terça-feira, dezembro 08, 2009

Ao que dizem será jogador do SLBenfica na reabertura do mercado - Airton



Nome Airton Ribeiro Santos
Nacionalidade Brasil
Nascimento 1990-02-21 (19 anos)
Naturalidade Rio De Janeiro (RJ) - Brasil
Posição Médio
Altura 180 cm
Peso 77 kg

Artigo de Opinião de Fernando Guerra

VILLAS BOAS, que insondáveis propósitos transformaram em treinador maravilhoso, procura imitar o antigo chefe.
Se não na riqueza do trabalho, por total impossibilidade de avaliação em três-quatro jogos, único registo conhecido no seu currículo, pelo menos no folclore do discurso. Diz ele, sem ponta de despudor, que sofrer quatro golos à chuva, diante de um adversário em gestão de energias, que ora enfrentava a molha para mais um golito, ora se recolhia e arranjava coragem para outro, em consequência de tão desagradável noite, diz, recordo, que já viu equipas serem goleadas na Luz, mas a Académica, não. Pelo contrário, tratou-se, em seu entender, de uma derrota pedagógica, para através dela medir a qualidade da sua equipa.
Enfim, divagações de circunstância, não mais do que isso, de quem, sem nada ter provado ainda em matéria de treino e de resultados, um dia destes deparou-se-nos vestido de fada, com uma varinha mágica para acorrer a problemas ao domicílio. Sofrer quatro golos, ou perder por quatro, é vulgar num jogo de futebol? Pois é, basta olhar para os principais campeonatos europeus... Quatro golos marcaram o Dortmund, na Alemanha, o Santander, o Maiorca e o Real Madrid, em Espanha, e o Manchester United, em Inglaterra, e destes nem todos podem gabar-se de nenhum ter sofrido.
Mas Villas Boas é capaz de estar correcto, estivesse o piso em melhores condições e outro galo cantaria.
Foi ousado ao atacar o facto: não é só o relvado de Alvalade que está mau, o do Benfica, também. Presumo, por raciocínio primário, que bom esteja apenas o do FC Porto, onde conseguiu marcar por duas vezes...
A propósito, jura quem sabe, ou julga saber, que Villas Boas recusou o convite do Sporting por estar na lista do dragão, e em posição privilegiada para suceder a Jesualdo Ferreira, o treinador no mundo com mais pseudo-convencidos candidatos a ocuparem-lhe o lugar.
Tenho dúvidas acerca deste cenário, talvez até mais do que o próprio treinador maravilhoso da Académica, o qual, como medida cautelar, já começou a agradar ao eventual futuro patrão, criticando o mauzão do árbitro por ter beneficiado o Benfica ao não assinalar uma grande penalidade provocada por David Luiz. «Podia ser o 3-1», recorda. Pois podia, e depois?... As faltas são para ser marcadas, como é óbvio, mas será que admitiu a hipótese de virar o resultado? Claro que não, foi só para ter graça...
Deste Benfica-Académica extrai-se, no entanto, conclusão a suscitar inquietação e reflexão.
Tem a ver com a tendência cada vez mais forte de atribuir a David Luiz o papel de mau da fita na Liga. O brasileiro joga sempre nos limites, seja qual for o opositor, fruto da sua irreverência e da sua inexcedível vontade de ganhar. É um campeão que transborda talento.
Para ele, o máximo é o ponto de partida, não de chegada. Carrega os defeitos e os excessos de um jovem de 22 anos que trata o sucesso por tu. Precisa de ser aperfeiçoado, somente isso.
Vai no quarto cartão amarelo, e merecidos, por certo. O que se questiona são os critérios.
No ano passado, por exemplo, o central benfiquista, depois de prolongada ausência, em 19 jogos da Liga, viu os mesmos quatro amarelos, mas, comparativamente, Bruno Alves, em 30 jogos, com as características que se lhe conhecem, só por três vezes foi admoestado.
Coisas práticas, a quinze dias do Benfica-FC Porto sabe-se que David Luiz está em risco e Bruno Alves não.
O que significa que, na próxima jornada, em Olhão, aquele grupo que Jorge Costa acusou de alguma falta de qualidade, por acaso numa altura em que a maioria dos jogadores emprestados pelo dragão estava na Selecção, e que depois de ter feito a vida negra ao Sporting em Alvalade recebeu o FC Porto e... foi o que se viu, no campo e fora dele, com Pinto da Costa a falar do orgulho em estar «intrinsecamente ligado aos últimos êxitos do Olhanense», nada de bom se augura aos benfiquistas.
Aposto que tudo vai melhorar entre os algarvios, até a gripe.
Jesus que se acautele; a percentagem de David Luiz ver o quinto amarelo e ser excluído do jogo com o FC Porto é elevada.
Mesmo que sejam mil os avisos, do outro lado há sempre alguém com jeito em provocar... até à reacção fatal...

