terça-feira, setembro 15, 2009
Tudo o que o Futebol não devia ser - As Lágrimas de De Rossi...
De Rossi mostrou enorme resistência mental, mas assim que soou o apito final não conseguiu suster as lágrimas que foi aguentando ao longo do jogo. Foi então abraçado por vários colegas, que aproveitaram os festejos da vitória (1-2) para tentar animar o colega.
Datas e Horários dos Jogos dos 3G relativos à 8ª, 9ª e 10ª Jornadas da Liga Sagres
Porto | Académica 25/Out (Domingo) 20h15 RTP
Benfica | Nacional 26/Out (Segunda) 20h15 Sporttv
V.Guimarães | Sporting 27/Out (Terça) 20h15 Sporttv
9ª Jornada
Porto | Belenenses 30/Out (Sexta) 20h15 RTP
Braga | Benfica 31/Out (Sábado) 21h15 Sporttv
Sporting | Marítimo 01/Nov (Domingo) 20h15 Sporttv
10ª Jornada
Marítimo | Porto 08/Nov (Domingo) 18h00 Sporttv
Rio Ave | Sporting 08/Nov (Domingo) 20h15 RTP
Benfica | Naval 09/Nov (Segunda) 20h15 Sporttv
UEFA Champions League Fantasy Football
Trata-se de um passatempo semelhante a muitos outros, entre os quais avultam a Fantasy Premier League.
O que vos proponho é que nos agreguemos e disputemos este passatempo.
Para tanto, basta registarem-se em uefa.com.
Após se terem inscrito e escolhido a vossa equipa, terão que clicar na opção "aderir a uma liga privada" e inserir o código: 105190-21336 para se juntarem à Liga Redvermelho.
O prazo para inscrição expira hoje pelas 17h00 portuguesas.
Eu já me inscrevi e vocês?
segunda-feira, setembro 14, 2009
A Propósito da Experiência dos 6 Árbitros da Liga Europa
Não posso deixar de concordar com o princípio, mas penso que os custos desta medida não cobrem os seus benefícios.
Se, por um lado, se limitam os erros de julgamento nas zonas onde verdadeiramente se decidem os jogos, por outro, o financiamento e o recrutamento afiguram-se-me de difícil satisfação.
Não há nem dinheiro para pagar a tantos árbitros, nem tão pouco árbitros em número suficiente.
2 - Pelo contrário, a utilização das novas tecnologias redundaria numa solução mais eficaz e mais barata.
Os equívocos decresceriam ainda mais, não seriam necessários mais árbitros (bastariam alargar o âmbito de competências do 4º árbitro) e a médio-longo prazo os custos seriam bem menores.
3 - É discussão recorrente a introdução de meios tecnológicos na arbitragem.
Mas, quase sempre sob premissas erradas!
A tecnologia não irá substituir o árbitro, mas apenas auxiliá-lo.
O erro não será erradicado, mas apenas diminuída a sua margem de ocorrência.
A subjectividade não dará lugar à estrita objectividade, mas apenas à sua redução.
Ou seja, nenhum dos pressupostos sobre os quais assenta a arbitragem será suprimido, apenas aperfeiçoado.
A componente humana continuará a prevalecer!
A primeira e última decisão caberá aos árbitros e não a qualquer máquina!
Segundo estudos já realizados, estima-se que o amparo das novas tecnologias representará uma redução de cerca de 70 a 80% dos erros que hoje se verificam.
A utilização de meios auxiliares da decisão arbitral no julgamento dos lances terá que ser feita com parcimónia e bom senso.
Terá que ser residual, reservada que deve ser para os lances capitais!
E com o mínimo prejuízo para o normal curso da partida!
Infelizmente, ainda que se assegurem todas estas elementares cautelas, estou em crer que o Internacional Board continuará avesso à mudança.
Mesmo em relação ao chip na bola as exigências de fiabilidade do sistema foram de tal monta, que ou muito me engano ou só lá para as calendas gregas é que teremos a sua admissão.
4 - A verdade desportiva e a integridade da competição devem ser acompanhadas de medidas que promovam a qualidade do desempenho e do espectáculo.
Também neste domínio muito há por fazer, o que quase sempre é sinónimo de imobilismo.
Mas, do muito que há por fazer, medidas simples podem e devem ser, desde já, adoptadas, entre as quais avulta, pela sua natureza a roçar o óbvio, a dignificação do papel do 4º árbitro.
Actualmente, o papel do 4º árbitro resvala para o boçal, numa perspectiva de guarda nacional republicano do interior.
Limita-se a controlar os movimentos dos treinadores, impondo-lhes que se mantenham na sua área técnica e a levantar a placa electrónica das substituições.
Há que alargar o âmbito das suas funções, através da utilização das ferramentas tecnológicas ao dispor dos árbitros.
Os árbitros utilizam auriculares que lhes permitem comunicar entre si, pelo que não alcanço a razão pela qual a partida tenha que parar para o árbitro principal anotar o nome do jogador a quem exibiu um cartão amarelo, o tempo de jogo decorrido e a razão de ser da admoestação.
Lançando mão dos mecanismos tecnológicos, bastaria ao árbitro informar o 4º árbitro de todos aqueles aspectos.
Mas, mais.
Como bem disse Jorge Jesus, também não se percebe por que razão há-de existir uma interrupção no jogo para realizar substituições.
São mais as modalidades em que tal acontece com o jogo a decorrer do que aquelas em que se exige uma paragem.
Que me lembre apenas no Voleibol e aí por respeito a incontornáveis regras imperativas ao nível da formação.
Neste particular, o 4º árbitro poderia realizar as substituições em estrita comunicação com as equipas intervenientes e delas dar conhecimento posterior ao árbitro, através da utilização do auricular, sem que fosse necessário interromper a partida.
Com estas duas medidas, ganharia o jogo em fluência e ritmo, assim se evitando paragens que só beneficiam os infractores e os cultores do anti-jogo.
Perplexidades...

Sobre o futebol, e já depois de ter deixado a garantia de motivação na equipa comandada por Paulo Bento, Bettencourt falou ainda sobre a entrada em acção na Liga Europa, quinta-feira, diante do Heerenveen: «Tenho boas expectativas. É uma competição interessante, não com a visibilidade da Liga dos Campeões, mas onde o Sporting tem pergaminhos e onde vai estar bem».
Confesso que fiquei algo perplexo com esta declaração!
Pergaminhos?!
Uma presença na final da Taça UEFA em mais de outras 30 sem expressão equivalem a ter pergaminhos na competição?!
Um Olhar sobre a Jornada
V.Guimarães 3 0 Naval
Rio Ave 2 0 Nacional
Porto 4 1 Leixões
Marítimo 1 2 Braga
V.Setúbal 0 4 Leiria
Olhanense 2 1 Académica
Belenenses 0 4 Benfica
Sporting 1 0 P. Ferreira
Golos 25
Cartões Amarelos 39
Cartões Vermelhos 5
Classificação
1 Braga 12
2 Benfica 10
3 Porto 10
4 Rio Ave 8
5 Sporting 7
6 Leiria 6
7 Olhanense 6
8 V.Guimarães 5
9 Marítimo 5
10 Belenenses 4
11 P. Ferreira 3
12 Leixões 2
13 Nacional 2
14 Académica 1
15 Naval 1
16 V.Setúbal 1
On-Fire
Sp. Braga
Quatro jogos, quatro vitórias, liderança da Liga Sagres.
Não obstante o golo madrugador do Marítimo e a prematura lesão de Hugo Viana, o Braga com uma dose expressiva de fortuna e um empurrão não menos intenso de Carlos Xistra logrou arrecadar os três pontos na deslocação à Madeira.
Na ausência do brilhantismo de triunfos anteriores, o Braga apelou à tenacidade e ao espírito de grupo e de conquista.
SLBenfica
A excelência da exibição encarnada plasmada em mais uma goleada determina esta referência.
Sob Pressão
Académica
Na semana passada, escrevi: "Se o espaço de manobra de Rogério Gonçalves era já de si escasso, fruto da contestação em torno da sua contratação, é agora reduzidíssimo.
Uma eventual derrota em Olhão pode precipitar a sua saída."
E a profecia parece agora inevitável!
Se nas partidas precedentes, Rogério Gonçalves encontrou razões de queixa no facto de as ter terminado reduzido a 10 unidades, em Olhão sucedeu, precisamente, o inverso.
E não foram 10, foram 9!
Aliás, contra 10 a Académica "conseguiu" sofrer um golo e contra 9 não logrou marcar!
Elucidativo quanto ao quão paupérrimo foi o desempenho da Briosa!
Dream Team
Peçanha
João Pereira, Gustavo Lazaretti, Rolando e Panandetiguiri
Javi Garcia, Ramires, Silas e Castro
Saviola e Liedson
Arbitragem
Numa jornada pautada por um estranho acerto arbitral, destaque para mais uma "Xistrada".
Esta aconteceu na Madeira e decidiu uma partida que parecia condenada ao empate.
Dois Momentos Inolvidáveis

