sexta-feira, outubro 16, 2009

Conferência de Imprensa de Jorge Jesus - Audio





Divirtam-se!


Agenda Benfiquista para o Fim de Semana

16/10 Sex 21:30 Basquetebol Atlético - Benfica Camp. Nanional CNB1 Tapadinha -
17/10 Sab 10:00 Ténis de Mesa Torneio de Faro Juniores/Sub 21 Pav. Farense -
17/10 Sab 10:00 Ténis de Mesa Torneio de Faro Juniores - Sub 21 Pav. Farense -
17/10 Sab 15:30 Voleibol Benfica - Fonte Bastardo Campeonato Nacional A1 Pavilhão Luz BenficaTV
17/10 Sab 15:35 Futsal Belenenses - Benfica 1ª Divisão (6ª jornada) Pavilhão Acácio Rosa, Restelo RTP2
17/10 Sab 18:15 Futebol Monsanto - Benfica Taça de Portugal (3ª elim.) Torres Novas TVI
17/10 Sab 19:30 Andebol Benfica - RC Tbilisi Taça EHF Pavilhão nrº2 -
17/10 Sab 21:30 Hoquei em Patins Benfica - Juventude Viana 1ª Divisão Pavilhão da Luz BenficaTV
18/10 Dom 09:00 Ténis de Mesa Torneio de Faro Seniores Pav. Farense -
18/10 Dom 09:00 Ténis de Mesa Torneio de Faro Seniores Pav. Farense -
18/10 Dom 10:30 Triatlo Campeonato Nacional Finalíssima Estoril -
18/10 Dom 15:00 Voleibol Benfica - Machico Campeonato Nacional A1 Pavilhão nrº2 BenficaTV
18/10 Dom 17:30 Basquetebol Benfica - Seixal Troféu António Pratas Pav. Império Bonança BenficaTV
18/10 Dom 19:00 Andebol Benfica - RC Tbilisi Taça EHF Pavilhão nrº2 BenficaTV
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quinta-feira, outubro 15, 2009

Façam o favor de serem Felizes!



Antevisão do Monsanto vrs. SLBenfica

Artigo de Opinião de Leonor Pinhão

Pedro Mendes devia ter sido 'naturalizado' muito mais cedo

Liedson, o mais recente naturalizado do futebol português, foi ontem substituído a um quarto de hora do fim do jogo de Guimarães e o público que enchia a casa tributou-lhe uma afectuosa salva de palmas. Já tinha acontecido o mesmo no sábado no jogo com a Hungria, tendo Liedson experimentado, pela primeira vez em toda a sua carreira, a sensação de ter o Estádio da Luz a render-lhe homenagem. E parece que gostou.
A naturalização de Liedson, que tanto deu que falar, provou a sua utilidade nestes últimos quatro jogos da Selecção. O brasileiro-português marcou dois golos e, em momentos de aperto, todos os golos são importantes.
Para evitar tanto sofrimento e tantas contas, outro jogador houve que devia ter sido naturalizado mais cedo. Muito mais cedo. Trata-se de Pedro Mendes, um escocês nascido e criado em Guimarães e que joga no Glasgow Rangers, campeonato que não desperta grande atenção em Portugal, o que só por si explica a ignorância lusa no que diz respeito às capacidades deste escocês que tanto jeito nos deu nos dois únicos jogos que fez, precisamente os dois últimos.
Pedro Mendes foi naturalizado à pressa, em coisa de meia hora, quando foi preciso ir repescar um jogador para substituir Pepe, impedido de jogar contra a Hungria. Foi uma grande surpresa para a generalidade do público e da crítica o valioso nível de empenho e de talento sem arrebiques que o escocês emprestou à Selecção Nacional. Ontem, contra Malta, só conseguiu errar um primeiro passe aos 71 minutos do jogo.
A naturalização-relâmpago de Pedro Mendes foi uma decisão brilhante. Mérito para quem a tomou.

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De um modo peculiar e mal compreendido, provocando um efeito cuja visibilidade não é de imediata apreensão para os sofredores nacionais, o Real Madrid deu um muito precioso contributo para o bom nome da Selecção Nacional ao impedir que Cristiano Ronaldo se prestasse ao papel de Santa Mascote e que o sentassem, porventura, nalgum nicho de flores improvisado no estádio de Guimarães para que do seu lugar benzido por tanto fervor patriótico pudesse ele benzer, só com os olhos, as exibições dos companheiros que tinham de levar de vencida os pobres malteses.
O jogo era importante, era. Decisivo, sim. No intuito de mobilizar os adeptos em nome de uma supostamente indispensável belicosidade que há-de atemorizar a outra equipa, ao ponto de não a deixar dormir, é uma tradição do futebol-baixeza , inventar guerras extra-bola com os adversários nas vésperas de jogos importantes e decisivos. Mas ontem o adversário era Malta. Que espécie de guerra poderíamos ter com os malteses? Nenhuma.
Resolveu-se, então, que o melhor era declarar guerra ao Real Madrid.
Muito amavelmente, o Real Madrid consentiu que Cristiano Ronaldo, lesionado no tornozelo direito, se juntasse aos seus compatriotas na preparação para o jogo com a Hungria. E se foi com espanto e preocupação que os espanhóis viram o seu investimento de 94 milhões de euros entrar em campo, na Luz, foi com indescritível horror que o viram sair de campo, aos 27 minutos do jogo, a coxear.
O resto é óbvio. O Real Madrid quer Cristiano Ronaldo em Madrid entregue aos médicos sabendo-se já, em Chamartin, que o seu camisa n.º 9 vai falhar os dois jogos com AC Milan, para a Liga dos Campeões, mais outros quatro jogos na Liga espanhola e dois na Taça do Rei. Se o Real Madrid não deixou, felizmente, Cristiano Ronaldo estar em Guimarães é porque não brinca com coisas sérias.

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Na temporada passada, o Benfica de Quique Flores produziu um jogo de grande categoria contra o Nápoles, no Estádio da Luz. E fez também um belíssimo jogo contra o Sporting, no Estádio da Luz. Foram prometedores esses fogachos que, ainda que muito precocemente, alumiaram a esperança benfiquista.
Era, portanto, muito cedo.
Corria o mês de Setembro de 2008 quando Nápoles e Sporting se vergaram ao bonito e eficaz futebol benfiquista e, depois disso, o que se viu foi um Benfica igual ao Benfica dos últimos anos no campeonato nacional, perdendo em casa todos os pontos que não podia perder, um Benfica medíocre na Taça de Portugal, não sabendo nem podendo fazer melhor do que o Leixões no Estádio do Mar e, finalmente, um Benfica francamente lamentável na extinta Taça UEFA.
E tão lamentável foi esse percurso europeu de 2008/2009 que, fanatismos à parte, há quem, entre nós, considere que a própria Taça UEFA exigiu mudar de nome por causa do mau aspecto que lhe foi outorgado pela incrível série de exibições e de resultados da equipa de Quique Flores.
No entanto, o treinador espanhol não voltou ao seu país de mãos a abanar. Poderá sempre dizer e pôr no currículo que venceu uma competição interna, a Taça da Liga, o que não deixa de ser verdade.
Dirão os nossos adversários vencidos nessa final que quem ganhou a Taça da Liga não foi nada Quique Flores mas sim Lucílio Baptista, por ter assinalado uma grande penalidade de origem duvidosa e que permitiu ao Benfica disputar a decisão no desempate por grandes penalidades.
Ripostarão os pragmáticos, mais ou menos benfiquistas, garantindo que quem ganhou a Taça da Liga para o Benfica foi o seu guarda-redes, Quim, que defendeu quatro chutos de onze metros pelo que Quique Flores, o treinador, nada teve a ver com aquele brilhantíssimo sucesso.
Posto isto, nas últimas semanas da época passada foi sendo óbvio que Quique Flores não era mais o treinador pretendido pelos responsáveis da Luz e que os seus dias, em Lisboa, estavam contados. Não foi Quique o primeiro treinador a sair do Benfica antes de terminar o contrato mas, pelo menos, conseguiu cumprir até ao fim o seu primeiro e único ano, e, coisa rara de se ver, sempre com o apoio dos adeptos, que o estimavam, e que lhe proporcionaram uma emotiva despedida no último jogo em que se sentou no banco no Estádio da Luz.
Em Maio, Quique, sabendo já que era pela derradeira vez que ocupava o assento, primou em dar uma volta ao campo e em receber palmadinhas nas costas, abraços e outros cumprimentos afectuosos da afición que se mostrava contrária à sua partida. Conhecendo o grau de exigência — frequentemente absurda — da massa adepta do Benfica, a situação foi, no mínimo, misteriosa. Difícil de explicar.
Tivemos de esperar cinco meses pela explicação devida. E foi o próprio Quique Flores a dá-la. Esta semana, numa entrevista ao jornal desportivo espanhol Superdeporte, o treinador fez, em curtas palavras, o seu balanço pessoal da passagem pela Luz. «No Benfica, centrei-me no meu trabalho e em fazer com que os adeptos gostassem do treinador», disse. E conseguiu, sim senhor. À campeão.

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Campeão, mas campeão a sério, de futebol, é Giovanni Trapattoni, como sabemos por experiência própria. Trapattoni é o treinador da selecção da República da Irlanda que poderá ser nossa adversária nos play-offs de qualificação para o Mundial. De um modo geral, convencionou-se que a Ucrânia seria o adversário mais difícil para Portugal. Há quem discorde. Eu, por exemplo. E já que Portugal tem a sorte de escapar à França e à Grécia, que tenha mais um bocadinho de sorte e que consiga fugir ao temível sortilégio de Trapattoni, sempre a velha raposa, com irlandeses e tudo…

De novo Díos...

