quarta-feira, janeiro 07, 2009

V.Guimarães-Benfica 0-2

Constituição das Equipas e Avaliação Quantitativa do Desempenho

Estádio D. Afonso Henriques, em Guimarães
Hora: 20:45
Árbitro: Olegário Benquerença (Leiria)

V. GUIMARÃES
Nilson (3); Andrezinho (2), Gregory (2), Moreno (2) e Luciano (2); Luís Filipe (3), Wênio (2), João Alves (2) e Fajardo (2); Desmarets (2) e Roberto (2).

Treinador: Manuel Cajuda.

Suplentes: Nuno Santos, Carlitos, Marquinho (1), Nuno Assis (1), Momha, Leonn e Jean Coral (-).

BENFICA
Moretto (3); Maxi Pereira (3), Luisão (4), Miguel Vítor (4) e David Luiz (3); Balboa (2), Katsouranis (4), Yebda (3) e Di María (2); Aimar (3) e Suazo (3).

Treinador: Quique Flores.

Suplentes: Quim; Cardozo, Ruben Amorim (4), Makukula, Carlos Martins (3), Jorge Ribeiro (3) e Sidnei.

Sistemas Tácticos

Benfica

V. Guimarães
Modelos de Jogo

Benfica

Expectativa; Bloco médio/baixo; Transições Rápidas.

V. Guimarães

Posse e Circulação de Bola; Domínio da Partida; Bloco médio/alto; Assumir Iniciativa de Jogo.

Principais Incidências da Partida (fonte: www.record.pt)

6' - Aimar e Di María desperdiçam duas soberanas ocasiões consecutivas. O lance começa com Suazo a servir Balboa e este, na direita, a cruzar para a entrada de Aimar. O argentino cabeceou para defesa de Nilson e, na recarga, o brasileiro volta a brilhar, então desviando, com o pé, o remate de Di María

9' - GOLO DO BENFICA... KATSOURANIS. Canto de Aimar, na direita, com o internacional grego a entrar de rompante ao primeiro poste, cabeceando para o fundo da baliza.

26' - Bom lance de Luciano, no lado esquerdo, cruzando para a grande área contrária, onde aparece David Luiz a antecipar-se a Roberto.

56' - Cabeceamento de Aimar por cima da trave, depois de iniciativa rápida começada por Ruben Amorim e onde Suazo foi á linha cruzar para a entrada do argentino.

81' - GOLO DO BENFICA... CARLOS MARTINS. Moreno perdeu a bola para Suazo nas imediações da grande área vimaranense, o hondurenho soltou para Ruben Amorim e este cruzou para o remate de primeira do internacional português.

Destaques

Melhores em Campo

Benfica

Miguel Vítor - Simplesmente irrepreensível!

Katsouranis - Coroou um desempenho de excelente qualidade com o primeiro golo do Benfica.
Promoveu o equilíbrio defensivo e emprestou fluidez e clarividência aos movimentos ofensivos.
Essencial na qualidade das transições.

Ruben Amorim - Incansável no seu labor defensivo, aportou ao flanco direito o indispensável equilíbrio.
Recuperou imensas bolas e deu profundidade ao flanco.
Revelou superior leitura e visão de jogo na assistência para o segundo golo.

V. Guimarães

Nilson - Sem hipóteses nos golos, alardeou a habitual segurança.

Luís Filipe - Confirmou o bom momento de forma, conferindo profundidade ao seu flanco.

Piores em Campo

Benfica

Balboa - Um arsenal infindável de equívocos.
Apenas por uma vez conseguiu acertar ao executar um excelente cruzamento para Aimar no lance que antecedeu o primeiro golo do Benfica.

Di Maria - Completamente inconsequente!

V. Guimarães

Gregory - Para além de ter acumulado erros, devia ter sido expulso por acumulação de amarelos antes do final da primeira parte.

Arbitragem

Paupérrima.
Acumulou um conjunto considerável de erros.
Inacreditável o fora de jogo assinalado a Di Maria quando este tinha entre si e a linha de baliza apenas e tão só quatro jogadores vitorianos (o argentino seguia isolado para a baliza).
Perdoou a expulsão a Gregory e a Roberto, o primeiro por acumulação de amarelos e o segundo por agressão a Rúben Amorim.
Não assinalou penalty num derrube de Maxi Pereira a Marquinho.
Assinalou incompreensivelmente falta num lance em que Suazo se isolou após ultrapassar Moreno.

Comentário

Não há duas sem três!

O Benfica regressou, esta noite, às vitórias após ter derrotado o Vitória de Guimarães, por 2-0, com golos de Katsouranis e Carlos Martins. O terceiro triunfo em outros tantos confrontos esta temporada.
Organização e qualidade da transição defensiva.
Segurança e velocidade da transição ofensiva.
Espírito de conquista, brio e agressividade.
Foram estes os predicados que conduziram o Benfica ao êxito.
O triunfo encarnado demonstrou à saciedade que o melhor ataque começa numa boa defesa.
As equipas apresentavam-se imbuídas de estados de alma completamente distintos.
O Guimarães em crescendo e o Benfica em desespero emocional.
Assim não estranhou que Cajuda tenha repetido a receita utilizada frente ao Rio Ave e que Quique Flores tenha operado uma mini-revolução no onze inicial.
A conjuntura impunha cautelas, mas, desta vez, o Benfica não vergou perante as adversidades. Antes, pelo contrário!
Revelou determinação, ambição e desejo de vencer, ou seja, satisfez o código postal das vitórias.
Mudou a atitude da equipa face ao jogo e o conformismo, a falta de iniciativa e as tibiezas deram lugar à confiança, ao desejo veemente de fortuna e de glória, ao espírito de grupo e de conquista.
A vontade de afastar a propalada crise foi visível logo desde o minuto inicial, em evidente contraste com a nefasta apatia que marcou o paupérrimo desempenho na Trofa.
O Benfica entrou bem na partida, pressionando alto e imprimindo intensidade e dinâmica ao seu processo ofensivo.
Ancorados numa perfeita organização defensiva, os encarnados assumiram cedo o controlo da partida.
Com Yebda e Katsouranis impecáveis nas tarefas de recuperação e circulação da bola, jogando sempre a um/dois toques, a qualidade e a segurança das transições surgiu naturalmente.
Capturando a bola em zonas bem adiantadas do terreno e emprestando rapidez à transição ofensiva, o Benfica entrou no jogo praticamente a vencer com um golo de Katsouranis, na sequência de um canto.
A vantagem tranquilizou o Benfica e o seu império sobre o jogo acentuou-se.
É certo que entregou o domínio territorial ao Vitória, mas não é menos correcto que o seu domínio sobre o adversário e as incidências da partida foi, quase sempre, pleno.
Dinamismo, velocidade e repentismo no processo ofensivo e concentração, ordem, disciplina e método no momento defensivo eram as imagens de marca do Benfica.
O Guimarães queria, mas não conseguia e, deste modo, a partida chegou ao intervalo com o Benfica na frente do marcador.
Na segunda metade, houve que sofrer e a equipa fê-lo sem hesitações!
Cerrou fileiras em nome do ideal de vitória.
O Vitória aumentou o seu domínio, mas o seu processo ofensivo revelou-se sempre infecundo, incapaz de ultrapassar a competência benfiquista na defesa do seu extremo reduto.
Alardeando um perfeito controlo emocional das expectativas, o Benfica dominou o curso da partida, não mais permitindo veleidades consistentes ao Vitória, que, na segunda metade, não construiu uma única oportunidade clara de golo.
No terminus do encontro, Suazo serviu Ruben Amorim à direita e este cruzou para um pontapé vistoso de Carlos Martins. 0-2 e ponto final nas aspirações vitorianas.

