domingo, novembro 29, 2009
Mais um Rombo na Credibilidade dos Agentes Desportivos em Portugal - As Imagens que Evidenciam a Mentira de Jorge Sousa!
Depois disto, apenas resta à CD da Liga punir severamente Jorge Sousa!
Bem sei que a irradiação não consta mais no elenco punitivo, mas exige-se qualquer coisa entre a despromoção de categoria e a perda da condição de internacional!
Espero para ver a reacção daqueles que imolaram e imolam Calabote!
Sporting-SLBenfica 0-0 Faltou o último passe...
Fomos melhores!
Fomos mais equipa!
Mas, falhámos quase sempre no último e decisivo passe.
Fomos mais equipa!
Mas, falhámos quase sempre no último e decisivo passe.
sexta-feira, novembro 27, 2009
Conferências de Imprensa de Antevisão
Jorge Jesus
"Para o Sporting é um jogo decisivo, para o Benfica não. O Sporting está a 11 pontos e caso não ganhe fica completamente arredado do título. Estamos à frente do campeonato. No 1.º terço da prova ganhámos 11 ao Sporting e cinco ao FC Porto. Isso dá-nos cada vez mais confiança e deixa-nos mais convictos das nossas possibilidades. A equipa está muito bem."
Carvalhal
"Queremos a nossa equipa focalizada não na classificação, mas fundamentalmente naquilo que nos pode fazer reduzir o atraso que são as vitórias. Estamos muito focalizados nos jogos, principalmente no próximo. O Benfica é uma equipa difícil de contrariar, mas contamos com o apoio dos adeptos e esperamos fazer uma noite boa, uma noite à Sporting."
"Para o Sporting é um jogo decisivo, para o Benfica não. O Sporting está a 11 pontos e caso não ganhe fica completamente arredado do título. Estamos à frente do campeonato. No 1.º terço da prova ganhámos 11 ao Sporting e cinco ao FC Porto. Isso dá-nos cada vez mais confiança e deixa-nos mais convictos das nossas possibilidades. A equipa está muito bem."
Carvalhal
"Queremos a nossa equipa focalizada não na classificação, mas fundamentalmente naquilo que nos pode fazer reduzir o atraso que são as vitórias. Estamos muito focalizados nos jogos, principalmente no próximo. O Benfica é uma equipa difícil de contrariar, mas contamos com o apoio dos adeptos e esperamos fazer uma noite boa, uma noite à Sporting."
Convocados
Guarda-redes: Quim e Júlio César;
Defesas: Maxi Pereira, Sidnei, David Luiz, Miguel Vítor e César Peixoto;
Médios: Javi Garcia, Ramires, Ruben Amorim, Pablo Aimar, Fábio Coentrão, Di María e Felipe Menezes;
Avançados: Saviola, Cardozo, Nuno Gomes, Weldon e Keirrison.
Defesas: Maxi Pereira, Sidnei, David Luiz, Miguel Vítor e César Peixoto;
Médios: Javi Garcia, Ramires, Ruben Amorim, Pablo Aimar, Fábio Coentrão, Di María e Felipe Menezes;
Avançados: Saviola, Cardozo, Nuno Gomes, Weldon e Keirrison.
quinta-feira, novembro 26, 2009
quarta-feira, novembro 25, 2009
Artigo de Opinião de Fernando Guerra
Aviso à navegação
Escreveu ontem Santos Neves, no seu Editorial, que há já quem tenha percebido como se trava a avalancha ofensiva do Benfica.
Afinal, o Vitória de Guimarães apenas confirmou o que ficara em suspenso há uma semana, no jogo com a Naval.
Para mim, a verdade é incontornável: os adversários, com treinadores minimamente hábeis para o desempenho da função e com dose suficiente de argúcia, tiveram tempo de sobra para esmiuçar, como é moda dizer-se, as concepções tácticas de Jesus na primeira dezena de jornadas, o que significa um acréscimo de dificuldades para quem se sente obrigado a ganhar e, ao invés, um maior conforto para quem, sem essa exigência a pesar-lhe, se limita a investir no desgaste do opositor e... sonhar com um golpe de sorte.
