Vedetas
Valentin Melnychuk e a Selecção Nacional de Basket pela qualificação para a 2ª fase do EuroBasket07 e pelos triunfos averbados frente a Letónia e Israel;
João Gomes "Betinho", Elvis Évora, João Santos e Mário Fernandes pela qualidade das suas prestações no EuroBasket07;
Tomás Morais e a Selecção Nacional de Râguebi pelo excelente comportamento frente à Escócia;
A forma como os jogadores da Selecção Nacional de Râguebi cantaram A Portuguesa antes do jogo com a Escócia, um momento inolvidável, cuja intensidade pode ser equiparada ao famoso Haka neo-zelandês;
Vasco Uva por ter sido designado o "man of the match" na partida contra a Escócia;
Miguel Portela por ter sido eleito pelo L´Equipe para o 15 ideal do Mundial de Râguebi;
Asafa Powell pelo record mundial dos 100 metros, obtido no Meeting de Rieti (Itália), com 9,74;
Alonso pela 1ª vitória no Grande Prémio de Monza, que lhe permitiu reduzir a distância para Hamilton para 3 pontos na classificação geral do mundial de pilotos;
McLaren-Mercedes pela "dobradinha" alcançada no Grande Prémio de Monza e por ter consolidado a sua vantagem para a Ferrari na classificação geral do mundial de construtores;
Roger Federer e Justin Henin pelas vitórias obtidas no US OPEN;
Rui Caçador pela vitória da Selecção Nacional de Sub-21 na Irlanda;
Miguel Veloso pelo golo e pela exibição na vitória da Selecção Nacional de Sub-21 na Irlanda;
Benfica pela vitória na Supertaça de Futsal;
Pedro Costa pela qualidade do seu desempenho na Supertaça de Futsal;
José Eduardo Simões pelo despedimento de Manuel Machado;
Nigéria e Rabiu pelo título mundial de Sub-17;
José Veiga por ter logrado encontrar uma solução para o seu futuro profissional ao assumir as funções de director geral do Swindon Town;
Marretas
Scolari pelo resultado averbado frente à Polónia e pelas asnáticas decisões que protagonizou;
Manuel Machado pelos paupérrimos resultados obtidos nos 14 meses em que liderou a equipa técnica da Académica;
Ferrari pela derrota em toda a linha no seu Grande Prémio;
Jornalista italiano, Pino Allievi, da Gazzetta dello Sport, que adulterou o diálogo entre Alonso e De la Rosa, de forma a incriminar a Mclaren no caso da alegada espionagem da Ferrari;
França pela derrota no jogo inaugural do Mundial de Râguebi frente à Argentina;
segunda-feira, setembro 10, 2007
domingo, setembro 09, 2007
Memorial Zandinga e 3ª Edição do Espaço Prof. Karamba
Findas as inscrições, a lista de inscritos é a seguinte:
Vermelho;
JC;
Vermelho Nunca;
Cavungi;
Vermelho Sempre;
Biely;
Pachulico;
Antes Morto que Vermelho;
Jorge Mínimo;
Sócio;
Samsalameh;
Cuto;
Salvatrucha;
Fura-Redes;
Lion Heart;
Zex;
Holtreman;
Kaiserlicheagle;
Jimmy Jump;
Braguilha;
Total: 20 inscritos
Face ao número de inscritos, o regulamento do Memorial Zandinga conhecerá algumas alterações.
Assim, ao invés do apuramento para a 2ª fase se cingir aos dois primeiros classificados de cada grupo, estender-se-à aos três primeiros classificados de cada grupo e ao quarto de todos os grupos que obtiver maior pontuação.
O sorteio dos grupos foi realizado tendo por base a classificação geral do Espaço Prof. Karamba relativa à época passada (os participantes foram distribuídos pelos grupos de forma sucessiva respeitando a classificação obtida; os neo-participantes foram incluídos de forma aleatória).
Grupo A
Cavungi, Fura-Redes, Holtreman e Cuto;
Grupo B
JC, Vermelho, Lion Heart e Biely;
Grupo C
Zex, Vermelho Nunca, Salvatrucha e Pachulico;
Grupo D
Jorge Mínimo, Sócio, Braguilha, Antes Morto que Vermelho;
Grupo E
Vermelho Sempre, Samsalameh, Jimmy Jump e Kaiserlicheagle;
Nos oitavos de final será tida em conta a pontuação obtida na Fase de Grupos, ou seja, o participante que obtiver maior pontuação defrontará o que tiver alcançado a menor e assim sucessivamente (1º-16º, 2º-15º, 3º-14º, 4º-13, 5º-12º, 6º-11º, 7º-10º, 8º-9º).
Nos quartos de final, o vencedor do jogo 1º-16º defrontará o vencedor do jogo 5-12, vencedor do jogo 2-15 o do 6-11, o vencedor do jogo 3-14 o do 7-10, o vencedor do jogo 4-13 o do 8-9.
Nas meias-finais, o vencedor do jogo 1º-16º/5-12 defrontará o vencedor do jogo 3-14/7-10 e o vencedor do jogo 2-15/6-11 o vencedor do jogo 4-13/8-9.
No que concerne ao Espaço Prof. Karamba, o post relativo aos jogos sujeitos a palpite será publicado às 4ª Feiras e as apostas poderão ser formuladas até às 18h00 de 6ª Feira.
No que respeita ao Memorial Zandinga, o post relativo aos jogos sujeitos a palpite será publicado às 2ª Feiras e as apostas poderão ser formuladas até às 18h00 de 3ª Feira.
Vermelho;
JC;
Vermelho Nunca;
Cavungi;
Vermelho Sempre;
Biely;
Pachulico;
Antes Morto que Vermelho;
Jorge Mínimo;
Sócio;
Samsalameh;
Cuto;
Salvatrucha;
Fura-Redes;
Lion Heart;
Zex;
Holtreman;
Kaiserlicheagle;
Jimmy Jump;
Braguilha;
Total: 20 inscritos
Face ao número de inscritos, o regulamento do Memorial Zandinga conhecerá algumas alterações.
Assim, ao invés do apuramento para a 2ª fase se cingir aos dois primeiros classificados de cada grupo, estender-se-à aos três primeiros classificados de cada grupo e ao quarto de todos os grupos que obtiver maior pontuação.
O sorteio dos grupos foi realizado tendo por base a classificação geral do Espaço Prof. Karamba relativa à época passada (os participantes foram distribuídos pelos grupos de forma sucessiva respeitando a classificação obtida; os neo-participantes foram incluídos de forma aleatória).
Grupo A
Cavungi, Fura-Redes, Holtreman e Cuto;
Grupo B
JC, Vermelho, Lion Heart e Biely;
Grupo C
Zex, Vermelho Nunca, Salvatrucha e Pachulico;
Grupo D
Jorge Mínimo, Sócio, Braguilha, Antes Morto que Vermelho;
Grupo E
Vermelho Sempre, Samsalameh, Jimmy Jump e Kaiserlicheagle;
Nos oitavos de final será tida em conta a pontuação obtida na Fase de Grupos, ou seja, o participante que obtiver maior pontuação defrontará o que tiver alcançado a menor e assim sucessivamente (1º-16º, 2º-15º, 3º-14º, 4º-13, 5º-12º, 6º-11º, 7º-10º, 8º-9º).
Nos quartos de final, o vencedor do jogo 1º-16º defrontará o vencedor do jogo 5-12, vencedor do jogo 2-15 o do 6-11, o vencedor do jogo 3-14 o do 7-10, o vencedor do jogo 4-13 o do 8-9.
Nas meias-finais, o vencedor do jogo 1º-16º/5-12 defrontará o vencedor do jogo 3-14/7-10 e o vencedor do jogo 2-15/6-11 o vencedor do jogo 4-13/8-9.
No que concerne ao Espaço Prof. Karamba, o post relativo aos jogos sujeitos a palpite será publicado às 4ª Feiras e as apostas poderão ser formuladas até às 18h00 de 6ª Feira.
No que respeita ao Memorial Zandinga, o post relativo aos jogos sujeitos a palpite será publicado às 2ª Feiras e as apostas poderão ser formuladas até às 18h00 de 3ª Feira.
Etiquetas:
Espaço Prof. Karamba,
Memorial Zandinga
2ª Edição da Liga dos Astros
Findas as inscrições, a lista de inscritos é a seguinte:
Vermelho, cuja equipa se designará Eagles;
JC, cuja equipa se designará Cruzados;
Vermelho Nunca, cuja equipa se designará Pisa Lampião;
Cavungi, cuja equipa se designará Caça Lagartos/Suçuarana;
Vermelho Sempre, cuja equipa se designará Kubas4ever;
Biely, cuja equipa se designará Tacuara;
Pachulico, cuja equipa se designará Dragonheart;
Antes Morto que Vermelho, cuja equipa se designará Kick Lamps Till Death - KLTD;
Lion Heart, cuja equipa se designará Os Barões da Pelota;
Kaiserlicheagle, cuja equipa se designará Golpista FC;
Jimmy Jump, cuja equipa se designará CFFórróbódó;
Samsalameh, que ainda não atribuiu nome à sua equipa;
Fura-Redes, que ainda não atribuiu nome à sua equipa (Apelo a estes condóminos que tão rápido quanto lhes for possível preencham esta lacuna);
Total: 13 inscritos.
Os participantes terão que apresentar os seus plantéis, seleccionados de acordo com as normas constantes do Regulamento publicado na última sexta-feira, até às 18h00 da próxima 4ª Feira.
O post relativo ao onze a apresentar em cada jornada será publicado às 4ª Feiras, sendo que os participantes deverão seleccionar e publicar o respectivo onze, capitão e substitutos até às 18h00 de 6ª Feira.
As eventuais substituições realizadas deverão ser expressamente referidas aquando da apresentação do onze e antecedendo este, com indicação do valor do jogador substituído e o do seu substituto.
Vermelho, cuja equipa se designará Eagles;
JC, cuja equipa se designará Cruzados;
Vermelho Nunca, cuja equipa se designará Pisa Lampião;
Cavungi, cuja equipa se designará Caça Lagartos/Suçuarana;
Vermelho Sempre, cuja equipa se designará Kubas4ever;
Biely, cuja equipa se designará Tacuara;
Pachulico, cuja equipa se designará Dragonheart;
Antes Morto que Vermelho, cuja equipa se designará Kick Lamps Till Death - KLTD;
Lion Heart, cuja equipa se designará Os Barões da Pelota;
Kaiserlicheagle, cuja equipa se designará Golpista FC;
Jimmy Jump, cuja equipa se designará CFFórróbódó;
Samsalameh, que ainda não atribuiu nome à sua equipa;
Fura-Redes, que ainda não atribuiu nome à sua equipa (Apelo a estes condóminos que tão rápido quanto lhes for possível preencham esta lacuna);
Total: 13 inscritos.
Os participantes terão que apresentar os seus plantéis, seleccionados de acordo com as normas constantes do Regulamento publicado na última sexta-feira, até às 18h00 da próxima 4ª Feira.
O post relativo ao onze a apresentar em cada jornada será publicado às 4ª Feiras, sendo que os participantes deverão seleccionar e publicar o respectivo onze, capitão e substitutos até às 18h00 de 6ª Feira.
As eventuais substituições realizadas deverão ser expressamente referidas aquando da apresentação do onze e antecedendo este, com indicação do valor do jogador substituído e o do seu substituto.
Análise ao Portugal-Polónia
QUALIFICAÇÃO PARA O EURO'2008
GRUPO A
PORTUGAL - 2 POLÓNIA - 2
Estádio do Sport Lisboa e Benfica, Lisboa
Hora: 21 horas
Árbitro: Roberto Rosetti (Itália)
PORTUGAL
Ricardo; Bosingwa, Fernando Meira, Bruno Alves e Caneira; Petit; Maniche, Deco, Ronaldo e Simão; Nuno Gomes
Suplentes: Quim, Miguel, Jorge Andrade, João Moutinho, Tiago, Nani e Quaresma
Substituições:
13' Caneira por Miguel
69' Nuno Gomes por Ricardo Quaresma
81' Simão por João Moutinho
Treinador: Luiz Felipe Scolari
POLÓNIA
Boruc; Jop, Bronowicki, Dudka, Wasilewski, M. Zewlakow, Blaszczykowski, Lewandowski, Krzynowek, Zurawski, Smolarek.
Suplentes: Kusczak, Golanski, Sobolewski, Saganowski, Matusiak, Lobodzinski e Glowacki.
Substituições:
Substituições
55' Grzegorz Bronowicki por Pawel Golanski
55' Maciej Zurawski por Radoslaw Matusiak
73' Ebi Smolarek por Lobodzinski
Treinador: Leo Beenhakker
Golos
0 - 1 44' Mariusz Lewandowski
1 - 1 49' Maniche
2 - 1 72' Cristiano Ronaldo
2 - 2 87' Jacek Krzynowek

Regredimos uns anos!
Regressámos aos falhanços nos momentos decisivos!
Retomámos a utilização da “máquina de calcular”!
Retornámos aos tempos em que abdicávamos de jogar com ponta de lança, em nome da compatibilização dos nossos “melhores jogadores”, ainda que necessário fosse adaptá-los a posições que não as suas de origem – Quem não se recorda da colocação de Rui Barros a ponta de lança, de Sá Pinto no mesmo lugar, de Paulinho Santos a lateral esquerdo ou de Oceano a central.
Voltámos a depender de um jogador – no passado, Futre ou Figo, agora Cristiano Ronaldo.
Ronaldo não conseguiu imprimir a dinâmica e a velocidade que o caracterizam e a equipa ressentiu-se demasiado da sua ausência.
Na Arménia, Ronaldo resolveu.
Frente à Polónia, ajudou a diminuir a dimensão do insucesso.
Não jogando uma “beata”, ainda assim Ronaldo foi absolutamente decisivo!
Scolari começou por assumir, ainda que parcialmente, os erros cometidos na Arménia, ao escalar um onze com 4 alterações em relação a esse jogo.
Todavia, se lhe ficou bem evidenciar o desacerto das suas opções, o certo é que as premissas que presidiram a tal juízo ontem já não se verificavam.
Se aquando do jogo com a Arménia 7 jogadores do onze inicial não apresentavam ritmo competitivo, no Sábado, com excepção de Tiago e Deco, era questão que já não se colocava.
Scolari mexeu e bem nos casos de Bosingwa, Caneira e Maniche, sendo certo, todavia, que elevar tais jogadores há condição de titulares assumia contornos de muito maior premência na Arménia.
Scolari mexeu e mal no caso de Bruno Alves.
Se é verdade que em Ierevan Jorge Andrade protagonizou uma exibição miserável, não podemos deixar de a ler à luz da ausência de competição e da consequente falta de ritmo competitivo que o jogador na ocasião vivenciava.
De lá para cá, Andrade foi sempre titular na Juve.
Ou seja, de lá para cá, adquiriu o que lhe faltava, pois que a sua qualidade é indiscutível.
Num jogo de crucial importância, fazer alinhar uma dupla de centrais que nunca jogou junta em partidas oficiais, não me parece, no mínimo, avisado.
Se a isto acrescermos as restantes alterações promovidas na defesa, percebemos que o inêxito não foi obra do acaso.
Surpreendentemente ou porque não dizê-lo incompreensivelmente, num contexto competitivo de decisão, Scolari prescindiu da estabilidade que propagandeou como valor supremo e referência sagrada do seu trabalho.
Na primeira parte, Portugal nunca conseguiu aportar dinâmica e intensidade ao seu processo ofensivo.
Os primeiros 25 minutos foram de quase total ineficácia. Confrangedores!
Sem acertar com os ritmos, exibindo um bloco pouco coeso, com demasiado espaço entre os sectores e evidentes falhas de comunicação, Portugal não lograva acercar-se com perigo da baliza polaca.
Por seu turno, a Polónia revelou-se sempre bastante confortável com o empate, apostando tudo na contenção.
Leo Beenhakker havia apregoado a sua disposição de tudo fazer para vencer.
Pois bem, se essa era a sua intenção, disfarçou-a muito bem.
A Polónia privilegiou a contenção, remetendo-se a uma defesa muito coesa, com as linhas muito recuadas e compactas.
Raramente, logrou ensaiar rápidas transições ofensivas, sendo certo, todavia, que quando o fez, criou sempre perigo e inclusivamente um golo.
À meia-hora, finalmente, alguns lampejos de bom futebol.
Deco, até aí desaparecido do jogo, começou a conduzir o momento atacante luso e, naturalmente, Portugal emergiu ofensivamente.
Aos 26 minutos, Deco descortinou uma excelente diagonal de Nuno Gomes, endossou-lhe a bola, mas o guarda-redes polaco conseguiu suster o remate do amarantino.
Um minuto depois, Ronaldo, num livre directo de trajectória oscilante, fez a bola embater com enorme estrondo na barra.
Portugal embalava para o seu melhor período na primeira parte, no qual de forma paradoxal viria a sofrer um golo.
Em cima do intervalo, Lewandowski, em recarga a defesa difícil de Ricardo, fez o 0-1.
Com os defesas lusos impávidos e serenos, o polaco não teve dificuldade em chegar ao golo.
O cinismo táctico dos polacos prevalecia e Portugal não aparentava capacidade para inverter o rumo dos acontecimentos.
Ao intervalo, Scolari, ao contrário do que seria presumível, não introduziu quaisquer alterações no onze inicial.
Contudo, a equipa surgiu transfigurada para melhor no dealbar do 2º tempo.
No primeiro lance após o reinicio, Cristiano Ronaldo inventou uma dupla oportunidade na esquerda, como que anunciando o golo de Maniche quatro minutos depois.
O médio português com maior profundidade ofensiva, concluiu uma combinação entre Ronaldo e Deco, que Nuno Gomes prolongou até ser derrubado por Boruc.
Um minuto volvido, Maniche podia ter conhecido a glória suprema, num remate fortíssimo a 30 metros da baliza, que ainda “arrancou tinta” do poste direito de Boruc.
Por esta altura, era convicção segura que o segundo golo seria uma questão de tempo.
E foi-o.
Não sem que antes Scolari tenha incorrido em mais um erro de palmatória.
Substituiu Nuno Gomes por Quaresma.
Com a partida empatada, fazer entrar um ala para o lugar de um ponta de lança tem tanto de incompreensível como de idiota.
Colocar Ronaldo como ponta de lança acentuou a imbecilidade da decisão, pois que lhe cerceou capacidade de influenciar e intervir no jogo.
Não obstante, a superior capacidade individual dos talentos portugueses acabaria por ser preponderante.
Aos 73 minutos, Quaresma driblou dois adversários na direita, cruzou para a cabeça de Simão (na altura na zona do ponta de lança???), vindo a bola a sobrar para Ronaldo, que num momento de magia, rematou de forma acrobática, batendo Boruc.
O acaso que permitiu a Ronaldo expressar o seu talento parecia ser suficiente para vencer os polacos.
Mas, não foi.
Apesar dos espaços para contra-atacar, Portugal abdicou de procurar o terceiro golo e expôs-se à reacção polaca.
A três minutos do fim, Krzynowek rematou de fora da área, a bola embateu no poste e nas costas de Ricardo e entrou na baliza lusa.
Estava feito o empate.
Já não havia tempo, nem ânimo, nem espírito para tentar reverter, uma vez mais, a situação.
Este empate nada hipoteca, mas também em nada ajuda a nossa qualificação para o Euro-2008.
GRUPO A
PORTUGAL - 2 POLÓNIA - 2
Estádio do Sport Lisboa e Benfica, Lisboa
Hora: 21 horas
Árbitro: Roberto Rosetti (Itália)
PORTUGAL
Ricardo; Bosingwa, Fernando Meira, Bruno Alves e Caneira; Petit; Maniche, Deco, Ronaldo e Simão; Nuno Gomes
Suplentes: Quim, Miguel, Jorge Andrade, João Moutinho, Tiago, Nani e Quaresma
Substituições:
13' Caneira por Miguel
69' Nuno Gomes por Ricardo Quaresma
81' Simão por João Moutinho
Treinador: Luiz Felipe Scolari
POLÓNIA
Boruc; Jop, Bronowicki, Dudka, Wasilewski, M. Zewlakow, Blaszczykowski, Lewandowski, Krzynowek, Zurawski, Smolarek.
Suplentes: Kusczak, Golanski, Sobolewski, Saganowski, Matusiak, Lobodzinski e Glowacki.
Substituições:
Substituições
55' Grzegorz Bronowicki por Pawel Golanski
55' Maciej Zurawski por Radoslaw Matusiak
73' Ebi Smolarek por Lobodzinski
Treinador: Leo Beenhakker
Golos
0 - 1 44' Mariusz Lewandowski
1 - 1 49' Maniche
2 - 1 72' Cristiano Ronaldo
2 - 2 87' Jacek Krzynowek

Regredimos uns anos!
Regressámos aos falhanços nos momentos decisivos!
Retomámos a utilização da “máquina de calcular”!
Retornámos aos tempos em que abdicávamos de jogar com ponta de lança, em nome da compatibilização dos nossos “melhores jogadores”, ainda que necessário fosse adaptá-los a posições que não as suas de origem – Quem não se recorda da colocação de Rui Barros a ponta de lança, de Sá Pinto no mesmo lugar, de Paulinho Santos a lateral esquerdo ou de Oceano a central.
Voltámos a depender de um jogador – no passado, Futre ou Figo, agora Cristiano Ronaldo.
Ronaldo não conseguiu imprimir a dinâmica e a velocidade que o caracterizam e a equipa ressentiu-se demasiado da sua ausência.
Na Arménia, Ronaldo resolveu.
Frente à Polónia, ajudou a diminuir a dimensão do insucesso.
Não jogando uma “beata”, ainda assim Ronaldo foi absolutamente decisivo!
Scolari começou por assumir, ainda que parcialmente, os erros cometidos na Arménia, ao escalar um onze com 4 alterações em relação a esse jogo.
