato nacional.
Curiosamente, as vitórias dos azuis do Restelo são em maior número do que as averbadas pelos azuis do Porto, 26 contra 25, sendo que se registaram 17 empates.
O Porto chega ao Restelo fortemente moralizado pela recente vitória em Moscovo e, num cenário de normalidade, não deverá conhecer dificuldades para ultrapassar mais este obstáculo.
Na verdade, o diferente potencial das equipas conduz, inexoravelmente, a tal afirmação.
Por outro lado, o diferente quadro emocional que as equipas vivenciam acentua tal conclusão.
Enquanto que o Porto atravessa um período de confiança elevada, o Belenenses navega em águas intranquilas.
A fazer fé nas palavras de Jesualdo, não será de estranhar que introduza a tão propalada rotatividade na equipa.
Assim, jogadores como Cech, Ibson e Bruno Moraes poderão ser guindados à condição de titulares.
Jesualdo deverá permanecer fiel ao esquema táctico e ao modelo de jogo que tem vindo a apresentar, assente num 4x3x3 em que o jogo lateral assume preponderância no processo ofensivo.
O mítico Jorge Jesus deverá recorrer à cartilha da generalidade dos treinadores portugueses quando defrontam os grandes – contenção e contra-ataque.
Todavia, esta equipa do Belenenses não apresenta grandes argumentos para alinhar neste esquema.
Com efeito, o seu quarteto defensivo é pouco seguro, apresentando os laterais uma vocação ofensiva pouco compatível com uma equipa que procura fechar bem para sair em contra-ataque.
Amaral ou Sousa e Rodrigo Alvim atacam, indiscutivelmente, melhor do que defendem.
Assim, Jesus poderá ensaiar um outro esquema, qual seja o 5x3x2.
Neste modelo, Gaspar e Nivaldo poderiam conhecer a companhia de Vasco Faísca e na lateral direita poderia entrar Cândido Costa.
No miolo, reside a grande força desta equipa do Belenenses.
Ruben Amorim, José Pedro e Silas são três executantes de boa qualidade técnica, embora algo macios e lentos.
A inclusão de Sandro Gaúcho é uma hipótese não despicienda, a qual poderá implicar a deslocação de Silas para o apoio a Manoel.
Na frente, Dady e Manoel deverão ser os eleitos, aos quais se juntará Cândido Costa caso Jesus opte pelo 4x3x3.
Jogo de prognostico claramente favorável para o Porto.
Naval/Sporting
Este Domingo, a Naval irá receber pela 2ª vez o Sporting em jogos a contar para o Campeonato nacional.
O ano passado, os leões venceram por 0-2.
A principal curiosidade deste jogo do lado do Sporting reside na forma como Paulo Bento irá suprir as ausências de Caneira e Abel.
Com Caneira e Abel lesionados, Bento chamou Tonel para o lugar em Milão.
Não deve repetir a solução na Figueira, até porque existe Miguel Garcia.
No mais, assistiremos a mais rotatividade, sendo Martins, Yannick e Liedson (este de certeza) candidatos à titularidade.
Veremos se é desta que Bento dá descanso a Moutinho.
A Naval de tão consolidados que tem os princípios de jogo introduzidos por Rogério Gonçalves, dos mesmos não deverá abdicar.
Em Paços assim foi e frente ao Sporting, estou certo, que Fernando Mira continuará no mesmo trilho.
Deste modo, deverá apresentar a equipa estruturada no habitual 4x3x3, defendendo num bloco médio/baixo e espreitando o desferir de ataques rápidos pelas alas, por intermédio de Lito e Fajardo.
Apenas perspectivo uma alteração como possível, a qual poderá passar pela chamada de Pedro Santos em detrimento de Carlitos, por forma a conferir maior agressividade ao meio-campo.
Jogo de prognóstico reservado, pendendo, contudo, maior fatia de favoritismo para o Sporting.
Este sábado, o Benfica irá receber pela 26.ª vez o Marítimo em jogos a contar para o Campeonato nacional.
Em 26 ocasiões a vitória sorriu ao Benfica, registando-se ainda 3 empates e apenas uma vitória dos maritimistas.
Excepção feita à derrota sofrida com o Manchester United, o Benfica de Fernando Santos tem uma campanha cem por cento vitoriosa nos jogos disputados no Estádio da Luz, com quatro vitórias no Campeonato e duas na Europa.
Benfica e Marítimo mostram-se igualados na tabela classificativa, acumulando 16 pontos, pese embora os encarnados tenham disputado menos um jogo.
Em casa, o Benfica tem de ser sempre encarado como favorito.
Fernando Santos deve repetir o mesmo onze apresentado frente ao Copenhaga.
De igual forma, a aposta no 4x4x2 em losango deverá ser para manter.
Veremos qual a cara que o Benfica, desta vez, apresenta: a das vitórias retumbantes ou, ao invés, a das derrotas retumbantes.
Ulisses Morais deverá, também, conservar intacto quer o onze quer o sistema táctico apresentados frente ao Sporting.
Assim, o Marítimo deverá surgir na Luz disposto num 3x2x3x1x1, com Marcos na baliza, Alex, Gregory e Evaldo, como centrais, Zé Gomes e Luís Olim, como laterais, Filipe Oliveira, Wenio e Olberdam, no meio-campo e Marcinho no apoio ao ponta de lança que deverá ser Kanu.
O modelo deverá, também, ser o mesmo – contenção, expectativa, transições rápidas e contra-ataques, espreitando o erro adversário.
A velocidade de execução de Marcinho e a rapidez de Kanu serão os principais argumentos ofensivos maritimistas.
O jogo será o que o Benfica quiser dele fazer.
Mais ou menos difícil assim o Benfica demonstre maior ou menor empenho e inspiração.
Belenenses/Porto
Trata-se de um clássico do futebol português.
Este Domingo, o Belenenses irá receber pela 68.ª vez o Porto em jogos a contar para o Campeonato nacional.
Curiosamente, as vitórias dos azuis do Restelo são em maior número do que as averbadas pelos azuis do Porto, 26 contra 25, sendo que se registaram 17 empates.
O Porto chega ao Restelo fortemente moralizado pela recente vitória em Moscovo e, num cenário de normalidade, não deverá conhecer dificuldades para ultrapassar mais este obstáculo.
Na verdade, o diferente potencial das equipas conduz, inexoravelmente, a tal afirmação.
Por outro lado, o diferente quadro emocional que as equipas vivenciam acentua tal conclusão.
Enquanto que o Porto atravessa um período de confiança elevada, o Belenenses navega em águas intranquilas.
A fazer fé nas palavras de Jesualdo, não será de estranhar que introduza a tão propalada rotatividade na equipa.
Assim, jogadores como Cech, Ibson e Bruno Moraes poderão ser guindados à condição de titulares.
Jesualdo deverá permanecer fiel ao esquema táctico e ao modelo de jogo que tem vindo a apresentar, assente num 4x3x3 em que o jogo lateral assume preponderância no processo ofensivo.
