Na jornada de todos os derbys, publico um video relativo ao Benfica-Sporting da 1ª volta como forma de potenciar a discussão em torno da partida de Domingo.
sexta-feira, fevereiro 29, 2008
quinta-feira, fevereiro 28, 2008
Liga dos Astros
Os participantes dispõem até às 18 horas desta sexta-feira para apresentarem o onze inicial, os substitutos e o capitão das respectivas equipas para a próxima jornada.
Recordo que podem efectuar duas transferências no vosso plantel, as quais têm que obedecer ao regulamento.
Recordo, igualmente, que os participantes que ainda não utilizaram o "wild-card", que lhes permitirá efectuar as alterações que desejarem, o podem fazer nesta ou em qualquer outra semana, mediante menção expressa e apenas por uma vez.
Recordo que podem efectuar duas transferências no vosso plantel, as quais têm que obedecer ao regulamento.
Recordo, igualmente, que os participantes que ainda não utilizaram o "wild-card", que lhes permitirá efectuar as alterações que desejarem, o podem fazer nesta ou em qualquer outra semana, mediante menção expressa e apenas por uma vez.
Espaço Prof. Karamba
Os jogos sujeitos a aposta, esta semana, são os seguintes:
Sporting - Benfica
Boavista - F.C. Porto
Marítimo - E. Amadora
U. Leiria - V. Setúbal
P. Ferreira - Belenenses
Sp. Braga - V. Guimarães
Naval - Nacional
Leixões - Académica
Sporting - Benfica
Boavista - F.C. Porto
Marítimo - E. Amadora
U. Leiria - V. Setúbal
P. Ferreira - Belenenses
Sp. Braga - V. Guimarães
Naval - Nacional
Leixões - Académica
quarta-feira, fevereiro 27, 2008
Taça de Portugal - Quartos de Final
Como forma de potenciar a discussão em torno dos quartos de final da Taça de Portugal e perspectivar aquilo que poderão vir a ser as meias-finais da competição, publico, em seguida, uma notícia da Agência Lusa:
"O Sporting, detentor do troféu, juntou-se hoje a FC Porto, Benfica e Vitória de Setúbal nas meias-finais da Taça de Portugal em futebol, ao vencer por 1-0 o Estrela da Amadora, nuns quartos-de-final sem surpresas.
O avançado montenegrino Purovic substituiu aos 53 minutos o brasileiro Liedson e marcou o afortunado golo "leonino" aos 91, cabeceando involuntariamente para a baliza um corte desastrado de Moreno e mantendo o Sporting na defesa do troféu que conquistou a época passada.
O Sporting regressou às vitórias a quatro dias do "derby" lisboeta com o Benfica, para a 21ª jornada do campeonato, mas a vitória mais volumosa de uns "quartos" em que os favoritos confirmaram o estatuto pertenceu aos "encarnados", por 2-0, na recepção ao Moreirense, único sobrevivente da II Divisão.
Tal como o Sporting, mas de forma menos sofrida, FC Porto e Vitória de Setúbal também confirmaram a presença nas meias-finais com triunfos tangenciais, na recepção ao Gil Vicente (1-0) e no terreno da Naval 1º de Maio (2-1), respectivamente.
Após um "nulo" ao intervalo, o veterano médio Rui Costa quebrou a resistência do Moreirense, ao inaugurar o marcador aos 70 minutos, pouco depois de ter substituído Luís Filipe, cabendo ao também suplente Makukula fechar a contagem, aos 87.
O Benfica regressou aos triunfos no Estádio da Luz, onde este ano ainda não ganhou para a Liga, mantendo-se na corrida pelo 25º título na prova, que conquistou pela última vez em 2003/2004, na primeira passagem pelo clube do treinador espanhol Jose Antonio Camacho.
Aos "dragões", campeões nacionais e líderes destacados da presente edição da Liga, bastou um tento apontado pelo marroquino Tarik, aos 23 minutos, para se imporem à única equipa da Liga de Honra em prova, num encontro em que teve a pior assistência de sempre no Estádio do Dragão.
Na Figueira da Foz, no jogo que abriu os quartos-de-final da prova, o Setúbal adiantou-se aos 59 minutos, através de Leandro, mas a equipa anfitriã igualou aos 64, por intermédio de Paulão, antes de Robson assegurar o triunfo sadino, aos 69."
"O Sporting, detentor do troféu, juntou-se hoje a FC Porto, Benfica e Vitória de Setúbal nas meias-finais da Taça de Portugal em futebol, ao vencer por 1-0 o Estrela da Amadora, nuns quartos-de-final sem surpresas.
O avançado montenegrino Purovic substituiu aos 53 minutos o brasileiro Liedson e marcou o afortunado golo "leonino" aos 91, cabeceando involuntariamente para a baliza um corte desastrado de Moreno e mantendo o Sporting na defesa do troféu que conquistou a época passada.
O Sporting regressou às vitórias a quatro dias do "derby" lisboeta com o Benfica, para a 21ª jornada do campeonato, mas a vitória mais volumosa de uns "quartos" em que os favoritos confirmaram o estatuto pertenceu aos "encarnados", por 2-0, na recepção ao Moreirense, único sobrevivente da II Divisão.
Tal como o Sporting, mas de forma menos sofrida, FC Porto e Vitória de Setúbal também confirmaram a presença nas meias-finais com triunfos tangenciais, na recepção ao Gil Vicente (1-0) e no terreno da Naval 1º de Maio (2-1), respectivamente.
Após um "nulo" ao intervalo, o veterano médio Rui Costa quebrou a resistência do Moreirense, ao inaugurar o marcador aos 70 minutos, pouco depois de ter substituído Luís Filipe, cabendo ao também suplente Makukula fechar a contagem, aos 87.
O Benfica regressou aos triunfos no Estádio da Luz, onde este ano ainda não ganhou para a Liga, mantendo-se na corrida pelo 25º título na prova, que conquistou pela última vez em 2003/2004, na primeira passagem pelo clube do treinador espanhol Jose Antonio Camacho.
Aos "dragões", campeões nacionais e líderes destacados da presente edição da Liga, bastou um tento apontado pelo marroquino Tarik, aos 23 minutos, para se imporem à única equipa da Liga de Honra em prova, num encontro em que teve a pior assistência de sempre no Estádio do Dragão.
Na Figueira da Foz, no jogo que abriu os quartos-de-final da prova, o Setúbal adiantou-se aos 59 minutos, através de Leandro, mas a equipa anfitriã igualou aos 64, por intermédio de Paulão, antes de Robson assegurar o triunfo sadino, aos 69."
C´ um Caneco (outro passatempo) - Resultados dos Quartos de Final
Vermelho Sempre - Vermelho: 35-30
Jorge Mínimo - Salvatrucha: 40-20
Braguilha - Pachulico: 30-35
Jimmy Jump - Cavungi: 30-20
Meias-Finais
Vermelho Sempre - Pachulico
Jorge Mínimo - Jimmy Jump
Jorge Mínimo - Salvatrucha: 40-20
Braguilha - Pachulico: 30-35
Jimmy Jump - Cavungi: 30-20
Meias-Finais
Vermelho Sempre - Pachulico
Jorge Mínimo - Jimmy Jump
terça-feira, fevereiro 26, 2008
Livro de Reclamações
1 - Escrevi em 5 de Fevereiro deste ano que "Podem os mais facciosos e emotivos apaniguados de Benfica e Sporting pensar que as vitórias do último fim de semana afastaram de vez os problemas que têm apoquentado ambos os emblemas.
Nada de mais incauto ou temerário!
O atraso na classificação embora minguado permanece extenso, bem como as carências nos respectivos plantéis.
Assim consigam apresentar outra constância exibicional e então sim se poderá legitimamente falar de superação do seu estado pré-comatoso."
Infelizmente, assistia-me razão!
2 - Após o Porto ter regressado à normalidade caseira, também Benfica e Sporting lhe seguiram as pisadas - retrocederam à normalidade. Ou melhor: à vulgaridade!
Pela sexta vez em dez jogos, o Benfica não conseguiu vencer em casa.
Pela quinta vez em onze jogos na condição de visitante, aos quais acrescem quatro empates, o Sporting perdeu.
Um e outro registo justificam o atraso pontual para o Porto.
Nenhuma equipa pode ter legítimas pretensões com estes números simplesmente miseráveis!
É caso para questionar se Benfica e Sporting discutem o título "a minha crise é pior do que a tua"?!
3 - O registo caseiro do Benfica tem motivado as mais diversas reflexões.
Muitos têm procurado identificar as razões de tamanho insucesso.
Num ponto convergem - medo cénico, no sentido em que o definiu Jorge Valdano!
Acossados por plúrimos fantasmas e pelas suas próprias fragilidades, jogadores há que não conseguem conviver com a grandeza do clube e a permanente exigência de vitória.
4 - Disse Camacho no final da partida com o Braga: "O mais importante é o segundo lugar, que dá acesso directo à Champions. Há muitas equipas na Europa a lutar pelo segundo lugar. A Taça UEFA não te dá nada, só te dá prestígio".
Pergunto eu:
E porque não compatibilizar uma e outra coisa?!
E o prestígio não será interessante?!
5 - O Sporting está, à 20.ª jornada, equidistante do líder e da linha de água.
6 - O Sporting lançou, na segunda-feira, uma campanha de angariação de sócios, que visa "transformar" o número de associados pagantes de 50 mil para 150 mil.
Uma campanha louvável!
Mesmo que tresanda a "déjà vu"!
Claro que as boas ideias podem e devem ser reproduzidas, mas não havia necessidade de um plágio tão copiado, passe o pleonasmo.
Lá estou eu com a minha deriva facciosa, desculpem!
Plágio não, porque onde se lia Kit passa a ler-se "Pack" e os descontos obtidos não o são directamente, mas apenas sob a forma de pontos!
6 - Na apresentação da campanha, Soares Franco apelou à raiz mais profunda da família sportinguista - adejou a bandeira "Benfica".
O móbil da campanha de angariação de sócios é superar o Benfica!
A atractividade da ligação societária ao Sporting não radica no seu valor intrínseco como clube, mas sim na demonstração de uma superior fidelidade dos seus adeptos e simpatizantes em relação aos adeptos e simpatizantes do Benfica.
O mais eficaz estimulante da agregação sportinguista é o Benfica!
Idêntica iniciativa levada a cabo pelo Benfica conheceu um inegável sucesso, sendo que na Luz ninguém necessitou de invocar o nome do Sporting para que a campanha atingisse números ímpares em Portugal e mesmo na Europa.
7 - Na apresentação da campanha, Soares Franco colocou a fasquia nos 150 mil sócios.
Disse, a propósito, que o universo de sócios, adeptos e simpatizantes do Sporting se situa nos 3 milhões.
Na apresentação da campanha de angariação de sócios que o Benfica projectou, Luís Filipe Vieira colocou a fasquia nos 300 mil associados.
Disse, a propósito, que o universo de sócios, adeptos e simpatizantes do Benfica se situa nos 6 milhões.
Um só comentário: Até na megalomania houve plágio!
8 - Uma vergonha Olegário Benquerença ter validado o golo do Setúbal frente ao Sporting, na medida em que há uns anos não validou um lance igualzinho do Vítor Baía, no Estádio da Luz.
Um flagrante exemplo de dualidade de critérios!
9 - A vingança serve-se fria ou como Juliano Spadacio se empenhou a fundo para vencer o Leixões de Carlos Brito.
Um autêntico "ajuste de contas"!
Recorde-se que, há um ano, o médio brasileiro assumiu publicamente a sua satisfação pelo despedimento de Carlos Brito do comando técnico do Nacional, zurzindo forte e feio nos métodos de trabalho do agora treinador leixonense.
10 - A redistribuição de votos em assembleia geral constante da proposta do Governo para o novo regime jurídico das federações tem sido fortemente criticada por algumas das principais federações, tais como a de futebol, basquetebol e atletismo.
