Estádio do Restelo
13 de Setembro de 2009, 18h00
Árbitro: Olegário Manuel Bártolo Faustino Benquerença
Data de Nascimento: 18/10/1969 (39 anos)
Profissão: Profissional de seguros
Associação: A F Leiria
Esta Época:
2 Jogos na Liga Sagres: Leixões 0-0 Belenenses e Sporting 1-2 Braga
Equipas Prováveis:
Belenenses: Nelson, Mano, Beto, Diakité e André Pires; Gabriel Gomez, Barge, Fellipe Bastos e José Pedro; Yontcha e Fredy
Pontos Fortes:
Desejo de conquista e Irreverência
Experiência e Qualidade Técnica de José Pedro, mormente nos lances de bola parada
Meia-distância de Fellipe Bastos
Velocidade de Fredy e Codícia de Yontcha
Ponto Fracos:
Escassa rotina dos centrais e Falta ritmo competitivo de Beto
Dificuldade nos movimentos interiores defensivos de Mano e Falta de velocidade e Escassa profundidade ofensiva de André Pires
Processo de adaptação aos novos princípios e modelo de jogo de João Carlos Pereira
Dificuldade nas transições e em lidar com a pressão e a intensidade
Inexperiência da generalidade dos jogadores
SLBenfica:
Quim, Ruben Amorim, Luisão, David Luiz e Shaffer, Javi Garcia, Ramires, Di Maria e Aimar, Saviola e Keirrison
Pontos Fortes:
Confiança e auto-estima elevadas
Superior Qualidade técnica e táctica dos seus jogadores
Pontos Fracos:
Insegurança que Quim tem evidenciado
Desgaste de Luisão e Cardozo
No ano passado...
A última vitória...
27/01/2007 J16 Belenenses 1-2 Benfica bwin LIGA 06/07
Balanço Geral:
Total 172 jogos - 104 vitórias do Benfica, 32 empates e 36 vitórias do Belenenses
No Restelo 83 jogos - 40 vitórias do Benfica, 17 empates e 26 vitórias do Belenenses
Belenenses:Maior vitória em casa Liga Portuguesa 1941/42 Belenenses 4-0 Benfica
Benfica:Maior vitória fora Liga Portuguesa 1964/65 Belenenses 0-6 Benfica
Resultado Típico: Belenenses-Benfica (10 Jogos) Belenenses 1-2 Benfica
sexta-feira, setembro 11, 2009
quinta-feira, setembro 10, 2009
Da Série "Outra Excepção porque se impõe..."
"A prioridade do jogador está definida, mas seria Portugal igualmente uma hipótese?
São cenários que não se colocam agora, mas seria difícil dizer que não, admitiu Hulk."
É o que dá abrir excepções ou de excepção em excepção até que se torne regra!
São cenários que não se colocam agora, mas seria difícil dizer que não, admitiu Hulk."
É o que dá abrir excepções ou de excepção em excepção até que se torne regra!
Breve Comentário à decisão da CD da Liga
"A Comissão Disciplinar da Liga de Clubes castigou o delegado ao jogo entre Benfica e Nacional, relativo à época transacta, com 18 meses de exclusão, justificando tal punição com «falsificação de relatório» e «remissão para os factos dos árbitros».
Para o organismo, o delegado em causa, João Pedro Simões, «presenciou, após o jogo, no túnel de acesso aos balneários e junto da equipa de arbitragem, comportamentos injuriosos de agentes desportivos (factos disciplinarmente graves) e ainda que tais comportamentos lhe foram comunicados pela mesma equipa de arbitragem."
Ora, no relatório agora dado como falsificado, João Pedro Simões declarou que «não se presenciaram graves comportamentos incorrectos por parte de qualquer agente desportivo."
Algumas notas:
a) - A omissão, julgada intencional, em nada beneficiou o Benfica ou Nuno Gomes!
Nesta matéria o relatório do árbitro é soberano!
Sinceramente, não percebo de que forma podia aproveitar a omissão do delegado ao prevaricador!
b) - Tanto assim é que Nuno Gomes foi punido com dois jogos de suspensão e multa de 1000 euros!
c) - Me parece que o busílis da questão reside na utilização de normas em branco, conceitos indeterminados e conclusivos nos regulamentos e afins.
Na verdade, puniu-se a ausência de menção no relatório de "graves comportamentos incorrectos".
O que é grave?!
Quais os critérios a utilizar para se afirmar a gravidade de um comportamento?!
Não será critério primeiro o subjectivo?
Penso que sim, pois que o conceito a preencher remete para a apreciação que o delegado faz do que vê.
Assim sendo, me parece que o delegado, ainda que tenha presenciado o comportamento de Nuno Gomes, não o valorou como grave.
Os campos a preencher no relatório estão mal elaborados, assim como a generalidade das normas regulamentares, das quais o tipo disciplinar de corrupção é o exemplo mais flagrante.
Acabe-se com as normas em branco e os conceitos indeterminados ou conclusivos em nome da transparência e da boa técnica legislativa e talvez aí a equidade possa emergir satisfeita!
Para o organismo, o delegado em causa, João Pedro Simões, «presenciou, após o jogo, no túnel de acesso aos balneários e junto da equipa de arbitragem, comportamentos injuriosos de agentes desportivos (factos disciplinarmente graves) e ainda que tais comportamentos lhe foram comunicados pela mesma equipa de arbitragem."
Ora, no relatório agora dado como falsificado, João Pedro Simões declarou que «não se presenciaram graves comportamentos incorrectos por parte de qualquer agente desportivo."
Algumas notas:
a) - A omissão, julgada intencional, em nada beneficiou o Benfica ou Nuno Gomes!
Nesta matéria o relatório do árbitro é soberano!
Sinceramente, não percebo de que forma podia aproveitar a omissão do delegado ao prevaricador!
b) - Tanto assim é que Nuno Gomes foi punido com dois jogos de suspensão e multa de 1000 euros!
c) - Me parece que o busílis da questão reside na utilização de normas em branco, conceitos indeterminados e conclusivos nos regulamentos e afins.
Na verdade, puniu-se a ausência de menção no relatório de "graves comportamentos incorrectos".
O que é grave?!
Quais os critérios a utilizar para se afirmar a gravidade de um comportamento?!
Não será critério primeiro o subjectivo?
Penso que sim, pois que o conceito a preencher remete para a apreciação que o delegado faz do que vê.
Assim sendo, me parece que o delegado, ainda que tenha presenciado o comportamento de Nuno Gomes, não o valorou como grave.
Os campos a preencher no relatório estão mal elaborados, assim como a generalidade das normas regulamentares, das quais o tipo disciplinar de corrupção é o exemplo mais flagrante.
Acabe-se com as normas em branco e os conceitos indeterminados ou conclusivos em nome da transparência e da boa técnica legislativa e talvez aí a equidade possa emergir satisfeita!
Datas e Horários dos Jogos dos 3G relativos à 5ª, 6ª e 7ª Jornadas da Liga Sagres
5ª Jornada
Braga | Porto 19/Set (Sábado) 21h15 Sporttv
Leiria | Benfica 20/Set (Domingo) 20h15 RTP
Sporting | Olhanense 21/Set (Segunda) 20h15 Sporttv
6ª Jornada
Benfica | Leixões 26/Set (Sábado) 21h15 RTP
Porto | Sporting 26/Set (Sábado) 19h15 Sporttv
7ª Jornada
Sporting | Belenenses 04/Out (Domingo) 18h00 Sporttv
Olhanense | Porto 04/Out (Domingo) 20h15 RTP
P. Ferreira | Benfica 05/Out (Segunda) 20h15 Sporttv
Braga | Porto 19/Set (Sábado) 21h15 Sporttv
Leiria | Benfica 20/Set (Domingo) 20h15 RTP
Sporting | Olhanense 21/Set (Segunda) 20h15 Sporttv
6ª Jornada
Benfica | Leixões 26/Set (Sábado) 21h15 RTP
Porto | Sporting 26/Set (Sábado) 19h15 Sporttv
7ª Jornada
Sporting | Belenenses 04/Out (Domingo) 18h00 Sporttv
Olhanense | Porto 04/Out (Domingo) 20h15 RTP
P. Ferreira | Benfica 05/Out (Segunda) 20h15 Sporttv
quarta-feira, setembro 09, 2009
Mais um Exemplo do Jornalismo que (não) se faz em Portugal
Titula o Mais Futebol: "Dupla Dor de Cabeça para Jorge Jesus antes do Belenenses"
Temi o pior!
Imediatamente, cogitei que jogadores se podiam ter lesionado.
Luisão, David Luiz, Javi Garcia, Ramires, Di Maria, Saviola, Cardozo?
Não, nada disso!
Nem mais, nem menos do que os titularíssimos Carlos Martins e Luís Filipe!!!!
"Carlos Martins e Luís Filipe são as únicas baixas no plantel encarnado, ambos condicionados, ainda que a recuperação do segundo esteja mais adiantada."
Dizem os antigos que a necessidade aguça o engenho.
Permito-me dizer que a necessidade estimula a idiotice!
Temi o pior!
Imediatamente, cogitei que jogadores se podiam ter lesionado.
Luisão, David Luiz, Javi Garcia, Ramires, Di Maria, Saviola, Cardozo?
Não, nada disso!
Nem mais, nem menos do que os titularíssimos Carlos Martins e Luís Filipe!!!!
"Carlos Martins e Luís Filipe são as únicas baixas no plantel encarnado, ambos condicionados, ainda que a recuperação do segundo esteja mais adiantada."
Dizem os antigos que a necessidade aguça o engenho.
Permito-me dizer que a necessidade estimula a idiotice!
Aprender com o Passado para Conquistar o Futuro
Independentemente da participação de Luisão e Cardozo nas partidas desta noite frente a Chile e Argentina, respectivamente, diz-nos o passado que se desaconselha vivamente a sua utilização no Domingo.
Previno-nos o antanho e exige-o a profundidade qualitativa do plantel do Benfica.
Sidnei e Keirrison são as minhas escolhas para os substituir.
Previno-nos o antanho e exige-o a profundidade qualitativa do plantel do Benfica.
Sidnei e Keirrison são as minhas escolhas para os substituir.
Espaço Prof. Karamba
FC Porto - Leixões
Sporting - P. Ferreira
V. Guimarães - Naval
Marítimo - Sp. Braga
Rio Ave - Nacional
V. Setúbal - U. Leiria
Belenenses - Benfica
Olhanense - Académica
Recordo que terão que prognosticar o resultado final das partidas supra aludidas e que respeitam à 4ª Jornada da Liga Sagres.
Relembro, igualmente, que dispõem de um Joker, que lhes permitirá duplicar a pontuação obtida na partida em que for utilizado.
Serão atribuídos 10 pontos a quem acertar totalmente no resultado final verificado e 5 a quem palpitar correctamente o vencedor da partida (resultado final 2-1, aposta 2-1 - 10 pontos; resultado final 2-1, aposta 3-1 - 5 pontos).
Claro está, que se se verificar um empate, será aplicado o princípio supra enunciado (resultado final 2-2, aposta 2-2 - 10 pontos; resultado final 2-2, aposta 1-1 - 5 pontos).
Sporting - P. Ferreira
V. Guimarães - Naval
Marítimo - Sp. Braga
Rio Ave - Nacional
V. Setúbal - U. Leiria
Belenenses - Benfica
Olhanense - Académica
Recordo que terão que prognosticar o resultado final das partidas supra aludidas e que respeitam à 4ª Jornada da Liga Sagres.
Relembro, igualmente, que dispõem de um Joker, que lhes permitirá duplicar a pontuação obtida na partida em que for utilizado.
Serão atribuídos 10 pontos a quem acertar totalmente no resultado final verificado e 5 a quem palpitar correctamente o vencedor da partida (resultado final 2-1, aposta 2-1 - 10 pontos; resultado final 2-1, aposta 3-1 - 5 pontos).
Claro está, que se se verificar um empate, será aplicado o princípio supra enunciado (resultado final 2-2, aposta 2-2 - 10 pontos; resultado final 2-2, aposta 1-1 - 5 pontos).
A Exploração da Miséria
Segundo o JN de hoje cada clube patrocinado pela BetClick recebe 40 mil Euros/ano, ou seja, cerca de 3 mil e 330 Euros/mês.
Falamos de uma actividade que oferece uma visibilidade superior a 2 milhões de pessoas e que se dirige directamente ao público alvo do core business do patrocinador!
Falamos de uma actividade que oferece uma visibilidade superior a 2 milhões de pessoas e que se dirige directamente ao público alvo do core business do patrocinador!
terça-feira, setembro 08, 2009
A Pesporrência conduz a estes dislates...
Miguel Sousa Tavares, in A Bola
"(...) A coisa mais banal de ver num jogo de futebol em Portugal é ser aceite com toda a normalidade (a começar pelos próprios jogadores) que 80 por cento dos remates à baliza não acertem no alvo — como se ele não tivesse 9,15 de comprimento por 2,30 de altura."
Leis do Jogo - Lei I - O Terreno de Jogo
"As balizas são colocadas no centro de cada linha de baliza e são constituídas por dois postes verticais colocados a igual distância das bandeiras de canto e unidos ao alto por uma barra transversal.
Os dois postes devem ter a mesma largura e espessura, as quais não devem exceder 12 cm. A linha de baliza tem a mesma largura que os postes e a barra transversal.
Poderão ser aplicadas redes presas às balizas e ao solo por trás da baliza com a condição de serem convenientemente colocadas de maneira a não prejudicarem o guarda-redes.
Os postes da baliza e a barra transversal devem ser de cor branca.
A distância que separa os dois postes é de 7,32 m, e o bordo inferior da barra transversal situa-se a 2,44 m do solo."
"(...) A coisa mais banal de ver num jogo de futebol em Portugal é ser aceite com toda a normalidade (a começar pelos próprios jogadores) que 80 por cento dos remates à baliza não acertem no alvo — como se ele não tivesse 9,15 de comprimento por 2,30 de altura."
Leis do Jogo - Lei I - O Terreno de Jogo
"As balizas são colocadas no centro de cada linha de baliza e são constituídas por dois postes verticais colocados a igual distância das bandeiras de canto e unidos ao alto por uma barra transversal.
Os dois postes devem ter a mesma largura e espessura, as quais não devem exceder 12 cm. A linha de baliza tem a mesma largura que os postes e a barra transversal.
Poderão ser aplicadas redes presas às balizas e ao solo por trás da baliza com a condição de serem convenientemente colocadas de maneira a não prejudicarem o guarda-redes.
Os postes da baliza e a barra transversal devem ser de cor branca.
A distância que separa os dois postes é de 7,32 m, e o bordo inferior da barra transversal situa-se a 2,44 m do solo."
Da Série "Outra Excepção porque se impõe..."
"Estivemos 500 anos em África e era neste Campeonato do Mundo que Portugal deveria estar presente. Se não o conseguir é um fracasso muito grande" - Manuel José.
É Matemático!
"O argentino Nelson Benítez é a última dor de cabeça para o treinador do Leixões, José Mota.
O lateral-esquerdo lesionou-se e está em dúvida para o jogo com o F.C. Porto, clube que o cedeu aos matosinhenses."
O lateral-esquerdo lesionou-se e está em dúvida para o jogo com o F.C. Porto, clube que o cedeu aos matosinhenses."
segunda-feira, setembro 07, 2009
Liga Sagres é comparável à Serie A? Sim, mas...
Mas, apenas no enfado!
Em Portugal, o tempo útil de jogo situa-se invariavelmente abaixo dos 50 minutos, acontece uma falta a cada 3 minutos, existem mais faltas do que remates e os avançados cometem mais infracções do que os defesas.
Infelizmente, o mimetismo termina por aqui.
No mais, todo um mundo separa a Liga portuguesa da italiana, da qualidade técnica à qualidade táctica.
Desgraçadamente!
Em Portugal, o tempo útil de jogo situa-se invariavelmente abaixo dos 50 minutos, acontece uma falta a cada 3 minutos, existem mais faltas do que remates e os avançados cometem mais infracções do que os defesas.
Infelizmente, o mimetismo termina por aqui.
No mais, todo um mundo separa a Liga portuguesa da italiana, da qualidade técnica à qualidade táctica.
Desgraçadamente!
Passatempos RedVermelho - A Tradição ainda é o que era - Inscrições
Como não podia deixar de ser, o redvermelho dará continuidade na presente época desportiva aos seus já afamados passatempos.
Não obstante, esta temporada os passatempos cingem-se ao Espaço Prof. Karamba, ao Memorial Zandinga e ao C´um Caneco (outro passatempo).
Equivale por dizer que não se disputará a Liga dos Astros (as dificuldades logísticas e outras do passado assim o determinam).
A mecânica dos demais passatempos permanecerá inalterada, com uma única excepção através da qual se pretende uniformizar a estrutura competitiva dos diferentes passatempos e incrementar a equidade, qual seja a sua disputa no sistema de todos contra todos, abandonando a organização de grupos.
Peço-vos que formalizem a vossa inscrição neste post e que apresentem as sugestões que entendam por pertinentes.
5ª Edição do Espaço Prof. Karamba
Consiste em prognosticar os resultados dos jogos que integram cada uma das jornadas da Liga Sagres.
Cada participante será chamado a adivinhar os resultados dos jogos que compõem a jornada e disporá de um Joker, que lhe permitirá duplicar a pontuação obtida na partida em que for utilizado.
Serão atribuídos 10 pontos a quem acertar totalmente no resultado final verificado e 5 a quem palpitar correctamente o vencedor da partida (resultado final 2-1, aposta 2-1 - 10 pontos; resultado final 2-1, aposta 3-1 - 5 pontos).
Claro está, que se se verificar um empate, será aplicado o princípio supra enunciado (resultado final 2-2, aposta 2-2 - 10 pontos; resultado final 2-2, aposta 1-1 - 5 pontos).
Este Espaço iniciar-se-à na próxima jornada da Liga Sagres.
3ª Edição do Memorial Zandinga
O Memorial Zandinga é a versão relativa às competições europeias do já consagrado Espaço Prof. Karamba.
A sua configuração é a mesma do Espaço Prof. Karamba.
Os participantes serão chamados a palpitar os resultados das partidas da Champions e os desafios das equipas portuguesas que competem na Liga Europa.
3ª Edição do C´um Caneco (outro passatempo)
O C´um Caneco (outro passatempo)é a versão relativa à Taça de Portugal (a partir do momento em que as equipas da 1ª Liga sejam chamadas a participar na competição) e à Taça da Liga(a partir da próxima eliminatória)do já consagrado Espaço Prof. Karamba.
A sua configuração é a mesma do Espaço Prof. Karamba.
Não obstante, esta temporada os passatempos cingem-se ao Espaço Prof. Karamba, ao Memorial Zandinga e ao C´um Caneco (outro passatempo).
Equivale por dizer que não se disputará a Liga dos Astros (as dificuldades logísticas e outras do passado assim o determinam).
A mecânica dos demais passatempos permanecerá inalterada, com uma única excepção através da qual se pretende uniformizar a estrutura competitiva dos diferentes passatempos e incrementar a equidade, qual seja a sua disputa no sistema de todos contra todos, abandonando a organização de grupos.
Peço-vos que formalizem a vossa inscrição neste post e que apresentem as sugestões que entendam por pertinentes.
5ª Edição do Espaço Prof. Karamba
Consiste em prognosticar os resultados dos jogos que integram cada uma das jornadas da Liga Sagres.
Cada participante será chamado a adivinhar os resultados dos jogos que compõem a jornada e disporá de um Joker, que lhe permitirá duplicar a pontuação obtida na partida em que for utilizado.
Serão atribuídos 10 pontos a quem acertar totalmente no resultado final verificado e 5 a quem palpitar correctamente o vencedor da partida (resultado final 2-1, aposta 2-1 - 10 pontos; resultado final 2-1, aposta 3-1 - 5 pontos).
Claro está, que se se verificar um empate, será aplicado o princípio supra enunciado (resultado final 2-2, aposta 2-2 - 10 pontos; resultado final 2-2, aposta 1-1 - 5 pontos).
Este Espaço iniciar-se-à na próxima jornada da Liga Sagres.
3ª Edição do Memorial Zandinga
O Memorial Zandinga é a versão relativa às competições europeias do já consagrado Espaço Prof. Karamba.
A sua configuração é a mesma do Espaço Prof. Karamba.
Os participantes serão chamados a palpitar os resultados das partidas da Champions e os desafios das equipas portuguesas que competem na Liga Europa.
3ª Edição do C´um Caneco (outro passatempo)
O C´um Caneco (outro passatempo)é a versão relativa à Taça de Portugal (a partir do momento em que as equipas da 1ª Liga sejam chamadas a participar na competição) e à Taça da Liga(a partir da próxima eliminatória)do já consagrado Espaço Prof. Karamba.
A sua configuração é a mesma do Espaço Prof. Karamba.
domingo, setembro 06, 2009
O 1º Título Oficial da Época