Quando no final do século passado era um inveterado jogador de "Championship Manager", havia contratações que significavam sucesso.
Para além do mítico Peter Prospar, dois jovens argentinos do River Plate integravam aquela short-list de aquisições - Pablo Aimar e Javier Saviola.
Também por isto, quem me conhece sabe que ver Aimar e Saviola no Benfica foi o realizar de um sonho com alguns anos.
Mas também e muito, mas mesmo muito por momentos como estes...
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O prazo para inscrição expira amanhã pelas 17h00 portuguesas.
Eu já me inscrevi e vocês?
Artigo de Opinião de JVP
Importantíssimo o papel desempenhado por Saviola. Primeiro a marcar um golo fantástico, pleno de capacidade técnica e sentido de oportunidade, mesmo considerando a felicidade com que ganhou o ressalto na cara de Nélson. Um momento determinante para desencravar um jogo que, por essa altura, o Belenenses parecia ter conseguido equilibrar e que colocou o Benfica na sua posição favorita: em vantagem no marcador. De resto, a equipa de Jorge Jesus conseguiu marcar em alturas decisivas, e o momento do jogo tem de ser o segundo golo, apontado por Cardozo, com assistência de Saviola. O Belenenses tinha entrado para a segunda parte com vontade de reagir à desvantagem, e a troca de André Pires por Lima aproximou a equipa da casa da baliza de Quim, mas o segundo golo do Benfica acabou com o jogo e com a concentração dos jogadores do Belenenses, que multiplicaram os espaços por onde os encarnados acabaram por chegar à goleada.
2 Dinâmica ofensiva demolidora
É fundamental sublinhar a dinâmica ofensiva que o Benfica vem demonstrando, e que se revela demolidora. A velocidade que a equipa de Jesus impõe ao seu jogo, com transições muito rápidas, exige jogadores com grande capacidade técnica e em excelente momento de forma, como são os casos de Aimar, mas também de Javi García e Ramires. O primeiro é fundamental para equilibrar a equipa no meio-campo, dando liberdade aos companheiros da frente para se soltarem na exploração do ataque. Ramires, por seu lado, revela uma grande inteligência táctica, quer na forma como faz a cobertura dos companheiros - ontem compensou várias vezes as subidas de Rúben Amorim - quer na ocupação dos espaços ofensivos, o que ontem lhe permitiu marcar o último golo da partida.
3 Uma goleada, três objectivos cumpridos
Para lá das considerações sobre como o Benfica chegou à goleada, interessa frisar que esta serviu para mais do que a mera soma dos três pontos em discussão. Desde logo porque caucionou os 8-1 frente ao Setúbal, demonstrando que a goleada da jornada anterior foi tudo menos acidental. Depois porque impediu a fuga do FC Porto numa altura em que é fundamental não perder de vista os primeiros lugares e os principais rivais na corrida pelo título. E finalmente porque, depois do 2-0, com o Belenenses desmoralizado e sem rumo, foi possível fazer uma gestão inteligente do plantel com vista à estreia na fase de grupos da Liga Europa. Uma gestão que beneficiou não só os jogadores que saíram, mas que também moralizou os que entraram, permitindo-lhes ganhar minutos de competição e participar numa vitória importante sobre um adversário tradicionalmente complicado.
4 Maxi Pereira dá mais opções a Jesus
Uma chamada de atenção para o regresso de Maxi Pereira à competição, depois da lesão que o afastou dos primeiros jogos, e para a dúvida sobre de que forma vai Jesus lidar com ele quando recuperar o melhor ritmo competitivo. Por um lado, tanto César Peixoto como Shaffer são excelentes jogadores e ambos dão uma grande profundidade ao futebol do Benfica, mas também partilham algumas limitações no capítulo defensivo, especialmente se confrontados com adversários mais exigentes, nomeadamente ao nível da velocidade. Parece-me que Jesus poderá considerar a colocação de Maxi Pereira na direita e a deslocação de Rúben Amorim para a esquerda frente a adversários mais fortes no ataque, especialmente com jogadores rápidos no lado direito. A confirmar mais adiante.
5 Clássicos contarão muito para o título
Se o campeonato continuar tal como está agora, parece-me que o fosso entre os candidatos ao título e as restantes equipas pode cavar-se de uma forma ímpar nos últimos anos. Depois dos empates que marcaram a primeira jornada, tanto o Benfica como o FC Porto impuseram um futebol dinâmico e ofensivo, apoiado em plantéis cheios de opções e com uma qualidade muito superior à média dos adversários internos. A continuar assim, os clássicos, especialmente os jogos entre o Benfica e FC Porto, podem assumir uma importância decisiva na atribuição do título e vão ser jogos muito interessantes de acompanhar.
domingo, setembro 13, 2009
Belenenses - SLBenfica 0-4 O Regresso do Morto-Vivo
Belenenses: Nélson (3); Mano (3), Beto (2), Diakité (2), André Pires (2); Gabriel Gomez (2), Barge (2), José Pedro (2), Celestino (2); Yontcha (3) e Fredy (3).
Suplentes: Assis, Rodrigo Arroz, Fellipe Bastos (-), Ivan, Cândido Costa, Pelé (-), Lima (1).
Benfica: Quim (3); Rúben Amorim (3), Luisão (3), David Luiz (3), César Peixoto (3); Javi García (4), Ramires (4), Aimar (3), Di Maria (2); Saviola (4) e Cardozo (2).
Suplentes: Júlio César, Schaffer, Keirrison (2), Maxi Pereira (2), Coentrão (3), Nuno Gomes, Sidnei.
Marcadores: Saviola (5), Cardozo (56), Javi García (75), Ramires (87).
Acção disciplinar: Amarelo para Celestino (40), Javi García (49) e Luisão (84).
Sistemas Tácticos
Belenenses