E, porquê?
Pela singela razão de que as associações distritais vêem decrescer o seu peso específico nas reuniões magnas.
Actualmente, as associações possuem 55 % dos votos, sendo que passarão a deter apenas 35%.
No caso do futebol, a ponderação de votos das associações de clubes será de 70%, sendo que metade é atribuída às associações distritais e a outra fracção repartida por liga profissional (25%) e liga não profissional (10%).
Os restantes 30% são distribuídos pelas associações mais representativas dos praticantes (15%) e associações de treinadores e árbitros (7,5% cada).
Ou seja, os caciques e os caudilhos não querem abrir mão da decisiva parcela de poder que detêm.
Nada de mais incauto ou temerário!
O atraso na classificação embora minguado permanece extenso, bem como as carências nos respectivos plantéis.
Assim consigam apresentar outra constância exibicional e então sim se poderá legitimamente falar de superação do seu estado pré-comatoso."
Infelizmente, assistia-me razão!
2 - Após o Porto ter regressado à normalidade caseira, também Benfica e Sporting lhe seguiram as pisadas - retrocederam à normalidade. Ou melhor: à vulgaridade!
Pela sexta vez em dez jogos, o Benfica não conseguiu vencer em casa.
Pela quinta vez em onze jogos na condição de visitante, aos quais acrescem quatro empates, o Sporting perdeu.
Um e outro registo justificam o atraso pontual para o Porto.
Nenhuma equipa pode ter legítimas pretensões com estes números simplesmente miseráveis!
É caso para questionar se Benfica e Sporting discutem o título "a minha crise é pior do que a tua"?!
3 - O registo caseiro do Benfica tem motivado as mais diversas reflexões.
Muitos têm procurado identificar as razões de tamanho insucesso.
Num ponto convergem - medo cénico, no sentido em que o definiu Jorge Valdano!
Acossados por plúrimos fantasmas e pelas suas próprias fragilidades, jogadores há que não conseguem conviver com a grandeza do clube e a permanente exigência de vitória.
4 - Disse Camacho no final da partida com o Braga: "O mais importante é o segundo lugar, que dá acesso directo à Champions. Há muitas equipas na Europa a lutar pelo segundo lugar. A Taça UEFA não te dá nada, só te dá prestígio".
Pergunto eu:
E porque não compatibilizar uma e outra coisa?!
E o prestígio não será interessante?!
5 - O Sporting está, à 20.ª jornada, equidistante do líder e da linha de água.
6 - O Sporting lançou, na segunda-feira, uma campanha de angariação de sócios, que visa "transformar" o número de associados pagantes de 50 mil para 150 mil.
Uma campanha louvável!
Mesmo que tresanda a "déjà vu"!
Claro que as boas ideias podem e devem ser reproduzidas, mas não havia necessidade de um plágio tão copiado, passe o pleonasmo.
Lá estou eu com a minha deriva facciosa, desculpem!
Plágio não, porque onde se lia Kit passa a ler-se "Pack" e os descontos obtidos não o são directamente, mas apenas sob a forma de pontos!
6 - Na apresentação da campanha, Soares Franco apelou à raiz mais profunda da família sportinguista - adejou a bandeira "Benfica".
O móbil da campanha de angariação de sócios é superar o Benfica!
A atractividade da ligação societária ao Sporting não radica no seu valor intrínseco como clube, mas sim na demonstração de uma superior fidelidade dos seus adeptos e simpatizantes em relação aos adeptos e simpatizantes do Benfica.
O mais eficaz estimulante da agregação sportinguista é o Benfica!
Idêntica iniciativa levada a cabo pelo Benfica conheceu um inegável sucesso, sendo que na Luz ninguém necessitou de invocar o nome do Sporting para que a campanha atingisse números ímpares em Portugal e mesmo na Europa.
7 - Na apresentação da campanha, Soares Franco colocou a fasquia nos 150 mil sócios.
Disse, a propósito, que o universo de sócios, adeptos e simpatizantes do Sporting se situa nos 3 milhões.
Na apresentação da campanha de angariação de sócios que o Benfica projectou, Luís Filipe Vieira colocou a fasquia nos 300 mil associados.
Disse, a propósito, que o universo de sócios, adeptos e simpatizantes do Benfica se situa nos 6 milhões.
Um só comentário: Até na megalomania houve plágio!
8 - Uma vergonha Olegário Benquerença ter validado o golo do Setúbal frente ao Sporting, na medida em que há uns anos não validou um lance igualzinho do Vítor Baía, no Estádio da Luz.
Um flagrante exemplo de dualidade de critérios!
9 - A vingança serve-se fria ou como Juliano Spadacio se empenhou a fundo para vencer o Leixões de Carlos Brito.
Um autêntico "ajuste de contas"!
Recorde-se que, há um ano, o médio brasileiro assumiu publicamente a sua satisfação pelo despedimento de Carlos Brito do comando técnico do Nacional, zurzindo forte e feio nos métodos de trabalho do agora treinador leixonense.
10 - A redistribuição de votos em assembleia geral constante da proposta do Governo para o novo regime jurídico das federações tem sido fortemente criticada por algumas das principais federações, tais como a de futebol, basquetebol e atletismo.
E, porquê?
Pela singela razão de que as associações distritais vêem decrescer o seu peso específico nas reuniões magnas.
Actualmente, as associações possuem 55 % dos votos, sendo que passarão a deter apenas 35%.
No caso do futebol, a ponderação de votos das associações de clubes será de 70%, sendo que metade é atribuída às associações distritais e a outra fracção repartida por liga profissional (25%) e liga não profissional (10%).
Os restantes 30% são distribuídos pelas associações mais representativas dos praticantes (15%) e associações de treinadores e árbitros (7,5% cada).
Ou seja, os caciques e os caudilhos não querem abrir mão da decisiva parcela de poder que detêm.
Vedetas&Marretas
Vedetas
Carvalhal e Setúbal pela vitória obtida sobre o Sporting;
Lisandro por mais um bis, desta feita frente ao Paços de Ferreira;
Cajuda e Guimarães pela vitória obtida frente à Naval, que lhes permitiu assegurar o 3º lugar na Bwin Liga;
Marítimo e Lazaroni pela vitória no Restelo;
Manuel Machado e Braga pelo empate na Luz;
Anselmo pelo bis frente ao Leiria;
Rio Ave pela vitória sobre o Vizela;
Freamunde pelo triunfo na Trofa;
Penafiel pelo empate no Estoril;
Ronaldo pelo bis e pela prodigiosa assistência com que presenteou Rooney;
Manchester United pela goleada imposta ao Newcastle;
Tottenham pelo triunfo na Taça da Liga inglesa;
Birmingham pelo empate imposto ao Arsenal quando reduzido a 10 elementos;
Getafe pelo triunfo em Madrid frente ao Real;
Carlos Martins pelo golo que apontou frente ao Valência;
Torino e Parma pelo excelente jogo que proporcionaram num empate a quatro;
Génova pelo triunfo em Udine;
Eintracht Frankfurt pelo triunfo frente ao Werder Bremen;
Naide Gomes pela obtenção do recorde nacional do salto em comprimento em pista coberta;
Elisabete Tavares pela obtenção do recorde nacional do salto com vara em pista coberta, que lhe permitiu assegurar os mínimos de participação nos Mundiais de pista coberta;
Dina Soares pela obtenção do recorde nacional dos 800 metros em pista coberta, que lhe permitiu assegurar os mínimos de participação nos Mundiais de pista coberta;
Susana Costa pela obtenção do recorde nacional do triplo salto em pista coberta, que lhe permitiu assegurar os mínimos de participação nos Mundiais de pista coberta;
Sandra Teixeira por ter alcançado, no Campeonato de Portugal em Pista Coberta, em Pombal, os mínimos para os 800 metros nos Mundiais de Valência;
Ana Dias pelo triunfo na XXIV edição da Maratona Cidade de Sevilha 2008, em Espanha;
ABC pela obtenção do 1º lugar na fase regular da Liga de Andebol;
Barreirense pelo triunfo nos Açores frente ao Lusitânia em jogo a contar para a Liga de Basquetebol;
João Neto por ter assegurado a presença nos Jogos Olímpicos de Pequim na categoria -81Kg em Judo;
HC Braga pelo triunfo obtido frente à Ac. Espinho em jogo a contar para o Nacional de Hóquei em Patins;
Marretas
Paulo Bento e o Sporting pela derrota em Setúbal;
Rui Patrício pelo "frango" com que presenteou o Setúbal;
Camacho e o Benfica pelo empate caseiro frente ao Braga;
Newcastle pela goleada sofrida frente ao Manchester United;
Martin Taylor pela brutal entrada sobre Eduardo da Silva;
Real Madrid pela derrota caseira frente ao Getafe;
Juventus pela derrota em Reggina;
Atlético de Madrid pela derrota em Pamplona frente ao Osassuna;
Saragoça pela goleada sofrida frente ao Sevilha;
Paris Saint-Germain por ter somado o quarto jogo consecutivo sem vencer para o campeonato francês;
Carvalhal e Setúbal pela vitória obtida sobre o Sporting;
Lisandro por mais um bis, desta feita frente ao Paços de Ferreira;
Cajuda e Guimarães pela vitória obtida frente à Naval, que lhes permitiu assegurar o 3º lugar na Bwin Liga;
Marítimo e Lazaroni pela vitória no Restelo;
Manuel Machado e Braga pelo empate na Luz;
Anselmo pelo bis frente ao Leiria;
Rio Ave pela vitória sobre o Vizela;
Freamunde pelo triunfo na Trofa;
Penafiel pelo empate no Estoril;
Ronaldo pelo bis e pela prodigiosa assistência com que presenteou Rooney;
Manchester United pela goleada imposta ao Newcastle;
Tottenham pelo triunfo na Taça da Liga inglesa;
Birmingham pelo empate imposto ao Arsenal quando reduzido a 10 elementos;
Getafe pelo triunfo em Madrid frente ao Real;
Carlos Martins pelo golo que apontou frente ao Valência;
Torino e Parma pelo excelente jogo que proporcionaram num empate a quatro;
Génova pelo triunfo em Udine;
Eintracht Frankfurt pelo triunfo frente ao Werder Bremen;
Naide Gomes pela obtenção do recorde nacional do salto em comprimento em pista coberta;
Elisabete Tavares pela obtenção do recorde nacional do salto com vara em pista coberta, que lhe permitiu assegurar os mínimos de participação nos Mundiais de pista coberta;
Dina Soares pela obtenção do recorde nacional dos 800 metros em pista coberta, que lhe permitiu assegurar os mínimos de participação nos Mundiais de pista coberta;
Susana Costa pela obtenção do recorde nacional do triplo salto em pista coberta, que lhe permitiu assegurar os mínimos de participação nos Mundiais de pista coberta;
Sandra Teixeira por ter alcançado, no Campeonato de Portugal em Pista Coberta, em Pombal, os mínimos para os 800 metros nos Mundiais de Valência;
Ana Dias pelo triunfo na XXIV edição da Maratona Cidade de Sevilha 2008, em Espanha;