O mítico Jorge Jesus deverá recorrer à cartilha da generalidade dos treinadores portugueses quando defrontam os grandes – contenção e contra-ataque.
Todavia, esta equipa do Belenenses não apresenta grandes argumentos para alinhar neste esquema.
Com efeito, o seu quarteto defensivo é pouco seguro, apresentando os laterais uma vocação ofensiva pouco compatível com uma equipa que procura fechar bem para sair em contra-ataque.
Amaral ou Sousa e Rodrigo Alvim atacam, indiscutivelmente, melhor do que defendem.
Assim, Jesus poderá ensaiar um outro esquema, qual seja o 5x3x2.
Neste modelo, Gaspar e Nivaldo poderiam conhecer a companhia de Vasco Faísca e na lateral direita poderia entrar Cândido Costa.
No miolo, reside a grande força desta equipa do Belenenses.
Ruben Amorim, José Pedro e Silas são três executantes de boa qualidade técnica, embora algo macios e lentos.
A inclusão de Sandro Gaúcho é uma hipótese não despicienda, a qual poderá implicar a deslocação de Silas para o apoio a Manoel.
Na frente, Dady e Manoel deverão ser os eleitos, aos quais se juntará Cândido Costa caso Jesus opte pelo 4x3x3.
Jogo de prognostico claramente favorável para o Porto.
Naval/Sporting
Este Domingo, a Naval irá receber pela 2ª vez o Sporting em jogos a contar para o Campeonato nacional.
O ano passado, os leões venceram por 0-2.
A principal curiosidade deste jogo do lado do Sporting reside na forma como Paulo Bento irá suprir as ausências de Caneira e Abel.
Com Caneira e Abel lesionados, Bento chamou Tonel para o lugar em Milão.
Não deve repetir a solução na Figueira, até porque existe Miguel Garcia.
No mais, assistiremos a mais rotatividade, sendo Martins, Yannick e Liedson (este de certeza) candidatos à titularidade.
Veremos se é desta que Bento dá descanso a Moutinho.
A Naval de tão consolidados que tem os princípios de jogo introduzidos por Rogério Gonçalves, dos mesmos não deverá abdicar.
Em Paços assim foi e frente ao Sporting, estou certo, que Fernando Mira continuará no mesmo trilho.
Deste modo, deverá apresentar a equipa estruturada no habitual 4x3x3, defendendo num bloco médio/baixo e espreitando o desferir de ataques rápidos pelas alas, por intermédio de Lito e Fajardo.
Apenas perspectivo uma alteração como possível, a qual poderá passar pela chamada de Pedro Santos em detrimento de Carlitos, por forma a conferir maior agressividade ao meio-campo.
Jogo de prognóstico reservado, pendendo, contudo, maior fatia de favoritismo para o Sporting.
quinta-feira, novembro 23, 2006
Artigo de Opinião do Condómino Cavungi
O Concílio das Ilustres Gravatas
Em 325 D.C. no concílio de Níceia foram “escolhidos” de entre os mais de 270 Evangelhos existentes na altura, aqueles que seriam considerados os Oficiais.
Decidiu-se que seriam colocados em cima de uma mesa, todos os manuscritos e a sala fechada á chave durante a noite.
Na manhã seguinte, estavam apenas quatro em cima da mesa.
Os de São Lucas, São Marcos, São Mateus e São João. Estes foram os “eleitos”.
Até hoje ninguém sabe com quem ficou a chave.
Em 1917, em São Petersburgo, Lenine deu ínicio à revolução Bolchevique, que iria nas décadas seguintes dar a conhcer ao mundo um dos mais singulares sistemas sociais dos tempos modernos, e que em muitos países perdura até hoje. O Comunismo.
Em 1995, nasceu em Lisboa “ O Projecto do Dr. Roquete”.
Duas palavrinhas, vazias e ocas, em que se utiliza e usurpa o nome de uma pessoa credível, à laia de propaganda financeira, por um conjunto de Gestores bem vestidos e com lindas gravatas, bem falantes, mas sem saberem muito bem o que é o Projecto, tomando de assalto o clube.
Mais tarde, José Holtreman Roquete, ex-sócio de Mário Conde e alegado pai do projecto, ao ver-se no meio de tantos Duques e Principes, abandona-o a meio e nunca mais dá entrevistas relacionadas com o Sporting.
Mas que relação existe entre estes factos tão distantes no tempo e no espaço?
Tudo.
Porquê? Porque define o que é o Sportinguismo Puro.
Senão vejamos:
Começando pelo sistema eleitoral diria que o do Sporting C.P é o menos democrático.
Em Roma para a eleição de um novo Papa, reunem-se, cerca de 180 Cardeais que, por votos em várias rondas, vão eliminando os candidatos préviamente escolhidos.
Esta eleição como se sabe, pode durar semanas até que haja fumo branco e consequente escolha do novo Sumo Pontífice.
No Partido Comunista quando se elege um novo Secretário Geral, a escolha é feita pelos numerosos delegados do comité central, que de braço no ar, e de olhos nos olhos, escolhem o seu novo Líder.É um Partido com paredes de vidro.
No Sporting em dia de eleições presidenciais, aparecem três estafetas do BES que entregam ao conselho Leonino, um envelope com o nome escolhido pela instituição bancária, do próximo presidente do Sporting.E assim dá-se a Cooptação do novo Presidente.
Pedro Santana Lopes, foi o 1º Presidente da Era Roquete e que mais tarde viria a mostrar a sua perícia ao comando da Nação.Mas isso são contas de outro rosário.
Depois temos a envagelização das massas.
Dizem-me que nos estatutos do Sporting não é permitido, aos seus adeptos, criticar o clube em público.Tal como nos Partidos Comunistas as querelas são decididas dentro de casa e quem critica as cúpulas é proscrito. Ou passa para ala dos renovadores.É um clube com paredes de cristal.
Nas Igreijas, organizações democráticas por excelência, as criticas também não são bem toleradas.
Roma adoptou inclusivé, no sec. XV, a Santa Garduña para tratar dos seus críticos.
O Sporting tem a Juve Leo.
Bramindo barras de ferro invadem o campo quando o adversário marca um golo.
Martinho Lutero, Mikhail Gorbatchev e Dias da Cunha pagaram um preço bem alto pela sua insolência.
Por fim, a Teoria da conspiração.
Um comunista, culpa amiúde o capitalismo e as multinacionais, por todos os males e desigualdades existentes na sociedade.
Como se a capacidade individual, fosse matéria inócua.
Um fanático vê nas outras religiões, o princípio do caminho para o fim da humanidade.
Todos os que não alinham nos seus credos são infieis causadores do apartar do Rebanho.
Um Sportinguista Puro, nunca assume a derrota como uma causa interna.Não, isso nunca.
Para ele, uma derrota do seu amado clube, tem quase sempre como causa a incompetência alheia.