Benfica
Principais Incidências da Partida(fonte: www.sapo.pt)
Arbitragem
Tecnicamente bem, pecou disciplinarmente ao não punir Barge com um cartão amarelo por entrada durissíma sobre Di Maria logo no dealbar da partida.
Sobraram dúvidas quanto à posição de Cardozo e de Ramires nos lances que resultaram nos golos por si apontados, mas quer num quer noutro caso parece-me que ambos se encontravam, pelo menos, em linha com a bola.
Se na televisão a dúvida não emerge perfeitamente dissipada, no campo igual dificuldade deve ter sentido o árbitro auxiliar, pelo que deve ter valorado tal incerteza em favor da equipa atacante.
Vedetas
Saviola
Coroou uma primeira parte de excelência, com um golo sublime.
Uma "arrancada" de 60 metros, pejada de técnica, perseverança e sentido de baliza.
Dinâmico, móvel e com a sua já consabida excelente movimentação entre-linhas, assumiu-se como um verdadeiro "quebra-cabeças" para os defesas azuis.
Polvilhou o seu desempenho com pormenores de magnífica execução técnica e, pese embora o seu rendimento haja decrescido na segunda metade, ainda assistiu Cardozo para o segundo golo do Benfica.
O morto-vivo (no dizer de alguns) regressou e em grande!
Javi Garcia
Um golo mais, numa exibição imaculada.
Cumpriu com competência a sua missão, cerceando célere as tímidas iniciativas belenenses e conferindo fluidez e clarividência à transição ofensiva.
Ramires
Impressionante o vaivém incessante, que protagonizou na meia-direita benfiquista.
Clarividente, soube sempre optar pela melhor solução.
Revelou uma notável leitura de jogo, equilibrando ao meio com o mesmíssimo rigor com que aportou profundidade ao flanco.
Acrescentou mais um golo à sua conta pessoal, o terceiro consecutivo.
Yontcha
A referência ofensiva azul, protagonizou o único lance de verdadeiro perigo dos azuis ao longo de todo o jogo.
Sempre inconformado, lutou até à exaustão.
Marretas
Cardozo
Sugeri que fosse poupado.
Confirmou os meus receios.
Não obstante o golo que assinou, esteve sempre ausente do jogo.
Constituiu quase sempre um empecilho às investidas ofensivas do Benfica.
Di Maria
Mano e Barge procuraram condicioná-lo com duas entradas duríssimas no início da partida.
E a verdade é que o conseguiram.
Com excepção de dois ou três cruzamentos a preceito, o que lhe sobrou em vontade, faltou-lhe em discernimento.
O Jogo
Positivo
Superioridade indiscutível do Benfica - na intensidade, no ritmo, na dinâmica, na mobilidade, na organização, na capacidade técnica individual, na capacidade táctica colectiva e na finalização!
A intensidade e a velocidade com que o Benfica iniciou a partida, pressionando alto, asfixiando e subjugando, por completo, o adversário (um pouco à imagem dos célebres 15 minutos à Benfica).
Equilíbrio defensivo, sem perder acutilância ofensiva.
A qualidade da generalidade dos movimentos ofensivos encarnados, pautados pela dinâmica, pela mobilidade, pela intensidade e pela velocidade.
A eficácia encarnada nos lances de bola parada.
A sublime execução técnica de Javier Pedro Saviola no golo que obteve, um verdadeiro hino ao futebol!
A qualidade global da exibição encarnada, a qual encontrou coincidência na qualidade do espectáculo nas bancadas.
Negativo
Últimos 30 minutos da primeira parte, pautados por uma excessiva letargia encarnada.
A ausência de Cardozo.
A imprecisão encarnada no último passe, que obstou a um resultado ainda mais volumoso.
Mais um equívoco de Quim no jogo aéreo.
A falta de coesão defensiva do flanco esquerdo do Belenenses, muito permeável às iniciativas de Ruben Amorim e Ramires, muito por responsabilidade do débil apoio dado por Zé Pedro a André Pires.
A escassa rotina dos centrais belenenses e as dificuldades que evidenciaram sempre que o Benfica acrescentou intensidade e velocidade ao seu processo ofensivo.
A excessiva "testosterona" com que o Belenenses iniciou a partida, especialmente Mano e Barge, e que resultou em duas entradas perigosas sobre Di Maria, numa clara tentativa de condicionar a prestação do argentino (o que conseguiram, acrescente-se).
O estado da relva, muito alta, procurando diminuir a velocidade do jogo.
Memorial Zandinga
Maccabi Haifa - Bayern
Wolfsburg - CSKA
Besiktas - Manchester United
Zürich - Real Madrid
Olympique de Marseille - AC Milan
Chelsea - Porto
Atlético de Madrid - APOEL
Liverpool - Debreceni
Lyon - Fiorentina
Inter - Barcelona
Dynamo Kyiv - Rubin Kazan
Stuttgart - Rangers
Sevilla - Unirea Urziceni
Olympiacos - AZ Alkmaar
Standard de Liège - Arsenal
SLBenfica - Bate Borisov
Heerenveen - Sporting
Nacional - Werder Bremen
Espaço Prof. Karamba - Classificação Geral
2º Lugar: Vermelho Sempre e Chico - 30 pontos
3º Lugar: Fura-Redes, Cuto, Lion Heart e Vermelho Nunca - 25 pontos
4º Lugar: Vermelho, Gui, Sócio e Kaiserlicheagle - 20 pontos
sábado, setembro 12, 2009
Conferência de Imprensa de Jorge Jesus e Convocados
Convocados:
Guarda-redes: Quim e Júlio César;
Defesas: Maxi Pereira, Luisão, David Luiz, Sidnei e Shaffer;
Médios: Javi Garcia, Ruben Amorim, Ramires, César Peixoto Fábio Coentrão, Di Maria, Felipe Menezes e Aimar;
Avançados: Cardozo, Nuno Gomes, Keirrison e Saviola.
sexta-feira, setembro 11, 2009
Antevisão do Belenenses vrs. SLBenfica
13 de Setembro de 2009, 18h00
Árbitro: Olegário Manuel Bártolo Faustino Benquerença
Data de Nascimento: 18/10/1969 (39 anos)
Profissão: Profissional de seguros
Associação: A F Leiria
Esta Época:
2 Jogos na Liga Sagres: Leixões 0-0 Belenenses e Sporting 1-2 Braga
Equipas Prováveis:
Belenenses: Nelson, Mano, Beto, Diakité e André Pires; Gabriel Gomez, Barge, Fellipe Bastos e José Pedro; Yontcha e Fredy
Pontos Fortes:
Desejo de conquista e Irreverência
Experiência e Qualidade Técnica de José Pedro, mormente nos lances de bola parada
Meia-distância de Fellipe Bastos
Velocidade de Fredy e Codícia de Yontcha
Ponto Fracos:
Escassa rotina dos centrais e Falta ritmo competitivo de Beto
Dificuldade nos movimentos interiores defensivos de Mano e Falta de velocidade e Escassa profundidade ofensiva de André Pires
Processo de adaptação aos novos princípios e modelo de jogo de João Carlos Pereira
Dificuldade nas transições e em lidar com a pressão e a intensidade
Inexperiência da generalidade dos jogadores
SLBenfica:
Quim, Ruben Amorim, Luisão, David Luiz e Shaffer, Javi Garcia, Ramires, Di Maria e Aimar, Saviola e Keirrison
Pontos Fortes:
Confiança e auto-estima elevadas
Superior Qualidade técnica e táctica dos seus jogadores
Pontos Fracos:
Insegurança que Quim tem evidenciado
Desgaste de Luisão e Cardozo
No ano passado...
A última vitória...
27/01/2007 J16 Belenenses 1-2 Benfica bwin LIGA 06/07
Balanço Geral:
Total 172 jogos - 104 vitórias do Benfica, 32 empates e 36 vitórias do Belenenses
No Restelo 83 jogos - 40 vitórias do Benfica, 17 empates e 26 vitórias do Belenenses
Belenenses:Maior vitória em casa Liga Portuguesa 1941/42 Belenenses 4-0 Benfica
Benfica:Maior vitória fora Liga Portuguesa 1964/65 Belenenses 0-6 Benfica
Resultado Típico: Belenenses-Benfica (10 Jogos) Belenenses 1-2 Benfica
quinta-feira, setembro 10, 2009
Da Série "Outra Excepção porque se impõe..."
São cenários que não se colocam agora, mas seria difícil dizer que não, admitiu Hulk."
É o que dá abrir excepções ou de excepção em excepção até que se torne regra!
Breve Comentário à decisão da CD da Liga
Para o organismo, o delegado em causa, João Pedro Simões, «presenciou, após o jogo, no túnel de acesso aos balneários e junto da equipa de arbitragem, comportamentos injuriosos de agentes desportivos (factos disciplinarmente graves) e ainda que tais comportamentos lhe foram comunicados pela mesma equipa de arbitragem."
Ora, no relatório agora dado como falsificado, João Pedro Simões declarou que «não se presenciaram graves comportamentos incorrectos por parte de qualquer agente desportivo."
Algumas notas:
a) - A omissão, julgada intencional, em nada beneficiou o Benfica ou Nuno Gomes!
Nesta matéria o relatório do árbitro é soberano!
Sinceramente, não percebo de que forma podia aproveitar a omissão do delegado ao prevaricador!
b) - Tanto assim é que Nuno Gomes foi punido com dois jogos de suspensão e multa de 1000 euros!
c) - Me parece que o busílis da questão reside na utilização de normas em branco, conceitos indeterminados e conclusivos nos regulamentos e afins.
Na verdade, puniu-se a ausência de menção no relatório de "graves comportamentos incorrectos".
O que é grave?!
Quais os critérios a utilizar para se afirmar a gravidade de um comportamento?!
Não será critério primeiro o subjectivo?
Penso que sim, pois que o conceito a preencher remete para a apreciação que o delegado faz do que vê.
Assim sendo, me parece que o delegado, ainda que tenha presenciado o comportamento de Nuno Gomes, não o valorou como grave.
Os campos a preencher no relatório estão mal elaborados, assim como a generalidade das normas regulamentares, das quais o tipo disciplinar de corrupção é o exemplo mais flagrante.
Acabe-se com as normas em branco e os conceitos indeterminados ou conclusivos em nome da transparência e da boa técnica legislativa e talvez aí a equidade possa emergir satisfeita!
Datas e Horários dos Jogos dos 3G relativos à 5ª, 6ª e 7ª Jornadas da Liga Sagres
Braga | Porto 19/Set (Sábado) 21h15 Sporttv
Leiria | Benfica 20/Set (Domingo) 20h15 RTP
Sporting | Olhanense 21/Set (Segunda) 20h15 Sporttv
6ª Jornada
Benfica | Leixões 26/Set (Sábado) 21h15 RTP
Porto | Sporting 26/Set (Sábado) 19h15 Sporttv
7ª Jornada
Sporting | Belenenses 04/Out (Domingo) 18h00 Sporttv
Olhanense | Porto 04/Out (Domingo) 20h15 RTP
P. Ferreira | Benfica 05/Out (Segunda) 20h15 Sporttv
quarta-feira, setembro 09, 2009
Mais um Exemplo do Jornalismo que (não) se faz em Portugal
Temi o pior!
Imediatamente, cogitei que jogadores se podiam ter lesionado.
Luisão, David Luiz, Javi Garcia, Ramires, Di Maria, Saviola, Cardozo?
Não, nada disso!
Nem mais, nem menos do que os titularíssimos Carlos Martins e Luís Filipe!!!!
"Carlos Martins e Luís Filipe são as únicas baixas no plantel encarnado, ambos condicionados, ainda que a recuperação do segundo esteja mais adiantada."
Dizem os antigos que a necessidade aguça o engenho.
Permito-me dizer que a necessidade estimula a idiotice!
Aprender com o Passado para Conquistar o Futuro
Previno-nos o antanho e exige-o a profundidade qualitativa do plantel do Benfica.
Sidnei e Keirrison são as minhas escolhas para os substituir.
Espaço Prof. Karamba
Sporting - P. Ferreira
V. Guimarães - Naval
Marítimo - Sp. Braga
Rio Ave - Nacional
V. Setúbal - U. Leiria
Belenenses - Benfica
Olhanense - Académica
Recordo que terão que prognosticar o resultado final das partidas supra aludidas e que respeitam à 4ª Jornada da Liga Sagres.
Relembro, igualmente, que dispõem de um Joker, que lhes permitirá duplicar a pontuação obtida na partida em que for utilizado.
Serão atribuídos 10 pontos a quem acertar totalmente no resultado final verificado e 5 a quem palpitar correctamente o vencedor da partida (resultado final 2-1, aposta 2-1 - 10 pontos; resultado final 2-1, aposta 3-1 - 5 pontos).
Claro está, que se se verificar um empate, será aplicado o princípio supra enunciado (resultado final 2-2, aposta 2-2 - 10 pontos; resultado final 2-2, aposta 1-1 - 5 pontos).
A Exploração da Miséria
Falamos de uma actividade que oferece uma visibilidade superior a 2 milhões de pessoas e que se dirige directamente ao público alvo do core business do patrocinador!
terça-feira, setembro 08, 2009
A Pesporrência conduz a estes dislates...
"(...) A coisa mais banal de ver num jogo de futebol em Portugal é ser aceite com toda a normalidade (a começar pelos próprios jogadores) que 80 por cento dos remates à baliza não acertem no alvo — como se ele não tivesse 9,15 de comprimento por 2,30 de altura."
Leis do Jogo - Lei I - O Terreno de Jogo
"As balizas são colocadas no centro de cada linha de baliza e são constituídas por dois postes verticais colocados a igual distância das bandeiras de canto e unidos ao alto por uma barra transversal.
Os dois postes devem ter a mesma largura e espessura, as quais não devem exceder 12 cm. A linha de baliza tem a mesma largura que os postes e a barra transversal.
Poderão ser aplicadas redes presas às balizas e ao solo por trás da baliza com a condição de serem convenientemente colocadas de maneira a não prejudicarem o guarda-redes.
Os postes da baliza e a barra transversal devem ser de cor branca.
A distância que separa os dois postes é de 7,32 m, e o bordo inferior da barra transversal situa-se a 2,44 m do solo."
Da Série "Outra Excepção porque se impõe..."
É Matemático!
O lateral-esquerdo lesionou-se e está em dúvida para o jogo com o F.C. Porto, clube que o cedeu aos matosinhenses."
segunda-feira, setembro 07, 2009
Liga Sagres é comparável à Serie A? Sim, mas...
Em Portugal, o tempo útil de jogo situa-se invariavelmente abaixo dos 50 minutos, acontece uma falta a cada 3 minutos, existem mais faltas do que remates e os avançados cometem mais infracções do que os defesas.
Infelizmente, o mimetismo termina por aqui.
No mais, todo um mundo separa a Liga portuguesa da italiana, da qualidade técnica à qualidade táctica.
Desgraçadamente!
Passatempos RedVermelho - A Tradição ainda é o que era - Inscrições
Não obstante, esta temporada os passatempos cingem-se ao Espaço Prof. Karamba, ao Memorial Zandinga e ao C´um Caneco (outro passatempo).
Equivale por dizer que não se disputará a Liga dos Astros (as dificuldades logísticas e outras do passado assim o determinam).
A mecânica dos demais passatempos permanecerá inalterada, com uma única excepção através da qual se pretende uniformizar a estrutura competitiva dos diferentes passatempos e incrementar a equidade, qual seja a sua disputa no sistema de todos contra todos, abandonando a organização de grupos.
Peço-vos que formalizem a vossa inscrição neste post e que apresentem as sugestões que entendam por pertinentes.
5ª Edição do Espaço Prof. Karamba
Consiste em prognosticar os resultados dos jogos que integram cada uma das jornadas da Liga Sagres.
Cada participante será chamado a adivinhar os resultados dos jogos que compõem a jornada e disporá de um Joker, que lhe permitirá duplicar a pontuação obtida na partida em que for utilizado.
Serão atribuídos 10 pontos a quem acertar totalmente no resultado final verificado e 5 a quem palpitar correctamente o vencedor da partida (resultado final 2-1, aposta 2-1 - 10 pontos; resultado final 2-1, aposta 3-1 - 5 pontos).
Claro está, que se se verificar um empate, será aplicado o princípio supra enunciado (resultado final 2-2, aposta 2-2 - 10 pontos; resultado final 2-2, aposta 1-1 - 5 pontos).
Este Espaço iniciar-se-à na próxima jornada da Liga Sagres.
3ª Edição do Memorial Zandinga
O Memorial Zandinga é a versão relativa às competições europeias do já consagrado Espaço Prof. Karamba.
A sua configuração é a mesma do Espaço Prof. Karamba.
Os participantes serão chamados a palpitar os resultados das partidas da Champions e os desafios das equipas portuguesas que competem na Liga Europa.
3ª Edição do C´um Caneco (outro passatempo)
O C´um Caneco (outro passatempo)é a versão relativa à Taça de Portugal (a partir do momento em que as equipas da 1ª Liga sejam chamadas a participar na competição) e à Taça da Liga(a partir da próxima eliminatória)do já consagrado Espaço Prof. Karamba.
A sua configuração é a mesma do Espaço Prof. Karamba.
domingo, setembro 06, 2009
O 1º Título Oficial da Época