Os 10 melhores golos do ano, segundo a Fifa

Mais Uma...

O Benfica conquistou esta tarde, a Supertaça masculina, ao vencer a Ovarense, por 69-61, em jogo disputado no novo pavilhão de Olhos d'Água, em Albufeira.
Os encarnados, que ao intervalo já ganhavam por 46-38, voltam a ganhar um troféu que já não erguiam desde 1998/99.
O Benfica iguala também o adversário de hoje como clube com maior número de triunfos na competição: 8.
O norte-americano Will Frisby, com 21 pontos e 4 ressaltos e 8 em 9 em lançamentos de 2 pontos, foi o MVP da partida.

Mais Uma Anormalidade de Elmano Santos


Das duas uma:
Ou assinalava fora de jogo ou pontapé de baliza!

Espaço Prof. Karamba - Classificação Geral

1º Lugar: Vermelho Sempre e Jimmy Jump - 270 pontos

2º Lugar: J. Lobo - 240 pontos

3º Lugar: Kaiserlicheagle - 235 pontos

4º Lugar: Vermelho e JC - 225 pontos

5º Lugar: Chico - 220 pontos

6º Lugar: Gui - 215 ponts

7º Lugar: Samsalameh - 205 pontos

8º Lugar: Fura-Redes - 190 pontos

9º Lugar: Sócio - 175 pontos

10º Lugar: Vermelho Nunca - 155 pontos

11º Lugar: Cuto - 135 pontos

12º Lugar: Agarredinhos e Filipe - 70 pontos

13º Lugar: Lion Heart - 50 pontos

14º Lugar: Pachulico - 35 pontos

domingo, dezembro 06, 2009

Mais dois... São já 12!

Makukula voltou a bisar na vitória do Kayserispor por 3-0 frente ao Bursaspor.
São já 12 os golos por si apontados nos 12 jogos em que participou esta temporada.

SLBenfica - AAC 4-0

Podia falar do regresso do SLBenfica às goleadas e ao bom futebol, podia enfatizar o "hat-trick" de Cardozo, o enorme equívoco táctico de Villas Boas, que estruturou a sua equipa sob um bloco subido que ou foi fruto de uma qualquer incapacidade acidental ou diz da sua impreparação para assumir o comando técnico de uma equipa da primeira liga, mas não!
Só me apetece repetir ad nauseaum - Magistral!
Saviola assinou uma exibição, simplesmente, assombrosa!
A execução técnica no golo que apontou apenas está ao alcance dos predestinados!
Obrigado, Javier Pedro!




Memorial Zandinga

Juventus - FC Bayern München
Maccabi Haifa - FC Girondins de Bordeaux
Beşiktaş JK - PFC CSKA Moskva
VfL Wolfsburg - Manchester United FC
FC Zürich - AC Milan
Olympique de Marseille - Real Madrid CF
Chelsea FC - APOEL FC
Club Atlético de Madrid - FC Porto
Liverpool FC - ACF Fiorentina
Olympique Lyonnais - Debreceni VSC
FC Internazionale Milano - FC Rubin Kazan
FC Dynamo Kyiv - FC Barcelona
VfB Stuttgart - FC Unirea Urziceni
Sevilla FC - Rangers FC
Olympiacos FC - Arsenal FC
Standard de Liège - AZ Alkmaar