O Benfica, após derrotar o Belenenses graças a um grande golo de Ricardinho na segunda parte, conquistou a 4ª Supertaça de Futsal na sua história.
Sob arbitragem de Vítor Clemente (Setúbal) e Hélder Carmo (Algarve), as equipas alinharam:
BENFICA - Bebé, Pedro Costa, Gonçalo Alves, Ricardinho e César Paulo. Jogaram ainda: Arnaldo Pereira, Zé Maria, Davi, Marinho e Joel Queirós.
BELENENSES - Marcão, Marcelinho, Paulo Henrique, Jardel e Diego Sol. Jogaram ainda: Ângelo, Pedro Cary, Vinícios, Paulinho, Coco e Nelson.
Quadro de Vencedores da Supertaça:
1997/1998 - Correio da Manhã
1998/1999 - Instituto D. João V
1999/2000 - Miramar
2000/2001 - Sporting
2001/2002 - Freixieiro
2002/2003 - Benfica
2003/2004 - Sporting
2004/2005 - Boavista
2005/2006 - Benfica
2006/2007 - Benfica
2007/2008 - Sporting
2008/2009 - Benfica
quinta-feira, setembro 03, 2009
A Propósito do SLBenfica vrs. Celtic - As vantagens superam os riscos?
De Toronto, o Benfica trouxe uma vitória, ritmo de jogo para os jogadores menos utilizados, uma aproximação da condição física destes em relação aos habituais titulares, a confirmação da capacidade e do talento de três juniores, receitas de publicidade decorrentes da transmissão televisiva pela Benfica TV e 300 mil Euros de "cachet".
Não obstante, trouxe, igualmente, dois jogadores lesionados e mais algumas horas de avião.
E dois jogadores que se juntam a um outro (Maxi Pereira) que também se encontra incapacitado e que alinha na mesma posição - lateral direito.
Dir-me-ão que o plantel comporta soluções capazes de suprir estas ausências.
Concordo, mas não é menos verdade que o que sucedeu com Luís Filipe e Ruben Amorim podia ter acontecido com Javi Garcia ou Di Maria, por exemplo.
Daí a minha interrogação: Será que as vantagens de disputar jogos particulares durante a temporada superam os riscos?
Nim!
Ou seja, depende das exigências do organizador.
Caso seja possível preservar a grande maioria dos titulares, especialmente aqueles cujo desempenho é mais relevante para o conjunto e aqueles cuja ausência se mostra mais difícil de colmatar, ou, pelo menos, restringir a duração da sua utilização, os riscos quase que desaparecem e as mais-valias são incontestáveis.
Caso contrário, e foi este o cenário que ontem se colocou ao Benfica, não vejo como o vil metal se possa impor ao perigo de perder um jogador importante para o resto da temporada.
Não obstante, trouxe, igualmente, dois jogadores lesionados e mais algumas horas de avião.
E dois jogadores que se juntam a um outro (Maxi Pereira) que também se encontra incapacitado e que alinha na mesma posição - lateral direito.
Dir-me-ão que o plantel comporta soluções capazes de suprir estas ausências.
Concordo, mas não é menos verdade que o que sucedeu com Luís Filipe e Ruben Amorim podia ter acontecido com Javi Garcia ou Di Maria, por exemplo.
Daí a minha interrogação: Será que as vantagens de disputar jogos particulares durante a temporada superam os riscos?
Nim!
Ou seja, depende das exigências do organizador.
Caso seja possível preservar a grande maioria dos titulares, especialmente aqueles cujo desempenho é mais relevante para o conjunto e aqueles cuja ausência se mostra mais difícil de colmatar, ou, pelo menos, restringir a duração da sua utilização, os riscos quase que desaparecem e as mais-valias são incontestáveis.
Caso contrário, e foi este o cenário que ontem se colocou ao Benfica, não vejo como o vil metal se possa impor ao perigo de perder um jogador importante para o resto da temporada.
Da Série "Outra Excepção porque se impõe..."
"Eles estão necessitados de um verdadeiro ponta-de-lança e então foram ao Brasil comprar um. (sorrisos).
Não fazemos isso na Dinamarca, nem no resto da Escandinávia, comparando com o que acontece nos países do Sul da Europa. Mas por mim está tudo bem."
Jon-Dahl Tomasson
Não fazemos isso na Dinamarca, nem no resto da Escandinávia, comparando com o que acontece nos países do Sul da Europa. Mas por mim está tudo bem."
Jon-Dahl Tomasson
SLBenfica - Celtic 3-1
Constituição das Equipas e Avaliação Quantitativa do Desempenho
Estádio BMO Field, em Toronto
Árbitro Silvu Petresco (Canadá)
BENFICA: Júlio César (3); Luís Filipe (-) (Ruben Amorim, 18m (3); Tiago Ramos, 90m (-)), Roderick (4), Sidnei (4) e Shaffer (3); Javí Garcia (3) (David, Luiz, 55m (3)); Di Maria (4), Ruben Pinto (4) (Diogo Figueiras, 81m (-)) e César Peixoto (3); Keirrison (3) e Nélson Oliveira (3) (Saviola, 62m (3)).
Não jogaram: Moreira e Tiago Ramos.
CELTIC: Dominic Cervi; Andreas Hinkel, Anton, Kurakins e Mark Wilson (Vallers, 76m); Josh Thompson, Danny Fox, Paddy McCourt, Santonocito (Forrest, 62m) e Mizuno; Marc Crosas e Paul McGowan.
Ao intervalo: 1-1.
Marcadores: Keirrison (3m), McGowan (45m), Ruben Pinto (58m) e Saviola (72m).
Disciplina: cartão amarelo a Javí Garcia (52m), David Luiz (80m), Di Maria (84m) e McGowan (84m).
Resultado final: 3-1.
Sistemas Tácticos
Benfica

Principais Incidências da Partida(fonte: www.youtube.com)
Arbitragem
Paupérrimo!
Equívocos atrás de equívocos, sempre em prejuízo do Benfica.
Vedetas
Di Maria
Assumiu-se como o dínamo dos movimentos ofensivos do Benfica.
Veloz, tecnicamente evoluído e esclarecido foi um verdadeiro "diabo à solta", insaciável e imparável na busca da baliza adversária.
Excelente desempenho, confirmando os predicados que se lhe assinalam na presente temporada.
Ruben Pinto
Um golo coroando um desempenho marcado pela lucidez, qualidade técnica e leitura de jogo.
Excelentes indicações deste júnior de primeiro ano a quem se augura um futuro promissor.
Roderick e Sidnei
Irrepreensíveis, numa prestação em que sobressaíram os seus dotes técnicos quando chamados a assumir o 1º momento de construção.
Marretas
Dominic Cervi
Até estava a exibir-se em bom plano, quando defendeu para a frente um remate de Di Maria, permitindo a Saviola uma recarga fácil.
Como diria Diácono Remédios: "Não havia necessidade!"
O Jogo
Positivo
O domínio e o controlo que o Benfica exerceu sobre a partida e o adversário na generalidade do tempo de jogo (o final da 1ª parte e o início da 2ª foi o período excepcional que confirmou a regra).
A intensidade, o ritmo, a velocidade e a dinâmica, que o Benfica emprestou ao jogo.
Pressão alta no sentido da recuperação da posse de bola no meio-campo adversário, por forma a explorar o desposicionamento contrário (o 2º golo nasceu, precisamente, de uma recuperação de Di Maria à saída da área escocesa).
Organização e equilíbrio defensivo, sem perder acutilância ofensiva.
A assimilação pelo plantel do modelo e dos princípios de jogo idealizados por Jorge Jesus.
Os pormenores técnicos de Di Maria e César Peixoto.
A desinibição de Rúben Pinto, que se cotou como um dos melhores em campo, pautando o seu desempenho pela lucidez, qualidade técnica e leitura de jogo.
O 1º golo de Keirrison ao serviço do Benfica e a iniciativa individual de Nelson Oliveira que o antecedeu.
Negativo
O adormecimento colectivo no período de tempo que mediou entre o golo escocês e o 2º golo do Benfica.
O árbitro.
As lesões de Ruben Amorim e Luís Filipe
Estádio BMO Field, em Toronto
Árbitro Silvu Petresco (Canadá)
BENFICA: Júlio César (3); Luís Filipe (-) (Ruben Amorim, 18m (3); Tiago Ramos, 90m (-)), Roderick (4), Sidnei (4) e Shaffer (3); Javí Garcia (3) (David, Luiz, 55m (3)); Di Maria (4), Ruben Pinto (4) (Diogo Figueiras, 81m (-)) e César Peixoto (3); Keirrison (3) e Nélson Oliveira (3) (Saviola, 62m (3)).
Não jogaram: Moreira e Tiago Ramos.
CELTIC: Dominic Cervi; Andreas Hinkel, Anton, Kurakins e Mark Wilson (Vallers, 76m); Josh Thompson, Danny Fox, Paddy McCourt, Santonocito (Forrest, 62m) e Mizuno; Marc Crosas e Paul McGowan.
Ao intervalo: 1-1.
Marcadores: Keirrison (3m), McGowan (45m), Ruben Pinto (58m) e Saviola (72m).
Disciplina: cartão amarelo a Javí Garcia (52m), David Luiz (80m), Di Maria (84m) e McGowan (84m).
Resultado final: 3-1.
Sistemas Tácticos
Benfica

Principais Incidências da Partida(fonte: www.youtube.com)
Arbitragem
Paupérrimo!
Equívocos atrás de equívocos, sempre em prejuízo do Benfica.
Vedetas
Di Maria
Assumiu-se como o dínamo dos movimentos ofensivos do Benfica.
Veloz, tecnicamente evoluído e esclarecido foi um verdadeiro "diabo à solta", insaciável e imparável na busca da baliza adversária.
Excelente desempenho, confirmando os predicados que se lhe assinalam na presente temporada.
Ruben Pinto
Um golo coroando um desempenho marcado pela lucidez, qualidade técnica e leitura de jogo.
Excelentes indicações deste júnior de primeiro ano a quem se augura um futuro promissor.
Roderick e Sidnei
Irrepreensíveis, numa prestação em que sobressaíram os seus dotes técnicos quando chamados a assumir o 1º momento de construção.
Marretas
Dominic Cervi
Até estava a exibir-se em bom plano, quando defendeu para a frente um remate de Di Maria, permitindo a Saviola uma recarga fácil.
Como diria Diácono Remédios: "Não havia necessidade!"
O Jogo
Positivo
O domínio e o controlo que o Benfica exerceu sobre a partida e o adversário na generalidade do tempo de jogo (o final da 1ª parte e o início da 2ª foi o período excepcional que confirmou a regra).
A intensidade, o ritmo, a velocidade e a dinâmica, que o Benfica emprestou ao jogo.
Pressão alta no sentido da recuperação da posse de bola no meio-campo adversário, por forma a explorar o desposicionamento contrário (o 2º golo nasceu, precisamente, de uma recuperação de Di Maria à saída da área escocesa).
Organização e equilíbrio defensivo, sem perder acutilância ofensiva.
A assimilação pelo plantel do modelo e dos princípios de jogo idealizados por Jorge Jesus.
Os pormenores técnicos de Di Maria e César Peixoto.
A desinibição de Rúben Pinto, que se cotou como um dos melhores em campo, pautando o seu desempenho pela lucidez, qualidade técnica e leitura de jogo.
O 1º golo de Keirrison ao serviço do Benfica e a iniciativa individual de Nelson Oliveira que o antecedeu.
Negativo
O adormecimento colectivo no período de tempo que mediou entre o golo escocês e o 2º golo do Benfica.
O árbitro.
As lesões de Ruben Amorim e Luís Filipe
quarta-feira, setembro 02, 2009
Da Série "Outra Excepção porque se impõe..." ou "Afinal ainda há Muito Bons Empregos em Portugal"