Todavia, se lhe ficou bem evidenciar o desacerto das suas opções, o certo é que as premissas que presidiram a tal juízo ontem já não se verificavam.
Se aquando do jogo com a Arménia 7 jogadores do onze inicial não apresentavam ritmo competitivo, no Sábado, com excepção de Tiago e Deco, era questão que já não se colocava.
Scolari mexeu e bem nos casos de Bosingwa, Caneira e Maniche, sendo certo, todavia, que elevar tais jogadores há condição de titulares assumia contornos de muito maior premência na Arménia.
Scolari mexeu e mal no caso de Bruno Alves.
Se é verdade que em Ierevan Jorge Andrade protagonizou uma exibição miserável, não podemos deixar de a ler à luz da ausência de competição e da consequente falta de ritmo competitivo que o jogador na ocasião vivenciava.
De lá para cá, Andrade foi sempre titular na Juve.
Ou seja, de lá para cá, adquiriu o que lhe faltava, pois que a sua qualidade é indiscutível.
Num jogo de crucial importância, fazer alinhar uma dupla de centrais que nunca jogou junta em partidas oficiais, não me parece, no mínimo, avisado.
Se a isto acrescermos as restantes alterações promovidas na defesa, percebemos que o inêxito não foi obra do acaso.
Surpreendentemente ou porque não dizê-lo incompreensivelmente, num contexto competitivo de decisão, Scolari prescindiu da estabilidade que propagandeou como valor supremo e referência sagrada do seu trabalho.
Na primeira parte, Portugal nunca conseguiu aportar dinâmica e intensidade ao seu processo ofensivo.
Os primeiros 25 minutos foram de quase total ineficácia. Confrangedores!
Sem acertar com os ritmos, exibindo um bloco pouco coeso, com demasiado espaço entre os sectores e evidentes falhas de comunicação, Portugal não lograva acercar-se com perigo da baliza polaca.
Por seu turno, a Polónia revelou-se sempre bastante confortável com o empate, apostando tudo na contenção.
Leo Beenhakker havia apregoado a sua disposição de tudo fazer para vencer.
Pois bem, se essa era a sua intenção, disfarçou-a muito bem.
A Polónia privilegiou a contenção, remetendo-se a uma defesa muito coesa, com as linhas muito recuadas e compactas.
Raramente, logrou ensaiar rápidas transições ofensivas, sendo certo, todavia, que quando o fez, criou sempre perigo e inclusivamente um golo.
À meia-hora, finalmente, alguns lampejos de bom futebol.
Deco, até aí desaparecido do jogo, começou a conduzir o momento atacante luso e, naturalmente, Portugal emergiu ofensivamente.
Aos 26 minutos, Deco descortinou uma excelente diagonal de Nuno Gomes, endossou-lhe a bola, mas o guarda-redes polaco conseguiu suster o remate do amarantino.
Um minuto depois, Ronaldo, num livre directo de trajectória oscilante, fez a bola embater com enorme estrondo na barra.
Portugal embalava para o seu melhor período na primeira parte, no qual de forma paradoxal viria a sofrer um golo.
Em cima do intervalo, Lewandowski, em recarga a defesa difícil de Ricardo, fez o 0-1.
Com os defesas lusos impávidos e serenos, o polaco não teve dificuldade em chegar ao golo.
O cinismo táctico dos polacos prevalecia e Portugal não aparentava capacidade para inverter o rumo dos acontecimentos.
Ao intervalo, Scolari, ao contrário do que seria presumível, não introduziu quaisquer alterações no onze inicial.
Contudo, a equipa surgiu transfigurada para melhor no dealbar do 2º tempo.
No primeiro lance após o reinicio, Cristiano Ronaldo inventou uma dupla oportunidade na esquerda, como que anunciando o golo de Maniche quatro minutos depois.
O médio português com maior profundidade ofensiva, concluiu uma combinação entre Ronaldo e Deco, que Nuno Gomes prolongou até ser derrubado por Boruc.
Um minuto volvido, Maniche podia ter conhecido a glória suprema, num remate fortíssimo a 30 metros da baliza, que ainda “arrancou tinta” do poste direito de Boruc.
Por esta altura, era convicção segura que o segundo golo seria uma questão de tempo.
E foi-o.
Não sem que antes Scolari tenha incorrido em mais um erro de palmatória.
Substituiu Nuno Gomes por Quaresma.
Com a partida empatada, fazer entrar um ala para o lugar de um ponta de lança tem tanto de incompreensível como de idiota.
Colocar Ronaldo como ponta de lança acentuou a imbecilidade da decisão, pois que lhe cerceou capacidade de influenciar e intervir no jogo.
Não obstante, a superior capacidade individual dos talentos portugueses acabaria por ser preponderante.
Aos 73 minutos, Quaresma driblou dois adversários na direita, cruzou para a cabeça de Simão (na altura na zona do ponta de lança???), vindo a bola a sobrar para Ronaldo, que num momento de magia, rematou de forma acrobática, batendo Boruc.
O acaso que permitiu a Ronaldo expressar o seu talento parecia ser suficiente para vencer os polacos.
Mas, não foi.
Apesar dos espaços para contra-atacar, Portugal abdicou de procurar o terceiro golo e expôs-se à reacção polaca.
A três minutos do fim, Krzynowek rematou de fora da área, a bola embateu no poste e nas costas de Ricardo e entrou na baliza lusa.
Estava feito o empate.
Já não havia tempo, nem ânimo, nem espírito para tentar reverter, uma vez mais, a situação.
Este empate nada hipoteca, mas também em nada ajuda a nossa qualificação para o Euro-2008.
sexta-feira, setembro 07, 2007
2ª Edição da Liga dos Astros - Regulamento
Regulamento
Os plantéis devem ser compostos por:
2 Guarda-redes
5 Defesas
5 Médios
3 Avançados
Pode escolher um máximo de 3 jogadores de cada equipa.
A cada jogador foi atribuído um valor.
O valor total do seu plantel não pode exceder os 60 milhões de euros.
Do seu plantel, deve escolher 11 jogadores para formar a sua equipa inicial.
Só os titulares ou os jogadores que entrarem por substituição automática na sua
equipa, marcarão pontos.
Os treinadores têm total liberdade táctica, desde que seleccionem apenas um guarda-redes.
Os jogadores têm que alinhar nas suas posições normais (Um defesa não pode, por
exemplo, ser posto a jogar no ataque).
Se um dos seus titulares não jogar em determinada jornada, será substituído pelo primeiro suplente que tenha jogado e assim sucessivamente.
Terá de nomear um jogador do seu plantel para ser o capitão de equipa.
Este jogador contabilizará o dobro dos pontos que normalmente receberia.
Você poderá mudar o capitão de equipa de jornada para jornada.
Se o seu capitão não jogar, o bónus não será entregue a qualquer outro jogador.
Podem ser efectuadas duas transferências por jornada.
Quaisquer alterações à equipa (substituições, transferências e mudanças de
capitão) têm de ser realizadas até às 18h00 da Sexta-Feira anterior à realização da jornada seguinte.
Pontuação
Avaliação de desempenho por parte dos jornalistas do site Mais Futebol;
Participação num jogo - 1 ponto;
Jogar pelo menos 60 minutos - 2 pontos;
Golos marcados por defesas - 6 pontos;
Golos marcados por médios - 5 pontos;
Golos marcados por avançados - 4 pontos;
Guarda-redes que joguem pelo menos 60 minutos e não concedam golos - 4 pontos;
Defesas que joguem pelo menos 60 minutos e cuja equipa não sofra golos - 4 pontos;
Médios que joguem pelo menos 60 minutos e cuja equipa não sofra golos - 2 pontos;
Guarda-redes que defenda um penalty - 5 pontos;
Jogador que falhe um penalty - -2 pontos;
Por cada 2 golos concedidos (defesas e guarda-redes)- -1 ponto;
Cartão amarelo - -1 ponto;
Cartão Vermelho- -3 pontos;
Os plantéis devem ser compostos por:
2 Guarda-redes
5 Defesas
5 Médios
3 Avançados
Pode escolher um máximo de 3 jogadores de cada equipa.
A cada jogador foi atribuído um valor.
O valor total do seu plantel não pode exceder os 60 milhões de euros.
Do seu plantel, deve escolher 11 jogadores para formar a sua equipa inicial.
Só os titulares ou os jogadores que entrarem por substituição automática na sua
equipa, marcarão pontos.
Os treinadores têm total liberdade táctica, desde que seleccionem apenas um guarda-redes.
Os jogadores têm que alinhar nas suas posições normais (Um defesa não pode, por
exemplo, ser posto a jogar no ataque).
Se um dos seus titulares não jogar em determinada jornada, será substituído pelo primeiro suplente que tenha jogado e assim sucessivamente.
Terá de nomear um jogador do seu plantel para ser o capitão de equipa.
Este jogador contabilizará o dobro dos pontos que normalmente receberia.
Você poderá mudar o capitão de equipa de jornada para jornada.
Se o seu capitão não jogar, o bónus não será entregue a qualquer outro jogador.
Podem ser efectuadas duas transferências por jornada.
Quaisquer alterações à equipa (substituições, transferências e mudanças de
capitão) têm de ser realizadas até às 18h00 da Sexta-Feira anterior à realização da jornada seguinte.
Pontuação
Avaliação de desempenho por parte dos jornalistas do site Mais Futebol;
Participação num jogo - 1 ponto;
Jogar pelo menos 60 minutos - 2 pontos;
Golos marcados por defesas - 6 pontos;
Golos marcados por médios - 5 pontos;
Golos marcados por avançados - 4 pontos;
Guarda-redes que joguem pelo menos 60 minutos e não concedam golos - 4 pontos;
Defesas que joguem pelo menos 60 minutos e cuja equipa não sofra golos - 4 pontos;
Médios que joguem pelo menos 60 minutos e cuja equipa não sofra golos - 2 pontos;
Guarda-redes que defenda um penalty - 5 pontos;
Jogador que falhe um penalty - -2 pontos;
Por cada 2 golos concedidos (defesas e guarda-redes)- -1 ponto;
Cartão amarelo - -1 ponto;
Cartão Vermelho- -3 pontos;
Liga dos Astros - Lista de Jogadores e Respectiva Avaliação
Para que possam começar a escolher os jogadores que irão compôr as vossas equipas, publico a respectiva avaliação.
A avaliação que se segue tem por base os valores constantes do site “http://www.transfermarkt.de” como sendo o de mercado dos jogadores dos clubes participantes na Liga Bwin (apenas serão introduzidos os valores respeitantes a jogadores sem a sua menção naquele site)
FC Porto
GR - Helton - 7.500.000, Nuno - 1.000.000, Ventura - 50.000, Defesas - Bruno Alves - 2.000.000, Pedro Emanuel - 2.600.000, Milan Stepanov - 4.800.000, Marek Cech - 4.300.000, Bosingwa - 4.600.000, Jorge Fucile - 200.000, João Paulo - 2.750.000, Lino - 300.000, Médios - Paulo Assunção - 4.300.000, Castro - 50.000, Quaresma - 15.000.000, Lucho Gonzalez - 15.500.000, Mariano - 2.500.000, Raul Meireles - 4.000.000, Mario Bolatti - 2.000.000, Leandro Lima - 1.500.000, Kaz - 2.500.000, Tarik Sektioui - 750.000, Avançados - Lisandro Lopez - 5.300.000,Ernesto Antonio Farias - 3.500.000, Hélder Postiga - 4.500.000, Adriano - 3.000.000, Edgar - 500.000, Bruno Moraes - 400.000, Rui Pedro - 50.000
Sporting
GR - Rui Patrício - 100.000, Tiago - 500.000, Vladimir Stojkovic - 2.000.000, Defesas - Pedro Silva - 200.000, Marian Had - 1.350.000, Polga - 5.500.000, Ronny - 100.000, Tonel - 3.250.000, Gladstone - 3.500.000, Abel - 1.750.000, Médios - Carlos Paredes -1.500.000, Adrien Silva - 50.000, Marat Izmailov - 1.500.000, Simon Vukcevic - 3.300.000, Pontus Farnerud - 2.000.000, Miguel Veloso - 5.000.000, Pereirinha - 500.000, João Moutinho - 8.500.000, Romagnoli - 2.500.000, Celsinho - 2.600.000, Avançados - Milan Purovic - 2.000.000, Derlei - 5.000.000, Yannick - 1.500.000, Liedson - 11.500.000
SL Benfica
GR - Moreira - 3.500.000, Quim - 2.000.000, Hans-Jörg Butt - 1.750.000, Bruno Costa -100.000, Defesas - Luís Filipe - 1.000.000, Luisão - 11.500.000, Léo - 2.500.000, Marco Zoro -1.750.000, Nélson - 3.200.000, David Luiz - 1.500.000, Edcarlos - 1.500.000, Miguel Vítor - 50.000, Médios - Petit - 6.500.000, Katsouranis - 7.500.000, Romeu Ribeiro - 50.000, Rui Costa - 3.500.000, Miguelito - 2.500.000, Andrés Diáz - 2.000.000, Manú - 1.100.000, Ángel Di María - 4.000.000, Cristian Rodriguez - 1.500.000, Nuno Assis - 3.300.000, Maxi Pereira - 3.000.000, Gilles - 300.000, Fábio Coentrão - 100.000, Freddy Adu - 1.500.000, Avançados - Óscar Cardozo - 9.000.000, Mantorras - 3.500.000, Gonzalo Bergessio - 1.500.000, Nuno Gomes - 7.500.000, Yu Dabao - 50.000
SC Braga
GR - Paulo Santos - 1.000.000, Dani Mallo - 750.000, Pawel Kieszek - 425.000, Defesas - Alberto Rodriguez - 400.000, Paulo Jorge - 850.000, Carlos Fernandes - 500.000, Frechaut - 2.500.000, César Peixoto - 2.500.000, Anilton - 500.000, João Pereira - 1.000.000, Médios - Roberto Brum - 600.000, Bruno Tiago - 700.000, Hussain - 125.000, Castanheira - 700.000, Wender - 3.000.000, Andrés Madrid - 3.500.000, Vandinho - 900.000, João Pinto, 1.500.000, Zé Manel - 1.500.000, Lenny - 300.000, Jorginho - 2.200.000, Avançados - João Tomás - 2.000.000, Jair Baylón - 800.000, Jailson - 780.000, Roland Linz - 4.200.000,
Belenenses
GR - Thiago Schmidt - 50.000, Marco Gonçalves - 150.000, Costinha - 400.000, Defesas - Amaral - 200.000, Areias - 500.000, Rodrigo Alvim - 100.000, Rolando - 1.250.000, Gonçalo Brandão - 300.000, Vukasin Devic - 300.000, Hugo Alcântara - 600.000, Weverson, 50.000 Médios - Ruben Amorim - 1.000.000, Gabriel Gómez - 1.000.000, Silas - 1.500.000, José Pedro - 900.000, Mano - 100.000, Hugo Leal - 1.750.000, Cândido Costa - 1.500.000, Avançados - Mendonça - 500.000, Fernando - 100.000, João Paulo Oliveira - 400.000, Evandro Roncatto - 3.000.000, Rafael Bastos - 300.000, Evandro Paulista - 50.000, Weldon - 700.000,
Paços de Ferreira
GR - Pedro - 750.000, Coelho - 50.000, Peçanha - 200.000, Defesas - Kiko - 50.000, Chico Silva - 50.000, Valdir - 50.000, Primo - 450.000, Roversio - 500.000, Emerson - 200.000, Antunes - 1.000.000, Luiz Carlos - 100.000, Mangualde - 200.000, Ferreira - 800.000, Tiago Valente - 100.000, Valdir - 150.000 Médios - Fernando Pilar - 50.000, Paulo Gomes - 550.000, Edson - 600.000, Pedrinha - 400.000, Cristiano - 200.000, Ricardinho - 50.000, Jean Carlos - 50.000, Dédé - 50.000, Filipe Anunciação - 300.000, Wesley - 50.000 Avançados - Márcio Carioca - 50.000, Edson Di - 50.000, Renato Queirós - 300.000, Furtado - 50.000
Nacional
GR - Diego Benaglio - 1.000.000, Rafael Bracali - 50.000, Belman - 250.000, Defesas - Patacas - 400.000, Fernando Cardozo - 750.000, Avalos - 800.000, Alonso - 200.000, Felipe - 250.000, Ricardo Fernandes - 250.000, Bruno Basto - 1.000.000, Médios - Cléber - 750.000, Fellype Gabriel - 100.000, Juliano Spadacio - 500.000, Ricardo Pateiro - 100.000, Juninho - 50.000, João Coimbra - 500.000, Rogerinho - 50.000, Bruno Amaro - 500.000, José Vitor - 100.000 Avançados - Edu Sales - 50.000, Rodrigo Silva - 50.000, Lipatin - 100.000, Cássio - 200.000, João Moreira - 250.000,
U. Leiria
GR - Fernando - 500.000, Alemão - 250.000, Defesas - Hugo Costa - 450.000, Éder - 150.000, Antoni Lukasiewicz - 450.000, André Marques - 50.000, Renato - 900.000, Bruno Miguel - 200.000, Laranjeiro - 950.000, Éder Gaúcho - 1.000.000, Médios - Hadson - 300.000, Alhandra -850.000, Faria - 200.000, Marco Soares - 300.000, Toñito - 1.000.000, Zongo - 350.000, Tiago - 1.000.000, Avançados - Jessuí - 500.000, N´Gal - 50.000, Paulo César - 900.000, Cadu - 900.000, Sougou - 500.000, Maciel - 1.500.000, João Paulo - 500.000
Marítimo
GR - Fábio Santos - 200.000, Marcelo - 350.000, Christopher - 200.000, Marcos - 500.000, Defesas - Ricardo Esteves - 500.000, Ediglê - 800.000, Antoine van der Linden - 400.000, Gregory - 800.000, Edder Perez - 300.000, Evaldo - 800.000, Fernando - 250.000, Briguel - 500.000, Médios - Márcio Mossoró - 100.000, Bruno - 400.000, Olberdam - 200.000, Wenio - 1.000.000, Luís Olim - 250.000, Marcinho - 200.000, Fábio Felicio - 750.000, Avançados - Kanu - 250.000, Ariza Makukula - 4.250.000, Bruno Fogaça - 500.000, Moukouri - 100.000,
Naval
GR - Taborda - 250.000, Dani - 300.000, Defesas - Paulão - 300.000, Fabricio - 50.000, China - 200.000, Carlitos - 250.000, Igor - 50.000, Mário Sérgio - 800.000, Gaúcho - 50.000, Médios - Delfim - 1.000.000, Lazaroni - 50.000, Gilmar - 200.000, Dudu - 50.000, João Ribeiro - 50.000, Tiago Freitas - 50.000, Hugo Santos - 50.000, Solimar - 200.000, Felipe - 50.000, Andre Martins - 50.000, Davide - 750.000, Eanes - 50.000, Avançados - Elivélton - 50.000, Wandeir - 150.000, Marcelinho - 50.000, Saulo - 350.000
Boavista
GR - Carlos - 1.000.000, Peter Jehle - 800.000, Defesas - Gilberto Silva - 50.000, Leo Tambussi - 300.000, Moisés - 1.500.000, Ricardo Silva - 700.000, Bruno Pinheiro - 50.000, Rissutt - 50.000, Marquinho - 200.000, Mário Silva - 800.000, Marcelão - 50.000, Jorge Ribeiro - 1.000.000 Médios - Olufemi - 250.000, Fleurival - 50.000, Grzelak - 1.500.000, Mateus - 800.000, Diakité - 400.000, Bosancic - 900.000, Gajic - 50.000, Essamé - 200.000, Edgar - 1.000.000, Hugo Monteiro - 200.000, Ivan Santos - 50.000, Zé Kalanga - 300.000, Laionel - 50.000 Avançados - Fary - 800.000, Bangoura - 50.000
Académica
GR - Ricardo - 500.000, Pedro Roma - 500.000, Rui Nereu - 300.000, Defesas - Pedro Costa - 250.000, Sarmento - 400.000, Kaká - 200.000, Markus Berger - 350.000, Orlando - 100.000, Litos - 1.500.000, Vítor Vinha - 100.000, Pablo Castro - 50.000, Médios - Hélder Barbosa - 250.000, Paulo Sérgio - 200.000, Miguel Pedro - 100.000, Licá - 50.000, Cris - 50.000, Tiero - 50.000, Nuno Piloto - 400.000, Milos Pavlovic - 50.000, N´Doye - 750.000, Peralta - 600.000, Fofana - 50.000, Lito - 600.000, Ivanildo - 400.000, Avançados - Joeano - 1.500.000, Gyano - 100.000, Vouho - 50.000
Vitória de Setúbal