Foi isso o que Paulo Sérgio fez.
Estudou as movimentações das peças mais influentes da estrutura benfiquista e, aproveitando com subtileza a qualidade humana disponível, tratou de colocar os jogadores certos nos lugares devidos, todos com a lição estudada.
Revelou perspicácia ao curto-circuitar as principais linhas de comunicação adversária e firmeza, embora com elevada dose de felicidade à mistura, no esquema como conseguiu sobreviver ao massacre vermelho.
HÁ um ano, mais ou menos por esta altura, o Benfica sofreu humilhante derrota na Grécia, com Olympiakos (1-5), e em vez de se promover reflexão ampla e despretensiosa para descortinar as causas de inqualificável desempenho e medir as suas consequências no futuro imediato, optou-se pela decisão mais cómoda, que foi a de passar uma esponja sobre o assunto, colando-lhe imprudentemente, como a realidade veio a demonstrar, o rótulo de ocasional.
Então, a 27 de Novembro de 2008, com nove jornadas cumpridas, o Benfica estava no segundo lugar, com 21 pontos, menos um que o líder, Leixões, e mais quatro que o FC Porto. Repare o leitor nas semelhanças...
Perder com o V. Guimarães correspondeu ao afastamento da Taça de Portugal, troféu que o Benfica não ergue desde 2004.
Vai ter de esperar, portanto, mas por aquilo que foi sendo dito, antes e depois, não me parece que se tratasse de uma prioridade.
Senão ter-se-ia assumido claramente a candidatura, sem meias palavras, e evitava-se aquele discurso envergonhado, de concorrente do meio da tabela, em que o objectivo supremo se esgota na aquisição do bilhete para a festa no mítico palco do Jamor. O Benfica, pela sua grandeza, pelo seu prestígio internacional, pela sua história, não pode ficar contente por desembarcar no apeadeiro. Deve ir até ao fim da linha. Ao título!
Foi no jogo de Braga que tudo começou.
A primeira derrota na Liga e a prova do que seria possível, nas circunstâncias actuais, interferir no sistema de jogo normalmente utilizado por Jorge Jesus, um treinador merecedor da confiança da nação benfiquista mas, como todos os treinadores que se prezam, prisioneiro dos seus caprichos, ideia de que gosto e que roubei a Medeiros Ferreira, quando ele se esforçava por descodificar as invenções de Quique Flores. Caprichos esses que nem sempre resultam e costumam sair caro aos clubes, nos percursos desportivos ou nos investimentos financeiros.
Foi Domingos Paciência o primeiro a fazer riscos nos desenhos tácticos de Jorge Jesus. Augusto Inácio imitou-o. Paulo Sérgio fez o mesmo e voltou a experimentar a eficácia da medida. Resultado? Duas derrotas e uma eliminação no espaço de três semanas. Acontece, mas a prudência reclama muita humildade na descoberta do que não está bem e igual disponibilidade na invenção de outras soluções. E de outras mais se necessário for. É este o fascínio do diálogo competitivo entre dois treinadores: um quer vencer, o outro não quer perder.
Aqui fica, pois, este singelo aviso à navegação, apenas isso: que não se repita o erro de há um ano e que de cada tropeção saiba Jesus extrair ensinamentos que permitam à equipa erguer-se e prosseguir na sua caminhada, mais forte e mais determinada.
Escreveu ontem Santos Neves, no seu Editorial, que há já quem tenha percebido como se trava a avalancha ofensiva do Benfica.
Afinal, o Vitória de Guimarães apenas confirmou o que ficara em suspenso há uma semana, no jogo com a Naval.
Para mim, a verdade é incontornável: os adversários, com treinadores minimamente hábeis para o desempenho da função e com dose suficiente de argúcia, tiveram tempo de sobra para esmiuçar, como é moda dizer-se, as concepções tácticas de Jesus na primeira dezena de jornadas, o que significa um acréscimo de dificuldades para quem se sente obrigado a ganhar e, ao invés, um maior conforto para quem, sem essa exigência a pesar-lhe, se limita a investir no desgaste do opositor e... sonhar com um golpe de sorte.