sábado, dezembro 05, 2009

Artigo de Opinião de Ricardo Araújo Pereira

NO sábado passado, o Sporting fez o sexto jogo consecutivo sem ganhar para o campeonato, empatou em casa com um concorrente directo, manteve os 13 pontos de desvantagem para o primeiro dos candidatos ao título e acabou a jornada em sexto, ex aequo com o sétimo, o Rio Ave.
Sob que ponto de vista é que o empate com o Benfica pode ser considerado um bom resultado? Só um: se a equipa da casa não for candidata ao título.
Para quem luta pela manutenção ou pela Europa, um pontinho em casa contra o Benfica é excelente.
O leitor, sempre maldoso, poderá observar: como podem os adeptos do Sporting, que ainda há pouco assinalavam, com superioridade gozona, que os benfiquistas andavam eufóricos por causa de meia dúzia de goleadas, ficar agora ainda mais eufóricos com um empate? Bom, cada um esbanja euforia no que pode.
E gostos não se discutem: quem gosta de goleadas, vibra com goleadas; quem gosta de empates, deleita-se com empates. Como sabemos todos, desde os encontros do ano passado com Barcelona e Bayern de Munique os sportinguistas ficaram com a capacidade de apreciar goleadas ligeiramente abalada.
Mas os empates mantiveram, para eles, o encanto que indiscutivelmente têm.
Ainda no início desta época os vimos celebrar um empate contra o Twente.
É importante não esquecer que a última grande vitória histórica do Sporting foi uma derrota em casa do AZ Alkmaar.
Recordemos, por fim, que estamos a falar de um clube que chama herói ao lateral direito do Olhanense.
À luz destes factos, creio que a alegria sportinguista é mais fácil de compreender.
Trata-se de uma alegria que é, aliás, tocante. Quem dera ao resto dos portugueses a inclinação que os sportinguistas têm para a felicidade.
Eles, tal como o país, também estão em crise.
Também não têm dinheiro. Têm um treinador que é mais um dos milhares de portugueses que enfrentam o flagelo do trabalho precário e dos contratos a termo certo, e sabe que, dentro de seis meses, estará no desemprego.
No meio de tudo isto, no entanto, riem-se. Só eles sabem de quê.
Estou, claro, a exagerar.
Há motivos de esperança.
Desde o dia 21 de Setembro que o Sporting evidencia dificuldades para ganhar a equipas compostas por futebolistas.
Mas, contra pescadores, normalmente não dão hipóteses.
No campeonato da Docapesca, o Sporting seria um dos mais sérios candidatos ao título.
E, no meio da tormenta, os jogadores mantêm o espírito de equipa: ainda esta semana Liedson disse que tinha dificuldades em jogar neste modelo e estava disposto a sair do onze para dar lugar a colegas que façam melhor do que ele.
Estava a referir-se a Saleiro, Caicedo e Postiga.
Além de ser uma magnífica piada, é dos mais belos actos de companheirismo que já vi. Mostra aos outros avançados que confia neles, e revela a todos os cépticos que Carvalhal é um treinador que consegue, num mês, o que Paulo Bento levou anos a fazer: incompatibilizar os jogadores com a sua táctica.