Espaço Prof. Karamba

Rio Ave - Belenenses
V. Guimarães - E. Amadora
Naval - Académica
Leixões - V. Setúbal
Benfica - Sp. Braga
Sporting - Marítimo
FC Porto - Trofense
P. Ferreira - Nacional

Liga dos Astros - Classificação Geral

1º Lugar: Eagles - 1111 pontos

2º Lugar: SLB JIMMY JUMP - 1044 pontos

3º Lugar: Red Eagles - 1041 pontos

4º Lugar: CouchCoach - 1040 pontos

5º Lugar: Caça Lagartos / Suçuarana - 1001 pontos

6º Lugar: CHICOO SUPER TEAM - 865 pontos

7º Lugar: Couch dreads - 826 pontos

8º Lugar: Comando Verde - 818 pontos

9º Lugar: Kubas2 - 813 pontos

10º Lugar: Kaiserlicheagle FC - 778 pontos

11º Lugar: fura redhe - 764 pontos

12º Lugar: cla do relogio no braço direito - 752 pontos

13º Lugar: CHICOOO SUPER TEAM - 733 pontos

14ºLugar: kubas - 715 pontos

15ºLugar: Cruzados - Mestre JC - 671 pontos

16ºLugar: Barões da Pelota - 548 pontos

terça-feira, janeiro 06, 2009

Artigo de Opinião de Luís Avelãs

Um Pai Natal chamado Benfica

Depois de ter dito adeus à Taça UEFA e à Taça de Portugal, o Benfica parece, agora, empenhado em descarrilar da luta pelo título nacional. Para já, "entregou" a liderança da prova ao FC Porto e foi apanhado pelo Sporting. Tudo porque, após vários deslizes caseiros no final de 2008, as águias abriram 2009 com uma derrota na Trofa... perante o até então último classificado da Liga.

Pode mesmo afirmar-se que, ao invés do que diz a sabedoria popular, na Luz o ano novo não significa vida nova. O Benfica fechou um ano e abriu outro a distribuir prendas a quem lhe surgiu pela frente, numa postura de verdadeiro Pai Natal que, a nível de Liga, já custou a invencibilidade e a liderança.

A pobre exibição de domingo foi, apenas e só, a repetição de outras apresentações debéis do conjunto encarnado que, pela enésima vez, revelou estar órfão de um verdadeiro líder, de alguém que leve o grupo para a frente, que jogue e faça joga, que fale e se faça ouvir. Novidade... apenas a derrota.

O Benfica, é verdade, entrou bem. E podia ter marcado uma ou duas vezes nos primeiros minutos. Mas, como nos embates anteriores, as poucas ocasiões foram desperdiças. Depois dos 6-0 ao Marítimo, o Benfica nunca mais festejou um golo. E já lá vão quatro partidas ou 390 minutos, tendo em conta que disputou 120 em Matosinhos, perante o Leixões, em jogo da Taça de Portugal.

Numa equipa em que a aposta em Aimar (continua sem acertar um remate em jogos oficiais) numa posição entre avançado e "10" acaba quase sempre por resultar... em nada, merecem também destaque:

- O facto de Quique Flores continuar a acreditar que Binya pode ser uma solução efectiva. Fazer alinhar o camaronês desde o início é retirar técnica ao colectivo e ter quase a certeza que a partir dos 45-60 minutos (período em que o cartão amarelo costuma aparecer) as hipóteses de ficar em inferioridade numérica são enormes. O treinador admitiu, no "flash interview, que estava a preparar a substituição quando o africano resolveu jogar andebol. Tudo bem, leu o que se estava a passar. O problema é que foi lento...

- Di María é cada vez mais um "case study". Continuo sem perceber o que faz dele um jogador que desperta a cobiça de tantos emblemas de nomeada. Reafirmo que se fosse português, o jovem já estava emprestado a algum... Trofense.

- Carlos Martins cumpriu durante a pré-temporada, mas desde que os jogos "a sério" começaram... desapareceu. A prestação na Trofa confirmou-o.

- A dupla Suazo-Cardozo não rende. Com o paraguaio em nítida quebra de forma e confiança, tudo lhe sai ao contrário, mas é por demais evidente que dupla, no futuro, terá de ser formada por Nuno Gomes (o único dianteiro que sabe abrir espaços) e... outro.

Mas, em abono da verdade, diga-se também que o Benfica perdeu porque o Trofense jogou bem. Com uma equipa recheada de jogadores dispensados de outros emblemas, o clube que faz a estreia esta temporada na Liga... engatou uma jogatana. E Tulipa, durante a semana, explicou que sabia como atrapalhar a engrenagem encarnada. Provavelmente, poucos lhe ligaram. E se foi Quique que lançou o jogo à gargalhada, foi o técnico contrário que teve motivos para sorris após o apito final.