"ainda há empregos multimilionários no futebol português e os casos de Gilberto Madail e Ângelo Brou são o verdadeiro exemplo disso mesmo.
Enquanto Gilberto Madail, presidente da Federação Portuguesa de Futebol, vê depositado na sua conta bancária, todos os meses, 40 ordenados mínimos nacionais, mais senhas de presença na UEFA e na FIFA, mais cartões de crédito e automóvel, Ângelo Brou, secretário-geral da mesma organização, ganha cerca de 22 ordenados mínimos.
Ou seja, o primeiro cerca de 20 mil euros por mês e o segundo, 11 mil euros, mais todas as mordomias inerentes ao cargo que ocupam e não são poucas."
Marinho Neves, na Edição de hoje do Semanário Privado.
Da Série "Outra Excepção porque se impõe..."
«Liedson é um de nós» – Pepe
Não podia estar mais de acordo...
Não podia estar mais de acordo...
terça-feira, setembro 01, 2009
Um Olhar sobre a Jornada
Jornada nº 3
P. Ferreira 0 0 V.Guimarães
Naval 1 3 Porto
Leiria 0 0 Marítimo
Leixões 0 0 Rio Ave
Braga 3 1 Belenenses
Académica 0 2 Sporting
Nacional 1 1 Olhanense
Benfica 8 1 V.Setúbal
Golos 21
Espectadores 74.041
Jogo com Mais Espectadores Benfica-V.Setúbal (40.915)
Jogo com Menos Espectadores Paços de Ferreira-V.Guimarães(2.365)
Cartões Amarelos 39
Cartões Vermelhos 2
Classificação
1 Braga 9
2 Benfica 7
3 Porto 7
4 Marítimo 5
5 Rio Ave 5
6 Sporting 4
7 Belenenses 4
8 Leiria 3
9 Olhanense 3
10 P. Ferreira 3
11 Leixões 2
12 V.Guimarães 2
13 Nacional 2
14 Académica 1
15 Naval 1
16 V.Setúbal 1
On-Fire
Sp. Braga
Três jogos, três vitórias, liderança da Liga Sagres.
Repetindo o onze de Alvalade e com Hugo Viana particularmente inspirado, o Braga não conheceu reais dificuldades para derrotar o Belenenses.
A constância exibicional que evidencia parece poder projectar a equipa bracarense para um papel relevante na presente edição da Liga Sagres.
SLBenfica
A excelência da exibição encarnada plasmada na goleada do século no que às competições profissionais em Portugal respeita determina esta referência.
Sob Pressão
Académica e Naval
Os rivais da região Centro ainda não ganharam e, pior do que isso, demonstram pouca capacidade para o fazer com regularidade no futuro.
Em 3 jogos, a Académica não terminou nenhum com 11 jogadores e apenas marcou um golo.
A incorporação de Amaury Bischoff e João Ribeiro pode significar um acréscimo de qualidade importante, sendo certo, contudo, que continua a faltar um alternativa para Paulo Sérgio.
Se o espaço de manobra de Rogério Gonçalves era já de si escasso, fruto da contestação em torno da sua contratação, é agora reduzidíssimo.
Uma eventual derrota em Olhão pode precipitar a sua saída.
Ulisses Morais viu sair Paulão e Marcelinho e a equipa ressentiu-se.
Os reforços não revelam a mesma qualidade dos seus antecessores e as dificuldades são evidentes.
Vida difícil espera Ulisses Morais!
V.Setúbal
A humilhação da Luz é reflexo de uma época muito mal preparada.
Sem capacidade financeira para mais, apostou em atletas provenientes de ligas secundárias, muitos deles após um período de experiência.
Aliás, estas experiências condicionaram a qualidade do trabalho na pré-época e atrasaram a necessária consolidação dos princípios e do modelo de jogo do novo treinador.
Os reforços de última hora podem aportar outra qualidade e experiência a um grupo imberbe e de fracos recursos.
Vida muito difícil espera Carlos Azenha na sua primeira incursão como treinador principal.
Dream Team
Carlos
Ruben Amorim, F. Cardozo, Fábio Faria e André Pires
João Aurélio, Ramires, Aimar e Hugo Viana
Cardozo e Yontcha
Arbitragem
Numa jornada com poucos casos, nota apenas para a dualidade de critérios disciplinares de Jorge Sousa no AAC-Sporting.
A expulsão de Miguel Pedro por contraponto à não exibição de segundo cartão amarelo a Pedro Silva é exemplo maior da arbitrariedade do árbitro portuense.
P. Ferreira 0 0 V.Guimarães
Naval 1 3 Porto
Leiria 0 0 Marítimo
Leixões 0 0 Rio Ave
Braga 3 1 Belenenses
Académica 0 2 Sporting
Nacional 1 1 Olhanense
Benfica 8 1 V.Setúbal
Golos 21
Espectadores 74.041
Jogo com Mais Espectadores Benfica-V.Setúbal (40.915)
Jogo com Menos Espectadores Paços de Ferreira-V.Guimarães(2.365)
Cartões Amarelos 39
Cartões Vermelhos 2
Classificação
1 Braga 9
2 Benfica 7
3 Porto 7
4 Marítimo 5
5 Rio Ave 5
6 Sporting 4
7 Belenenses 4
8 Leiria 3
9 Olhanense 3
10 P. Ferreira 3
11 Leixões 2
12 V.Guimarães 2
13 Nacional 2
14 Académica 1
15 Naval 1
16 V.Setúbal 1
On-Fire
Sp. Braga
Três jogos, três vitórias, liderança da Liga Sagres.
Repetindo o onze de Alvalade e com Hugo Viana particularmente inspirado, o Braga não conheceu reais dificuldades para derrotar o Belenenses.
A constância exibicional que evidencia parece poder projectar a equipa bracarense para um papel relevante na presente edição da Liga Sagres.
SLBenfica
A excelência da exibição encarnada plasmada na goleada do século no que às competições profissionais em Portugal respeita determina esta referência.
Sob Pressão
Académica e Naval
Os rivais da região Centro ainda não ganharam e, pior do que isso, demonstram pouca capacidade para o fazer com regularidade no futuro.
Em 3 jogos, a Académica não terminou nenhum com 11 jogadores e apenas marcou um golo.
A incorporação de Amaury Bischoff e João Ribeiro pode significar um acréscimo de qualidade importante, sendo certo, contudo, que continua a faltar um alternativa para Paulo Sérgio.
Se o espaço de manobra de Rogério Gonçalves era já de si escasso, fruto da contestação em torno da sua contratação, é agora reduzidíssimo.
Uma eventual derrota em Olhão pode precipitar a sua saída.
Ulisses Morais viu sair Paulão e Marcelinho e a equipa ressentiu-se.
Os reforços não revelam a mesma qualidade dos seus antecessores e as dificuldades são evidentes.
Vida difícil espera Ulisses Morais!
V.Setúbal
A humilhação da Luz é reflexo de uma época muito mal preparada.
Sem capacidade financeira para mais, apostou em atletas provenientes de ligas secundárias, muitos deles após um período de experiência.
Aliás, estas experiências condicionaram a qualidade do trabalho na pré-época e atrasaram a necessária consolidação dos princípios e do modelo de jogo do novo treinador.
Os reforços de última hora podem aportar outra qualidade e experiência a um grupo imberbe e de fracos recursos.
Vida muito difícil espera Carlos Azenha na sua primeira incursão como treinador principal.
Dream Team
Carlos
Ruben Amorim, F. Cardozo, Fábio Faria e André Pires
João Aurélio, Ramires, Aimar e Hugo Viana
Cardozo e Yontcha
Arbitragem
Numa jornada com poucos casos, nota apenas para a dualidade de critérios disciplinares de Jorge Sousa no AAC-Sporting.
A expulsão de Miguel Pedro por contraponto à não exibição de segundo cartão amarelo a Pedro Silva é exemplo maior da arbitrariedade do árbitro portuense.
segunda-feira, agosto 31, 2009
SLBenfica - V. Setúbal 8-1 Esmagador!
Constituição das Equipas e Avaliação Quantitativa do Desempenho
Estádio do SL Benfica, em Lisboa
Árbitro: Duarte Gomes (AF Lisboa)
BENFICA
Quim (2); Rúben Amorim (4), Luisão (4), David Luiz (2) e Shaffer (3); Ramires (4), Javi Garcia (4), Di María (4), Aimar (4); Cardozo (4) e Saviola (4).
Suplentes: Moreira, Luis Filipe, Sidnei, Fábio Coentrão (4), César Peixoto (3), Keirrison e Nuno Gomes (4).
V. SETÚBAL
Mário Felgueiras (3); Sandro (1), Zarabi (1), Djikiné (0); Lourenço (2), Bruno Monteiro (1), Kazmierczak (0), Álvaro Fernandez (0), Rúben Lima (1); Keita (0) e Hélder Barbosa (3).
Suplentes: Matos, Vasco Varão (-), Luís Carlos (2), Joãozinho, Adul (-) e Rui Fonte.
Sistemas Tácticos
Benfica

V.Setúbal

Principais Incidências da Partida(fonte: www.youtube.com)
Arbitragem
Numa partida fácil de dirigir, um erro grave - perdoou a expulsão a Keita, quando aos 26 minutos, teve uma entrada duríssima sobre David Luiz
Vedetas
Aimar
Se estava fisicamente diminuído, não se notou!
Destilou classe sempre que tocou na bola.
Assistiu os dois primeiros golos e assinou o quarto num esplendoroso trabalho individual.
Saviola
Faltou-lhe apenas um golo para coroar uma exibição plena de dinamismo, mobilidade e polvilhada de pormenores de excelente execução técnica.
Excelente a sua movimentação entre-linhas.
Cardozo
O regresso aos golos. E logo com três!
Voltou à marca dos 11 metros e, desta feita, não perdoou.
Javi García
Cumpriu com competência a sua missão, cerceando célere as tímidas iniciativas setubalenses e conferindo fluidez à transição ofensiva.
Em Guimarães havia ameaçado e, hoje, concretizou o seu primeiro golo ao serviço do Benfica.
Ainda teve tempo de assistir Cardozo para o 6-0.
Ramires
Impressionante o vaivém incessante, que protagonizou na meia-direita benfiquista.
Clarividente, soube sempre optar pela melhor solução.
Revelou uma notável leitura de jogo, equilibrando ao meio com o mesmíssimo rigor com que aportou profundidade ao flanco.
Assinou um golo, num movimento pleno de oportunidade e de inteligência.
Marretas
A equipa do Vitória.
A inadmissível desconcentração de Quim e David Luiz no lance do golo vitoriano.
O Jogo
Positivo
Superioridade avassaladora - na intensidade, no ritmo, na dinâmica, na mobilidade, na organização, na capacidade técnica individual, na capacidade táctica colectiva e na finalização!
A intensidade e a velocidade com que o Benfica iniciou a partida, pressionando alto, asfixiando e subjugando, por completo, o adversário (um pouco à imagem dos célebres 15 minutos à Benfica).
Equilíbrio defensivo, sem perder acutilância ofensiva.
A qualidade dos movimentos ofensivos encarnados, pautados pela dinâmica, pela intensidade, pela velocidade e pelo acerto na concretização.
O Hat-trick de Cardozo.
A eficácia encarnada nos lances de bola parada.
A sublime execução técnica de Aimar no golo que obteve.
A "Vitamina" Coentrão, que reacendeu uma partida que resvalava para a modorra.
Negativo
O equívoco táctico de Azenha, procurando "plagiar" Vingada sem que disponha de jogadores capazes de interpretar semelhante esquema táctico.
A escassa qualidade técnica da generalidade dos jogadores setubalenses.
A excessiva "testosterona" com que o Vitória iniciou a partida e que resultou numa intolerável chusma de entradas perigosas, das quais a de Keita sobre David Luiz aos 26 minutos constituiu expoente máximo.
A inadmissível desconcentração de Quim e David Luiz no lance do golo.
Estádio do SL Benfica, em Lisboa
Árbitro: Duarte Gomes (AF Lisboa)
BENFICA
Quim (2); Rúben Amorim (4), Luisão (4), David Luiz (2) e Shaffer (3); Ramires (4), Javi Garcia (4), Di María (4), Aimar (4); Cardozo (4) e Saviola (4).
Suplentes: Moreira, Luis Filipe, Sidnei, Fábio Coentrão (4), César Peixoto (3), Keirrison e Nuno Gomes (4).
V. SETÚBAL
Mário Felgueiras (3); Sandro (1), Zarabi (1), Djikiné (0); Lourenço (2), Bruno Monteiro (1), Kazmierczak (0), Álvaro Fernandez (0), Rúben Lima (1); Keita (0) e Hélder Barbosa (3).
Suplentes: Matos, Vasco Varão (-), Luís Carlos (2), Joãozinho, Adul (-) e Rui Fonte.
Sistemas Tácticos
Benfica