São os arbitros, o sistema, a UEFA, a FIFA, o vento, a chuva mas nunca as medíocres equipas que tem construído ao longo dos tempos, e que lhes permitiu ganhar apenas, cinco campeonatos nacionais (de futebol sénior), nos últimos 35 anos.De arrepiar o mais optimista.
Das frustações, nasce a auto-flagelação.
Enquanto para uns, mais dados ao esóterico, basta apertar o cilício e pronto, outros juntam-se em grandes hordas, aos gritos, em “manifs” a protestar contra tudo, e contra todos que possam ter uma vida melhor que a deles.
Há ainda aqueles que entram em estádios desportivos, de luto, e com um caixão ás costas.
Em suma, Roma teve necessidade num dado momento da sua história, de criar uma religião de Estado para dar coesão ao império e escolheu o cristianismo para desempenhar esse papel, apagando todos os outros credos existentes à época.
Vladimir Ilitch Lenine com a sua revolução Bolchevique, apagou do mapa a Rússia dos Czares que vivia num sistema feudal e atrasado, e introduz um sistema económico que nega a propriedade privada dos meios de produção, criando uma nova ordem social.
O Projecto do Dr. Roquete, faz um corte radical no sistema de gestão do clube, substitui dirigentes de valor como Paulo Andrade, Sousa Cintra ou Jorge Gonçalves, por gestores do mercado financeiro, com um marketing eficaz, na tentativa vã, de se tornarem num novo clube, diferente daquele que nunca pagou impostos, que pagava salários de faxina aos seus melhores atletas, que também como outros conforme os tempos e as vontades, fizeram acordos e alianças com a facção no poder, e que apresenta um paupérrimo palmarés (de futebol sénior) no seu historial.
Esta imagem não apagaram.
Casquinada da Semana:
“...Luís Duque, foi na minha opinião, o maior cancro que passou por Alvalade nos últimos tempos. Como acha que o lampião Norton de Matos trabalhou no Sporting? As contratações sul-americanas que indicava, como acha que eram feitas? Felizmente varremos esses mafiosos de Alvalade! “
Vermelhonunca in redvermelho.blogspot.com, 21/11/06
Em 325 D.C. no concílio de Níceia foram “escolhidos” de entre os mais de 270 Evangelhos existentes na altura, aqueles que seriam considerados os Oficiais.
Decidiu-se que seriam colocados em cima de uma mesa, todos os manuscritos e a sala fechada á chave durante a noite.
Na manhã seguinte, estavam apenas quatro em cima da mesa.
Os de São Lucas, São Marcos, São Mateus e São João. Estes foram os “eleitos”.
Até hoje ninguém sabe com quem ficou a chave.
Em 1917, em São Petersburgo, Lenine deu ínicio à revolução Bolchevique, que iria nas décadas seguintes dar a conhcer ao mundo um dos mais singulares sistemas sociais dos tempos modernos, e que em muitos países perdura até hoje. O Comunismo.
Em 1995, nasceu em Lisboa “ O Projecto do Dr. Roquete”.
Duas palavrinhas, vazias e ocas, em que se utiliza e usurpa o nome de uma pessoa credível, à laia de propaganda financeira, por um conjunto de Gestores bem vestidos e com lindas gravatas, bem falantes, mas sem saberem muito bem o que é o Projecto, tomando de assalto o clube.
Mais tarde, José Holtreman Roquete, ex-sócio de Mário Conde e alegado pai do projecto, ao ver-se no meio de tantos Duques e Principes, abandona-o a meio e nunca mais dá entrevistas relacionadas com o Sporting.
Mas que relação existe entre estes factos tão distantes no tempo e no espaço?
Tudo.
Porquê? Porque define o que é o Sportinguismo Puro.
Senão vejamos:
Começando pelo sistema eleitoral diria que o do Sporting C.P é o menos democrático.
Em Roma para a eleição de um novo Papa, reunem-se, cerca de 180 Cardeais que, por votos em várias rondas, vão eliminando os candidatos préviamente escolhidos.
Esta eleição como se sabe, pode durar semanas até que haja fumo branco e consequente escolha do novo Sumo Pontífice.
No Partido Comunista quando se elege um novo Secretário Geral, a escolha é feita pelos numerosos delegados do comité central, que de braço no ar, e de olhos nos olhos, escolhem o seu novo Líder.É um Partido com paredes de vidro.
No Sporting em dia de eleições presidenciais, aparecem três estafetas do BES que entregam ao conselho Leonino, um envelope com o nome escolhido pela instituição bancária, do próximo presidente do Sporting.E assim dá-se a Cooptação do novo Presidente.
Pedro Santana Lopes, foi o 1º Presidente da Era Roquete e que mais tarde viria a mostrar a sua perícia ao comando da Nação.Mas isso são contas de outro rosário.
Depois temos a envagelização das massas.
Dizem-me que nos estatutos do Sporting não é permitido, aos seus adeptos, criticar o clube em público.Tal como nos Partidos Comunistas as querelas são decididas dentro de casa e quem critica as cúpulas é proscrito. Ou passa para ala dos renovadores.É um clube com paredes de cristal.
Nas Igreijas, organizações democráticas por excelência, as criticas também não são bem toleradas.
Roma adoptou inclusivé, no sec. XV, a Santa Garduña para tratar dos seus críticos.
O Sporting tem a Juve Leo.
Bramindo barras de ferro invadem o campo quando o adversário marca um golo.
Martinho Lutero, Mikhail Gorbatchev e Dias da Cunha pagaram um preço bem alto pela sua insolência.
Por fim, a Teoria da conspiração.
Um comunista, culpa amiúde o capitalismo e as multinacionais, por todos os males e desigualdades existentes na sociedade.
Como se a capacidade individual, fosse matéria inócua.
Um fanático vê nas outras religiões, o princípio do caminho para o fim da humanidade.
Todos os que não alinham nos seus credos são infieis causadores do apartar do Rebanho.
Um Sportinguista Puro, nunca assume a derrota como uma causa interna.Não, isso nunca.
Para ele, uma derrota do seu amado clube, tem quase sempre como causa a incompetência alheia.
São os arbitros, o sistema, a UEFA, a FIFA, o vento, a chuva mas nunca as medíocres equipas que tem construído ao longo dos tempos, e que lhes permitiu ganhar apenas, cinco campeonatos nacionais (de futebol sénior), nos últimos 35 anos.De arrepiar o mais optimista.
Das frustações, nasce a auto-flagelação.
Enquanto para uns, mais dados ao esóterico, basta apertar o cilício e pronto, outros juntam-se em grandes hordas, aos gritos, em “manifs” a protestar contra tudo, e contra todos que possam ter uma vida melhor que a deles.
Há ainda aqueles que entram em estádios desportivos, de luto, e com um caixão ás costas.
Em suma, Roma teve necessidade num dado momento da sua história, de criar uma religião de Estado para dar coesão ao império e escolheu o cristianismo para desempenhar esse papel, apagando todos os outros credos existentes à época.