PS - Antes do jogo da Trofa, o FC Porto assumiu a liderança na Liga com um sucesso (4-2) na Choupana, diante do Nacional. Bom jogo de futebol, com destaque para a segunda parte. Os dragões trabalharam muito em busca do triunfo, mas os insulares nunca viraram a cara à luta. Com uma excepção... Felipe Lopes. Esse, de forma infantil, não só virou a cara como levantou o braço!

Espaço Prof. Karamba

1º Lugar: Jimmy Jump - 345 pontos

2º Lugar: Jorge Mínimo - 335 pontos

3º Lugar: Zex - 325 pontos


4º Lugar: Cavungi - 310 pontos

5º Lugar: Salvatrucha JR. - 300 pontos

6º Lugar: Vermelho e Vermelho Sempre - 290 pontos

7º Lugar: Kaiserlicheagle e Lion Heart - 285 pontos

8º Lugar: JC e Antes Morto que Vermelho - 260 pontos

9º Lugar: Samsalameh - 255 pontos

10º Lugar: Sócio - 250 pontos

11º Lugar: Delane Vieira - 245 pontos

12º Lugar: Cuto - 235 pontos

13º Lugar: Vermelho Nunca e Fura-Redes - 230 pontos

14º Lugar: Pachulico - 140 pontos

15º Lugar: Pankreas - 55 pontos



segunda-feira, janeiro 05, 2009

Vedetas&Marretas

Vedetas

Clube
Porto pela liderança da Liga Sagres

Jogador

Luís Filipe pelo seu desempenho no Rio Ave-V.Guimarães

Treinador
Jesualdo Ferreira pela liderança da Liga Sagres

Árbitro

Duarte Gomes pelo seu razoável desempenho no AAC-Leixões

Modalidades de Alta Competição
Sporting pela vitória sobre o Benfica na Liga Halcon de Andebol

Emigrante

Pepe pelo seu competente desempenho no triunfo do Real Madrid sobre o Villareal

Marretas

Clube

Benfica pela derrota na Trofa

Jogador

Moreira pelo frango com que presenteou o Trofense

Treinador

Quique Flores pela derrota na Trofa

Árbitro

Carlos Xistra pelo seu desempenho no Freamunde-Feirense

Modalidades de Alta Competição

Benfica pela derrota sobre o Sporting na Liga Halcon de Andebol

Emigrante


Paulo Ferreira e Ricardo Carvalho pelo seu desempenho no empate caseiro do Chelsea frente ao Southend United em jogo a contar para a Taça de Inglaterra

domingo, janeiro 04, 2009

C´um Caneco (outro passatempo)

Académica - Nacional
FC Porto - V. Setúbal
Paços Ferreira - Rio Ave
Guimarães - Benfica

terça-feira, dezembro 30, 2008

Trofense-Benfica

Constituição das Equipas e Avaliação Quantitativa do Desempenho
Liga Sagres, 13.ª jornada
Estádio do Trofense, na Trofa.
Hora: 20.30
Árbitro: Jorge Sousa (Porto)

Trofense
Paulo Lopes (4); Paulinho (3), Valdomiro (4), Miguel Ângelo (3) e Tiago Pinto (3); Milton do Ó (3), Delfim (3) e Mércio (3); Hugo Leal (4), Reguila (4) e Hélder Barbosa (4).

Suplentes: Marco, Areias (2), Pinheiro (3), Zamorano, Sidney, Rui Borges e David Caiado (-).

Treinador: Tulipa

BENFICA
Moreira (1); Maxi Pereira (3), Luisão (2), Sidnei (3) e Jorge Ribeiro (3); Binya (0) e Carlos Martins (2); Ruben Amorim (2), Aimar (2) e Di María (1); Suazo (2).

Suplentes: Moretto, David Luiz, Miguel Vítor, Yebda (-), Balboa (1), Makukula e Cardozo (1).

Treinador: Quique Flores

Sistemas Tácticos

Trofense



Benfica


Modelos de Jogo

Trofense

Bloco baixo; Expectativa; Transições Rápidas.

Benfica

Posse e Circulação de Bola; Domínio e Controlo da Partida; Bloco médio/alto; Assumir Iniciativa de Jogo.

Principais Incidências da Partida (fonte: http://www.record.pt/)

1' - Boa ocasião para Suazo que, de cabeça, respondeu a solicitação de Jorge Ribeiro. Intervenção de qualidade de Paulo Lopes a impedir o golo ao hondurenho.

19' - Aimar, completamente, isolado, desperdiça excelente ocasião, rematando contra Paulo Lopes que, no entanto, teve também o seu mérito.

31' - Livre de Hélder Barbosa com Suazo a falar o corte e Moreira a ter de se aplicar a fundo para evitar o golo. O remate não foi forte, mas traiçoeiro.

45' - GOLO DO TROFENSE... REGUILA. Rápido contra-ataque, com o jogador local a sair de posição discutível (a defesa encarnada pediu deslocação), a correr muitos metros e a rematar para a baliza, com Moreira a ser mal batido.

58' - Cabeceamento de Aimar, após cruzamento da esquerda de Jorge Ribeiro, para defesa de Paulo Lopes.

64' - CARTÃO VERMELHO para BINYA, por acumulação de amarelos. O camaronês joga com a mão e acaba por ver com justiça ordem de expulsão.

74' - Bom cruzamento de Balboa, na direita, à procura de Suazo. Paulo Lopes chegou primeiro.

74' - Suazo consegue fazer passa a bola por cima de Paulo Lopes, mas Miguel Ângelo, atento, faz a dobra e anula a iniciativa encarnada.

79' - Hélder Barbosa, isolado, tenta um remate em jeito, mas falha excelente oportunidada para assinar o 2-0 e "acabar" com o jogo.

82'GOLO DO TROFENSE... HÉLDER BARBOSA. Pinheiro, acabado de entrar, assina a jogada na direita, passa atrasado para o companheiro e este, "encheu o pé" para o 2-0

87' - David Caiado teve nos pés a hipótese de ampliar a diferença, mas o remate saiu ao lado.

Destaques

Melhores em Campo

Trofense

O conjunto dos jogadores utilizados, com especial destaque para Valdomiro, Hugo Leal e Hélder Barbosa

Benfica

Numa equipa que nunca funcionou como tal, nenhum dos jogadores utilizados merece particular referência pela positiva.