ABC pela obtenção do 1º lugar na fase regular da Liga de Andebol;
Barreirense pelo triunfo nos Açores frente ao Lusitânia em jogo a contar para a Liga de Basquetebol;
João Neto por ter assegurado a presença nos Jogos Olímpicos de Pequim na categoria -81Kg em Judo;
HC Braga pelo triunfo obtido frente à Ac. Espinho em jogo a contar para o Nacional de Hóquei em Patins;
Marretas
Paulo Bento e o Sporting pela derrota em Setúbal;
Rui Patrício pelo "frango" com que presenteou o Setúbal;
Camacho e o Benfica pelo empate caseiro frente ao Braga;
Newcastle pela goleada sofrida frente ao Manchester United;
Martin Taylor pela brutal entrada sobre Eduardo da Silva;
Real Madrid pela derrota caseira frente ao Getafe;
Juventus pela derrota em Reggina;
Atlético de Madrid pela derrota em Pamplona frente ao Osassuna;
Saragoça pela goleada sofrida frente ao Sevilha;
Paris Saint-Germain por ter somado o quarto jogo consecutivo sem vencer para o campeonato francês;
Espaço Prof. Karamba - Classificação Geral
1º Lugar: JC - 550 pontos;
2º Lugar: Jorge Mínimo - 545 pontos;
3º Lugar: Lion Heart e Zex - 525 pontos;
4º Lugar: Jimmy Jump - 520 pontos;
5º Lugar: Vermelho - 500 pontos;
6º Lugar: Kaiserlicheagle e Pachulico - 490 pontos;
7º Lugar: Vermelho Sempre - 460 pontos;
8º Lugar: Cavungi - 455 pontos;
9º Lugar: Fura-Redes - 440 pontos;
10º Lugar: Vermelho Nunca - 425 pontos;
11º Lugar: Salvatrucha - 420 pontos;
12º Lugar: Cuto - 395 pontos;
13º Lugar: Antes Morto que Vermelho - 365 pontos;
14º Lugar: Sócio - 360 pontos;
15º Lugar: Samsalameh- 320 pontos;
16º Lugar: Pankreas - 295 pontos;
17º Lugar: Braguilha - 275 pontos;
18º Lugar: Biely - 240 pontos;
19º Lugar: Holtreman - 65 pontos;
2º Lugar: Jorge Mínimo - 545 pontos;
3º Lugar: Lion Heart e Zex - 525 pontos;
4º Lugar: Jimmy Jump - 520 pontos;
5º Lugar: Vermelho - 500 pontos;
6º Lugar: Kaiserlicheagle e Pachulico - 490 pontos;
7º Lugar: Vermelho Sempre - 460 pontos;
8º Lugar: Cavungi - 455 pontos;
9º Lugar: Fura-Redes - 440 pontos;
10º Lugar: Vermelho Nunca - 425 pontos;
11º Lugar: Salvatrucha - 420 pontos;
12º Lugar: Cuto - 395 pontos;
13º Lugar: Antes Morto que Vermelho - 365 pontos;
14º Lugar: Sócio - 360 pontos;
15º Lugar: Samsalameh- 320 pontos;
16º Lugar: Pankreas - 295 pontos;
17º Lugar: Braguilha - 275 pontos;
18º Lugar: Biely - 240 pontos;
19º Lugar: Holtreman - 65 pontos;
Liga dos Astros
1º Lugar: Dragonheart - 1384 pontos;
2º Lugar: Golpista FC - 1346 pontos;
3º Lugar: CFForróbódó - 1344 pontos;
4º Lugar: emplASTROS - 1339 pontos;
5º Lugar: CRUZADOS - 1326 pontos;
6º Lugar: Eagles - 1311 pontos;
7º Lugar: Pisa Lampião - 1305 pontos;
8º Lugar: Caça-Lagartos/Suçuarana - 1177 pontos;
9º Lugar: Os Barões da Pelota - 1115 pontos;
10º Lugar: Kubas4Ever - 1113 pontos;
11º Lugar: Tacuara - 440 pontos;
12º Lugar: KLTD - 334 pontos;
2º Lugar: Golpista FC - 1346 pontos;
3º Lugar: CFForróbódó - 1344 pontos;
4º Lugar: emplASTROS - 1339 pontos;
5º Lugar: CRUZADOS - 1326 pontos;
6º Lugar: Eagles - 1311 pontos;
7º Lugar: Pisa Lampião - 1305 pontos;
8º Lugar: Caça-Lagartos/Suçuarana - 1177 pontos;
9º Lugar: Os Barões da Pelota - 1115 pontos;
10º Lugar: Kubas4Ever - 1113 pontos;
11º Lugar: Tacuara - 440 pontos;
12º Lugar: KLTD - 334 pontos;
segunda-feira, fevereiro 25, 2008
C´ um Caneco (outro passatempo)
Os jogos sujeitos a palpite são os seguintes:
Naval-V. Setubal
F.C. Porto-Gil Vicente
Benfica-Moreirense
Sporting-E. Amadora
De forma a salvaguardar a integridade da competição, os prognósticos devem ser enviados para o mail do blog até às 13h00 da próxima 4ª feira.
Claro está que quem entender desnecessário seguir este procedimento, pode publicar os seus palpites do modo tradicional.
Verificando-se uma igualdade nos pontos obtidos pelos oponentes em compita na presente eliminatória, o desempate far-se-á pelo número de pontos alcançados na competição.
Recordo os confrontos dos quartos de final:
Vermelho Sempre - Vermelho;
Jorge Mínimo - Salvatrucha;
Braguilha - Pachulico;
Jimmy Jump - Cavungi;
Naval-V. Setubal
F.C. Porto-Gil Vicente
Benfica-Moreirense
Sporting-E. Amadora
De forma a salvaguardar a integridade da competição, os prognósticos devem ser enviados para o mail do blog até às 13h00 da próxima 4ª feira.
Claro está que quem entender desnecessário seguir este procedimento, pode publicar os seus palpites do modo tradicional.
Verificando-se uma igualdade nos pontos obtidos pelos oponentes em compita na presente eliminatória, o desempate far-se-á pelo número de pontos alcançados na competição.
Recordo os confrontos dos quartos de final:
Vermelho Sempre - Vermelho;
Jorge Mínimo - Salvatrucha;
Braguilha - Pachulico;
Jimmy Jump - Cavungi;
Compilação de Cavungi e AMV
Os Onze Indomáveis Patifes
O Médio-Direito eleito foi Rainer Bonhof, que contabilizou 19 votos.
Seguiram-se Gianfranco Zola com 18 votos, Bernd Schuster com 6, Gunter Netzer e Ray Wilkins, ambos com 2.
Esta semana, será dedicada à eleição do melhor n.º 10.
Os candidatos são:
Diego Maradona; Zico; Michel Platini; Zinedine Zidane e Rudd Gullit
O Médio-Direito eleito foi Rainer Bonhof, que contabilizou 19 votos.
Seguiram-se Gianfranco Zola com 18 votos, Bernd Schuster com 6, Gunter Netzer e Ray Wilkins, ambos com 2.
Esta semana, será dedicada à eleição do melhor n.º 10.
Os candidatos são:
Diego Maradona; Zico; Michel Platini; Zinedine Zidane e Rudd Gullit
domingo, fevereiro 24, 2008
Análise ao Benfica-Braga
Estádio da Luz.
Árbitro: Jorge Sousa (AF Porto).
Benfica: Quim; Nélson, Luisão, Katsouranis, Léo, Binya, Petit (Sepsi, 65m), Nuno Assis (Freddy Adu, 84m), Rui Costa, Di Maria (Mantorras, 78m) e Cardozo.
Suplentes: Butt, Luís Filipe, Edcarlos e Maxi Pereira.
Treinador: José Antonio Camacho.
Sp. Braga: Kieszek, João Pereira, Paulo Jorge, Rodríguez, Miguelito, Contreras, Brum, Zé Manuel (Wender, 61m), César Peixoto (Frechaut, 50m), Matheus e Linz (Jaílson, 72m).
Suplentes: Dani Mallo, Carlos Fernandes, Andrés Madrid e Vandinho.
Treinador: Manuel Machado.
Disciplina: Cartões amarelos: Brum (19m), Matheus (44m), Zé Manel (58m), Sepsi (66m), Luisão (76m), Nuno Assis (82m), Miguelito (87m).
Golos: Zé Manel (4m), Luisão (20m).
Ao intervalo: 1-1

O Benfica empatou com o Braga, num jogo em que entrou a perder, mas em que, pela primeira vez em idênticas circunstâncias, transmitiu a sensação de poder vencer.
Em desvantagem e após uma acertada alteração táctica, o Benfica imprimiu uma intensidade e uma dinâmica desconhecidas nas suas últimas apresentações.
Nos últimos 30 minutos da primeira parte, o Benfica guindou-se a um patamar exibicional bem superior ao que se lhe tem visto.
E tudo fruto de uma mexida táctica aparentemente inócua, qual foi a inversão do triângulo do meio-campo.
Camacho apresentou o habitual 4x2x3x1 e a equipa voltou a não funcionar!
Se a escolha do onze se aproximou da ideal, atentos os impedimentos de David Luiz, Cristian Rodriguez, Nuno Gomes e Makukula, já o mesmo não se pode afirmar da estrutura táctica (com excepção de Léo, os restantes integrantes do onze foram os melhores disponíveis).
Ao manter o duplo-pivot defensivo, privilegiou a contenção e a disciplina táctica em detrimento da criatividade e da imprevisibilidade.
Ao posicionar Rui Costa como 10, pura e simplesmente, "retirou-o" do jogo e entregou-o à marcação de Contreras.
Quando postou apenas Binya como médio de contenção, fez subir Petit e descer Rui Costa colocando-os como médios de transição, a equipa começou a ligar as transições e assumiu o controlo pleno do encontro.
Todavia, aos cinco minutos, o Braga havia conhecido supremacia no marcador, na sequência de um erro colectivo da defesa encarnada.
Nélson deixou escapar Matheus que fez a bola passar entre Luisão e Quim e chegar a César Peixoto que atirou forte. Quim defendeu com os punhos para a esquerda onde Léo se "esqueceu" de Zé Manel, que surgiu isolado para encostar para as redes.
Mais um equívoco de Léo - os seus melhores anos há muito que passaram - a atacar ainda disfarça, mas a defender é uma desgraça!
Hoje, foi uma vez mais assim!
Morreu para o futebol de alta competição, mas ainda ninguém lho disse a si ou a Camacho.
A perder, o Benfica reagiu e a partir dos 15 minutos assenhoreou-se do comando da partida.
Reacção esta que se permitiu ao Benfica chegar à igualdade, viria também a ter reflexos importantes na segunda parte, com uma evidente quebra física de elementos nucleares como Petit e Rui Costa.
Com a inversão do triângulo do meio-campo e com a subida das suas linhas, o Benfica, finalmente, assemelhou-se a uma equipa de futebol ao desenhar transições fluidas e clarividentes, que não raras vezes levaram o perigo à baliza bracarense.
Com Rui Costa no governo do processo ofensivo, impondo um ritmo assaz forte, com Petit a liderar o primeiro momento de construção, com Binya a assumir o momento defensivo, fechando a generalidade das linhas de passe, com Di Maria e Nuno Assis bem abertos nas alas, apoiados pelos laterais, e Cardozo solto na área, o Braga sentia imensas dificuldades para fazer face ao volume atacante encarnado.
Assim, não surpreendeu que, aos 20 minutos, na sequência de um livre de Rui Costa, Luisão, com uma excelente cabeçada, tenha igualado a partida.
Até ao intervalo, o ritmo prosseguiu intenso, mas sem materialização.
Após o descanso, o Benfica parecia dar continuidade à intensa pressão que quase sufocara o Braga na primeira parte, mas seria sol de pouca dura.
Com Petit e Rui Costa fisicamente exauridos, a qualidade do futebol benfiquista viria a decrescer e muito.
Por outro lado, Manuel Machado ao substituir César Peixoto por Frechaut abdicou de jogar e apostou tudo na contenção.
Erigiu uma muralha à frente da sua defensiva, composta por Frechaut, Contreras e Roberto Brum, e restringiu o espaço disponível ao mínimo.
Esta alteração aliada à clara quebra física de Petit e Rui Costa conduziu a partida para um impasse, que apenas em lances de inspiração individual ou de bola parada viria a ser ultrapassado.
O Benfica ainda beneficiou de algumas excelentes ocasiões de golo (das quais um remate de Assis, salvo "in-extremis" sobre a linha de golo por Contreras, e um remate a rasar o poste de Nelson, sobressaíram), mas o Braga conseguiu manter o resultado até final.