O Benfica, após derrotar o Belenenses graças a um grande golo de Ricardinho na segunda parte, conquistou a 4ª Supertaça de Futsal na sua história.
Sob arbitragem de Vítor Clemente (Setúbal) e Hélder Carmo (Algarve), as equipas alinharam:
BENFICA - Bebé, Pedro Costa, Gonçalo Alves, Ricardinho e César Paulo. Jogaram ainda: Arnaldo Pereira, Zé Maria, Davi, Marinho e Joel Queirós.
BELENENSES - Marcão, Marcelinho, Paulo Henrique, Jardel e Diego Sol. Jogaram ainda: Ângelo, Pedro Cary, Vinícios, Paulinho, Coco e Nelson.
Quadro de Vencedores da Supertaça:
1997/1998 - Correio da Manhã
1998/1999 - Instituto D. João V
1999/2000 - Miramar
2000/2001 - Sporting
2001/2002 - Freixieiro
2002/2003 - Benfica
2003/2004 - Sporting
2004/2005 - Boavista
2005/2006 - Benfica
2006/2007 - Benfica
2007/2008 - Sporting
2008/2009 - Benfica
quinta-feira, setembro 03, 2009
A Propósito do SLBenfica vrs. Celtic - As vantagens superam os riscos?
Não obstante, trouxe, igualmente, dois jogadores lesionados e mais algumas horas de avião.
E dois jogadores que se juntam a um outro (Maxi Pereira) que também se encontra incapacitado e que alinha na mesma posição - lateral direito.
Dir-me-ão que o plantel comporta soluções capazes de suprir estas ausências.
Concordo, mas não é menos verdade que o que sucedeu com Luís Filipe e Ruben Amorim podia ter acontecido com Javi Garcia ou Di Maria, por exemplo.
Daí a minha interrogação: Será que as vantagens de disputar jogos particulares durante a temporada superam os riscos?
Nim!
Ou seja, depende das exigências do organizador.
Caso seja possível preservar a grande maioria dos titulares, especialmente aqueles cujo desempenho é mais relevante para o conjunto e aqueles cuja ausência se mostra mais difícil de colmatar, ou, pelo menos, restringir a duração da sua utilização, os riscos quase que desaparecem e as mais-valias são incontestáveis.
Caso contrário, e foi este o cenário que ontem se colocou ao Benfica, não vejo como o vil metal se possa impor ao perigo de perder um jogador importante para o resto da temporada.
Da Série "Outra Excepção porque se impõe..."
Não fazemos isso na Dinamarca, nem no resto da Escandinávia, comparando com o que acontece nos países do Sul da Europa. Mas por mim está tudo bem."
Jon-Dahl Tomasson
SLBenfica - Celtic 3-1
Estádio BMO Field, em Toronto
Árbitro Silvu Petresco (Canadá)
BENFICA: Júlio César (3); Luís Filipe (-) (Ruben Amorim, 18m (3); Tiago Ramos, 90m (-)), Roderick (4), Sidnei (4) e Shaffer (3); Javí Garcia (3) (David, Luiz, 55m (3)); Di Maria (4), Ruben Pinto (4) (Diogo Figueiras, 81m (-)) e César Peixoto (3); Keirrison (3) e Nélson Oliveira (3) (Saviola, 62m (3)).
Não jogaram: Moreira e Tiago Ramos.
CELTIC: Dominic Cervi; Andreas Hinkel, Anton, Kurakins e Mark Wilson (Vallers, 76m); Josh Thompson, Danny Fox, Paddy McCourt, Santonocito (Forrest, 62m) e Mizuno; Marc Crosas e Paul McGowan.
Ao intervalo: 1-1.
Marcadores: Keirrison (3m), McGowan (45m), Ruben Pinto (58m) e Saviola (72m).
Disciplina: cartão amarelo a Javí Garcia (52m), David Luiz (80m), Di Maria (84m) e McGowan (84m).
Resultado final: 3-1.
Sistemas Tácticos
Benfica