quinta-feira, dezembro 03, 2009

Artigo de Opinião de Leonor Pinhão

Sporting, 11 pontos
Javi García, 12 pontos


O empate cedido pelo Benfica em Alvalade atenuou a onda depressiva do Sporting mas incendiou Braga de optimismo e de espírito guerreiro.
O Sporting de Braga, líder isolado, fugiu do Benfica depois de ganhar à União de Leiria e, trabalhando para si e para terceiros, declarou uma vez mais guerra aos da Luz exigindo agora que o Conselho de Justiça da FPF faça aquilo que a Comissão de Disciplina da Liga não fez.
Ou seja: «sumaríssimos» a Saviola e a Javi García que punam exemplarmente o argentino e o espanhol do Benfica, de preferência com a irradiação, por terem praticado jogo violento, respectivamente, sobre Meyong e Paulo César no encontro em que os dois emblemas se encontraram e se desencontraram, ao intervalo, com tanto aparato.
Curiosamente, Saviola e Javi García foram as duas maiores vítimas benfiquistas no jogo de sábado passado, em Alvalade.
Saviola sofre, por trás, uma carga de Adrien capaz de cortar uma árvore pela raiz. E Javi García levou uma cabeçada do chileno Matías que o fez jogar de cabeça ligada e, mesmo assim, sangrar o jogo todo, o que nunca o impediu de disputar cada lance como se estivesse com a cabeça novinha em folha.
Num dos últimos lances da partida, havendo lugar à marcação de um pontapé de canto contra o Sporting, lá avançou Javi García todo entrapado até à área adversária e entre a afición benfiquista não houve quem não se lembrasse do golo do espanhol contra a Naval 1.º de Maio, já em tempo de descontos.
Do mesmo se deve ter lembrado Pedro Proença.
Mas um árbitro é, em primeiro lugar, um ser humano e em segundo lugar deve ser um humanista.
Por isso mesmo, Proença não deixou que Javi Garcia se fizesse ao cabeceamento que, por certo seria vitorioso, e mandou-o para a linha lateral receber assistência. E foi assim que o jogo acabou empatada, pudera.
O Benfica saiu de Alvalade como entrou, com mais 11 pontos do que o seu velho rival. Javi García foi o grande vencedor da noite. Saiu com mais 12 pontos do que como entrou.
Assim, não vale. Percebe-se que o Sporting de Braga o queira suspender imediatamente.
A troca de insultos pode ser uma arte.
O que é preciso é haver artistas. No futebol português não há artistas, lamentavelmente.
Um insulto é um insulto, banal, directo, sempre vulgar e sempre sem graça nenhuma.
Este ano, Manuel Machado, treinador do Nacional da Madeira, já chamou «cretino» a Jorge Jesus, treinador do Benfica, José Eduardo Bettencourt, presidente do Sporting, já chamou «anormais», «energúmenos» e outras coisas menos publicáveis, aos adeptos do Sporting com quem se incompatibilizou no pico da crise Paulo Bento, Pinto da Costa, presidente do FC Porto, chamou «paranóicos» aos jornalistas que noticiaram a sua intervenção no caso Villas Boas e Eduardo, guarda-redes do Sporting de Braga e da Selecção Nacional, chamou «abutres» aos seus críticos no momento de festa em que a Selecção Nacional se qualificou para o Mundial da África do Sul.
Convenhamos que são insultos básicos, pouco artísticos por falta de artistas, naturalmente. E o futebol também tem o seus artistas.
Eric Daniel Pierre Cantona, por exemplo, foi e é um deles.
Não que tivesse alguma coisa de artístico aquele voo de pé em riste para a bancada na já distante tarde inglesa em que, ouvindo um insulto de um espectador, se resolveu a, ali mesmo, por fim à questão.
Sem procurar atenuantes para o momento de kung-fu que o tornou tristemente célebre, é de crer que foi a baixa qualidade do insulto que fez Cantona comportar-se à altura da vulgaridade do que ouviu. E por isso até voou.
Sim, porque Cantona, o futebolista do século para os adeptos do Manchester United, foi um artista a jogar à bola e é um artista do insulto que desdenha banalidades primárias quando se trata de destratar alguém.
E, neste campo, continua em forma.
Cantona, que actualmente desempenha o cargo de seleccionador francês de futebol de praia, é um dos milhões de franceses que embirram profundamente com Raymond Domenech, o seleccionador francês de futebol a sério.
Mas enquanto uns chamam nomes feios a Domenech e outros duvidam em público da sua competência em termos corriqueiros — «É inexistente e nunca ganhou nada», disse recentemente o ex-internacional Bixente Lizarazu —, Eric Cantona escolheu um arremedo histórico e humorístico para expressar a falta de consideração pelo seleccionador seu compatriota que, muito a custo, lá conseguiu levar a França à África do Sul:
— Raymond Domenech é a maior nulidade do futebol francês desde Luís XVI! — proferiu King Eric, como ainda hoje é chamado em Manchester.
É que, não duvidem, de futebol e de reis percebe ele.
Hermínio Loureiro sucedeu a Valentim Loureiro na presidência da Liga de Clubes, o que não deve ter sido fácil.
Anunciou recentemente que abandonará a Liga de Clubes no final do seu mandato. Não tenciona recandidatar-se e tornou-o público.
Hermínio Loureiro foi um presidente bem menos presente e exuberante do que o seu antecessor, o que deve ter sido fácil.
E, tal como o seu antecessor, em tempo de mandato, deixou-se seduzir pelo poder autárquico, candidatou-se a uma câmara, venceu as eleições e desde Outubro que acumula a função de presidente da Liga com a função de presidente da câmara de Oliveira de Azeméis.
O mandato de Hermínio Loureiro a frente da Liga será julgado pelas pessoas do futebol e o seu mandato como presidente da câmara será julgado pelos cidadãos de Oliveira de Azeméis. Até aqui nada de novo.
A novidade — e boa — é a de vermos um autarca que se desliga das futebolices quando chega ao poder. Não só é boa a novidade como é uma raridade que tem mérito.
Em Olhão, o Vitória de Guimarães ganhou à equipa de Jorge Costa e provou que, enfim, não é nenhum Alcorcón.
Ainda dói um bocadinho aos benfiquistas a eliminação da Taça de Portugal mas o nosso rasteiro consolo é saber que o pessoal do Real Madrid também foi chutado fora da Copa e por um adversário sem nome nem pergaminhos.
Por isso mesmo gostámos tanto de ver o Vitória de Guimarães a impor-se no Algarve contra as nossas simpatias regionalistas e respectivas teses sobre a importância de haver mais clubes do Sul a disputar a primeira Liga.
O próximo adversário do Vitória de Guimarães é o FC Porto, uma equipa mais a Sul do que o Guimarães, o que nesta altura do campeonato não interessa nada.