Árbitro: Jorge Sousa (AF Porto).
Benfica: Quim; Nélson, Luisão, Katsouranis, Léo, Binya, Petit (Sepsi, 65m), Nuno Assis (Freddy Adu, 84m), Rui Costa, Di Maria (Mantorras, 78m) e Cardozo.
Suplentes: Butt, Luís Filipe, Edcarlos e Maxi Pereira.
Treinador: José Antonio Camacho.
Sp. Braga: Kieszek, João Pereira, Paulo Jorge, Rodríguez, Miguelito, Contreras, Brum, Zé Manuel (Wender, 61m), César Peixoto (Frechaut, 50m), Matheus e Linz (Jaílson, 72m).
Suplentes: Dani Mallo, Carlos Fernandes, Andrés Madrid e Vandinho.
Treinador: Manuel Machado.
Disciplina: Cartões amarelos: Brum (19m), Matheus (44m), Zé Manel (58m), Sepsi (66m), Luisão (76m), Nuno Assis (82m), Miguelito (87m).
Golos: Zé Manel (4m), Luisão (20m).
Ao intervalo: 1-1

O Benfica empatou com o Braga, num jogo em que entrou a perder, mas em que, pela primeira vez em idênticas circunstâncias, transmitiu a sensação de poder vencer.
Em desvantagem e após uma acertada alteração táctica, o Benfica imprimiu uma intensidade e uma dinâmica desconhecidas nas suas últimas apresentações.
Nos últimos 30 minutos da primeira parte, o Benfica guindou-se a um patamar exibicional bem superior ao que se lhe tem visto.
E tudo fruto de uma mexida táctica aparentemente inócua, qual foi a inversão do triângulo do meio-campo.
Camacho apresentou o habitual 4x2x3x1 e a equipa voltou a não funcionar!
Se a escolha do onze se aproximou da ideal, atentos os impedimentos de David Luiz, Cristian Rodriguez, Nuno Gomes e Makukula, já o mesmo não se pode afirmar da estrutura táctica (com excepção de Léo, os restantes integrantes do onze foram os melhores disponíveis).
Ao manter o duplo-pivot defensivo, privilegiou a contenção e a disciplina táctica em detrimento da criatividade e da imprevisibilidade.
Ao posicionar Rui Costa como 10, pura e simplesmente, "retirou-o" do jogo e entregou-o à marcação de Contreras.
Quando postou apenas Binya como médio de contenção, fez subir Petit e descer Rui Costa colocando-os como médios de transição, a equipa começou a ligar as transições e assumiu o controlo pleno do encontro.
Todavia, aos cinco minutos, o Braga havia conhecido supremacia no marcador, na sequência de um erro colectivo da defesa encarnada.
Nélson deixou escapar Matheus que fez a bola passar entre Luisão e Quim e chegar a César Peixoto que atirou forte. Quim defendeu com os punhos para a esquerda onde Léo se "esqueceu" de Zé Manel, que surgiu isolado para encostar para as redes.
Mais um equívoco de Léo - os seus melhores anos há muito que passaram - a atacar ainda disfarça, mas a defender é uma desgraça!
Hoje, foi uma vez mais assim!
Morreu para o futebol de alta competição, mas ainda ninguém lho disse a si ou a Camacho.
A perder, o Benfica reagiu e a partir dos 15 minutos assenhoreou-se do comando da partida.
Reacção esta que se permitiu ao Benfica chegar à igualdade, viria também a ter reflexos importantes na segunda parte, com uma evidente quebra física de elementos nucleares como Petit e Rui Costa.
Com a inversão do triângulo do meio-campo e com a subida das suas linhas, o Benfica, finalmente, assemelhou-se a uma equipa de futebol ao desenhar transições fluidas e clarividentes, que não raras vezes levaram o perigo à baliza bracarense.
Com Rui Costa no governo do processo ofensivo, impondo um ritmo assaz forte, com Petit a liderar o primeiro momento de construção, com Binya a assumir o momento defensivo, fechando a generalidade das linhas de passe, com Di Maria e Nuno Assis bem abertos nas alas, apoiados pelos laterais, e Cardozo solto na área, o Braga sentia imensas dificuldades para fazer face ao volume atacante encarnado.
Assim, não surpreendeu que, aos 20 minutos, na sequência de um livre de Rui Costa, Luisão, com uma excelente cabeçada, tenha igualado a partida.
Até ao intervalo, o ritmo prosseguiu intenso, mas sem materialização.
Após o descanso, o Benfica parecia dar continuidade à intensa pressão que quase sufocara o Braga na primeira parte, mas seria sol de pouca dura.
Com Petit e Rui Costa fisicamente exauridos, a qualidade do futebol benfiquista viria a decrescer e muito.
Por outro lado, Manuel Machado ao substituir César Peixoto por Frechaut abdicou de jogar e apostou tudo na contenção.
Erigiu uma muralha à frente da sua defensiva, composta por Frechaut, Contreras e Roberto Brum, e restringiu o espaço disponível ao mínimo.
Esta alteração aliada à clara quebra física de Petit e Rui Costa conduziu a partida para um impasse, que apenas em lances de inspiração individual ou de bola parada viria a ser ultrapassado.
O Benfica ainda beneficiou de algumas excelentes ocasiões de golo (das quais um remate de Assis, salvo "in-extremis" sobre a linha de golo por Contreras, e um remate a rasar o poste de Nelson, sobressaíram), mas o Braga conseguiu manter o resultado até final.
sexta-feira, fevereiro 22, 2008
Liga dos Astros
Os participantes dispõem até às 18 horas desta sexta-feira para apresentarem o onze inicial, os substitutos e o capitão das respectivas equipas para a próxima jornada.
Recordo que podem efectuar duas transferências no vosso plantel, as quais têm que obedecer ao regulamento.
Recordo, igualmente, que os participantes que ainda não utilizaram o "wild-card", que lhes permitirá efectuar as alterações que desejarem, o podem fazer nesta ou em qualquer outra semana, mediante menção expressa e apenas por uma vez.
Recordo que podem efectuar duas transferências no vosso plantel, as quais têm que obedecer ao regulamento.
Recordo, igualmente, que os participantes que ainda não utilizaram o "wild-card", que lhes permitirá efectuar as alterações que desejarem, o podem fazer nesta ou em qualquer outra semana, mediante menção expressa e apenas por uma vez.
Espaço Prof. Karamba
Os jogos sujeitos a aposta, esta semana, são os seguintes:
Benfica - Sp. Braga
F.C. Porto - P. Ferreira
Belenenses - Marítimo
V. Guimarães - Naval
V. Setúbal - Sporting
Académica - Boavista
Nacional - Leixões
E. Amadora - U. Leiria
Benfica - Sp. Braga
F.C. Porto - P. Ferreira
Belenenses - Marítimo
V. Guimarães - Naval
V. Setúbal - Sporting
Académica - Boavista
Nacional - Leixões
E. Amadora - U. Leiria
Memorial Zandinga
Cavungi - Sócio: 60 - 20
Zex - Vermelho Sempre: 75 - 50
Jorge Mínimo - Holtreman: 40 - 45
Lion Heart - Antes Morto que Vermelho: 45 - 65
Pachulico - Cuto: 55 - 35
Kaiserlicheagle - Biely: 25 - 0
Vermelho - Salvatrucha: 55 - 55
Jimmy Jump - JC: 60 - 30
Classificação Actual
17º Lugar: Fura-Redes e Vermelho Nunca - 200 pontos;
18º Lugar: Samsalameh e Pankreas - 165 pontos;
19º Lugar: Braguilha - 110 pontos;
Zex - Vermelho Sempre: 75 - 50
Jorge Mínimo - Holtreman: 40 - 45
Lion Heart - Antes Morto que Vermelho: 45 - 65
Pachulico - Cuto: 55 - 35
Kaiserlicheagle - Biely: 25 - 0
Vermelho - Salvatrucha: 55 - 55
Jimmy Jump - JC: 60 - 30
Classificação Actual
17º Lugar: Fura-Redes e Vermelho Nunca - 200 pontos;
18º Lugar: Samsalameh e Pankreas - 165 pontos;
19º Lugar: Braguilha - 110 pontos;
quinta-feira, fevereiro 21, 2008
Análise ao Nuremberga-Benfica
Estádio: Frankenstadion, em Nuremberga (Alemanha)
Árbitro: Ivan Bebek (Croácia)
NUREMBERGA - Blazek; Reinhardt, Wolf, Glauber e Pinola; Saenko, Galasek, Mnari (Abardonado, 86 m) e Engelhardt; Charisteas e Koller.
Suplentes não utilizados: Klewer, Beauchamp, Mintal, Kristiansen, Adler e Spiranovic.
BENFICA - Quim; Luís Filipe, Luisão, Edcarlos (Cardozo, 70 m) e Léo; Petit e Katsouranis; Maxi Pereira (Sepsi, 70 m), Rui Costa e Nuno Assis (Di Maria, 80 m); Makukula.
Suplentes não utilizados: Butt, Nélson, Adu e Mantorras.
Disciplina: cartão amarelo a Léo (9 m), Maxi Pereira (45 m), Luís Filipe (55 m), Makukula (66 m), Petit (76 m) e Pinola (88 m).
Marcador: 1-0 por Charisteas (58 m); 2-0 por Saenko (65 m); 2-1 por Cardozo (88 m); 2-2 por Di Maria (90+1 m).

Indigência!
Não me ocorre melhor qualificativo para a exibição do Benfica e, muito especialmente, para a prestação do seu treinador!
Camacho acumulou decisões asnáticas que se espraiaram desde o onze inicial às substituições que operou, passando pelo timing das alterações introduzidas.
Camacho falhou em toda a linha!
Tacticamente, estruturou a sua equipa num incompreensível 4x5x1, numa clara tentativa de segurar o escasso 1-0 obtido na 1ª mão.
Demonstrou um temor reverencial pelo 15º classificado da Bundesliga verdadeiramente inexplicável!
Exigia-se um mínimo de audácia e ambição, até porque as lacunas defensivas dos germânicos haviam já emergido na Luz (o último quarto de hora demonstrou-as à saciedade).
Em vantagem mas apenas por uma margem muito ténue, urgia que Camacho não apostasse tudo na conservação da ligeira supremacia trazida de Lisboa.
Contenção e mais contenção, disciplina táctica e mais disciplina táctica foi a matriz essencial do modelo de jogo pensado por Camacho.
Hoje por hoje, os jogadores do Benfica entram em desassossego quando se desposicionam!
Defensivamente é importante guardar o posicionamento previamente definido, mas fundamentalismos neste particular conduzem as equipas para o abismo da previsibilidade.
É o que sucede com o Benfica de Camacho.
Se tacticamente Camacho pareceu não ter preparado o jogo, o que dizer da distribuição dos jogadores em campo?!
Absurda ou, pelo menos, intrigante!
Não me parece que seja necessário ser treinador de futebol para perceber que Nuno Assis e Maxi Pereira não são, nunca foram, nem algum dia serão extremos.
Não me parece que seja necessário ser treinador de futebol para perceber que a actual condição física de Katsouranis não lhe permite actuar como médio de contenção.
Não me parece que seja necessário ser treinador de futebol para perceber que Rui Costa não domina já as rotinas e as dinâmicas da posição 10.
Mas, Camacho foi mais longe e mesmo na escolha dos jogadores pecou.
O último jogo de EdCarlos havia sido frente ao Paços, partida essa em que foi substituído à passagem da meia-hora depois de ter acumulado um chorrilho de asneiras.
Certamente que a sua auto-estima não saiu valorizada dessa partida!
Alguém me sabe identificar a razão pela qual reaparece num jogo em que, previsivelmente, a tranquilidade e a serenidade se assumiriam como determinantes do desempenho?!