Foi isso o que Paulo Sérgio fez.
Estudou as movimentações das peças mais influentes da estrutura benfiquista e, aproveitando com subtileza a qualidade humana disponível, tratou de colocar os jogadores certos nos lugares devidos, todos com a lição estudada.
Revelou perspicácia ao curto-circuitar as principais linhas de comunicação adversária e firmeza, embora com elevada dose de felicidade à mistura, no esquema como conseguiu sobreviver ao massacre vermelho.
HÁ um ano, mais ou menos por esta altura, o Benfica sofreu humilhante derrota na Grécia, com Olympiakos (1-5), e em vez de se promover reflexão ampla e despretensiosa para descortinar as causas de inqualificável desempenho e medir as suas consequências no futuro imediato, optou-se pela decisão mais cómoda, que foi a de passar uma esponja sobre o assunto, colando-lhe imprudentemente, como a realidade veio a demonstrar, o rótulo de ocasional.
Então, a 27 de Novembro de 2008, com nove jornadas cumpridas, o Benfica estava no segundo lugar, com 21 pontos, menos um que o líder, Leixões, e mais quatro que o FC Porto. Repare o leitor nas semelhanças...
Perder com o V. Guimarães correspondeu ao afastamento da Taça de Portugal, troféu que o Benfica não ergue desde 2004.
Vai ter de esperar, portanto, mas por aquilo que foi sendo dito, antes e depois, não me parece que se tratasse de uma prioridade.
Senão ter-se-ia assumido claramente a candidatura, sem meias palavras, e evitava-se aquele discurso envergonhado, de concorrente do meio da tabela, em que o objectivo supremo se esgota na aquisição do bilhete para a festa no mítico palco do Jamor. O Benfica, pela sua grandeza, pelo seu prestígio internacional, pela sua história, não pode ficar contente por desembarcar no apeadeiro. Deve ir até ao fim da linha. Ao título!
Foi no jogo de Braga que tudo começou.
A primeira derrota na Liga e a prova do que seria possível, nas circunstâncias actuais, interferir no sistema de jogo normalmente utilizado por Jorge Jesus, um treinador merecedor da confiança da nação benfiquista mas, como todos os treinadores que se prezam, prisioneiro dos seus caprichos, ideia de que gosto e que roubei a Medeiros Ferreira, quando ele se esforçava por descodificar as invenções de Quique Flores. Caprichos esses que nem sempre resultam e costumam sair caro aos clubes, nos percursos desportivos ou nos investimentos financeiros.
Foi Domingos Paciência o primeiro a fazer riscos nos desenhos tácticos de Jorge Jesus. Augusto Inácio imitou-o. Paulo Sérgio fez o mesmo e voltou a experimentar a eficácia da medida. Resultado? Duas derrotas e uma eliminação no espaço de três semanas. Acontece, mas a prudência reclama muita humildade na descoberta do que não está bem e igual disponibilidade na invenção de outras soluções. E de outras mais se necessário for. É este o fascínio do diálogo competitivo entre dois treinadores: um quer vencer, o outro não quer perder.
Aqui fica, pois, este singelo aviso à navegação, apenas isso: que não se repita o erro de há um ano e que de cada tropeção saiba Jesus extrair ensinamentos que permitam à equipa erguer-se e prosseguir na sua caminhada, mais forte e mais determinada.
