quarta-feira, janeiro 17, 2007

Espaço Prof. Karamba

Os jogos sujeitos a aposta, esta semana, são os seguintes:

SLBenfica - União de Leiria;

Sporting - Rio Ave;

Estrela da Amadora - Naval;

Leixões - Académica;

Gondomar - Belenenses;

Como tradicionalmente, aqui deixo o meu palpite:

SLBenfica - União de Leiria: 2-0;

Sporting - Rio Ave: 2-0;

Estrela da Amadora - Naval: 2-1;

Leixões - Académica: 1-1;

Gondomar - Belenenses: 1-1

Só eu sei porque razão o Samsalameh comprou um cativo na Luz




Revista da Imprensa Desportiva


O que deve o Sporting fazer a Carlos Martins?
Nada
Apoiá-lo
Castigá-lo
Vendê-lo
Emprestá-lo
  
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terça-feira, janeiro 16, 2007

Artigo de Opinião do Condómino JC

As notícias provenientes do Universo benfiquista não param de me surpreender!
O tratamento que lhes é dado, a interpretação dos respectivos factos e o sentido dos mesmos nunca é idêntico ao que sucede quando factos de idêntico teor provêm de outros clubes.
Eu passo a explicar.

Caso Nuno Assis.
Um simples caso de doping.
Em situações normais, o trajecto seguido é sempre o mesmo: lá temos o jogador a clamar pela sua inocência, lá segue a inevitável suspensão e o assunto morre por aí.
Semedo, do Porto, Kenedy e Abel Xavier são alguns desses exemplos.
No Benfica tudo é diferente.
A instrutora do processo esquece-se de elementos na acusação.
O processo ainda é corrigido mas o jogador acaba absolvido pelo órgão máximo da Justiça Desportiva Portuguesa.
Valeu a intervenção do Secretário de Estado Laurentino Dias para que se repusesse a verdade – intervenção essa contudo, que lhe valeu-lhe as habituais ameaças do Snr. Presidente encarnado e o desenvolver da famosa tese da cabala.

Torneio do Dubai.
Em circunstâncias normais, assistiríamos a uma amplo consenso sobre as vantagens e desvantagens da participação do Benfica neste Torneio: muito bom em termos económicos, mau em termos desportivos, de valor nulo em termos de prestígio.
No caso do Benfica foi diferente:
Para além das vantagens económicas, este torneio foi muito bom em termos desportivos porque deu ritmo à equipa e muito bom em termos de prestígio porque se trata de um grande e prestigiado torneio internacional de futebol, transmitido por 60 televisões do mundo inteiro.
A própria RTP cuja situação financeira é um desastre, juntamente com a CP e a TAP, até transmitiu os dois jogos em directo, a meio da tarde, sabe-se lá por que custos.
Nem o facto de a qualidade do futebol apresentado pelo SLB ter sido medíocre e de não ter apontado um único golo retira prestígio à sua participação no torneio.
Note-se que as demais equipas até marcaram bastantes golos – a Lazio marcou 3 golos e o Bayern e o Marselha marcaram cada um 4 golos.
Só o Benfica é que não conseguiu introduzir a bola na baliza do adversário uma única vez, o que, reconheça-se, era difícil face ao número de oportunidades construídas no conjunto dos dois jogos – uma única (bola à trave após cabeceamento do Mantorras).
Sinceramente não sei que prestígio pode daqui advir para o Benfica, perante tão pálida participação neste desconhecido torneio.
Diga-se, ainda, que Milan e Juventus haviam sido convidadas para participar no torneio e recusaram – avançando a Lazio em lugar daquelas duas equipas – o mesmo tendo sucedido com o Santos, em substituição do qual foi convidado o Marselha.
Por outro lado, na Alemanha o campeonato nacional de futebol encontra-se na paragem do Inverno, donde se compreende a participação do Bayern de Munique.


Caso Luisão
Na sexta-feira, fomos surpreendidos com mais uma notícia relacionada com o Benfica: Luisão apanhado de madrugada a conduzir com elevada taxa de álcool no sangue.
Grave mas não inédito entre os jogadores de futebol dos 3 grandes.
Luisão não foi o primeiro nem terá sido o último a ser apanhado na “noite”, em violação clara das regras de profissionalismo desportivo e dos próprios regulamentos internos dos clubes.
Também não foi o primeiro nem será o último a violar as regras de condução rodoviária.
Até aqui, tudo normal.
Esperava-se, também, a sua normal condenação, na normal multa e na habitual inibição de conduzir – cujo mínimo é, como se sabe, de 3 meses.
Mas não.
Estamos a falar do Benfica, caramba!
Logo, Luisão não foi alvo de qualquer condenação.
Pode continuar a conduzir à vontade e não vai pagar nada pelo crime que cometeu.
Terá apenas, “sem falsos moralismos”, de cumprir 40 horas de trabalho comunitário!
Tudo normal!
O Zé das Esquina em situações idênticas, não se livra de ficar impedido de conduzir, pelo menos por 3 meses, de pagar choruda multa e de ver o seu registo criminal manchado pela sua conduta.
Veja-se a desigualdade de tratamento gritante!