Resultado: naufragou num mar de erros, ajudando a abrir lamentáveis brechas na estrutura defensiva do Benfica, das quais o 2º golo alemão é exemplo paradigmático.
Léo tem uma excelente imprensa que se desfaz em encómios vários às suas prestações.
Todavia, os seus melhores anos há muito que passaram - a atacar ainda disfarça, mas a defender é uma desgraça!
Hoje, foi uma vez mais assim!
Fez três "assistências" para golo - para os dois golos alemães e para o último do Benfica.
Morreu para o futebol de alta competição, mas ainda ninguém lho disse a si ou a Camacho.
Spesi entrou muito bem em jogo - desenvolto, não se inibiu e conferiu uma profundidade à ala esquerda até então desconhecida.
Quando se sabe que Léo irá sair do Benfica no final da época e quando se assiste a desempenhos meritórios do seu concorrente directo pelo lugar de defesa esquerdo não se alcança a razão da sua titularidade.
E o que dizer de Luís Filipe?!
No Braga, a par de Bosingwa, terá sido o melhor lateral direito da Liga Bwin na época 2006-2007.
No Benfica, caminha lesto para o obscurantismo.
Porquê?
Simplesmente, porque lhe falta convicção no seu valor.
Aumentou a exigência e, após dois falhanços em situações similares, desconfiou das suas qualidades.
Acossado por plúrimos fantasmas e pelas suas próprias fragilidades, Luís Filipe não consegue evidenciar um desempenho, minimamente, capaz.
Petit está num deplorável momento de forma, navegando entre lesões sem atingir a condição física necessária para se exibir num plano aceitável.
Maxi Pereira é mais vítima do que réu, mas mesmo assim a sua falta de poder de explosão e agilidade desaconselham a sua utilização quando se pede dinamismo e vitalidade.
Tal como Maxi, Nuno Assis é mais vítima do que réu.
É um jogador esforçado, rotativo e voluntarioso, que pode ser útil em determinados momentos do jogo, mas só.
Por fim, as substituições.
Por que carga de água Léo e Luís Filipe terminaram o jogo?!
Por que carga de água, perante o definhamento ofensivo da equipa, não entraram, mais cedo, Di Maria e Cardozo?!
Perante este oceano de equívocos, o que esperar?
Pouco, muito pouco, ainda para mais quando se constata que a equipa não tem uma ideia colectiva de jogo.
O Benfica vive dos impulsos individuais dos seus jogadores!
Hoje, o fado repetiu-se.
Lá surgiram dois fogachos e tudo se resolveu!
Não há nem sequer um arremedo de coesão sectorial.
Os diferentes sectores posicionam-se muito distantes uns dos outros e, assim, qualquer pretensão unificadora da equipa cai por terra.
Não há comunicabilidade, prevalecendo a auto-gestão.
E como não há jogadores que consigam jogar entre-linhas, o fosso acentua-se ao ponto de comprometer as transições.
Face a estes constrangimentos ter saído de Nuremberga com a qualificação roçou o sobrenatural!
Árbitro: Ivan Bebek (Croácia)
NUREMBERGA - Blazek; Reinhardt, Wolf, Glauber e Pinola; Saenko, Galasek, Mnari (Abardonado, 86 m) e Engelhardt; Charisteas e Koller.
Suplentes não utilizados: Klewer, Beauchamp, Mintal, Kristiansen, Adler e Spiranovic.
BENFICA - Quim; Luís Filipe, Luisão, Edcarlos (Cardozo, 70 m) e Léo; Petit e Katsouranis; Maxi Pereira (Sepsi, 70 m), Rui Costa e Nuno Assis (Di Maria, 80 m); Makukula.
Suplentes não utilizados: Butt, Nélson, Adu e Mantorras.
Disciplina: cartão amarelo a Léo (9 m), Maxi Pereira (45 m), Luís Filipe (55 m), Makukula (66 m), Petit (76 m) e Pinola (88 m).
Marcador: 1-0 por Charisteas (58 m); 2-0 por Saenko (65 m); 2-1 por Cardozo (88 m); 2-2 por Di Maria (90+1 m).

Indigência!
Não me ocorre melhor qualificativo para a exibição do Benfica e, muito especialmente, para a prestação do seu treinador!
Camacho acumulou decisões asnáticas que se espraiaram desde o onze inicial às substituições que operou, passando pelo timing das alterações introduzidas.
Camacho falhou em toda a linha!
Tacticamente, estruturou a sua equipa num incompreensível 4x5x1, numa clara tentativa de segurar o escasso 1-0 obtido na 1ª mão.
Demonstrou um temor reverencial pelo 15º classificado da Bundesliga verdadeiramente inexplicável!
Exigia-se um mínimo de audácia e ambição, até porque as lacunas defensivas dos germânicos haviam já emergido na Luz (o último quarto de hora demonstrou-as à saciedade).
Em vantagem mas apenas por uma margem muito ténue, urgia que Camacho não apostasse tudo na conservação da ligeira supremacia trazida de Lisboa.
Contenção e mais contenção, disciplina táctica e mais disciplina táctica foi a matriz essencial do modelo de jogo pensado por Camacho.
Hoje por hoje, os jogadores do Benfica entram em desassossego quando se desposicionam!
Defensivamente é importante guardar o posicionamento previamente definido, mas fundamentalismos neste particular conduzem as equipas para o abismo da previsibilidade.
É o que sucede com o Benfica de Camacho.
Se tacticamente Camacho pareceu não ter preparado o jogo, o que dizer da distribuição dos jogadores em campo?!
Absurda ou, pelo menos, intrigante!
Não me parece que seja necessário ser treinador de futebol para perceber que Nuno Assis e Maxi Pereira não são, nunca foram, nem algum dia serão extremos.
Não me parece que seja necessário ser treinador de futebol para perceber que a actual condição física de Katsouranis não lhe permite actuar como médio de contenção.
Não me parece que seja necessário ser treinador de futebol para perceber que Rui Costa não domina já as rotinas e as dinâmicas da posição 10.
Mas, Camacho foi mais longe e mesmo na escolha dos jogadores pecou.
O último jogo de EdCarlos havia sido frente ao Paços, partida essa em que foi substituído à passagem da meia-hora depois de ter acumulado um chorrilho de asneiras.
Certamente que a sua auto-estima não saiu valorizada dessa partida!
Alguém me sabe identificar a razão pela qual reaparece num jogo em que, previsivelmente, a tranquilidade e a serenidade se assumiriam como determinantes do desempenho?!
Resultado: naufragou num mar de erros, ajudando a abrir lamentáveis brechas na estrutura defensiva do Benfica, das quais o 2º golo alemão é exemplo paradigmático.
Léo tem uma excelente imprensa que se desfaz em encómios vários às suas prestações.
Todavia, os seus melhores anos há muito que passaram - a atacar ainda disfarça, mas a defender é uma desgraça!
Hoje, foi uma vez mais assim!
Fez três "assistências" para golo - para os dois golos alemães e para o último do Benfica.
Morreu para o futebol de alta competição, mas ainda ninguém lho disse a si ou a Camacho.
Spesi entrou muito bem em jogo - desenvolto, não se inibiu e conferiu uma profundidade à ala esquerda até então desconhecida.
Quando se sabe que Léo irá sair do Benfica no final da época e quando se assiste a desempenhos meritórios do seu concorrente directo pelo lugar de defesa esquerdo não se alcança a razão da sua titularidade.
E o que dizer de Luís Filipe?!
No Braga, a par de Bosingwa, terá sido o melhor lateral direito da Liga Bwin na época 2006-2007.
No Benfica, caminha lesto para o obscurantismo.
Porquê?
Simplesmente, porque lhe falta convicção no seu valor.
Aumentou a exigência e, após dois falhanços em situações similares, desconfiou das suas qualidades.
Acossado por plúrimos fantasmas e pelas suas próprias fragilidades, Luís Filipe não consegue evidenciar um desempenho, minimamente, capaz.
Petit está num deplorável momento de forma, navegando entre lesões sem atingir a condição física necessária para se exibir num plano aceitável.
Maxi Pereira é mais vítima do que réu, mas mesmo assim a sua falta de poder de explosão e agilidade desaconselham a sua utilização quando se pede dinamismo e vitalidade.
Tal como Maxi, Nuno Assis é mais vítima do que réu.
É um jogador esforçado, rotativo e voluntarioso, que pode ser útil em determinados momentos do jogo, mas só.
Por fim, as substituições.
Por que carga de água Léo e Luís Filipe terminaram o jogo?!
Por que carga de água, perante o definhamento ofensivo da equipa, não entraram, mais cedo, Di Maria e Cardozo?!
Perante este oceano de equívocos, o que esperar?
Pouco, muito pouco, ainda para mais quando se constata que a equipa não tem uma ideia colectiva de jogo.
O Benfica vive dos impulsos individuais dos seus jogadores!
Hoje, o fado repetiu-se.
Lá surgiram dois fogachos e tudo se resolveu!
Não há nem sequer um arremedo de coesão sectorial.
Os diferentes sectores posicionam-se muito distantes uns dos outros e, assim, qualquer pretensão unificadora da equipa cai por terra.
Não há comunicabilidade, prevalecendo a auto-gestão.
E como não há jogadores que consigam jogar entre-linhas, o fosso acentua-se ao ponto de comprometer as transições.
Face a estes constrangimentos ter saído de Nuremberga com a qualificação roçou o sobrenatural!
quarta-feira, fevereiro 20, 2008
Livro de Reclamações II
1 - A semana passada publiquei nesta mesma sede um texto sobre o "caso Webster".
Ontem, o site "MaisFutebol" deu à estampa duas outras notícias sobre o mesmo tema, que reforçam a sua actualidade.
Uma dessas exposições permite perceber que aquela que identificava como a questão a resolver e que desincentivava a invocação do artigo 17.º do Regulamento Internacional de Transferências da FIFA se acha resolvida.
Assim e porque entendo que se avizinha uma nova realidade no mercado de transferências, republico o meu texto da semana passada, o qual acompanho das duas notícias a que supra aludo.
2 - Doze anos após a prolacção do Acórdão Bosman, a decisão do Tribunal Arbitral do Desporto sobre o famigerado "caso Webster" pode representar idêntica revolução nas relações laborais no mundo do futebol!
Em 2006, o defesa escocês Andy Webster (actualmente ao serviço do Glasgow Rangers) rescindiu unilateralmente, sem justa causa, o contrato que o ligava ao Hearts, por forma a comprometer-se com o Wigan.
Para tanto, como se encontrava no terceiro dos quartos anos do contrato firmado com o Hearts, invocou o artigo 17.º do Regulamento Internacional de Transferências da FIFA, alegando achar-se para lá do Período Protegido (que é de três anos para os jogadores com menos de 28 e de dois anos para os restantes).
Não se conformando com a decisão de Andy Webster, apelou o Hearts para a Câmara de Resolução de Litígios da FIFA, que arbitrou uma indemnização de 840 mil euros ao clube escocês.
Não resignado, Andy Webster recorreu para o Tribunal Arbitral do Desporto, que, na semana passada, acolheu parcialmente os seus argumentos e determinou a satisfação de 190 mil euros, correspondente aos salários remanescentes, como compensação devida ao Hearts por quebra, sem justa causa, do vínculo laboral.
Mais isentou Andy Webster de qualquer sanção desportiva.
Para lá de introduzir elementos de perturbação da paz e da segurança jurídica e de acentuar a lógica mercantilista e a macrocefalia dos grande potentados económicos, esta decisão pode constituir uma severa machadada na formação!
A rentabilidade económica da formação mostra-se seriamente ameaçada!
Ao se consignar a possibilidade de, após o Período de Protecção, os grandes clubes adquirirem os melhores valores dos clubes mais modestos, sem recurso a uma negociação directa, decresce substancialmente a faculdade do capital investido na formação se reproduzir.