GR - Marco Tábuas - 500.000, Milojevic - 200.000, Eduardo - 50.000, Defesas - Hugo - 1.000.000, Robson - 50.000, Russiano - 100.000, Adalto - 300.000, Janício - 250.000, Auri - 400.000, Jorginho - 50.000, Flávio - 100.000, Madior - 100.000, Médios - Sandro - 300.000, Elias - 300.000, Filipe - 250.000, Bruno Ribeiro - 400.000, Ricardo Chaves - 500.000, Paulinho - 50.000, Julien - 300.000, Kim - 50.000, Bruno Gama - 1.000.000, Matheus - 600.000, Avançados - Edinho - 200.000, Léo Macaé - 50.000, Cláudio Pitbull - 2.000.000, Leandro Branco - 50.000
Estrela da Amadora
GR - Nélson - 750.000, Filipe Mendes - 50.000, Pedro Alves - 250.000, Defesas - Rui Duarte - 1.000.000, Cardoso - 50.000, Hélder Cabral - 250.000, Maurício - 500.000, Edu Silva -850.000, Hugo Carreira -200.000, Vítor Moreno - 100.000, Wagnão - 50.000, Médios - Mateus - 50.000, NDeaye - 200.000, Pedro Pereira - 50.000, Daniel Silva - 50.000, Nuno Viveiros - 200.000, Marco Paulo - 400.000, Fernando - 500.000, Sérgio Marquês - 50.000, Pedro Simões - 200.000, Marcelo - 50.000, Marcelo Goianira - 50.000, Tiago Gomes - 100.000, Luís Aguiar - 1.250.000, Avançados - Anselmo - 200.000, Yoni - 50.000, Moses - 100.000, Mossoró - 50.000
Vitória Guimarães
GR - Nilson - 300.000, Nuno Santos - 50.000, Serginho - 50.000, Defesas - Radanovic - 150.000, Luciano Amaral - 50.000, Sereno - 50.000, Márcio Martins - 50.000, Danilo - 50.000, Geromel - 250.000, Andrézinho - 50.000, Momha - 350.000, Médios - Ghilas - 50.000, Carlitos -500.000, Fajardo - 400.000, Moreno - 400.000, Desmarets - 50.000, Flávio Meireles - 500.000, João Alves - 3.000.000, Tiago Targino - 1.000.000, Alan - 1.000.000 Avançados - Mrdakovic - 700.000, Felipe - 50.000, Rabiola - 50.000
Leixões
GR - Beto - 50.000, Jorge Baptista - 900.000, Marco - 50.000, Defesas - Rubén - 50.000, Élvis - 50.000, Joel - 50.000, Ezequias -500.000, Marco Cadete - 50.000, Nuno Diogo - 300.000, Nuno Amaro - 200.000, Médios - Paulo Machado - 600.000, Hugo Morais - 50.000, Pedro Cervantes - 50.000,Ricardo Jorge - 50.000, Diogo Valente - 1.300.000, Bruno China - 50.000, Vinícius - 50.000, Vieirinha - 800.000, Nwoko - 50.000, Filipe Oliveira - 450.000, Livramento - 50.000, Jorge Duarte - 50.000, Jorge Gonçalves - 50.000, Avançados - Roberto - 500.000, Tales Schutz - 50.000
A avaliação que se segue tem por base os valores constantes do site “http://www.transfermarkt.de” como sendo o de mercado dos jogadores dos clubes participantes na Liga Bwin (apenas serão introduzidos os valores respeitantes a jogadores sem a sua menção naquele site)
FC Porto
GR - Helton - 7.500.000, Nuno - 1.000.000, Ventura - 50.000, Defesas - Bruno Alves - 2.000.000, Pedro Emanuel - 2.600.000, Milan Stepanov - 4.800.000, Marek Cech - 4.300.000, Bosingwa - 4.600.000, Jorge Fucile - 200.000, João Paulo - 2.750.000, Lino - 300.000, Médios - Paulo Assunção - 4.300.000, Castro - 50.000, Quaresma - 15.000.000, Lucho Gonzalez - 15.500.000, Mariano - 2.500.000, Raul Meireles - 4.000.000, Mario Bolatti - 2.000.000, Leandro Lima - 1.500.000, Kaz - 2.500.000, Tarik Sektioui - 750.000, Avançados - Lisandro Lopez - 5.300.000,Ernesto Antonio Farias - 3.500.000, Hélder Postiga - 4.500.000, Adriano - 3.000.000, Edgar - 500.000, Bruno Moraes - 400.000, Rui Pedro - 50.000
Sporting
GR - Rui Patrício - 100.000, Tiago - 500.000, Vladimir Stojkovic - 2.000.000, Defesas - Pedro Silva - 200.000, Marian Had - 1.350.000, Polga - 5.500.000, Ronny - 100.000, Tonel - 3.250.000, Gladstone - 3.500.000, Abel - 1.750.000, Médios - Carlos Paredes -1.500.000, Adrien Silva - 50.000, Marat Izmailov - 1.500.000, Simon Vukcevic - 3.300.000, Pontus Farnerud - 2.000.000, Miguel Veloso - 5.000.000, Pereirinha - 500.000, João Moutinho - 8.500.000, Romagnoli - 2.500.000, Celsinho - 2.600.000, Avançados - Milan Purovic - 2.000.000, Derlei - 5.000.000, Yannick - 1.500.000, Liedson - 11.500.000
SL Benfica
GR - Moreira - 3.500.000, Quim - 2.000.000, Hans-Jörg Butt - 1.750.000, Bruno Costa -100.000, Defesas - Luís Filipe - 1.000.000, Luisão - 11.500.000, Léo - 2.500.000, Marco Zoro -1.750.000, Nélson - 3.200.000, David Luiz - 1.500.000, Edcarlos - 1.500.000, Miguel Vítor - 50.000, Médios - Petit - 6.500.000, Katsouranis - 7.500.000, Romeu Ribeiro - 50.000, Rui Costa - 3.500.000, Miguelito - 2.500.000, Andrés Diáz - 2.000.000, Manú - 1.100.000, Ángel Di María - 4.000.000, Cristian Rodriguez - 1.500.000, Nuno Assis - 3.300.000, Maxi Pereira - 3.000.000, Gilles - 300.000, Fábio Coentrão - 100.000, Freddy Adu - 1.500.000, Avançados - Óscar Cardozo - 9.000.000, Mantorras - 3.500.000, Gonzalo Bergessio - 1.500.000, Nuno Gomes - 7.500.000, Yu Dabao - 50.000
SC Braga
GR - Paulo Santos - 1.000.000, Dani Mallo - 750.000, Pawel Kieszek - 425.000, Defesas - Alberto Rodriguez - 400.000, Paulo Jorge - 850.000, Carlos Fernandes - 500.000, Frechaut - 2.500.000, César Peixoto - 2.500.000, Anilton - 500.000, João Pereira - 1.000.000, Médios - Roberto Brum - 600.000, Bruno Tiago - 700.000, Hussain - 125.000, Castanheira - 700.000, Wender - 3.000.000, Andrés Madrid - 3.500.000, Vandinho - 900.000, João Pinto, 1.500.000, Zé Manel - 1.500.000, Lenny - 300.000, Jorginho - 2.200.000, Avançados - João Tomás - 2.000.000, Jair Baylón - 800.000, Jailson - 780.000, Roland Linz - 4.200.000,
Belenenses
GR - Thiago Schmidt - 50.000, Marco Gonçalves - 150.000, Costinha - 400.000, Defesas - Amaral - 200.000, Areias - 500.000, Rodrigo Alvim - 100.000, Rolando - 1.250.000, Gonçalo Brandão - 300.000, Vukasin Devic - 300.000, Hugo Alcântara - 600.000, Weverson, 50.000 Médios - Ruben Amorim - 1.000.000, Gabriel Gómez - 1.000.000, Silas - 1.500.000, José Pedro - 900.000, Mano - 100.000, Hugo Leal - 1.750.000, Cândido Costa - 1.500.000, Avançados - Mendonça - 500.000, Fernando - 100.000, João Paulo Oliveira - 400.000, Evandro Roncatto - 3.000.000, Rafael Bastos - 300.000, Evandro Paulista - 50.000, Weldon - 700.000,
Paços de Ferreira
GR - Pedro - 750.000, Coelho - 50.000, Peçanha - 200.000, Defesas - Kiko - 50.000, Chico Silva - 50.000, Valdir - 50.000, Primo - 450.000, Roversio - 500.000, Emerson - 200.000, Antunes - 1.000.000, Luiz Carlos - 100.000, Mangualde - 200.000, Ferreira - 800.000, Tiago Valente - 100.000, Valdir - 150.000 Médios - Fernando Pilar - 50.000, Paulo Gomes - 550.000, Edson - 600.000, Pedrinha - 400.000, Cristiano - 200.000, Ricardinho - 50.000, Jean Carlos - 50.000, Dédé - 50.000, Filipe Anunciação - 300.000, Wesley - 50.000 Avançados - Márcio Carioca - 50.000, Edson Di - 50.000, Renato Queirós - 300.000, Furtado - 50.000
Nacional
GR - Diego Benaglio - 1.000.000, Rafael Bracali - 50.000, Belman - 250.000, Defesas - Patacas - 400.000, Fernando Cardozo - 750.000, Avalos - 800.000, Alonso - 200.000, Felipe - 250.000, Ricardo Fernandes - 250.000, Bruno Basto - 1.000.000, Médios - Cléber - 750.000, Fellype Gabriel - 100.000, Juliano Spadacio - 500.000, Ricardo Pateiro - 100.000, Juninho - 50.000, João Coimbra - 500.000, Rogerinho - 50.000, Bruno Amaro - 500.000, José Vitor - 100.000 Avançados - Edu Sales - 50.000, Rodrigo Silva - 50.000, Lipatin - 100.000, Cássio - 200.000, João Moreira - 250.000,
U. Leiria
GR - Fernando - 500.000, Alemão - 250.000, Defesas - Hugo Costa - 450.000, Éder - 150.000, Antoni Lukasiewicz - 450.000, André Marques - 50.000, Renato - 900.000, Bruno Miguel - 200.000, Laranjeiro - 950.000, Éder Gaúcho - 1.000.000, Médios - Hadson - 300.000, Alhandra -850.000, Faria - 200.000, Marco Soares - 300.000, Toñito - 1.000.000, Zongo - 350.000, Tiago - 1.000.000, Avançados - Jessuí - 500.000, N´Gal - 50.000, Paulo César - 900.000, Cadu - 900.000, Sougou - 500.000, Maciel - 1.500.000, João Paulo - 500.000
Marítimo
GR - Fábio Santos - 200.000, Marcelo - 350.000, Christopher - 200.000, Marcos - 500.000, Defesas - Ricardo Esteves - 500.000, Ediglê - 800.000, Antoine van der Linden - 400.000, Gregory - 800.000, Edder Perez - 300.000, Evaldo - 800.000, Fernando - 250.000, Briguel - 500.000, Médios - Márcio Mossoró - 100.000, Bruno - 400.000, Olberdam - 200.000, Wenio - 1.000.000, Luís Olim - 250.000, Marcinho - 200.000, Fábio Felicio - 750.000, Avançados - Kanu - 250.000, Ariza Makukula - 4.250.000, Bruno Fogaça - 500.000, Moukouri - 100.000,
Naval
GR - Taborda - 250.000, Dani - 300.000, Defesas - Paulão - 300.000, Fabricio - 50.000, China - 200.000, Carlitos - 250.000, Igor - 50.000, Mário Sérgio - 800.000, Gaúcho - 50.000, Médios - Delfim - 1.000.000, Lazaroni - 50.000, Gilmar - 200.000, Dudu - 50.000, João Ribeiro - 50.000, Tiago Freitas - 50.000, Hugo Santos - 50.000, Solimar - 200.000, Felipe - 50.000, Andre Martins - 50.000, Davide - 750.000, Eanes - 50.000, Avançados - Elivélton - 50.000, Wandeir - 150.000, Marcelinho - 50.000, Saulo - 350.000
Boavista
GR - Carlos - 1.000.000, Peter Jehle - 800.000, Defesas - Gilberto Silva - 50.000, Leo Tambussi - 300.000, Moisés - 1.500.000, Ricardo Silva - 700.000, Bruno Pinheiro - 50.000, Rissutt - 50.000, Marquinho - 200.000, Mário Silva - 800.000, Marcelão - 50.000, Jorge Ribeiro - 1.000.000 Médios - Olufemi - 250.000, Fleurival - 50.000, Grzelak - 1.500.000, Mateus - 800.000, Diakité - 400.000, Bosancic - 900.000, Gajic - 50.000, Essamé - 200.000, Edgar - 1.000.000, Hugo Monteiro - 200.000, Ivan Santos - 50.000, Zé Kalanga - 300.000, Laionel - 50.000 Avançados - Fary - 800.000, Bangoura - 50.000
Académica
GR - Ricardo - 500.000, Pedro Roma - 500.000, Rui Nereu - 300.000, Defesas - Pedro Costa - 250.000, Sarmento - 400.000, Kaká - 200.000, Markus Berger - 350.000, Orlando - 100.000, Litos - 1.500.000, Vítor Vinha - 100.000, Pablo Castro - 50.000, Médios - Hélder Barbosa - 250.000, Paulo Sérgio - 200.000, Miguel Pedro - 100.000, Licá - 50.000, Cris - 50.000, Tiero - 50.000, Nuno Piloto - 400.000, Milos Pavlovic - 50.000, N´Doye - 750.000, Peralta - 600.000, Fofana - 50.000, Lito - 600.000, Ivanildo - 400.000, Avançados - Joeano - 1.500.000, Gyano - 100.000, Vouho - 50.000
Vitória de Setúbal
GR - Marco Tábuas - 500.000, Milojevic - 200.000, Eduardo - 50.000, Defesas - Hugo - 1.000.000, Robson - 50.000, Russiano - 100.000, Adalto - 300.000, Janício - 250.000, Auri - 400.000, Jorginho - 50.000, Flávio - 100.000, Madior - 100.000, Médios - Sandro - 300.000, Elias - 300.000, Filipe - 250.000, Bruno Ribeiro - 400.000, Ricardo Chaves - 500.000, Paulinho - 50.000, Julien - 300.000, Kim - 50.000, Bruno Gama - 1.000.000, Matheus - 600.000, Avançados - Edinho - 200.000, Léo Macaé - 50.000, Cláudio Pitbull - 2.000.000, Leandro Branco - 50.000
Estrela da Amadora
GR - Nélson - 750.000, Filipe Mendes - 50.000, Pedro Alves - 250.000, Defesas - Rui Duarte - 1.000.000, Cardoso - 50.000, Hélder Cabral - 250.000, Maurício - 500.000, Edu Silva -850.000, Hugo Carreira -200.000, Vítor Moreno - 100.000, Wagnão - 50.000, Médios - Mateus - 50.000, NDeaye - 200.000, Pedro Pereira - 50.000, Daniel Silva - 50.000, Nuno Viveiros - 200.000, Marco Paulo - 400.000, Fernando - 500.000, Sérgio Marquês - 50.000, Pedro Simões - 200.000, Marcelo - 50.000, Marcelo Goianira - 50.000, Tiago Gomes - 100.000, Luís Aguiar - 1.250.000, Avançados - Anselmo - 200.000, Yoni - 50.000, Moses - 100.000, Mossoró - 50.000
Vitória Guimarães
GR - Nilson - 300.000, Nuno Santos - 50.000, Serginho - 50.000, Defesas - Radanovic - 150.000, Luciano Amaral - 50.000, Sereno - 50.000, Márcio Martins - 50.000, Danilo - 50.000, Geromel - 250.000, Andrézinho - 50.000, Momha - 350.000, Médios - Ghilas - 50.000, Carlitos -500.000, Fajardo - 400.000, Moreno - 400.000, Desmarets - 50.000, Flávio Meireles - 500.000, João Alves - 3.000.000, Tiago Targino - 1.000.000, Alan - 1.000.000 Avançados - Mrdakovic - 700.000, Felipe - 50.000, Rabiola - 50.000
Leixões
GR - Beto - 50.000, Jorge Baptista - 900.000, Marco - 50.000, Defesas - Rubén - 50.000, Élvis - 50.000, Joel - 50.000, Ezequias -500.000, Marco Cadete - 50.000, Nuno Diogo - 300.000, Nuno Amaro - 200.000, Médios - Paulo Machado - 600.000, Hugo Morais - 50.000, Pedro Cervantes - 50.000,Ricardo Jorge - 50.000, Diogo Valente - 1.300.000, Bruno China - 50.000, Vinícius - 50.000, Vieirinha - 800.000, Nwoko - 50.000, Filipe Oliveira - 450.000, Livramento - 50.000, Jorge Duarte - 50.000, Jorge Gonçalves - 50.000, Avançados - Roberto - 500.000, Tales Schutz - 50.000
quinta-feira, setembro 06, 2007
Memorial Zandinga, 3ª Edição do Espaço Prof. Karamba e 2ª Edição da Liga dos Astros
Neste momento e após o terceiro dia de inscrições, temos admitidos a participar os seguintes condóminos:
Vermelho, cuja equipa se designará Eagles;
JC, cuja equipa se designará Cruzados;
Vermelho Nunca, cuja equipa se designará Pisa Lampião;
Cavungi, cuja equipa se designará Caça Lagartos/Suçuarana;
Vermelho Sempre, cuja equipa se designará Kubas4ever;
Biely, cuja equipa se designará Tacuara;
Pachulico, cuja equipa se designará Dragonheart;
Antes Morto que Vermelho, cuja equipa se designará Kick Lamps Till Death - KLTD;
Jorge Mínimo;
Sócio;
Samsalameh, que ainda não atribuiu nome à sua equipa;
Cuto, que ainda não atribuiu nome à sua equipa;
Salvatrucha;
Fura-Redes;
Lion Heart, cuja equipa se designará Os Barões da Pelota;
Zex;
Holtreman;
Kaiserlicheagle, cuja equipa se designará Golpista FC;
Jimmy Jump, cuja equipa se designará CFFórróbódó;
Total: 19 inscritos.
Apelo à participação do Condómino Braguilha e de todos quantos se nos pretendam juntar.
Relembro que o período de inscrições continua aberto até ao final do dia de hoje.
Vermelho, cuja equipa se designará Eagles;
JC, cuja equipa se designará Cruzados;
Vermelho Nunca, cuja equipa se designará Pisa Lampião;
Cavungi, cuja equipa se designará Caça Lagartos/Suçuarana;
Vermelho Sempre, cuja equipa se designará Kubas4ever;
Biely, cuja equipa se designará Tacuara;
Pachulico, cuja equipa se designará Dragonheart;
Antes Morto que Vermelho, cuja equipa se designará Kick Lamps Till Death - KLTD;
Jorge Mínimo;
Sócio;
Samsalameh, que ainda não atribuiu nome à sua equipa;
Cuto, que ainda não atribuiu nome à sua equipa;
Salvatrucha;
Fura-Redes;
Lion Heart, cuja equipa se designará Os Barões da Pelota;
Zex;
Holtreman;
Kaiserlicheagle, cuja equipa se designará Golpista FC;
Jimmy Jump, cuja equipa se designará CFFórróbódó;
Total: 19 inscritos.
Apelo à participação do Condómino Braguilha e de todos quantos se nos pretendam juntar.
Relembro que o período de inscrições continua aberto até ao final do dia de hoje.
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Antevisão do Portugal-Polónia
Scolari, a cada resultado negativo, foi “aliviando para canto”, respaldando-se em infalíveis contas que lhe asseguravam o apuramento.
As tais contas eram garante de tamanha segurança que Scolari desprezou qualquer ponta suplementar de ambição em vários jogos – Mais vale um pássaro na mão do que dois a voar, pareceu sempre ser a máxima do seleccionador nacional no decurso da presente fase de qualificação.
Como dizem os ingleses “Stick to the plan”.
Pois bem, aqui chegados uma só conclusão se nos depara – Scolari não é Cavaco.
Scolari também raramente tem dúvidas, mas, ao contrário do Prof. de Boliqueime, engana-se!
E, caso não ganhemos um dos dois próximos jogos, a dimensão do seu erro pode assumir proporções catastróficas!
Os equívocos têm sido mais do que muitos, senão vejamos, por exemplo, o último encontro frente à Arménia.
Scolari fez tudo mal, desde o onze escolhido às substituições!
Portugal alinhou com Ricardo, Miguel, Jorge Andrade, Fernando Meira, Paulo Ferreira, Raul Meireles, Tiago, Deco, Cristiano Ronaldo, Hélder Postiga, Simão Sabrosa.
Ou seja, com 5 jogadores que ainda não haviam iniciado a época, aos quais acresciam Miguel e Paulo Ferreira, sem ritmo competitivo, por não serem opção nos seus clubes!
Deste modo, não admira que os arménios corressem muito… ou melhor, não é de espantar que os arménios aparentassem correr muito!
E, não foi por falta de alternativas.
Jogou Ricardo, mas havia Quim;
Jogaram Miguel, Jorge Andrade e Paulo Ferreira quando havia Bosingwa, Bruno Alves, Caneira;
Jogaram Tiago, Deco e Simão Sabrosa quando havia Veloso, Moutinho, Nani e Quaresma.
Mas, ousar mexer poderia, porventura, ser entendido como a destruição de uma família e um pai nunca o faria ou consentiria!
Não satisfeito, Scolari conseguiu ir ainda mais longe!
Substituiu Postiga por Nuno Gomes, Simão por Quaresma e Jorge Andrade por Bruno Alves!
Isto é, posição por posição, denotando conservadorismo, falta de espírito de conquista, resignação, medo!
Scolari demonstrou, uma vez mais, como se tal fosse necessário, ser senhor de uma brutal incapacidade de leitura e de intervenção no jogo.
A qualificação para a fase final não admite mais concessões!
Estou em crer que não haverá lugar a malogros, até porque a superior qualidade dos nossos jogadores será suficiente para que os trilhos da qualificação sejam desbravados.
Grupo A: Classificação Geral
J V E D GM GS Pts
1 Polónia 9 6 1 2 15 7 19
2 Finlândia 9 5 2 2 11 6 17
3 Portugal 8 4 3 1 16 6 15
4 Sérvia 8 4 2 2 12 7 14
5 Bélgica 9 3 1 5 8 12 10
6 Arménia 8 2 2 4 4 8 8
7 Cazaquistão 9 1 3 5 6 13 6
8 Azerbaijão 8 1 2 5 4 17 5
Confronto Directo
Jogos Portugal Empates Polónia
5 2(40%) 1(20%) 2(40%)
As tais contas eram garante de tamanha segurança que Scolari desprezou qualquer ponta suplementar de ambição em vários jogos – Mais vale um pássaro na mão do que dois a voar, pareceu sempre ser a máxima do seleccionador nacional no decurso da presente fase de qualificação.
Como dizem os ingleses “Stick to the plan”.
Pois bem, aqui chegados uma só conclusão se nos depara – Scolari não é Cavaco.
Scolari também raramente tem dúvidas, mas, ao contrário do Prof. de Boliqueime, engana-se!