Piores em Campo

Trofense

Numa equipa que fez da solidariedade e do espírito de grupo a sua maior arma, nenhum jogador merece realce negativo.

Benfica

Numa equipa que nunca funcionou como tal, o conjunto dos jogadores utilizados merece particular referência pela negativa.

Arbitragem

Pode-se questionar a legalidade do lance que redundou no primeiro golo do Trofense, mas, globalmente considerado, há-que atribuir nota positiva ao desempenho do trio de arbitragem.

Comentário

Vergonha!

Esta será, provavelmente, a mais curta das análises que já redigi neste blog.
Não só pela escassa disponibilidade de internet, mas também e sobretudo pela "azia" que me invade no momento em que escrevo estas linhas.
Sem organização, sem espírito de conquista, sem agressividade, sem intensidade, sem individualidades capazes de desequilibrar não é possível almejar o êxito.
Assim, foi, sem surpresa, que o Benfica conheceu a sua primeira derrota na Liga Sagres, esta noite, na Trofa.
Paupérrimo desempenho!
Triunfo de equidade indiscutível do Trofense!

terça-feira, dezembro 23, 2008

Espaço Prof. Karamba

V. Setúbal - Sporting
Rio Ave - V. Guimarães
Marítimo - P. Ferreira
Académica - Leixões
Nacional - FC Porto
E. Amadora - Naval
Trofense - Benfica
Sp. Braga - Belenenses

p.s. Votos de Boas Festas!
Regresso dia 5 de Janeiro.

segunda-feira, dezembro 22, 2008

Benfica-Nacional

Constituição das Equipas e Avaliação Quantitativa do Desempenho

Liga Sagres, 12.ª jornada
Estádio do Sport Lisboa e Benfica, Lisboa
Hora: 19:45
Árbitro: Pedro Henriques (Lisboa)

BENFICA
Moreira (3); Maxi Pereira (3), Luisão (3), Sidnei (-) e Jorge Ribeiro (3); Yebda (2), Katsouranis (3), Ruben Amorim (2) e Di María (2); Cardozo (2) e Suazo (2)

Suplentes: Moretto, Miguel Vítor (3), David Luiz, Binya, Urreta (-), Aimar e Nuno Gomes (2)

Treinador: Quique Flores

Nacional
Rafael Bracalli (4); Patacas (3), Felipe Lopes (4), Halliche (4) e Alonso (3); Cléber (3), Edson Sitta (3), Ruben Micael (4) e Luís Alberto (3); Mateus (3) e Nené (2)

Suplentes: Douglas, Igor Pita (-), João Aurélio, Nuno Pinto (-), Juninho (2), Bruno Amaro e Miguel Fidalgo

Treinador: Manuel Machado

Sistemas Tácticos

Benfica


Nacional


Modelo de Jogo

Benfica

Posse e Circulação de Bola; Domínio e Controlo da Partida; Bloco médio/alto; Assumir Iniciativa de Jogo.

Nacional

Expectativa; Bloco baixo; Transições Rápidas.

Principais Incidências da Partida (fonte: www.record.pt)

23' - Livre para Ruben Amorim na direita, com Yebda, sem saltar, a cabecear na área para defesa de Bracalli. A bola bateu no relvado antes de o guarda-redes brasileiro ter tocado pela linha de fundo.

46' - Incrível! O Nacional perto do golo. Edson isola-se na direita e remata cruzado, com a bola a tocar em Moreira e no poste e a ficar em cima da linha. Maxi afasta contra um molho de jogadores e é Yebda que afasta pela linha de fundo antes que Mateus chegasse.

50' - Contra-ataque muito perigoso do Nacional, lançado pelo guarda-redes. Edson cruza da direita e Ruben Micael remata ao lado. É o segundo aviso madeirense.

53' - Moreira evita o primeiro. Opôs-se bem ao remate de Nené, após um grande passe de Ruben Micael.

61' - Grande perdida do Benfica. Katsouranis levanta, Suazo faz a assistência de cabeça e Ruben Amorim, na pequena área, remata por cima.

63' - Canto na esquerda para Jorge Ribeiro, com Luisão a cabecear para uma grande defesa de Bracalli.

65' - Desentendimento entre Alonso e Patacas, com Di María a rematar por cima, com a bola ainda a bater num defesa. Pontapé de canto.

66' - Jorge Ribeiro quase que marca canto directo. Alonso afasta contra Katsouranis e a bola sai pela linha de fundo. Pontapé de baliza.

79' - Alonso vê o CARTÃO VERMELHO, por acumulação de amarelos, depois de ter feito falta sobre Maxi Pereira.

83' - Grande passe de Katsouranis, a desmarcar na área Maxi Pereira. O uruguaio domina no peito e remata ao lado, com a parte de fora da bota.

88' - Urretavizcaya cruza da direita e Suazo a cabecear ligeiramente ao lado do poste direito de Rafael Bracalli.

90'+2 - Golo anulado ao Benfica. Canto para Jorge Ribeiro na direita. Yebda cabeceia contra a defensiva e a bola acaba por sobrar para Cardozo facturar mas Pedro Henriques considera que Miguel Vítor, estendido no relvado e de costas para o lance, tocou no esférico com a mão intencionalmente antes do remate do paraguaio, após o alívio de Cléber junto à linha de fundo.

90'+4 - Nené não chega à desmarcação de Patacas na área. Moreira segura.

Destaques

Melhores em Campo

Benfica

Katsouranis - Procurou promover o equilíbrio defensivo e emprestar fluidez e clarividência aos movimentos ofensivos.
Foram seus os poucos passes de ruptura executados pelo Benfica.

Maxi Pereira - Revelou uma condição física invejável, que lhe permitiu fazer todo o corredor com idêntica eficácia.
Defendeu e atacou sempre a alta rotação, com equilíbrio e a bom nível.
Pena ter desperdiçado, ingloriamente, uma flagrante oportunidade de golo.

Nacional

Felipes Lopes e Halliche - Irrepreensíveis!

Ruben Micael - O madeirense formado nos rivais do União assumiu-se como o principal impulsionador das rápidas transições do Nacional.
Lesto a pensar e a executar, revelou técnica e criatividade para outros voos.