V.Setúbal

Principais Incidências da Partida(fonte: www.youtube.com)
Arbitragem
Numa partida fácil de dirigir, um erro grave - perdoou a expulsão a Keita, quando aos 26 minutos, teve uma entrada duríssima sobre David Luiz
Vedetas
Aimar
Se estava fisicamente diminuído, não se notou!
Destilou classe sempre que tocou na bola.
Assistiu os dois primeiros golos e assinou o quarto num esplendoroso trabalho individual.
Saviola
Faltou-lhe apenas um golo para coroar uma exibição plena de dinamismo, mobilidade e polvilhada de pormenores de excelente execução técnica.
Excelente a sua movimentação entre-linhas.
Cardozo
O regresso aos golos. E logo com três!
Voltou à marca dos 11 metros e, desta feita, não perdoou.
Javi García
Cumpriu com competência a sua missão, cerceando célere as tímidas iniciativas setubalenses e conferindo fluidez à transição ofensiva.
Em Guimarães havia ameaçado e, hoje, concretizou o seu primeiro golo ao serviço do Benfica.
Ainda teve tempo de assistir Cardozo para o 6-0.
Ramires
Impressionante o vaivém incessante, que protagonizou na meia-direita benfiquista.
Clarividente, soube sempre optar pela melhor solução.
Revelou uma notável leitura de jogo, equilibrando ao meio com o mesmíssimo rigor com que aportou profundidade ao flanco.
Assinou um golo, num movimento pleno de oportunidade e de inteligência.
Marretas
A equipa do Vitória.
A inadmissível desconcentração de Quim e David Luiz no lance do golo vitoriano.
O Jogo
Positivo
Superioridade avassaladora - na intensidade, no ritmo, na dinâmica, na mobilidade, na organização, na capacidade técnica individual, na capacidade táctica colectiva e na finalização!
A intensidade e a velocidade com que o Benfica iniciou a partida, pressionando alto, asfixiando e subjugando, por completo, o adversário (um pouco à imagem dos célebres 15 minutos à Benfica).
Equilíbrio defensivo, sem perder acutilância ofensiva.
A qualidade dos movimentos ofensivos encarnados, pautados pela dinâmica, pela intensidade, pela velocidade e pelo acerto na concretização.
O Hat-trick de Cardozo.
A eficácia encarnada nos lances de bola parada.
A sublime execução técnica de Aimar no golo que obteve.
A "Vitamina" Coentrão, que reacendeu uma partida que resvalava para a modorra.
Negativo
O equívoco táctico de Azenha, procurando "plagiar" Vingada sem que disponha de jogadores capazes de interpretar semelhante esquema táctico.
A escassa qualidade técnica da generalidade dos jogadores setubalenses.
A excessiva "testosterona" com que o Vitória iniciou a partida e que resultou numa intolerável chusma de entradas perigosas, das quais a de Keita sobre David Luiz aos 26 minutos constituiu expoente máximo.
A inadmissível desconcentração de Quim e David Luiz no lance do golo.
domingo, agosto 30, 2009
Uma Excepção porque se impõe...
"Diga só uma, então. Só uma? Não posso! Não consigo! Como é que vou falar de um homem que chegou a Portugal, saiu daí sem ganhar nada e ainda é bem-visto? Dou valor é ao Queiroz, que ganhou dois títulos mundiais com os juniores. E também ao Humberto Coelho. Bolas, com ele, ganhávamos a dar espectáculo. Mas alguém duvida de que o Euro-00 foi o expoente máximo da geração de ouro? Alguém duvida? Não brinquem comigo!
Com Scolari... Estive nove meses, mas a primeira reunião dos capitães - eu, Couto, Figo e Rui Costa - foi suficiente para o entender. Chamou-nos à parte e disse-nos que estava ali para treinar a selecção e dar o salto para um grande europeu. Mas estamos a brincar ou quê? Mas que é isto? Um homem na selecção, que deve ser um privilégio, o maior privilégio, e ele só pensava em sair para um grande da Europa. Mas brincamos ou quê? Falava em seriedade e disciplina. Aliás, afastou carismáticos, como Baía e João Pinto, com base na disciplina. Isso é tudo muito bonito, mas ele não aplicava a regra. Nos almoços da selecção, a mesa dos jogadores é sempre maior que a dos treinadores, porque há mais jogadores que treinadores. Com o Scolari, não! A nossa tinha 18/20 pessoas. A dele era maior. Mas estamos a brincar? Mas estamos onde? Ele levava os amigos brasileiros, os amiguinhos da Nike. Sim, porque ele é patrocinado pela Nike e entre um jogador da Nike e um da Adidas, escolhia sempre o da Nike. Mas depois, lá vinha com a lengalenga da disciplina. Então mas eu, que nasci em Coimbra, em Portugal, deixo-me ficar? Numa situação destas, deixo de agir? Mas estamos onde, pá? Que é isto? Ele ganhou o quê? Foi a uma final em casa e perdeu-a [Euro-04]. Mas há mais.
Quem? O Dr. Merdaíl. Disse Merdaíl? Enganei--me. É Madaíl, Madaíl. Depois do fiasco do Mundial-02 [Portugal eliminado na fase de grupos por EUA e Coreia do Sul], escondeu-se atrás de uma carcaça, atrás de um campeão do mundo [o Brasil venceu esse Mundial-02, com Scolari a seleccionador]. Isso é atirar areia para os olhos dos outros. Desculpe lá, mas apetece-me partir a loiça toda. Nasci aí, em Portugal, e não aceito que arruínem o nosso futebol."
Excerto de uma entrevista de Sérgio Conceição ao Diário I
Com Scolari... Estive nove meses, mas a primeira reunião dos capitães - eu, Couto, Figo e Rui Costa - foi suficiente para o entender. Chamou-nos à parte e disse-nos que estava ali para treinar a selecção e dar o salto para um grande europeu. Mas estamos a brincar ou quê? Mas que é isto? Um homem na selecção, que deve ser um privilégio, o maior privilégio, e ele só pensava em sair para um grande da Europa. Mas brincamos ou quê? Falava em seriedade e disciplina. Aliás, afastou carismáticos, como Baía e João Pinto, com base na disciplina. Isso é tudo muito bonito, mas ele não aplicava a regra. Nos almoços da selecção, a mesa dos jogadores é sempre maior que a dos treinadores, porque há mais jogadores que treinadores. Com o Scolari, não! A nossa tinha 18/20 pessoas. A dele era maior. Mas estamos a brincar? Mas estamos onde? Ele levava os amigos brasileiros, os amiguinhos da Nike. Sim, porque ele é patrocinado pela Nike e entre um jogador da Nike e um da Adidas, escolhia sempre o da Nike. Mas depois, lá vinha com a lengalenga da disciplina. Então mas eu, que nasci em Coimbra, em Portugal, deixo-me ficar? Numa situação destas, deixo de agir? Mas estamos onde, pá? Que é isto? Ele ganhou o quê? Foi a uma final em casa e perdeu-a [Euro-04]. Mas há mais.
Quem? O Dr. Merdaíl. Disse Merdaíl? Enganei--me. É Madaíl, Madaíl. Depois do fiasco do Mundial-02 [Portugal eliminado na fase de grupos por EUA e Coreia do Sul], escondeu-se atrás de uma carcaça, atrás de um campeão do mundo [o Brasil venceu esse Mundial-02, com Scolari a seleccionador]. Isso é atirar areia para os olhos dos outros. Desculpe lá, mas apetece-me partir a loiça toda. Nasci aí, em Portugal, e não aceito que arruínem o nosso futebol."
Excerto de uma entrevista de Sérgio Conceição ao Diário I
Artigo de Opinião de Ricardo Araújo Pereira
GOSTAVA de começar por pedir desculpa pelo que aqui escrevi na semana passada. Quando falei dos sucessivos espancamentos que vitimam os funcionários do Porto, cometi um erro grave: esqueci-me das agressões que, também na região do grande Porto, têm vitimado os jornalistas. Carlos Pinhão foi espancado à saída de um Beira-Mar-Porto, Marinho Neves foi agredido várias vezes e, a fazer fé nos jornais, esta semana calhou a um repórter do Jornal de Notícias ser vítima de atropelamento e fuga. Desta vez, não se trata de um jornalista desportivo e, como fazia cobertura a um caso da vida privada de Pinto da Costa, o acontecimento não deveria ter repercussão nos jornais desportivos. Foi então que a SAD do Porto emitiu um comunicado a explicar o sucedido, e nessa altura o episódio passou a pertencer ao âmbito do futebol. Notou-se. A polémica que se seguiu foi mais parecida com uma discussão sobre futebol do que com uma conversa sobre código da estrada. O jornalista disse que foi atropelado; a SAD diz que houve apenas um contacto lícito entre o retrovisor e o homem. Uma espécie de carga de ombro automobilística. É tudo uma questão de intensidade, como diria Pôncio Monteiro. As testemunhas disseram que a polícia mandou parar o carro; a SAD alega que o motorista não ouviu o apito, pelo que não há lugar à amostragem do cartão amarelo.
Como é evidente, tratar o episódio como um caso futebolístico, e não como um problema de trânsito, beneficia Pinto da Costa: no mundo do futebol, em princípio, nunca lhe acontece nada.
NO dia 9 de Junho, em entrevista à RTP, José Eduardo Bettencourt disse que Paulo Bento era, e cito, «o melhor treinador da história do Sporting». Em Julho, depois do falecimento de Bobby Robson, recordou o inglês como «um bom treinador», e disse que o seu despedimento por Sousa Cintra tinha sido um «erro histórico do Sporting». Em Maio, já tinha dito «Paulo Bento forever». Em princípio, portanto, e tendo em conta que forever dura bastante tempo, neste momento é mais provável o Sporting despedir o presidente do que o treinador.
Benfica-Marítimo. Na grande área dos visitantes, um defesa lança-se para o chão e, inadvertidamente, toca com a mão na bola. O jogo estava empatado. O árbitro mandou seguir. Sporting-Braga. Na grande área dos visitantes, um defesa lança-se para o chão e, inadvertidamente, toca com a mão na bola. O jogo estava empatado. O árbitro mandou seguir. Porto-Nacional. Na grande área dos visitantes, um defesa lança-se para o chão e, inadvertidamente, toca com a mão na bola. O jogo estava empatado. O árbitro marcou penalty. Diz-se que faz falta definir um critério para ajudar a avaliar estes lances. Como é óbvio, o critério já existe. Toda a gente o conhece, e é bem antigo.
Como é evidente, tratar o episódio como um caso futebolístico, e não como um problema de trânsito, beneficia Pinto da Costa: no mundo do futebol, em princípio, nunca lhe acontece nada.
NO dia 9 de Junho, em entrevista à RTP, José Eduardo Bettencourt disse que Paulo Bento era, e cito, «o melhor treinador da história do Sporting». Em Julho, depois do falecimento de Bobby Robson, recordou o inglês como «um bom treinador», e disse que o seu despedimento por Sousa Cintra tinha sido um «erro histórico do Sporting». Em Maio, já tinha dito «Paulo Bento forever». Em princípio, portanto, e tendo em conta que forever dura bastante tempo, neste momento é mais provável o Sporting despedir o presidente do que o treinador.
Benfica-Marítimo. Na grande área dos visitantes, um defesa lança-se para o chão e, inadvertidamente, toca com a mão na bola. O jogo estava empatado. O árbitro mandou seguir. Sporting-Braga. Na grande área dos visitantes, um defesa lança-se para o chão e, inadvertidamente, toca com a mão na bola. O jogo estava empatado. O árbitro mandou seguir. Porto-Nacional. Na grande área dos visitantes, um defesa lança-se para o chão e, inadvertidamente, toca com a mão na bola. O jogo estava empatado. O árbitro marcou penalty. Diz-se que faz falta definir um critério para ajudar a avaliar estes lances. Como é óbvio, o critério já existe. Toda a gente o conhece, e é bem antigo.
sexta-feira, agosto 28, 2009
Um Exemplo do Jornalismo que (não) se faz em Portugal
Correio da Manhã
Crónica do Jogo:
(...) " numa noite em que regressaram os maus cruzamentos de Luís Filipe, as desatenções de Sidnei e o atraso de forma de Keirrison e Nuno Gomes. E o adaptado David Luiz viveu um descalabro defensivo no flanco esquerdo."
(...) "Javi García cometeu a proeza de chegar ao fim do jogo só com um amarelo, mas voltou a mostrar um descontrolo que ainda lhe vai custar caro."
Apreciação Individual dos Jogadores:
"Luís Filipe – Regressou em bom plano, um ano depois de ter sido emprestado ao Vitória de Guimarães, mas deixou-se antecipar no segundo golo do Poltava."
"Sidnei – Habitual suplente de David Luiz, aproveitou bem a oportunidade, mostrando ser alternativa."
"David Luiz – Novamente colocado na esquerda, voltou a estar em bom nível, confirmando ser um dos mais polivalentes do plantel."
"Javi García – Precioso no apoio aos centrais e nas recuperações de bola, foi crucial para a equipa."
"Nuno Gomes – Na retina ficou uma bela jogada de entendimento com César Peixoto, que este desaproveitou na cara do guarda-redes."
"Keirrison – Não mostrou instinto de matador. Aos 19 minutos, foi isolado por César Peixoto, mas permitiu a defesa do guarda-redes."
Crónica do Jogo:
(...) " numa noite em que regressaram os maus cruzamentos de Luís Filipe, as desatenções de Sidnei e o atraso de forma de Keirrison e Nuno Gomes. E o adaptado David Luiz viveu um descalabro defensivo no flanco esquerdo."
(...) "Javi García cometeu a proeza de chegar ao fim do jogo só com um amarelo, mas voltou a mostrar um descontrolo que ainda lhe vai custar caro."
Apreciação Individual dos Jogadores:
"Luís Filipe – Regressou em bom plano, um ano depois de ter sido emprestado ao Vitória de Guimarães, mas deixou-se antecipar no segundo golo do Poltava."
"Sidnei – Habitual suplente de David Luiz, aproveitou bem a oportunidade, mostrando ser alternativa."
"David Luiz – Novamente colocado na esquerda, voltou a estar em bom nível, confirmando ser um dos mais polivalentes do plantel."
"Javi García – Precioso no apoio aos centrais e nas recuperações de bola, foi crucial para a equipa."
"Nuno Gomes – Na retina ficou uma bela jogada de entendimento com César Peixoto, que este desaproveitou na cara do guarda-redes."
"Keirrison – Não mostrou instinto de matador. Aos 19 minutos, foi isolado por César Peixoto, mas permitiu a defesa do guarda-redes."
quinta-feira, agosto 27, 2009
Poltava-SLBenfica 2-1 Inadmissível Ausência
Constituição das Equipas e Avaliação Quantitativa do Desempenho
Estádio Oleksiy Butovskiy, em Poltava (Ucrânia)
Árbitro: Claudio Circhetta (Suíça)
POLTAVA: Dolganskyy (3); Yarmash (3) (Bezus, 46m (4)), Medvediev (3), Dallku (3) e Curri (3); Krasnoporov (3), Markoski (4) (Chesnakov, 89m (-)) e Despotvski (3); Kulakov (3), Yesin (3) e Sachko (3) (Chychykov, 72m (2)).
Suplentes: Velychko, Gromov, Pyeskov e Januzi.
Treinador: Mykola Pavlov.
BENFICA: Moreira (1); Luís Filipe (2), Luisão (2), Sidnei (3) e David Luiz (2); Javi Garcia (3), Ramires (3) (Rúben Amorim, 71m (2)) , Fábio Coentrão (2) (Di Maria, 63m (2)) e César Peixoto (2); Nuno Gomes (3) (Saviola, 46m (3)) e Keirrison (2).
Suplentes: Júlio César, Miguel Vítor, Shaffer e Cardozo.
Treinador: Jorge Jesus.
Disciplina: Cartão amarelo para Nuno Gomes (10m), Yarmash (21m), Saviola (68m), Javi Garcia (76m), Bezus (87m).
Golos: Sachko (1-0, 48m), Saviola (1-1, 60m), Yesin (2-1, 73m).
Ao intervalo: 0-0.
Resultado final: 2-1.
Sistemas Tácticos
Poltava

Benfica

Principais Incidências da Partida(fonte: www.sapo.pt;www.record.pt)
48' VORSKLA POLTAVA
GOOOOOLO de Sachko
Contra-ataque rápido de Kulakov. Cruzamento largo para Sachko ao segundo poste. Moreira saiu em falso e o ponta-de-lança ucraniano tem tempo para dominar e fazer o remate fatal
60' BENFICA
GOOOOOLO de Saviola
Livre apontado por César Peixoto para o miolo da área. O desvio deficiente de um ucraniano leva a bola para o argentino que, junto à esquina esquerda da pequena área, apara com o pé esquerdo e fuzila com o direito para o ângulo superior do lado oposto da baliza
74' VORSKLA POLTAVA
GOOOOOLO de Esin
Kulakov volta a ser decisivo com um cruzamento rasteiro perigoso. Luís Filipe, depois Luisão, falha o corte e o extremo surge a fuzilar Moreira
Arbitragem
Apitou muito e nem sempre bem.
Vedetas

Pela exemplar execução técnica no lance do golo.
Markoski

Um oásis de qualidade superior numa equipa apenas esforçada
Marretas

Na única vez em que foi chamado a intervir, falhou.
E fê-lo clamorosamente!
Deu razão a Jesus ao ter concedido a titularidade a Quim.
O Jogo
Positivo
A exemplar execução técnica de Saviola no golo.
A entrega dos ucranianos, premiada com uma vitória mais do que merecida.
Negativo
Falta de atitude competitiva ou Competir treinando ao invés de treinar competindo
Intolerável a complacência e a mansidão da generalidade dos jogadores do Benfica, incompatível com a história e o prestígio europeu granjeado pelo clube.
O "perú" de Moreira no 1º golo e os equívocos de marcação de Luís Filipe nos tentos ucranianos.
A sobre-utilização de Peixoto e Keirisson, sem condição física para 60 minutos quanto mais para 90.
A não utilização de Miguel Vítor, aparentemente proscrito.
Estádio Oleksiy Butovskiy, em Poltava (Ucrânia)
Árbitro: Claudio Circhetta (Suíça)
POLTAVA: Dolganskyy (3); Yarmash (3) (Bezus, 46m (4)), Medvediev (3), Dallku (3) e Curri (3); Krasnoporov (3), Markoski (4) (Chesnakov, 89m (-)) e Despotvski (3); Kulakov (3), Yesin (3) e Sachko (3) (Chychykov, 72m (2)).
Suplentes: Velychko, Gromov, Pyeskov e Januzi.
Treinador: Mykola Pavlov.
BENFICA: Moreira (1); Luís Filipe (2), Luisão (2), Sidnei (3) e David Luiz (2); Javi Garcia (3), Ramires (3) (Rúben Amorim, 71m (2)) , Fábio Coentrão (2) (Di Maria, 63m (2)) e César Peixoto (2); Nuno Gomes (3) (Saviola, 46m (3)) e Keirrison (2).
Suplentes: Júlio César, Miguel Vítor, Shaffer e Cardozo.
Treinador: Jorge Jesus.
Disciplina: Cartão amarelo para Nuno Gomes (10m), Yarmash (21m), Saviola (68m), Javi Garcia (76m), Bezus (87m).
Golos: Sachko (1-0, 48m), Saviola (1-1, 60m), Yesin (2-1, 73m).
Ao intervalo: 0-0.
Resultado final: 2-1.
Sistemas Tácticos
Poltava

Benfica

Principais Incidências da Partida(fonte: www.sapo.pt;www.record.pt)
48' VORSKLA POLTAVA
GOOOOOLO de Sachko
Contra-ataque rápido de Kulakov. Cruzamento largo para Sachko ao segundo poste. Moreira saiu em falso e o ponta-de-lança ucraniano tem tempo para dominar e fazer o remate fatal
60' BENFICA
GOOOOOLO de Saviola
Livre apontado por César Peixoto para o miolo da área. O desvio deficiente de um ucraniano leva a bola para o argentino que, junto à esquina esquerda da pequena área, apara com o pé esquerdo e fuzila com o direito para o ângulo superior do lado oposto da baliza
74' VORSKLA POLTAVA
GOOOOOLO de Esin
Kulakov volta a ser decisivo com um cruzamento rasteiro perigoso. Luís Filipe, depois Luisão, falha o corte e o extremo surge a fuzilar Moreira
Arbitragem
Apitou muito e nem sempre bem.
Vedetas

Pela exemplar execução técnica no lance do golo.
Markoski

Um oásis de qualidade superior numa equipa apenas esforçada
Marretas

Na única vez em que foi chamado a intervir, falhou.
E fê-lo clamorosamente!
Deu razão a Jesus ao ter concedido a titularidade a Quim.
O Jogo
Positivo
A exemplar execução técnica de Saviola no golo.
A entrega dos ucranianos, premiada com uma vitória mais do que merecida.
Negativo
Falta de atitude competitiva ou Competir treinando ao invés de treinar competindo
Intolerável a complacência e a mansidão da generalidade dos jogadores do Benfica, incompatível com a história e o prestígio europeu granjeado pelo clube.
O "perú" de Moreira no 1º golo e os equívocos de marcação de Luís Filipe nos tentos ucranianos.
A sobre-utilização de Peixoto e Keirisson, sem condição física para 60 minutos quanto mais para 90.
A não utilização de Miguel Vítor, aparentemente proscrito.
quarta-feira, agosto 26, 2009
Despudor!
1 - Quando Queirós assumiu o comando técnico da selecção nacional, proclamou a renovação.
Renovação do quadro de jogadores, mas também da própria ideia de selecção.
Aludiu, inclusive, a princípios éticos como imperativo de conduta.
Hoje, convocou Liedson, nascido em Cairu, Brasil, a 17-12-1977...
2 - Um crime de lesa-futebol.
Um crime de lesa-pátria.
Uma inadmissível corrupção dos valores que devem presidir à representação nacional.
3 - A partir de agora, chamem-lhe o que quiserem, mas não mais Selecção Nacional.
4 - Quando Juan Diaz foi contratado para seleccionador nacional de Voleibol expurgou a representação nacional da chusma de luso-brasileiros que a compunham.
Perscrutou e encontrou um conjunto de jovens valores portugueses, que sucessivas gerações de treinadores haviam teimado em ignorar.
Resultado: Presença no Campeonato Mundial e Consagração Internacional da generalidade dos jogadores.
Após ter tomado posse como treinador da selecção nacional de basquetebol, Valentin Melnychuk foi, progressivamente, prescindindo dos habituais norte-americanos naturalizados.
Resultado: Presença na fase final do Campeonato Europeu.
Parecem-me exemplos suficientemente elucidativos do quão despudorado, insultuoso e ofensivo é o caminho trilhado por Queirós!
5 - Por outro lado, convocar Miguel, Ricardo Carvalho, Deco, Maniche ou Nuno Gomes é um exemplo acabado de rejuvenescimento!
6 - Ontem, declarei-me apátrida futebolístico, pelo que este blog não mais acompanhará a selecção luso-canarinha da dupla sertaneja Gilberto&Carlos!
Renovação do quadro de jogadores, mas também da própria ideia de selecção.
Aludiu, inclusive, a princípios éticos como imperativo de conduta.
Hoje, convocou Liedson, nascido em Cairu, Brasil, a 17-12-1977...
2 - Um crime de lesa-futebol.
Um crime de lesa-pátria.
Uma inadmissível corrupção dos valores que devem presidir à representação nacional.
3 - A partir de agora, chamem-lhe o que quiserem, mas não mais Selecção Nacional.
4 - Quando Juan Diaz foi contratado para seleccionador nacional de Voleibol expurgou a representação nacional da chusma de luso-brasileiros que a compunham.
Perscrutou e encontrou um conjunto de jovens valores portugueses, que sucessivas gerações de treinadores haviam teimado em ignorar.
Resultado: Presença no Campeonato Mundial e Consagração Internacional da generalidade dos jogadores.
Após ter tomado posse como treinador da selecção nacional de basquetebol, Valentin Melnychuk foi, progressivamente, prescindindo dos habituais norte-americanos naturalizados.
Resultado: Presença na fase final do Campeonato Europeu.
Parecem-me exemplos suficientemente elucidativos do quão despudorado, insultuoso e ofensivo é o caminho trilhado por Queirós!
5 - Por outro lado, convocar Miguel, Ricardo Carvalho, Deco, Maniche ou Nuno Gomes é um exemplo acabado de rejuvenescimento!
6 - Ontem, declarei-me apátrida futebolístico, pelo que este blog não mais acompanhará a selecção luso-canarinha da dupla sertaneja Gilberto&Carlos!
terça-feira, agosto 25, 2009
Apátrida Futebolístico