E, caso não ganhemos um dos dois próximos jogos, a dimensão do seu erro pode assumir proporções catastróficas!
Os equívocos têm sido mais do que muitos, senão vejamos, por exemplo, o último encontro frente à Arménia.
Scolari fez tudo mal, desde o onze escolhido às substituições!
Portugal alinhou com Ricardo, Miguel, Jorge Andrade, Fernando Meira, Paulo Ferreira, Raul Meireles, Tiago, Deco, Cristiano Ronaldo, Hélder Postiga, Simão Sabrosa.
Ou seja, com 5 jogadores que ainda não haviam iniciado a época, aos quais acresciam Miguel e Paulo Ferreira, sem ritmo competitivo, por não serem opção nos seus clubes!
Deste modo, não admira que os arménios corressem muito… ou melhor, não é de espantar que os arménios aparentassem correr muito!
E, não foi por falta de alternativas.
Jogou Ricardo, mas havia Quim;
Jogaram Miguel, Jorge Andrade e Paulo Ferreira quando havia Bosingwa, Bruno Alves, Caneira;
Jogaram Tiago, Deco e Simão Sabrosa quando havia Veloso, Moutinho, Nani e Quaresma.
Mas, ousar mexer poderia, porventura, ser entendido como a destruição de uma família e um pai nunca o faria ou consentiria!
Não satisfeito, Scolari conseguiu ir ainda mais longe!
Substituiu Postiga por Nuno Gomes, Simão por Quaresma e Jorge Andrade por Bruno Alves!
Isto é, posição por posição, denotando conservadorismo, falta de espírito de conquista, resignação, medo!
Scolari demonstrou, uma vez mais, como se tal fosse necessário, ser senhor de uma brutal incapacidade de leitura e de intervenção no jogo.
A qualificação para a fase final não admite mais concessões!
Estou em crer que não haverá lugar a malogros, até porque a superior qualidade dos nossos jogadores será suficiente para que os trilhos da qualificação sejam desbravados.
Grupo A: Classificação Geral
J V E D GM GS Pts
1 Polónia 9 6 1 2 15 7 19
2 Finlândia 9 5 2 2 11 6 17
3 Portugal 8 4 3 1 16 6 15
4 Sérvia 8 4 2 2 12 7 14
5 Bélgica 9 3 1 5 8 12 10
6 Arménia 8 2 2 4 4 8 8
7 Cazaquistão 9 1 3 5 6 13 6
8 Azerbaijão 8 1 2 5 4 17 5
Confronto Directo
Jogos Portugal Empates Polónia
5 2(40%) 1(20%) 2(40%)
quarta-feira, setembro 05, 2007
Memorial Zandinga, 3ª Edição do Espaço Prof. Karamba e 2ª Edição da Liga dos Astros
Neste momento e após o segundo dia de inscrições, temos admitidos a participar os seguintes condóminos:
Vermelho, cuja equipa se designará Eagles;
JC, cuja equipa se designará Cruzados;
Vermelho Nunca, cuja equipa se designará Pisa Lampião;
Cavungi, cuja equipa se designará Caça Lagartos/Suçuarana;
Vermelho Sempre, cuja equipa se designará Kubas4ever;
Biely, cuja equipa se designará Tacuara;
Pachulico, cuja equipa se designará Dragonheart;
Antes Morto que Vermelho, cuja equipa se designará Kick Lamps Till Death - KLTD;
Jorge Mínimo;
Sócio;
Samsalameh, que ainda não atribuiu nome à sua equipa;
Cuto, que ainda não atribuiu nome à sua equipa;
Salvatrucha;
Fura-Redes;
Lion Heart, cuja equipa se designará Os Barões da Pelota;
Zex;
Apelo à participação dos Condóminos Holtreman, Jimmy Jump e Braguilha e de todos quantos se nos pretendam juntar.
Relembro que o período de inscrições continua aberto até ao final desta semana.
Vermelho, cuja equipa se designará Eagles;
JC, cuja equipa se designará Cruzados;
Vermelho Nunca, cuja equipa se designará Pisa Lampião;
Cavungi, cuja equipa se designará Caça Lagartos/Suçuarana;
Vermelho Sempre, cuja equipa se designará Kubas4ever;
Biely, cuja equipa se designará Tacuara;
Pachulico, cuja equipa se designará Dragonheart;
Antes Morto que Vermelho, cuja equipa se designará Kick Lamps Till Death - KLTD;
Jorge Mínimo;
Sócio;
Samsalameh, que ainda não atribuiu nome à sua equipa;
Cuto, que ainda não atribuiu nome à sua equipa;
Salvatrucha;
Fura-Redes;
Lion Heart, cuja equipa se designará Os Barões da Pelota;
Zex;
Apelo à participação dos Condóminos Holtreman, Jimmy Jump e Braguilha e de todos quantos se nos pretendam juntar.
Relembro que o período de inscrições continua aberto até ao final desta semana.
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Façam o Favor de Botar Faladura
Esta será a rubrica que preencherá as Quintas-Feiras e que se destina a dar voz aos condóminos deste blog.
Será neste espaço que irão ser publicados aos já tão afamados "artigos de opinião".
O sucesso desta coluna depende apenas de vós e da disponibilidade que demonstrarem para redigir um artigo de opinião sobre o que entenderem.
Peço-vos, à imagem do que sucedeu na época passada, que em comentário a este post expressem a vossa intenção de colaborar.
Em dia de inauguração, publicarei o artigo de opinião desta semana de MST:
"Onze dias fora do mundo sabem sempre bem, são até uma necessidade para quem, por dever de oficio, passa um ano inteiro, dia após dia, a seguir os sinais do mundo. Uma vez ao ano, pelo menos, eu dedico-me a esse exercício de limpeza do espírito. Infelizmente, porém, vem acontecendo ultimamente que, de cada vez que o faço, o meu afastamento coincide com algum momento decisivo da cena futebolística nacional, no que às minhas cores diz respeito. Afastar-me e perder um Benfica-FC Porto ou um FC Porto-Sporting, já vem sendo uma fatalidade que, todavia, não me faz prescindir do essencial — e o essencial, meus caros amigos, não é nem há-de ser nunca o futebol.
Desta vez, tudo se acumulou para me isolar do mundo: onde estive, não chegavam jornais nem televisão de Portugal, a Internet não funcionava e, para fechar o círculo, até o telemóvel caiu à agua e deixou de funcionar também. Soube-me pela vida! Lá soube que o FC Porto tinha ganho ao Sporting por 1-0 e que o Benfica tinha ultrapassado o FC Copenhaga e conseguido o acesso à Liga dos Campeões. E foi tudo.
Comecei a recuperar o perdido logo com a leitura dos jornais do dia no avião, e continuei com horas de leitura de dez dias de jornais atrasados, que me esperavam à chegada. Eis as conclusões resumidas deste curioso exercício de updating intensivo.
— O FC Porto ganhou ao Sporting aparentemente sem espinhas e apenas porque jogou mais ou menos mal ou porque fez mais pela vitória do que o adversário. Das várias opiniões lidas, não consta que o Sporting alguma vez tenha estado em perigo de poder ganhar o jogo ou sequer tentar ganhá-lo. A diferença para o jogo da Supertaça é que, desta vez, não apareceu um pontapé do outro mundo para desmentir a verdade do ditado que diz que quem não arrisca não petisca. Mas, afinal, os sportinguistas (nem outra coisa seria de esperar deles na hora da derrota…) trataram logo de vir explicar que só perderam o jogo por culpa do árbitro. Este teria interpretado mal a intenção de Polga ao atrasar a bola para o seu guarda-redes: ele não quis atrasá-la, quis apenas cortá-la — palavras do próprio Polga. Já há uns meses, também no Dragão, o Polga não teve intenção de derrubar o Pepe na área, quis apenas cortar a bola. Foi coincidência que então a bola nem se tenha mexido, enquanto o Pepe levantou voo, e coincidência que agora a bola tenha ido direitinha para as mãos do guarda-redes. A grande diferença é que, se então o árbitro esteve sincronizado com as intenções do Polga, desta vez não esteve. Mas parece também que, no domingo passado e frente ao Belenenses, o árbitro já esteve melhor sincronizado com as intenções sportinguistas. Basta ver como, desta vez, eles se remeteram ao silêncio sobre a arbitragem. No final, contas feitas e se voltarem a perder o campeonato por um ponto, juro-vos que eles virão dizer que só não foram campeões porque o árbitro percebeu mal que a intenção do Polga não era atrasar a bola para o guarda-redes, no jogo do Dragão. Vira o disco e toca o mesmo de sempre…
— Quarta-feira, o Benfica comprou mais três sul-americanos e Di Maria estreou-se, finalmente curado da lesão que trazia e confirmando as boas referências que lhe fizeram. E, no decisivo jogo de Copenhaga, conforme reza a crónica de A BOLA, teve a sorte do jogo e a sorte da arbitragem. E, assim, Camacho fez esquecer Fernando Santos e salvou a intangibilidade de Luís Filipe Vieira. Porque, se o Benfica tem falhado a Liga dos Campeões, para algum lado se iria virar a ira dos adeptos e palpita-me que, desta vez, não seria contra o treinador.
— Francamente, achei de muito mau gosto e muito pouco desportiva a intransigência do FC Porto ao não ceder ao adiamento do seu jogo contra o União de Leiria. Para mais, com a paragem do campeonato no próximo fim-de-semana, não havia argumento razoável que o justificasse (e, para mais, se o jogo tem sido ontem, eu já o tinha visto…). Parece-me que a intenção clara foi tirar partido do cansaço do adversário — e conseguiu-o. São jogadas que não gosto de ver, nem no meu clube ou, principalmente, no meu clube.
— Em três jornadas, o FC Porto matou três borregos da época passada: Sp. Braga, Sporting e U. Leiria. Foi um começo de campeonato a 100%, cuja importância se poderá revelar determinante no futuro. Mas nem tudo é líquido na equipa de Jesualdo Ferreira. A situação de Postiga, nem vendido nem aproveitado, é uma das razões de perplexidade. A outra é, obviamente, a situação dos reforços, de que já aqui falei. Jesualdo não gosta da palavra reforços e acha que numa equipa campeã ninguém é comprado para entrar a jogar mas, sim, para ficar em banho-maria, à espera que algum dos campeões se lesione. É um ponto de vista de treinador e aceitável, como todos os outros. Diferente é o meu ponto de vista, o de accionista e sócio pagante. E insisto no meu ponto de vista, já longamente exposto: se os reforços não fazem falta nem têm, por si só, categoria para entrar directamente na equipa, para quê a necessidade de comprar uma dúzia deles todos os anos, fazendo com que o grande problema da gestão do plantel seja arranjar clubes que os queiram por empréstimo? Das duas, uma: Jesualdo não tem razão na forma como não integra novos jogadores com valor na equipa, ou tem razão em não integrá-los mas, neste caso, deve uma explicação aos sócios sobre o motivo porque os quis, e logo tantos. É que gastar dinheiro a comprar jogadores por atacado é fácil. Só que depois vai ser urgente vender o Quaresma para esconder o défice acumulado a pagar ordenados a jogadores inúteis e excedentários.
— Desafio alguém a dizer-me quais eram os clubes de Carl Lewis, Jesse Owens, Juantorama, Abéé Bikila, ou qualquer outra das glórias eternas do atletismo mundial. Lá fora, de certeza que muitos não esqueceram os nomes de Carlos Lopes, Fernanda Ribeiro ou Rosa Mota. Quem não esqueceu, sabe que são atletas portugueses, mas de certeza que ninguém sabe a que clube pertenciam. O atletismo tem essa vantagem anti-clubística sobre o futebol. Ou melhor, tinha: porque esta semana, lendo opiniões de vários leitores de vários jornais, cheguei à conclusão de que os dois novos campeões mundiais, Vanessa Fernandes e Nelson Évora, não são de Portugal mas, sim, do Benfica. Pois felicito o Benfica pelos seus campeões do mundo mas, se não se importam, considero que eles são campeões de nós todos e não apenas dos benfiquistas.
PS: Se bem percebi, a minha colega de coluna, Leonor Pinhão, desmente que tenha tido alguma coisa que ver com a escrita do livro da d.ª Carolina Salgado ou com a entusiástica ressurreição das investigações do Apito Dourado, determinadas pela publicação dessa obra literária. Parece que ela, e citando as suas próprias palavras, nunca se dispôs a «sujeitar a verdade ao crivo do julgamento popular em função das paixões clubistas que toldam o raciocínio». Assim, por exemplo, o tão publicitado filme Corrupção — de que ela é autora do script e o marido da direcção — não tem nada que ver com um julgamento popular ditado por paixões clubistas, em que a verdade já está estabelecida previamente, sem necessidade de contraditório, o julgamento já está feito e a sentença já está dada. É tudo uma aldrabice."
Será neste espaço que irão ser publicados aos já tão afamados "artigos de opinião".
O sucesso desta coluna depende apenas de vós e da disponibilidade que demonstrarem para redigir um artigo de opinião sobre o que entenderem.
Peço-vos, à imagem do que sucedeu na época passada, que em comentário a este post expressem a vossa intenção de colaborar.
Em dia de inauguração, publicarei o artigo de opinião desta semana de MST:
"Onze dias fora do mundo sabem sempre bem, são até uma necessidade para quem, por dever de oficio, passa um ano inteiro, dia após dia, a seguir os sinais do mundo. Uma vez ao ano, pelo menos, eu dedico-me a esse exercício de limpeza do espírito. Infelizmente, porém, vem acontecendo ultimamente que, de cada vez que o faço, o meu afastamento coincide com algum momento decisivo da cena futebolística nacional, no que às minhas cores diz respeito. Afastar-me e perder um Benfica-FC Porto ou um FC Porto-Sporting, já vem sendo uma fatalidade que, todavia, não me faz prescindir do essencial — e o essencial, meus caros amigos, não é nem há-de ser nunca o futebol.
Desta vez, tudo se acumulou para me isolar do mundo: onde estive, não chegavam jornais nem televisão de Portugal, a Internet não funcionava e, para fechar o círculo, até o telemóvel caiu à agua e deixou de funcionar também. Soube-me pela vida! Lá soube que o FC Porto tinha ganho ao Sporting por 1-0 e que o Benfica tinha ultrapassado o FC Copenhaga e conseguido o acesso à Liga dos Campeões. E foi tudo.
Comecei a recuperar o perdido logo com a leitura dos jornais do dia no avião, e continuei com horas de leitura de dez dias de jornais atrasados, que me esperavam à chegada. Eis as conclusões resumidas deste curioso exercício de updating intensivo.
— O FC Porto ganhou ao Sporting aparentemente sem espinhas e apenas porque jogou mais ou menos mal ou porque fez mais pela vitória do que o adversário. Das várias opiniões lidas, não consta que o Sporting alguma vez tenha estado em perigo de poder ganhar o jogo ou sequer tentar ganhá-lo. A diferença para o jogo da Supertaça é que, desta vez, não apareceu um pontapé do outro mundo para desmentir a verdade do ditado que diz que quem não arrisca não petisca. Mas, afinal, os sportinguistas (nem outra coisa seria de esperar deles na hora da derrota…) trataram logo de vir explicar que só perderam o jogo por culpa do árbitro. Este teria interpretado mal a intenção de Polga ao atrasar a bola para o seu guarda-redes: ele não quis atrasá-la, quis apenas cortá-la — palavras do próprio Polga. Já há uns meses, também no Dragão, o Polga não teve intenção de derrubar o Pepe na área, quis apenas cortar a bola. Foi coincidência que então a bola nem se tenha mexido, enquanto o Pepe levantou voo, e coincidência que agora a bola tenha ido direitinha para as mãos do guarda-redes. A grande diferença é que, se então o árbitro esteve sincronizado com as intenções do Polga, desta vez não esteve. Mas parece também que, no domingo passado e frente ao Belenenses, o árbitro já esteve melhor sincronizado com as intenções sportinguistas. Basta ver como, desta vez, eles se remeteram ao silêncio sobre a arbitragem. No final, contas feitas e se voltarem a perder o campeonato por um ponto, juro-vos que eles virão dizer que só não foram campeões porque o árbitro percebeu mal que a intenção do Polga não era atrasar a bola para o guarda-redes, no jogo do Dragão. Vira o disco e toca o mesmo de sempre…
— Quarta-feira, o Benfica comprou mais três sul-americanos e Di Maria estreou-se, finalmente curado da lesão que trazia e confirmando as boas referências que lhe fizeram. E, no decisivo jogo de Copenhaga, conforme reza a crónica de A BOLA, teve a sorte do jogo e a sorte da arbitragem. E, assim, Camacho fez esquecer Fernando Santos e salvou a intangibilidade de Luís Filipe Vieira. Porque, se o Benfica tem falhado a Liga dos Campeões, para algum lado se iria virar a ira dos adeptos e palpita-me que, desta vez, não seria contra o treinador.
— Francamente, achei de muito mau gosto e muito pouco desportiva a intransigência do FC Porto ao não ceder ao adiamento do seu jogo contra o União de Leiria. Para mais, com a paragem do campeonato no próximo fim-de-semana, não havia argumento razoável que o justificasse (e, para mais, se o jogo tem sido ontem, eu já o tinha visto…). Parece-me que a intenção clara foi tirar partido do cansaço do adversário — e conseguiu-o. São jogadas que não gosto de ver, nem no meu clube ou, principalmente, no meu clube.
— Em três jornadas, o FC Porto matou três borregos da época passada: Sp. Braga, Sporting e U. Leiria. Foi um começo de campeonato a 100%, cuja importância se poderá revelar determinante no futuro. Mas nem tudo é líquido na equipa de Jesualdo Ferreira. A situação de Postiga, nem vendido nem aproveitado, é uma das razões de perplexidade. A outra é, obviamente, a situação dos reforços, de que já aqui falei. Jesualdo não gosta da palavra reforços e acha que numa equipa campeã ninguém é comprado para entrar a jogar mas, sim, para ficar em banho-maria, à espera que algum dos campeões se lesione. É um ponto de vista de treinador e aceitável, como todos os outros. Diferente é o meu ponto de vista, o de accionista e sócio pagante. E insisto no meu ponto de vista, já longamente exposto: se os reforços não fazem falta nem têm, por si só, categoria para entrar directamente na equipa, para quê a necessidade de comprar uma dúzia deles todos os anos, fazendo com que o grande problema da gestão do plantel seja arranjar clubes que os queiram por empréstimo? Das duas, uma: Jesualdo não tem razão na forma como não integra novos jogadores com valor na equipa, ou tem razão em não integrá-los mas, neste caso, deve uma explicação aos sócios sobre o motivo porque os quis, e logo tantos. É que gastar dinheiro a comprar jogadores por atacado é fácil. Só que depois vai ser urgente vender o Quaresma para esconder o défice acumulado a pagar ordenados a jogadores inúteis e excedentários.
— Desafio alguém a dizer-me quais eram os clubes de Carl Lewis, Jesse Owens, Juantorama, Abéé Bikila, ou qualquer outra das glórias eternas do atletismo mundial. Lá fora, de certeza que muitos não esqueceram os nomes de Carlos Lopes, Fernanda Ribeiro ou Rosa Mota. Quem não esqueceu, sabe que são atletas portugueses, mas de certeza que ninguém sabe a que clube pertenciam. O atletismo tem essa vantagem anti-clubística sobre o futebol. Ou melhor, tinha: porque esta semana, lendo opiniões de vários leitores de vários jornais, cheguei à conclusão de que os dois novos campeões mundiais, Vanessa Fernandes e Nelson Évora, não são de Portugal mas, sim, do Benfica. Pois felicito o Benfica pelos seus campeões do mundo mas, se não se importam, considero que eles são campeões de nós todos e não apenas dos benfiquistas.
PS: Se bem percebi, a minha colega de coluna, Leonor Pinhão, desmente que tenha tido alguma coisa que ver com a escrita do livro da d.ª Carolina Salgado ou com a entusiástica ressurreição das investigações do Apito Dourado, determinadas pela publicação dessa obra literária. Parece que ela, e citando as suas próprias palavras, nunca se dispôs a «sujeitar a verdade ao crivo do julgamento popular em função das paixões clubistas que toldam o raciocínio». Assim, por exemplo, o tão publicitado filme Corrupção — de que ela é autora do script e o marido da direcção — não tem nada que ver com um julgamento popular ditado por paixões clubistas, em que a verdade já está estabelecida previamente, sem necessidade de contraditório, o julgamento já está feito e a sentença já está dada. É tudo uma aldrabice."
terça-feira, setembro 04, 2007
Memorial Zandinga, 3ª Edição do Espaço Prof. Karamba e 2ª Edição da Liga dos Astros
Neste momento e após o primeiro dia de inscrições, temos admitidos a participar os seguintes condóminos:
Vermelho, cuja equipa se designará Eagles;
JC, cuja equipa se designará Cruzados;
Vermelho Nunca, cuja equipa se designará Pisa Lampião;
Cavungi, cuja equipa se designará Caça Lagartos/Suçuarana;
Vermelho Sempre, cuja equipa se designará Kubas4ever;
Biely, cuja equipa se designará Tacuara;
Pachulico, cuja equipa se designará Dragonheart;
Antes Morto que Vermelho, cuja equipa se designará Kick Lamps Till Death - KLTD;
Jorge Mínimo, que ainda não atribuiu nome à sua equipa;
Sócio, que ainda não atribuiu nome à sua equipa;
Samsalameh, que ainda não atribuiu nome à sua equipa;
Cuto, que ainda não atribuiu nome à sua equipa;
Apelo a estes condóminos que tão rápido quanto lhes for possível preencham esta lacuna.
Apelo à participação dos Condóminos Zex, Fura-Redes, Holtreman, Prof. Venceslau, Jimmy Jump, Lionheart e Braguilha e de todos quantos se nos pretendam juntar.
Relembro que o período de inscrições continua aberto até ao final desta semana.