Piores em Campo

Benfica

Cardozo - Vive uma evidente crise de confiança.
Desprovido de auto-estima e de concentração, revelou-se amorfo e dócil.
Lento e sem chama, esteve quase sempre ausente do jogo.

Nacional

Nené - Do segundo melhor marcador da Liga espera-se competência na finalização.
Pois bem, o brasileiro demonstrou precisamente o contrário, especialmente quando aos 53 minutos surgiu isolado perante Moreira.

Arbitragem

Exemplar até aos 92 minutos, Pedro Henriques "borrou a pintura" ao invalidar um golo a Cardozo.
Miguel Vítor caiu na área, foi atingido por uma bola na mão e Cardozo atirou a contar. Miguel Vítor nem sequer viu a bola!
Evidente involuntariedade!
Aliás, a seguir tal critério, Pedro Henriques teria que ter assinalado penalty no momento imediatamente anterior, por mão de Luís Alberto na área nacionalista.
Um erro grosseiro, com clara influência no resultado!

Comentário

Orfandade e Ansiedade!

O Benfica não foi além de um nulo, não capitalizando assim os empates de Sporting, Leixões e Porto.
Seja como for, entra em 2009 com dois pontos de vantagem sobre os vice-líderes, Leixões e Porto, e três sobre o Sporting.
As ausências de Reyes e Aimar conjugadas com uma excessiva e inexplicável ansiedade entorpeceram a dinâmica global do Benfica e determinaram a total esterilidade ofensiva dos encarnados.
Sem ninguém capaz de jogar entre a linha intermediária e a linha defensiva do Nacional, criou-se um espaço enorme entre o duplo-pivot do meio-campo e a dupla atacante daí resultando uma gritante incapacidade para ligar ofensivamente a equipa.
Reyes a tempo inteiro e Aimar a espaços têm-se assumido como os "queima linhas" do Benfica e na sua falta reside a explicação da inocuidade do processo atacante (apenas Katsouranis, esporadicamente, conseguiu passes de ruptura).
Por outro lado, a impaciência, a inquietação e o desejo veemente de vencer conduziram a equipa à precipitação e, como tal, ao erro.
Erros vários na transição ofensiva que foram condicionando e muito a qualidade da transição defensiva.
Não raro dos equívocos no capítulo do passe nasceram situações de inferioridade numérica que o Nacional não se revelou capaz de aproveitar eficazmente.
Com um bloco baixo, precavendo-se do poder explosivo de Suazo, o Nacional apresentou uma irrepreensível organização defensiva, que complicou e muito a vida ao Benfica.
Baseando-se na simplicidade dos seus movimentos, com jogadas a dois/três toques, o Nacional surgiu com frequência no meio-campo encarnado, sem, contudo, conseguir criar perigo para Moreira.
O Benfica apenas construiu uma verdadeira oportunidade de golo neste período, quando, aos 23 minutos, num livre na direita cobrado por Rúben Amorim, Yebda cabeceou de cima para baixo, proporcionando excelente intervenção a Bracalli.
Não espantou, portanto, a igualdade a zero verificada ao intervalo.
Esperava-se que Quique procurasse suprir as lacunas detectadas na equipa, mas o espanhol preferiu esperar e, por muito pouco, não pagou caro o imobilismo.
Logo no dealbar da segunda metade, o Nacional cavalgou o tal deserto e Edson apareceu solto na área a rematar com Maxi, em carrinho, a desviar para o poste.
Instantes depois, foi Ruben Micael que destacado na área atirou por cima da barra da baliza de Moreira.
E, aos 53 minutos, Moreira salvou o Benfica, fazendo um óptima "mancha" a Nené, que se isolara. Três enormes sustos e o Benfica envolto numa babel.
O Benfica demorava a encontrar o equilíbrio e a inacção de Quique não ajudava.
Ainda assim, no meio da desordem, quase chegou ao golo: Katsouranis serviu Suazo, este amorteceu para a entrada de Ruben Amorim que, isolado, rematou por cima. Acto contínuo, na sequência de um canto, uma cabeçada de Luisão obrigou Bracali a grande defesa.
Seguiu-se um remate com relativo perigo de Di Maria e o Benfica, com mais coração do que razão, renascia e empurrava o Nacional para as imediações da sua grande área.
Finalmente, o Benfica entrava em jogo!
Foi, então, aos 67 minutos, que Quique resolveu mexer na equipa e contribuir para a solução dos seus problemas.
Prescindiu de Di Maria e reforçou o ataque com Nuno Gomes, mudando o sistema para um clássico 4x3x3.
A tal clareira mostrava-se, agora, preenchida, com Nuno Gomes a jogar nas costas de Suazo e Cardozo e com Ruben Amorim a aproximar-se de Katsouranis e Yebda.
Era tempo do Nacional cerrar fileiras e Machado, pragmático, assim fez, "encolhendo" a sua equipa.
Retirou unidades ofensivas, incrementou a densidade defensiva e baixou ainda mais o bloco.
Apesar das melhorias evidenciadas, a superior organização defensiva dos madeirenses cerceava as intenções atacantes encarnadas.
Aos 78 minutos, Alonso derrubou Maxi e, como já tinha um cartão amarelo, foi expulso.
Em inferioridade numérica, Machado chamou o "autocarro" e o Nacional acentuou ainda mais a sua vocação defensiva.
Maxi e Suazo ainda dispuseram de boas chances de golo, mas faltava esclarecimento.
Pedro Henriques concedeu cinco minutos de descontos e no segundo surgiu o tal golo mal invalidado ao Benfica.
Confusão na área do Nacional, um defesa madeirense "alivia" e a bola embate na mão de Miguel Vítor que entretanto caira na área.
Sobra para Cardozo que atira para o fundo da baliza de Bracalli.
Evidente involuntariedade!
Um erro grosseiro, com influência no resultado.
Pouco depois, terminava a partida.