Vladimir Ilitch Lenine com a sua revolução Bolchevique, apagou do mapa a Rússia dos Czares que vivia num sistema feudal e atrasado, e introduz um sistema económico que nega a propriedade privada dos meios de produção, criando uma nova ordem social.
O Projecto do Dr. Roquete, faz um corte radical no sistema de gestão do clube, substitui dirigentes de valor como Paulo Andrade, Sousa Cintra ou Jorge Gonçalves, por gestores do mercado financeiro, com um marketing eficaz, na tentativa vã, de se tornarem num novo clube, diferente daquele que nunca pagou impostos, que pagava salários de faxina aos seus melhores atletas, que também como outros conforme os tempos e as vontades, fizeram acordos e alianças com a facção no poder, e que apresenta um paupérrimo palmarés (de futebol sénior) no seu historial.
Esta imagem não apagaram.
Casquinada da Semana:
“...Luís Duque, foi na minha opinião, o maior cancro que passou por Alvalade nos últimos tempos. Como acha que o lampião Norton de Matos trabalhou no Sporting? As contratações sul-americanas que indicava, como acha que eram feitas? Felizmente varremos esses mafiosos de Alvalade! “
Vermelhonunca in redvermelho.blogspot.com, 21/11/06
quarta-feira, novembro 22, 2006
Artigo de Opinião do Condómino Fura-Redes
O CÓDIGO DAVEIGA
Notas prévias:
(Desde já peço desculpa pela fraqueza e simplicidade do post que se segue, mas atento o meu debilitado estado de saúde não me permite ir mais além, apenas redigindo o texto que se segue, por respeito ao Sr. Blogger e face ao compromisso que perante ele assumi.
Não farei referências aos jogos de ontem – a que acabo de assistir, face à hora a que escrevo este artigo –pois bem sei que serão alvo de tratamento autónomo.
Para além do meu fraco estado, confesso, por um lado, que o condómino Vermelho nunca tratou, e de forma brilhante, o tema que tinha elegido e, por outro, que o tema sucedâneo que tinha – o 3º aniversário do Estádio do Dragão – soçobrou perante o corrupio dos últimos acontecimentos, que tratarei de seguida).
Foi uma quinzena negra para o Futebol Clube do Porto, que culminou com o arresto de bens e com a detenção de um dos seus prestigiados colaboradores, detentor, inclusive, de uma brilhantina da L`Oreall a pevide dourada.
Independentemente do rumo que depois assumiu, quando deixou de ser sério, o certo é que José Brilhantina não pode ser olvidado pelos grandes préstimos com que contribuiu para engradecer o meu clube.
De facto, recordo-me, ainda, quando, ainda sem saber ler o Português de Carrilho, expressando-se com dificuldades como o carralho, conseguiu, no Grão Ducado do Luxemburgo, angariar 35.000 sócios para o Futebol Clube do Porto, dos 5.000 compatriotas que se encontravam naquele País com 25000 habitantes, na altura.
Foi fantástico.
Por todos os favores que o nosso Jonh Travolta nos fez e continua a fazer, o meu muito obrigado.
Depois de terem penhorado a retrete das Antas, José Brilhantina foi alvo de um arresto. Estranho este comportamento da Administração Fiscal de privilegiar estas fontes de …
Mas, o que quero trazer hoje à baila são os segredos que se foram revelando ao longo destes 15 dias e que fui descortinando.
Toda esta história de José Brilhantina permitiu-me com a ajuda de especialistas perceber a real extensão do que se passa.
OS SEGREDOS DE DAVEIGA:
I) – O SEGREDO DA AVOENGA DE JARDEL
Quando Mário Jardel chegou, no Verão passado, a Aveiro estava longe de imaginar que isso seria o início das atribuladas aventuras de José Brilhantina.
Sei que quando Super Mário chegou disse que tinha vindo para recuperar as suas origens.
Na altura, apenas percebi que estava a iniciar-se uma mega-investigação, pois é publicamente sabido que Aveiro se caracteriza por eficazes e profícuas investigações. Aliás, há diversos cartazes a dizer “Só ria, está a ser investigado”.
Todavia, não percebia qual o âmbito da investigação.
Os acontecimentos recentes permitiram-se deslindar tal enigma.
O que está em causa é apenas é quem são os avós de Jardel e, eventualmente, quem poderá ajudar este a pagar os alimentos devidos os seus petizes.
Senão vejamos, basta juntar os sinais.
Há uns anos atrás ficámos a saber que Jardel era filho de João Vieira Pinto.
João Vieira Pinto sempre foi tido como filho do Major Valentim Loureiro, histórico presidente dos axadrezados.
Por sua vez, quando João Vieira Pinto foi para Madrid, foi acolhido por Jesus Gyl e Gyl, pai de Futre, sendo, por aquele apadrinhado.
Nessa altura, João Vieira Pinto era afilhado de Gyl e Gyl, meio-irmão de Paulo Futre e, ainda, filho do Major Loureiro.
O Major Valentim Loureiro sempre foi reconhecido como sendo progenitor do ex-vocalista dos Bananas, depois Ban, João Loureiro, que lhe sucedeu no cargo da presidência daquele clube, enquanto o Major Loureiro assumiu a presidência da Liga de Clubes, na qual foi, recentemente, substituído por um outro Loureiro, ignorando-se se este, também, fez ou faz parte dos Bananas.
Assim sendo, o Major Valentim Loureiro passou a ser reconhecido como avô de Jardel, sendo que este era sobrinho de Paulo Futre.
Sucede que, Mário Jardel só ficou a saber destes laços de parentesco quando jogava no Sporting sob o comando de Lazlo Boloni, começando a sofrer com as dúvidas que se lhe deparam e com a impossibilidade de recurso ao “Predictor”, de tal modo que teve necessidade de solicitar assistência médica.
Como se não bastasse, pouco tempo depois Jardel perdia Lazlo Boloni, e a sua árvore genealógica, constante do livro de notas daquele, além de que se viu separado de seu pai João Vieira Pinto.
Jardel sentia-se só, desamparado e decidiu desaparecer, até ao passado verão.
Depois de várias investigações, apurou-se o seguinte:
- Inácio que tinha orientado o pai de Jardel e conduzindo-o à conquista de um troféu, abandonou Jardel em Aveiro, pois conhecia o segredo e não o conseguia manter;
- Lazlo Boloni saiu recentemente do Mónaco, onde era treinador, por não preencher os requisitos mínimos da Princesa;
- Carvalhal, ex-treinador do pai de Jardel, João Vieira Pinto, passou a treinar o Super Mário.
Estes factores terão contribuído para que Jardel, embora tal não fosse pretendido, acabasse por ter acesso a informações confidenciais relativas ao seu pai e que lhe permitisse estabelecer a ligação que faltava.