E, ontem à noite, foi a cereja em cima do bolo.
Num jogo que, em circunstâncias normais, qualquer equipa sairia vergada de Coimbra a uma pesada derrota, o Benfica ganhou.
Ainda se sentia no ar o bafo alcoólico do Luisão e já o Benfica ganhava por 1-0 com um golo em fora-de-jogo.
A Académica partiu, então, para aquela que foi a melhor exibição que lhe vi fazer desde que assisto aos jogos no Estádio Municipal de Coimbra.
Superiormente conduzida pela magia de Filipe Teixeira, a Briosa encostou o Benfica às cordas e durante toda a 1ª parte o clube da Luz foi alvo de um massacre idêntico ao que vitimou o famoso General Custer.
Filipe Teixeira, Brum e Lino, o defesa esquerdo, fizeram gato-sapato da defesa benfiquista e tivesse Dame estado pelo menos, a 50 % do que é habitual e seguramente que teria sido outro o resultado no final dos primeiros 45 minutos.
Mesmo assim, e sem poder contar com um avançado minimamente eficaz, a Académica construí, pelo menos, 3 oportunidades de golo feito, que só Quim e o poste da sua baliza impediram a sua concretização.
Quim, aliás, foi, claramente, o melhor jogador do Benfica.
Neste período, os poucos lances de perigo que o Benfica criou resultaram de lances de bola parada ou de jogadas de contra-ataque, destacando-se o remate à trave de Nuno Gomes, após jogada individual.
A segunda parte trouxe uma Académica menos empolgada e as substituições operadas pelo Manuel Machado não foram eficazes.
Nestor foi uma autêntica nulidade e Sarmento fartou-se de meter água no lado direito da defesa.
O jogo foi mais equilibrado e as oportunidades de golo praticamente desapareceram.
Ainda assim, sinal mais para a Académica.
O segundo golo do Benfica acabou por aparecer ao cair do pano, numa altura em que já se sentia que a Briosa não iria conseguir marcar.
A arbitragem foi, em lances decisivos, muito má, com claro prejuízo para a Briosa.
Dois penalties ficaram por assinalar sobre o Filipe Teixeira, um em cada metade do jogo e o primeiro golo do Benfica foi marcado em fora-de-jogo.
Sobre o “Maestro”, confesso que nem o vi tocar na bola e Miccoli – o jogador do Benfica que eu mais temia – nem se viu (o que se compreende, face à sua estatura).

Com o Benfica a ganhar jogos desta forma –com o Belenenses a história tinha sido idêntica – já começo a admitir que os encarnados poderão, até, ganhar o campeonato..

Liga dos Astros - Classificação Geral

A Classificação Geral da Liga dos Astros é a seguinte:

1º Lugar: Joker Alho - 801 pontos

2º Lugar: Caça Lagartos/Suçuarana - 800 pontos;

2º Lugar: Kubas4EverTeam - 774 pontos;

3º Lugar: Cruzados - 756 pontos;

4º Lugar: Nª Sr.ª do Caravagio - 748 pontos;

5º Lugar: Afinal estou Vivo - 746 pontos;

6º Lugar: Caixa Campus - 735 pontos;

7º Lugar: Eagles - 719 pontos;

8º Lugar: Santy Thunder Team - 389 pontos;

9º Lugar: Caixa Blogus - 212 pontos;

Espaço Prof. Karamba- Classificação Geral

A classificação geral do Espaço Prof. Karamba é a seguinte:

1º Lugar: Cavungi – 375 pontos;

2º Lugar: Carlos - 350 pontos;

3º Lugar: Zex – 345 pontos;

4º Lugar: Jorge Mínimo – 335 pontos;

5º Lugar: Kubas - 330 pontos;

6º Lugar: Fura-Redes - 325 pontos;

7º Lugar: Costa - 305 pontos;

8º Lugar: Vermelho Nunca - 290 pontos;

9º Lugar: Holtreman – 280 pontos;

10º Lugar: Vermelho Sempre – 275 pontos;

11º Lugar: Vermelho – 270 pontos;

12º Lugar: Samsalameh - 265 pontos;

13º Lugar: Estar Vivo é o Contrário de Estar Morto - 250 pontos;

14º Lugar: Sócio - 220 pontos;

15º Lugar: Francisco Lázaro e Petit - 165 pontos;

16º Lugar: Braguilha - 100 pontos;

17º Lugar: Jimmy Jump Reloaded - 20 pontos;

18º Lugar: Sh Cala-te - 5 pontos;