Vermelho, cuja equipa se designará Eagles;
JC, cuja equipa se designará Cruzados;
Vermelho Nunca, cuja equipa se designará Pisa Lampião;
Cavungi, cuja equipa se designará Caça Lagartos/Suçuarana;
Vermelho Sempre, cuja equipa se designará Kubas4ever;
Biely, cuja equipa se designará Tacuara;
Pachulico, cuja equipa se designará Dragonheart;
Antes Morto que Vermelho, cuja equipa se designará Kick Lamps Till Death - KLTD;
Jorge Mínimo, que ainda não atribuiu nome à sua equipa;
Sócio, que ainda não atribuiu nome à sua equipa;
Samsalameh, que ainda não atribuiu nome à sua equipa;
Cuto, que ainda não atribuiu nome à sua equipa;
Apelo a estes condóminos que tão rápido quanto lhes for possível preencham esta lacuna.
Apelo à participação dos Condóminos Zex, Fura-Redes, Holtreman, Prof. Venceslau, Jimmy Jump, Lionheart e Braguilha e de todos quantos se nos pretendam juntar.
Relembro que o período de inscrições continua aberto até ao final desta semana.
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Espaço Prof. Karamba,
Liga dos Astros,
Memorial Zandinga
Livro de Reclamações
Inauguro, hoje, a rubrica que irá preencher as quartas-feiras e que denominei "Livro de Reclamações".
Será o espaço próprio para os gritos de alma, para a denúncia dos atropelos à ética e à verdade desportiva, enfim, para delatar as iniquidades do nosso panorama desportivo.
Trago à colação três assuntos perfeitamente distintos:
a) a falta de condições logísticas que possibilitem a preparação dos nossos atletas nas diferentes especialidades durante o Inverno
Francis Obikwelu viu-se forçado a zarpar para Espanha em busca de requisitos dignos de treino, trilho este que Nélson Évora anunciou já que iria palmilhar.
Portugal alcançou títulos em grandes competições internacionais em disciplinas técnicas, contrariando a tendência iniciada nos anos 80 de triunfos no fundo e meio-fundo.
Todavia, tal não resultou de qualquer trabalho em profundidade da Federação Portuguesa de Atletismo ou de um qualquer esforço estatal no sentido de proporcionar e incrementar as infra-estruturas desportivas à disposição dos praticantes, mas "apenas" do talento.
Foram e são fenómenos circunstanciais, ditados pela genética.
Alcançar títulos olímpicos, mundiais ou europeus não beneficiando dos mais elementares meios de treino só pode ser fruto de um incomensurável talento!
b)o não adiamento do U. Leiria/FC Porto
Ausência total de ética na competição.
O Porto não soube ser grande.
Uma só intenção presidiu à intransigência portista - tirar proveito da fadiga dos leirienses, fisicamente exauridos após a viagem a Israel.
Nem sequer se alcançam razões para pensar de modo distinto, pois que o campeonato pára no próximo fim-de-semana para os compromissos da selecção nacional.
Afinal, nem sempre amor com amor se paga...
c)o pagamento de bilhete de adulto exigido às crianças que pretendiam assistir ao Nacional/Benfica, cujo preço podia ascender a 25,00€
A generalidade dos estádios portugueses apresentam indíces de ocupação paupérrimos, muito abaixo dos 50%.
Ao invés de serem implementadas medidas no sentido de serem atraídos novos públicos, que permitam preencher o vazio do betão, "investe-se" no acentuar das dificuldades presentes e futuras.
Até ao jogo de Domingo, o Nacional sempre franqueou as portas aos menores de 12 anos.
No Domingo, a voragem do capital que poderia resultar do aumento da lotação do estádio fez com que se alterasse uma prática consolidada há anos.
O Estádio, cuja construção e a própria nova bancada foram financiados em larga medida pelo erário público, acabou por não lotar.
E, assim, se vai matando o futebol em Portugal.
Será o espaço próprio para os gritos de alma, para a denúncia dos atropelos à ética e à verdade desportiva, enfim, para delatar as iniquidades do nosso panorama desportivo.
Trago à colação três assuntos perfeitamente distintos:
a) a falta de condições logísticas que possibilitem a preparação dos nossos atletas nas diferentes especialidades durante o Inverno
Francis Obikwelu viu-se forçado a zarpar para Espanha em busca de requisitos dignos de treino, trilho este que Nélson Évora anunciou já que iria palmilhar.
Portugal alcançou títulos em grandes competições internacionais em disciplinas técnicas, contrariando a tendência iniciada nos anos 80 de triunfos no fundo e meio-fundo.
Todavia, tal não resultou de qualquer trabalho em profundidade da Federação Portuguesa de Atletismo ou de um qualquer esforço estatal no sentido de proporcionar e incrementar as infra-estruturas desportivas à disposição dos praticantes, mas "apenas" do talento.
Foram e são fenómenos circunstanciais, ditados pela genética.
Alcançar títulos olímpicos, mundiais ou europeus não beneficiando dos mais elementares meios de treino só pode ser fruto de um incomensurável talento!
b)o não adiamento do U. Leiria/FC Porto
Ausência total de ética na competição.
O Porto não soube ser grande.
Uma só intenção presidiu à intransigência portista - tirar proveito da fadiga dos leirienses, fisicamente exauridos após a viagem a Israel.
Nem sequer se alcançam razões para pensar de modo distinto, pois que o campeonato pára no próximo fim-de-semana para os compromissos da selecção nacional.
Afinal, nem sempre amor com amor se paga...
c)o pagamento de bilhete de adulto exigido às crianças que pretendiam assistir ao Nacional/Benfica, cujo preço podia ascender a 25,00€
A generalidade dos estádios portugueses apresentam indíces de ocupação paupérrimos, muito abaixo dos 50%.
Ao invés de serem implementadas medidas no sentido de serem atraídos novos públicos, que permitam preencher o vazio do betão, "investe-se" no acentuar das dificuldades presentes e futuras.
Até ao jogo de Domingo, o Nacional sempre franqueou as portas aos menores de 12 anos.
No Domingo, a voragem do capital que poderia resultar do aumento da lotação do estádio fez com que se alterasse uma prática consolidada há anos.
O Estádio, cuja construção e a própria nova bancada foram financiados em larga medida pelo erário público, acabou por não lotar.
E, assim, se vai matando o futebol em Portugal.
segunda-feira, setembro 03, 2007
Memorial Zandinga
O Memorial Zandinga será a versão relativa às competições europeias do já consagrado Espaço Prof. Karamba.
A configuração deste espaço será, contudo, um pouco diferente.
Assim, os participantes não jogarão num sistema de todos contra todos, mas sim, à imagem da Champions, agregados em grupos, numa primeira fase, e em eliminatórias num segundo momento.
Os jogos sobre os quais incidirão as apostas são os disputados na Champions e os relativos à Taça UEFA nos quais sejam intervenientes equipas portuguesas.
A pontuação não irá sofrer quaisquer alterações, pelo que serão atribuídos 10 pontos a quem acertar totalmente no resultado final verificado e 5 a quem palpitar correctamente o vencedor da partida (resultado final 2-1, aposta 2-1 - 10 pontos; resultado final 2-1, aposta 3-1 - 5 pontos).
Cada participante disporá de um Joker, que lhe permitirá duplicar a pontuação obtida na partida em que for utilizado.
Da soma das pontuações alcançadas, obter-se-á a classificação do grupo.
Todavia, a estes pontos acrescerá um bónus de 5 pontos por cada aposta correcta no posicionamento final das equipas integrantes de cada grupo no final da 1ª fase da Champions.
Apurar-se-ão, em princípio, os 2 primeiros classificados de cada grupo (dependendo do número de inscritos).
Finda que seja esta primeira fase, os intervenientes que logrem apurar-se, disputarão entre si, em sistema de eliminatória, a vitória final do Memorial Zandinga.
Em caso de empate, a vitória na eliminatória será decidida com base nos pontos obtidos na 1ª fase, preferindo o melhor classificado.
Os participantes que não logrem apuramento, serão chamados a disputar entre si, em sistema de todos contra todos, o seu posicionamento final no Memorial Zandinga.
Os pontos acumulados na 1ª fase transitarão para esta 2ª fase, na medida da sua metade (só no que respeita aos eliminados, claro está).
Os participantes que forem sendo eliminados, transitarão, automaticamente, para a série dos eliminados, assumindo, em medida de metade, os pontos acumulados na 1ª fase.
Peço-vos que formalizem a vossa inscrição neste espaço, em comentário a este post até ao final desta semana, de forma a permitir o sorteio e a elaboração dos grupos.
A configuração deste espaço será, contudo, um pouco diferente.
Assim, os participantes não jogarão num sistema de todos contra todos, mas sim, à imagem da Champions, agregados em grupos, numa primeira fase, e em eliminatórias num segundo momento.
Os jogos sobre os quais incidirão as apostas são os disputados na Champions e os relativos à Taça UEFA nos quais sejam intervenientes equipas portuguesas.
A pontuação não irá sofrer quaisquer alterações, pelo que serão atribuídos 10 pontos a quem acertar totalmente no resultado final verificado e 5 a quem palpitar correctamente o vencedor da partida (resultado final 2-1, aposta 2-1 - 10 pontos; resultado final 2-1, aposta 3-1 - 5 pontos).
Cada participante disporá de um Joker, que lhe permitirá duplicar a pontuação obtida na partida em que for utilizado.
Da soma das pontuações alcançadas, obter-se-á a classificação do grupo.
Todavia, a estes pontos acrescerá um bónus de 5 pontos por cada aposta correcta no posicionamento final das equipas integrantes de cada grupo no final da 1ª fase da Champions.
Apurar-se-ão, em princípio, os 2 primeiros classificados de cada grupo (dependendo do número de inscritos).
Finda que seja esta primeira fase, os intervenientes que logrem apurar-se, disputarão entre si, em sistema de eliminatória, a vitória final do Memorial Zandinga.
Em caso de empate, a vitória na eliminatória será decidida com base nos pontos obtidos na 1ª fase, preferindo o melhor classificado.
Os participantes que não logrem apuramento, serão chamados a disputar entre si, em sistema de todos contra todos, o seu posicionamento final no Memorial Zandinga.
Os pontos acumulados na 1ª fase transitarão para esta 2ª fase, na medida da sua metade (só no que respeita aos eliminados, claro está).
Os participantes que forem sendo eliminados, transitarão, automaticamente, para a série dos eliminados, assumindo, em medida de metade, os pontos acumulados na 1ª fase.
Peço-vos que formalizem a vossa inscrição neste espaço, em comentário a este post até ao final desta semana, de forma a permitir o sorteio e a elaboração dos grupos.
3ª Edição do Espaço Prof. Karamba
O espaço Prof. Karamba não podia deixar de marcar presença nesta nova época desportiva.
E, também, com novidades:
1) Alargamento do número de jogos a palpitar
Esta época, os participantes serão chamados a palpitar os resultados dos 8 jogos que compõem cada jornada da Liga Bwin.
2) Joker
Esta época, os particiantes dispõem de um Joker, que lhes permitirá duplicar a pontuação obtida na partida em que for utilizado.
3)Competições abrangidas
Esta época, o Espaço Prof. Karamba cingir-se-á à Liga Bwin.
Será criada uma versão deste espaço relativa aos jogos das competições europeias, a qual será completamente independente do tradicional Espaço Prof. Karamba (será, inclusivé, estruturada de forma diversa, seguindo o modelo da Champions, com uma fase de grupos e subsequentes eliminatórias).
Assim e resumindo, direi que os jogos sujeitos a palpite serão os relativos a cada jornada da Liga Bwin e que cada participante disporá de um Joker, que lhe permitirá duplicar a pontuação obtida na partida em que for utilizado.
A pontuação não irá sofrer quaisquer alterações, pelo que serão atribuídos 10 pontos a quem acertar totalmente no resultado final verificado e 5 a quem palpitar correctamente o vencedor da partida (resultado final 2-1, aposta 2-1 - 10 pontos; resultado final 2-1, aposta 3-1 - 5 pontos).
Claro está, que se se verificar um empate, será aplicado o princípio supra enunciado (resultado final 2-2, aposta 2-2 - 10 pontos; resultado final 2-2, aposta 1-1 - 5 pontos).
Este Espaço iniciar-se-à na próxima jornada da Bwin Liga, sendo certo que o post relativo aos palpites a formular será publicado na quarta-feira da próxima semana.
Peço-vos que formalizem a vossa inscrição neste espaço, em comentário a este post até ao final desta semana.
E, também, com novidades:
1) Alargamento do número de jogos a palpitar
Esta época, os participantes serão chamados a palpitar os resultados dos 8 jogos que compõem cada jornada da Liga Bwin.
2) Joker
Esta época, os particiantes dispõem de um Joker, que lhes permitirá duplicar a pontuação obtida na partida em que for utilizado.
3)Competições abrangidas
Esta época, o Espaço Prof. Karamba cingir-se-á à Liga Bwin.
Será criada uma versão deste espaço relativa aos jogos das competições europeias, a qual será completamente independente do tradicional Espaço Prof. Karamba (será, inclusivé, estruturada de forma diversa, seguindo o modelo da Champions, com uma fase de grupos e subsequentes eliminatórias).
Assim e resumindo, direi que os jogos sujeitos a palpite serão os relativos a cada jornada da Liga Bwin e que cada participante disporá de um Joker, que lhe permitirá duplicar a pontuação obtida na partida em que for utilizado.
A pontuação não irá sofrer quaisquer alterações, pelo que serão atribuídos 10 pontos a quem acertar totalmente no resultado final verificado e 5 a quem palpitar correctamente o vencedor da partida (resultado final 2-1, aposta 2-1 - 10 pontos; resultado final 2-1, aposta 3-1 - 5 pontos).
Claro está, que se se verificar um empate, será aplicado o princípio supra enunciado (resultado final 2-2, aposta 2-2 - 10 pontos; resultado final 2-2, aposta 1-1 - 5 pontos).
Este Espaço iniciar-se-à na próxima jornada da Bwin Liga, sendo certo que o post relativo aos palpites a formular será publicado na quarta-feira da próxima semana.
Peço-vos que formalizem a vossa inscrição neste espaço, em comentário a este post até ao final desta semana.
2ª Edição da Liga dos Astros - Novidades e Inscrições
A Liga dos Astros conhecerá a sua 2ª edição na época 2007-2008.
Todavia, serão introduzidas algumas alterações na mecânica deste espaço:
1) A constituição do plantel -
Os participantes dispõem de um orçamento de 60 milhões de Euros, os quais terão que gerir na aquisição dos 15 jogadores que constituirão o plantel.
2) Os jogadores
Será elaborada uma avaliação tendo por base os valores constantes do site “http://www.transfermarkt.de” como sendo o de mercado dos jogadores dos clubes participantes na Liga Bwin (apenas serão introduzidos os valores respeitantes a jogadores sem a sua menção naquele site)
3)A pontuação
Avaliação de desempenho por parte dos jornalistas do site Mais Futebol;
Participação num jogo - 1 ponto;
Jogar pelo menos 60 minutos - 2 pontos;
Golos marcados por defesas - 6 pontos;
Golos marcados por médios - 5 pontos;
Golos marcados por avançados - 4 pontos;
Guarda-redes que joguem pelo menos 60 minutos e não concedam golos - 4 pontos;
Defesas que joguem pelo menos 60 minutos e cuja equipa não sofra golos - 4 pontos;
Médios que joguem pelo menos 60 minutos e cuja equipa não sofra golos - 2 pontos;
Guarda-redes que defenda um penalty - 5 pontos;
Jogador que falhe um penalty - -2 pontos;
Por cada 2 golos concedidos (defesas e guarda-redes)- -1 ponto;
Cartão amarelo - -1 ponto;
Cartão Vermelho- -3 pontos;
Para já, peço-vos que formalizem a vossa inscrição neste espaço, em comentário a este post e através da indicação do nome da vossa equipa até ao final desta semana.
Após o termo do prazo supra indicado, será divulgado o regulamento da 2ª edição da Liga dos Astros, bem como o valor dos jogadores para que possam construir os vossos plantéis.
Todavia, serão introduzidas algumas alterações na mecânica deste espaço:
1) A constituição do plantel -
Os participantes dispõem de um orçamento de 60 milhões de Euros, os quais terão que gerir na aquisição dos 15 jogadores que constituirão o plantel.
2) Os jogadores
Será elaborada uma avaliação tendo por base os valores constantes do site “http://www.transfermarkt.de” como sendo o de mercado dos jogadores dos clubes participantes na Liga Bwin (apenas serão introduzidos os valores respeitantes a jogadores sem a sua menção naquele site)
3)A pontuação
Avaliação de desempenho por parte dos jornalistas do site Mais Futebol;
Participação num jogo - 1 ponto;
Jogar pelo menos 60 minutos - 2 pontos;
Golos marcados por defesas - 6 pontos;
Golos marcados por médios - 5 pontos;
Golos marcados por avançados - 4 pontos;
Guarda-redes que joguem pelo menos 60 minutos e não concedam golos - 4 pontos;
Defesas que joguem pelo menos 60 minutos e cuja equipa não sofra golos - 4 pontos;
Médios que joguem pelo menos 60 minutos e cuja equipa não sofra golos - 2 pontos;
Guarda-redes que defenda um penalty - 5 pontos;
Jogador que falhe um penalty - -2 pontos;
Por cada 2 golos concedidos (defesas e guarda-redes)- -1 ponto;
Cartão amarelo - -1 ponto;
Cartão Vermelho- -3 pontos;
Para já, peço-vos que formalizem a vossa inscrição neste espaço, em comentário a este post e através da indicação do nome da vossa equipa até ao final desta semana.
Após o termo do prazo supra indicado, será divulgado o regulamento da 2ª edição da Liga dos Astros, bem como o valor dos jogadores para que possam construir os vossos plantéis.
Vedetas & Marretas
Inicio, hoje, uma rubrica que intitulei de “Vedetas & Marretas” e que se destina a eleger os praticantes desportivos, os dirigentes, os árbitros, os jornalistas ou as instituições que se destacaram de forma positiva e negativa em cada uma das semanas.
Vedetas
Nelson Évora pelo título de campeão mundial no triplo salto;
Vanessa Fernandes pelo título de campeã mundial de Triatlo;
Rui Costa por mais um inolvidável momento de pura classe no golo que obteve na Madeira;
Di Maria pelo virtuosismo que exibiu na partida frente ao Nacional;
Cardozo pelo bis frente ao Nacional;
João Paulo pela exibição que protagonizou e pelo respeito que revelou pela instituição que o formou;
Liedson por mais uma vez ter resolvido e pela excelente execução técnica da cabeçada que viria a resultar no golo da vitória leonina;
Simon Vukcevic pelo soberbo cruzamento que redundaria no tento do Sporting;
Vieirinha pelo magnífico golo que apontou frente ao Guimarães;
Fajardo pelo bis frente ao Leixões na confirmação de um dos bons valores do futebol português;
Makukula pela liderança da tabela dos melhores marcadores;
Linz pelo regresso aos golos e pela sua transferência ter exposto João Loureiro ao ridículo;
Cadu pelo golo que obteve e que guindou o Cluj à liderança do campeonato romeno;
Lazaroni por ter conduzido o Marítimo ao 1º lugar na Bwin Liga;
Paulo Bento pelas substituições que promoveu;
Mozer pela liderança do Girabola;
SL Benfica pelo apuramento para a Champions;
Leiria pelo apuramento para a Taça UEFA;
FC Porto pelo terceiro “borrego” consecutivo que “matou” em Leiria;
Santa Clara pelo terceiro triunfo em outros tantos jogos e pela liderança isolada da Liga Vitalis;
Marretas
Árbitro auxiliar do Paços de Ferreira-Boavista, que validou o golo do empate axadrezado, não obstante a evidente posição de fora de jogo de Bangoura (uns bons metros);
Árbitro auxiliar do Leiria-Porto, que validou o segundo golo portista, pese embora Bruno Alves tenha "cruzado a bola" quando esta havia já transposto na totalidade a linha de fundo;
Manuel Machado por mais uma derrota, desta feita frente a uma equipa que alinhou com menos uma unidade durante 83 minutos;
Jorge Costa pelas equívocas, infelizes, despropositadas e desnecessárias declarações que proferiu no final do encontro com o Estrela;
Jorge Jesus pelos constantes atropelos à língua portuguesa e pelo mau perder revelado;
Jokanovic pelo Hara-Kiri táctico que protagonizou ao lançar Zé Vítor e Cássio ao intervalo da partida com o Benfica;
Mourinho pela derrota e pela fraca exibição do Chelsea em Vila Park;
Diego Benaglio pela desastrada reposição da bola em jogo, que redundou no 1º golo do Benfica;
Makukula pela bárbara agressão a Paulo Sérgio que resultaria na sua expulsão;
Moutinho pelo mau momento de forma e pelo penalty falhado;
Paulo Roberto pela grosseira simulação que ensaiou no jogo frente à Naval;
Vedetas
Nelson Évora pelo título de campeão mundial no triplo salto;
Vanessa Fernandes pelo título de campeã mundial de Triatlo;
Rui Costa por mais um inolvidável momento de pura classe no golo que obteve na Madeira;
Di Maria pelo virtuosismo que exibiu na partida frente ao Nacional;
Cardozo pelo bis frente ao Nacional;
João Paulo pela exibição que protagonizou e pelo respeito que revelou pela instituição que o formou;
Liedson por mais uma vez ter resolvido e pela excelente execução técnica da cabeçada que viria a resultar no golo da vitória leonina;
Simon Vukcevic pelo soberbo cruzamento que redundaria no tento do Sporting;
Vieirinha pelo magnífico golo que apontou frente ao Guimarães;
Fajardo pelo bis frente ao Leixões na confirmação de um dos bons valores do futebol português;
Makukula pela liderança da tabela dos melhores marcadores;
Linz pelo regresso aos golos e pela sua transferência ter exposto João Loureiro ao ridículo;
Cadu pelo golo que obteve e que guindou o Cluj à liderança do campeonato romeno;
Lazaroni por ter conduzido o Marítimo ao 1º lugar na Bwin Liga;
Paulo Bento pelas substituições que promoveu;
Mozer pela liderança do Girabola;
SL Benfica pelo apuramento para a Champions;
Leiria pelo apuramento para a Taça UEFA;
FC Porto pelo terceiro “borrego” consecutivo que “matou” em Leiria;
Santa Clara pelo terceiro triunfo em outros tantos jogos e pela liderança isolada da Liga Vitalis;
Marretas
Árbitro auxiliar do Paços de Ferreira-Boavista, que validou o golo do empate axadrezado, não obstante a evidente posição de fora de jogo de Bangoura (uns bons metros);
Árbitro auxiliar do Leiria-Porto, que validou o segundo golo portista, pese embora Bruno Alves tenha "cruzado a bola" quando esta havia já transposto na totalidade a linha de fundo;
Manuel Machado por mais uma derrota, desta feita frente a uma equipa que alinhou com menos uma unidade durante 83 minutos;
Jorge Costa pelas equívocas, infelizes, despropositadas e desnecessárias declarações que proferiu no final do encontro com o Estrela;
Jorge Jesus pelos constantes atropelos à língua portuguesa e pelo mau perder revelado;
Jokanovic pelo Hara-Kiri táctico que protagonizou ao lançar Zé Vítor e Cássio ao intervalo da partida com o Benfica;
Mourinho pela derrota e pela fraca exibição do Chelsea em Vila Park;
Diego Benaglio pela desastrada reposição da bola em jogo, que redundou no 1º golo do Benfica;
Makukula pela bárbara agressão a Paulo Sérgio que resultaria na sua expulsão;
Moutinho pelo mau momento de forma e pelo penalty falhado;
Paulo Roberto pela grosseira simulação que ensaiou no jogo frente à Naval;
domingo, setembro 02, 2007
Análise à 3ª Jornada da Liga Bwin
BWin Liga, 3.ª jornada
NACIONAL-BENFICA
Estádio da Madeira, na Choupana
Hora: 21:15
Árbitro: Bruno Paixão (Setúbal)
NACIONAL
Benaglio, Patacas, Ávalos, Ricardo Fernandes e Alonso; Cléber, Bruno Amaro, Juliano e Fellype Gabriel; Edu Sales e Lipatin.