Com efeito, ficámos, também nós, a saber agora, que João Vieira Pinto foi conduzido pela mão, foi acompanhado, foi representado por José Brilhantina. Era este o seu representante quando João foi para o clube onde viria a encontrar o seu filho.
José Brilhantina referiu expressamente que fez isto porque era amigo da FAMÍLIA. Da família deles todos, claro está.
Deste modo, ficámos a saber que José Brilhantina é, também, pai de João Vieira Pinto e avô de Mário Jardel.
Falta apenas saber se José Brilhantina se apodera do anterior cargo do Major e se passa a ser o maior no XADREZ.
Quanto ao arresto de bens efectuados na residência de José Brilhantina tem apenas como fim reconstituir as relações de parentesco e, simultaneamente garantir o pagamento de alimentos aos netos de José Brilhantina.
II – O TRADICIONAL SEGREDO DO NATAL
É típico deste período.
Milhares de inocentes são confrontadas com a verdadeira identidade do homem vestido de vermelho e branco.
Confesso que não aprecio muito este tipo de brincadeiras. Não me agrada nada alimentar mentiras, principalmente no que diz respeito a identidades. Mas o que é certo é que tal sucede com frequência.
Confesso, também, que desde início que sabia da verdade, e se calhar devia tê-la revelado desde a altura em que soube, porém sempre entendi que não me dizia respeito e que mais tarde ou mais cedo acabaria por se saber.
Pois bem, admito, independentemente de tudo aquilo que agora me acusem, mas sempre soube que o Mantorras era preto.
Prontos, está dito, está escrito, está publicitado, já não há nada a fazer.
Devo, também, adiantar que já algum tempo que andava desconfiado que o Mantorras ia acabar por descobrir, mas o que queria era que não fosse por mim, e isso consegui.
É certo que não pactuo com os meus consócios que, sem mais nem menos, acabaram por revelar tal segredo, mas mais uma vez a culpa foi de José Brilhantina.
De facto, não tivesse ele intimidado alguns adeptos portistas, nomeadamente os que trabalham nas repartições de Finanças (não sei se se recordam, mas na altura referi que o gesto significava que faltava UMA SEMANA para ser objecto de uma inspecção das Finanças – Bingo) e estes não teriam revelado tamanho segredo que vinha sido sendo guardado com imensos parafusos, alguns dos quais pertencentes ao visado.
É pena que Mantorras tenha sido confrontado com tal revelação nesta fase da sua carreira, quando já vinha recuperando a confiança, e já alinha alguns minutos antes de ser levantada a placa de descontos, por exemplo hoje (ontem) foram 4 minutos.
Todavia, neste momento outra preocupação me assola, se o Mantorras só agora soube que era preto, será que estará preparado para assumir uma qualquer relação com Filipa Gonçalves?
Será que sabe que ela também não é bem quem ele pensa?
Adiante.
Não percebi porque razão foram catalogados como racistas os simpatizantes do Futebol Clube do Porto que revelaram tal segredo.
Vamos imaginar a situação inversa, o Mantorras passa pelo Veiga quando este está a entrar no Tribunal de Instrução Criminal e diz assim “ uxi, oi ei pá tue Josei tai branco”.
Isto é racismo?
Claro que não, penso eu.
É normal, basta ver a publicidade do restaurador “Olex”, produto predilecto do José Brilhantina “… um preto de cabeleira loira…”(Beto????????).
Lembram-se?
Este reclame foi retirado, foi acusado de xenófobo? Claro que não. Nem podia ser.
Quando a Igreja Católica apregoa que um dos Reis Magos, o Baltazar Mantorras, era preto, significa isto que aquela Igreja é racista?
Evidente que não.
Apenas associam a ideia de racismo de xenofobia ao Futebol Clube do Porto por causa de uma má interpretação de uma prática que ali vem sendo seguida usualmente.
De facto, é usual o Futebol Clube do Porto recorrer ao Black-out, que numa tradução livre significa preto de fora, mas se atentarem bem, tal prática não é seguida literalmente à risca, visando outros fins.
Daí que, tal imputação não seja verdadeira.
Por outro lado, importa atentar nas últimas declarações do Petit da equipa dos pequenos, que diz que o Presidente Orelhas pode dizer o que quiser acerca deles, por que ele é que lhes paga.
Ora bem, assim sendo, como é, se as pequenas que dirigiram palavras ao Mantorras lhes estavam a mandar dinheiro, ao que se sabe moedas, também podiam dizer o que queriam, sendo certo que se ali estavam é porque, além daquelas oferendas, ainda tinham pago o respectivo ingresso.
Daí que não se perceba o queixume e muito menos o lagrimar, cujo significado ainda não tivemos oportunidade de consultar no Dicionário da WIKIVEIGA.
E, se em vez de moedas atirassem parafusos e chaves de fendas, ficaria mais satisfeito o Preto Mantorras?
III) - O SEGREDO DA EMENTA:
Para o jogo de sábado passado, o Benfica prometeu uma grande resposta como em forma de responder ao arresto de que foi vítima José Brilhantina, antes da sua demissão e, posterior, detenção.
E a resposta foi dada.
Na verdade, todos nós nos interrogávamos, quando líamos uma ementa num qualquer restaurante condigno, de onde surgia a designação desse pitéu tão conceituado que é o Frango da guia.
Pois bem, depois de vermos o jogo de sábado, percebemos que na ementa surge aquela inscrição porque a mesma foi originariamente feita por José Brilhantina, licenciado de ter de continuar a frequentar as aulas da 1ª classe do ensino especial de Português no Grão-Ducado, pois, na realidade, o que se pretendia escrever era frango d`águia.
Aliás, tal receita foi alvo de inúmeras homenagens nos relvados deste país ao avô de Jardel
Notas prévias:
(Desde já peço desculpa pela fraqueza e simplicidade do post que se segue, mas atento o meu debilitado estado de saúde não me permite ir mais além, apenas redigindo o texto que se segue, por respeito ao Sr. Blogger e face ao compromisso que perante ele assumi.
Não farei referências aos jogos de ontem – a que acabo de assistir, face à hora a que escrevo este artigo –pois bem sei que serão alvo de tratamento autónomo.
Para além do meu fraco estado, confesso, por um lado, que o condómino Vermelho nunca tratou, e de forma brilhante, o tema que tinha elegido e, por outro, que o tema sucedâneo que tinha – o 3º aniversário do Estádio do Dragão – soçobrou perante o corrupio dos últimos acontecimentos, que tratarei de seguida).
Foi uma quinzena negra para o Futebol Clube do Porto, que culminou com o arresto de bens e com a detenção de um dos seus prestigiados colaboradores, detentor, inclusive, de uma brilhantina da L`Oreall a pevide dourada.
Independentemente do rumo que depois assumiu, quando deixou de ser sério, o certo é que José Brilhantina não pode ser olvidado pelos grandes préstimos com que contribuiu para engradecer o meu clube.