Análise ao Académica/Benfica

E à segunda fez-se luz.
Depois, de um fim de semana marcado pela fraca qualidade do futebol praticado, eis que das trevas emergiu um excelente espectáculo, mormente na primeira parte.
Emoção, velocidade, qualidade e incerteza predicados maiores de um jogo singular no contexto do futebol português.
Quem não conhecesse as equipas em confronto, seria, muito provavelmente, tentado a pensar que se trataria de uma partida da Premier League, tal a velocidade, o ardor e a emoção postos na luta pelos dois oponentes.
Pena foi que o resultado não tivesse traduzido a superior qualidade do jogo.
O Benfica apresentou-se estruturado no já habitual 4x4x2 em losango.
Karagounis foi, com toda a naturalidade, o eleito para substituir Nuno Assis, com Rui Costa a ficar no banco pois, tal como revelou Fernando Santos, ainda não tem condições para jogar os 90 minutos.
A Académica, por seu turno, optou pelo previsível 5x4x1, ainda que a dinâmica dos seus “carrilleros”, Brum e Lino, alterasse bastas vezes esta configuração táctica, transformando-a num 3x6x1.
Brum foi, aliás, a principal novidade de Manuel Machado, não pela sua condição de titular, mas sim pelo lugar que ocupou.
Esperava-se que fosse Paulo Sérgio a alinhar como lateral direito, mas, no fim de contas, foi Brum que surgiu nesse posto. A sua superior mobilidade e velocidade terão sido factores decisivos na escolha de Manuel Machado, em atenção à marcação a Simão.
O triunfo do Benfica foi sofrido, muito sofrido, mérito da Briosa que realizou a sua melhor exibição da época.
O seu principal pecadinho foi, uma vez mais, a falta de eficácia na zona de finalização.
Infelizmente, quem tem Gyano e Alvarez como pontas de lança, dificilmente, a mais pode aspirar.
Mas, voltemos à história da partida.
Moralizado com a recente conquista do Torneio do Dubai, o Benfica entrou a todo o gás, obtendo o seu golo logo ao segundo minuto de jogo.
O golo madrugador do Benfica alterou, por completo, a disposição das equipas.
Na abordagem à partida, o modelo da Académica passaria por um jogo de paciência, entregando a iniciativa ao Benfica e procurando explorar, em rápidas transições, o contra-ataque.
Ao invés, o modelo do Benfica assentaria no assumir da condução do jogo, numa matriz de ataque continuado.
O golo de Ricardo Rocha tudo modificou (golo este irregular, pois que Rocha beneficiou de uma situação prévia de fora de jogo para lograr o tento).
Os modelos inverteram-se e a Académica viu-se empurrada pelo Benfica para assumir o jogo, optando os encarnados por se postar atrás da linha da bola, numa atitude de expectativa e de busca do aproveitamento do erro adversário.
A Académica não enjeitou o convite encarnado e partiu para o jogo sem temores, em busca da igualdade.
O Benfica assumiu a tal postura de expectativa e passou a basear o seu processo ofensivo em transições rápidas e contra-ataques.
E com isto ganhou inegavelmente o espectáculo.
Foi magnífica a reacção da Académica ao golo de Rocha.
Foi um constante carrossel de emoções, com oportunidades de golo cá, oportunidades de golo lá, num vaivém incessante.
Um verdadeiro hino ao futebol.
Aos 23 minutos, Machado acentuou, ainda mais, esta mudança de postura da Académica ao retirar Danilo fazendo-o substituir por Miguel Pedro, passando a equipa a actuar num 4x3x3 que potenciava a exploração dos flancos.
Este 4x3x3 apresentou-se muito dinâmico e com uma superior ocupação dos espaços.
Com efeito, o processo ofensivo da Briosa assentou na incorporação de Brum e Lino na linha intermediária, fazendo todo o corredor, deixando a defesa entregue, apenas, a Litos e Káká, “vigiados” de perto por Alexandre.
Assim, beneficiando da estruturação em losango do meio-campo benfiquista, o qual abre espaço a penetrações verticais dos laterais, a Académica logrou obter, sempre, vantagem numérica sobre as alas.
Essa vantagem, por sua vez, conduziu os médios interiores e o trinco benfiquistas a bascularem sobre o ala com bola, “criando”, deste modo, espaços livres sobre a zona central, nos quais entravam Filipe Teixeira e Dame.
A Académica explorava os espaços concedidos pelo Benfica nas alas, mormente na esquerda, fruto da sua estruturação táctica e potenciado pelo deficiente posicionamento de Karagounis, excessivamente central.
Simultaneamente, o Benfica procurava aproveitar essa mesma exploração que a Briosa fazia das alas, ao buscar os espaços deixados livres nas costas por Brum e Lino.
Este jogo de desequilíbrios conferiu uma configuração anárquica à partida.