Acabo de saber, via Futebolartte, que Liedson será convocado por Carlos Queirós para os próximos encontros com a Dinamarca e Hungria (a 5 e 9 de Setembro).
Desde já afirmo que, a confirmar-se esta triste notícia, me considerarei, a partir desse momento, apátrida futebolístico.
Tudo tem um limite e o meu foi alcançado!
segunda-feira, agosto 24, 2009
Um Olhar sobre a Jornada
Jornada nº 2
Olhanense 0 0 Leiria
Académica 1 1 P. Ferreira
Sporting 1 2 Braga
Marítimo 1 0 Leixões
Rio Ave 1 0 V.Setúbal
V.Guimarães 0 1 Benfica
Porto 3 0 Nacional
Belenenses 2 0 Naval
Golos 11
Espectadores 105.173
Jogo com Mais Espectadores Porto-Nacional (40.309)
Jogo com Menos Espectadores AAC-Paços de Ferreira(2.202)
Cartões Amarelos 30
Cartões Vermelhos 5
Classificação
1 Braga 6
2 Marítimo 4
3 Benfica 4
4 Porto 4
5 Belenenses 4
6 Rio Ave 4
7 Leiria 2
8 Olhanense 2
9 P. Ferreira 2
10 Sporting 1
11 Leixões 1
12 V.Guimarães 1
13 V.Setúbal 1
14 Nacional 1
15 Académica 1
16 Naval 1
On-Fire
Sp. Braga
Dois jogos, duas vitórias, liderança da Liga Sagres.
Conservando inalterados quer o modelo e os princípios de jogo, quer a generalidade dos jogadores da época passada (Hugo Viana foi a excepção que confirmou a regra), Domingos repetiu o feito de Jorge Jesus e derrotou, sem apelo, nem agravo, o Sporting em Alvalade.
Notável concentração competitiva, irrepreensível organização defensiva e aquela pontinha de sorte sempre imprescindível nestas ocasiões foram os predicados maiores de um conjunto que, a partir do primeiro golo, controlou a partida.
Destaque para as exibições de Vandinho, o pêndulo, Alan, autor de um magnífico golo, e João Pereira, laborioso no incessante vaivém pelo flanco direito.
Belenenses
Após mais uma repescagem administrativa, os azuis do Restelo parecem renascidos das cinzas.
Sob o comando de João Carlos Pereira, que, com excepção do Estoril na temporada transacta, tem acumulado insucessos, o Belenenses apresenta um registo defensivamente imaculado.
Com um plantel de "tostões", muito jovem, inexperiente e curto, o êxito pode ser fogo-fátuo.
Veremos se Nelson, Beto e José Pedro serão capazes de transmitir a necessária tranquilidade nos momentos mais quentes da época.
Louva-se a aposta, mais forçada do que pensada, nas camadas jovens.
Sob Pressão
Sporting
A derrota caseira frente ao Braga agitou os dias leoninos, quase que prenunciando um motim assim se confirme a eliminação da Champions.
Mais do que a ausência de vitórias em jogos oficiais, avulta a exaustão do modelo de jogo e do sistema táctico, a teimosia de algumas escolhas, o divórcio entre alguns jogadores e Paulo Bento e, muito especialmente, entre a massa associativa e o treinador.
Previsibilidade talvez seja a melhor forma de definir o actual Sporting.
Inclusivamente nas substituições. Aliás, a titularidade de Pedro Silva apenas encontra razão de ser na possibilidade de repetir a sua troca por Pereirinha.
Liedson e João Moutinho têm sido os sustentáculos do Sporting nas últimas temporadas e o seu paupérrimo momento de forma, também, ajuda a explicar o titubeante arranque leonino.
É muito difícil, senão impossível, construir uma equipa competitiva com um guarda-redes imberbe e dois laterais vulgares (até mesmo Polga tem acumulado equívocos).
Caso seja eliminado da Champions e não triunfe em Coimbra, apenas restará a Paulo Bento demitir-se.
Dream Team
Nilson
João Pereira, David Luiz, Moisés e Alonso
Alan, Vandinho, Ramires e Bruno Gama
Falcao e Yontcha
Arbitragem
Mais do que qualquer erro, importa reflectir sobre a evidente dualidade de critérios entre os árbitros da Liga Sagres.
O que para Artur Soares Dias e Olegário Benquerença não foi penalty, foi-o (e acertadamente, acrescente-se) para João Ferreira.
Se Vítor Pereira serve para alguma coisa, este é o momento certo para o demonstrar!
Estabeleçam-se parâmetros claros e precisos para uma boa avaliação deste tipo de lances, comuniquem-nos aos árbitros e tornem-nos públicos.
A equidade agradece!
Olhanense 0 0 Leiria
Académica 1 1 P. Ferreira
Sporting 1 2 Braga
Marítimo 1 0 Leixões
Rio Ave 1 0 V.Setúbal
V.Guimarães 0 1 Benfica
Porto 3 0 Nacional
Belenenses 2 0 Naval
Golos 11
Espectadores 105.173
Jogo com Mais Espectadores Porto-Nacional (40.309)
Jogo com Menos Espectadores AAC-Paços de Ferreira(2.202)
Cartões Amarelos 30
Cartões Vermelhos 5
Classificação
1 Braga 6
2 Marítimo 4
3 Benfica 4
4 Porto 4
5 Belenenses 4
6 Rio Ave 4
7 Leiria 2
8 Olhanense 2
9 P. Ferreira 2
10 Sporting 1
11 Leixões 1
12 V.Guimarães 1
13 V.Setúbal 1
14 Nacional 1
15 Académica 1
16 Naval 1
On-Fire
Sp. Braga
Dois jogos, duas vitórias, liderança da Liga Sagres.
Conservando inalterados quer o modelo e os princípios de jogo, quer a generalidade dos jogadores da época passada (Hugo Viana foi a excepção que confirmou a regra), Domingos repetiu o feito de Jorge Jesus e derrotou, sem apelo, nem agravo, o Sporting em Alvalade.
Notável concentração competitiva, irrepreensível organização defensiva e aquela pontinha de sorte sempre imprescindível nestas ocasiões foram os predicados maiores de um conjunto que, a partir do primeiro golo, controlou a partida.
Destaque para as exibições de Vandinho, o pêndulo, Alan, autor de um magnífico golo, e João Pereira, laborioso no incessante vaivém pelo flanco direito.
Belenenses
Após mais uma repescagem administrativa, os azuis do Restelo parecem renascidos das cinzas.
Sob o comando de João Carlos Pereira, que, com excepção do Estoril na temporada transacta, tem acumulado insucessos, o Belenenses apresenta um registo defensivamente imaculado.
Com um plantel de "tostões", muito jovem, inexperiente e curto, o êxito pode ser fogo-fátuo.
Veremos se Nelson, Beto e José Pedro serão capazes de transmitir a necessária tranquilidade nos momentos mais quentes da época.
Louva-se a aposta, mais forçada do que pensada, nas camadas jovens.
Sob Pressão
Sporting
A derrota caseira frente ao Braga agitou os dias leoninos, quase que prenunciando um motim assim se confirme a eliminação da Champions.
Mais do que a ausência de vitórias em jogos oficiais, avulta a exaustão do modelo de jogo e do sistema táctico, a teimosia de algumas escolhas, o divórcio entre alguns jogadores e Paulo Bento e, muito especialmente, entre a massa associativa e o treinador.
Previsibilidade talvez seja a melhor forma de definir o actual Sporting.
Inclusivamente nas substituições. Aliás, a titularidade de Pedro Silva apenas encontra razão de ser na possibilidade de repetir a sua troca por Pereirinha.
Liedson e João Moutinho têm sido os sustentáculos do Sporting nas últimas temporadas e o seu paupérrimo momento de forma, também, ajuda a explicar o titubeante arranque leonino.
É muito difícil, senão impossível, construir uma equipa competitiva com um guarda-redes imberbe e dois laterais vulgares (até mesmo Polga tem acumulado equívocos).
Caso seja eliminado da Champions e não triunfe em Coimbra, apenas restará a Paulo Bento demitir-se.
Dream Team
Nilson
João Pereira, David Luiz, Moisés e Alonso
Alan, Vandinho, Ramires e Bruno Gama
Falcao e Yontcha
Arbitragem
Mais do que qualquer erro, importa reflectir sobre a evidente dualidade de critérios entre os árbitros da Liga Sagres.
O que para Artur Soares Dias e Olegário Benquerença não foi penalty, foi-o (e acertadamente, acrescente-se) para João Ferreira.
Se Vítor Pereira serve para alguma coisa, este é o momento certo para o demonstrar!
Estabeleçam-se parâmetros claros e precisos para uma boa avaliação deste tipo de lances, comuniquem-nos aos árbitros e tornem-nos públicos.
A equidade agradece!
domingo, agosto 23, 2009
V. Guimarães - SLBenfica 0-1 A Ilustre Casa de Ramires
Constituição das Equipas e Avaliação Quantitativa do Desempenho
Estádio D. Afonso Henriques, em Guimarães
Árbitro: Pedro Proença (AF Lisboa)
V. Guimarães: Nilson (4); Andrezinho (3), Sereno (3), Gustavo Lazzaretti (3) e Desmarets (3); Moreno (3), Flávio Meireles (1) e Nuno Assis (2); Jorge Gonçalves (2) (Alex, 59m (2)), Targino (3) e Douglas (2).
Suplentes: Serginho, Roberto, Rui Miguel, Marquinho, Custódio e Tiago Alencar.
Treinador: Nelo Vingada.
Benfica: Quim (1); Rúben Amorim (3), Luisão (2), David Luiz (4) e Shaffer (3); Javi Garcia (3) (Nuno Gomes, 74m (2)), Ramires (4), Di Maria (3) e Aimar (2) (Fábio Coentrão, 55m (2)); Saviola (1) (Keirrison, 46m (1)) e Cardozo (1).
Suplentes: Moreira, Luís Filipe, Sidnei e César Peixoto.
Treinador: Jorge Jesus.
Golos: Ramires (0-1, 90m)
Disciplina: Cartão amarelo para Javi Garcia (28m), Flávio Meireles (52m), Nuno Assis (72m), Fábio Coentrão (90+2m). Cartão vermelho a Flávio Meireles (60m), Nuno Assis (90+2).
Ao intervalo: 0-0.
Resultado final: 0-1
Sistemas Tácticos
V. Guimarães

Benfica

Principais Incidências da Partida(fonte: www.sapo.pt;www.record.pt)
Sereno, de cabeça, levou a melhor sobre os centrais, mas Quim respondeu com grande defesa, cedendo novo canto.
Enorme oportunidade para o Benfica, com Di María a desmarcar o compatriota Aimar que, isolado, não marca por centímetros. O remate, contudo, é defendido por Nilson, embora o juiz não tenha assinalado o canto.
Penalty para o Benfica. Flávio Meireles joga a bola com a mão, após canto de Di María.
Nilson, com o pé, defende forte pontapé de Cardozo que, em dois jogos do Campeonato, soma duas penalidades desperdiçadas.
GOOOOOLO de Ramires
Livre para o Benfica, depois de Alex derrubar Fábio Coentrão. O mesmo Coentrão levantou e o internacional brasileiro, nas alturas, cabeceou sem hipóteses para Nilson.
Arbitragem
Um ou outro erro de pormenor não ensombram um desempenho globalmente positivo.
Ajuizou bem o lance de grande penalidade a favor do Benfica.
Vedetas

Pela disponibilidade física, pelos equilíbrios, mas, essencialmente, pela extraordinária execução na cabeçada que redundou no tento da vitória

Restituído à posição natural, tem acumulado desempenhos de excelente qualidade, polvilhados de pormenores de classe.
Hoje, não foi diferente.
Seguro e concentrado, aniquilou as investidas vimaranenses e procurou estimular o processo ofensivo

Pela defesa do penalty, mas também pela imagem de segurança e confiança que transmitiu aos seus companheiros.
Marretas

Dois erros técnicos inadmissíveis, marcaram uma partida em que poucas vezes foi chamado a intervir.
Revelou lacunas no jogo aéreo (primeiro erro ainda no dealbar da partida) e mesmo ao nível da concentração (segundo erro na segunda metade, largando para a frente um remate de Andrezinho)

Dois jogos, dois penalty´s desperdiçados!
Quer contra o Marítimo, quer no encontro de hoje, revelou que ainda não tem condição física para duas partidas semanais

Passou completamente à margem da partida!

Um penalty absolutamente despropositado, numa exibição em que acumulou picardias
O Jogo
Positivo
Resultado
Num jogo em que, raramente, ensaiou movimentos ofensivos com discernimento, fluidez e clarividência, salvou-se a vitória
Organização defensiva do Benfica
Com excepção de um lance de bola parada e de dois contra-ataques na fase do "desespero" em que o Benfica subiu exageradamente o bloco, a solidez e a organização defensiva dos encarnados não permitiu veleidades consistentes aos vimaranenses
Os passes de Di Maria isolando Ramires e Aimar na primeira parte
As assistências de Coentrão para os dois golos do Benfica na Liga Sagres
A movimentação global da equipa no lance que resultou no golo de Ramires
A intensidade do jogo
O trabalho táctico de Vingada
Procurando encaixar a sua equipa na do Benfica, Vingada apresentou um 3-4-3 que não só asfixiou as unidades centrais do Benfica, como aportou relativa profundidade ofensiva à sua equipa, especialmente aos flancos
Negativo
Mansidão/ausência de pressão alta
O Benfica foi demasiado complacente.
Não pressionou o primeiro momento de construção do Vitória e, quando assim acontece, a equipa padece.
Sofre não defensiva, mas ofensivamente, pois que lhe faltam tempo e espaço para que as suas unidades criativas possam arquitectar o processo atacante
Falta de dinamismo, agilidade e mobilidade
A equipa sentiu muito quer o desgaste do jogo europeu, quer a agressividade vitoriana.
Com Aimar sem espaço para construir, com Di Maria muito intermitente e com Saviola e Cardozo muito presos, as dificuldades ofensivas foram evidentes
A substituição de Aimar por Coentrão em contradição com o modelo e os princípios de jogo da equipa.
Descaracterizou o jogo de posse em favor do jogo directo.
A equipa não absorveu a alteração de paradigma e os problemas ofensivos acentuaram-se.
Quase que esterilizou o ataque encarnado.
A entrada de Nuno Gomes restituiu a equipa a um padrão próximo da "normalidade" e as benfeitorias foram claras.
Dois jogos, dois penalty´s desperdiçados
Ameaça tornar-se um problema!
Percebo que a confiança de Cardozo a tanto obriga, mas equacionar uma alteração no marcador de penalty´s é capaz de ser uma ideia a considerar
A atitude de Douglas pontapeando a bola, propositadamente, na direcção de Aimar
O penalty de Meireles
A permanente azia de Assis que desaguou na sua expulsão
Os equívocos de Quim e os falhanços de Targino
Estádio D. Afonso Henriques, em Guimarães
Árbitro: Pedro Proença (AF Lisboa)
V. Guimarães: Nilson (4); Andrezinho (3), Sereno (3), Gustavo Lazzaretti (3) e Desmarets (3); Moreno (3), Flávio Meireles (1) e Nuno Assis (2); Jorge Gonçalves (2) (Alex, 59m (2)), Targino (3) e Douglas (2).
Suplentes: Serginho, Roberto, Rui Miguel, Marquinho, Custódio e Tiago Alencar.
Treinador: Nelo Vingada.
Benfica: Quim (1); Rúben Amorim (3), Luisão (2), David Luiz (4) e Shaffer (3); Javi Garcia (3) (Nuno Gomes, 74m (2)), Ramires (4), Di Maria (3) e Aimar (2) (Fábio Coentrão, 55m (2)); Saviola (1) (Keirrison, 46m (1)) e Cardozo (1).
Suplentes: Moreira, Luís Filipe, Sidnei e César Peixoto.
Treinador: Jorge Jesus.
Golos: Ramires (0-1, 90m)
Disciplina: Cartão amarelo para Javi Garcia (28m), Flávio Meireles (52m), Nuno Assis (72m), Fábio Coentrão (90+2m). Cartão vermelho a Flávio Meireles (60m), Nuno Assis (90+2).
Ao intervalo: 0-0.
Resultado final: 0-1
Sistemas Tácticos
V. Guimarães