De facto, recordo-me, ainda, quando, ainda sem saber ler o Português de Carrilho, expressando-se com dificuldades como o carralho, conseguiu, no Grão Ducado do Luxemburgo, angariar 35.000 sócios para o Futebol Clube do Porto, dos 5.000 compatriotas que se encontravam naquele País com 25000 habitantes, na altura.
Foi fantástico.
Por todos os favores que o nosso Jonh Travolta nos fez e continua a fazer, o meu muito obrigado.
Depois de terem penhorado a retrete das Antas, José Brilhantina foi alvo de um arresto. Estranho este comportamento da Administração Fiscal de privilegiar estas fontes de …
Mas, o que quero trazer hoje à baila são os segredos que se foram revelando ao longo destes 15 dias e que fui descortinando.
Toda esta história de José Brilhantina permitiu-me com a ajuda de especialistas perceber a real extensão do que se passa.
OS SEGREDOS DE DAVEIGA:
I) – O SEGREDO DA AVOENGA DE JARDEL
Quando Mário Jardel chegou, no Verão passado, a Aveiro estava longe de imaginar que isso seria o início das atribuladas aventuras de José Brilhantina.
Sei que quando Super Mário chegou disse que tinha vindo para recuperar as suas origens.
Na altura, apenas percebi que estava a iniciar-se uma mega-investigação, pois é publicamente sabido que Aveiro se caracteriza por eficazes e profícuas investigações. Aliás, há diversos cartazes a dizer “Só ria, está a ser investigado”.
Todavia, não percebia qual o âmbito da investigação.
Os acontecimentos recentes permitiram-se deslindar tal enigma.
O que está em causa é apenas é quem são os avós de Jardel e, eventualmente, quem poderá ajudar este a pagar os alimentos devidos os seus petizes.
Senão vejamos, basta juntar os sinais.
Há uns anos atrás ficámos a saber que Jardel era filho de João Vieira Pinto.
João Vieira Pinto sempre foi tido como filho do Major Valentim Loureiro, histórico presidente dos axadrezados.
Por sua vez, quando João Vieira Pinto foi para Madrid, foi acolhido por Jesus Gyl e Gyl, pai de Futre, sendo, por aquele apadrinhado.
Nessa altura, João Vieira Pinto era afilhado de Gyl e Gyl, meio-irmão de Paulo Futre e, ainda, filho do Major Loureiro.
O Major Valentim Loureiro sempre foi reconhecido como sendo progenitor do ex-vocalista dos Bananas, depois Ban, João Loureiro, que lhe sucedeu no cargo da presidência daquele clube, enquanto o Major Loureiro assumiu a presidência da Liga de Clubes, na qual foi, recentemente, substituído por um outro Loureiro, ignorando-se se este, também, fez ou faz parte dos Bananas.
Assim sendo, o Major Valentim Loureiro passou a ser reconhecido como avô de Jardel, sendo que este era sobrinho de Paulo Futre.
Sucede que, Mário Jardel só ficou a saber destes laços de parentesco quando jogava no Sporting sob o comando de Lazlo Boloni, começando a sofrer com as dúvidas que se lhe deparam e com a impossibilidade de recurso ao “Predictor”, de tal modo que teve necessidade de solicitar assistência médica.
Como se não bastasse, pouco tempo depois Jardel perdia Lazlo Boloni, e a sua árvore genealógica, constante do livro de notas daquele, além de que se viu separado de seu pai João Vieira Pinto.
Jardel sentia-se só, desamparado e decidiu desaparecer, até ao passado verão.
Depois de várias investigações, apurou-se o seguinte:
- Inácio que tinha orientado o pai de Jardel e conduzindo-o à conquista de um troféu, abandonou Jardel em Aveiro, pois conhecia o segredo e não o conseguia manter;
- Lazlo Boloni saiu recentemente do Mónaco, onde era treinador, por não preencher os requisitos mínimos da Princesa;
- Carvalhal, ex-treinador do pai de Jardel, João Vieira Pinto, passou a treinar o Super Mário.
Estes factores terão contribuído para que Jardel, embora tal não fosse pretendido, acabasse por ter acesso a informações confidenciais relativas ao seu pai e que lhe permitisse estabelecer a ligação que faltava.
Com efeito, ficámos, também nós, a saber agora, que João Vieira Pinto foi conduzido pela mão, foi acompanhado, foi representado por José Brilhantina. Era este o seu representante quando João foi para o clube onde viria a encontrar o seu filho.
José Brilhantina referiu expressamente que fez isto porque era amigo da FAMÍLIA. Da família deles todos, claro está.
Deste modo, ficámos a saber que José Brilhantina é, também, pai de João Vieira Pinto e avô de Mário Jardel.
Falta apenas saber se José Brilhantina se apodera do anterior cargo do Major e se passa a ser o maior no XADREZ.
Quanto ao arresto de bens efectuados na residência de José Brilhantina tem apenas como fim reconstituir as relações de parentesco e, simultaneamente garantir o pagamento de alimentos aos netos de José Brilhantina.
II – O TRADICIONAL SEGREDO DO NATAL
É típico deste período.
Milhares de inocentes são confrontadas com a verdadeira identidade do homem vestido de vermelho e branco.
Confesso que não aprecio muito este tipo de brincadeiras. Não me agrada nada alimentar mentiras, principalmente no que diz respeito a identidades. Mas o que é certo é que tal sucede com frequência.
Confesso, também, que desde início que sabia da verdade, e se calhar devia tê-la revelado desde a altura em que soube, porém sempre entendi que não me dizia respeito e que mais tarde ou mais cedo acabaria por se saber.
Pois bem, admito, independentemente de tudo aquilo que agora me acusem, mas sempre soube que o Mantorras era preto.
Prontos, está dito, está escrito, está publicitado, já não há nada a fazer.
Devo, também, adiantar que já algum tempo que andava desconfiado que o Mantorras ia acabar por descobrir, mas o que queria era que não fosse por mim, e isso consegui.
É certo que não pactuo com os meus consócios que, sem mais nem menos, acabaram por revelar tal segredo, mas mais uma vez a culpa foi de José Brilhantina.
De facto, não tivesse ele intimidado alguns adeptos portistas, nomeadamente os que trabalham nas repartições de Finanças (não sei se se recordam, mas na altura referi que o gesto significava que faltava UMA SEMANA para ser objecto de uma inspecção das Finanças – Bingo) e estes não teriam revelado tamanho segredo que vinha sido sendo guardado com imensos parafusos, alguns dos quais pertencentes ao visado.
É pena que Mantorras tenha sido confrontado com tal revelação nesta fase da sua carreira, quando já vinha recuperando a confiança, e já alinha alguns minutos antes de ser levantada a placa de descontos, por exemplo hoje (ontem) foram 4 minutos.
Todavia, neste momento outra preocupação me assola, se o Mantorras só agora soube que era preto, será que estará preparado para assumir uma qualquer relação com Filipa Gonçalves?
Será que sabe que ela também não é bem quem ele pensa?
Adiante.