É uma sentença bizantina, que prejudica de sobremaneira os clubes formadores e os menos endinheirados.
A generalização jurisprudencial do sentido da decisão do Tribunal Arbitral do Desporto sobre o "caso Webster" pode desaguar na criação de uma Liga Privada Europeia composta pelos principais clubes europeus.
Finda a estabilidade contratual, progride a soberania dos poderosos e deprime a capacidade de a ela resistir dos proletários.
A competitividade dos clubes de pequena e média dimensão decrescerá na directa proporção do acréscimo da liberdade de circulação dos futebolistas e da diminuição da gratificação das transferências.
Fora do período de protecção, o quantum indemnizatório não será sequer comparável com os valores ora praticados e dentro do período de protecção, com a diminuição do horizonte de vigência temporal dos contratos - 3 anos no máximo - os montantes também se quedarão distantes dos actuais.
Do cercear da competitividade dos pequenos e médios clubes à sua exclusão das grandes competições será um pequeno passo.
Da exclusão das grandes competições à subtracção de receitas será uma inevitabilidade.
Da subtracção de receitas ao obscurantismo competitivo será uma fatalidade.
Os prejuízos estendem-se aos jogadores.
Na aparência não, na essência sim!
Se num primeiro momento os jogadores irão beneficiar com esta medida, vendo os seus salários aumentados, o certo é que a longo prazo não só o recurso a práticas de concertação entre clubes como o decréscimo das receitas extraordinárias provenientes da alienação dos passes dos jogadores conduzirão a um inexorável decréscimo dos vencimentos.
Para já, o recurso ao art.º 17º do Regulamento Internacional de Transferências da FIFA tem sido praticamente nulo, mas num futuro próximo tende a vulgarizar-se.
O impacto económico sobre os pequenos e médios clubes de uma invocação em massa desta prerrogativa regulamentar pode assumir contornos apocalípticos.
3 - Claro está que esta decisão não inviabiliza que se estipulem cláusulas de rescisão.
Todavia, também, neste aspecto, introduz modificações relevantes.
Até agora, prevalecia a vontade das partes - a definição do montante rescisório cabia exclusivamente a clube e jogador.
A partir da decisão do Tribunal Arbitral do Desporto sobre o "caso Webster" predomina o princípio da proporcionalidade.
A possibilidade de estipulação de cláusulas penais fica subordinada à sua proporcionalidade com as restantes existentes no contrato, mormente com as relativas à remuneração auferida pelo jogador.
Da conjugação daqueles princípios decorre que, em caso de rescisão unilateral sem justa causa, o quantitativo estabelecido como cláusula de rescisão assumir-se-á como o ponto de partida para determinar o cálculo indemnizatório.
Mas apenas e tão só como ponto de partida, na medida em que haverá sempre que aferir aquele montante à luz da sua proporcionalidade com as restantes cláusulas contratuais o que pode implicar a sua revisão.
É o fim das denominadas "cláusulas de rescisão milionárias" e com o seu decesso o advento de práticas de concertação ou de cambão, assim se pretenda ser mais ou menos politicamente correcto.
4 - Jogadores e clubes têm sido bastante comedidos na invocação do artigo 17.º do Regulamento sobre o Estatuto e Transferência de Jogadores da FIFA, pese embora conste do articulado regulamentar desde 2005 (para além de Webster, apenas o guarda-redes italiano De Sanctis, do Sevilha, recorreu ao artigo 17.º para se libertar da Udinese).
E porquê?
Pela singela razão de que a redacção daquele preceito legal é extremamente nebulosa no que diz respeito ao cálculo indemnizatório.
Da incerteza brota o parcimonioso uso.
Preceitua o art.º 17.º do Regulamento sobre o Estatuto e Transferência de Jogadores da FIFA certos requisitos cumulativos para que os jogadores possam rescindir unilateralmente os seus contratos, sem justa causa e sem incorrer em sanções desportivas, quais sejam:
- A rescisão terá de ser anunciada nos 15 dias seguintes ao último jogo da época.
- O jogador deverá ter cumprido três épocas completas do contrato (ou apenas duas no caso de jogadores com mais de 28 anos).
e, o busílis da questão: - O jogador terá de indemnizar o clube, sendo que a fórmula de cálculo do montante indemnizatório é tudo menos clara, pejada que está de conceitos indeterminados.
O cálculo da compensação, segundo o regulamento da FIFA, há-de equacionar as legislações nacionais sobre a matéria e critérios como a duração total do contrato, o salário, o valor da contratação originária e a cláusula de rescisão, se existir.
O sentido volúvel de alguns critérios conjugado com o silêncio do peso relativo de cada um dos elementos na determinação do montante indemnizatório retiram a necessária margem de segurança para quem invoca o art.º 17º.
O jogador que pretende rescindir unilateralmente o seu contrato não conhece, nem pode prever com suficiente certeza o montante a despender.
Assim sejam preenchidas as assinaladas lacunas e, estou certo, que a invocação do art.º 17º se generalizará.
5 - "Estava por determinar o valor a que o clube empregador teria direito como indemnização pela saída, o que foi feito pelo TAS. A decisão foi clara e serve tanto para o clube como para o futebolista: a indemnização é igual ao valor dos vencimentos a pagar ao atleta até final do contrato. Não há qualquer sanção desportiva e o jogador pode assinar por um clube estrangeiro (o regulamento de transferências da FIFA é apenas aplicável a negócios internacionais).
O período protegido - de três anos para futebolistas com menos de 28 anos, de dois para os mais velhos - assenta apenas sobre o período em que se é profissional, ou seja, desde o momento em que o atleta assine um contrato como profissional. Para se invocar o artigo 17 do Regulamento não contam os anos de formação. E para que a rescisão de um jogador seja validada pelo artigo o pedido terá de ser feito até 15 dias depois do último jogo oficial do clube que o futebolista representa." - in Mais Futebol
6 - "Um exemplo. De acordo com o Caso Webster, que se baseia do artigo 17 do Regulamento de Transferências da FIFA e da decisão do Tribunal Arbitral do Desporto de Janeiro deste ano, Miguel Veloso, um dos jogadores portugueses mais pretendidos lá fora segundo a imprensa, poderia rescindir com o Sporting a partir do final da próxima época (2008/09). Para o fazer, o internacional português teria de indemnizar o clube de Alvalade com os ordenados a que teria direito até à expiração do contrato (2013).
O médio do Sporting renovou em Janeiro de 2007 o seu vínculo laboral com os leões até ao fim da temporada 2012/13. De acordo com os jornais da altura, o seu vencimento passou a ser de perto de 30 mil euros mensais. Multiplicando esse valor por 14 (12 meses, mais os subsídios) chegamos aos 420 mil euros, que teriam de ser depois novamente multiplicados por quatro, as épocas que faltariam até ao final do contrato em Junho de 2009. O total de vencimentos é de 1, 680 milhões de euros. Uma verba que anda muito longe dos 30 milhões da cláusula de rescisão existente no documento que liga Veloso ao Sporting.
Os leões poderiam exigir, à parte, a compensação pela formação, invocando o artigo 20 do mesmo Regulamento de Transferências. E há ainda o mecanismo de solidariedade, que atribui cinco por cento de cada transferência aos clubes por onde o futebolista passou até fazer 23 anos. Mas não deixa de ser um número demasiado magro certamente para as pretensões do clube de Alvalade.
João Nogueira da Rocha é advogado do Sindicato de Jogadores e árbitro no Tribunal Arbitral do Desporto (TAS), que definiu o valor da indemnização a pagar por um jogador a um clube quando rescinde contrato e invoca o artigo 17 do Regulamento de Transferências da FIFA. Precisamente o que fez o escocês Andy Webster para deixar o Hearts.
«A minha opinião já decorria neste sentido, mas uma leitura literal do artigo 17 do regulamento de transferências da FIFA não prevê o valor da indemnização. E foi isso que fez o acórdão de Janeiro do TAS. O jogador tem a pagar o que ganharia até final do contrato, ou o que o clube pagaria se o quisesse despedir. É o mesmo valor», diz o jurista ao Maisfutebol.
Nogueira da Rocha nega que exista qualquer lacuna na lei desportiva neste ponto das transferências: «O regulamento prevê que um jogador, fora do período de estabilidade do seu contrato, depois de dois anos de ligação ao clube no caso de ter mais de 28 anos ou de três se for mais novo, possa rescindir. Isso está previsto no artigo 17. O que não está previsto é o valor da indemnização, que foi agora determinado pelo TAS.»
João Nogueira da Rocha acrescenta que a decisão do TAS revoga a anterior, determinada pela Câmara de Resolução de Litígios (Dispute Resolution Chamber, DRC) da FIFA, em Março de 2007. «O clube tinha recorrido para o DRC e tinha sido estipulado um valor exagerado. Este acórdão anula essa decisão e atribui o valor dos vencimentos a receber até final do contrato como indemnização máxima.»" - in Mais Futebol
Ontem, o site "MaisFutebol" deu à estampa duas outras notícias sobre o mesmo tema, que reforçam a sua actualidade.
Uma dessas exposições permite perceber que aquela que identificava como a questão a resolver e que desincentivava a invocação do artigo 17.º do Regulamento Internacional de Transferências da FIFA se acha resolvida.
Assim e porque entendo que se avizinha uma nova realidade no mercado de transferências, republico o meu texto da semana passada, o qual acompanho das duas notícias a que supra aludo.
2 - Doze anos após a prolacção do Acórdão Bosman, a decisão do Tribunal Arbitral do Desporto sobre o famigerado "caso Webster" pode representar idêntica revolução nas relações laborais no mundo do futebol!
Em 2006, o defesa escocês Andy Webster (actualmente ao serviço do Glasgow Rangers) rescindiu unilateralmente, sem justa causa, o contrato que o ligava ao Hearts, por forma a comprometer-se com o Wigan.
Para tanto, como se encontrava no terceiro dos quartos anos do contrato firmado com o Hearts, invocou o artigo 17.º do Regulamento Internacional de Transferências da FIFA, alegando achar-se para lá do Período Protegido (que é de três anos para os jogadores com menos de 28 e de dois anos para os restantes).
Não se conformando com a decisão de Andy Webster, apelou o Hearts para a Câmara de Resolução de Litígios da FIFA, que arbitrou uma indemnização de 840 mil euros ao clube escocês.
Não resignado, Andy Webster recorreu para o Tribunal Arbitral do Desporto, que, na semana passada, acolheu parcialmente os seus argumentos e determinou a satisfação de 190 mil euros, correspondente aos salários remanescentes, como compensação devida ao Hearts por quebra, sem justa causa, do vínculo laboral.
Mais isentou Andy Webster de qualquer sanção desportiva.
Para lá de introduzir elementos de perturbação da paz e da segurança jurídica e de acentuar a lógica mercantilista e a macrocefalia dos grande potentados económicos, esta decisão pode constituir uma severa machadada na formação!
A rentabilidade económica da formação mostra-se seriamente ameaçada!
Ao se consignar a possibilidade de, após o Período de Protecção, os grandes clubes adquirirem os melhores valores dos clubes mais modestos, sem recurso a uma negociação directa, decresce substancialmente a faculdade do capital investido na formação se reproduzir.
É uma sentença bizantina, que prejudica de sobremaneira os clubes formadores e os menos endinheirados.
A generalização jurisprudencial do sentido da decisão do Tribunal Arbitral do Desporto sobre o "caso Webster" pode desaguar na criação de uma Liga Privada Europeia composta pelos principais clubes europeus.
Finda a estabilidade contratual, progride a soberania dos poderosos e deprime a capacidade de a ela resistir dos proletários.
A competitividade dos clubes de pequena e média dimensão decrescerá na directa proporção do acréscimo da liberdade de circulação dos futebolistas e da diminuição da gratificação das transferências.