Os sistemas foram mandados às malvas e os jogadores entregaram-se à paixão do jogo.
Momentos houve em que parecia estarmos perante um qualquer jogo de rua entre miúdos.
Contudo, não há bela sem senão.
A velocidade, a “alma”, a vontade que os jogadores emprestaram ao jogo retirou-lhes discernimento para finalizarem a preceito às jogadas que foram desenhando.
Muitos passes de ruptura, muitos últimos toques, muitos remates fatais foram falhados ao longo do encontro, precisamente, porque se jogou muito, mas mesmo muito com o coração.
Ainda que tenha adoptado uma postura de maior contenção, a velocidade a que se jogou demonstrou à saciedade que a participação no torneio do Dubai não acarretou prejuízos, mas sim benefícios físicos.
A superior condição física dos encarnados na parte final do jogo é sinónimo disso mesmo.
Aos 33 minutos, num livre cobrado por Dame, Quim começou por evitar o pior e, na sequência, Gyano, em posição muito privilegiada para fazer golo, atirou, incompreensivelmente, ao poste.
O Benfica conseguiu, todavia, ripostar com dois golos não sancionados.
Em ambos os casos, o último toque pertenceu a Katsouranis e, também por duas vezes, o árbitro assistente levantou a bandeirola sem hesitações.
No primeiro, o grego parece efectivamente adiantado, mas já no segundo não.
No momento do passe de Nuno Gomes, Katsouranis está atrás da linha da bola, portanto em jogo.
Golo mal invalidado compensando o primeiro que havia sido incorrectamente validado.
Até ao final do primeiro tempo assistiu-se a um jogo agradável, disputado a um ritmo elevado, com oportunidades repartidas.
Uma bola na barra da Briosa, num pontapé de Nuno Gomes e um corte de Léo em cima da linha de golo, após defesa de Quim a cabeceamento de Káká, impediram que o marcador se alterasse antes do intervalo.
Na segunda parte, os primeiros minutos, foram, ainda, uma continuação da primeira metade.
Todavia, Fernando Santos mexeu na equipa, fazendo entrar Manú para o lugar de Miccoli e o Benfica ganhou um equilíbrio que terminou com a anarquia reinante.
Um parêntesis, para dizer que este foi o momento indiano de Fernando Santos.
Demonstrou, uma vez mais, que para si as vacas são sagradas – substituir Miccoli e não Nuno Gomes, paupérrimo no primeiro tempo, só pode significar que este é intocável.
O 4x4x2 em losango foi substituído por um 4x3x3 que permitiu uma mais racional ocupação dos espaços, mormente cerceando a vantagem que a Briosa dispunha nos corredores.
Com a colocação de Simão e Manú nas alas, não mais Brum e Lino dispuseram dos espaços de outrora.
A vantagem da Académica sobre as alas desapareceu e o fulgor ofensivo da Briosa apagou-se.
Daí em diante, apenas, num canto a Académica logrou criar efectivo perigo para a baliza de Quim.
Mas, não foi esta alteração de Fernando Santos que matou o jogo.
As substituições de Manuel Machado também.
Ao tirar Paulo Sérgio substituindo-o por Nestor, fez a sua equipa perder agressividade no meio-campo e, assim, diminuir substancialmente as recuperações de bola, designadamente no meio-campo do Benfica, disso se ressentindo o processo ofensivo da Académica ao ponto de desaparecer.
Não mais a bola chegou em quantidade e qualidade aos avançados.
Nesta substituição, Machado promoveu, ainda, a deslocação de Dame para a linha intermediaria, afastando-o da zona em que exerce influência sobre o jogo.
Por outro lado, a troca de Dame por Sarmento nada trouxe de relevante ao jogo, antes pelo contrário.
Mais se diga que o decréscimo de intensidade do jogo foi perfeitamente natural, pois que difícil seria manter o ritmo frenético do primeiro tempo.
Até final, destaque para a entrada de Rui Costa, para os contra-ataques desperdiçados por Nelson fruto de um incompreensível egoísmo e para o golo de Leo, sentenciando uma partida, cuja diferença no resultado peca por excessiva.
A diferença mínima colorida por mais golos faria justiça a um belo espectáculo de futebol.
Na Briosa, Filipe Teixeira, numa exibição para a “transferência”, destacou-se dos demais, mas foi acompanhado de perto por Paulo Sérgio, um gigante no miolo, por Lino, um autêntico quebra cabeças na ala (pela primeira vez, muito equilibrado nas acções ofensivas e defensivas), e por Dame, sempre voluntarioso e codicioso.
No Benfica, Quim exibiu-se a grande altura, Rocha emergiu como o melhor da defesa e Simão como o dínamo do ataque.
Ao invés, Nuno Gomes realizou uma primeira parte para esquecer – lento, macio e desastrado, comprometeu sempre a transição ofensiva (o remate à barra não apagou o que de mau fez).