Não percebi porque razão foram catalogados como racistas os simpatizantes do Futebol Clube do Porto que revelaram tal segredo.
Vamos imaginar a situação inversa, o Mantorras passa pelo Veiga quando este está a entrar no Tribunal de Instrução Criminal e diz assim “ uxi, oi ei pá tue Josei tai branco”.
Isto é racismo?
Claro que não, penso eu.
É normal, basta ver a publicidade do restaurador “Olex”, produto predilecto do José Brilhantina “… um preto de cabeleira loira…”(Beto????????).
Lembram-se?
Este reclame foi retirado, foi acusado de xenófobo? Claro que não. Nem podia ser.
Quando a Igreja Católica apregoa que um dos Reis Magos, o Baltazar Mantorras, era preto, significa isto que aquela Igreja é racista?
Evidente que não.
Apenas associam a ideia de racismo de xenofobia ao Futebol Clube do Porto por causa de uma má interpretação de uma prática que ali vem sendo seguida usualmente.
De facto, é usual o Futebol Clube do Porto recorrer ao Black-out, que numa tradução livre significa preto de fora, mas se atentarem bem, tal prática não é seguida literalmente à risca, visando outros fins.
Daí que, tal imputação não seja verdadeira.
Por outro lado, importa atentar nas últimas declarações do Petit da equipa dos pequenos, que diz que o Presidente Orelhas pode dizer o que quiser acerca deles, por que ele é que lhes paga.
Ora bem, assim sendo, como é, se as pequenas que dirigiram palavras ao Mantorras lhes estavam a mandar dinheiro, ao que se sabe moedas, também podiam dizer o que queriam, sendo certo que se ali estavam é porque, além daquelas oferendas, ainda tinham pago o respectivo ingresso.
Daí que não se perceba o queixume e muito menos o lagrimar, cujo significado ainda não tivemos oportunidade de consultar no Dicionário da WIKIVEIGA.
E, se em vez de moedas atirassem parafusos e chaves de fendas, ficaria mais satisfeito o Preto Mantorras?
III) - O SEGREDO DA EMENTA:
Para o jogo de sábado passado, o Benfica prometeu uma grande resposta como em forma de responder ao arresto de que foi vítima José Brilhantina, antes da sua demissão e, posterior, detenção.
E a resposta foi dada.
Na verdade, todos nós nos interrogávamos, quando líamos uma ementa num qualquer restaurante condigno, de onde surgia a designação desse pitéu tão conceituado que é o Frango da guia.
Pois bem, depois de vermos o jogo de sábado, percebemos que na ementa surge aquela inscrição porque a mesma foi originariamente feita por José Brilhantina, licenciado de ter de continuar a frequentar as aulas da 1ª classe do ensino especial de Português no Grão-Ducado, pois, na realidade, o que se pretendia escrever era frango d`águia.
Aliás, tal receita foi alvo de inúmeras homenagens nos relvados deste país ao avô de Jardel
terça-feira, novembro 21, 2006
Liga dos Astros
classificação geral da Liga dos Astros é a seguinte:
1º Lugar: Joker alho - 470 pontos;
2º Lugar: Caça-Lagartos/Suçuarana - 457 pontos;
3º Lugar: Kubas4EverTeam - 445 pontos;
4º Lugar: Nª Sr.ª do Caravagio- 439 pontos;
5º Lugar: Cruzados - 434 pontos;
6º Lugar: Afinal estou Vivo - 426 pontos;
7º Lugar: Caixa Campus - 424 pontos;
8º Lugar: Eagles - 404 pontos;
9º Lugar: Santy Thunder Team - 339 pontos;
10º Lugar: Caixa Blogus - 212 pontos;
1º Lugar: Joker alho - 470 pontos;
2º Lugar: Caça-Lagartos/Suçuarana - 457 pontos;
3º Lugar: Kubas4EverTeam - 445 pontos;
4º Lugar: Nª Sr.ª do Caravagio- 439 pontos;
5º Lugar: Cruzados - 434 pontos;
6º Lugar: Afinal estou Vivo - 426 pontos;
7º Lugar: Caixa Campus - 424 pontos;
8º Lugar: Eagles - 404 pontos;
9º Lugar: Santy Thunder Team - 339 pontos;
10º Lugar: Caixa Blogus - 212 pontos;
Artigo de Opinião do Condómino Vermelho Nunca
Vivam os bragantinos
No passado fim de semana, o jornal Record apresentou um estudo acerca da distribuição dos sócios do Benfica, os tais que estão no Guinness. Planeta Benfica, é o nome aplicado à peça. Desmistificando certas convicções, indica o estudo, que o Porto não é propriamente um bastião de sócios encarnados. A minha ideia, fruto da vivência na própria cidade nortenha, era contrária. Mas continuo convicto que na cidade do Porto há mais adeptos benfiquistas que portistas. O espectro dos kits encarnados está assim fortemente implantado na zona de Lisboa, com 75.714 aderentes, em Setúbal, com mais de 18.000, e em toda a faixa litoral, com destaque para Leiria e Aveiro. Santarém, Coimbra, Braga, estão também nas regiões mais representativas dos adeptos do McDonalds. Analisei o dossier Kit sócio do Benfica - passarei a chamar-lhe Kit, pois acho que há muito boa gente que se tornou sócio pelo Kit e suas vantagens, e não pelo Benfica. São apenas 324 páginas, coisa pouca. Parceiros nacionais, parceiros estratégicos, parceiros regionais, há de tudo um pouco. Penso que Luís Filipe Vieira está de parabéns neste ponto. Tornou o Benfica um autêntico supermercado , com descontos de ocasião para quase todos os ramos de actividade. Descontos na Repsol, na PT, na TMN, na TV Cabo, nos seguros Açoreana, na Avis, em sapatarias, em lojas de desporto, em concessionários automóveis, em lojas de tintas, em casas de câmbios, enfim, uma imensidade de empresas que aderiram a este cartão.
Considerando que o Estádio da Luz nunca enche com gentes de Lisboa, embora se saiba agora que o clube tem mais de 75.000 sócios nessa zona do País, leva-me a deduzir que muita desta gente está-se perfeitamente nas tintas para o clube, usando o cartão para usufruir de descontos em refeições, combustíveis, etc. Será este o novo modelo de associado de clube que garante a sobrevivência dos mesmos? No caso dos encarnados penso que o Kit é um sucesso, como comprova a sua entrada no Guinness. Claro que não podemos colocar no mesmo cesto os sócios da Carris, ou dos STCP, pois aí penso que o Benfica ficaria a perder. Mas a filosofia do kit e dos passes sociais é idêntica: descontos. Eu sou sócio da Carris porque me compensa. Há inúmeras pessoas que são sócias do Benfica, porque lhes compensa. Eu sou sócio do Sporting, porque é esse o meu modo de viver o meu clube. Não sei se o futuro do Sporting será o do Benfica, mas espero sinceramente que não o seja, e contribuirei activamente para que isso nunca aconteça.