Principais Incidências da Partida(fonte: www.youtube.com)
Arbitragem
Paupérrimo!
Equívocos atrás de equívocos, sempre em prejuízo do Benfica.
Vedetas
Di Maria
Assumiu-se como o dínamo dos movimentos ofensivos do Benfica.
Veloz, tecnicamente evoluído e esclarecido foi um verdadeiro "diabo à solta", insaciável e imparável na busca da baliza adversária.
Excelente desempenho, confirmando os predicados que se lhe assinalam na presente temporada.
Ruben Pinto
Um golo coroando um desempenho marcado pela lucidez, qualidade técnica e leitura de jogo.
Excelentes indicações deste júnior de primeiro ano a quem se augura um futuro promissor.
Roderick e Sidnei
Irrepreensíveis, numa prestação em que sobressaíram os seus dotes técnicos quando chamados a assumir o 1º momento de construção.
Marretas
Dominic Cervi
Até estava a exibir-se em bom plano, quando defendeu para a frente um remate de Di Maria, permitindo a Saviola uma recarga fácil.
Como diria Diácono Remédios: "Não havia necessidade!"
O Jogo
Positivo
O domínio e o controlo que o Benfica exerceu sobre a partida e o adversário na generalidade do tempo de jogo (o final da 1ª parte e o início da 2ª foi o período excepcional que confirmou a regra).
A intensidade, o ritmo, a velocidade e a dinâmica, que o Benfica emprestou ao jogo.
Pressão alta no sentido da recuperação da posse de bola no meio-campo adversário, por forma a explorar o desposicionamento contrário (o 2º golo nasceu, precisamente, de uma recuperação de Di Maria à saída da área escocesa).
Organização e equilíbrio defensivo, sem perder acutilância ofensiva.
A assimilação pelo plantel do modelo e dos princípios de jogo idealizados por Jorge Jesus.
Os pormenores técnicos de Di Maria e César Peixoto.
A desinibição de Rúben Pinto, que se cotou como um dos melhores em campo, pautando o seu desempenho pela lucidez, qualidade técnica e leitura de jogo.
O 1º golo de Keirrison ao serviço do Benfica e a iniciativa individual de Nelson Oliveira que o antecedeu.
Negativo
O adormecimento colectivo no período de tempo que mediou entre o golo escocês e o 2º golo do Benfica.
O árbitro.
As lesões de Ruben Amorim e Luís Filipe
quarta-feira, setembro 02, 2009
Da Série "Outra Excepção porque se impõe..." ou "Afinal ainda há Muito Bons Empregos em Portugal"

"ainda há empregos multimilionários no futebol português e os casos de Gilberto Madail e Ângelo Brou são o verdadeiro exemplo disso mesmo.
Enquanto Gilberto Madail, presidente da Federação Portuguesa de Futebol, vê depositado na sua conta bancária, todos os meses, 40 ordenados mínimos nacionais, mais senhas de presença na UEFA e na FIFA, mais cartões de crédito e automóvel, Ângelo Brou, secretário-geral da mesma organização, ganha cerca de 22 ordenados mínimos.
Ou seja, o primeiro cerca de 20 mil euros por mês e o segundo, 11 mil euros, mais todas as mordomias inerentes ao cargo que ocupam e não são poucas."
Marinho Neves, na Edição de hoje do Semanário Privado.
Da Série "Outra Excepção porque se impõe..."
Não podia estar mais de acordo...
terça-feira, setembro 01, 2009
Um Olhar sobre a Jornada
P. Ferreira 0 0 V.Guimarães
Naval 1 3 Porto
Leiria 0 0 Marítimo
Leixões 0 0 Rio Ave
Braga 3 1 Belenenses
Académica 0 2 Sporting
Nacional 1 1 Olhanense
Benfica 8 1 V.Setúbal
Golos 21
Espectadores 74.041
Jogo com Mais Espectadores Benfica-V.Setúbal (40.915)
Jogo com Menos Espectadores Paços de Ferreira-V.Guimarães(2.365)
Cartões Amarelos 39
Cartões Vermelhos 2
Classificação
1 Braga 9
2 Benfica 7
3 Porto 7
4 Marítimo 5
5 Rio Ave 5
6 Sporting 4
7 Belenenses 4
8 Leiria 3
9 Olhanense 3
10 P. Ferreira 3
11 Leixões 2
12 V.Guimarães 2
13 Nacional 2
14 Académica 1
15 Naval 1
16 V.Setúbal 1
On-Fire
Sp. Braga
Três jogos, três vitórias, liderança da Liga Sagres.
Repetindo o onze de Alvalade e com Hugo Viana particularmente inspirado, o Braga não conheceu reais dificuldades para derrotar o Belenenses.
A constância exibicional que evidencia parece poder projectar a equipa bracarense para um papel relevante na presente edição da Liga Sagres.
SLBenfica
A excelência da exibição encarnada plasmada na goleada do século no que às competições profissionais em Portugal respeita determina esta referência.
Sob Pressão
Académica e Naval
Os rivais da região Centro ainda não ganharam e, pior do que isso, demonstram pouca capacidade para o fazer com regularidade no futuro.
Em 3 jogos, a Académica não terminou nenhum com 11 jogadores e apenas marcou um golo.
A incorporação de Amaury Bischoff e João Ribeiro pode significar um acréscimo de qualidade importante, sendo certo, contudo, que continua a faltar um alternativa para Paulo Sérgio.
Se o espaço de manobra de Rogério Gonçalves era já de si escasso, fruto da contestação em torno da sua contratação, é agora reduzidíssimo.
Uma eventual derrota em Olhão pode precipitar a sua saída.
Ulisses Morais viu sair Paulão e Marcelinho e a equipa ressentiu-se.
Os reforços não revelam a mesma qualidade dos seus antecessores e as dificuldades são evidentes.
Vida difícil espera Ulisses Morais!
V.Setúbal
A humilhação da Luz é reflexo de uma época muito mal preparada.
Sem capacidade financeira para mais, apostou em atletas provenientes de ligas secundárias, muitos deles após um período de experiência.
Aliás, estas experiências condicionaram a qualidade do trabalho na pré-época e atrasaram a necessária consolidação dos princípios e do modelo de jogo do novo treinador.
Os reforços de última hora podem aportar outra qualidade e experiência a um grupo imberbe e de fracos recursos.
Vida muito difícil espera Carlos Azenha na sua primeira incursão como treinador principal.
Dream Team
Carlos
Ruben Amorim, F. Cardozo, Fábio Faria e André Pires
João Aurélio, Ramires, Aimar e Hugo Viana
Cardozo e Yontcha
Arbitragem
Numa jornada com poucos casos, nota apenas para a dualidade de critérios disciplinares de Jorge Sousa no AAC-Sporting.
A expulsão de Miguel Pedro por contraponto à não exibição de segundo cartão amarelo a Pedro Silva é exemplo maior da arbitrariedade do árbitro portuense.
segunda-feira, agosto 31, 2009
SLBenfica - V. Setúbal 8-1 Esmagador!
Estádio do SL Benfica, em Lisboa
Árbitro: Duarte Gomes (AF Lisboa)
BENFICA
Quim (2); Rúben Amorim (4), Luisão (4), David Luiz (2) e Shaffer (3); Ramires (4), Javi Garcia (4), Di María (4), Aimar (4); Cardozo (4) e Saviola (4).
Suplentes: Moreira, Luis Filipe, Sidnei, Fábio Coentrão (4), César Peixoto (3), Keirrison e Nuno Gomes (4).
V. SETÚBAL
Mário Felgueiras (3); Sandro (1), Zarabi (1), Djikiné (0); Lourenço (2), Bruno Monteiro (1), Kazmierczak (0), Álvaro Fernandez (0), Rúben Lima (1); Keita (0) e Hélder Barbosa (3).
Suplentes: Matos, Vasco Varão (-), Luís Carlos (2), Joãozinho, Adul (-) e Rui Fonte.
Sistemas Tácticos
Benfica