C´ um Caneco (outro passatempo)

Valenciano vs Olhanense
Sp. Covilhã vs Sp. Braga
Varzim vs Nacional
Monsanto vs Benfica
FC Porto vs Sertanense
Atlético vs V. Setúbal
Académica vs Portimonense
P. Ferreira vs Aljustrelense
Leixões vs Casa Pia
Merelinense vs U. Leiria
Santa Clara vs Marítimo
Belenenses vs Oriental
Naval vs Padroense
V. Guimarães vs Feirense
Rio Ave vs Esmoriz
Sporting vs Penafiel

quarta-feira, outubro 14, 2009

Tributo Passado que se Reforça no Presente

Da Serie "Uma Excepção porque se impõe"


A equipa da Federação Portuguesa de Futebol conseguiu qualificar-se para os play-off de acesso ao Mundial da África do Sul.
Uma pífia conquista festejada com uma dimensão que permite perceber o quão minguada é a actual exigência!

Artigo de Opinião de Fernando Guerra

É o Sporting de Braga o dono do primeiro lugar da classificação, dois pontos acima do Benfica e cinco do FC Porto. Há um ano, também com sete jornadas cumpridas, o panorama apresentava duas diferenças: era o Leixões quem liderava, com o Benfica a um ponto e o FC Porto a cinco. Portanto, além de outro comandante provisório, a única variação prende-se com o encurtamento em um ponto na desvantagem da equipa de Jesualdo Ferreira em relação à de Jorge Jesus.

Não será possível, por isso, através deste breve exercício, descortinar explicação razoável para a inesperada alteração comportamental do presidente portista.
Do ano passado, em situação ligeiramente mais problemática (quatro pontos de atraso), não há sinal de comentários com direito a registo nas nossas memórias, mas agora, por motivos que escapam, parece ter tido um despertar agitado vai para duas semanas.

Misteriosa reacção esta, por certo causada por medonho pesadelo, ainda por cima vermelho, que desde então tem subordinado o sentido das suas intervenções, como a que protagonizou no último fim-de-semana em que, num quadro de absoluto despropósito, e quando pretendia assinalar uma data de referência para o emblema do dragão, precisou de se pendurar nas asas da águia, adversário de estimação, para descarregar a inconveniência do discurso, no estilo e no conteúdo, gasto de tanto repetido, onde a ironia se disfarçou de piada fácil, apenas para consumo em inaugurações, festas e jantares.

Resquícios da pequenez que sempre caracterizou a sua política de conflitualidade, avessa à serenidade, à sensatez e à clareza, que tanto se reclamam para o futebol português, e ao mesmo tempo castradora do reforço da expansão portista. É notável o sucesso desportivo durante o seu magistério, mas tudo começa e acaba. Ora, como se adivinha a iminência de transição de ciclos a dúvida é saber como será quando abrandar a chama aglutinadora dos títulos. Quem vier a seguir que se amanhe...

Pinto da Costa deu muitas vitórias ao FC Porto mas não autorizou que ele crescesse quanto podia ou não considerou suficientemente relevante essa evolução; isto é, a de transformar um grande clube de implantação regional num outro de dimensão verdadeiramente nacional. Este salto teve condições favoráveis para ser dado, ou tentado, pelo menos, imediatamente a seguir à vaga de simpatia azul e branca que alastrou um pouco por todo o País em 2003, quando da conquista da Taça UEFA, em Sevilha. A ordem foi para travar, contudo, em obediência ao canhestro pensamento de «todos contra nós»...

Aliás, o FC Porto deve ser o único clube que ganha uma Liga dos Campeões e, em vez de festejar com a exuberância que o feito justifica, opta por destapar desavenças internas com o objectivo de desvalorizar o trabalho do treinador José Mourinho, o qual, recordam-se?, no regresso da Alemanha, abandonou o aeroporto pela porta do lado por forma a evitar encontros indesejáveis com a facção mais descontrolada de obediente claque. E quando se privilegia o choque de protagonismos e se diminui o significado do triunfo na mais destacada prova do continente europeu, chega-se à conclusão que o problema reside nas mentalidades, luminosas mas curtas. Engolidas pela eficácia da máquina futebolística por elas gerada...

Continua por decifrar o enigma que envolve esta súbita obcecação de Pinto da Costa pelo que se passa trezentos quilómetros a sul. Será por o Benfica estar mais forte e a jogar bem? Será por Jorge se chamar Jesus e não Flores? Provavelmente, mas não é só. Às preocupações de fora acrescentam-se as de dentro trazidas pelo advento do processo de sucessão.

Talvez ele sinta a necessidade de fazer ou dizer qualquer coisa para fixar a confiança dos que ainda o seguem até de olhos fechados. Cada vez em menor número, porém, de que o resultado da eleição autárquica no concelho do Porto constitui a prova mais recente...

terça-feira, outubro 13, 2009

Sempre que o Campeonato Pára, Regressa a Silly Season




Aimar na Lázio, Ramires no Man. City e a contratação de um guarda-redes pelo SLBenfica em Janeiro é jornalismo muito criativo à míngua de assunto!

Yo no credo en brujas, pero que las hay, las hay!

segunda-feira, outubro 12, 2009

Loureiros ou como Hermínio imita Valentim ou Mudam-se os Tempos, Mudam-se as Vontades ou Coerência precisa-se...

Hermínio Loureiro foi eleito presidente da Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis e reafirmou a intenção de permanecer na presidência da Liga de clubes até final do mandato, em Maio de 2010.
Há uns anos, umas quantas vozes martirizaram, e bem, acrescente-se, Valentim Loureiro por acumular os cargos de presidente do Município de Gondomar e da presidência da Liga.
Sucede que aqueles que crucificaram no passado Valentim, patrocinam agora a continuidade de Hermínio.
É por estas e por outras (semelhantes) que o futebol português caminha lenta, mas firmemente para o abismo da total ausência de ética, credibilidade e transparência.

A Coerência ou a Falta dela...

“Uma semana depois dizer que o Fundo de Investimento do Benfica "era um vergonha", onde, "se avaliavam jogadores como Javi García a 17 milhões de euros e júniores que ninguém conhece por cinco milhões", o presidente do Sportingt admite fazer o mesmo no Sporting.
No núcleo do Tramagal, Bettencourt disse que essa "é uma medida sempre possível".

domingo, outubro 11, 2009

Depois disto, Exigem-se Eleições na Liga

Oliveira de Azeméis

PPD/PSD
44,83%
Presidente da câmara eleito: Hermínio José Sobral de Loureiro Gonçalves
PS
40,56%
CDS-PP
7,46%
B.E.
2,39%
PCP-PEV
1,79%

O Mergulho que também eu dei...

Parabéns, Cardozo! Constância Concretizadora!

Parabéns, Aimar! Que Grande Exibição!!!

Artigo de Opinião de Luís Avelãs

Bettencourt e a conversa da treta

O presidente leonino já tinha avisado - depois de ter elogiado o Benfica durante a pré-temporada, o que não caiu bem em muitos associados e adeptos do Sporting - que iria continuar a dizer o que pensava, pouco ou nada preocupado com a interpretação dada às suas palavras. Cumpriu. Em Vendas Novas, no fim-de-semana, resolveu atirar-se com tudo ao rival da Segunda Circular, criticando o recente Fundo de Investimentos, os valores atribuídos aos passes de alguns futebolistas encarnados, etc, etc.

Por outras palavras, José Eduardo Bettencourt fez aquilo que é típico em Portugal: entreteve-se a falar da casa alheia, esquecendo-se que a sua principal preocupação devia ser tratar dos (muitos) problemas do clube que dirige. Mas, já se sabe, falar (e opinar) sobre a vida dos outros é, em qualquer situação, sempre mais fácil e apetecível.

Não interessa para o caso se o que Luís Filipe Vieira faz na Luz está certo ou errado. Isso é algo que, em princípio, não deveria ser questão importante para Bettencourt. Se o líder leonino considera que o tal Fundo de Investimento "é uma vergonha" tem bom remédio: não o subscreve, nem decide imitar o modelo no seu clube.

Bettencourt parecia ser um dirigente diferente. Chegou a Alvalade cheio de energia e desejoso de restituir aos leões um passado mais popular. O "show" dado no momento da eleição - ladeado de outros membros dos órgão sociais que mais pareciam a cúpula da Juventude Leonina - prometia, de facto, um Sporting mais próximo das bases. No entanto, ao optar por este tipo de declarações e postura, perfeitamente fora do contexto, parece ser igual a tantos outros. Com a agravante de que, desportivamente, o clube tarda em acertar o passo.

Quem tem como desígnio (e actualmente como profissão, pois convém recordar que é pago para exercer estas funções) comandar os destinos do Sporting, não devia perder tanto tempo a olhar para o que se passa na Luz ou no Dragão. Em Alvalade (e na Academia), pelo que todos sabemos e temos visto, há assuntos de sobra para o preocupar.

A conversa de que os rivais possuem orçamentos mais elevados está gasta, assim como a da aposta na juventude (que Paulo Bento já justificou com a falta de recursos financeiros). É evidente que quem tem maior desafogo pode contratar melhores futebolistas. Mas, historicamente, isso sempre foi assim. Em Portugal e lá fora. Será que Bettencourt só repara que dragões e águias gastam mais dinheiro? Será que ainda não descobriu que, por exemplo, Nacional, Sp. Braga ou Belenenses gastam menos que o Sporting e nem por isso foram derrotados pelos leões nos recentes duelos?