Artigo de Opinião de Luís Avelãs

Com uma vitória na longínqua e gélida Bielorrússia, o Benfica assegurou, a tempo e horas, a qualificação para os 16 avos-de-final da Liga Europa. Tão ou mais importante, as águias aproveitaram o duelo europeu para recuperar o ânimo que, nos últimos tempos, tinha diminuído com o súbito aparecimento de uma até então improvável - face às goleadas no arranque da época - sequência de resultados (e prestações) menos felizes.

Depois de uma primeira parte que pouco ou nada diferiu das exibições anteriores, os pupilos de Jorge Jesus lá resolveram jogar mais a sério e mesmo sem o brilhantismo de outras jornadas fizeram o suficiente para merecer o triunfo. Dessa forma, e mesmo antes da recepção final ao AEK, a qualificação (e o primeiro lugar da série) está confirmada. E sendo cabeça-de-série no próximo sorteio, o Benfica pode, pelo menos teoricamente, emparelhar com um opositor mais acessível.

Mas, enquanto não sabem com quem discutirão a passagem aos "oitavos", os encarnados vão ter um "jogo-treino" a fechar as contas do Grupo I. A escassos dias do duro embate com o FC Porto, Jesus pode (e vai) aproveitar a partida com os gregos para "rodar" os habituais suplentes, deixando a descansar as pedras essenciais. Uma oportunidade soberana, talvez, para Shaffer (misteriosamente "desaparecido" quando a equipa vai inventando soluções para o posto de lateral esquerdo) ou Nuno Gomes convencerem o treinador a conferir-lhes um papel mais activo no conjunto.

A vitória diante do simpático Borisov permitiu também ver a equipa encarnada voltar a festejar golos. Sim, no plural. É que a "máquina ofensiva" que encantara a Europa nas primeiras semanas da temporada parecia estar "encravada", conforme se comprova pelo facto de, até Minsk, as águias somente terem somado um tento nos três últimos compromissos. Por causa disso, a vitória com a Naval foi arrancada a ferros, a Taça de Portugal passou de objectivo a competição perdida e o dérbi com o Sporting deixou outro Sporting, o de Braga, isolado no comando da Liga.