V.Setúbal

Principais Incidências da Partida(fonte: www.youtube.com)
Arbitragem
Numa partida fácil de dirigir, um erro grave - perdoou a expulsão a Keita, quando aos 26 minutos, teve uma entrada duríssima sobre David Luiz
Vedetas
Aimar
Se estava fisicamente diminuído, não se notou!
Destilou classe sempre que tocou na bola.
Assistiu os dois primeiros golos e assinou o quarto num esplendoroso trabalho individual.
Saviola
Faltou-lhe apenas um golo para coroar uma exibição plena de dinamismo, mobilidade e polvilhada de pormenores de excelente execução técnica.
Excelente a sua movimentação entre-linhas.
Cardozo
O regresso aos golos. E logo com três!
Voltou à marca dos 11 metros e, desta feita, não perdoou.
Javi García
Cumpriu com competência a sua missão, cerceando célere as tímidas iniciativas setubalenses e conferindo fluidez à transição ofensiva.
Em Guimarães havia ameaçado e, hoje, concretizou o seu primeiro golo ao serviço do Benfica.
Ainda teve tempo de assistir Cardozo para o 6-0.
Ramires
Impressionante o vaivém incessante, que protagonizou na meia-direita benfiquista.
Clarividente, soube sempre optar pela melhor solução.
Revelou uma notável leitura de jogo, equilibrando ao meio com o mesmíssimo rigor com que aportou profundidade ao flanco.
Assinou um golo, num movimento pleno de oportunidade e de inteligência.
Marretas
A equipa do Vitória.
A inadmissível desconcentração de Quim e David Luiz no lance do golo vitoriano.
O Jogo
Positivo
Superioridade avassaladora - na intensidade, no ritmo, na dinâmica, na mobilidade, na organização, na capacidade técnica individual, na capacidade táctica colectiva e na finalização!
A intensidade e a velocidade com que o Benfica iniciou a partida, pressionando alto, asfixiando e subjugando, por completo, o adversário (um pouco à imagem dos célebres 15 minutos à Benfica).
Equilíbrio defensivo, sem perder acutilância ofensiva.
A qualidade dos movimentos ofensivos encarnados, pautados pela dinâmica, pela intensidade, pela velocidade e pelo acerto na concretização.
O Hat-trick de Cardozo.
A eficácia encarnada nos lances de bola parada.
A sublime execução técnica de Aimar no golo que obteve.
A "Vitamina" Coentrão, que reacendeu uma partida que resvalava para a modorra.
Negativo
O equívoco táctico de Azenha, procurando "plagiar" Vingada sem que disponha de jogadores capazes de interpretar semelhante esquema táctico.
A escassa qualidade técnica da generalidade dos jogadores setubalenses.
A excessiva "testosterona" com que o Vitória iniciou a partida e que resultou numa intolerável chusma de entradas perigosas, das quais a de Keita sobre David Luiz aos 26 minutos constituiu expoente máximo.
A inadmissível desconcentração de Quim e David Luiz no lance do golo.
domingo, agosto 30, 2009
Uma Excepção porque se impõe...
Com Scolari... Estive nove meses, mas a primeira reunião dos capitães - eu, Couto, Figo e Rui Costa - foi suficiente para o entender. Chamou-nos à parte e disse-nos que estava ali para treinar a selecção e dar o salto para um grande europeu. Mas estamos a brincar ou quê? Mas que é isto? Um homem na selecção, que deve ser um privilégio, o maior privilégio, e ele só pensava em sair para um grande da Europa. Mas brincamos ou quê? Falava em seriedade e disciplina. Aliás, afastou carismáticos, como Baía e João Pinto, com base na disciplina. Isso é tudo muito bonito, mas ele não aplicava a regra. Nos almoços da selecção, a mesa dos jogadores é sempre maior que a dos treinadores, porque há mais jogadores que treinadores. Com o Scolari, não! A nossa tinha 18/20 pessoas. A dele era maior. Mas estamos a brincar? Mas estamos onde? Ele levava os amigos brasileiros, os amiguinhos da Nike. Sim, porque ele é patrocinado pela Nike e entre um jogador da Nike e um da Adidas, escolhia sempre o da Nike. Mas depois, lá vinha com a lengalenga da disciplina. Então mas eu, que nasci em Coimbra, em Portugal, deixo-me ficar? Numa situação destas, deixo de agir? Mas estamos onde, pá? Que é isto? Ele ganhou o quê? Foi a uma final em casa e perdeu-a [Euro-04]. Mas há mais.
Quem? O Dr. Merdaíl. Disse Merdaíl? Enganei--me. É Madaíl, Madaíl. Depois do fiasco do Mundial-02 [Portugal eliminado na fase de grupos por EUA e Coreia do Sul], escondeu-se atrás de uma carcaça, atrás de um campeão do mundo [o Brasil venceu esse Mundial-02, com Scolari a seleccionador]. Isso é atirar areia para os olhos dos outros. Desculpe lá, mas apetece-me partir a loiça toda. Nasci aí, em Portugal, e não aceito que arruínem o nosso futebol."
Excerto de uma entrevista de Sérgio Conceição ao Diário I
Artigo de Opinião de Ricardo Araújo Pereira
Como é evidente, tratar o episódio como um caso futebolístico, e não como um problema de trânsito, beneficia Pinto da Costa: no mundo do futebol, em princípio, nunca lhe acontece nada.
NO dia 9 de Junho, em entrevista à RTP, José Eduardo Bettencourt disse que Paulo Bento era, e cito, «o melhor treinador da história do Sporting». Em Julho, depois do falecimento de Bobby Robson, recordou o inglês como «um bom treinador», e disse que o seu despedimento por Sousa Cintra tinha sido um «erro histórico do Sporting». Em Maio, já tinha dito «Paulo Bento forever». Em princípio, portanto, e tendo em conta que forever dura bastante tempo, neste momento é mais provável o Sporting despedir o presidente do que o treinador.
Benfica-Marítimo. Na grande área dos visitantes, um defesa lança-se para o chão e, inadvertidamente, toca com a mão na bola. O jogo estava empatado. O árbitro mandou seguir. Sporting-Braga. Na grande área dos visitantes, um defesa lança-se para o chão e, inadvertidamente, toca com a mão na bola. O jogo estava empatado. O árbitro mandou seguir. Porto-Nacional. Na grande área dos visitantes, um defesa lança-se para o chão e, inadvertidamente, toca com a mão na bola. O jogo estava empatado. O árbitro marcou penalty. Diz-se que faz falta definir um critério para ajudar a avaliar estes lances. Como é óbvio, o critério já existe. Toda a gente o conhece, e é bem antigo.
sexta-feira, agosto 28, 2009
Um Exemplo do Jornalismo que (não) se faz em Portugal
Crónica do Jogo:
(...) " numa noite em que regressaram os maus cruzamentos de Luís Filipe, as desatenções de Sidnei e o atraso de forma de Keirrison e Nuno Gomes. E o adaptado David Luiz viveu um descalabro defensivo no flanco esquerdo."
(...) "Javi García cometeu a proeza de chegar ao fim do jogo só com um amarelo, mas voltou a mostrar um descontrolo que ainda lhe vai custar caro."
Apreciação Individual dos Jogadores:
"Luís Filipe – Regressou em bom plano, um ano depois de ter sido emprestado ao Vitória de Guimarães, mas deixou-se antecipar no segundo golo do Poltava."
"Sidnei – Habitual suplente de David Luiz, aproveitou bem a oportunidade, mostrando ser alternativa."
"David Luiz – Novamente colocado na esquerda, voltou a estar em bom nível, confirmando ser um dos mais polivalentes do plantel."
"Javi García – Precioso no apoio aos centrais e nas recuperações de bola, foi crucial para a equipa."
"Nuno Gomes – Na retina ficou uma bela jogada de entendimento com César Peixoto, que este desaproveitou na cara do guarda-redes."
"Keirrison – Não mostrou instinto de matador. Aos 19 minutos, foi isolado por César Peixoto, mas permitiu a defesa do guarda-redes."
quinta-feira, agosto 27, 2009
Poltava-SLBenfica 2-1 Inadmissível Ausência
Estádio Oleksiy Butovskiy, em Poltava (Ucrânia)
Árbitro: Claudio Circhetta (Suíça)
POLTAVA: Dolganskyy (3); Yarmash (3) (Bezus, 46m (4)), Medvediev (3), Dallku (3) e Curri (3); Krasnoporov (3), Markoski (4) (Chesnakov, 89m (-)) e Despotvski (3); Kulakov (3), Yesin (3) e Sachko (3) (Chychykov, 72m (2)).
Suplentes: Velychko, Gromov, Pyeskov e Januzi.
Treinador: Mykola Pavlov.
BENFICA: Moreira (1); Luís Filipe (2), Luisão (2), Sidnei (3) e David Luiz (2); Javi Garcia (3), Ramires (3) (Rúben Amorim, 71m (2)) , Fábio Coentrão (2) (Di Maria, 63m (2)) e César Peixoto (2); Nuno Gomes (3) (Saviola, 46m (3)) e Keirrison (2).
Suplentes: Júlio César, Miguel Vítor, Shaffer e Cardozo.
Treinador: Jorge Jesus.
Disciplina: Cartão amarelo para Nuno Gomes (10m), Yarmash (21m), Saviola (68m), Javi Garcia (76m), Bezus (87m).
Golos: Sachko (1-0, 48m), Saviola (1-1, 60m), Yesin (2-1, 73m).
Ao intervalo: 0-0.
Resultado final: 2-1.
Sistemas Tácticos
Poltava