Os sócios e adeptos do clube de Alvalade não querem saber o que se passa na gestão dos rivais. Gostavam era de perceber a razão porque o futebol da sua equipa parece uma manta de retalhos, inclusive nos (poucos) jogos em que até conseguem vencer. E se num passado recente, o conjunto já rendeu mais, porque razão exibe uma confrangedora apatia nos últimos tempos. Mas sobre isso, o presidente parece não ter nada a dizer. Nem sobre isso, nem sobre os constantes assobios que se escutam em Alvalade, nem tão-pouco sobre as críticas a Paulo Bento que não param de aumentar.

Bettencourt tem de olhar mais para dentro e menos para fora. Por muito que se esforce a tentar esconder o óbvio, não são os adversários, nem os árbitros, os culpados das contínuas más prestações leoninas.

E já agora deixo aqui um conselho: em momentos de crise, o clube precisa de unir esforços e não de criar clivagens. Criticar de forma tão dura aqueles que, sendo sportinguistas, não pensam como ele não é a melhor estratégia. E, se como diz, "salvadores são aqueles que de forma silenciosa e invisível dão o apoio ao clube", talvez fosse boa ideia pensar duas vezes antes... de falar! É que assim está a ser exactamente igual a outros dirigentes que também pensam ser os únicos donos da verdade e da razão. E não há ninguém assim!

PS - Tinha algumas dúvidas em relação à capacidade do Benfica reagir, em Paços de Ferreira, à derrota averbada em Atenas. Fiquei esclarecido. Mesmo abdicando de jogar na segunda parte, a verdade é que as águias nem deixaram os locais acreditar num bom resultado. E ninguém se lembrou das ausências de Maxi Pereira, Aimar ou Di Maria.

sábado, outubro 10, 2009

Artigo de Opinião de Ricardo Araújo Pereira

Desta vez Pinto da Costa tem razão

É muito raro, e portanto trata-se de um facto que merece ser celebrado: Pinto da Costa tem razão.
Nos intervalos de receber árbitros em casa para fornecer aconselhamento matrimonial aos seus paizinhos e de atropelar fotógrafos do JN, Pinto da Costa consegue além disso tirar algum tempo a esta vida preenchida para enriquecer o País com declarações.
As declarações costumam ser de dois tipos: ou são declarações de José Régio que chegam ao domínio público em segunda mão, habitualmente em cerimónias especiais, através daquilo que Pinto da Costa julga ser declamar (um castigo que nem os versos de Nel Monteiro mereciam, quanto mais os do pobre Régio), ou são declarações da lavra do próprio Pinto da Costa — que são frequentemente mais poéticas. As últimas, pelo menos, soaram-me a poesia.

No aniversário do Futebol Clube de Infesta, o presidente do Porto tomou a palavra para falar, evidentemente, do Benfica.
É o tema que vem mais a propósito, até porque, para dizer a verdade, o Benfica vem sempre a propósito.
E foi nessa altura que Pinto da Costa proferiu as palavras a que qualquer pessoa de bom senso, não sendo sectária, deve dar razão: «Ao contrário do que alguns dão a entender, o grande adversário do Porto no campeonato é o Braga, e não o Benfica».
Há muito tempo que venho dizendo o mesmo: é com o Braga que o Porto vai ter de discutir o segundo lugar do campeonato.
Com cuidado, porque o Nacional (e até, quem sabe, o Sporting) pode intrometer-se nesse interessante combate, mas sobretudo será uma luta a dois entre o Braga e o Porto. Que isto seja óbvio apenas para mim e para Pinto da Costa é que eu acho estranho. Em abono da verdade, devo dizer que Pinto da Costa percebeu tudo isto primeiro do que eu.
Quando, por exemplo, agradeceu Falcao ao Benfica, estava já a planear esta estratégia de confronto com o Braga: recrutar um reforço que estaria bem no banco do Benfica (marca quase tantos golos como o Cardozo!) é o modo ideal de atacar o Braga. Para se superiorizar ao Benfica, teria de contratar um ponta-de-lança que marcasse mais do que o titular do Glorioso, claro.
A aposta de Pinto da Costa no segundo lugar é, portanto, correctíssima, e comprova-se a toda a hora: a notícia segundo a qual o presidente do Porto vendeu mais de 15.000 acções da SAD do Porto indica justamente que o futuro não é tão risonho como nos anos anteriores.
É melhor vender tudo enquanto ainda vale alguma coisa e, quem sabe, investir em títulos que valham mais que os do Sporting e Porto juntos.
Eu sei de uns que correspondem à descrição, e até tenho alguns. Mas não estou vendedor.

sexta-feira, outubro 09, 2009

Entrevista de David Luiz



— É o melhor momento do Benfica desde que chegou ao clube, em Janeiro de 2007, para trabalhar com Fernando Santos?

— Pode dizer-se que sim, estamos muito coesos e concentrados, noutras épocas não estivemos tão bem... Bom, e sabemos como é que acabaram essas épocas, esta não sabemos. Mas esperamos que seja da melhor forma possível. Acredito que este é o melhor momento desde que aqui cheguei.

— E este final será diferente?

— É o que esperamos, que o fim dê para sorrir e não para chorar. Sentimos isso, mesmo quando andamos na rua, sentimos que o nosso arranque está a contagiar muita gente e a trazer os adeptos para perto de nós e isso é bonito. Dá prazer e é muito gostoso. Mas estamos tranquilos, pois nada ganhámos, falta muita coisa e temos de manter-nos humildes e trabalhadores, pois importante é chegar ao fim com o objectivo cumprido.

— Que mudou, realmente, de Quique Flores para Jorge Jesus?

— Sempre que há uma mudança sente-se uma mudança. São excelentes treinadores, mas as coisas estão a acontecer de uma maneira melhor para o mister Jesus, pois está a conseguir passar a mensagem e nós a conseguir absorvê-la rapidamente. E vamos tendo confiança uns nos outros. O futebol vive de resultados e estamos a conseguir bons resultados.

— Dentro do que mudou o que é mais visível? A parte psicológica ou a vertente táctica?

— A mudança tem a ver com tudo, o mister Jesus tem uma linguagem muito ganhadora, é uma pessoa que todos os dias trabalha sério. Quique também, mas Jesus está sempre a cobrar... Posso falar por mim, é uma pessoa que me olha nos olhos e diz-me os defeitos e isso há muito tempo que não acontecia comigo. Muitos passavam a mão na minha cabeça, mas ele não, ele fala o que eu devo ouvir e não o que eu quero ouvir.

— É importante para um jogador sofrer uma crítica, em vez de receber apenas aprovação?

— Cabe a cada jogador saber lidar com isso e eu gosto de ouvir quando estou errado. Podemos ficar amuados um dia, mas quando vou para casa tento reflectir e perceber qual é a ideia e se aquele conselho é mesmo produtivo.

— Jesus é o grande reforço do Benfica para esta temporada?

— Tudo é importante, o grupo que se está a criar... todos estão dando a sua contribuição. E estamos com a cabeça diferente. Quando a maré está para um lado e remamos nesse sentido as coisas acontecem da melhor forma.

— Que ideias trocam os jogadores no segredo do balneário?

— Estamos felizes. Sentimos alegria nos olhos uns dos outros, sentimos a vontade de chegar rapidamente ao final de semana. Andamos ansiosos por chegar ao dia do jogo, com vontade de jogar e mostrar a toda a gente o nosso trabalho. Há muita solidariedade e companheirismo. Indo assim para o campo é difícil vencerem-nos.

— O Sp. Braga incomoda?

— Temos de dar os parabéns ao Sp. Braga, pelo grande momento, porque é uma grande equipa. Estamos em segundo e temos de ir atrás. É uma equipa qualificada e muito forte, logo vamos atrás dela, pegar no calcanhar até que tropece e possamos passar à frente.

— Ainda assim, o Benfica está à frente de FC Porto e Sporting...

— Não é o lugar ideal, porque ideal é ser primeiro, não segundo, terceiro ou quarto. Queremos chegar em primeiro.

— Acreditam que o Sp. Braga será candidato ao título até ao fim?

— Sem dúvida, vai lutar pelo título, pois é grande equipa, com excelentes jogadores. Vai lutar pelo título da mesma forma que nós.

— Esperava enchente benfiquista em P. Ferreira. Gostou?

— O suficiente para nos empurrar para a vitória. Quando entro no Estádio da Luz ou em qualquer outro fico arrepiado quando vejo aquela massa vermelha.

— Isso conta de facto?

— Conta bastante. Lembro-me quando era pequeno e ia ao estádio... No final da semana se calhar o pai deixa de comprar um brinquedo ao filho para poder levá-lo ao estádio. São essas coisas que também nos empurram. Por vezes podemos querer reclamar de alguma coisa, mas quando nos lembramos disso esquecemos tudo. Lembro-me sempre das pessoas humildes que tiram do pouco que têm uma parcela para verem a sua outra paixão, o Benfica.

— Começa a passar-lhe pela cabeça como será festejar um título?

— Desde que cheguei que sonho com isso, é o sonho de qualquer jogador. Sonho ver Portugal pintado de vermelho, mas para isso temos de trabalhar bastante e fazer com que essa conquista seja possível. Temos de fazer com que as coisas aconteçam. As coisas não acontecem se dormirmos ou descansarmos. Temos de plantar coisas boas para colher coisas boas.

— Envolveu-se em lances que custaram golos ao Benfica...

— Chateia um pouco, porque sou uma pessoa que se cobra bastante. Mas só quem está ali é que se sujeita a isso. Quando fazemos as coisas tentando acertar, temos de estar tranquilos. Infelizmente, não posso fugir a isso.

— Sente-se em dívida para com Jorge Jesus, que não quer sofrer mais de sete golos na Liga?