segunda-feira, janeiro 15, 2007


A venda de Fonseca foi um correcto acto de gestão?
Sem dúvida
Sim, se for contratado outro jogador
De maneira nenhuma
Não, não lhe deram tempo para se adaptar
Não, tratava-se de um bom jogador
Não, porque agora vem aí o Marcel
  
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Análise à Jornada

A paragem competitiva fez-se sentir.
Fez-se sentir e muito…
O interregno na Liga Bwin redundou numa jornada em que imperou a baixíssima qualidade do futebol praticado e o reduzido número de golos obtido.
8 golos em 7 jogos é francamente mau.
Pior só na 3ª jornada em que se obtiveram 9.
Nos dois jogos a que assisti, um denominador comum: o paupérrimo nível do futebol exibido.
No Restelo, o Sporting não foi além de um empate sem golos diante do Belenenses.
Um empate em que emergiu a incapacidade leonina para ligar o seu processo ofensivo e, como tal, para criar situações de golo.
Uma, apenas uma ocasião de golo, foi tudo quanto o Sporting conseguiu almejar ao longo da partida.
A falta de ritmo competitivo do Sporting ficou bem patente, desde logo, no inusitado número de ocasiões em que os seus jogadores caíram em fora de jogo (10).
Por outro lado, assistimos ao regresso do “vilão” leonino - Carlos Martins, de regresso à titularidade, ao ver dois cartões amarelos no espaço de um minuto, cortou cerce as aspirações leoninas a uma eventual vitória.
O jogo até nem começou mal, com os primeiros minutos a ficarem marcados por uma intensa luta pela posse de bola numa curta faixa do terreno, com as duas linhas defensivas bem adiantadas a concentrar as duas equipas na zona central.
Mas, foi sempre uma luta que se desenrolou bem longe das balizas.
Jorge Jesus procurou encaixar a sua equipa na do Sporting e, assim, quase todos os jogadores se viram emparelhados em duelos individuais.
Raras vezes, qualquer uma das equipas logrou aproximar-se com perigo da baliza adversária.
O Belenenses procurou apostar em longos lançamentos para os avançados ou em remates de longe de Zé Pedro, mas raramente conseguiu provocar desequilíbrios, até porque Silas e Zé Pedro se revelaram sempre desinspirados.
O Sporting, por seu turno, na impossibilidade de executar a transição ofensiva através do meio-campo, face à intensa pressão exercida sobre os seus jogadores, lançou mão dos lançamentos longos de Polga, visando as penetrações verticais de Liedson nas costas da defesa azul.
Todavia, ainda que tenham concretizado algum ascendente, nunca conseguiram escapar à bem afinada defensiva dos azuis, a qual se postava em linha, explorando a preceito o fora-de-jogo.
Contudo, seria, precisamente, no único erro ao longo de toda a partida da defesa em linha azul, que o Sporting criaria a sua melhor e única oportunidade de golo.
Liedson escapou pela direita e cruzou para a área, onde apareceu João Moutinho a desviar de calcanhar, com a bola a sair a rasar o poste da baliza de Costinha.
Ao intervalo, o nulo no marcador era reflexo de um jogo de encaixes, que a escassa dinâmica dos jogadores não desfez, antes potenciou.
Paulo Bento mexeu na equipa e para a 2ª parte fez sair Farnerud, muito apagado, para não dizer inexistente, e entrar Djalló.
A estrutura manteve-se, mas, certamente, que Bento esperava maior dinâmica.
Explorar a velocidade de Djalló na transição ofensiva e as suas penetrações verticais com bola seria o desiderato de Bento. Desfazer os nós criados pelos encaixes promovidos por Jesus seria objectivo igualmente presente na mente de Bento.
Debalde.
Mas, uma virtude teve esta alteração de Bento - o jogo tornou-se mais aberto, menos pautado pelos duelos individuais.
Os espaços surgiram em maior número, mas a qualidade global do futebol praticado continuou a situar-se num patamar baixo.
A melhor oportunidade do jogo viria a surgir aos 52 minutos e a favorecer os de Belém.
Rubem Amorim apareceu isolado na meia direita da área leonina e quando todos pensavam que iria visar as redes de Tiago, colocou, de forma sublime, a bola no centro da área em Silas, que, com espaço e tempo, esperou pela saída de Tiago e rematou forte para a baliza, surgindo Polga que, sobre a linha de baliza, impediu o golo.
Este lance teve o condão de empurrar o Belenenses para o seu melhor período no jogo.
Aos 67 minutos, após ter visto o 1º amarelo no minuto anterior, Carlos Martins recebeu ordem de expulsão.
Martins viu um primeiro amarelo e Paulo Bento, prevendo o pior, chamou o jovem Bruno Pereirinha para o render. Mas não foi a tempo.
Antes de Pereirinha chegar ao banco, Martins, num lance absolutamente infantil para quem havia visto o cartão amarelo há menos de 1 minuto, viu o segundo amarelo e comprometeu qualquer veleidade leonina.
Duas faltas bastante duras e incompreensíveis.
Curiosa e paradoxalmente, com a expulsão de Martins, terminou o ascendente azul na partida.
Pouco depois, Jesus tirou Mancuso e o processo ofensivo azul ressentiu-se ao ponto de desaparecer.
Paulo Bento, com a expulsão de Martins, viu-se forçado a esgotar as substituições, prescindindo de Ronny e Alecsandro por troca com Miguel Veloso e Pereirinha.
Veloso entrou para fechar o lado esquerdo, enquanto Pereirinha, sobre a direita, dividiu o meio-campo com Custódio e Moutinho.
A equipa reequilibrou-se e até final foi aquela que sempre transmitiu mais a sensação de poder vencer o jogo.
Não que tenha criado ocasiões de golo (apenas, um remate de Custódio por cima da trave), mas remeteu o Belém para o seu meio terreno, evidenciando ascendente na partida.
A vontade leonina, contudo, revelou-se incapaz de “furar” a extremamente bem arrumada linha defensiva azul.
Resultado certo e plenamente justificado pela incapacidade das duas equipas em se acercarem das áreas contrárias.
Nas Aves, mais um mau jogo de futebol.
Também aqui a paragem se fez notar.
Cerca de 50 faltas e um reduzidíssimo número de lances de perigo são o retrato de uma partida, que, diga-se, o Porto venceu de forma absolutamente inequívoca.
A sua superioridade foi de tal ordem de grandeza que o seu sucesso nunca esteve, minimamente, em causa.
Como disse, Jesualdo Ferreira no final “a vitória foi boa, não foi brilhante, mas foi segura”.
Dois momentos de inspiração foram o bastante para o Porto cumprir os objectivos que havia trazido para o jogo - esquecer rapidamente o fantasma do Atlético e aumentar a distância pontual em relação ao Sporting.
Jesualdo recuperou o onze habitual e Neca optou por um esquema compacto tão do seu agrado, o qual nem sequer contemplou qualquer ponta de lança. (Artur Futre foi o elemento mais adiantado, jogando como “falso ponta de lança”)
Profundidade defensiva acentuada, com os centrais postados junto à linha limite da grande área, meio-campo povoado e colocado perto da linha defensiva e três homens soltos na frente e a mais de 30 metros dos companheiros – foi este o modelo de Neca.
Claro está, que, assim, é difícil ganhar jogos. Então, quando se dispõe de jogadores de baixa qualidade…
Em apenas oito minutos, o Porto resolveu o jogo.
Desmoronou a estrutura defensiva avense, que caiu como um castelo de cartas, e, com facilidade, encontrou espaços para chegar à baliza contrária e inaugurar o marcador.
Quaresma desceu pelo flanco esquerdo e tocou para Raul Meireles, que lançou Lucho no centro.
Esta simples e bem urdida movimentação dos médios portistas foi capaz de descoordenar a defensiva avense, possibilitando o espaço necessário para Lucho fazer o 0-1.
Tal como afirmou Neca: “Fomos verdes nos primeiros minutos, o que nos foi fatal”, “Sabíamos que era importante não sofrer golos cedo, pois era uma forma de tentar enervar o FC Porto, que vinha de uma derrota inesperada frente ao Atlético. Mas a verdade é que não conseguimos (…).”
O Porto foi diminuindo o ritmo e o Aves mostrava-se, ainda assim, impotente para dar a volta à situação, revelando uma imensa falta de soluções ofensivas para contrariar a tendência do encontro.
O Porto controlava a seu bel-prazer o jogo e o Aves assistia incapaz de reagir.
Na segunda parte, a tendência do jogo permaneceu inalterada, sendo, apenas, de salientar o segundo golo portista obtido por Quaresma, no tempo de compensação.
Nos restantes jogos da jornada, destaque para o empate do Estrela em Leiria, completando uma série de 6 jogos sem perder, para a derrota do Beira-Mar em Paços de Ferreira na estreia de Paco Soler, e para a retumbante vitória da Naval em Setúbal na estreia de Mariano Barreto.
O Vitória não vence há 3 meses e a sua situação tende a complicar-se.