Suplentes: Bracalli, Cardozo, Cássio, Pateiro, Juninho, Zé Vítor e João Coimbra.
Treinador: Pedrag Jokanovic
Substituições
46' Edu Sales por Cássio
46' Bruno Amaro por José Vítor
73' Lipatin por Ricardo Pateiro
BENFICA
Quim, Luís Filipe, Miguel Vitor, Katsouranis, Léo, Petit, Rui Costa, Maxi Pereira, Di Maria, Cardozo e Nuno Gomes.
Suplentes: Butt, Edcarlos, Miguelito, Bergessio, Nuno Assis, Cristiano Rodriguez e Romeu Ribeiro.
Treinador: José Antonio Camacho
Substituições
63' Nuno Gomes por Cristian Rodriguez
83' Di Maria por Romeu Ribeiro
Golos
0 - 1 17' Cardozo
0 - 2 69' Rui Costa
0 - 3 76' Cardozo (penalty)

Vitória categórica e incontestável do Benfica na Choupana ou como o triunfo em Copenhaga transformou uma equipa.
Até Copenhaga, a equipa do Benfica vivia em estado de profunda descrença, imersa numa depressão aparentemente insolúvel no curto prazo.
Pois bem, o Benfica de hoje no Estádio da Madeira despertou do obscurantismo - Tranquilo, confiante, alegre, dinâmico, solto, alardeando espírito de grupo e de conquista.
A sua superioridade nunca esteve em causa, tão cavada que sempre se revelou.
Se no primeiro tempo ainda se vislumbraram ténues sinais de equilíbrio, ainda que esporádicos e descontextualizados do rumo da partida, na segunda metade a maior qualidade encarnada emergiu cristalina.
Camacho estruturou a sua equipa num 4x2x3x1, com Petit e Rui Costa assumindo o primeiro momento de construção ofensiva e Di Maria o segundo.
Com Nelson indisponível por lesão, Camacho viu-se, mais uma vez, obrigado a alterar o onze inicial, aproveitando a «deixa» para lançar o uruguaio Maxi Pereira para o lado direito do meio-campo, o que implicou o recuo de Luís Filipe para a lateral do mesmo flanco.
Tudo o mais permaneceu igual à equipa que venceu na Dinamarca.
Sob o comando de Rui Costa e Di Maria, o Benfica assumiu cedo o controlo do jogo, imprimindo um ritmo assaz forte.
Rui Costa pautava o processo atacante no primeiro e segundo terços do terreno, enquanto que Di Maria assumia os desequilíbrios no último, quer através de mudanças de velocidade e dribles, quer através de movimentos de ruptura entre linhas.
Aos 17 minutos, Cardozo, aproveitando uma deficiente reposição da bola em jogo por parte de Diego Benaglio, fez o 0-1.
O Nacional ainda ensaiou uma tímida reacção, mas com excepção de um lance aos 31 minutos protagonizado por Fellype Gabriel, que obrigou Quim a grande defesa, nunca se acercou com verdadeiro perigo da baliza encarnada.
Em vantagem, o Benfica reduziu a intensidade e privilegiou a contenção.
Na segunda parte, Jokanovic decidiu lançar Zé Vítor e Cássio.
Foi o Hara-Kiri táctico do técnico nacionalista.
O Nacional subiu as suas linhas e expôs-se às rápidas transições do Benfica, mormente às velozes investidas de Di Maria, que desbaratava o extremo reduto nacionalista.
Com mais espaços, o virtuosismo de Di Maria, a classe de Rui Costa e as diagonais de Maxi Pereira (uma exibição sempre em crescendo, na qual revelou não ser um típico jogador de linha, mas antes um médio interior, que abra bem na ala e que desenha diagonais muito interessantes para o centro) sobressaíam e a dimensão da superioridade encarnada fazia adivinhar o segundo golo.
E, assim, aconteceu.
Aos 69 minutos, um golo magistral de Rui Costa - entrou pela zona frontal, em slalom, tirou dois adversários do caminho e atirou colocado ao ângulo inferior esquerdo da baliza de Diego Benaglio.
A partida estava sentenciada e o Nacional rendido.
Camacho aproveitou, então, para estrear Cristian Rodríguez.
Di Maria derivou para a posição 10, enquanto que o uruguaio assumiu o flanco esquerdo (num contexto de reduzida exigência competitiva, demonstrou boa capacidade de drible, velocidade e capacidade para jogar em qualquer um dos três lugares do meio-campo ofensivo).
O terceiro golo não tardou – Maxi Pereira descreveu uma diagonal da direita para o centro, tabelou com Cardozo, entrou isolado na área e foi derrubado pelo guarda-redes do Nacional.
Cardozo, na conversão do penalty, estabeleceu o resultado final que, na fase terminal, poderia ter sido ainda mais dilatado.
SPORTING-BELENENSES
Estádio de Alvalade, em Lisboa
Hora: 19.15
Árbitro: Carlos Xistra (Castelo Branco)
SPORTING
Stojkovic; Abel, Tonel, Polga e Ronny; Miguel Veloso, João Moutinho, Izmailov e Romagnoli; Liedson e Derlei
Suplentes: Tiago, Gladstone, Pereirinha, Farnerud, Vukcevic, Yannick Djaló e Purovic
Treinador: Paulo Bento
Substituições
57' Miguel Veloso por Simon Vukcevic
66' Izmailov por Milan Purovic
66' Tonel por Yannick Djaló
BELENENSES
Costinha; Cândido Costa, Hugo Alcântara, Rolando e Rodrigo Alvim; Gómez, Ruben Amorim, Fernando, Silas e Zé Pedro; Roncatto
Suplentes:
Marco Gonçalves, Gonçalo Brandão, Devic, Rafael Bastos, Amaral, Mendonça e João Paulo
Treinador: Jorge Jesus
Substituições
52' Zé Pedro por Marco
64' Silas por Rafael Bastos
Golos
1 - 0 80' Liedson

Em Alvalade, triunfo justo, mas sofrido do Sporting.
Tal como no Dragão, o Sporting não entrou bem na partida.
Aliás, pode-se mesmo afirmar que a primeira parte do jogo desta noite constituiu uma cópia fiel da exibição leonina na primeira metade daquele encontro.
Escrevi: "Paulo Bento manteve-se fiel ao seu esquema táctico de eleição, 4x4x2 em losango.
Se noutras ocasiões o Sporting logrou alcançar predomínio claro sobre o Porto (leia-se Belenenses) na zona intermediária, fruto das basculações dos médios interiores e da liberdade de movimentos concedida ao pivot defensivo, neste jogo tal não sucedeu.
Não aconteceu, desde logo, porque Miguel Veloso viu a sua acção cerceada por Lisandro (leia-se falta de dinâmica de Miguel Veloso, lento a executar e a preencher os espaços).
Depois, porque Abel e Ronny nunca deram profundidade ofensiva pelo flanco, assoberbados que estavam com a cobertura aos extremos portistas (leia-se falta de acerto na definição das iniciativas atacantes).
Por fim, porque Izmailov nunca se assumiu como um verdadeiro interior (procurou sempre a ala e nunca o espaço interior) para além da sua colocação à direita ter implicado a derivação de Moutinho para o vértice esquerdo do losango.
No vértice esquerdo, Moutinho não consegue expressar as suas melhores qualidades na interpretação do modelo táctico idealizado por Paulo Bento.
Uma das mais valias de Moutinho, quiçá a tacticamente mais relevante, são os seus movimentos laterais para as alas, os quais, pura e simplesmente, não aparecem à esquerda.
Izmailov é um ala e falha nos movimentos interiores que o losango exige.
Descaracterizou o losango e permitiu ao Porto equilibrar o jogo na zona central (3 unidades para igual número por parte do Sporting).
Assim, sem profundidade pelas alas e sem dinâmica por banda dos médios interiores, o Sporting não existiu ofensivamente (leia-se apenas existiu a espaços e de forma pouco consistente).
Incapaz de emprestar velocidade à transição ofensiva, o Sporting nunca se acercou com perigo da baliza de Helton na primeira parte (leia-se raramente se acercou com perigo da baliza de Costinha)."
Na primeira parte, fruto da baixa intensidade do jogo, o Belenenses logrou equilibrá-lo, tendo, inclusivé, construído a melhor oportunidade de golo (remate de Amorim ao poste).
Na segunda parte, logo no dealbar, o Belenenses dispôs de uma excelente oportunidade que Zé Pedro desperdiçou de forma disparatada.
Pouco depois, o lance que viria a decidir o rumo da partida.
Liedson foi derrubado por Costinha na grande área, penalty e expulsão do guardião azul.
Moutinho chamado a conversão do castigo máximo, permitiu a defesa de Marco, que entretanto havia substituído Zé Pedro.
Ainda que não haja logrado colocar-se em vantagem no marcador, a superioridade numérica leonina seria determinante para o resto da contenda.
Paulo Bento abjurou a sua fé no 4x4x2 em losango e prescindiu de um central e um médio defensivo para reforçar as opções de ataque (antes havia já substituísdo Miguel Veloso por Vukcevic.
Fez entrar Yannick e Purovic, passando a equipa a ostentar uma estrutura algo sui generis - 3x3x4.
Por outro lado, reduzido a 10 unidades e sem um dos vértices no triângulo de construção, o Belenenses abdicou do processo ofensivo, remetendo-se, em exclusivo, à defesa da sua baliza.
Claro está que estas diferentes dinâmicas só podiam redundar numa avalanche de futebol ofensivo do Sporting, face à qual o Belenenses pretendia apenas sobreviver.
Muita alma e pouco discernimento conduziam as iniciativas leoninas ao insucesso.
Contudo, aos 80 minutos, num raro momento de lucidez e racionalidade, Vukcevic "arrancou" um soberbo cruzamento, que encontrou uma não menos fantástica cabeçada de Liedson para o 1-0.
Faltavam ainda dez minutos para o final, mas a história do encontro terminava neste momento.
U. LEIRIA-FC PORTO
Estádio Municipal de Leiria
Hora: 20:30
Árbitro: João Vilas Boas (Braga)
U. LEIRIA
Fernando; Éder, Bruno Miguel, Lukasiewicz, Éder Gaúcho, Laranjeiro; Tiago, Faria; Sougou, Ngal e Paulo César
Suplentes: Rafael, Cadu, Alhandra, Marco Soares, Toñito, João Paulo, Jessui
Treinador: Paulo Duarte
Substituições
48' Serge NGal por Cadu Silva
51' Lukasiewicz por João Paulo
82' Faria por Toñito
FC PORTO
Nuno; Bosingwa, Bruno Alves, João Paulo, Fucile; Paulo Assunção, Raul Meireles e Lucho González; Tarik Sektioui, Quaresma e Lisandro López
Suplentes: Ventura, Stepanov, Cech, Mariano Gonzalez, Leandro Lima, Kazmierczak e Edgar
Treinador: Jesualdo Ferreira
Substituições
65' Tarik Sektioui por Mariano Gonzalez
70' Paulo Assunção por Leandro Lima
75' Lisandro Lopez por Edgar
Golos
0 - 1 37' Tarik Sektioui
0 - 2 49' Lisandro Lopez
0 - 3 65' João Paulo

Em Leiria, o Porto venceu o União local por três golos sem resposta.
Não vi o jogo, apenas o resumo.
Do que vi e ouvi, pareceu-me um sucesso justo e incontestado.
LIGA – 3 ª JORNADA
P. Ferreira 1-1 Boavista
Marítimo 2-0 Académica
U. Leiria 0-3 F.C. Porto
Sporting 1-0 Belenenses
Sp. Braga 2-1 E. Amadora
Naval 0-0 V. Setúbal
Nacional 0-3 Benfica
Leixões 2-2 V. Guimarães
CLASSIFICAÇÃO – LIGA
Clube Pts J
1. Marítimo 9 3
2. FC Porto 9 3
3. Sporting 6 3
4. Sp. Braga 6 3
5. Benfica 5 3
6. E. Amadora 4 3
7. V. Guimarães 3 3
8. V. Setúbal 3 3
9. Leixões 3 3
10. Boavista 2 3
11. P. Ferreira 2 3
12. U. Leiria 2 3
13. Naval 2 3
14. Nacional 2 3
15. Belenenses 1 3
16. Académica 1 3
NACIONAL-BENFICA
Estádio da Madeira, na Choupana
Hora: 21:15
Árbitro: Bruno Paixão (Setúbal)
NACIONAL
Benaglio, Patacas, Ávalos, Ricardo Fernandes e Alonso; Cléber, Bruno Amaro, Juliano e Fellype Gabriel; Edu Sales e Lipatin.
Suplentes: Bracalli, Cardozo, Cássio, Pateiro, Juninho, Zé Vítor e João Coimbra.
Treinador: Pedrag Jokanovic
Substituições
46' Edu Sales por Cássio
46' Bruno Amaro por José Vítor
73' Lipatin por Ricardo Pateiro
BENFICA
Quim, Luís Filipe, Miguel Vitor, Katsouranis, Léo, Petit, Rui Costa, Maxi Pereira, Di Maria, Cardozo e Nuno Gomes.
Suplentes: Butt, Edcarlos, Miguelito, Bergessio, Nuno Assis, Cristiano Rodriguez e Romeu Ribeiro.
Treinador: José Antonio Camacho
Substituições
63' Nuno Gomes por Cristian Rodriguez
83' Di Maria por Romeu Ribeiro
Golos
0 - 1 17' Cardozo
0 - 2 69' Rui Costa
0 - 3 76' Cardozo (penalty)

Vitória categórica e incontestável do Benfica na Choupana ou como o triunfo em Copenhaga transformou uma equipa.
Até Copenhaga, a equipa do Benfica vivia em estado de profunda descrença, imersa numa depressão aparentemente insolúvel no curto prazo.
Pois bem, o Benfica de hoje no Estádio da Madeira despertou do obscurantismo - Tranquilo, confiante, alegre, dinâmico, solto, alardeando espírito de grupo e de conquista.
A sua superioridade nunca esteve em causa, tão cavada que sempre se revelou.
Se no primeiro tempo ainda se vislumbraram ténues sinais de equilíbrio, ainda que esporádicos e descontextualizados do rumo da partida, na segunda metade a maior qualidade encarnada emergiu cristalina.
Camacho estruturou a sua equipa num 4x2x3x1, com Petit e Rui Costa assumindo o primeiro momento de construção ofensiva e Di Maria o segundo.
Com Nelson indisponível por lesão, Camacho viu-se, mais uma vez, obrigado a alterar o onze inicial, aproveitando a «deixa» para lançar o uruguaio Maxi Pereira para o lado direito do meio-campo, o que implicou o recuo de Luís Filipe para a lateral do mesmo flanco.
Tudo o mais permaneceu igual à equipa que venceu na Dinamarca.
Sob o comando de Rui Costa e Di Maria, o Benfica assumiu cedo o controlo do jogo, imprimindo um ritmo assaz forte.
Rui Costa pautava o processo atacante no primeiro e segundo terços do terreno, enquanto que Di Maria assumia os desequilíbrios no último, quer através de mudanças de velocidade e dribles, quer através de movimentos de ruptura entre linhas.
Aos 17 minutos, Cardozo, aproveitando uma deficiente reposição da bola em jogo por parte de Diego Benaglio, fez o 0-1.
O Nacional ainda ensaiou uma tímida reacção, mas com excepção de um lance aos 31 minutos protagonizado por Fellype Gabriel, que obrigou Quim a grande defesa, nunca se acercou com verdadeiro perigo da baliza encarnada.
Em vantagem, o Benfica reduziu a intensidade e privilegiou a contenção.
Na segunda parte, Jokanovic decidiu lançar Zé Vítor e Cássio.
Foi o Hara-Kiri táctico do técnico nacionalista.
O Nacional subiu as suas linhas e expôs-se às rápidas transições do Benfica, mormente às velozes investidas de Di Maria, que desbaratava o extremo reduto nacionalista.
Com mais espaços, o virtuosismo de Di Maria, a classe de Rui Costa e as diagonais de Maxi Pereira (uma exibição sempre em crescendo, na qual revelou não ser um típico jogador de linha, mas antes um médio interior, que abra bem na ala e que desenha diagonais muito interessantes para o centro) sobressaíam e a dimensão da superioridade encarnada fazia adivinhar o segundo golo.
E, assim, aconteceu.
Aos 69 minutos, um golo magistral de Rui Costa - entrou pela zona frontal, em slalom, tirou dois adversários do caminho e atirou colocado ao ângulo inferior esquerdo da baliza de Diego Benaglio.
A partida estava sentenciada e o Nacional rendido.
Camacho aproveitou, então, para estrear Cristian Rodríguez.
Di Maria derivou para a posição 10, enquanto que o uruguaio assumiu o flanco esquerdo (num contexto de reduzida exigência competitiva, demonstrou boa capacidade de drible, velocidade e capacidade para jogar em qualquer um dos três lugares do meio-campo ofensivo).
O terceiro golo não tardou – Maxi Pereira descreveu uma diagonal da direita para o centro, tabelou com Cardozo, entrou isolado na área e foi derrubado pelo guarda-redes do Nacional.
Cardozo, na conversão do penalty, estabeleceu o resultado final que, na fase terminal, poderia ter sido ainda mais dilatado.
SPORTING-BELENENSES
Estádio de Alvalade, em Lisboa
Hora: 19.15
Árbitro: Carlos Xistra (Castelo Branco)
SPORTING
Stojkovic; Abel, Tonel, Polga e Ronny; Miguel Veloso, João Moutinho, Izmailov e Romagnoli; Liedson e Derlei
Suplentes: Tiago, Gladstone, Pereirinha, Farnerud, Vukcevic, Yannick Djaló e Purovic
Treinador: Paulo Bento
Substituições
57' Miguel Veloso por Simon Vukcevic
66' Izmailov por Milan Purovic
66' Tonel por Yannick Djaló
BELENENSES
Costinha; Cândido Costa, Hugo Alcântara, Rolando e Rodrigo Alvim; Gómez, Ruben Amorim, Fernando, Silas e Zé Pedro; Roncatto
Suplentes:
Marco Gonçalves, Gonçalo Brandão, Devic, Rafael Bastos, Amaral, Mendonça e João Paulo
Treinador: Jorge Jesus
Substituições
52' Zé Pedro por Marco
64' Silas por Rafael Bastos
Golos
1 - 0 80' Liedson

Em Alvalade, triunfo justo, mas sofrido do Sporting.
Tal como no Dragão, o Sporting não entrou bem na partida.
Aliás, pode-se mesmo afirmar que a primeira parte do jogo desta noite constituiu uma cópia fiel da exibição leonina na primeira metade daquele encontro.
Escrevi: "Paulo Bento manteve-se fiel ao seu esquema táctico de eleição, 4x4x2 em losango.
Se noutras ocasiões o Sporting logrou alcançar predomínio claro sobre o Porto (leia-se Belenenses) na zona intermediária, fruto das basculações dos médios interiores e da liberdade de movimentos concedida ao pivot defensivo, neste jogo tal não sucedeu.
Não aconteceu, desde logo, porque Miguel Veloso viu a sua acção cerceada por Lisandro (leia-se falta de dinâmica de Miguel Veloso, lento a executar e a preencher os espaços).
Depois, porque Abel e Ronny nunca deram profundidade ofensiva pelo flanco, assoberbados que estavam com a cobertura aos extremos portistas (leia-se falta de acerto na definição das iniciativas atacantes).