— Não, passa-me tranquilidade, assim como todo o grupo. Temos os nossos objectivos e estamos juntos nisso. Aconteceu comigo e podia acontecer a outros. Sou defesa e quando o Benfica sofrer golos vou estar sempre por perto...

— Como vê o facto de ter à sua frente um ataque tão poderoso?

— Feliz, vemos que o nosso trabalho está sendo reconhecido e isso só nos dá mais força.

— Já imaginou acabar o campeonato sem derrotas?

— Com ou sem derrotas, passa-me pela cabeça conquistar o título, queremos é ser campeões.

— Não passa pela cabeça dos jogadores do Benfica que Falcao não marcaria pelo FC Porto se tivesse sido contratado?

— Deus sabe o que faz e cada um tem o seu caminho. O caminho do Falcao era o FC Porto e não o Benfica.

— Na Liga Europa o nível não tem sido o mesmo. Qual a razão?

— Não fizemos um jogo tão bom com o AEK, mas fizemos o suficiente para ganhar. Só que o guarda-redes fez quatro defesas incríveis. Lidamos com os jogos da mesma forma, mas os resultados têm sido melhores na Liga.

— Os jogos com o Everton serão decisivos para a Liga Europa?

— Sem dúvida!

— Considera, pois, obrigatório um Benfica mais forte do que em Atenas na recepção ao Everton?

— Sem dúvida alguma, é a nossa marca, a nossa identidade, não pode ser de outra forma.

— É bom ou mau jogar com um guarda-redes para o campeonato e outro para a Liga Europa?

— O Benfica é um grupo, não somente 11 jogadores, toda a gente tem qualidade, quer jogar e dará conta do recado. Seja Júlio César, Quim ou Moreira, temos confiança em todos eles.

David Luiz está nas nuvens, joga, joga habitualmente onde mais gosta, no eixo da defesa, e anda sempre com um sorriso. «Estou feliz por tudo, por poder dar o meu contributo, jogar, que é o que mais amo, por não ter lesões... Sinto-me feliz pelo grupo, pelo nosso ambiente, vamos para os treinos e vamos felizes, há um ambiente saudável. No final de um treino já estamos à espera do treino seguinte, pensando nas nossas brincadeiras, mas também no trabalho sério. Está muito gostoso...», explica, sem esquecer a sua veia goleadora, revelada agora em P. Ferreira: «As coisas acontecem com o trabalho. Marquei eu, mas podia ter sido outro. O David Luiz não pega na bola, mete debaixo do braço e vai lá fazer o golo sozinho. É trabalho da equipa.»

E já vai à área contrária com o golo na mira: «Tem de ser, quem pensa em coisas negativas atrai coisas negativas.»

Brasileiro sublinha que interrupção da Liga vem em bom momento, pois é preciso descansar.

Depois de ter ganho em Paços de Ferreira, o que lhe permitiu alargar a diferença para o Sporting (agora de oito pontos) e manter as distâncias para FC Porto (mais três pontos) e Sp. Braga (menos dois), o Benfica é obrigado a parar, por causa da interrupção do campeonato, em virtude dos compromissos das selecções. David Luiz não a considera, no entanto, prejudicial para a equipa encarnada.

«Não, acho que é o melhor momento, porque precisamos de descansar. Tivemos um ciclo de três jogos numa semana e era difícil continuar. Sabíamos que o jogo de Paços de Ferreira era muito importante para nós, um campo onde é difícil jogar, mais a mais porque o Paços é muito forte em casa. Graças a Deus ganhámos e esta paragem agora é boa pelo descanso, para respirar um pouco e conversarmos sobre alguns aspectos que não correram tão bem. Corrigir coisas e procurar o melhor, aperfeiçoar. O descanso só fará bem, vamos colocar as perninhas para o ar para podermos voltar mais levezinhos...», explicou o defesa-central, que saboreia o momento, mas não como mais desejaria, uma vez que o Sporting de Braga mantém a liderança e o segundo lugar não é a posição preferida dos encarnados: «Esta paragem ainda saberia melhor se estivéssemos em primeiro lugar.... Sabemos, no entanto, que estamos num momento positivo.»

quinta-feira, outubro 08, 2009

Benfica Stars Fund - Características, Principais Vantagens e Inconvenientes

No passado dia 30 de Setembro, a Benfica SAD divulgou a criação do “BENFICA STARS FUND – Fundo Especial de Investimento Mobiliário Fechado”, no valor de 40 milhões de Euros.

Antepassado Português:

Em 2001, através da Orey Financial, Sporting, Porto e Boavista constituíram Fundos apelidados de “First Portuguese Football Players Fund”.
O Fundo sportinguista foi dissolvido em 2007 e o portista em 2008, sendo que o leonino atingiu em 2003 o seu expoente máximo de rentabilidade com 80% e o azul e branco em 2004 com 37%.

Características:

O capital inicial cifra-se em 40 milhões de Euros, estando disponíveis 8 milhões de acções destinadas a subscritores, tendo cada participação o valor de 5€, ajustados mensalmente consoante o valor líquido global do Fundo.

Apresenta como propósito essencial o gerar de mais valias a partir da alienação dos direitos desportivos dos jogadores em relação aos quais o fundo detenha direitos económicos.

Será gerido pela "ESAF – Espírito Santo Fundos de Investimento Mobiliário, SA", empresa do Grupo BES.

Terá a duração de cinco anos e assume natureza fechada.

O Fundo não poderá deter mais de 60% dos direitos económicos de cada atleta e a Benfica SAD nunca menos de 10%.

Apenas jogadores entre 16 e 25 anos com contrato de duração igual ou superior a 3 anos são elegíveis para integrarem o Fundo.

No momento da aquisição pelo Fundo de direitos económicos relativos a um jogador, é fixado um valor de referência, que uma vez satisfeito, obriga a Benfica SAD, caso seja essa a vontade do Fundo, a alienar os direitos desportivos desse atleta ou a readquirir ao Fundo os direitos económicos que detenha relativos a esse mesmo atleta, pelo valor que seria devido ao Fundo caso a proposta fosse aceite pela Benfica SAD.

Quando o contrato de trabalho de um jogador relativamente ao qual o Fundo detenha direitos económicos entre nos derradeiros 18 meses, a Benfica SAD terá que o colocar no mercado de transferências, por um preço a acordar entre o Fundo e a Benfica SAD.

Vantagens:

Capitalização presente a partir de proveitos incertos e futuros

Obtenção de capitais sem recurso ao crédito e, logo, sem suportar juros

Valorização dos direitos económicos

Diminuição da Exposição ao Risco

O Carácter fechado do Fundo, inviabilizando a saída massiva dos investidores se e quando realizarem mais valias

Participação nas mais valias geradas pela alienação dos direitos desportivos fruto da subscrição de 15% do Fundo

Inconvenientes

Aumento exponencial da vulnerabilidade à transacção.
Quem aplica capital pretende vê-lo remunerado e, neste caso, a realização de mais valias implica a alienação dos direitos desportivos dos jogadores.
Em cada janela de transferências, a pressão para vender será cada vez maior e a tentação para o fazer crescerá em idêntica proporção.
Na verdade, há que dar atractividade ao produto financeiro, através da demonstração da sua rentabilidade.

A Retoma do Investimento - Benfica Stars Fund

5,625 Milhões de Euros é quanto o "Caixa Futebol Campus" já rendeu financeiramente ao SLBenfica, ou seja, está pago e com evidente lucro!

quarta-feira, outubro 07, 2009

Video Opinião de Pedro Ribeiro

Terapia da Azia

Dos 3G´s aos 2G´s?

Número Total de Espectadores e Média por Jogo

1º Benfica 138.301 46,100/jogo
2º Porto 124.937 41,6/jogo
3º Sporting 96.385 24,09/jogo
4º V.Guimarães 54.650 18,21/jogo
5º Braga 46.612 11,6/jogo

Ou seja, a média de espectadores do Sporting aproxima-se muito mais da do V.Guimarães do que da do Porto.

A este propósito, Miguel Sousa Tavares escreveu, ontem, em A Bola:

"Em minha opinião, o Sporting enfrenta um futuro negro: a prazo não muito distante poderá mesmo vir a extinguir-se como clube de referência no futebol português — tal qual como o PSD poderá vir a extinguir-se como partido de governo. Ambos estão perante problema idêntico: a falta de sustentabilidade. O PSD desprovido de base ideológica, o Sporting de base clubística."

Em 14 de Outubro de 2008, escrevi:

"Soares Franco lamentou a reduzida militância dos sportinguistas se e quando comparados com adeptos de outros clubes.
Reconheceu o fracasso da campanha de angariação de novos sócios (55 mil pagantes e destes só 27 mil são efectivos (com mais de 18 anos), o decréscimo de vendas das gameboxes (de 34 mil há dois anos para 26 mil este ano) e a descida da média de assistências aos jogos (de 30 mil no ano passado para 25 a 26 mil este ano).
Soares Franco fez o diagnóstico, mas não ponderou as causas, nem sequer a sua superação.
O divórcio a que ora se assiste tem as suas raízes profundas no famigerado "projecto Roquete".
Desde o consulado Roquete que o primado da racionalidade imperou sobre o da emotividade (não obstante, o passivo quase que triplicou a sua dimensão).
A criação da SAD, medida emblemática e estruturante, cerceou o poder de intervenção dos sócios na gestão do "core business" do clube.
A subtracção do étimo criador do clube importou uma evidente diminuição dos factores de identificação e de pertença da massa associativa.
Um incremento substancial do ecletismo poderia contrariar esta tendência.
Sucede que o Sporting ensaiou movimento inverso e reduziu o universo de modalidades de alta competição.
Hoje por hoje, não tem pista de atletismo, nem pavilhão!
Desvalorizou a condição de sócio, privando-a de todo e qualquer benefício, para além do orgulho da sua ostentação.
Mais do que adicionar pontos num cartão, os sócios pretendem sentir-se parte integrante e fundamental da vida do clube, contribuindo e influindo no seu processo de construção e evolução.
A ausência de uma política de expansão da rede de núcleos do clube, estimulando a sua criação por forma a sedimentar o "ser sportinguista", através da participação e partilha de experiências, ritos e memórias colectivas.
Por todas estas razões, o afastamento dos adeptos não pode surpreender!"