Benfica

Principais Incidências da Partida(fonte: www.sapo.pt;www.record.pt)
Sereno, de cabeça, levou a melhor sobre os centrais, mas Quim respondeu com grande defesa, cedendo novo canto.
Enorme oportunidade para o Benfica, com Di María a desmarcar o compatriota Aimar que, isolado, não marca por centímetros. O remate, contudo, é defendido por Nilson, embora o juiz não tenha assinalado o canto.
Penalty para o Benfica. Flávio Meireles joga a bola com a mão, após canto de Di María.
Nilson, com o pé, defende forte pontapé de Cardozo que, em dois jogos do Campeonato, soma duas penalidades desperdiçadas.
GOOOOOLO de Ramires
Livre para o Benfica, depois de Alex derrubar Fábio Coentrão. O mesmo Coentrão levantou e o internacional brasileiro, nas alturas, cabeceou sem hipóteses para Nilson.
Arbitragem
Um ou outro erro de pormenor não ensombram um desempenho globalmente positivo.
Ajuizou bem o lance de grande penalidade a favor do Benfica.
Vedetas

Pela disponibilidade física, pelos equilíbrios, mas, essencialmente, pela extraordinária execução na cabeçada que redundou no tento da vitória

Restituído à posição natural, tem acumulado desempenhos de excelente qualidade, polvilhados de pormenores de classe.
Hoje, não foi diferente.
Seguro e concentrado, aniquilou as investidas vimaranenses e procurou estimular o processo ofensivo

Pela defesa do penalty, mas também pela imagem de segurança e confiança que transmitiu aos seus companheiros.
Marretas

Dois erros técnicos inadmissíveis, marcaram uma partida em que poucas vezes foi chamado a intervir.
Revelou lacunas no jogo aéreo (primeiro erro ainda no dealbar da partida) e mesmo ao nível da concentração (segundo erro na segunda metade, largando para a frente um remate de Andrezinho)

Dois jogos, dois penalty´s desperdiçados!
Quer contra o Marítimo, quer no encontro de hoje, revelou que ainda não tem condição física para duas partidas semanais

Passou completamente à margem da partida!