Espaço Prof. Karamba
FC Porto - Rio Ave
Sporting - Benfica
Nacional - Naval
Sp. Braga - U. Leiria
Académica - V. Setúbal
P. Ferreira - Leixões
Belenenses - Marítimo
Olhanense - V. Guimarães
Sporting - Benfica
Nacional - Naval
Sp. Braga - U. Leiria
Académica - V. Setúbal
P. Ferreira - Leixões
Belenenses - Marítimo
Olhanense - V. Guimarães
Memorial Zandinga - Classificação Geral
1º Lugar: JC e Sócio - 325 pontos
2º Lugar: Vermelho e Samsalameh - 320 pontos
3º Lugar: Fura-Redes - 315 pontos
4º Lugar: Vermelho Sempre - 300 pontos
5º Lugar: Jimmy Jump - 295 pontos
6º Lugar: J. Lobo - 280 pontos
7º Lugar: Gui e Kaiserlicheagle - 275 pontos
8º Lugar: Vermelho Nunca - 255 pontos
9º Lugar: Chico - 190 pontos
10º Lugar: Lion Heart - 145 pontos
11º Lugar: Cuto - 135 pontos
12º Lugar: Pachulico - 70 pontos
2º Lugar: Vermelho e Samsalameh - 320 pontos
3º Lugar: Fura-Redes - 315 pontos
4º Lugar: Vermelho Sempre - 300 pontos
5º Lugar: Jimmy Jump - 295 pontos
6º Lugar: J. Lobo - 280 pontos
7º Lugar: Gui e Kaiserlicheagle - 275 pontos
8º Lugar: Vermelho Nunca - 255 pontos
9º Lugar: Chico - 190 pontos
10º Lugar: Lion Heart - 145 pontos
11º Lugar: Cuto - 135 pontos
12º Lugar: Pachulico - 70 pontos
terça-feira, novembro 24, 2009
Não podia estar mais de acordo
"Há jogadores com capacidade para fazer parte do plantel principal", afirma Diamantino Miranda.
Nelson Oliveira, Roderick Miranda, Ruben Pinto e Lassana Camará são os juniores que, neste momento, mais perto estão de integrar num futuro próximo o plantel principal do SLBenfica.
Ruben Lima, Miguel Rosa, Yartey e David Simão são os ex-juniores que já na próxima temporada poderão integrar o plantel principal do SLBenfica.
Nelson Oliveira, Roderick Miranda, Ruben Pinto e Lassana Camará são os juniores que, neste momento, mais perto estão de integrar num futuro próximo o plantel principal do SLBenfica.
Ruben Lima, Miguel Rosa, Yartey e David Simão são os ex-juniores que já na próxima temporada poderão integrar o plantel principal do SLBenfica.
segunda-feira, novembro 23, 2009
Janeiro - É Urgente, É Necessário!
Do jogo de ontem uma realidade emergiu incontornável:
Hoje por hoje, Cardozo não tem substituto!
É urgente, é necessário colmatar esta lacuna.
Mais do que adquirir parece-me ser de equacionar o aproveitamento dos recursos existentes - Makukula, seria a minha solução!
Hoje por hoje, Cardozo não tem substituto!
É urgente, é necessário colmatar esta lacuna.
Mais do que adquirir parece-me ser de equacionar o aproveitamento dos recursos existentes - Makukula, seria a minha solução!
Memorial Zandinga
Rubin - Dynamo
Arsenal - Standard
AZ - Olympiacos
Barcelona - Internazionale
Debrecen - Liverpool
Fiorentina - Lyon
Rangers - Stuttgart
Unirea Urziceni - Sevilla
CSKA Moskva - Wolfsburg
APOEL - Atlético
Bayern - Maccabi Haifa
Bordeaux - Juventus
Man. United - Beşiktaş
Milan - Marseille
Porto - Chelsea
Real Madrid - Zürich
Arsenal - Standard
AZ - Olympiacos
Barcelona - Internazionale
Debrecen - Liverpool
Fiorentina - Lyon
Rangers - Stuttgart
Unirea Urziceni - Sevilla
CSKA Moskva - Wolfsburg
APOEL - Atlético
Bayern - Maccabi Haifa
Bordeaux - Juventus
Man. United - Beşiktaş
Milan - Marseille
Porto - Chelsea
Real Madrid - Zürich
Mais Dois...
E são já 10!
Makulula é o melhor marcador da competição (10 golos em 11 jogos com 949 minutos jogados) e bisou nas duas últimas jornadas.
Neste domingo marcou os dois únicos golos do encontro frente ao Diyarbakirspor, aos minutos 48 e 73.
domingo, novembro 22, 2009
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