Realço o facto que o Benfica, embora tenha 6 milhões de adeptos em Angola+Moçambique, não ter conseguido a penetração de Kits desejada nesses países: 224 unidades vendidas . Claro que ter kits vendidos na Ucrânia, no Paquistão ou no Mónaco, nada tem a ver com o princípio de supermercado que Vieira implementou no clube. Aí sim, estão os verdadeiros adeptos do Benfica, aquele Benfica que se tornou grande na Europa e no Mundo, pelas conquistas desportivas e não pelos números de aderentes à banha da cobra.
Por fim, um viva a Bragança, pois é a região de Portugal Continental que menos kits tem.
No passado fim de semana, o jornal Record apresentou um estudo acerca da distribuição dos sócios do Benfica, os tais que estão no Guinness. Planeta Benfica, é o nome aplicado à peça. Desmistificando certas convicções, indica o estudo, que o Porto não é propriamente um bastião de sócios encarnados. A minha ideia, fruto da vivência na própria cidade nortenha, era contrária. Mas continuo convicto que na cidade do Porto há mais adeptos benfiquistas que portistas. O espectro dos kits encarnados está assim fortemente implantado na zona de Lisboa, com 75.714 aderentes, em Setúbal, com mais de 18.000, e em toda a faixa litoral, com destaque para Leiria e Aveiro. Santarém, Coimbra, Braga, estão também nas regiões mais representativas dos adeptos do McDonalds. Analisei o dossier Kit sócio do Benfica - passarei a chamar-lhe Kit, pois acho que há muito boa gente que se tornou sócio pelo Kit e suas vantagens, e não pelo Benfica. São apenas 324 páginas, coisa pouca. Parceiros nacionais, parceiros estratégicos, parceiros regionais, há de tudo um pouco. Penso que Luís Filipe Vieira está de parabéns neste ponto. Tornou o Benfica um autêntico supermercado , com descontos de ocasião para quase todos os ramos de actividade. Descontos na Repsol, na PT, na TMN, na TV Cabo, nos seguros Açoreana, na Avis, em sapatarias, em lojas de desporto, em concessionários automóveis, em lojas de tintas, em casas de câmbios, enfim, uma imensidade de empresas que aderiram a este cartão.
Considerando que o Estádio da Luz nunca enche com gentes de Lisboa, embora se saiba agora que o clube tem mais de 75.000 sócios nessa zona do País, leva-me a deduzir que muita desta gente está-se perfeitamente nas tintas para o clube, usando o cartão para usufruir de descontos em refeições, combustíveis, etc. Será este o novo modelo de associado de clube que garante a sobrevivência dos mesmos? No caso dos encarnados penso que o Kit é um sucesso, como comprova a sua entrada no Guinness. Claro que não podemos colocar no mesmo cesto os sócios da Carris, ou dos STCP, pois aí penso que o Benfica ficaria a perder. Mas a filosofia do kit e dos passes sociais é idêntica: descontos. Eu sou sócio da Carris porque me compensa. Há inúmeras pessoas que são sócias do Benfica, porque lhes compensa. Eu sou sócio do Sporting, porque é esse o meu modo de viver o meu clube. Não sei se o futuro do Sporting será o do Benfica, mas espero sinceramente que não o seja, e contribuirei activamente para que isso nunca aconteça.
Realço o facto que o Benfica, embora tenha 6 milhões de adeptos em Angola+Moçambique, não ter conseguido a penetração de Kits desejada nesses países: 224 unidades vendidas . Claro que ter kits vendidos na Ucrânia, no Paquistão ou no Mónaco, nada tem a ver com o princípio de supermercado que Vieira implementou no clube. Aí sim, estão os verdadeiros adeptos do Benfica, aquele Benfica que se tornou grande na Europa e no Mundo, pelas conquistas desportivas e não pelos números de aderentes à banha da cobra.
Por fim, um viva a Bragança, pois é a região de Portugal Continental que menos kits tem.
segunda-feira, novembro 20, 2006
Espaço Prof. Karamba - Champions
Os jogos sujeitos a aposta são os seguintes:
SLBenfica/Copenhaga;
CSKA/FCPorto;
Inter/Sporting;
Sevilha/Braga;
Como sempre, aqui deixo o meu palpite:
SLBenfica/Copenhaga: 3-0;
CSKA/FCPorto: 1-0;
Inter/Sporting: 2-0;
Sevilha/Braga: 3-0;
SLBenfica/Copenhaga;
CSKA/FCPorto;
Inter/Sporting;
Sevilha/Braga;
Como sempre, aqui deixo o meu palpite:
SLBenfica/Copenhaga: 3-0;
CSKA/FCPorto: 1-0;
Inter/Sporting: 2-0;
Sevilha/Braga: 3-0;
Espaço Prof. Karamba
A classificação geral do Espaço Prof. Karamba é a seguinte:
1º Lugar: Cavungi e Carlos - 210 pontos;
2º Lugar: Zex - 205 pontos;
3º Lugar: Vermelho Nunca - 195 pontos;
4º Lugar: Jorge Mínimo - 190 pontos;
5º Lugar: Fura-Redes - 185 pontos;
6º Lugar: Costa - 180 pontos;
7º Lugar: Kubas e Holtreman - 170 pontos;
8º Lugar: Vermelho Sempre - 150 pontos;
9º Lugar: Vermelho - 145 pontos;
10º Lugar: Estar Vivo é o Contrário de Estar Morto - 140 pontos;
11º Lugar: Samsalameh - 130 pontos;
12º Lugar: Francisco Lázaro - 125 pontos;
13º Lugar: Sócio - 110 pontos;
14º Lugar: Petit - 105 pontos;
15º Lugar: Braguilha - 65 pontos;
16º Lugar: Jimmy Jump Reloaded - 20 pontos;
17º Lugar: Sh Cala-te - 5 pontos;
1º Lugar: Cavungi e Carlos - 210 pontos;
2º Lugar: Zex - 205 pontos;
3º Lugar: Vermelho Nunca - 195 pontos;
4º Lugar: Jorge Mínimo - 190 pontos;
5º Lugar: Fura-Redes - 185 pontos;
6º Lugar: Costa - 180 pontos;
7º Lugar: Kubas e Holtreman - 170 pontos;
8º Lugar: Vermelho Sempre - 150 pontos;
9º Lugar: Vermelho - 145 pontos;
10º Lugar: Estar Vivo é o Contrário de Estar Morto - 140 pontos;
11º Lugar: Samsalameh - 130 pontos;
12º Lugar: Francisco Lázaro - 125 pontos;
13º Lugar: Sócio - 110 pontos;
14º Lugar: Petit - 105 pontos;
15º Lugar: Braguilha - 65 pontos;
16º Lugar: Jimmy Jump Reloaded - 20 pontos;
17º Lugar: Sh Cala-te - 5 pontos;
Subscrever:
Mensagens (Atom)