Um penalty absolutamente despropositado, numa exibição em que acumulou picardias
O Jogo
Positivo
Resultado
Num jogo em que, raramente, ensaiou movimentos ofensivos com discernimento, fluidez e clarividência, salvou-se a vitória
Organização defensiva do Benfica
Com excepção de um lance de bola parada e de dois contra-ataques na fase do "desespero" em que o Benfica subiu exageradamente o bloco, a solidez e a organização defensiva dos encarnados não permitiu veleidades consistentes aos vimaranenses
Os passes de Di Maria isolando Ramires e Aimar na primeira parte
As assistências de Coentrão para os dois golos do Benfica na Liga Sagres
A movimentação global da equipa no lance que resultou no golo de Ramires
A intensidade do jogo
O trabalho táctico de Vingada
Procurando encaixar a sua equipa na do Benfica, Vingada apresentou um 3-4-3 que não só asfixiou as unidades centrais do Benfica, como aportou relativa profundidade ofensiva à sua equipa, especialmente aos flancos
Negativo
Mansidão/ausência de pressão alta
O Benfica foi demasiado complacente.
Não pressionou o primeiro momento de construção do Vitória e, quando assim acontece, a equipa padece.
Sofre não defensiva, mas ofensivamente, pois que lhe faltam tempo e espaço para que as suas unidades criativas possam arquitectar o processo atacante
Falta de dinamismo, agilidade e mobilidade
A equipa sentiu muito quer o desgaste do jogo europeu, quer a agressividade vitoriana.
Com Aimar sem espaço para construir, com Di Maria muito intermitente e com Saviola e Cardozo muito presos, as dificuldades ofensivas foram evidentes
A substituição de Aimar por Coentrão em contradição com o modelo e os princípios de jogo da equipa.
Descaracterizou o jogo de posse em favor do jogo directo.
A equipa não absorveu a alteração de paradigma e os problemas ofensivos acentuaram-se.
Quase que esterilizou o ataque encarnado.
A entrada de Nuno Gomes restituiu a equipa a um padrão próximo da "normalidade" e as benfeitorias foram claras.
Dois jogos, dois penalty´s desperdiçados
Ameaça tornar-se um problema!
Percebo que a confiança de Cardozo a tanto obriga, mas equacionar uma alteração no marcador de penalty´s é capaz de ser uma ideia a considerar
A atitude de Douglas pontapeando a bola, propositadamente, na direcção de Aimar
O penalty de Meireles
A permanente azia de Assis que desaguou na sua expulsão
Os equívocos de Quim e os falhanços de Targino
terça-feira, julho 28, 2009
Boas Férias!!!
segunda-feira, julho 27, 2009
Plantel e Pré-Época
1 - Do que se viu até agora, apenas peço um guarda-redes de indiscutível categoria para fechar o plantel.
Victor do Grémio é o meu pedido
2 - Júlio César é mais do mesmo e para mais do mesmo, basta o mesmo!
3 - Luisão pode sair.
As declarações de Jesus e Vieira prenunciam-no.
Percebo que imperativos financeiros obriguem ao negócio, mas estou em crer que o Benfica sairá enfraquecido.
4 - Não porque inexistam alternativas, mas sim porque às que existem falta experiência, voz de comando e maturidade.
Não se pode construir uma equipa apenas com jogadores jovens.
Então, a zona central da defesa...
5 - Anuncia-se a saída de Yebda e Spesi, a contratação de um guarda-redes e o pensamento em Reyes.
Demasiadas mexidas.
Não estraguem o que tanto trabalho tem dado a construir.
6 - Os opinion maker´s deste País têm-se esforçado por criar a ideia de que o Benfica tem tido desempenhos extraordinários nas Pré-Épocas.
Pois bem, a ditadura dos números, ai o números, desmente esta afirmação!
15/08/2008 PE JA Benfica 0-0 (4-5)g.p. Internazionale Pré-Época 08/09 D
09/08/2008 PE JA Benfica 1-0 Feyenoord Pré-Época 08/09 V
04/08/2008 PE JA V. Guimarães 1-2 Benfica Pré-Época 08/09 V
02/08/2008 PE JA Benfica 2-2 Paris SG Pré-Época 08/09 E
27/07/2008 PE JA Benfica 0-2 Sporting Pré-Época 08/09 D
25/07/2008 PE JA Benfica 2-3 Blackburn Pré-Época 08/09 D
19/07/2008 PE JA Benfica 1-1 Estoril Pré-Época 08/09
Total: 2v, 3e, 2d
05/08/2007 PE Benfica 1-0 Sporting Pré-Época 07/08 V
03/08/2007 PE Benfica 0-0 Real Betis Pré-Época 07/08 E
29/07/2007 PE Al-Ahly 2-1 Benfica Pré-Época 07/08 D
21/07/2007 PE CFR Cluj 2-2 Benfica Pré-Época 07/08 E
08/07/2007 PE Benfica 4-0 RM Hamm
Total: 2v, 2e, 1d
01/08/2006 PE AEK Athens 3-1 Benfica Pré-Época 06/07 D
28/07/2006 PE Benfica 0-1 Deportivo Pré-Época 06/07 D
27/07/2006 PE Sporting 3-0 Benfica Pré-Época 06/07 D
22/07/2006 PE Benfica 2-0 Bordeaux Pré-Época 06/07 V
15/07/2006 PE Sion 3-2 Benfica Pré-Época 06/07 D
12/07/2006 PE Benfica 2-0 Shakhtar Donetsk Pré-Época 06/07 V
08/07/2006 PE Stade Nyonnais 0-3 Benfica
Total: 3v, 0e, 4d
06/08/2005 PE Benfica 0-2 Juventus Pré-Época 05/06 D
02/08/2005 PE Estoril 0-1 Benfica Pré-Época 05/06 V
30/07/2005 PE V. Guimarães 1-1 Benfica Pré-Época 05/06 E
27/07/2005 PE Barreirense 0-1 Benfica Pré-Época 05/06 V
22/07/2005 PE Benfica 5-0 WBA Pré-Época 05/06 V
17/07/2005 PE Benfica 0-1 Chelsea Pré-Época 05/06 D
13/07/2005 PE Carouge 0-3 Benfica Pré-Época 05/06 V
10/07/2005 PE Sion 1-2 Benfica
Total: 5v, 1e, 2d
01/08/2004 PE JA Sp. Braga 1-1 Benfica Pré-Época 04/05 E
28/07/2004 PE JA Real Betis 3-0 Benfica Pré-Época 04/05 D
25/07/2004 PE JA Benfica 2-2 Real Madrid Pré-Época 04/05 E
21/07/2004 PE JA Marseille 0-2 Benfica Pré-Época 04/05 V
19/07/2004 PE JA Zaragoza 0-1 Benfica Pré-Época 04/05 V
17/07/2004 PE JA Carouge 0-2 Benfica
Total: 3v, 2e, 1d
Ou seja, nas últimas 5 pré-épocas apenas numa, o Benfica averbou mais vitórias do que empates e derrotas!
7 - Curiosamente ou talvez não, as duas melhores pré-épocas do Benfica (2004-2005 e 2005-2006) coincidiram com as épocas em que averbou melhores resultados desportivos.
Numa sagrou-se Campeão Nacional e noutra atingiu os quartos de final da Champions!
8 - É por estas e por outras, que, sem entrar em euforias bacocas, os resultados obtidos e, principalmente, a qualidade do futebol exibido pelo Benfica na presente pré-temporada, merecem ser devidamente valorados ("As perspectivas são boas mas a procissão ainda não saiu do adro." - Não podia estar mais de acordo com José Manuel Delgado)
26/07/2009 TA Grp.A Ajax 2-3 Benfica T. Amesterdão 09 V
24/07/2009 TA Grp.A Benfica 2-0 Sunderland T. Amesterdão 09 V
21/07/2009 PE JA Benfica 1-2 Atlético Madrid Pré-Época 09/10 D
18/07/2009 TG F Benfica 2-1 Olhanense T. Guadiana 09 V
16/07/2009 TG MF Benfica 2-1 Athletic T. Guadiana 09 V
13/07/2009 PE JA Benfica 2-0 Shakhtar Donetsk Pré-Época 09/10 V
12/07/2009 PE JA Sion 2-2 Benfica
Total: 5v, 1e, 1d
Victor do Grémio é o meu pedido
2 - Júlio César é mais do mesmo e para mais do mesmo, basta o mesmo!
3 - Luisão pode sair.
As declarações de Jesus e Vieira prenunciam-no.
Percebo que imperativos financeiros obriguem ao negócio, mas estou em crer que o Benfica sairá enfraquecido.
4 - Não porque inexistam alternativas, mas sim porque às que existem falta experiência, voz de comando e maturidade.
Não se pode construir uma equipa apenas com jogadores jovens.
Então, a zona central da defesa...
5 - Anuncia-se a saída de Yebda e Spesi, a contratação de um guarda-redes e o pensamento em Reyes.
Demasiadas mexidas.
Não estraguem o que tanto trabalho tem dado a construir.
6 - Os opinion maker´s deste País têm-se esforçado por criar a ideia de que o Benfica tem tido desempenhos extraordinários nas Pré-Épocas.
Pois bem, a ditadura dos números, ai o números, desmente esta afirmação!
15/08/2008 PE JA Benfica 0-0 (4-5)g.p. Internazionale Pré-Época 08/09 D
09/08/2008 PE JA Benfica 1-0 Feyenoord Pré-Época 08/09 V
04/08/2008 PE JA V. Guimarães 1-2 Benfica Pré-Época 08/09 V
02/08/2008 PE JA Benfica 2-2 Paris SG Pré-Época 08/09 E
27/07/2008 PE JA Benfica 0-2 Sporting Pré-Época 08/09 D
25/07/2008 PE JA Benfica 2-3 Blackburn Pré-Época 08/09 D
19/07/2008 PE JA Benfica 1-1 Estoril Pré-Época 08/09
Total: 2v, 3e, 2d
05/08/2007 PE Benfica 1-0 Sporting Pré-Época 07/08 V
03/08/2007 PE Benfica 0-0 Real Betis Pré-Época 07/08 E
29/07/2007 PE Al-Ahly 2-1 Benfica Pré-Época 07/08 D
21/07/2007 PE CFR Cluj 2-2 Benfica Pré-Época 07/08 E
08/07/2007 PE Benfica 4-0 RM Hamm
Total: 2v, 2e, 1d
01/08/2006 PE AEK Athens 3-1 Benfica Pré-Época 06/07 D
28/07/2006 PE Benfica 0-1 Deportivo Pré-Época 06/07 D
27/07/2006 PE Sporting 3-0 Benfica Pré-Época 06/07 D
22/07/2006 PE Benfica 2-0 Bordeaux Pré-Época 06/07 V
15/07/2006 PE Sion 3-2 Benfica Pré-Época 06/07 D
12/07/2006 PE Benfica 2-0 Shakhtar Donetsk Pré-Época 06/07 V
08/07/2006 PE Stade Nyonnais 0-3 Benfica
Total: 3v, 0e, 4d
06/08/2005 PE Benfica 0-2 Juventus Pré-Época 05/06 D
02/08/2005 PE Estoril 0-1 Benfica Pré-Época 05/06 V
30/07/2005 PE V. Guimarães 1-1 Benfica Pré-Época 05/06 E
27/07/2005 PE Barreirense 0-1 Benfica Pré-Época 05/06 V
22/07/2005 PE Benfica 5-0 WBA Pré-Época 05/06 V
17/07/2005 PE Benfica 0-1 Chelsea Pré-Época 05/06 D
13/07/2005 PE Carouge 0-3 Benfica Pré-Época 05/06 V
10/07/2005 PE Sion 1-2 Benfica
Total: 5v, 1e, 2d
01/08/2004 PE JA Sp. Braga 1-1 Benfica Pré-Época 04/05 E
28/07/2004 PE JA Real Betis 3-0 Benfica Pré-Época 04/05 D
25/07/2004 PE JA Benfica 2-2 Real Madrid Pré-Época 04/05 E
21/07/2004 PE JA Marseille 0-2 Benfica Pré-Época 04/05 V
19/07/2004 PE JA Zaragoza 0-1 Benfica Pré-Época 04/05 V
17/07/2004 PE JA Carouge 0-2 Benfica
Total: 3v, 2e, 1d
Ou seja, nas últimas 5 pré-épocas apenas numa, o Benfica averbou mais vitórias do que empates e derrotas!
7 - Curiosamente ou talvez não, as duas melhores pré-épocas do Benfica (2004-2005 e 2005-2006) coincidiram com as épocas em que averbou melhores resultados desportivos.
Numa sagrou-se Campeão Nacional e noutra atingiu os quartos de final da Champions!
8 - É por estas e por outras, que, sem entrar em euforias bacocas, os resultados obtidos e, principalmente, a qualidade do futebol exibido pelo Benfica na presente pré-temporada, merecem ser devidamente valorados ("As perspectivas são boas mas a procissão ainda não saiu do adro." - Não podia estar mais de acordo com José Manuel Delgado)
26/07/2009 TA Grp.A Ajax 2-3 Benfica T. Amesterdão 09 V
24/07/2009 TA Grp.A Benfica 2-0 Sunderland T. Amesterdão 09 V
21/07/2009 PE JA Benfica 1-2 Atlético Madrid Pré-Época 09/10 D
18/07/2009 TG F Benfica 2-1 Olhanense T. Guadiana 09 V
16/07/2009 TG MF Benfica 2-1 Athletic T. Guadiana 09 V
13/07/2009 PE JA Benfica 2-0 Shakhtar Donetsk Pré-Época 09/10 V
12/07/2009 PE JA Sion 2-2 Benfica
Total: 5v, 1e, 1d
domingo, julho 26, 2009
Ainda a Propósito do Video do Momento - A Resposta Bacoca de Jorge Baptista, publicada no Bola na Área
Caro Eugénio
Como estou longe de ser um adepto bloguista só ontem fui confrontado com esta lamentável situação - a qual pelo visto também gostaste de dar o teu contributo - e por isso decidi utilizar este teu espaço para que de alguma forma me seja consentido penitenciar-me publicamente pelo que da minha parte foi dito.
Naturalmente quero sublinhar as minhas mais profundas desculpas aos visados, se é que ainda existe alguma forma de atenuar a brincadeira de mau gosto de que fui protagonista.
Também obviamente gostaria que ficasse claro aos meus críticos que nem a SIC nem o Benfica devem ser atingidos por isto. Assim se têm agora a oportunidade de me tentar atingir façam... favor e deixem os outros em paz.
Posto isto, é sabido que eu e o Zé Augusto fomos alvos de uma cilada, ainda pior que os disparates por mim ditos.
Tratou-se de uma conversa-brincadeira privada - da qual naturalmente não me orgulho - apenas entre dois homens.
Uma lamentável brincadeira mas que duvido que a grande maioria dos homens tenha a coragem de atirar a primeira pedra.
O problema é que esta foi indevidamente utilizada e a dos outros, por enquanto... ainda não.
É sem dúvida uma enorme lição, da qual tirarei as devidas ilações.
Peço mais uma vez muitas desculpas a todos, da mesma maneira que não tenho problemas em perdoar aqueles que sempre disseram mal de mim (privada e anonimamente)antes e depois disto.
Obrigado Eugénio por me deixares utilizar este teu espaço.
Jorge Baptista
Como estou longe de ser um adepto bloguista só ontem fui confrontado com esta lamentável situação - a qual pelo visto também gostaste de dar o teu contributo - e por isso decidi utilizar este teu espaço para que de alguma forma me seja consentido penitenciar-me publicamente pelo que da minha parte foi dito.
Naturalmente quero sublinhar as minhas mais profundas desculpas aos visados, se é que ainda existe alguma forma de atenuar a brincadeira de mau gosto de que fui protagonista.
Também obviamente gostaria que ficasse claro aos meus críticos que nem a SIC nem o Benfica devem ser atingidos por isto. Assim se têm agora a oportunidade de me tentar atingir façam... favor e deixem os outros em paz.
Posto isto, é sabido que eu e o Zé Augusto fomos alvos de uma cilada, ainda pior que os disparates por mim ditos.
Tratou-se de uma conversa-brincadeira privada - da qual naturalmente não me orgulho - apenas entre dois homens.
Uma lamentável brincadeira mas que duvido que a grande maioria dos homens tenha a coragem de atirar a primeira pedra.
O problema é que esta foi indevidamente utilizada e a dos outros, por enquanto... ainda não.
É sem dúvida uma enorme lição, da qual tirarei as devidas ilações.
Peço mais uma vez muitas desculpas a todos, da mesma maneira que não tenho problemas em perdoar aqueles que sempre disseram mal de mim (privada e anonimamente)antes e depois disto.
Obrigado Eugénio por me deixares utilizar este teu espaço.
Jorge Baptista
Balanço do Torneio de Amesterdão
Dois jogos, duas vitórias de indiscutível equidade e a conquista do Torneio de Amesterdão.
Duas partidas que confirmaram as excelente indicações que a equipa havia dado nos precedentes confrontos.
A consolidação do processo de crescimento é inegável.
Pressão alta, bloco compacto e subido em termos defensivos e criatividade e intensidade no processo ofensivo emergiram como os aspectos mais robustecidos.
E uma perfeita leitura daquilo que o jogo exige, acrescento.
Contra o Sunderland, o Benfica soube gerir o ritmo da partida para se impor com naturalidade, evidenciando uma indesmentível supremacia.
Contra o Ajax, houve que sofrer, aumentar a intensidade e apostar na velocidade das transições, especialmente a ofensiva, para suplantar um adversário sempre buliçoso.
O encontro com os holandeses terá constituído mesmo o teste mais complicado que o Benfica enfrentou nesta pré-temporada.
Desde logo, porque o Benfica se viu confrontado com necessidade de alterar o seu modelo de jogo para uma matriz de muito maior contenção e que passou pela entrega da iniciativa de jogo ao adversário.
Depois, porque se tratou da primeira vez em que a equipa actuou na condição de visitante, o que colocou à prova o seu vigor emocional.
Por fim, pela qualidade técnica e pela velocidade de execução da generalidade dos jogadores do Ajax.
E a tudo isto, o Benfica soube responder com competência.
É verdade que começou titubeante e algo sufocado pela intensa pressão inicial dos holandeses.
Todavia, não é menos correcto que bastaram 8 minutos e um golo para a equipa serenar, se organizar e assumir o controlo da partida.
Pese embora o domínio holandês, o Benfica soube administrar as incidências da partida e dirigi-la do modo que mais lhe convinha.
Ancorado numa circulação de bola criteriosa e quase sempre assertiva, o Benfica foi tecendo uma ardilosa teia que manietou, por completo, qualquer veleidade que o Ajax pudesse cogitar.
Simultaneamente, foi arquitectando rápidos movimentos ofensivos, num crescendo de perigosidade para as redes holandesas.
Ilustração perfeita deste paradigma aconteceu, à passagem da meia hora, num contra-ataque exemplar, iniciado por Ramires, continuado por Carlos Martins, Nuno Gomes e Saviola, antes de chegar a Di Maria, que marcou a dois tempos.
Uma vantagem que reflectia o império do Benfica sobre a partida, mas que seria diminuída antes do intervalo, num potente remate à entrada da área de Donald.
Diz-se que a história não se repete, mas o início da segunda parte desmentiu este axioma.
Após o intervalo, o Benfica reproduziu não só o padecimento inicial do primeiro tempo, como também o golo e com este a tranquilidade e o controlo subsequente do encontro.
Construiu umas quantas ocasiões para ampliar a vantagem, mas pecou e muito na finalização.
Seguiram-se as inevitáveis substituições, a natural exaustão física e a progressiva degradação do ritmo e da qualidade do jogo.
Assim, não estranhou que a este decréscimo de consistência tivesse correspondido uma reacção final do Ajax, traduzida num golo de Rommedahl.
Nada que tivesse consequências no desfecho final da partida e do torneio.
Um a Um
Moretto - No carrossel que são as suas exibições, assinou um desempenho seguro e de qualidade.
Moreira - À imagem da equipa.
Começou algo nervoso e inseguro, mas foi agregando a confiança necessária à construção de uma prestação com alguns toques de brilhantismo.
Provou ser o melhor dos 3 guarda-redes do plantel.
Maxi Pereira - A regularidade e a intensidade de sempre.
Começou a época como acabou a transacta.
Assinou um belo golo frente ao Sunderland.
Luisão - Regressado à competição, foi considerado o melhor jogador do torneio.
Não me pareceu merecedor de tal distinção, tais as oscilações de rendimento que evidenciou.
Talvez fruto da sua deficiente condição física, alternou o melhor com o pior.
David Luiz - Retornou à sua posição de raiz e rubricou duas excelentes prestações.
Rápido e com excelente leitura de jogo, ainda teve tempo para fazer um golo.
Miguel Vítor - Pouco tempo em campo frente aos ingleses, num desempenho na linha dos demais.
Shaffer - Desfez as eventuais dúvidas que pudessem existir, conquistando a titularidade a Spesi.
Se defensivamente sofreu um pouco, ofensivamente ofereceu ao seu flanco muita profundidade.
Evidenciou-se pela velocidade e pela qualidade dos cruzamentos.
Javi Garcia - Demonstrou atributos para a posição 6 - Leitura de jogo, posicionamento irrepreensível, capacidade física, simplicidade de processos e critério no passe.
Duas exibições prometedoras.
Ramires - Das alcunhas que se lhe conhecem, Queniano será a que melhor caracteriza os seus desempenhos em Amesterdão - pulmão para dar e vender e capacidade de explosão.
Promete vir a ser o pêndulo da equipa.
Ruben Amorim - Com outra capacidade física, os seus desempenhos subiram em qualidade.
Clarividente ajudou a organizar o processo ofensivo e fisicamente disponível assumiu-se como trave mestra da pressão alta.
Carlos Martins - Talvez tenha assinado os seus melhores desempenhos ao serviço do Benfica.
Jogando na posição 10, conseguiu emprestar fluidez e criatividade ao processo ofensivo.
Di Maria - O melhor nos dois jogos.
Rápido, imprevisível e codicioso, vê-se que está a crescer.
Fábio Coentrão - Mais duas prestações na linha de qualidade das restantes nesta pré-temporada.
Conquistou o seu lugar no plantel.
Aimar - Restituído ao seu lugar natural, perfumou o processo ofensivo encarnado com pormenores da inegável classe que possui.
Saviola - Mais duas prestações na linha de qualidade das restantes nesta pré-temporada.
Cardozo - Mais duas prestações na linha de qualidade das restantes nesta pré-temporada.
Nuno Gomes - Esforçado, conheceu o seu melhor momento na visão de jogo que revelou no lance do segundo golo encarnado.
Weldon - Escassa utilização para uma apreciação.
Duas partidas que confirmaram as excelente indicações que a equipa havia dado nos precedentes confrontos.
A consolidação do processo de crescimento é inegável.
Pressão alta, bloco compacto e subido em termos defensivos e criatividade e intensidade no processo ofensivo emergiram como os aspectos mais robustecidos.
E uma perfeita leitura daquilo que o jogo exige, acrescento.
Contra o Sunderland, o Benfica soube gerir o ritmo da partida para se impor com naturalidade, evidenciando uma indesmentível supremacia.
Contra o Ajax, houve que sofrer, aumentar a intensidade e apostar na velocidade das transições, especialmente a ofensiva, para suplantar um adversário sempre buliçoso.
O encontro com os holandeses terá constituído mesmo o teste mais complicado que o Benfica enfrentou nesta pré-temporada.
Desde logo, porque o Benfica se viu confrontado com necessidade de alterar o seu modelo de jogo para uma matriz de muito maior contenção e que passou pela entrega da iniciativa de jogo ao adversário.
Depois, porque se tratou da primeira vez em que a equipa actuou na condição de visitante, o que colocou à prova o seu vigor emocional.
Por fim, pela qualidade técnica e pela velocidade de execução da generalidade dos jogadores do Ajax.
E a tudo isto, o Benfica soube responder com competência.
É verdade que começou titubeante e algo sufocado pela intensa pressão inicial dos holandeses.
Todavia, não é menos correcto que bastaram 8 minutos e um golo para a equipa serenar, se organizar e assumir o controlo da partida.
Pese embora o domínio holandês, o Benfica soube administrar as incidências da partida e dirigi-la do modo que mais lhe convinha.
Ancorado numa circulação de bola criteriosa e quase sempre assertiva, o Benfica foi tecendo uma ardilosa teia que manietou, por completo, qualquer veleidade que o Ajax pudesse cogitar.
Simultaneamente, foi arquitectando rápidos movimentos ofensivos, num crescendo de perigosidade para as redes holandesas.
Ilustração perfeita deste paradigma aconteceu, à passagem da meia hora, num contra-ataque exemplar, iniciado por Ramires, continuado por Carlos Martins, Nuno Gomes e Saviola, antes de chegar a Di Maria, que marcou a dois tempos.
Uma vantagem que reflectia o império do Benfica sobre a partida, mas que seria diminuída antes do intervalo, num potente remate à entrada da área de Donald.
Diz-se que a história não se repete, mas o início da segunda parte desmentiu este axioma.
Após o intervalo, o Benfica reproduziu não só o padecimento inicial do primeiro tempo, como também o golo e com este a tranquilidade e o controlo subsequente do encontro.
Construiu umas quantas ocasiões para ampliar a vantagem, mas pecou e muito na finalização.
Seguiram-se as inevitáveis substituições, a natural exaustão física e a progressiva degradação do ritmo e da qualidade do jogo.
Assim, não estranhou que a este decréscimo de consistência tivesse correspondido uma reacção final do Ajax, traduzida num golo de Rommedahl.
Nada que tivesse consequências no desfecho final da partida e do torneio.
Um a Um
Moretto - No carrossel que são as suas exibições, assinou um desempenho seguro e de qualidade.
Moreira - À imagem da equipa.
Começou algo nervoso e inseguro, mas foi agregando a confiança necessária à construção de uma prestação com alguns toques de brilhantismo.
Provou ser o melhor dos 3 guarda-redes do plantel.
Maxi Pereira - A regularidade e a intensidade de sempre.
Começou a época como acabou a transacta.
Assinou um belo golo frente ao Sunderland.
Luisão - Regressado à competição, foi considerado o melhor jogador do torneio.
Não me pareceu merecedor de tal distinção, tais as oscilações de rendimento que evidenciou.
Talvez fruto da sua deficiente condição física, alternou o melhor com o pior.
David Luiz - Retornou à sua posição de raiz e rubricou duas excelentes prestações.
Rápido e com excelente leitura de jogo, ainda teve tempo para fazer um golo.
Miguel Vítor - Pouco tempo em campo frente aos ingleses, num desempenho na linha dos demais.
Shaffer - Desfez as eventuais dúvidas que pudessem existir, conquistando a titularidade a Spesi.
Se defensivamente sofreu um pouco, ofensivamente ofereceu ao seu flanco muita profundidade.
Evidenciou-se pela velocidade e pela qualidade dos cruzamentos.
Javi Garcia - Demonstrou atributos para a posição 6 - Leitura de jogo, posicionamento irrepreensível, capacidade física, simplicidade de processos e critério no passe.
Duas exibições prometedoras.
Ramires - Das alcunhas que se lhe conhecem, Queniano será a que melhor caracteriza os seus desempenhos em Amesterdão - pulmão para dar e vender e capacidade de explosão.
Promete vir a ser o pêndulo da equipa.
Ruben Amorim - Com outra capacidade física, os seus desempenhos subiram em qualidade.
Clarividente ajudou a organizar o processo ofensivo e fisicamente disponível assumiu-se como trave mestra da pressão alta.
Carlos Martins - Talvez tenha assinado os seus melhores desempenhos ao serviço do Benfica.
Jogando na posição 10, conseguiu emprestar fluidez e criatividade ao processo ofensivo.
Di Maria - O melhor nos dois jogos.
Rápido, imprevisível e codicioso, vê-se que está a crescer.
Fábio Coentrão - Mais duas prestações na linha de qualidade das restantes nesta pré-temporada.
Conquistou o seu lugar no plantel.
Aimar - Restituído ao seu lugar natural, perfumou o processo ofensivo encarnado com pormenores da inegável classe que possui.
Saviola - Mais duas prestações na linha de qualidade das restantes nesta pré-temporada.
Cardozo - Mais duas prestações na linha de qualidade das restantes nesta pré-temporada.
Nuno Gomes - Esforçado, conheceu o seu melhor momento na visão de jogo que revelou no lance do segundo golo encarnado.
Weldon - Escassa utilização para uma apreciação.
quinta-feira, julho 23, 2009
Curiosidades...
1 - "No exercício findo de 30 de Junho de 2008 os custos líquidos salariais com atletas emprestados a outros clubes ascenderam a aproximadamente 3 500 000 € (1 165 000 em Junho de 2007)." - Relatório e Contas da Porto SAD
2 - Cristian Rodriguez chegou de férias lesionado...
3 - "Até 2012, altura em que estará a caminho dos 35 anos, Liedson terá recebido qualquer coisa como nove milhões em salários.
A isso, terão de somar-se 3,2 milhões investidos na compra do passe ao Corinthians, em 2003, e os custos de assinatura/intermediação nas duas renovações (quase 3,2 milhões em 2006, 1,9 milhões agora). Total: mais de 17 milhões de euros. Com os prémios por objectivos que são atribuídos a todos os jogadores, é só fazer as contas."
2 - Cristian Rodriguez chegou de férias lesionado...
3 - "Até 2012, altura em que estará a caminho dos 35 anos, Liedson terá recebido qualquer coisa como nove milhões em salários.
A isso, terão de somar-se 3,2 milhões investidos na compra do passe ao Corinthians, em 2003, e os custos de assinatura/intermediação nas duas renovações (quase 3,2 milhões em 2006, 1,9 milhões agora). Total: mais de 17 milhões de euros. Com os prémios por objectivos que são atribuídos a todos os jogadores, é só fazer as contas."
quarta-feira, julho 22, 2009
Última contratação do Benfica para a presente época?