Golo de Urreta nos Quartos de Final do Mundial de Sub-20 frente ao Brasil

Golos dos Emprestados a Clubes Estrangeiros no Fim de Semana

Eskisehirspor vrs. Kayserispor 0-1
Makukula jogou 90 minutos e marcou o golo da vitória



Xamax vrs. St. Gallen 4-2
Bynia jogou 90 minutos, marcou o terceiro golo e assinou uma assistência



Wolverhampton vrs. Portsmouth 0-1
Yebda jogou 78 minutos e marcou o golo da vitoria

Artigo de Opinião de Luís Freitas Lobo

Carlos Martins: o limite

Começou no espaço que é habitual Aimar ocupar. Depois, com a bola a rolar, é outro jogador. Menos cerebral, mais impulsivo, distintas acções e reacções ao jogo. Tudo isso, claro, leva a equipa por outros caminhos na última fase de construção.
A maior força emocional do seu jogo é também a razão da sua maior instabilidade (táctica e emocional).
Uma boa equipa, isto é, com o colectivo e seus elos de ligação (emoção e táctica) bem ligados, consegue, porém, absorver um jogador assim mais difícil. Noutra situação, sem essa moldura colectiva forte é diferente.
A carreira de Carlos Martins tem sido feita nessa dicotomia.
Mantêm o jogo sempre em sobressalto. O adversário e a…própria equipa.
É uma segunda velocidade, um estado de espírito alternativo.
Mais do que jogar bem, faz boas jogadas/movimentos.
Um futebol específico para um jogador particular.
Como o centro para o 0-1. Ou o remate para o 0-2.
Porque quando a equipa joga bem, qualquer estado de ânimo (a tal «atitude») ocupa o lugar secundário que lhe corresponde na análise futebolística.

terça-feira, outubro 06, 2009

A Propósito da Vozearia Alheia...

ocorre-me recordar Pinheiro de Azevedo que, em Novembro de 1975, num comício, exclamou:
"O povo é sereno, é só fumaça!"

Um Olhar sobre a Jornada

Jornada nº 7

Académica 2 | 4 Marítimo

Naval 3 | 2 Rio Ave

Braga 2 | 0 V.Setúbal

Leixões 3 | 2 Leiria

Sporting 0 | 0 Belenenses

Olhanense 0 | 3 Porto

Nacional 2 | 0 V.Guimarães

P. Ferreira 1 | 3 Benfica

Golos 27
Cartões Amarelos 39
Cartões Vermelhos 1
Número Total de Espectadores 56.586

Classificação

1 Braga 21
2 Benfica 19
3 Porto 16
4 Sporting 11
5 Rio Ave 10
6 Nacional 8
7 Marítimo 8
8 Leixões 8
9 Leiria 7
10 P. Ferreira 7
11 Naval 7
12 V.Guimarães 6
13 Olhanense 6
14 Belenenses 6
15 V.Setúbal 4
16 Académica 3

On-Fire

Sp. Braga

Sete jogos, sete vitórias, liderança da Liga Sagres.
O que já escasseia em surpresa, sobeja em estabilidade, firmeza e competência.
Dos jogadores à equipa técnica!
Mais um triunfo inquestionável, que apenas pecou por tardio.
Em vantagem numérica desde os 36 minutos, o Braga dominou e controlou o adversário e a partida, revelando uma superior qualidade técnica, para além de uma organização táctica irrepreensível.
Hugo Viana assinou mais um golo, mas, desta feita, foi Mossoró a estrela mais reluzente do universo bracarense.

SLBenfica

A qualidade de mais um desempenho encarnado justifica a distinção.
Na Mata Real, a capacidade para pressionar alto, a intensidade, o ritmo, a dinâmica, a mobilidade, a organização, a capacidade técnica individual, a capacidade táctica colectiva, a eficácia nos lances de bola parada e a capacidade de finalização do Benfica permitiram-lhe granjear cedo uma decisiva vantagem de três golos.
Na Segunda como na generalidade dos encontros precedentes, numa demonstração de consistência como há muito não se via para as bandas da Luz.

Naval

Dois triunfos consecutivos no emergir da surpresa Kerrouche, decisivo com 4 golos.
Á derrota em casa frente ao Setúbal, seguiram-se vitórias sobre Marítimo e Rio Ave.
Todavia, veremos se não será apenas fogo fátuo.

Sob Pressão

V. Guimarães

Escrevi a semana passada: "(..) Uma derrota na Madeira agravará este estado de coisas, ao ponto, talvez, de tornar insustentável a continuação de Vingada à frente dos destinos vimaranenses."
Estou convicto que Vingada será o próximo a ser despedido!

Sporting

10 pontos de distância para o Braga, 8 para o Benfica e 5 para o Porto é a realidade leonina ao fim de 7 jornadas.
Depois de um início conturbado, com a eliminação da Champions e a derrota caseira frente ao Braga a agitarem os dias leoninos, um calendário favorável permitiu a Paulo Bento somar 4 vitórias consecutivas e, deste modo, serenar os ânimos.
Contudo, assim que o grau de exigência subiu, regressaram as debilidades anteriormente detectadas.
A exaustão do modelo de jogo e do sistema táctico, a teimosia de algumas escolhas, das quais Polga, réu na derrota no Dragão, será o exemplo mais marcante, a falta de jogadores de qualidade para algumas posições, mormente nas laterais, a ausência de profundidade qualitativa do plantel, o divórcio entre alguns jogadores e Paulo Bento e, muito especialmente, entre a massa associativa e o treinador são factores que prenunciam um futuro sombrio.

Dream Team

Nelson

Fucile, Bruno Alves, David Luiz e Evaldo

José Manuel, Leandro Salino, Hugo Viana e Djalma

Falcão e Kerrouche

Arbitragem

Com excepção da arbitragem de Pedro Henriques em Olhão, má de mais para ser verdade, a tranquilidade imperou nos restantes jogos.
O Major assinou um paupérrimo desempenho, técnica e disciplinarmente, acumulando equívocos atrás de equívocos.
Na primeira parte, perdoou a expulsão a Álvaro Pereira, no dealbar da segunda um penalty sobre Rabiola e nos últimos vinte minutos expulsões a Rui Duarte e Guga.
No entretanto, conseguiu admoestar Guarín e Guga com cartões amarelos quando deviam ter sido Miguel Garcia e Fernando os contemplados!

Um por Todos




Sporting J V E D GM-GS P
7 3 2 2 8-6 11

Melhor Marcador Óscar Cardozo 8 Golos

À Maneira de Berardo e Jardim

segunda-feira, outubro 05, 2009

Paços de Ferreira - SLBenfica 1-3 Prova Superada

Constituição das Equipas e Avaliação Quantitativa do Desempenho

Árbitro: João Ferreira (Setúbal), assistido por Pais António e Luís Ramos.

Estádio: Mata Real, em Paços de Ferreira.

P. Ferreira: Cássio (3); Baiano (3), Ozéia (2), Danielson (1) (Cristiano, 32 (4)) e Jorginho (2); Ricardo (3), Manuel José (3), Leonel Olímpio (3) e Maykon (4) (Roncatto, 78 (-) [Carlitos, 84] (-)); Ciel (3) e Leandrinho (3).

Suplentes: Coelho, Pedrinha, Cristiano, Fábio Pacheco, Roncatto, Carlitos e José Coelho.

BENFICA
Quim (4); Rúben Amorim (3) (César Peixoto, 68 (3)), Luisão (4), David Luiz (4) e Shaffer (3); Javi Garcia (3), Ramires (3), Fábio Coentrão (3) e Carlos Martins (4) (Felipe Menezes, 45 (2)); Saviola (4) (Weldon, 77 (3)) e Cardozo (4).

Suplentes: Júlio César, Sidnei, Felipe Menezes, Nuno Gomes, Weldon e Keirrison.

Acção disciplinar: Amarelo para Jorginho (24), Ozéia (40), Cristiano (57); Rúben Amorim (25), Quim (70).

Marcadores: Maykon (68); David Luiz (3), Carlos Martins (22), Cardozo (40).

Resultado: 1-3.

Sistemas Tácticos

Paços de Ferreira


Benfica


Arbitragem

Com excepção de dois fora de jogo não assinalados ao ataque do Paços no início da partida, assinou um desempenho sem influência no resultado.
Um ou outro equívoco não ensombram uma exibição pautada pela assertividade.

Vedetas

David Luiz
Inaugurou o marcador num golpe de cabeça tão oportuno quanto perfeito.
Impecável e implacável a defender, encontrou tempo e espaço para se assumir como o primeiro impulsionador do processo ofensivo.

Carlos Martins
Na ausência de Aimar aproveitou a oportunidade para rubricar o seu melhor desempenho de águia ao peito.
Um golo e uma assistência foram momentos maiores de uma exibição para mais tarde recordar.

Quim
Sempre que chamado a intervir, respondeu com competência.
Importante a defesa com a qual impediu Cristiano de marcar o segundo golo pacense.

Cardozo
Mais um golo e mais um desempenho de qualidade.
Alardeou disponibilidade física e mobilidade, tendo coroado a sua prestação com a magnífica execução do livre que resultou no terceiro golo do Benfica.