Memorial Zandinga - Classificação Geral

1º Lugar: JC e Vermelho - 330 pontos

2º Lugar: Sócio e Fura-Redes - 325 pontos

3º Lugar: Samsalameh - 320 pontos

4º Lugar: Jimmy Jump - 305 pontos

5º Lugar: Vermelho Sempre e Kaiserlicheagle - 300 pontos

6º Lugar: J. Lobo - 285 pontos

7º Lugar: Gui - 275 pontos

8º Lugar: Vermelho Nunca - 260 pontos

9º Lugar: Chico - 200 pontos

10º Lugar: Cuto - 155 pontos

11º Lugar: Lion Heart - 145 pontos

12º Lugar: Pachulico - 70 pontos

Espaço Prof. Karamba

Benfica - Académica
Leixões - Sp. Braga
V. Guimarães - FC Porto
Marítimo - Olhanense
Rio Ave - Belenenses
Naval - P. Ferreira
V. Setúbal - Sporting
U. Leiria - Nacional

quarta-feira, dezembro 02, 2009

Bate Borisov - SLBenfica 1-2 Qualificação Assegurada!





Tal como em Liverpool, 1ª parte de controlo, 2ª de resolução.

Perfeita leitura das exigências colocadas pela partida

Coesão defensiva como base para um progressivo espraiar no terreno

Com excepção de alguns pequenos sustos resultantes da execução de bolas paradas, esterilização dos movimentos atacantes do Bate Borisov

Preenchimento dos espaços, sentido posicional e agressividade como forma de conservar perene a organização defensiva

Intensidade, velocidade, dinâmica, mobilidade, fluidez e clarividência das transições ofensivas na segunda parte

Absoluto domínio do adversário no segundo tempo

Segurança imaculada do quarteto defensivo, rigor e certeza de Javi Garcia e Ramires, inconformismo e imaginação de Felipe Menezes e Fábio Coentrão e a classe de Saviola.

terça-feira, dezembro 01, 2009

Pior é Impossível

Simplesmente, Fantástico!

Memorial Zandinga

Bate Borisov - SLBenfica
Sporting - Heerenveen
Werder Bremen - Nacional

Artigo de Opinião de Sérgio Krithinas

Jorge Jesus chegou ao Benfica com as ideias claras em relação à forma como queria que a equipa jogasse. Dois avançados, um princípio de que nunca abdicou, e Aimar a alimentá-los, apoiado por uma espécie de losango de alas bastante esticadas. O esquema tem dado frutos - e muitos -, mas tem havido um claro abrandamento nos últimos tempos. E até já houve quem o anulasse, conseguindo-o tirando oxigénio ao cérebro Aimar. Foram os casos de Guimarães, Braga e Sporting.

Estes factos deviam fazer Jorge Jesus estudar um plano B para a sua equipa. Uma alternativa que não deixe o Benfica tão dependente do que sai dos pés e cabeça de Aimar, um jogador cuja utilização tem de ser doseada com cuidado devido aos problemas físicos de um passado bem recente.

O 4x3x3, ou mesmo o 4x2x3x1, com Ramires ao lado de Javi García e Saviola encostado ao flanco direito, podia ser uma boa solução. Mas nesta fase, com tanta coisa em jogo, não há tempo para pensar em testes.

Espaço Prof. Karamba - Classificação Geral

1º Lugar: Vermelho Sempre - 240 pontos

2º Lugar: Kaiserlicheagle - 235 pontos

3º Lugar: Jimmy Jump - 225 pontos

4º Lugar: J. Lobo - 215 pontos

5º Lugar: Vermelho - 200 pontos

6º Lugar: Samsalameh - 190 pontos

7º Lugar: Chico - 195 pontos

8º Lugar: JC e Gui - 180 pontos

9º Lugar: Sócio e Fura-Redes - 175 pontos

10º Lugar: Vermelho Nunca - 130 pontos

11º Lugar: Cuto - 105 pontos

12º Lugar: Agarredinhos e Filipe - 70 pontos

13º Lugar: Lion Heart - 50 pontos

14º Lugar: Pachulico - 35 pontos