Espaço Prof. Karamba

1º Lugar: Jimmy Jump e Jorge Mínimo - 305 pontos

2º Lugar:
Salvatrucha JR. e Kaiserlicheagle - 285 pontos

3º Lugar: Zex e
Cavungi - 275 pontos

4º Lugar: Vermelho - 270 pontos

5º Lugar: Vermelho Sempre - 260 pontos


6º Lugar: Lion Heart - 255 pontos

7º Lugar: Delane Vieira - 245 pontos

8º Lugar: JC - 235 pontos

9º Lugar: Fura-Redes, Sócio e Samsalameh - 230 pontos

10º Lugar:Antes Morto que Vermelho - 225 pontos

11º Lugar: Cuto - 220 pontos

12º Lugar: Vermelho Nunca - 205 pontos

13º Lugar: Pachulico - 105 pontos

14º Lugar: Pankreas - 55 pontos

domingo, dezembro 21, 2008

Liga Sagres - Jogadores em Destaque (excepção feita a jogadores dos 3G)

É já no próximo mês de Janeiro que o mercado de transferências reabre.
Reajustamentos vários serão feitos nos diferentes plantéis das equipas que disputam a Liga Sagres.
Procurando auxiliar os decisores, publico, em seguida, alguns nomes que se destacaram no que vai jogado da Liga Sagres e que poderão constituir bons investimentos (não serão incluídos jogadores dos 3G).

Guarda-redes

Eduardo (Braga)
Nome Eduardo dos Reis Carvalho
Nacionalidade Portugal
Nascimento 1982-09-19 (26 anos)
Naturalidade Mirandela - Portugal
Posição Guarda Redes
Altura 187 cm
Peso 84 kg

Beto (Leixões)
Nome António Alberto Bastos Pimparel
Nacionalidade Portugal
Nascimento 1982-05-01 (26 anos)
Naturalidade Lisboa - Portugal
Posição Guarda Redes
Altura 181 cm
Peso 80 kg

Defesas

Miguel Lopes (Rio Ave)
Nome Hugo Miguel Almeida Costa Lopes
Nacionalidade Portugal
Nascimento 1986-12-19 (22 anos)
Naturalidade Lisboa - Portugal
Posição Defesa
Altura 182 cm
Peso 72 kg

João Guilherme (Marítimo)
Nome João Guilherme Leme Amorim
Nacionalidade Brasil
Nascimento 1986-04-21 (22 anos)
Naturalidade Bilac - Brasil
Posição Defesa
Altura 184 cm
Peso 74 kg

Nuno André Coelho (Estrela da Amadora)
Nome Nuno André da Silva Coelho
Nacionalidade Portugal
Nascimento 1986-01-07 (22 anos)
Naturalidade Penafiel - Portugal
Posição Defesa
Altura 192 cm
Peso 83 kg

Maicon (Nacional da Madeira)
Nome Maicon Pereira Roque
Nacionalidade Brasil
Nascimento 1988-09-14 (20 anos)
Naturalidade Barretos - São Paulo - Brasil
Posição Defesa
Altura 190 cm
Peso 74 kg

Evaldo (Braga)
Nome Evaldo Santos Fabiano
Nacionalidade Brasil
Nascimento 1982-03-18 (26 anos)
Naturalidade Rio Piraciciba - Brasil
Posição Defesa
Altura 183 cm
Peso 80 kg

Vasco Fernandes (Leixões)
Nome Vasco Herculano Salgado Cunha Mango Fernandes
Nacionalidade Portugal
Nascimento 1986-11-12 (22 anos)
Naturalidade Olhão - Portugal
Posição Defesa
Altura 180 cm
Peso 72 kg

Diego Ângelo (Naval)
Nome Diego Ângelo de Oliveira
Nacionalidade Brasil
Nascimento 1986-02-12 (22 anos)
Naturalidade Anápolis - Brasil
Posição Defesa
Altura 192 cm
Peso 89 kg

Cissokho (V. Setúbal)
Nome Aly Cissokho
Nacionalidade França
Nascimento 1987-09-15 (21 anos)
Naturalidade - França
Posição Defesa
Altura 181 cm
Peso 75 kg

Médios

Braga (Leixões)
Nome Bruno Manuel Rodrigues Silva
Nacionalidade Portugal
Nascimento 1982-08-05 (26 anos)
Naturalidade Matosinhos - Portugal
Posição Médio
Altura 182 cm
Peso 75 kg

Bruno China (Leixões)
Nome Bruno Manuel Rodrigues Silva
Nacionalidade Portugal
Nascimento 1982-08-05 (26 anos)
Naturalidade Matosinhos - Portugal
Posição Médio
Altura 182 cm
Peso 75 kg

Roberto Sousa (Leixões)
Nome Roberto de Sousa Rezende
Nacionalidade Brasil
Nascimento 1985-01-18 (23 anos)
Naturalidade Goiânia -GO - Brasil
Posição Médio
Altura 177 cm
Peso 75 kg

Luís Aguiar (Braga)
Nome Luis Bernardo Aguiar Burgos
Nacionalidade Uruguai
Nascimento 1985-11-17 (23 anos)
Naturalidade Mercedes - Uruguai
Posição Médio
Altura 183 cm
Peso 81 kg

Alex Hauw (Naval)
Nome Alexandre Hauw
Nacionalidade França
Nascimento 1982-01-22 (26 anos)
Naturalidade Bourgoin-Jallieu - França
Posição Médio
Altura 175 cm
Peso 68 kg

Luís Alberto (Nacional da Madeira)
Nome Luís Alberto Silva dos Santos
Nacionalidade Brasil
Nascimento 1983-11-17 (25 anos)
Naturalidade Salvador - Brasil
Posição Médio
Altura 181 cm
Peso 67 kg

Avançados

Wesley (Leixões)
Nome Wesley Lopes da Silva
Nacionalidade Brasil
Nascimento 1980-10-11 (28 anos)
Naturalidade Espírito Santo - Brasil
Posição Médio
Altura 179 cm
Peso 72 kg

William (Paços Ferreira)
Nome William Artur C. dos Santos
Nacionalidade Brasil
Nascimento 1982-07-27 (26 anos)
Naturalidade Rio de Janeiro - Brasil
Posição Avançado
Altura 185 cm
Peso 80 kg

Nenê (Nacional da Madeira)
Nome Anderson Miguel da Silva
Nacionalidade Brasil
Nascimento 1983-07-28 (25 anos)
Naturalidade São Paulo - Brasil
Posição Avançado
Altura 183 cm
Peso 78 kg