Saviola
Só lhe faltou um golo para abrilhantar ainda mais a sua prestação na primeira parte.
Dinâmico, móvel e com a sua já consabida excelente movimentação entre-linhas, assumiu-se como um verdadeiro "quebra-cabeças" para os defesas pacenses.

Cristiano
Sinceramente, não percebo como continua perdido em Paços de Ferreira.
E como não é titular!
Senhor de uma técnica acima da média, merece outros palcos.

Marretas

Felipe Menezes

Não se adaptou nem à intensidade, nem ao ritmo, nem às condições do relvado e, assim, não se conseguiu assumir como o imprescindível enganche que Carlos Martins havia sido na primeira parte.

Ozeia e Danielson

Completamente ultrapassados pelo vendaval ofensivo encarnado.

O Jogo

Positivo

Triunfo num contexto de imprescindibilidade sob pena de fantasmas passados saírem do armário.

Superação da derrota em Atenas e das ausências de Maxi, Di Maria e Aimar

Turn-Over psicológico, revelando confiança e desejo de conquista.

Superioridade avassaladora na primeira parte - na intensidade, no ritmo, na dinâmica, na mobilidade, na organização, na capacidade técnica individual, na capacidade táctica colectiva e na finalização!

A intensidade e a velocidade com que o Benfica iniciou a contenda, subjugando, por completo, o adversário.

A capacidade encarnada para pressionar alto na primeira metade, que lhe permitiu recuperar a bola em zonas adiantadas e cercear profundidade ofensiva ao adversário.

A eficácia encarnada nos lances de bola parada.

Equilíbrio defensivo, sem perder acutilância ofensiva.

A qualidade dos movimentos ofensivos encarnados na metade inicial, pautados pela dinâmica, pela intensidade e pela velocidade.

A exemplar execução de Carlos Martins e Cardozo nos golos.

A reacção pacense na segunda parte lançando mão do habitual coração.

Negativo

A débacle física na segunda metade, alardeando uma mansidão exasperante.

A complacência com que o Benfica iniciou a etapa complementar.

Traição dos seus princípios de jogo na segunda parte, não pressionando o adversário, não encurtando espaços, não promovendo os apoios laterais e frontais, não imprimindo intensidade, ritmo, dinâmica ou mobilidade.

A "ausência" de Felipe Menezes, comprometendo as transições ofensivas e defensivas.

Ausência de movimentos ofensivos e defensivos colectivos na etapa complementar.

Espaço Prof. Karamba - Classificação Geral

1º Lugar: Samsalameh - 135 pontos

2º Lugar: Vermelho Sempre - 125 pontos

3º Lugar: J. Lobo e Chico - 115 pontos

4º Lugar: Gui - 110 pontos

5º Lugar: Fura-Redes, Jimmy Jump, Kaiserlicheagle - 105 pontos

6º Lugar: JC - 95 pontos

7º Lugar: Vermelho - 85 pontos

8º Lugar: Cuto - 80 pontos

9º Lugar: Vermelho Nunca - 75 pontos

10º Lugar: Agarredinhos e Filipe - 70 pontos

11º Lugar: Sócio - 55 pontos

12º Lugar: Lion Heart - 50 pontos

13º Lugar: Pachulico - 35 pontos

quinta-feira, outubro 01, 2009

AEK - SLBenfica 1-0 Regresso ao Passado em Atenas

Constituição das Equipas e Avaliação Quantitativa do Desempenho

BENFICA
Júlio César (3); Maxi Pereira (2)(Fábio Coentrão (3)) , Luisão (2), David Luiz (1) e César Peixoto (1); Ramires (2), Javi García (3) e Di María (3); Aimar (2) (Nuno Gomes (-)); Cardozo (2) e Saviola (2) (Weldon (2))

Sistema Táctico

Benfica


Principais Incidências da Partida(fonte: www.tvgolo.com)


Arbitragem

Assertivo na generalidade dos lances, perdoou uma grande penalidade sobre Cardozo já no ocaso da partida.

Vedetas

Di Maria

Apesar de intermitente e algo complicativo, protagonizou as melhores oportunidades de golo do Benfica.

Javi Garcia

O metrónomo habitual, mas desprovido do apoio necessário à prossecução cabal da sua missão.

Marretas

David Luiz

Desconcentrado e excessivamente confiante, pautou o seu desempenho pela mediocridade.
Acumulou um inusitado número de equívocos para um jogador da sua qualidade.
Definitivamente, não se dá bem com os ares da Grécia.

César Peixoto

Impreciso no ataque e quase sempre ausente na defesa, assinou a sua pior exibição ao serviço do Benfica.

O Jogo

Positivo

O número de oportunidades de golo arquitectadas pelo Benfica.

A "Vitamina" Coentrão, que aportou outra profundidade ofensiva e outra solidez defensiva ao flanco esquerdo.

Negativo

A falta de atitude competitiva, alardeando uma mansidão exasperante.

O excesso de confiança, menosprezando o adversário e desrespeitando-se enquanto equipa.

A complacência com que o Benfica iniciou a partida, no falso pressuposto que mais cedo ou mais tarde o golo acabaria por surgir.

Crença na sua superioridade como que por direito divino.

Traição dos seus princípios de jogo, não pressionando o adversário, não encurtando espaços, não promovendo os apoios laterais e frontais, não imprimindo intensidade, ritmo, dinâmica ou mobilidade.

Anarquia organizativa, comprometendo as transições ofensivas e defensivas.

Ausência de movimentos ofensivos e defensivos colectivos.

Uso e abuso das iniciativas individuais.

Ineficácia atacante e defensiva nos lances de bola parada.

Exagerado número de ocasiões de golo desbaratadas pelo Benfica.

Espaço Prof. Karamba

Sporting - Belenenses
Nacional - V. Guimarães
Sp. Braga - V. Setúbal
Leixões - U. Leiria
Académica - Marítimo
P. Ferreira - Benfica
Naval - Rio Ave
Olhanense - FC Porto

Memorial Zandinga - Classificação Geral

1º Lugar: Vermelho Sempre - 170 pontos

2º Lugar: Jimmy Jump, JC e Fura-Redes - 155 pontos

3º Lugar: Vermelho - 150 pontos

4º Lugar: Lion Heart - 145 pontos

5º Lugar: Vermelho Nunca e Samsalameh - 140 pontos

6º Lugar: J. Lobo - 135 pontos

7º Lugar: Kaiserlicheagle e Sócio - 125 pontos

8º Lugar: Gui - 100 pontos

9º Lugar: Chico - 95 pontos

10º Lugar: Pachulico - 70 pontos

11º Lugar: Cuto - 50 pontos

Demonstração da Valorização dos Direitos Económicos - Benfica Stars Fund

O Benfica despendeu 2,5 Milhões de Euros na aquisição do passe de David Luiz e vendeu 25% por 4,5 Milhões.
Pagou 7 Milhões pela totalidade dos direitos desportivos e económicos de Javi Garcia e alienou 20% por 3,4 Milhões de Euros.
Adquiriu Shaffer por 1,9 Milhões de Euros e transaccionou 40% por 1,4 Milhões de Euros.
Comprou Ruben Amorim por 900 mil Euros e vendeu 50% por 1,5 Milhões de Euros.
Di Maria custou 7,5 Milhões de Euros e cedeu 20% por 4,4 Milhões de Euros.
Deste modo, cumpre concluir que, para além dos direitos desportivos permanecerem na titularidade do Benfica, o valor dos direitos económicos emergiu fortemente capitalizado.

A Retoma do Investimento - Benfica Stars Fund Vantagens e Inconvenientes

A Benfica SAD comunicou à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) a constituição do "Benfica Stars Fund", um fundo de investimento no valor de 40 milhões de Euros cujos activos são percentagens variáveis do passe de vários futebolistas do SLBenfica.
Para a constituição do fundo, o SLBenfica alienou, a título definitivo, ao mencionado fundo percentagens dos direitos económicos dos seguintes futebolistas:

David Luiz (25%) - 4,5 milhões de euros (avaliado em 18 Milhões)
Di María (20%) - 4,4 milhões de euros (avaliado em 22 Milhões)
Javi Garcia (20%) - 3,4 milhões de euros (avaliado em 17 Milhões)
Nélson Oliveira (25%) - 2 milhões de euros (avaliado em 8 Milhões)
Roderick Miranda (25%) - 2 milhões de euros (avaliado em 8 Milhões)
Ruben Amorim (50%) - 1,5 milhões de euros (avaliado em 3 Milhões)
Shaffer (40%) - 1,4 milhões de euros (avaliado em 3,5 Milhões)
Urretaviscaya (20%) - 1,2 milhões de euros (avaliado em 6 Milhões)
Miguel Vítor (25%) - 500 mil euros (avaliado em 2 Milhões)
David Simão (25%) - 375 mil euros (avaliado em 1,5 Milhões)
Leandro Pimenta (25%) - 375 mil euros (avaliado em 1,5 Milhões)
Yartey (25%) - 375 mil euros (avaliado em 1,5 Milhões)

A principal vantagem deste e de outros fundos do género radica na garantia e na antecipação de receitas, ou seja, na capitalização presente a partir de proveitos incertos e futuros.
Obviamente, que nem tudo são vantagens.
A vulnerabilidade à transacção aumenta exponencialmente.
Quem aplica capital pretende vê-lo remunerado e, neste caso, a realização de mais valias implica a alienação dos direitos desportivos dos jogadores.
Em cada janela de transferências, a pressão para vender será cada vez maior e a tentação para o fazer crescerá em idêntica proporção.
Na verdade, há que dar atractividade ao produto financeiro, através da demonstração da sua rentabilidade.

terça-feira, setembro 29, 2009

Momentos de Urreta no Mundial Sub-20

Uruguai vrs. Inglaterra 1-0 Assistência de Urreta


Uruguai vrs. Uzbequistão 3-0 Golo de Urreta (2º da equipa)

Análise à 2ª Jornada da Champions League - Grupos E a H

Grupo E

Fiorentina - Liverpool 2-0

Dois golos da jovem estrela Jovetic garantiram à Fiorentina um triunfo surpreendente sobre um improfícuo e desinspirado Liverpool.
Este resultado abre a discussão do apuramento.