Fora do período de protecção, o quantum indemnizatório não será sequer comparável com os valores ora praticados e dentro do período de protecção, com a diminuição do horizonte de vigência temporal dos contratos - 3 anos no máximo - os montantes também se quedarão distantes dos actuais.
Do cercear da competitividade dos pequenos e médios clubes à sua exclusão das grandes competições será um pequeno passo.
Da exclusão das grandes competições à subtracção de receitas será uma inevitabilidade.
Da subtracção de receitas ao obscurantismo competitivo será uma fatalidade.
Os prejuízos estendem-se aos jogadores.
Na aparência não, na essência sim!
Se num primeiro momento os jogadores irão beneficiar com esta medida, vendo os seus salários aumentados, o certo é que a longo prazo não só o recurso a práticas de concertação entre clubes como o decréscimo das receitas extraordinárias provenientes da alienação dos passes dos jogadores conduzirão a um inexorável decréscimo dos vencimentos.
Para já, o recurso ao art.º 17º do Regulamento Internacional de Transferências da FIFA tem sido praticamente nulo, mas num futuro próximo tende a vulgarizar-se.
O impacto económico sobre os pequenos e médios clubes de uma invocação em massa desta prerrogativa regulamentar pode assumir contornos apocalípticos.
3 - Claro está que esta decisão não inviabiliza que se estipulem cláusulas de rescisão.
Todavia, também, neste aspecto, introduz modificações relevantes.
Até agora, prevalecia a vontade das partes - a definição do montante rescisório cabia exclusivamente a clube e jogador.
A partir da decisão do Tribunal Arbitral do Desporto sobre o "caso Webster" predomina o princípio da proporcionalidade.
A possibilidade de estipulação de cláusulas penais fica subordinada à sua proporcionalidade com as restantes existentes no contrato, mormente com as relativas à remuneração auferida pelo jogador.
Da conjugação daqueles princípios decorre que, em caso de rescisão unilateral sem justa causa, o quantitativo estabelecido como cláusula de rescisão assumir-se-á como o ponto de partida para determinar o cálculo indemnizatório.
Mas apenas e tão só como ponto de partida, na medida em que haverá sempre que aferir aquele montante à luz da sua proporcionalidade com as restantes cláusulas contratuais o que pode implicar a sua revisão.
É o fim das denominadas "cláusulas de rescisão milionárias" e com o seu decesso o advento de práticas de concertação ou de cambão, assim se pretenda ser mais ou menos politicamente correcto.
4 - Jogadores e clubes têm sido bastante comedidos na invocação do artigo 17.º do Regulamento sobre o Estatuto e Transferência de Jogadores da FIFA, pese embora conste do articulado regulamentar desde 2005 (para além de Webster, apenas o guarda-redes italiano De Sanctis, do Sevilha, recorreu ao artigo 17.º para se libertar da Udinese).
E porquê?
Pela singela razão de que a redacção daquele preceito legal é extremamente nebulosa no que diz respeito ao cálculo indemnizatório.
Da incerteza brota o parcimonioso uso.
Preceitua o art.º 17.º do Regulamento sobre o Estatuto e Transferência de Jogadores da FIFA certos requisitos cumulativos para que os jogadores possam rescindir unilateralmente os seus contratos, sem justa causa e sem incorrer em sanções desportivas, quais sejam:
- A rescisão terá de ser anunciada nos 15 dias seguintes ao último jogo da época.
- O jogador deverá ter cumprido três épocas completas do contrato (ou apenas duas no caso de jogadores com mais de 28 anos).
e, o busílis da questão: - O jogador terá de indemnizar o clube, sendo que a fórmula de cálculo do montante indemnizatório é tudo menos clara, pejada que está de conceitos indeterminados.
O cálculo da compensação, segundo o regulamento da FIFA, há-de equacionar as legislações nacionais sobre a matéria e critérios como a duração total do contrato, o salário, o valor da contratação originária e a cláusula de rescisão, se existir.
O sentido volúvel de alguns critérios conjugado com o silêncio do peso relativo de cada um dos elementos na determinação do montante indemnizatório retiram a necessária margem de segurança para quem invoca o art.º 17º.
O jogador que pretende rescindir unilateralmente o seu contrato não conhece, nem pode prever com suficiente certeza o montante a despender.
Assim sejam preenchidas as assinaladas lacunas e, estou certo, que a invocação do art.º 17º se generalizará.
5 - "Estava por determinar o valor a que o clube empregador teria direito como indemnização pela saída, o que foi feito pelo TAS. A decisão foi clara e serve tanto para o clube como para o futebolista: a indemnização é igual ao valor dos vencimentos a pagar ao atleta até final do contrato. Não há qualquer sanção desportiva e o jogador pode assinar por um clube estrangeiro (o regulamento de transferências da FIFA é apenas aplicável a negócios internacionais).
O período protegido - de três anos para futebolistas com menos de 28 anos, de dois para os mais velhos - assenta apenas sobre o período em que se é profissional, ou seja, desde o momento em que o atleta assine um contrato como profissional. Para se invocar o artigo 17 do Regulamento não contam os anos de formação. E para que a rescisão de um jogador seja validada pelo artigo o pedido terá de ser feito até 15 dias depois do último jogo oficial do clube que o futebolista representa." - in Mais Futebol
6 - "Um exemplo. De acordo com o Caso Webster, que se baseia do artigo 17 do Regulamento de Transferências da FIFA e da decisão do Tribunal Arbitral do Desporto de Janeiro deste ano, Miguel Veloso, um dos jogadores portugueses mais pretendidos lá fora segundo a imprensa, poderia rescindir com o Sporting a partir do final da próxima época (2008/09). Para o fazer, o internacional português teria de indemnizar o clube de Alvalade com os ordenados a que teria direito até à expiração do contrato (2013).
O médio do Sporting renovou em Janeiro de 2007 o seu vínculo laboral com os leões até ao fim da temporada 2012/13. De acordo com os jornais da altura, o seu vencimento passou a ser de perto de 30 mil euros mensais. Multiplicando esse valor por 14 (12 meses, mais os subsídios) chegamos aos 420 mil euros, que teriam de ser depois novamente multiplicados por quatro, as épocas que faltariam até ao final do contrato em Junho de 2009. O total de vencimentos é de 1, 680 milhões de euros. Uma verba que anda muito longe dos 30 milhões da cláusula de rescisão existente no documento que liga Veloso ao Sporting.
Os leões poderiam exigir, à parte, a compensação pela formação, invocando o artigo 20 do mesmo Regulamento de Transferências. E há ainda o mecanismo de solidariedade, que atribui cinco por cento de cada transferência aos clubes por onde o futebolista passou até fazer 23 anos. Mas não deixa de ser um número demasiado magro certamente para as pretensões do clube de Alvalade.
João Nogueira da Rocha é advogado do Sindicato de Jogadores e árbitro no Tribunal Arbitral do Desporto (TAS), que definiu o valor da indemnização a pagar por um jogador a um clube quando rescinde contrato e invoca o artigo 17 do Regulamento de Transferências da FIFA. Precisamente o que fez o escocês Andy Webster para deixar o Hearts.
«A minha opinião já decorria neste sentido, mas uma leitura literal do artigo 17 do regulamento de transferências da FIFA não prevê o valor da indemnização. E foi isso que fez o acórdão de Janeiro do TAS. O jogador tem a pagar o que ganharia até final do contrato, ou o que o clube pagaria se o quisesse despedir. É o mesmo valor», diz o jurista ao Maisfutebol.
Nogueira da Rocha nega que exista qualquer lacuna na lei desportiva neste ponto das transferências: «O regulamento prevê que um jogador, fora do período de estabilidade do seu contrato, depois de dois anos de ligação ao clube no caso de ter mais de 28 anos ou de três se for mais novo, possa rescindir. Isso está previsto no artigo 17. O que não está previsto é o valor da indemnização, que foi agora determinado pelo TAS.»
João Nogueira da Rocha acrescenta que a decisão do TAS revoga a anterior, determinada pela Câmara de Resolução de Litígios (Dispute Resolution Chamber, DRC) da FIFA, em Março de 2007. «O clube tinha recorrido para o DRC e tinha sido estipulado um valor exagerado. Este acórdão anula essa decisão e atribui o valor dos vencimentos a receber até final do contrato como indemnização máxima.»" - in Mais Futebol
terça-feira, fevereiro 19, 2008
Livro de Reclamações
1 - As ondas de choque despoletadas pela publicação no jornal "A Bola" do voto de vencido do ex-Presidente do Conselho de Justiça da FPF, Herculano Lima, no recurso interposto por Valentim Loureiro do castigo que a Comissão Disciplinar da Liga lhe havia imposto por ter atentado contra a honra e consideração dos juízes Pedro Mourão e Francisco Cebola, findaram na mera constatação do óbvio - ausência de credibilidade do Conselho de Justiça da Federação Portuguesa de Futebol!
Todavia, a riqueza da retórica argumentativa daquele voto de vencido exigia que se alcançasse o seu desiderato último - condenar o tráfico de influências!
A comunicação social não o fez ou não o quis fazer!
Inclino-me para a segunda das hipóteses tanto mais que com a demissão de Herculano Lima o seu lugar foi ocupado por António Gonçalves Pereira e nenhum órgão de comunicação social se predispôs a denunciar o currícullum deste personagem.
E quem é António Gonçalves Pereira, perguntam vocês?
É vereador da Câmara Municipal de Gondomar e foi presidente da Assembeia-Geral do Gondomar Sport Clube!
Qual a instância que a final se pronunciará sobre o famoso "Apito Dourado"?
O Conselho de Justiça da Federação Portuguesa de Futebol!
Há cada coincidência...
2 - De um ponto não restem dúvidas - a fortíssima censurabilidade do comportamento de Jokanovic!
Contudo, a este propósito afirmou Luís Sobral: "Se Jokanovic for impedido de voltar a sentar-se no banco esta temporada acho que ninguém poderá considerar o castigo excessivo."
Secundo esta posição!
Até a vejo como insuficiente!
Mas em vista do castigo aplicado a Scolari será equitativa?
Quem deve merecer maior censura: a ira desenfreada e os insultos de Jokanovic a Cajuda ou a agressão de Scolari a Dragutinovic?
A UEFA decidiu punir Scolari com uma inibição de dois meses efectivos, ao passo que, a vingar a tese de Sobral, Jokanovic seria punido com uma pena de três meses!
Será maior o desvalor da conduta assumida por Jokanovic?
Não creio e o ordenamento jurídico português cauciona quer ao nível penal, quer disciplinar este entendimento!
Qualquer daquelas valências coloca num patamar de superior dignidade o bem jurídico integridade física!
Por outro lado, que valores e princípios competia a Jokanovic preservar?
Os do Nacional!
Que valores e princípios competia a Scolari preservar?
Os Nacionais!
A reafirmação contrafáctica do valor e da validade dos princípios éticos violados postula uma maior exigência punitiva para o comportamento de Scolari.
Foi Jokanovic reincidente em atitudes similares?
Não!
Foi Scolari alvo de sanções disciplinares anteriores pela comissão de factos semelhantes?
Sim!
Em suma: Quer do ponto de vista da culpa, quer da prevenção geral positiva ou da prevenção especial, a medida da pena a aplicar a Scolari devia ser mais elevada!
Deste modo, em vista da uniformização da jurisprudência das instâncias jurisdicionais desportivas, a decisão da Comissão Disciplinar da Liga terá de se pautar pela clemência e indulgência reveladas pela UEFA no castigo aplicado a Scolari!
3 - Por onde anda a Comissão Disciplinar da Liga?
Quem assistiu aos jogos da pretérita jornada da Liga Bwin, estou certo que não ficou insensível ao comportamento de Lisandro Lopez.
Todavia, a Comissão Disciplinar da Liga não instaurou o competente processo sumaríssimo, ainda que os respectivos requisitos legais se mostrem verificados.