Douglas (V. Guimarães)
Nome Douglas de Oliveira
Nacionalidade Brasil
Nascimento 1986-01-30 (22 anos)
Naturalidade Ponta Grossa - PR - Brasil
Posição Avançado
Altura 186 cm
Peso 83 kg

Djalma (Marítimo)
Nome Djalma Braune Manuel Abel Campos
Nacionalidade Angola
Nascimento 1987-04-25 (21 anos)
Naturalidade - Angola
Posição Médio
Altura 174 cm
Peso 76 kg

sexta-feira, dezembro 19, 2008

Liga dos Astros - UEFA CUP Fantasy Football - Classificação Geral após a 5ª Jornada

1 MataRatos 181 pontos

2 Lampião é que não 179 pontos

3 Pacostars UC 170 pontos

4 As Maradonas 161 pontos

5 Eagles 152 pontos

6 NoNameGays 136 pontos

7 Kubas 127 pontos

8 El Arromba 123 pontos

9 Por Toutatis 08 112 pontos

10 MasCáGánda...!!! FC 97 pontos

Análise ao S.L.Benfica (MCMeA) – Metalist Kharkiv. 0 (8) - 1 By Cavungi

Foi com um enorme choque, que a Europa do Futebol assistiu à inesperada e prematura eliminação do SL Benfica da presente edição da Taça UEFA, que sem a continuidade do SL Benfica, perde algum do seu brilho e porque não dizê-lo, muitos e muitos Euros.
Afinal de contas saiu da prova o Maior Clube do Mundo!
À partida para este jogo e já com a qualificação practicamente assegurada, para isso bastando bater a desconhecida equipa do Metalist-Kharkiv por um magro 8-0, pode-se dizer que o SL Benfica teve o pássaro na mão, mas deixou-o voar!
E a estratégia pensada e utilizada por Enrique Sanchez Flores até deu resultado.
O Benfica, perante o seu público, entusiasta e incondicional, num estádio a rebentar pelas costuras, começou dominador e logo aos 2 minutos, Cardozo falhou em cima da linha de golo, aquilo que seria, na altura, o 1º de muitos golos.
Depois foi a vez de Gilles Bynia aos 4 minutos ser derrubado em plena área de rigor, depois de um slalom de mais de 85 metros, mas o árbitro inexplicavelmente “mandou seguir”. Aos 10 minutos Nuno Gomes falhou o 3º golo, com uma cabeçada quase, quase certeira que embateu nos dois postes e depois foi à barra acabando por se perder pela linha lateral.
15 minutos, e mais uma penalidade não assinalada pelo árbitro ucraniano Dimitri Palmovski, um nome a reter em matéria de “roubos de igreja”. Até meteu nojo.
O SL Benfica continuou a carregar e o sufoco ucraniano agudizava-se.
Advinhava-se por isso, o 5º golo a qualquer momento, e ele quase, quase surge aos 39 minutos por intermédio de David Luiz num acrobático pontapé de moinho! Bola na trave e nos dois postes mais uma vez!!!!! Os Deuses da fortuna nada queriam com a guerreira equipa encarnada.
E assim se chegou ao intervalo com 5 quase, quase-golos sem resposta. Embora o placard continuasse em branco.(penso que devia estar avariado).
Aliás, os numero da 1ª parte são elucidativos:
Cantos: Benfica 12 - Metalist 1
Remates: Benfica 18 – Metalist 1
Posse de Bola: Benfica 90 % - Metalist 9% (Apanha-bolas 1%).
Na segunda parte, mais do mesmo:
Banho de bola do SL Benfica, com uma defesa intransponível, um meio campo dominador, mas ao mesmo tempo criativo, rápidas trocas de bola, e um ataque devastador.
Um carrossel de futebol ofensivo, como há muito não se via nos palcos europeus.
Pena foi que, com inúmeras oportunidades do golo flagrantes, o SL Benfica não tenha traduzido em golos a superioridade demonstrada. E ela podia ter sido demonstrada aos 55m por Urreta, bola na trave, aos 66m, por Katsô com um golo (mal) invalidado, já que a bola transpôs um metro a linha de golo, por Balboa aos 77m com um penaltie anulado e por Luisão o Imperador aos 88 minutos, naquela que foi já considerada, a defesa do ano 2008.
Mas a história do futebol está pejada destas situações, e aos 84 minutos no único remate efectuado na 2ª parte, o tal Metalist-Kharkiv marcou o seu golo de honra, este sim obtido de forma irregular e que veio trazer um incomensurável sabor a injustiça ao resultado.
Em suma, a falta de sorte aliada a uma arbitragem inacreditável, ( veja-se que o árbitro até permitiu que o Metalist jogasse com um Guarda-Redes), foram factores intransponíveis para o SL Benfica que, deste modo, não pode associar mais um troféu europeu ao seu invejável palmarés.

EQUIPAS OFICIAIS

BENFICA:
Moreira; Maxi Pereira, Miguel Vítor, Sidnei e David Luiz; Binya, Yebda, Fellipe Bastos e Urreta;, Nuno Gomes e Cardozo
Suplentes: Moretto, Luisão, Katsouranis, Balboa, Aimar, Di María e Suazo

Treinador: Quique Flores

METALIST:
Goryainov; Maidana, Obradovic, Papa Gueye e Gancarczyk; Edmar, Bordiyan, Slyusar e Trisovic; Jajá; Fomin
Suplentes: Bazhan, Babich, Konyushenko, Barilko, Rykun, Devic e Pontudalenko
Treinador: Myron Markevich

quarta-feira, dezembro 17, 2008

Espaço Prof. Karamba

Sp. Braga - Rio Ave
Naval - V. Guimarães
Belenenses - Trofense
Leixões - E. Amadora
Benfica - Nacional
Sporting - Académica
FC Porto - Marítimo
P. Ferreira - V. Setúbal

Artigo de Opinião de Luís Avelãs

Virtualmente eliminado da Taça UEFA depois da copiosa derrota em Atenas (e da conjugação dos resultados da ronda seguinte), o Benfica também já se despediu da Taça de Portugal. No mesmo local (Estádio do Mar) onde deixara 2 pontos em embate da Liga, a formação encarnada voltou a "naufragar". Só que, desta feita, o deslize não foi apenas um resultado negativo: custou um dos objectivos da temporada.