Fiorentina Liverpool
2 Golos marcados 0
4 Remates à baliza 4
4 Remates para fora 6
2 Remates interceptados 3
0 Cartões amarelos 0
0 Cartões vermelhos 0
9 Faltas cometidas 14
4 Cantos 10
4 Foras-de-jogo 3
23' 54'' P. bola (tempo) 36' 4''
39% P. bola (%) 61%

Debrecen - Lyon 0-4

Sem espinhas!
Superioridade avassaladora e incontestada de um Lyon, que em apenas 24 minutos resolveu a contenda.
Dois jogos, duas vitórias, cinco golos marcados e zero sofridos significam a liderança isolada do grupo e uma vantagem quiça decisiva na luta pela qualificação para os oitavos de final.

Debrecen Lyon
0 Golos marcados 4
7 Remates à baliza 8
4 Remates para fora 6
3 Remates interceptados 1
1 Cartões amarelos 1
0 Cartões vermelhos 0
17 Faltas cometidas 16
2 Cantos 6
1 Foras-de-jogo 3
24' 9'' P. bola (tempo) 30' 23''
44% P. bola (%) 56%

Grupo F

Rubin - Inter 1-1

E Mourinho prossegue na senda da irregularidade.
Perante um esforçado Rubin, no qual Alejandro Domínguez emergiu como o elemento diferenciado, o Inter não revelou nem competência, nem ambição para se guindar a um desempenho qualitativamente capaz de assegurar o triunfo.

Rubin Internazionale
1 Golos marcados 1
6 Remates à baliza 4
4 Remates para fora 8
4 Remates interceptados 2
1 Cartões amarelos 4
0 Cartões vermelhos 1
15 Faltas cometidas 15
7 Cantos 4
2 Foras-de-jogo 3
33' 39'' P. bola (tempo) 32' 12''
51% P. bola (%) 49%

Barcelona - Dynamo Kyiv 2-0

Q.B.!
Um Barcelona em ritmo de treino, gerindo o esforço, bastou para derrotar um Dynamo Kyiv, que apesar do denodo de Andriy Shevchenko e Artem Milevskiy e da inspiração de Olexandr Shovkovskiy nunca mostrou capacidade para discutir o resultado.

Barcelona Dynamo
2 Golos marcados 0
11 Remates à baliza 0
9 Remates para fora 6
4 Remates interceptados 1
0 Cartões amarelos 2
0 Cartões vermelhos 0
11 Faltas cometidas 16
8 Cantos 2
1 Foras-de-jogo 4
44' 59'' P. bola (tempo) 19' 49''
69% P. bola (%) 31%

Grupo G

Unirea Urziceni - Stuttgart 1-1

O outro pasmo da noite!
A pertinácia romena conheceu recompensa num empate, que penaliza a ineficácia finalizadora dos alemães.

Unirea Urziceni Stuttgart
1 Golos marcados 1
2 Remates à baliza 7
4 Remates para fora 7
0 Remates interceptados 5
1 Cartões amarelos 2
0 Cartões vermelhos 0
16 Faltas cometidas 22
3 Cantos 1
4 Foras-de-jogo 0
29' 32'' P. bola (tempo) 25' 47''
53% P. bola (%) 47%

Rangers - Sevilla 1-4

E o Sevilha resolveu a questão do apuramento!
Com uma segunda parte simplesmente arrasadora, os espanhóis destroçaram as aspirações escocesas ao êxito.
Luís Fabiano foi, novamente, fabuloso e com um golo e uma assistência deu ajuda preciosa à construção de um triunfo tão tranquilo quanto incontestado dos espanhóis.

Rangers Sevilla
1 Golos marcados 4
3 Remates à baliza 6
8 Remates para fora 4
1 Remates interceptados 2
1 Cartões amarelos 2
0 Cartões vermelhos 0
12 Faltas cometidas 11
3 Cantos 3
2 Foras-de-jogo 2
29' 38'' P. bola (tempo) 32' 26''
47% P. bola (%) 53%

Grupo H

Arsenal - Olympiakos

Custou, mas a 12 minutos do final uma magnífica triangulação entre Fabregas, Eduardo e Van Persie resolveu a equação grega.
Excessivamente amorfo e posicional, o Arsenal deixou-se enlear na teia defensiva grega.
E muito por culpa própria!
Demasiado preocupado com os equilíbrios e carente de profundidade ofensiva, o Arsenal, embora dominante, raramente se acercou com verdadeiro perigo da área grega.
Wenger substituiu Rosicki e Diaby por Eduardo e Vela e o Arsenal cresceu em intensidade e em velocidade e, sem surpresa, obteve dois golos.

Arsenal Olympiacos
2 Golos marcados 0
12 Remates à baliza 2
4 Remates para fora 2
6 Remates interceptados 2
2 Cartões amarelos 4
0 Cartões vermelhos 0
13 Faltas cometidas 18
10 Cantos 2
2 Foras-de-jogo 0
33' 24'' P. bola (tempo) 24' 26''
57% P. bola (%) 43%

AZ Alkmaar - Standard de Liége

Um golo de Traore no tempo de compensação garantiu um ponto, que os belgas e a generalidade dos espectadores julgavam já perdido.
E diga-se em abono da verdade, que muito pouco haviam feito para o merecer.
Com este resultado, a discussão da qualificação reabriu-se para os belgas.

AZ Standard
1 Golos marcados 1
6 Remates à baliza 4
4 Remates para fora 7
5 Remates interceptados 4
1 Cartões amarelos 2
0 Cartões vermelhos 0
13 Faltas cometidas 14
9 Cantos 5
3 Foras-de-jogo 0
33' 58'' P. bola (tempo) 23' 34''
59% P. bola (%) 41%

Tudo o que um Pai não deve fazer a um filho



Estes miúdos, aparentemente, são crianças iguais às outras.
Infelizmente, são-no apenas na aparência.
Na essência, são escravos da ambição e de um estranho fenómeno de projecção da personalidade do seu progenitor.

Uma Péssima Notícia




Argentina e Uruguai rejeitaram pedido da SAD para o trio jogar segunda-feira, dia 5, no Minho.
Brasil e Paraguai devem libertar Luisão, Ramires e Cardozo.
Jesus não quis jogar domingo.

Três baixas de vulto para Paços de Ferreira: a Associação de Futebol Argentina não liberta Aimar e Di María para o jogo de segunda-feira, a contar para a sétima jornada da Liga, sucedendo o mesmo com a congénere uruguaia relativamente a Maxi Pereira.
Já a Confederação Brasileira de Futebol e a Associação Paraguaia de Futebol deverão libertar Luisão, Ramires e Cardozo, respectivamente, para o encontro do Minho.
As diferentes respostas aos pedidos que a SAD requisitou encontram justificação na fase em que os quatro países se encontram no que à zona de apuramento rumo ao Mundial 2010 diz respeito: brasileiros e paraguaios já estão qualificados para a África do Sul e daí a maior flexibilidade, ao contrário de Argentina e Uruguai — ambas as selecções têm a presença no campeonato do Mundo em risco e decidiram não abrir excepções, recorrendo aos regulamentos da FIFA, nomeadamente a obrigatoriedade de os clubes cederem os jogadores cinco dias antes do jogo no caso de os atletas jogarem em confederações que não as de origem, como é o caso.
Recorde-se que as águias jogam dia 5, segunda-feira, em Paços de Ferreira por causa do desafio de quinta-feira, frente ao AEK, para a Liga Europa, pelo que Aimar, Di María e Maxi Pereira só iriam treinar-se com as respectivas selecções na quarta-feira, dia 7 (a véspera seria passada a cruzar o oceano Atlântico, perdendo como tal os treinos de terça-feira dia 6).
A Argentina joga dia 10 frente ao Peru, em Buenos Aires (capital), enquanto o Uruguai desloca-se, no mesmo dia, ao Equador (Quito). Quatro dias depois haverá lugar a um escaldante Uruguai-Argentina, em Montevideu (capital do Uruguai), encontro que poderá ditar a exclusão de uma destas equipas da África do Sul. Convém lembrar que há cinco países em luta por dois lugares de acesso ao Campeonato do Mundo e argentinos e uruguaios estão separados apenas por um ponto.

Operação Madrid

Luisão, Ramires e Cardozo devem poder alinhar em Paços de Ferreira e a SAD já montou uma operação especial: o trio joga segunda-feira à noite em Paços, fica a dormir no Porto e na manhã seguinte arranca de jacto alugado pelo Benfica rumo a Madrid, de onde partirão para os países de origem.

Antecipação fora de hipótese

Os encarnados ainda chegaram a ponderar a hipótese de antecipar o encontro com o Paços de Ferreira para domingo (dia 4), de modo a permitir que Aimar, Di María e Maxi Pereira chegassem à América do Sul no dia seguinte, mas Jorge Jesus terá recusado este cenário, preferindo perder três jogadores influentes a prejudicar os restantes — a equipa joga quinta-feira à noite em Atenas e fará uma viagem de quatro horas para Lisboa. Jogando no domingo, ainda por cima com uma deslocação ao Norte, obrigaria a um desgaste suplementar de todo o plantel.