Por fim, porque Izmailov nunca se assumiu como um verdadeiro interior (procurou sempre a ala e nunca o espaço interior) para além da sua colocação à direita ter implicado a derivação de Moutinho para o vértice esquerdo do losango.
No vértice esquerdo, Moutinho não consegue expressar as suas melhores qualidades na interpretação do modelo táctico idealizado por Paulo Bento.
Uma das mais valias de Moutinho, quiçá a tacticamente mais relevante, são os seus movimentos laterais para as alas, os quais, pura e simplesmente, não aparecem à esquerda.
Izmailov é um ala e falha nos movimentos interiores que o losango exige.
Descaracterizou o losango e permitiu ao Porto equilibrar o jogo na zona central (3 unidades para igual número por parte do Sporting).
Assim, sem profundidade pelas alas e sem dinâmica por banda dos médios interiores, o Sporting não existiu ofensivamente (leia-se apenas existiu a espaços e de forma pouco consistente).
Incapaz de emprestar velocidade à transição ofensiva, o Sporting nunca se acercou com perigo da baliza de Helton na primeira parte (leia-se raramente se acercou com perigo da baliza de Costinha)."
Na primeira parte, fruto da baixa intensidade do jogo, o Belenenses logrou equilibrá-lo, tendo, inclusivé, construído a melhor oportunidade de golo (remate de Amorim ao poste).
Na segunda parte, logo no dealbar, o Belenenses dispôs de uma excelente oportunidade que Zé Pedro desperdiçou de forma disparatada.
Pouco depois, o lance que viria a decidir o rumo da partida.
Liedson foi derrubado por Costinha na grande área, penalty e expulsão do guardião azul.
Moutinho chamado a conversão do castigo máximo, permitiu a defesa de Marco, que entretanto havia substituído Zé Pedro.
Ainda que não haja logrado colocar-se em vantagem no marcador, a superioridade numérica leonina seria determinante para o resto da contenda.
Paulo Bento abjurou a sua fé no 4x4x2 em losango e prescindiu de um central e um médio defensivo para reforçar as opções de ataque (antes havia já substituísdo Miguel Veloso por Vukcevic.
Fez entrar Yannick e Purovic, passando a equipa a ostentar uma estrutura algo sui generis - 3x3x4.
Por outro lado, reduzido a 10 unidades e sem um dos vértices no triângulo de construção, o Belenenses abdicou do processo ofensivo, remetendo-se, em exclusivo, à defesa da sua baliza.
Claro está que estas diferentes dinâmicas só podiam redundar numa avalanche de futebol ofensivo do Sporting, face à qual o Belenenses pretendia apenas sobreviver.
Muita alma e pouco discernimento conduziam as iniciativas leoninas ao insucesso.
Contudo, aos 80 minutos, num raro momento de lucidez e racionalidade, Vukcevic "arrancou" um soberbo cruzamento, que encontrou uma não menos fantástica cabeçada de Liedson para o 1-0.
Faltavam ainda dez minutos para o final, mas a história do encontro terminava neste momento.
U. LEIRIA-FC PORTO
Estádio Municipal de Leiria
Hora: 20:30
Árbitro: João Vilas Boas (Braga)
U. LEIRIA
Fernando; Éder, Bruno Miguel, Lukasiewicz, Éder Gaúcho, Laranjeiro; Tiago, Faria; Sougou, Ngal e Paulo César
Suplentes: Rafael, Cadu, Alhandra, Marco Soares, Toñito, João Paulo, Jessui
Treinador: Paulo Duarte
Substituições
48' Serge NGal por Cadu Silva
51' Lukasiewicz por João Paulo
82' Faria por Toñito
FC PORTO
Nuno; Bosingwa, Bruno Alves, João Paulo, Fucile; Paulo Assunção, Raul Meireles e Lucho González; Tarik Sektioui, Quaresma e Lisandro López
Suplentes: Ventura, Stepanov, Cech, Mariano Gonzalez, Leandro Lima, Kazmierczak e Edgar
Treinador: Jesualdo Ferreira
Substituições
65' Tarik Sektioui por Mariano Gonzalez
70' Paulo Assunção por Leandro Lima
75' Lisandro Lopez por Edgar
Golos
0 - 1 37' Tarik Sektioui
0 - 2 49' Lisandro Lopez
0 - 3 65' João Paulo

Em Leiria, o Porto venceu o União local por três golos sem resposta.
Não vi o jogo, apenas o resumo.
Do que vi e ouvi, pareceu-me um sucesso justo e incontestado.
LIGA – 3 ª JORNADA
P. Ferreira 1-1 Boavista
Marítimo 2-0 Académica
U. Leiria 0-3 F.C. Porto
Sporting 1-0 Belenenses
Sp. Braga 2-1 E. Amadora
Naval 0-0 V. Setúbal
Nacional 0-3 Benfica
Leixões 2-2 V. Guimarães
CLASSIFICAÇÃO – LIGA
Clube Pts J
1. Marítimo 9 3
2. FC Porto 9 3
3. Sporting 6 3
4. Sp. Braga 6 3
5. Benfica 5 3
6. E. Amadora 4 3
7. V. Guimarães 3 3
8. V. Setúbal 3 3
9. Leixões 3 3
10. Boavista 2 3
11. P. Ferreira 2 3
12. U. Leiria 2 3
13. Naval 2 3
14. Nacional 2 3
15. Belenenses 1 3
16. Académica 1 3
quarta-feira, agosto 29, 2007
Análise ao Copenhaga-Benfica

LIGA DOS CAMPEÕES - 3.ª PRÉ-ELIMINATÓRIA (2.ª MÃO)
FC COPENHAGA-BENFICA
Estádio: Parken, em Copenhaga
Hora: 19:45
Árbitro: Eric Braamhaar (Holanda)
FC COPENHAGA - Christiansen; Kvist, Gravgaard, Hangeland, Jensen; Silberbauer, Norregaard, Würtz, Hutchinson; Nordstrand e Allbäck.
Treinador: Stale Solbakken.
Suplentes: Coe, Wendt, Bertolt, Sionko e Ailton.
BENFICA - Quim; Nélson, Katsouranis, Miguel Vítor, Léo; Luís Filipe, Petit, Rui Costa, Di María; Nuno Gomes e Cardozo.
Treinador: José Antonio Camacho.
Suplentes: Butt, Miguelito, Fábio Coentrão, Nuno Assis, Romeu Ribeiro, Freddy Adu e Bergessio.
Hoje, em conversa com um amigo, estimado condómino deste espaço, discutíamos a situação do Benfica, mormente a recente substituição do treinador.
Advoguei as vantagens da solução Camacho.
O jogo desta noite confirmou a minha convicção.
E porquê?
Simples, basta comparar a partida desta noite com aquela disputada há cerca de um ano no mesmo palco.
O resultado foi distinto e foi-o como decorrência natural da acção de cada um dos treinadores.
Desde logo, ao nível do discurso.
Camacho revelou ambição e desejo de vencer.
Santos conformismo, pequenez e temor.
Depois e como consequência do discurso a praxis, isto é, a atitude da equipa face ao jogo.
Esta noite, demonstrou confiança, desejo veemente de fortuna e de glória, espírito de grupo e de conquista.
No ano passado, apatia e falta de iniciativa.
A par do discurso, a própria personalidade de cada um dos treinadores.
Camacho decide, participa, intervêm, dirige e empolga-se.
Santos é quase um ser inanimado, sempre carrancudo ou em bom português sempre com “aquela cara de quem todos lhe devem e não lhe paga”.
Claro está que a equipa reflecte e absorve estas diferentes abordagens ao jogo.
Encorpando o discurso e acompanhando a atitude, o modelo de jogo.
Camacho preferiu a auto-determinação, reforçando a auto-estima da equipa.
Santos a hetero-determinação, jogando em função do adversário, condicionando emocionalmente a equipa.
Como efeito do axioma discurso-atitude, o modo como a equipa encarou o encontro determinou e muito a forma como logrou obter um resultado prazenteiro.
Hoje, soube sofrer e transcender-se em nome da ambição de vencer.
Ontem, não ousou sequer querer ganhar e, por isso, limitou-se à fronteira das suas capacidades.
Por fim, algo frequentemente mal avaliado – o factor “Gastão”.
Camacho é um “pé-quente”.
Santos é um “pé-gelado” (Com Santos ao leme, estou seguro que, pelo menos, uma das oportunidade de que o Copenhaga beneficiou no primeiro quarto de hora de jogo teria resultado em golo).
Regressando à partida desta noite, dizer que o Benfica sem realizar uma exibição de grande monta, soube expressar o melhor das suas qualidades actuais e mesmo até excedê-las em alguns momentos da partida para triunfar.
Começou titubeante, varrido que foi pela avalanche ofensiva dinamarquesa.
O ímpeto inicial dos dinamarqueses empurrou o Benfica para a sua área.
Aí, houve que sofrer e a equipa fê-lo.
Cerrou fileiras em nome do ideal de vitória.
Conheceu o fado da fortuna?
Claro que sim, mas também evidenciou muita competência na defesa do seu extremo reduto.
Miguel Vítor foi um gigante, sempre bem acolitado por Katsouranis e por um surpreendentemente sólido Nelson.
Passada a tormenta, na sua primeira iniciativa atacante, o golo apaziguador, numa soberba penta execução – Rui Costa colocou em Cardozo, este em Nuno Gomes, que amorteceu para o remate imparável de Katsouranis.
Estava encontrado o trilho da qualificação.
O Benfica estabilizou, serenou, respirou fundo e, como tal, passou a controlar o jogo.
O Copenhaga atordoado por tão inesperado acontecimento, não mais recuperou a consciência.
Até final, alardeando um perfeito controlo emocional das expectativas, o Benfica dominou o curso da partida, não mais permitindo veleidades consistentes aos nórdicos.
A relevância deste encontro extravasava a simples vertente desportiva, estendendo-se do prestígio internacional aos tão decisivos soldos, leia-se, pelo menos 10 milhões de euros.
Pelo terceiro ano consecutivo, o Benfica marca presença na fase de grupos da Liga dos Campeões, consolidando fama internacional e acentuando a política de equilíbrio financeiro encetada pela administração da SAD.
segunda-feira, agosto 27, 2007
Análise à 2ª Jornada da Liga Bwin
FC Porto 1 – 0 Sporting
Estádio: Estádio do Dragão Espect.: 49709
Árbitros: Pedro Proença, Aux - Ricardo Santos,Tiago Trigo
FC Porto: Helton; Bosingwa, Bruno Alves, Pedro Emanuel e Fucile; Lucho, Paulo Assunção e Raul Meireles; Tarik, Lisandro e Quaresma.
Suplentes: Nuno, Stepanov, Cech, Bolatti, Leandro Lima, Mariano Gonzalez e Postiga.
Substituições
46' Tarik Sektioui por Hélder Postiga
66' Raul Meireles por Mariano Gonzalez
85' Lisandro Lopez por Bolatti
Sporting: Stojkovic; Abel, Tonel, Polga e Ronny; João Moutinho, Miguel Veloso, Romagnoli e Izmailov; Derlei e Liedson.
Suplentes: Tiago, Gladstone, Had, Farnerud, Pereirinha, Vukcevic e Yannick.
Substituições
63' Izmailov por Simon Vukcevic
76' Ronny por Bruno Pereirinha
76' Abel por Yannick Djaló
Eficácia.
Assim se resume a justeza de uma vitória.
Numa partida quase sempre pautada pelos equilíbrios, um erro e o seu subsequente aproveitamento ditaram o vencedor.
Jesualdo estruturou a sua equipa no habitual 4x3x3, sendo certo, todavia, que lhe introduziu uma nuance, que em muito determinou o desenvolvimento do processo ofensivo azul e branco.
Abdicou de um ponta de lança nato em detrimento da colocação de Lisandro nessa posição.
Mais uma vez, Jesualdo preferiu a hetero-determinação.
Através da colocação de Lisandro na zona central na cobertura zonal a Miguel Veloso, Jesualdo condicionou o primeiro momento de construção ofensiva leonina, reduzindo-o a uma expressão quase insignificante, mas, concomitantemente, perdeu profundidade atacante.
Com excepção de um ou outro lance de pura inspiração individual (vide lance de Tarik) e de uma ou outra situação de bola parada (vide lance de Quaresma), o Porto não conseguiu ligar o seu processo ofensivo.
A falta de uma referência central, esterilizou o momento atacante portista.
Paulo Bento manteve-se fiel ao seu esquema táctico de eleição, 4x4x2 em losango.
Se noutras ocasiões o Sporting logrou alcançar predomínio claro sobre o Porto na zona intermediária, fruto das basculações dos médios interiores e da liberdade de movimentos concedida ao pivot defensivo, neste jogo tal não sucedeu.
Não aconteceu, desde logo, porque Miguel Veloso viu a sua acção cerceada por Lisandro.
Depois, porque Abel e Ronny nunca deram profundidade ofensiva pelo flanco, assoberbados que estavam com a cobertura aos extremos portistas.
Por fim, porque Izmailov nunca se assumiu como um verdadeiro interior (procurou sempre a ala e nunca o espaço interior) para além da sua colocação à direita ter implicado a derivação de Moutinho para o vértice esquerdo do losango.
No vértice esquerdo, Moutinho não consegue expressar as suas melhores qualidades na interpretação do modelo táctico idealizado por Paulo Bento.
Uma das mais valias de Moutinho, quiçá a tacticamente mais relevante, são os seus movimentos laterais para as alas, os quais, pura e simplesmente, não aparecem à esquerda.
Izmailov é um ala e falha nos movimentos interiores que o losango exige.
Descaracterizou o losango e permitiu ao Porto equilibrar o jogo na zona central (3 unidades para igual número por parte do Sporting).
Assim, sem profundidade pelas alas e sem dinâmica por banda dos médios interiores, o Sporting não existiu ofensivamente.
Incapaz de emprestar velocidade à transição ofensiva, o Sporting nunca se acercou com perigo da baliza de Helton na primeira parte.
Ao intervalo, o 0-0 era o espelho fiel de uma partida pautada pela rigidez táctica e pelo “resultadismo”.
Para a 2ª parte, Jesualdo fez entrar Postiga para o lugar de Tarik.
Prescindiu de jogar em função do adversário e assumiu vontade de triunfar.
Contudo, esticou a manta e destapou os pés.
Com Miguel Veloso livre de marcação, o Sporting ganhou ascendente na partida.
Se na 1ª parte, o Sporting havia sido um zero ofensivamente, no dealbar da 2ª começou a aparecer com perigo na área portista e a dominar e controlar o jogo.
Seguia assim a partida sob o comando leonino, quando Stojkovic incorre num erro de principiante.
Atraso de Polga e o guarda-redes sérvio segura a bola com as mãos, concedendo um livre indirecto na sua área a favor do Porto.
No livre, o golo portista (realce para a rápida e brilhante decisão de Lucho ao optar por colocar a bola em Meireles).
Este erro de Stojkovic foi, aliás, reflexo de uma prestação claramente menos conseguida.
Sucessivas hesitações a jogar com os pés e péssimo controlo aéreo da sua área, nunca transmitindo segurança à equipa.
Em vantagem, o Porto optou por um recuo estratégico – desceu as suas linhas e entregou, em definitivo, a iniciativa de jogo ao Sporting.
Em desvantagem, Bento mexeu na equipa, introduzindo Pereirinha e Djalló para os lugares de Abel e Ronny.
Alterou o sistema táctico, passando a actuar num 3x5x2, em vista de uma maior agressividade ofensiva.
Tonel, Polga e Veloso, passaram a compor o trio defensivo, Moutinho, Pereirinha e Romagnoli o centro do meio-campo, Vukcevic (que antes havia substituído Izmailov) e Derlei as alas, ao passo que Liedson e Djalló se postaram no centro do ataque.
Contudo, o Sporting apenas logrou construir uma clara oportunidade de golo e mesmo esta fruto de uma fífia monumental de Helton (remate de Derlei à figura do brasileiro e que este deixou fugir para as suas costas).
É usual dizer-se em futebolês que este tipo de jogos se decide nos pormenores e este confirmou esse postulado.
Um erro, aproveitamento e vitória.
No Porto, destaque, acima de tudo, para o colectivo, ainda que Fucile tenha sobressaído um pouco dos demais pela constância do seu rendimento.
Uma nota para Quaresma, no sentido de enfatizar a sua importância no momento ofensivo portista, mas também para referir que denota uma certa regressão no seu processo de crescimento futebolístico iniciado com Adriaanse.
Demasiado individualista, perdeu-se no seu próprio reportório técnico, esquecendo a dimensão colectiva que deve presidir às suas acções.
No Sporting, realce para Ronny, uma verdadeira surpresa o equilíbrio defensivo da sua exibição.
Notas negativas para Stojkovic, Polga, estranhamente intranquilo e acumulando erros pouco habituais, e para Liedson, principalmente pela simulação em que incorreu.
Com a equipa a perder, Liedson simulou ter sido agredido e não satisfeito permaneceu no chão o tempo suficiente para que Abel fosse forçado a atirar a bola fora para que lhe fosse prestada a supostamente necessária assistência médica.
Veremos como procede a Comissão Disciplinar da Liga!
Quanto ao trabalho de Pedro Proença, dizer que se ajuizou correctamente a esmagadora maioria dos lances, mormente aquele que resultou no livre indirecto a favor do Porto, falhou no capítulo disciplinar.
Quaresma por entrada sobre Miguel Veloso e Pedro Emanuel por agressão a Derlei deveriam ter sido expulsos.
Por outro lado, Derlei, por acumulação de amarelos, deveria, igualmente, ter recebido ordem de exclusão.
Benfica 0-0 V. Guimarães
Estádio da Luz Espect.: 52464
Árbitro: Lucílio Baptista (Setúbal)
Benfica
Quim; Nélson, Katsouranis, Miguel Vítor e Léo; Petit, Nuno Assis, Rui Costa e Fábio Coentrão; Nuno Gomes e Cardozo
Suplentes: Butt, Luís Filipe, Miguelito, Andrés Díaz, Romeu Ribeiro, Bergessio e Adu
Substituições
70' Nuno Gomes por Romeu Ribeiro
72' Fábio Coentrão por Luís Filipe
81' Cardozo por Bergessio
V. Guimarães
Nilson; Sereno, Danilo, Geromel e Andrezinho; Flávio Meireles, João Alves e Fajardo; Carlitos, Mrdakovic e Alan
Suplentes: Nuno Santos, Luciano Amaral, Radanovic, Moreno, Desmarets, Ghilas e Felipe
Substituições
56' Alan por Ghilas
64' Carlitos por Desmarets
75' Danilo por Moreno
Na Luz, Camacho não logrou “Salir a gañar”.
José António Camacho, pelo seu carisma e personalidade, apresenta um estilo de liderança forte, decidido e afirmativo.
Camacho é, sobretudo, um homem pragmático, firme e objectivo, que cedo conseguiu criar empatia com os adeptos do Benfica.
Santos deixou uma herança pesada – uma equipa destroçada emocionalmente, com reduzidos níveis de auto-estima, fisicamente despedaçada e com um plantel condicionado ao 4x4x2 em losango.
O primeiro dos trabalhos de Camacho passa pela recuperação dos níveis de confiança dos seus jogadores.
Ontem, os jogadores do Benfica jogaram sobre brasas, sem um pingo de confiança (vide lance de Coentrão em que não assume o remate).
Ontem, ainda não se viram resultados visíveis da sua acção neste particular, mas estou certo que, em breve, tal sucederá, até porque se há campo em que Camacho é forte é, precisamente, o psicológico.
O segundo dos trabalhos de Camacho assenta na reabilitação física da equipa.
A paragem do campeonato motivada pelos compromissos da selecção nacional será o momento ideal para que tal aconteça.
Ontem, o Benfica foi sempre uma equipa “pesada” ou, como se diz em futebolês, uma equipa que “não andou”.
A partir dos 30 minutos iniciais, a equipa denotou sinais claros de falta de frescura física.
Last but not least, cabe a Camacho reconstruir o plantel.
Camacho é bastante tradicionalista em termos tácticos (e pouco brilhante, diga-se) – geralmente oscila entre o 4x2x3x1, o 4x3x3 ou o 4x4x2.
Ou seja, modelos que contemplam dois extremos, ao contrário do que sucedia com o sistema preconizado por Santos.
Ontem, à míngua de alternativas válidas, teve que recorrer a Coentrão e Assis!!!
Há que reconstruir o plantel, dotando-o de jogadores capazes de interpretar o esquema táctico ao gosto do treinador.
Ontem, o Benfica não ganhou ao Vitória, mas, pelo menos, já vivi uma alegria que Santos nunca seria capaz de me proporcionar – a aposta em Miguel Vítor e Romeu Ribeiro.
Também por isto, uns criam empatia e outros antipatia.
Estádio: Estádio do Dragão Espect.: 49709
Árbitros: Pedro Proença, Aux - Ricardo Santos,Tiago Trigo
FC Porto: Helton; Bosingwa, Bruno Alves, Pedro Emanuel e Fucile; Lucho, Paulo Assunção e Raul Meireles; Tarik, Lisandro e Quaresma.
Suplentes: Nuno, Stepanov, Cech, Bolatti, Leandro Lima, Mariano Gonzalez e Postiga.
Substituições
46' Tarik Sektioui por Hélder Postiga
66' Raul Meireles por Mariano Gonzalez
85' Lisandro Lopez por Bolatti
Sporting: Stojkovic; Abel, Tonel, Polga e Ronny; João Moutinho, Miguel Veloso, Romagnoli e Izmailov; Derlei e Liedson.
Suplentes: Tiago, Gladstone, Had, Farnerud, Pereirinha, Vukcevic e Yannick.
Substituições
63' Izmailov por Simon Vukcevic
76' Ronny por Bruno Pereirinha
76' Abel por Yannick Djaló
Eficácia.
Assim se resume a justeza de uma vitória.
Numa partida quase sempre pautada pelos equilíbrios, um erro e o seu subsequente aproveitamento ditaram o vencedor.