sexta-feira, janeiro 12, 2007

Agenda Desportiva Televisiva do Fim de Semana

Sempre que me for possível, irei postar às sextas-feiras uma agenda dos directos desportivos do fim de semana.

Sábado:

Sport Tv1:

12h45 - WATFORD X LIVERPOOL;

15h00 - CHELSEA X WIGAN;

17h15 - BLACKBURN ROVERS X ARSENAL;

19h00 - NACIONAL X SP. BRAGA;

02h00 - BASQUETEBOL - NBA - PHOENIX SUNS X ORLANDO;

Sport Tv2:

15h00 - MANCHESTER UNITED X ASTON VILLA;

17h00 - FUTSAL - CAMP. NACIONAL - BENFICA X FREIXIEIRO;

19h00 - VALENCIA X LEVANTE;

21h00 - ESPANYOL X FC BARCELONA;

TVI:

21h15 - Belenenses x Sporting;

RTP2:

17h00 - Hóquei em Patins: FC Porto - Réus (Liga dos Campeões);


Domingo:

Sport Tv1:

11h00: GIL VICENTE X SANTA CLARA;

14h00 - MESSINA X AS ROMA;

16h00 - VOLEIBOL - CAMP. NACIONAL - SC ESPINHO X SL BENFICA;

19h45 - DESP. AVES X FC PORTO;

22h30 - RENNES X MARSELHA;

Sport Tv2:

14h00 - AC MILAN X REGGINA;

18h00 - CELTA VIGO X AT. MADRID;

20h00 - REAL MADRID X ZARAGOZA;

RTP2:

17H00 - Basquetebol: Benfica – Ovarense;

Jantar do Blog



À esquerda na imagem, Vermelho, Fura-Redes e Sócio;
Á direita, do mais próximo para o mais distante da imagem, Prof. Venceslau, JC e Samsalameh.

Algum dos "Grandes" perderá nesta Jornada?
Não
Sim, Todos
Sim, Benfica
Sim, Porto
Sim, Sporting
Sim, Benfica e Porto
Sim, Benfica e Sporting
Sim, Porto e Sporting
  