Uma questão de horas

O Uruguai já impediu o Benfica de utilizar Maxi Pereira a 6 de Outubro de 2008, com o Leixões, na época passada (Liga), também a uma segunda-feira: o lateral não foi a Matosinhos, pois dia 11 jogava frente à Argentina.

No caso actual, tudo se resume a uma questão de horas: se Aimar, Di María e Maxi Pereira jogassem na segunda-feira com o Paços Ferreira, partiriam no dia seguinte, chegando aos seus países perto da hora do jantar (hora local). Em teoria, chegariam cinco dias antes do jogo, como é regulamentado, mas na prática perderiam esse dia de trabalho (treinos). É esta a diferença que permite às selecções usarem a lei a seu favor.

segunda-feira, setembro 28, 2009

Um Olhar sobre a Jornada

Jornada nº 6

Olhanense 0 1 Braga

V.Setúbal 0 1 P. Ferreira

Marítimo 1 2 Naval

Rio Ave 0 0 Académica

Porto 1 0 Sporting

Benfica 5 0 Leixões

V.Guimarães 2 2 Leiria

Golos 15
Cartões Amarelos 34
Cartões Vermelhos 5
Número Total de Espectadores 116,234

Classificação

1 Braga 18
2 Benfica 16
3 Porto 13
4 Rio Ave 10
5 Sporting 10
6 P. Ferreira 7
7 Leiria 7
8 Olhanense 6
9 V.Guimarães 6
10 Leixões 5
11 Nacional 5
12 Marítimo 5
13 Belenenses 5
14 V.Setúbal 4
15 Naval 4
16 Académica 3

On-Fire

Sp. Braga

Seis jogos, seis vitórias, liderança da Liga Sagres.
O que já escasseia em surpresa, sobeja em estabilidade, firmeza e competência.
Dos jogadores à equipa técnica!
Mais um triunfo inquestionável, que apenas pecou por tardio.
Na verdade, em vantagem numérica desde o último minuto da primeira parte e apesar do penalty desperdiçado nesse instante por Meyong, o Braga dominou e controlou o adversário e a partida, revelando uma superior atitude competitiva e uma organização táctica irrepreensível.
O golo de Alan no derradeiro suspiro da contenda premiou a tenacidade e a persistência não só do jogador brasileiro, o melhor em campo, mas também o espírito de grupo e de conquista da equipa.
Aliás, Alan e Aimar são, hoje por hoje, os jogadores em melhor momento de forma na Liga Sagres.

SLBenfica

A qualidade de mais um desempenho encarnado, consubstanciada em mais uma goleada, justifica a distinção.
Na Luz ante um Leixões que ancorou a sua estratégia num anti-jogo detestável e deprimente, a capacidade para pressionar alto, a intensidade, o ritmo, a dinâmica, a mobilidade, a organização, a capacidade técnica individual, a capacidade táctica colectiva, a eficácia nos lances de bola parada e a capacidade de finalização do Benfica sobressaíram.
No Sábado como na generalidade dos encontros precedentes, numa demonstração de consistência como há muito não se via para as bandas da Luz.
A média de 3,5 golos marcados por jogo atesta a eloquência ofensiva da equipa, ao passo que a média de 0,5 golos sofridos por jogos diz bem da coesão defensiva.
Uma e outra conjugadas permitem afiançar o equilíbrio do conjunto encarnado.

Rio Ave

E a grande surpresa do campeonato consolida-se.
Soma tantos pontos quantos o Sporting, prossegue invicto e sem sofrer golos nas partidas disputadas em casa.
Solidifica a sensação que alcançará cedo a tão desejada manutenção na Liga Sagres.

Sob Pressão

Académica

O empate em Vila do Conde foi mais um balão de oxigénio para Rogério Gonçalves, mas, principalmente, para José Eduardo Simões.
Todavia, tudo o que não seja um triunfo na próxima jornada não pode deixar de significar o desemprego para Rogério Gonçalves.

V. Guimarães

6 pontos em 6 jogos é um registo satisfatório para a generalidade dos emblemas que disputam a Liga Sagres.
Para a exigente massa associativa vitoriana não é!
E não o sendo, a vida complica-se para Vingada.
Diga-se em abono da verdade, que o plantel à sua disposição impunha desempenhos qualitativamente superiores e, acima de tudo, melhores resultados.
Uma derrota na Madeira agravará este estado de coisas, ao ponto, talvez, de tornar insustentável a continuação de Vingada à frente dos destinos vimaranenses.

Sporting

8 pontos de distância para o Braga, 6 para o Benfica e 3 para o Porto é a realidade leonina ao fim de 6 jornadas.
Depois de um início conturbado, com a eliminação da Champions e a derrota caseira frente ao Braga a agitarem os dias leoninos, um calendário favorável permitiu a Paulo Bento somar 4 vitórias consecutivas e, deste modo, serenar os ânimos.
Contudo, assim que o grau de exigência subiu, regressaram as debilidades anteriormente detectadas.
A exaustão do modelo de jogo e do sistema táctico, a teimosia de algumas escolhas, das quais Polga, réu na derrota no Dragão, será o exemplo mais marcante, a falta de jogadores de qualidade para algumas posições, mormente nas laterais, a ausência de profundidade qualitativa do plantel, o divórcio entre alguns jogadores e Paulo Bento e, muito especialmente, entre a massa associativa e o treinador são factores que prenunciam um futuro sombrio.

Dream Team

Rui Patrício

Fucile, David Luiz, Orlando e César Peixoto

Alan, Ramires, Aimar e Djalma

Cardozo e Falcao

Arbitragem

Tranquilidade na generalidade das partidas da 6ª jornada, agitação no desafio do Dragão.
Excluindo a habitual calimerice leonina, dizer que, apesar da ansiedade e do evidente nervosismo de Duarte Gomes, incorreu apenas num equívoco maior, a saber a não expulsão de Raúl Meireles por acumulação de amarelos.
No mais, ajuizou correctamente os lances de maior relevância, quais sejam o penalty e as expulsões.

Espaço Prof. Karamba - Classificação Geral

1º Lugar: Fura-Redes - 95 pontos

2º Lugar: Vermelho Sempre e Chico - 90 pontos

3º Lugar: Samsalameh - 85 pontos

4º Lugar: J. Lobo e Gui - 80 pontos

5º Lugar: Jimmy Jump, Kaiserlicheagle e Filipe - 70 pontos

6º Lugar: JC e Vermelho Nunca - 65 pontos

8º Lugar: Vermelho, Cuto e Sócio - 55 pontos

9º Lugar: Lion Heart - 50 pontos

10º Lugar: Agarredinhos - 40 pontos

11º Lugar: Pachulico - 35 pontos

Fabulosa Execução

Apresentando o próximo adversário - AEK de Atenas

Nome AEK Athens
Ano de Fundação 1924
Presidente Demis Nikolaidis
Cidade Atenas
País Grécia
Web http://www.aekfc.gr/
Marca Equipamento Puma
Patrocínio LG
Greek Championship: 11
Greek Cup: 13
Greek Super Cup: 2
Rankings UEFA: 79 [2009/10] | IFFHS: 144 [Agosto]

Ethniki Katigoria 2009/2010

1 Panathinaikos 15 5 5 0 0 8 1
2 Olympiacos 13 5 4 1 0 7 2
3 Asteras Tripolis 11 5 3 2 0 7 3
4 Aris 10 5 3 1 1 6 4
5 Kavala 10 5 3 1 1 4 2
6 Ergotelis 8 5 2 2 1 8 6
7 AEK Athens 7 5 2 1 2 4 4

Europa League

1 Everton 1 1 0 0 4 0 3
2 Benfica 1 1 0 0 2 0 3
3 BATE 1 0 0 1 0 2 0
4 AEK Athens 1 0 0 1 0 4 0

Jogos Realizados na presente Época

27/09/2009 D1 J5 AEK Athens 0-1 Panathinaikos Grécia 09/10 D
23/09/2009 D1 J1 AEK Athens 1-2 Olympiacos Grécia 09/10 D
20/09/2009 D1 J4 PAS Giannina 1-1 AEK Athens Grécia 09/10 E
17/09/2009 EL Grp.I Everton 4-0 AEK Athens Europa League 09/10 D
13/09/2009 D1 J3 AEK Athens 1-0 Iraklis Grécia 09/10 V
30/08/2009 D1 J2 Atromitos 0-1 AEK Athens Grécia 09/10 V
27/08/2009 EL POff AEK Athens 3-0 FC Vaslui Europa League 09/10 V
20/08/2009 EL POff FC Vaslui 2-1 AEK Athens Europa League 09/10

Último Jogo



Último Onze

23 Sebastian Saja
2 Carlos Araujo
5 Daniel Majstorovic
7 Juanfran
12 Sanel Jahic
1 Pantelis Kafes
16 Roger Guerreiro 72'
26 Seidu Yahaya 68'
11 Gustavo Manduca
18 Ismael Blanco
32 Ignacio Scocco 77'

9 Leonardo Pereira 72'
34 Tachtsidis 77'
21 Michalis Pavlis 68'

Memorial Zandinga

Rubin - Internazionale

Arsenal - Olympiacos

AZ - Standard

Barcelona - Dynamo

Debrecen - Lyon

Fiorentina - Liverpool

Rangers - Sevilla

Unirea Urziceni - Stuttgart

CSKA Moskva - Beşiktaş

APOEL - Chelsea

Bayern - Juventus

Bordeaux - Maccabi Haifa

Man. United - Wolfsburg

Milan - Zürich

Porto - Atlético

Real Madrid - Marseille

AEK - SLBenfica

Austria Viena - Nacional

Sporting - Hertha Berlim