Nome Weldon Santos de Andrade
Nacionalidade Brasil
Nascimento 1980-08-06 (28 anos)
Naturalidade Santo André (SP) - Brasil
Posição Avançado
Altura 183 cm
Peso 77 kg
2009 Sport
2008 Cruzeiro/Belenenses (E)
2007 Sport/Troyes
2005/06 Sochaux (E)
2005 Cruzeiro/Al-Naasr
2004 Ponte Preta
2003 Sport
2002 Brasiliense
2001 Santos
terça-feira, julho 21, 2009
Benfica-At. Madrid, 1-2
O pior resultado, a melhor exibição!
Assim se pode sintetizar a prestação do Benfica no jogo de apresentação aos sócios.
A consolidação do processo de crescimento da equipa enquanto tal foi a nota mais positiva do teste desta noite.
Pressão alta, bloco compacto e subido em termos defensivos e criatividade e intensidade no processo ofensivo emergiram como os aspectos mais robustecidos.
O Benfica iniciou pujante e dominador a partida, mas seria o Atlético, contra o sentido prevalecente, a inaugurar o marcador.
Uma fotocópia do que havia sucedido frente ao Atlético de Bilbau - Se no Guadiana foi Moretto a comprometer, hoje foi Quim a assumir idêntica postura.
Muito mal posicionado, o internacional português permitiu que um remate fraco de Raúl Garcia terminasse no fundo das suas redes.
Na reacção, também, o Benfica imitou os encontros precedentes e o empate surgiria, sem surpresa, à passagem do minuto 20.
Di María recuperou a bola no meio-campo, serviu Saviola, que, após uma arrancada de 30 metros, vendo Cardozo melhor posicionado, tocou para a direita e o paraguaio só teve de encostar para o fundo da baliza de Asenjo.
Partida igualada no marcador, mas não no domínio e no controlo das suas incidências, que pertencia, por inteiro, ao Benfica.
Todavia e mais uma vez contra a corrente, seria o Atlético a agregar supremacia no resultado.
Na sequência de uma rápida transição ofensiva, Aguero caiu na área e Hugo Miguel assinalou mal grande penalidade (Miguel Vítor não toca no argentino).
De forma iníqua, o Atlético encarava o descanso em vantagem.
Se o Benfica havia dealbado a primeira parte em busca do golo, na segunda repetiu a intenção.
E só não a concretizou por manifesta infelicidade. Várias foram as ocasiões de golo desperdiçadas. Depois, vieram as substituições e com estas a progressiva degradação do ritmo e da qualidade do jogo.
Não obstante, o Benfica acentuou o seu império sobre o adversário (não me recordo de uma defesa de Moretto ou Moreira) e arquitectou mais umas quantas oportunidades de golo, muito por obra e graça da dupla Shaffer/Fábio Coentrão.
Pecou na finalização e, assim, saiu derrotado de um desafio que podia e devia ter vencido.
Um a Um
Quim - Um frango em mais uma prestação muito pouco conseguida.
Maxi Pereira - A sua pior partida até ao momento.
Revelou alguma insegurança.
David Luiz - Estreou-se na presente época e assinou uma exibição regular, sem grandes sobressaltos.
Miguel Vítor - O patrão da defesa, realizou mais uma excelente exibição.
Spesi - Limitou-se a defender e, mesmo assim, acumulou alguns equívocos.
Rúben Amorim - Já esteve mais próximo dos desempenhos da temporada transacta.
Exibiu critério e precisão no passe, boa leitura de jogo e muita disponibilidade defensiva.
Carlos Martins - Sem atingir patamar de elevado brilhantismo, assinou a sua melhor prestação da pré-época.
É verdade que voltou a evidenciar alguma falta de discernimento, mas o certo é que, desta feita, conseguiu emprestar alguma fluidez ao processo ofensivo.
Realce para um excelente passe a isolar Cardozo na segunda metade.
Di Maria - Vê-se que está a crescer.
A assistência para o golo de Cardozo é disso exemplo assaz elucidativo.
Aimar - Restituído ao seu lugar natural, perfumou o processo ofensivo encarnado com pormenores da inegável classe que possui.
Combinou muito e bem com Saviola e Cardozo.
Saviola - Muito activo, conheceu o momento de maior destaque na assistência para Cardozo fazer o primeiro golo.
Solto e com vontade de ter a bola, procurou combinar com Aimar e Cardozo.
Mobilidade, inteligência e capacidade técnica foram predicados que alardeou.
Cardozo - Um golo e muita disponibilidade para lutar com os centrais adversários e combinar com Saviola e Aimar.
Moreira e Moretto - Dois meros espectadores.
Patric - Escassos minutos em campo.
Roderick - Mais um bom desempenho, confirmando os predicados que lhe têm sido assinalados.
Shaffer- Trouxe velocidade, intensidade e muita profundidade ao flanco esquerdo.
Combinou muito bem com Fábio Coentrão e evidenciou-se pela qualidade dos cruzamentos.
Yebda - Mais um desempenho a justificar a contratação de Javi Garcia.
Lento e complicativo, esteve desastrado no passe, perdeu bolas de forma infantil e comprometeu a qualidade das transições.
Ramires - Estranhou a equipa e, apenas, no último quarto-de-hora teve ocasião para se evidenciar, especialmente pela agressividade na disputa da bola e pela singeleza e clarividência de processos.
Fábio Coentrão - Entrou e mexeu com a partida.
Grande segunda parte, demonstrando, uma vez mais, que veio para ficar.
Quem sabe mesmo para ser titular.
Urreta - Lutou.
Nuno Gomes - Lutou, mas está longe da melhor condição física.
Mantorras - Excelente cabeçada superiormente defendida pelo guarda-redes espanhol.
Assim se pode sintetizar a prestação do Benfica no jogo de apresentação aos sócios.
A consolidação do processo de crescimento da equipa enquanto tal foi a nota mais positiva do teste desta noite.
Pressão alta, bloco compacto e subido em termos defensivos e criatividade e intensidade no processo ofensivo emergiram como os aspectos mais robustecidos.
O Benfica iniciou pujante e dominador a partida, mas seria o Atlético, contra o sentido prevalecente, a inaugurar o marcador.
Uma fotocópia do que havia sucedido frente ao Atlético de Bilbau - Se no Guadiana foi Moretto a comprometer, hoje foi Quim a assumir idêntica postura.
Muito mal posicionado, o internacional português permitiu que um remate fraco de Raúl Garcia terminasse no fundo das suas redes.
Na reacção, também, o Benfica imitou os encontros precedentes e o empate surgiria, sem surpresa, à passagem do minuto 20.
Di María recuperou a bola no meio-campo, serviu Saviola, que, após uma arrancada de 30 metros, vendo Cardozo melhor posicionado, tocou para a direita e o paraguaio só teve de encostar para o fundo da baliza de Asenjo.
Partida igualada no marcador, mas não no domínio e no controlo das suas incidências, que pertencia, por inteiro, ao Benfica.
Todavia e mais uma vez contra a corrente, seria o Atlético a agregar supremacia no resultado.
Na sequência de uma rápida transição ofensiva, Aguero caiu na área e Hugo Miguel assinalou mal grande penalidade (Miguel Vítor não toca no argentino).
De forma iníqua, o Atlético encarava o descanso em vantagem.
Se o Benfica havia dealbado a primeira parte em busca do golo, na segunda repetiu a intenção.
E só não a concretizou por manifesta infelicidade. Várias foram as ocasiões de golo desperdiçadas. Depois, vieram as substituições e com estas a progressiva degradação do ritmo e da qualidade do jogo.
Não obstante, o Benfica acentuou o seu império sobre o adversário (não me recordo de uma defesa de Moretto ou Moreira) e arquitectou mais umas quantas oportunidades de golo, muito por obra e graça da dupla Shaffer/Fábio Coentrão.
Pecou na finalização e, assim, saiu derrotado de um desafio que podia e devia ter vencido.
Um a Um
Quim - Um frango em mais uma prestação muito pouco conseguida.
Maxi Pereira - A sua pior partida até ao momento.
Revelou alguma insegurança.
David Luiz - Estreou-se na presente época e assinou uma exibição regular, sem grandes sobressaltos.
Miguel Vítor - O patrão da defesa, realizou mais uma excelente exibição.
Spesi - Limitou-se a defender e, mesmo assim, acumulou alguns equívocos.
Rúben Amorim - Já esteve mais próximo dos desempenhos da temporada transacta.
Exibiu critério e precisão no passe, boa leitura de jogo e muita disponibilidade defensiva.
Carlos Martins - Sem atingir patamar de elevado brilhantismo, assinou a sua melhor prestação da pré-época.
É verdade que voltou a evidenciar alguma falta de discernimento, mas o certo é que, desta feita, conseguiu emprestar alguma fluidez ao processo ofensivo.
Realce para um excelente passe a isolar Cardozo na segunda metade.
Di Maria - Vê-se que está a crescer.
A assistência para o golo de Cardozo é disso exemplo assaz elucidativo.
Aimar - Restituído ao seu lugar natural, perfumou o processo ofensivo encarnado com pormenores da inegável classe que possui.
Combinou muito e bem com Saviola e Cardozo.
Saviola - Muito activo, conheceu o momento de maior destaque na assistência para Cardozo fazer o primeiro golo.
Solto e com vontade de ter a bola, procurou combinar com Aimar e Cardozo.
Mobilidade, inteligência e capacidade técnica foram predicados que alardeou.
Cardozo - Um golo e muita disponibilidade para lutar com os centrais adversários e combinar com Saviola e Aimar.
Moreira e Moretto - Dois meros espectadores.
Patric - Escassos minutos em campo.
Roderick - Mais um bom desempenho, confirmando os predicados que lhe têm sido assinalados.
Shaffer- Trouxe velocidade, intensidade e muita profundidade ao flanco esquerdo.
Combinou muito bem com Fábio Coentrão e evidenciou-se pela qualidade dos cruzamentos.
Yebda - Mais um desempenho a justificar a contratação de Javi Garcia.
Lento e complicativo, esteve desastrado no passe, perdeu bolas de forma infantil e comprometeu a qualidade das transições.
Ramires - Estranhou a equipa e, apenas, no último quarto-de-hora teve ocasião para se evidenciar, especialmente pela agressividade na disputa da bola e pela singeleza e clarividência de processos.
Fábio Coentrão - Entrou e mexeu com a partida.
Grande segunda parte, demonstrando, uma vez mais, que veio para ficar.
Quem sabe mesmo para ser titular.
Urreta - Lutou.
Nuno Gomes - Lutou, mas está longe da melhor condição física.
Mantorras - Excelente cabeçada superiormente defendida pelo guarda-redes espanhol.
segunda-feira, julho 20, 2009
Segundo Dizem Será Jogador do Benfica - Javi Garcia
domingo, julho 19, 2009
Benfica 2-1 Olhanense
O teste mais similar com a competição até ao momento!
O Benfica encontrou na final do Torneio do Guadiana um simulacro muito próximo do que o espera na Liga Sagres!
Um adversário muito aguerrido, impregnado de um intenso desejo de derrotar os encarnados, uma atmosfera de pressão e um árbitro que acumulou equívocos em desfavor do Benfica.
A tudo isto, o Benfica soube responder com competência e com uma atitude competitiva e um espírito de conquista assinaláveis.
Numa partida mais lutada do que jogada, Benfica e Olhanense equivaleram-se na primeira parte. Neste período, a agressividade dos de Olhão sufocou os da Luz e não lhes permitiu arquitectar movimentos ofensivos com qualidade.
Na segunda metade, o Benfica acrescentou solidariedade e espírito colectivo a uma superior clarividência e as transições conheceram outra idoneidade.
Contudo, fruto de mais um engano de Nuno Almeida, que viu intencionalidade numa bola na mão de Roderick, o Olhanense colocou-se em vantagem.
Todavia, seria sol de pouca dura, pois que, dois minutos volvidos, Cardozo restabeleceu a igualdade, dando corpo à robustez emocional e ao forte espírito de vitória que parecem imbuir os jogadores do Benfica.
Daí até final, o Benfica assenhoreou-se do domínio e do controlo da partida, mas apenas no período de compensação veria a sua persistência retribuída com um golo, graças a um cabeceamento de Miguel Vítor, após assistência de Coentrão.
Um a Um
Moreira - Parece estar encontrado o titular da baliza encarnada.
Seguro e concentrado, coroou a sua exibição com uma excelente defesa a remate de Zequinha.
Patric - Melhor, muito melhor que na partida frente ao Shakhtar.
Revelou outra desinibição e a sua prestação subiu.
Roderick - Mais um bom desempenho, confirmando os predicados que lhe têm sido apontados.
Lúcido e maduro, viu ser-lhe assinalada uma grande penalidade que, desta feita, não cometeu.
Miguel Vítor - O patrão da defesa, realizou mais uma excelente exibição, abrilhantada com um excelente golo.
Shaffer- Sem atingir um patamar de elevado brilhantismo, o certo é que se revelou muito mais equilibrado do que Spesi.
Se defensivamente sofreu um pouco com Ukra, ofensivamente ofereceu ao seu flanco a profundidade de que carecia.
Evidenciou-se pela qualidade dos cruzamentos.
Yebda - Regressou à titularidade, mas o seu desempenho esteve longe de corresponder às expectativas.
Desastrado no passe, perdeu bolas de forma infantil e comprometeu a qualidade das transições.
Ruben Amorim - Começou mal, mas cedo se recompôs.
Clarividente ajudou a organizar o processo ofensivo e fisicamente disponível assumiu-se como trave mestra da pressão alta.
Di Maria - Vinha de uma paragem e isso notou-se.
Demasiado ansioso, regressou às precipitações do passado.
Sobressaiu bem mais em tarefas defensivas.
Aimar - Vigiado de perto por Rui Baião, demorou a entrar no jogo.
Todavia, quando o fez, nomeadamente na segunda parte, a qualidade dos movimentos ofensivos do Benfica subiu em flecha.
Melhorou e muito na segunda metade, mais solto e criativo, arrancou inúmeras faltas e executou a assistência para o 1-1.
Saviola - Pouco se viu, mas quando apareceu, fez-se notar.
O lance do penalty a favor do Benfica é disso exemplo.
Cardozo - Falhou a sua primeira grande penalidade em Portugal, mas não se deixou afectar e assinou um belo golo de pé esquerdo.
Quim - Uma excelente defesa a remate de Castro foi o ponto alto de uma prestação qualititativamente superior às anteriores.
Maxi Pereira - A regularidade e a intensidade de sempre.
Começou a época como acabou a transacta.
Carlos Martins - Muita vontade, mas pouco discernimento.
Fábio Coentrão - Entrou e mexeu com a partida.
Protagonizou mais uma assistência para golo, a terceira consecutiva.
Urreta - Lutou.
Nuno Gomes - Mais um bom desempenho.
Entrou bem no jogo e quase marcava de cabeça aos 82 minutos.
O Benfica encontrou na final do Torneio do Guadiana um simulacro muito próximo do que o espera na Liga Sagres!
Um adversário muito aguerrido, impregnado de um intenso desejo de derrotar os encarnados, uma atmosfera de pressão e um árbitro que acumulou equívocos em desfavor do Benfica.
A tudo isto, o Benfica soube responder com competência e com uma atitude competitiva e um espírito de conquista assinaláveis.
Numa partida mais lutada do que jogada, Benfica e Olhanense equivaleram-se na primeira parte. Neste período, a agressividade dos de Olhão sufocou os da Luz e não lhes permitiu arquitectar movimentos ofensivos com qualidade.
Na segunda metade, o Benfica acrescentou solidariedade e espírito colectivo a uma superior clarividência e as transições conheceram outra idoneidade.
Contudo, fruto de mais um engano de Nuno Almeida, que viu intencionalidade numa bola na mão de Roderick, o Olhanense colocou-se em vantagem.
Todavia, seria sol de pouca dura, pois que, dois minutos volvidos, Cardozo restabeleceu a igualdade, dando corpo à robustez emocional e ao forte espírito de vitória que parecem imbuir os jogadores do Benfica.
Daí até final, o Benfica assenhoreou-se do domínio e do controlo da partida, mas apenas no período de compensação veria a sua persistência retribuída com um golo, graças a um cabeceamento de Miguel Vítor, após assistência de Coentrão.
Um a Um
Moreira - Parece estar encontrado o titular da baliza encarnada.
Seguro e concentrado, coroou a sua exibição com uma excelente defesa a remate de Zequinha.
Patric - Melhor, muito melhor que na partida frente ao Shakhtar.
Revelou outra desinibição e a sua prestação subiu.
Roderick - Mais um bom desempenho, confirmando os predicados que lhe têm sido apontados.
Lúcido e maduro, viu ser-lhe assinalada uma grande penalidade que, desta feita, não cometeu.
Miguel Vítor - O patrão da defesa, realizou mais uma excelente exibição, abrilhantada com um excelente golo.
Shaffer- Sem atingir um patamar de elevado brilhantismo, o certo é que se revelou muito mais equilibrado do que Spesi.
Se defensivamente sofreu um pouco com Ukra, ofensivamente ofereceu ao seu flanco a profundidade de que carecia.
Evidenciou-se pela qualidade dos cruzamentos.
Yebda - Regressou à titularidade, mas o seu desempenho esteve longe de corresponder às expectativas.
Desastrado no passe, perdeu bolas de forma infantil e comprometeu a qualidade das transições.
Ruben Amorim - Começou mal, mas cedo se recompôs.
Clarividente ajudou a organizar o processo ofensivo e fisicamente disponível assumiu-se como trave mestra da pressão alta.
Di Maria - Vinha de uma paragem e isso notou-se.
Demasiado ansioso, regressou às precipitações do passado.
Sobressaiu bem mais em tarefas defensivas.
Aimar - Vigiado de perto por Rui Baião, demorou a entrar no jogo.
Todavia, quando o fez, nomeadamente na segunda parte, a qualidade dos movimentos ofensivos do Benfica subiu em flecha.
Melhorou e muito na segunda metade, mais solto e criativo, arrancou inúmeras faltas e executou a assistência para o 1-1.
Saviola - Pouco se viu, mas quando apareceu, fez-se notar.
O lance do penalty a favor do Benfica é disso exemplo.
Cardozo - Falhou a sua primeira grande penalidade em Portugal, mas não se deixou afectar e assinou um belo golo de pé esquerdo.
Quim - Uma excelente defesa a remate de Castro foi o ponto alto de uma prestação qualititativamente superior às anteriores.
Maxi Pereira - A regularidade e a intensidade de sempre.
Começou a época como acabou a transacta.
Carlos Martins - Muita vontade, mas pouco discernimento.
Fábio Coentrão - Entrou e mexeu com a partida.
Protagonizou mais uma assistência para golo, a terceira consecutiva.
Urreta - Lutou.
Nuno Gomes - Mais um bom desempenho.
Entrou bem no jogo e quase marcava de cabeça aos 82 minutos.
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