Benfica

Principais Incidências da Partida(fonte: www.sapo.pt;www.record.pt)
48' VORSKLA POLTAVA
GOOOOOLO de Sachko
Contra-ataque rápido de Kulakov. Cruzamento largo para Sachko ao segundo poste. Moreira saiu em falso e o ponta-de-lança ucraniano tem tempo para dominar e fazer o remate fatal
60' BENFICA
GOOOOOLO de Saviola
Livre apontado por César Peixoto para o miolo da área. O desvio deficiente de um ucraniano leva a bola para o argentino que, junto à esquina esquerda da pequena área, apara com o pé esquerdo e fuzila com o direito para o ângulo superior do lado oposto da baliza
74' VORSKLA POLTAVA
GOOOOOLO de Esin
Kulakov volta a ser decisivo com um cruzamento rasteiro perigoso. Luís Filipe, depois Luisão, falha o corte e o extremo surge a fuzilar Moreira
Arbitragem
Apitou muito e nem sempre bem.
Vedetas

Pela exemplar execução técnica no lance do golo.
Markoski

Um oásis de qualidade superior numa equipa apenas esforçada
Marretas

Na única vez em que foi chamado a intervir, falhou.
E fê-lo clamorosamente!
Deu razão a Jesus ao ter concedido a titularidade a Quim.
O Jogo
Positivo
A exemplar execução técnica de Saviola no golo.
A entrega dos ucranianos, premiada com uma vitória mais do que merecida.
Negativo
Falta de atitude competitiva ou Competir treinando ao invés de treinar competindo
Intolerável a complacência e a mansidão da generalidade dos jogadores do Benfica, incompatível com a história e o prestígio europeu granjeado pelo clube.
O "perú" de Moreira no 1º golo e os equívocos de marcação de Luís Filipe nos tentos ucranianos.
A sobre-utilização de Peixoto e Keirisson, sem condição física para 60 minutos quanto mais para 90.
A não utilização de Miguel Vítor, aparentemente proscrito.
quarta-feira, agosto 26, 2009
Despudor!
Renovação do quadro de jogadores, mas também da própria ideia de selecção.
Aludiu, inclusive, a princípios éticos como imperativo de conduta.
Hoje, convocou Liedson, nascido em Cairu, Brasil, a 17-12-1977...
2 - Um crime de lesa-futebol.
Um crime de lesa-pátria.
Uma inadmissível corrupção dos valores que devem presidir à representação nacional.
3 - A partir de agora, chamem-lhe o que quiserem, mas não mais Selecção Nacional.
4 - Quando Juan Diaz foi contratado para seleccionador nacional de Voleibol expurgou a representação nacional da chusma de luso-brasileiros que a compunham.
Perscrutou e encontrou um conjunto de jovens valores portugueses, que sucessivas gerações de treinadores haviam teimado em ignorar.
Resultado: Presença no Campeonato Mundial e Consagração Internacional da generalidade dos jogadores.
Após ter tomado posse como treinador da selecção nacional de basquetebol, Valentin Melnychuk foi, progressivamente, prescindindo dos habituais norte-americanos naturalizados.
Resultado: Presença na fase final do Campeonato Europeu.
Parecem-me exemplos suficientemente elucidativos do quão despudorado, insultuoso e ofensivo é o caminho trilhado por Queirós!
5 - Por outro lado, convocar Miguel, Ricardo Carvalho, Deco, Maniche ou Nuno Gomes é um exemplo acabado de rejuvenescimento!
6 - Ontem, declarei-me apátrida futebolístico, pelo que este blog não mais acompanhará a selecção luso-canarinha da dupla sertaneja Gilberto&Carlos!
terça-feira, agosto 25, 2009
Apátrida Futebolístico