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Antevisão da Jornada

Na última jornada da 1ª volta, as deslocações do Benfica a Coimbra e do Sporting a Belém assumem-se como os principais focos de interesse.
Será a 55ª vez que o Benfica se desloca a Coimbra, tendo-se verificado 36 vitórias dos encarnados, 13 empates e 5 vitórias da Briosa nas partidas já disputadas.
O resultado mais vezes verificado nestes confrontos foi de 0-2.
Não irei assistir ao jogo no Estádio.
Não mais quero experienciar as sensações que vivi no último AAC-Benfica a que assisti ao vivo e que terminou com a vitória do Benfica por 1-2.
Para esclarecimento de todos, assumo que estarei a torcer por uma vitória do Benfica.
Posto isto, vamos lá ensaiar a antevisão da partida.
O Benfica apresentar-se-á em Coimbra com os seus índices de confiança e motivação em alta, fruto da recente vitória no Torneio do Dubai.
Fruto, ainda, daquela competição, penso que se apresentará com um ritmo competitivo mais elevado do que a Briosa.
Não penso que se apresente fatigado, pois, para além daquela competição não ter exigido muito em termos físicos dos jogadores, do onze titular, apenas Luisão fez, de forma completa, os dois jogos no Dubai.
Assim, como já abundantemente disse, o esforço físico a que os jogadores foram sujeitos não atingiu patamares elevados, antes pelo contrário.
Encontro mais benefícios físicos nesta participação do que prejuízos.
As únicas dúvidas na constituição da equipa inicial prendem-se com a possibilidade de utilização de Miccoli e com a identidade do substituto de Assis.
Penso que Miccoli estará em condições de alinhar e que, como tal, será titular.
Quanto ao substituto de Assis, penso que a escolha recairá em Karagounis.
Rui Costa vem de uma longa paragem e ainda se encontra a recuperar o ritmo de jogo, pelo que a chamada do grego ao onze titular será o cenário mais provável.
Deste modo, Fernando Santos mantendo-se fiel ao 4x4x2 em losango, deverá fazer alinhar Quim, Nelson, Luisão, Ricardo Rocha e Léo, Petit, Katsouranis, Karagounis e Simão, Nuno Gomes e Miccoli.
No que concerne à Briosa, face às constantes mutações tácticas que Manuel Machado tem introduzido na equipa, variadas são as hipóteses.
Todavia, parece-me que perante o 4x4x2 em losango do Benfica, Machado irá optar por uma estrutura semelhante à apresentada frente ao Setúbal.
Não no 3x5x1x1 de então, mas sim num 5x3x1x1.
Frente ao Setúbal, a Académica alinhou num sistema de 3 centrais, com Litos sobre a direita, Danilo ao centro e Káká sobre a esquerda.
Como “carrilleros”, nas alas, Filipe Teixeira e Lino.
Deixar a marcação de Simão para Litos seria um hara-kiri, atenta a sua falta de velocidade e de rins.
Assim, Machado deverá optar por colocar Sarmento na direita em marcação a Simão, posicionando os centrais mais no centro, Litos na marcação a Nuno Gomes, Káká na marcação a Miccoli e sobrando Danilo como libero, sendo que Lino deverá alinhar na esquerda.
Os laterais deverão posicionar-se na linha dos centrais e não adiantados na linha dos trincos.
No meio-campo, Machado deverá repetir o tridente de médios defensivos do desafio com o Setúbal.
Deste modo, Brum sobre a direita, Paulo Sérgio ao centro e Alexandre sobre a esquerda, serão os eleitos.
Na frente, Dame deve posicionar-se nas costas de Gyano.
Outra hipótese, passa pela chamada de Filipe Teixeira em detrimento de Gyano, surgindo, nesse caso, Dame mais adiantado como falso ponta de lança, procurando penetrações verticais na área benfiquista.
Na Briosa, Dionattan e Nuno Luís encontram-se lesionados, inexistindo castigados, ao passo que no Benfica não se verifica qualquer lesão, estando Nuno Assis a cumprir castigo.
Jogo de prognóstico favorável ao Benfica.
Em Belém, o Sporting defronta pela 69ª vez o Belenenses, tendo-se verificado 26 vitórias dos leões, 19 empates e 23 vitórias do Belém nos jogos já realizados.
O resultado mais vezes verificado nestes confrontos foi de 1-1.
O Belém, após um difícil início de temporada, conseguiu estabilizar a sua equipa e alicerçado em José Pedro e Silas tem feito um campeonato de bom nível.
A subida de forma destes jogadores, a par de uma solidez defensiva assinalável, que a partida da Luz não empalidece, permitiu uma substancial melhoria qualitativa da equipa.
Ainda assim, a equipa de Jorge Jesus não conseguiu arrecadar qualquer ponto nos confrontos com FC Porto e Benfica, os quais acabou sem qualquer golo marcado e seis encaixados.
Jorge Jesus, face ao castigo de Gaspar e à lesão de Sandro Gaúcho, deverá promover Amaral e Cândido Costa à titularidade.
Assim, Jesus, que deverá optar por um 4x3x3 tão do seu agrado, deverá alinhar com Costinha na baliza, na defesa com Amaral, Rolando, Nivaldo e Alvim, no meio-campo com Rúben Amorim, José Pedro e Silas, nas alas com Cândido Costa e Eliseu e na frente com Dady.
Silas será o municiador de ataque, enquanto nas alas Cândido Costa e Eliseu procurarão explorar a sua velocidade e evitar a subida dos laterais leoninos.
Existe, no entanto, a possibilidade de Jesus optar por uma estratégia de maior contenção, reforçando o meio-campo com um elemento como Mancuso ou Pinheiro.
Aposta na consistência defensiva da equipa, na capacidade de remate de José Pedro e na criatividade de Silas serão os predicados maiores da matriz essencial do modelo de jogo azul.
Paulo Bento manterá o já clássico 4x4x2 em losango, residindo as dúvidas na composição das laterais defensivas e no companheiro de Liedson na frente de ataque.
Na defesa, Abel e Caneira deverão ser os eleitos, ao passo que Alessandro deverá ocupar o lugar ao lado de Liedson.
O Sporting não compete há já quase 1 mês, ao passo que o Belém disputou um jogo no passado fim de semana.
Veremos qual a condição física dos jogadores leoninos, mas, mais do que tudo, o seu ritmo de jogo.
Neste aspecto, poderá residir uma vantagem relativa dos azuis do Restelo.
No Belém, Gaspar encontra-se castigado e Sandro Gaúcho, Fábio Januário, Djurdjevic, Manoel e Fernando lesionados, ao passo que no Sporting Tello cumpre castigo, sendo, também, o único lesionado do plantel.
Jogo de prognóstico reservado, ainda que com maior dose de favoritismo a pender para os leões.
Por fim, o Porto desloca-se à Vila das Aves, numa partida em que apenas eventuais sequelas da derrota frente ao Atlético poderão fazer perigar a vitória portista.
Nas Aves, o Porto defronta pela 3ª vez o Desportivo local, tendo-se registado duas vitórias dos azuis e brancos nos encontros anteriores.
Jogo de prognóstico claramente favorável ao Porto.
No Porto, Anderson, Jorginho e Pedro Emanuel encontram-se lesionados, inexistindo castigados, ao passo que no Aves Xano e Leandro estão lesionados e os reforços Ricardo Nascimento e Nuno Espírito Santo ainda não se encontram em condições regulamentares de serem utilizados.
Inexistem castigados.