Sendo certo que ainda existe a Taça da Liga - prova que enquanto não valer um posto europeu dificilmente será encarada com o respeito que os organizadores desejam -, a verdade é que, antes do Natal, o Benfica já só tem a Liga para salvar a época. Vencer o Campeonato será suficiente para apagar os insucessos anteriores. Contudo, tudo o que não seja arrebatar a principal competição interna irá transformar a temporada encarnada num rotundo fracasso.

Perante um forte investimento, com a contratação de jogadores de inquestionável valia e oriundos de campeonatos mais cotados, desta vez nem o apuramento para a Liga dos Campeões chegará para limpar a face ou satisfazer os adeptos.

Quique Flores, pese algumas decisões discutíveis (nomeadamente nos primeiros jogos), tem contado com a compreensão dos associados e simpatizantes para, com sobressaltos à mistura, ir desenvolvendo o seu trabalho. Porém, face ao novo cenário, também ele sabe que, a partir de agora, o grau de exigência vai aumentar. Duvido que, no futuro, voltem a ouvir-se palmas na Luz quando os resultados não forem vitórias. O período de "encantamento" terminou em Matosinhos, embora muitos possam argumentar que a equipa foi afastada por falta de sorte nos penáltis, já que nos 120 minutos não sofreu golos. Tal observação é correcta, mas convém recodar que, na estreia benfiquista na Taça de Portugal desta época (diante do Penafiel), só as grandes penalidades salvaram o Benfica face a um opositor... do terceiro escalão do futebol luso!

É verdade que o Benfica ainda não perdeu um jogo nas competições internas esta época. Mas, ao contrário do que seria suposto, tal registo não vale uma liderança folgada na Liga, nem a continuidade na Taça. Tudo porque a irregularidade exibicional - facilmente constada nos golos sofridos nos últimos minutos ou na forma pouco intensa como a equipa encara alguns compromissos - teima em ser uma das imagens de marca da equipa.

Não deixa de ser curioso, de facto, a estranha tendência das águias para os altos e baixos. Na Europa, a equipa que conseguiu dobrar o Nápoles (a realizar excelente época em Itália) foi vulgarizada pelo Galatasary e humilhada pelo Olympiacos, enquanto em Portugal a oscilação tanto permite ganhar ao Sporting ou golear o Marítimo fora, como ser incapaz de fazer golos a Penafiel ou Leixões em jogos de duas horas...

PS - À primeira (em Basileia), a coisa ainda passou algo despercebida, mas agora (no triunfo caseiro perante o Marítimo) foram poucos os que não repararam na estranha apatia de Yannick Djaló aquando da marcação dos seus golos. Já sei que para alguns responsáveis (e adeptos) leoninos, o não festejar remates certeiros deve ter uma qualquer justificação lógica mas, para mim, há ali qualquer coisa. Imaginem que os sócios não se levantavam ou batiam palmas aquando de um golo. Não iriam jogadores e dirigentes desconfiar de algo?

terça-feira, dezembro 16, 2008

Golo da Jornada

Na 7ª Jornada da Liga Sagres 2008-2009 o golo eleito foi o de Suazo

Na 8ª Jornada da Liga Sagres 2008-2009 o golo eleito foi o de Djalma

Serão colocados à votação apenas 3 golos.
Não obstante, a vossa escolha pode incidir sobre qualquer um dos outros golos obtidos na jornada.

9ª Jornada

Ruben Amorim no AAC-SLB


Liedson no Naval-Sporting


Rogério Matias no Rio Ave-Leixões


10ª Jornada

Suazo no Benfica-Setúbal


Raul Meireles no Porto-AAC


Postiga no Sporting-V.Guimarães


11ª Jornada

Suazo no Marítimo-Benfica


Liedson no Estrela-Sporting


Lucho no Setúbal-Porto

Memorial Zandinga

Benfica-Metalist

Não há lugar à utilização de Joker.

segunda-feira, dezembro 15, 2008

Corrida dos Campeões

1º Lugar: Jimmy Jump - 795 pontos

2º Lugar: Cavungi - 790 pontos

3º Lugar: Zex - 780 pontos

4º Lugar: Vermelho - 775 pontos

5º Lugar: JC - 765 pontos

6º Lugar: Salvatrucha jr. - 740 pontos

7º Lugar: Jorge Mínimo e Kaiserlicheagle - 730 pontos

8º Lugar: Delane Vieira - 720 pontos

9º Lugar: Lion Heart - 695 pontos

10º Lugar: Vermelho Sempre - 685 pontos

11º Lugar: Antes Morto que Vermelho - 680 pontos

12º Lugar: Vermelho Nunca - 670 pontos

13º Lugar: Fura-Redes - 665 pontos

14º Lugar: Sócio - 635 pontos

15º Lugar: Cuto - 620 pontos

16º Lugar: Pachulico - 610 pontos

17º Lugar: Samsalameh - 585 pontos

18º Lugar: Holtreman - 435 pontos

19º Lugar: Pankreas - 160 pontos

Vedetas&Marretas

Vedetas

Clube


Leixões pela eliminação do Benfica da Taça de Portugal e consequente qualificação para os quartos de final da competição

Jogador

Beto pela exibição frente ao Benfica, mormente pela defesa do penalty de Reyes, que significou a passagem do Leixões aos quartos de final da Taça de Portugal

Treinador
José Mota pela eliminação do Benfica da Taça de Portugal e consequente qualificação para os quartos de final da competição

Árbitro

João Capela pelo bom desempenho no Cinfães-Porto

Modalidades de Alta Competição

Equipa feminina portuguesa de Corta-Mato pela vitória no Europeu da especialidade

Emigrante

Cristiano Ronaldo pela conquista da distinção para o melhor jogador do Ano, na votação efectuada pela revista inglesa World Soccer

Marretas

Clube

Benfica pela eliminação da Taça de Portugal

Jogador

Reyes por ter falhado o penalty decisivo no Leixões-Benfica

Treinador

Quique Flores pela eliminação da Taça de Portugal

Árbitro

Olegário Benquerença pelo péssimo desempenho no Leixões-Benfica

Modalidades de Alta Competição
Sporting pela derrota em São Bernardo em jogo da Taça da Liga de Andebol

Emigrante

Nelson pelo seu desempenho na derrota do Bétis em Madrid frente ao Atlético