Acabo de saber, via Futebolartte, que Liedson será convocado por Carlos Queirós para os próximos encontros com a Dinamarca e Hungria (a 5 e 9 de Setembro).
Desde já afirmo que, a confirmar-se esta triste notícia, me considerarei, a partir desse momento, apátrida futebolístico.
Tudo tem um limite e o meu foi alcançado!
segunda-feira, agosto 24, 2009
Um Olhar sobre a Jornada
Olhanense 0 0 Leiria
Académica 1 1 P. Ferreira
Sporting 1 2 Braga
Marítimo 1 0 Leixões
Rio Ave 1 0 V.Setúbal
V.Guimarães 0 1 Benfica
Porto 3 0 Nacional
Belenenses 2 0 Naval
Golos 11
Espectadores 105.173
Jogo com Mais Espectadores Porto-Nacional (40.309)
Jogo com Menos Espectadores AAC-Paços de Ferreira(2.202)
Cartões Amarelos 30
Cartões Vermelhos 5
Classificação
1 Braga 6
2 Marítimo 4
3 Benfica 4
4 Porto 4
5 Belenenses 4
6 Rio Ave 4
7 Leiria 2
8 Olhanense 2
9 P. Ferreira 2
10 Sporting 1
11 Leixões 1
12 V.Guimarães 1
13 V.Setúbal 1
14 Nacional 1
15 Académica 1
16 Naval 1
On-Fire
Sp. Braga
Dois jogos, duas vitórias, liderança da Liga Sagres.
Conservando inalterados quer o modelo e os princípios de jogo, quer a generalidade dos jogadores da época passada (Hugo Viana foi a excepção que confirmou a regra), Domingos repetiu o feito de Jorge Jesus e derrotou, sem apelo, nem agravo, o Sporting em Alvalade.
Notável concentração competitiva, irrepreensível organização defensiva e aquela pontinha de sorte sempre imprescindível nestas ocasiões foram os predicados maiores de um conjunto que, a partir do primeiro golo, controlou a partida.
Destaque para as exibições de Vandinho, o pêndulo, Alan, autor de um magnífico golo, e João Pereira, laborioso no incessante vaivém pelo flanco direito.
Belenenses
Após mais uma repescagem administrativa, os azuis do Restelo parecem renascidos das cinzas.
Sob o comando de João Carlos Pereira, que, com excepção do Estoril na temporada transacta, tem acumulado insucessos, o Belenenses apresenta um registo defensivamente imaculado.
Com um plantel de "tostões", muito jovem, inexperiente e curto, o êxito pode ser fogo-fátuo.
Veremos se Nelson, Beto e José Pedro serão capazes de transmitir a necessária tranquilidade nos momentos mais quentes da época.
Louva-se a aposta, mais forçada do que pensada, nas camadas jovens.
Sob Pressão
Sporting
A derrota caseira frente ao Braga agitou os dias leoninos, quase que prenunciando um motim assim se confirme a eliminação da Champions.
Mais do que a ausência de vitórias em jogos oficiais, avulta a exaustão do modelo de jogo e do sistema táctico, a teimosia de algumas escolhas, o divórcio entre alguns jogadores e Paulo Bento e, muito especialmente, entre a massa associativa e o treinador.
Previsibilidade talvez seja a melhor forma de definir o actual Sporting.
Inclusivamente nas substituições. Aliás, a titularidade de Pedro Silva apenas encontra razão de ser na possibilidade de repetir a sua troca por Pereirinha.
Liedson e João Moutinho têm sido os sustentáculos do Sporting nas últimas temporadas e o seu paupérrimo momento de forma, também, ajuda a explicar o titubeante arranque leonino.
É muito difícil, senão impossível, construir uma equipa competitiva com um guarda-redes imberbe e dois laterais vulgares (até mesmo Polga tem acumulado equívocos).
Caso seja eliminado da Champions e não triunfe em Coimbra, apenas restará a Paulo Bento demitir-se.
Dream Team
Nilson
João Pereira, David Luiz, Moisés e Alonso
Alan, Vandinho, Ramires e Bruno Gama
Falcao e Yontcha
Arbitragem
Mais do que qualquer erro, importa reflectir sobre a evidente dualidade de critérios entre os árbitros da Liga Sagres.
O que para Artur Soares Dias e Olegário Benquerença não foi penalty, foi-o (e acertadamente, acrescente-se) para João Ferreira.
Se Vítor Pereira serve para alguma coisa, este é o momento certo para o demonstrar!
Estabeleçam-se parâmetros claros e precisos para uma boa avaliação deste tipo de lances, comuniquem-nos aos árbitros e tornem-nos públicos.
A equidade agradece!
domingo, agosto 23, 2009
V. Guimarães - SLBenfica 0-1 A Ilustre Casa de Ramires
Estádio D. Afonso Henriques, em Guimarães
Árbitro: Pedro Proença (AF Lisboa)
V. Guimarães: Nilson (4); Andrezinho (3), Sereno (3), Gustavo Lazzaretti (3) e Desmarets (3); Moreno (3), Flávio Meireles (1) e Nuno Assis (2); Jorge Gonçalves (2) (Alex, 59m (2)), Targino (3) e Douglas (2).
Suplentes: Serginho, Roberto, Rui Miguel, Marquinho, Custódio e Tiago Alencar.
Treinador: Nelo Vingada.
Benfica: Quim (1); Rúben Amorim (3), Luisão (2), David Luiz (4) e Shaffer (3); Javi Garcia (3) (Nuno Gomes, 74m (2)), Ramires (4), Di Maria (3) e Aimar (2) (Fábio Coentrão, 55m (2)); Saviola (1) (Keirrison, 46m (1)) e Cardozo (1).
Suplentes: Moreira, Luís Filipe, Sidnei e César Peixoto.
Treinador: Jorge Jesus.
Golos: Ramires (0-1, 90m)
Disciplina: Cartão amarelo para Javi Garcia (28m), Flávio Meireles (52m), Nuno Assis (72m), Fábio Coentrão (90+2m). Cartão vermelho a Flávio Meireles (60m), Nuno Assis (90+2).
Ao intervalo: 0-0.
Resultado final: 0-1
Sistemas Tácticos
V. Guimarães

Benfica

Principais Incidências da Partida(fonte: www.sapo.pt;www.record.pt)
Sereno, de cabeça, levou a melhor sobre os centrais, mas Quim respondeu com grande defesa, cedendo novo canto.
Enorme oportunidade para o Benfica, com Di María a desmarcar o compatriota Aimar que, isolado, não marca por centímetros. O remate, contudo, é defendido por Nilson, embora o juiz não tenha assinalado o canto.
Penalty para o Benfica. Flávio Meireles joga a bola com a mão, após canto de Di María.
Nilson, com o pé, defende forte pontapé de Cardozo que, em dois jogos do Campeonato, soma duas penalidades desperdiçadas.
GOOOOOLO de Ramires
Livre para o Benfica, depois de Alex derrubar Fábio Coentrão. O mesmo Coentrão levantou e o internacional brasileiro, nas alturas, cabeceou sem hipóteses para Nilson.
Arbitragem
Um ou outro erro de pormenor não ensombram um desempenho globalmente positivo.
Ajuizou bem o lance de grande penalidade a favor do Benfica.
Vedetas

Pela disponibilidade física, pelos equilíbrios, mas, essencialmente, pela extraordinária execução na cabeçada que redundou no tento da vitória

Restituído à posição natural, tem acumulado desempenhos de excelente qualidade, polvilhados de pormenores de classe.
Hoje, não foi diferente.
Seguro e concentrado, aniquilou as investidas vimaranenses e procurou estimular o processo ofensivo

Pela defesa do penalty, mas também pela imagem de segurança e confiança que transmitiu aos seus companheiros.
Marretas

Dois erros técnicos inadmissíveis, marcaram uma partida em que poucas vezes foi chamado a intervir.
Revelou lacunas no jogo aéreo (primeiro erro ainda no dealbar da partida) e mesmo ao nível da concentração (segundo erro na segunda metade, largando para a frente um remate de Andrezinho)

Dois jogos, dois penalty´s desperdiçados!
Quer contra o Marítimo, quer no encontro de hoje, revelou que ainda não tem condição física para duas partidas semanais

Passou completamente à margem da partida!

Um penalty absolutamente despropositado, numa exibição em que acumulou picardias
O Jogo
Positivo
Resultado
Num jogo em que, raramente, ensaiou movimentos ofensivos com discernimento, fluidez e clarividência, salvou-se a vitória
Organização defensiva do Benfica
Com excepção de um lance de bola parada e de dois contra-ataques na fase do "desespero" em que o Benfica subiu exageradamente o bloco, a solidez e a organização defensiva dos encarnados não permitiu veleidades consistentes aos vimaranenses
Os passes de Di Maria isolando Ramires e Aimar na primeira parte
As assistências de Coentrão para os dois golos do Benfica na Liga Sagres
A movimentação global da equipa no lance que resultou no golo de Ramires
A intensidade do jogo
O trabalho táctico de Vingada
Procurando encaixar a sua equipa na do Benfica, Vingada apresentou um 3-4-3 que não só asfixiou as unidades centrais do Benfica, como aportou relativa profundidade ofensiva à sua equipa, especialmente aos flancos
Negativo
Mansidão/ausência de pressão alta
O Benfica foi demasiado complacente.
Não pressionou o primeiro momento de construção do Vitória e, quando assim acontece, a equipa padece.
Sofre não defensiva, mas ofensivamente, pois que lhe faltam tempo e espaço para que as suas unidades criativas possam arquitectar o processo atacante
Falta de dinamismo, agilidade e mobilidade
A equipa sentiu muito quer o desgaste do jogo europeu, quer a agressividade vitoriana.
Com Aimar sem espaço para construir, com Di Maria muito intermitente e com Saviola e Cardozo muito presos, as dificuldades ofensivas foram evidentes
A substituição de Aimar por Coentrão em contradição com o modelo e os princípios de jogo da equipa.
Descaracterizou o jogo de posse em favor do jogo directo.
A equipa não absorveu a alteração de paradigma e os problemas ofensivos acentuaram-se.
Quase que esterilizou o ataque encarnado.
A entrada de Nuno Gomes restituiu a equipa a um padrão próximo da "normalidade" e as benfeitorias foram claras.
Dois jogos, dois penalty´s desperdiçados
Ameaça tornar-se um problema!
Percebo que a confiança de Cardozo a tanto obriga, mas equacionar uma alteração no marcador de penalty´s é capaz de ser uma ideia a considerar
A atitude de Douglas pontapeando a bola, propositadamente, na direcção de Aimar
O penalty de Meireles
A permanente azia de Assis que desaguou na sua expulsão
Os equívocos de Quim e os falhanços de Targino