quinta-feira, janeiro 11, 2007

Liga dos Astros

Com o regresso da Liga Bwin, retorna a Liga dos Astros.
Tal como na Liga Bwin, o mercado, também, está aberto na Liga dos Astros.
No decurso do mês de Janeiro, os participantes poderão proceder às alterações que entenderem no seu plantel, sem qualquer limitação quantitativa.
Assim, façam as aquisições e dispensas que entenderem, respeitando sempre o número máximo de jogadores por clube.
Neste novo ano, só serão admitidos a participar em cada jornada, os condóminos que apresentem a sua equipa sem recurso às tão criticadas remissões para as equipas apresentadas nas semanas anteriores.
As equipas apresentadas por remissão ter-se-ão por não escritas, não sendo consideradas.
Boa Sorte!

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Balanço da Participação do Benfica no Torneio do Dubai

Um sucesso!
Um sucesso desportivo, financeiro e na consolidação do prestígio
internacional.
Apesar das naturais reticências colocadas por Fernando Santos à deslocação,
face à possível sobrecarga de esforços e aos ajustes na programação a que
obrigou, o sucesso desportivo, conseguido em grande parte graças à
inspiração dos dois guarda-redes utilizados (Moretto com o Bayern e Moreira
com a Lazio) e, principalmente, a conquista do primeiro prémio acabaram por
selar com êxito esta aposta dos encarnados.
Muito se disse e escreveu sobre a inconveniência desta participação do
Benfica no Torneio do Dubai.
Não engrosso as fileiras daqueles que afirmaram tratar-se de um
incomensurável risco a ida ao Dubai.
Não considero que a participação neste Torneio tenha desgastado fisicamente
os jogadores.
Aliás, o maior desgaste terá decorrido das longas viagens a que foram
sujeitos.
Jogar é sempre menos cansativo do que treinar, jogar é sempre mais atractivo
do que treinar, então competir a um ritmo médio/baixo e após um mês de
férias é incomparavelmente menos fatigante do que recuperar os níveis
físicos nos treinos.
Esta competição permitiu, inclusive, uma recuperação mais rápida e efectiva
do ritmo de jogo do que a generalidade das equipas da Liga Bwin, com
especial incidência para o Sporting que não disputou, ainda, qualquer jogo
este ano.
Do onze titular, apenas Luisão fez, de forma completa, os dois jogos no
Dubai (sendo certo que não havia disputado o jogo da Taça), pelo que o
esforço físico a que os jogadores foram sujeitos não atingiu patamares
elevados.
Afirmo mesmo que terá sido um dispêndio de energias adequado à pausa
competitiva que o antecedeu.
Por outro lado, este torneio permitiu a utilização de jogadores com reduzida
competição esta época, o que, desde logo, aporta maior competitividade
interna na disputa por um lugar no onze.
Dos jogadores utilizados, realce para Moretto e Moreira, decisivos na
vitória alcançada, Luisão, impecável nos dois jogos, Manú, veloz e incisivo
nos dois jogos, Rui Costa, pela boa exibição protagonizada no segundo jogo,
e para Pedro Correia, autor de um exibição segura e prometedora no jogo
frente à Lazio.
Pela positiva, destaque, ainda, para a confirmação da profundidade do
plantel do Benfica, só assim se explicando o êxito alcançado, pese embora a
rotatividade imposta por Fernando Santos.
Mais se realce que Manú foi distinguido como o melhor jogador do Torneio do
Dubai.
Pela negativa, a confirmação, como se necessário fosse, da falta de
qualidade de Kikin, Beto e Marco Ferreira.
Financeiramente, a vitória do Benfica no torneio do Dubai garantiu uma verba
ligeiramente inferior a 1,2 milhões de euros, ou seja, um valor semelhante
àquele que o Benfica poderia ter auferido caso se houvesse qualificado para
os oitavos de final da Champions.
Quanto mais não fosse, só por este aspecto, a ida ao Dubai justificar-se-ia
plenamente.
Por fim, esta vitória averbada frente a equipas de nomeada permitiu ao
Benfica consolidar o seu prestígio internacional, tanto mais que os jogos
desta competição foram transmitidos para mais de 60 países.

quarta-feira, janeiro 10, 2007

Espaço Prof. Karamba

Os jogos sujeitos a aposta, esta semana, são os seguintes:

Boavista - Marítimo;

Nacional - Sp. Braga;

Belenenses - Sporting;

Desp. Aves - F.C. Porto;

Académica - Benfica;

Como tradicionalmente, aqui deixo o meu palpite:

Boavista - Marítimo: 2-1;

Nacional - Sp. Braga: 2-1;

Belenenses - Sporting: 2-1;

Desp. Aves - F.C. Porto: 0-1;

Académica - Benfica: 0-2

Revista da Imprensa Desportiva


A contratação de Roca será uma mais valia para o Sporting?
Sem Dúvida
Apenas, caso reduza substancialmente o seu salário
Apenas, se outras posições forem igualmente preenchidas
Não
Não, por haver outras posições a preencher
Não, por desestabilizar o plantel
Não, por ser demasiado onerosa
Talvez
  
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