Jesualdo estruturou a sua equipa no habitual 4x3x3, sendo certo, todavia, que lhe introduziu uma nuance, que em muito determinou o desenvolvimento do processo ofensivo azul e branco.
Abdicou de um ponta de lança nato em detrimento da colocação de Lisandro nessa posição.
Mais uma vez, Jesualdo preferiu a hetero-determinação.
Através da colocação de Lisandro na zona central na cobertura zonal a Miguel Veloso, Jesualdo condicionou o primeiro momento de construção ofensiva leonina, reduzindo-o a uma expressão quase insignificante, mas, concomitantemente, perdeu profundidade atacante.
Com excepção de um ou outro lance de pura inspiração individual (vide lance de Tarik) e de uma ou outra situação de bola parada (vide lance de Quaresma), o Porto não conseguiu ligar o seu processo ofensivo.
A falta de uma referência central, esterilizou o momento atacante portista.
Paulo Bento manteve-se fiel ao seu esquema táctico de eleição, 4x4x2 em losango.
Se noutras ocasiões o Sporting logrou alcançar predomínio claro sobre o Porto na zona intermediária, fruto das basculações dos médios interiores e da liberdade de movimentos concedida ao pivot defensivo, neste jogo tal não sucedeu.
Não aconteceu, desde logo, porque Miguel Veloso viu a sua acção cerceada por Lisandro.
Depois, porque Abel e Ronny nunca deram profundidade ofensiva pelo flanco, assoberbados que estavam com a cobertura aos extremos portistas.
Por fim, porque Izmailov nunca se assumiu como um verdadeiro interior (procurou sempre a ala e nunca o espaço interior) para além da sua colocação à direita ter implicado a derivação de Moutinho para o vértice esquerdo do losango.
No vértice esquerdo, Moutinho não consegue expressar as suas melhores qualidades na interpretação do modelo táctico idealizado por Paulo Bento.
Uma das mais valias de Moutinho, quiçá a tacticamente mais relevante, são os seus movimentos laterais para as alas, os quais, pura e simplesmente, não aparecem à esquerda.
Izmailov é um ala e falha nos movimentos interiores que o losango exige.
Descaracterizou o losango e permitiu ao Porto equilibrar o jogo na zona central (3 unidades para igual número por parte do Sporting).
Assim, sem profundidade pelas alas e sem dinâmica por banda dos médios interiores, o Sporting não existiu ofensivamente.
Incapaz de emprestar velocidade à transição ofensiva, o Sporting nunca se acercou com perigo da baliza de Helton na primeira parte.
Ao intervalo, o 0-0 era o espelho fiel de uma partida pautada pela rigidez táctica e pelo “resultadismo”.
Para a 2ª parte, Jesualdo fez entrar Postiga para o lugar de Tarik.
Prescindiu de jogar em função do adversário e assumiu vontade de triunfar.
Contudo, esticou a manta e destapou os pés.
Com Miguel Veloso livre de marcação, o Sporting ganhou ascendente na partida.
Se na 1ª parte, o Sporting havia sido um zero ofensivamente, no dealbar da 2ª começou a aparecer com perigo na área portista e a dominar e controlar o jogo.
Seguia assim a partida sob o comando leonino, quando Stojkovic incorre num erro de principiante.
Atraso de Polga e o guarda-redes sérvio segura a bola com as mãos, concedendo um livre indirecto na sua área a favor do Porto.
No livre, o golo portista (realce para a rápida e brilhante decisão de Lucho ao optar por colocar a bola em Meireles).
Este erro de Stojkovic foi, aliás, reflexo de uma prestação claramente menos conseguida.
Sucessivas hesitações a jogar com os pés e péssimo controlo aéreo da sua área, nunca transmitindo segurança à equipa.
Em vantagem, o Porto optou por um recuo estratégico – desceu as suas linhas e entregou, em definitivo, a iniciativa de jogo ao Sporting.
Em desvantagem, Bento mexeu na equipa, introduzindo Pereirinha e Djalló para os lugares de Abel e Ronny.
Alterou o sistema táctico, passando a actuar num 3x5x2, em vista de uma maior agressividade ofensiva.
Tonel, Polga e Veloso, passaram a compor o trio defensivo, Moutinho, Pereirinha e Romagnoli o centro do meio-campo, Vukcevic (que antes havia substituído Izmailov) e Derlei as alas, ao passo que Liedson e Djalló se postaram no centro do ataque.
Contudo, o Sporting apenas logrou construir uma clara oportunidade de golo e mesmo esta fruto de uma fífia monumental de Helton (remate de Derlei à figura do brasileiro e que este deixou fugir para as suas costas).
É usual dizer-se em futebolês que este tipo de jogos se decide nos pormenores e este confirmou esse postulado.
Um erro, aproveitamento e vitória.
No Porto, destaque, acima de tudo, para o colectivo, ainda que Fucile tenha sobressaído um pouco dos demais pela constância do seu rendimento.
Uma nota para Quaresma, no sentido de enfatizar a sua importância no momento ofensivo portista, mas também para referir que denota uma certa regressão no seu processo de crescimento futebolístico iniciado com Adriaanse.
Demasiado individualista, perdeu-se no seu próprio reportório técnico, esquecendo a dimensão colectiva que deve presidir às suas acções.
No Sporting, realce para Ronny, uma verdadeira surpresa o equilíbrio defensivo da sua exibição.
Notas negativas para Stojkovic, Polga, estranhamente intranquilo e acumulando erros pouco habituais, e para Liedson, principalmente pela simulação em que incorreu.
Com a equipa a perder, Liedson simulou ter sido agredido e não satisfeito permaneceu no chão o tempo suficiente para que Abel fosse forçado a atirar a bola fora para que lhe fosse prestada a supostamente necessária assistência médica.
Veremos como procede a Comissão Disciplinar da Liga!
Quanto ao trabalho de Pedro Proença, dizer que se ajuizou correctamente a esmagadora maioria dos lances, mormente aquele que resultou no livre indirecto a favor do Porto, falhou no capítulo disciplinar.
Quaresma por entrada sobre Miguel Veloso e Pedro Emanuel por agressão a Derlei deveriam ter sido expulsos.
Por outro lado, Derlei, por acumulação de amarelos, deveria, igualmente, ter recebido ordem de exclusão.
Benfica 0-0 V. Guimarães
Estádio da Luz Espect.: 52464
Árbitro: Lucílio Baptista (Setúbal)
Benfica
Quim; Nélson, Katsouranis, Miguel Vítor e Léo; Petit, Nuno Assis, Rui Costa e Fábio Coentrão; Nuno Gomes e Cardozo
Suplentes: Butt, Luís Filipe, Miguelito, Andrés Díaz, Romeu Ribeiro, Bergessio e Adu
Substituições
70' Nuno Gomes por Romeu Ribeiro
72' Fábio Coentrão por Luís Filipe
81' Cardozo por Bergessio
V. Guimarães
Nilson; Sereno, Danilo, Geromel e Andrezinho; Flávio Meireles, João Alves e Fajardo; Carlitos, Mrdakovic e Alan
Suplentes: Nuno Santos, Luciano Amaral, Radanovic, Moreno, Desmarets, Ghilas e Felipe
Substituições
56' Alan por Ghilas
64' Carlitos por Desmarets
75' Danilo por Moreno
Na Luz, Camacho não logrou “Salir a gañar”.
José António Camacho, pelo seu carisma e personalidade, apresenta um estilo de liderança forte, decidido e afirmativo.
Camacho é, sobretudo, um homem pragmático, firme e objectivo, que cedo conseguiu criar empatia com os adeptos do Benfica.
Santos deixou uma herança pesada – uma equipa destroçada emocionalmente, com reduzidos níveis de auto-estima, fisicamente despedaçada e com um plantel condicionado ao 4x4x2 em losango.
O primeiro dos trabalhos de Camacho passa pela recuperação dos níveis de confiança dos seus jogadores.
Ontem, os jogadores do Benfica jogaram sobre brasas, sem um pingo de confiança (vide lance de Coentrão em que não assume o remate).
Ontem, ainda não se viram resultados visíveis da sua acção neste particular, mas estou certo que, em breve, tal sucederá, até porque se há campo em que Camacho é forte é, precisamente, o psicológico.
O segundo dos trabalhos de Camacho assenta na reabilitação física da equipa.
A paragem do campeonato motivada pelos compromissos da selecção nacional será o momento ideal para que tal aconteça.
Ontem, o Benfica foi sempre uma equipa “pesada” ou, como se diz em futebolês, uma equipa que “não andou”.
A partir dos 30 minutos iniciais, a equipa denotou sinais claros de falta de frescura física.
Last but not least, cabe a Camacho reconstruir o plantel.
Camacho é bastante tradicionalista em termos tácticos (e pouco brilhante, diga-se) – geralmente oscila entre o 4x2x3x1, o 4x3x3 ou o 4x4x2.
Ou seja, modelos que contemplam dois extremos, ao contrário do que sucedia com o sistema preconizado por Santos.
Ontem, à míngua de alternativas válidas, teve que recorrer a Coentrão e Assis!!!
Há que reconstruir o plantel, dotando-o de jogadores capazes de interpretar o esquema táctico ao gosto do treinador.
Ontem, o Benfica não ganhou ao Vitória, mas, pelo menos, já vivi uma alegria que Santos nunca seria capaz de me proporcionar – a aposta em Miguel Vítor e Romeu Ribeiro.
Também por isto, uns criam empatia e outros antipatia.
domingo, agosto 19, 2007
Análise à 1ª Jornada da Liga Bwin
José Mourinho é reconhecidamente um dos melhores treinadores mundiais.
As razões do seu sucesso são várias – Conhecimento, método e organização, serão algumas das mais relevantes.
Todavia, tenho para mim que aquilo que mais o distingue é a sua capacidade de liderança.
Mourinho assume-se sempre como “primus inter partes” nos grupos que é chamado a dirigir.
Os seus êxitos são em muito tributários da sua invulgar aptidão para chefiar e agregar os jogadores sob o seu comando.
Uma governação forte aporta confiança e com segurança e uma auto-estima elevadas o rendimento desportivo emerge exponenciado.
As conquistas que alcançou no Porto resultaram, acima de tudo, da convicção, da firmeza de ânimo e do crédito que incutiu nos seus jogadores.
Sob a sua audaciosa direcção, jogadores houve que atingiram patamares de desempenho inimagináveis face ao seu anterior percurso.
É o toque de Midas de Mourinho.
Talvez, Nuno Valente seja o maior exemplo deste axioma.
Contudo, se Mourinho assim se distingue, outros há que se diferenciam pela inversa.
Podem ser mestres da táctica, conhecer ao mais ínfimo pormenor os segredos do treino ou quaisquer outras variáveis do ofício de treinador, mas não evidenciam habilitações para dirigir.
E, deste modo, naturalmente, sucumbem.
Uma liderança fraca induz níveis de confiança igualmente débeis.
Uma baixa auto-estima diminui o rendimento desportivo.
Infelizmente, é isto que hoje sucede com o Benfica.
Deficit de liderança.
A todos os níveis.
Dealba em Fernando Santos e termina em Luís Filipe Vieira.
Dotes de chefia é algo estranho à personalidade de Santos, o que já de si o fragiliza.
Se adicionarmos a contestação de que sempre foi alvo e a ausência de uma “rectaguarda” forte e impositiva, obtemos um “melting pot” altamente corrosivo.
Hoje como frente ao Copenhaga, mais do que quaisquer questões tácticas ou técnicas, o problema do Benfica foi de confiança.
Para ilustrar o efeito de Mourinho sobre os seus jogadores aludi a Nuno Valente.
No Leiria, os seus desempenhos situavam-se num plano pouco mais do que mediano.
No Porto, a sua bitola nunca desceu do bastante satisfatório.
Olhemos a actual equipa do Benfica e detenhamo-nos sobre Luís Filipe.
No Braga, a par de Bosingwa, terá sido o melhor lateral direito da Liga Bwin na época 2006-2007.
No Benfica, caminha para o obscurantismo.
Porquê?
Simplesmente, porque lhe falta convicção no seu valor.
Aumentou a exigência e, após dois falhanços em situações similares, desconfiou das suas qualidades.
E o que fez Santos?
Primeiro, criticou a sua exibição e elogiou o seu concorrente directo.
Depois, colocou-o a jogar numa posição na qual já não actuava há cerca de 3 anos e na qual as suas exibições motivaram a sua dispensa por Santos quando ao serviço do Sporting.
Por fim, estou certo, que o remeterá à penumbra do banco dos suplentes.
É isto uma prova de crença no valor do jogador?
Não, isto é “apenas” o que em futebolês se designa por “Queimar um jogador”!
Mourinho cria valor. Santos deprecia valor.
Santos é um homem acossado por plúrimos fantasmas e pelas suas próprias fragilidades. No início da época, escrevi que as grandes vantagens do Benfica seriam a manutenção dos seus principais jogadores e a consolidação de um sistema de jogo.
Pois bem, em poucos dias, a dupla Vieira e Santos tudo desbaratou.
Vieira vendeu e adquiriu a granel, ao passo que Santos regressou às hesitações tácticas do passado.
Em 2 jogos oficiais, depois de uma época e de uma pré-época a alinhar sobretudo em 4x4x2 losango, Santos já colocou a equipa a jogar em 4x3x3, em 4x2x4 e em 4x4x2 clássico (mesmo no decurso dos jogos).
Porquê?
Não compreendo.
E, ainda mais não entendo, quando Santos no momento em que dispunha de um dos melhores extremos do mundo optava pelo 4x4x2 em losango, derivando Simão para a posição 10, e na ocasião em que este saiu, a sua escolha navega por sistemas que contemplam extremos!
Ah! Adjuve-se que o plantel foi construído sob a matriz do 4x4x2 losango e que, como tal, com excepção de Coentrão, não dispõe de extremos puros!!!!
Não há equipa que resista a tantas e tamanhas derivas tácticas.
Supra referi que a ausência de liderança é extensível à direcção, mormente a Luís Filipe Vieira.
Vieira faz-me lembrar aquele boneco dos “Gatos” – Fala, fala, mas não o vejo a fazer nada.
Vende e contrata sem critério, não assume as suas responsabilidades junto do plantel e vai navegando à vista, que é como quem diz ao sabor dos impulsos irracionais da massa associativa.
Vieira é dominado por um desiderato – conservar a sua quota de popularidade junto dos sócios de forma a perpetuar-se no poder. Estou convicto que Vieira alimenta o sonho de se tornar no “Pinto da Costa do Benfica”!
E, para isso, nada melhor do que alimentar um conflito com Pinto da Costa.
Esta “guerra” permite-lhe expiar os seus insucessos, através da sua imputação ao “Demo”, mas também e simultaneamente granjear simpatias na massa associativa.
Como sabem, sempre critiquei Veiga e a sua gestão.
Não obstante, a saída de Veiga criou um vazio que urge preencher.
Vieira asseverou que o faria, mas, até hoje pouco ou nada se viu da sua acção.
Julgo que o espaço de Veiga está destinado a Rui Costa e que por isso permanece vago.
Concordo que Rui Costa seria o homem indicado para desempenhar tal função, mas a gestão de uma equipa de futebol como o Benfica não se compadece com hiatos como este.
Para finalizar, até porque este artigo já vai longo, dizer que o Sporting venceu e bem a Briosa (Briosa que vivência problemas de liderança idênticos aos do Benfica), Quaresma em dois golpes ímpares de talento derrotou o Braga, num jogo em que o empate seria o resultado mais ajustado e que o Leixões logrou empatar com inteira justeza com o Benfica.
p.s. para a semana, assim as condições o permitam, cá estarei para analisar a 2ª jornada da Liga Bwin.
Em Setembro, retomaremos a actividade diária.
As razões do seu sucesso são várias – Conhecimento, método e organização, serão algumas das mais relevantes.
Todavia, tenho para mim que aquilo que mais o distingue é a sua capacidade de liderança.
Mourinho assume-se sempre como “primus inter partes” nos grupos que é chamado a dirigir.
Os seus êxitos são em muito tributários da sua invulgar aptidão para chefiar e agregar os jogadores sob o seu comando.
Uma governação forte aporta confiança e com segurança e uma auto-estima elevadas o rendimento desportivo emerge exponenciado.
As conquistas que alcançou no Porto resultaram, acima de tudo, da convicção, da firmeza de ânimo e do crédito que incutiu nos seus jogadores.
Sob a sua audaciosa direcção, jogadores houve que atingiram patamares de desempenho inimagináveis face ao seu anterior percurso.
É o toque de Midas de Mourinho.
Talvez, Nuno Valente seja o maior exemplo deste axioma.
Contudo, se Mourinho assim se distingue, outros há que se diferenciam pela inversa.
Podem ser mestres da táctica, conhecer ao mais ínfimo pormenor os segredos do treino ou quaisquer outras variáveis do ofício de treinador, mas não evidenciam habilitações para dirigir.
E, deste modo, naturalmente, sucumbem.
Uma liderança fraca induz níveis de confiança igualmente débeis.
Uma baixa auto-estima diminui o rendimento desportivo.
Infelizmente, é isto que hoje sucede com o Benfica.
Deficit de liderança.
A todos os níveis.
Dealba em Fernando Santos e termina em Luís Filipe Vieira.
Dotes de chefia é algo estranho à personalidade de Santos, o que já de si o fragiliza.
Se adicionarmos a contestação de que sempre foi alvo e a ausência de uma “rectaguarda” forte e impositiva, obtemos um “melting pot” altamente corrosivo.
Hoje como frente ao Copenhaga, mais do que quaisquer questões tácticas ou técnicas, o problema do Benfica foi de confiança.
Para ilustrar o efeito de Mourinho sobre os seus jogadores aludi a Nuno Valente.
No Leiria, os seus desempenhos situavam-se num plano pouco mais do que mediano.
No Porto, a sua bitola nunca desceu do bastante satisfatório.
Olhemos a actual equipa do Benfica e detenhamo-nos sobre Luís Filipe.
No Braga, a par de Bosingwa, terá sido o melhor lateral direito da Liga Bwin na época 2006-2007.
No Benfica, caminha para o obscurantismo.
Porquê?
Simplesmente, porque lhe falta convicção no seu valor.
Aumentou a exigência e, após dois falhanços em situações similares, desconfiou das suas qualidades.
E o que fez Santos?
Primeiro, criticou a sua exibição e elogiou o seu concorrente directo.
Depois, colocou-o a jogar numa posição na qual já não actuava há cerca de 3 anos e na qual as suas exibições motivaram a sua dispensa por Santos quando ao serviço do Sporting.
Por fim, estou certo, que o remeterá à penumbra do banco dos suplentes.
É isto uma prova de crença no valor do jogador?
Não, isto é “apenas” o que em futebolês se designa por “Queimar um jogador”!
Mourinho cria valor. Santos deprecia valor.
Santos é um homem acossado por plúrimos fantasmas e pelas suas próprias fragilidades. No início da época, escrevi que as grandes vantagens do Benfica seriam a manutenção dos seus principais jogadores e a consolidação de um sistema de jogo.
Pois bem, em poucos dias, a dupla Vieira e Santos tudo desbaratou.
Vieira vendeu e adquiriu a granel, ao passo que Santos regressou às hesitações tácticas do passado.
Em 2 jogos oficiais, depois de uma época e de uma pré-época a alinhar sobretudo em 4x4x2 losango, Santos já colocou a equipa a jogar em 4x3x3, em 4x2x4 e em 4x4x2 clássico (mesmo no decurso dos jogos).
Porquê?
Não compreendo.
E, ainda mais não entendo, quando Santos no momento em que dispunha de um dos melhores extremos do mundo optava pelo 4x4x2 em losango, derivando Simão para a posição 10, e na ocasião em que este saiu, a sua escolha navega por sistemas que contemplam extremos!
Ah! Adjuve-se que o plantel foi construído sob a matriz do 4x4x2 losango e que, como tal, com excepção de Coentrão, não dispõe de extremos puros!!!!
Não há equipa que resista a tantas e tamanhas derivas tácticas.
Supra referi que a ausência de liderança é extensível à direcção, mormente a Luís Filipe Vieira.
Vieira faz-me lembrar aquele boneco dos “Gatos” – Fala, fala, mas não o vejo a fazer nada.
Vende e contrata sem critério, não assume as suas responsabilidades junto do plantel e vai navegando à vista, que é como quem diz ao sabor dos impulsos irracionais da massa associativa.
Vieira é dominado por um desiderato – conservar a sua quota de popularidade junto dos sócios de forma a perpetuar-se no poder. Estou convicto que Vieira alimenta o sonho de se tornar no “Pinto da Costa do Benfica”!
E, para isso, nada melhor do que alimentar um conflito com Pinto da Costa.
Esta “guerra” permite-lhe expiar os seus insucessos, através da sua imputação ao “Demo”, mas também e simultaneamente granjear simpatias na massa associativa.
Como sabem, sempre critiquei Veiga e a sua gestão.
Não obstante, a saída de Veiga criou um vazio que urge preencher.
Vieira asseverou que o faria, mas, até hoje pouco ou nada se viu da sua acção.
Julgo que o espaço de Veiga está destinado a Rui Costa e que por isso permanece vago.
Concordo que Rui Costa seria o homem indicado para desempenhar tal função, mas a gestão de uma equipa de futebol como o Benfica não se compadece com hiatos como este.
Para finalizar, até porque este artigo já vai longo, dizer que o Sporting venceu e bem a Briosa (Briosa que vivência problemas de liderança idênticos aos do Benfica), Quaresma em dois golpes ímpares de talento derrotou o Braga, num jogo em que o empate seria o resultado mais ajustado e que o Leixões logrou empatar com inteira justeza com o Benfica.
p.s. para a semana, assim as condições o permitam, cá estarei para analisar a 2ª jornada da Liga Bwin.
Em Setembro, retomaremos a actividade diária.
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