Da análise conjugada dos relatórios dos árbitros com as crónicas jornalísticas, resulta que o lance em que aquele jogador foi interveniente passou sem punição.
Por outro lado, a conduta do nomeado jogador subsume-se à previsão da al. a) do n.º 5 do art.º 172º do Regulamento Disciplinar da Liga, pois que a equipa de arbitragem não sancionou conduta que constituiu risco grave para a integridade física dos agentes e grave atentado à ética desportiva exigida dos intervenientes no jogo.
Postula o citado preceito legal mais uma exigência para que a Comissão Disciplinar actue oficiosamente, qual seja a demonstração que a equipa de arbitragem não observou e avaliou a conduta.
Apelando a um critério de bonus pater familias, sou forçado a concluir que o árbitro não observou, nem avaliou a conduta de Lisandro, na medida em que de outra forma apenas lhe restava uma decisão - expulsão imediata!
Negar esta evidência, será negar a idoneidade de Pedro Henriques para o exercício da arbitragem.
E se assim é, compete à Comissão Disciplinar instaurar o competente procedimento disciplinar tendente à declaração administrativa de tal inaptidão.
De um modo ou de outro, a interrogação mantém-se - Por onde anda a Comissão Disciplinar da Liga?
4 - Em Inglaterra, a proposta de acrescentar uma jornada à Premier League está a provocar um intenso debate.
A tal jornada seria disputada em 5 cidades espalhadas pelo Mundo.
O escopo primordial deste alvitre radica na maximização das receitas mediante o acentuar da dimensão planetária da competição.
Através da aproximação física da Premier League ao seu mercado virtual, o volume dos proventos por clube podia ascender aos 7,5 milhões de Euros.
Vozes têm repudiado a sujeição do futebol aos ditames da sua vertente mercantilista.
Não engrosso as fileiras da contestação!
Antes pelo contrário!
A aprovação desta medida proporcionaria não só um aumento dos rendimentos dos clubes como também inegáveis ganhos na divulgação e expansão da modalidade.
Ao permitir conciliar os ditames da vertente mercantilista do futebol com o supremo desiderato da disseminação da sua prática, esta medida merece indesmentíveis encómios.
Elogios granjearia a Direcção da Liga caso adoptasse a ideia subjacente a esta medida!
O conceito é passível de ser importado para Portugal ou não fosse a CPLP uma realidade.
Também o mercado real da Liga Bwin não encontra coincidência com o seu mercado virtual!
Existe naqueles países um vastíssimo mercado que se identifica com os principais clubes portugueses e que se mostra ansioso pela materialização das suas idolatrias.
Não digo que se criasse mais uma jornada, mas concebo que se alterasse a estrutura da Taça da Liga e da Taça de Portugal para que contemplassem fases finais a quatro clubes, que se disputariam, por exemplo, em Angola ou Moçambique.
5 - A primeira ronda dos 16-avos da Taça UEFA foi positiva para Portugal, que se afastou um pouco da Holanda e encurtou distâncias para a Roménia e Rússia.
Neste cenário, Portugal pode aspirar a terminar a época em sexto lugar do ranking, até porque a Roménia não tem já equipas nas competições europeias, a Rússia tem apenas duas e a Holanda uma.
Para tal, necessário se torna que Portugal obtenha 8 vitórias até ao final da temporada e que Zenit e Spartak sejam eliminados na presente eliminatória.
Todavia, a riqueza da retórica argumentativa daquele voto de vencido exigia que se alcançasse o seu desiderato último - condenar o tráfico de influências!
A comunicação social não o fez ou não o quis fazer!
Inclino-me para a segunda das hipóteses tanto mais que com a demissão de Herculano Lima o seu lugar foi ocupado por António Gonçalves Pereira e nenhum órgão de comunicação social se predispôs a denunciar o currícullum deste personagem.
E quem é António Gonçalves Pereira, perguntam vocês?
É vereador da Câmara Municipal de Gondomar e foi presidente da Assembeia-Geral do Gondomar Sport Clube!
Qual a instância que a final se pronunciará sobre o famoso "Apito Dourado"?
O Conselho de Justiça da Federação Portuguesa de Futebol!
Há cada coincidência...
2 - De um ponto não restem dúvidas - a fortíssima censurabilidade do comportamento de Jokanovic!
Contudo, a este propósito afirmou Luís Sobral: "Se Jokanovic for impedido de voltar a sentar-se no banco esta temporada acho que ninguém poderá considerar o castigo excessivo."
Secundo esta posição!
Até a vejo como insuficiente!
Mas em vista do castigo aplicado a Scolari será equitativa?
Quem deve merecer maior censura: a ira desenfreada e os insultos de Jokanovic a Cajuda ou a agressão de Scolari a Dragutinovic?
A UEFA decidiu punir Scolari com uma inibição de dois meses efectivos, ao passo que, a vingar a tese de Sobral, Jokanovic seria punido com uma pena de três meses!
Será maior o desvalor da conduta assumida por Jokanovic?
Não creio e o ordenamento jurídico português cauciona quer ao nível penal, quer disciplinar este entendimento!
Qualquer daquelas valências coloca num patamar de superior dignidade o bem jurídico integridade física!
Por outro lado, que valores e princípios competia a Jokanovic preservar?
Os do Nacional!
Que valores e princípios competia a Scolari preservar?
Os Nacionais!
A reafirmação contrafáctica do valor e da validade dos princípios éticos violados postula uma maior exigência punitiva para o comportamento de Scolari.
Foi Jokanovic reincidente em atitudes similares?
Não!
Foi Scolari alvo de sanções disciplinares anteriores pela comissão de factos semelhantes?
Sim!
Em suma: Quer do ponto de vista da culpa, quer da prevenção geral positiva ou da prevenção especial, a medida da pena a aplicar a Scolari devia ser mais elevada!
Deste modo, em vista da uniformização da jurisprudência das instâncias jurisdicionais desportivas, a decisão da Comissão Disciplinar da Liga terá de se pautar pela clemência e indulgência reveladas pela UEFA no castigo aplicado a Scolari!
3 - Por onde anda a Comissão Disciplinar da Liga?
Quem assistiu aos jogos da pretérita jornada da Liga Bwin, estou certo que não ficou insensível ao comportamento de Lisandro Lopez.
Todavia, a Comissão Disciplinar da Liga não instaurou o competente processo sumaríssimo, ainda que os respectivos requisitos legais se mostrem verificados.
Da análise conjugada dos relatórios dos árbitros com as crónicas jornalísticas, resulta que o lance em que aquele jogador foi interveniente passou sem punição.
Por outro lado, a conduta do nomeado jogador subsume-se à previsão da al. a) do n.º 5 do art.º 172º do Regulamento Disciplinar da Liga, pois que a equipa de arbitragem não sancionou conduta que constituiu risco grave para a integridade física dos agentes e grave atentado à ética desportiva exigida dos intervenientes no jogo.
Postula o citado preceito legal mais uma exigência para que a Comissão Disciplinar actue oficiosamente, qual seja a demonstração que a equipa de arbitragem não observou e avaliou a conduta.
Apelando a um critério de bonus pater familias, sou forçado a concluir que o árbitro não observou, nem avaliou a conduta de Lisandro, na medida em que de outra forma apenas lhe restava uma decisão - expulsão imediata!
Negar esta evidência, será negar a idoneidade de Pedro Henriques para o exercício da arbitragem.
E se assim é, compete à Comissão Disciplinar instaurar o competente procedimento disciplinar tendente à declaração administrativa de tal inaptidão.
De um modo ou de outro, a interrogação mantém-se - Por onde anda a Comissão Disciplinar da Liga?
4 - Em Inglaterra, a proposta de acrescentar uma jornada à Premier League está a provocar um intenso debate.
A tal jornada seria disputada em 5 cidades espalhadas pelo Mundo.
O escopo primordial deste alvitre radica na maximização das receitas mediante o acentuar da dimensão planetária da competição.
Através da aproximação física da Premier League ao seu mercado virtual, o volume dos proventos por clube podia ascender aos 7,5 milhões de Euros.
Vozes têm repudiado a sujeição do futebol aos ditames da sua vertente mercantilista.
Não engrosso as fileiras da contestação!
Antes pelo contrário!
A aprovação desta medida proporcionaria não só um aumento dos rendimentos dos clubes como também inegáveis ganhos na divulgação e expansão da modalidade.
Ao permitir conciliar os ditames da vertente mercantilista do futebol com o supremo desiderato da disseminação da sua prática, esta medida merece indesmentíveis encómios.
Elogios granjearia a Direcção da Liga caso adoptasse a ideia subjacente a esta medida!
O conceito é passível de ser importado para Portugal ou não fosse a CPLP uma realidade.
Também o mercado real da Liga Bwin não encontra coincidência com o seu mercado virtual!
Existe naqueles países um vastíssimo mercado que se identifica com os principais clubes portugueses e que se mostra ansioso pela materialização das suas idolatrias.
Não digo que se criasse mais uma jornada, mas concebo que se alterasse a estrutura da Taça da Liga e da Taça de Portugal para que contemplassem fases finais a quatro clubes, que se disputariam, por exemplo, em Angola ou Moçambique.
5 - A primeira ronda dos 16-avos da Taça UEFA foi positiva para Portugal, que se afastou um pouco da Holanda e encurtou distâncias para a Roménia e Rússia.
Neste cenário, Portugal pode aspirar a terminar a época em sexto lugar do ranking, até porque a Roménia não tem já equipas nas competições europeias, a Rússia tem apenas duas e a Holanda uma.
Para tal, necessário se torna que Portugal obtenha 8 vitórias até ao final da temporada e que Zenit e Spartak sejam eliminados na presente eliminatória.
Liga dos Astros
1º Lugar: Dragonheart - 1297 pontos;
2º Lugar: CFForróbódó - 1262 pontos;
3º Lugar: emplASTROS - 1256 pontos;
4º Lugar: Golpista FC - 1250 pontos;
5º Lugar: CRUZADOS - 1234 pontos;
6º Lugar: Eagles - 1221 pontos;
7º Lugar: Pisa Lampião - 1218 pontos;
8º Lugar: Caça-Lagartos/Suçuarana - 1084 pontos;
9º Lugar: Kubas4Ever - 1052 pontos;
10º Lugar: Os Barões da Pelota - 1039 pontos;
11º Lugar: Tacuara - 440 pontos;
12º Lugar: KLTD - 334 pontos;
2º Lugar: CFForróbódó - 1262 pontos;
3º Lugar: emplASTROS - 1256 pontos;
4º Lugar: Golpista FC - 1250 pontos;
5º Lugar: CRUZADOS - 1234 pontos;
6º Lugar: Eagles - 1221 pontos;
7º Lugar: Pisa Lampião - 1218 pontos;
8º Lugar: Caça-Lagartos/Suçuarana - 1084 pontos;
9º Lugar: Kubas4Ever - 1052 pontos;
10º Lugar: Os Barões da Pelota - 1039 pontos;
11º Lugar: Tacuara - 440 pontos;
12º Lugar: KLTD - 334 pontos;
segunda-feira, fevereiro 18, 2008
Vedetas&Marretas
Vedetas
Porto e Jesualdo pelo concludente triunfo averbado frente ao Marítimo;
Lisandro por mais um bis;
Spesi pela estreia com assistência para o 2º golo do Benfica;
Moutinho pelo excelente golo que apontou frente ao Estrela da Amadora;
Carvalhal e Setúbal pela vitória em Braga, a terceira em outros tantos confrontos na temporada;
Nacional pelo triunfo frente ao Guimarães;
Fabiano pela estreia com golo no Nacional-Guimarães;
Jorge Gonçalves pelo bis frente ao Boavista;
Penafiel pelo triunfo frente ao Beira-Mar;
Vizela pela vitória frente ao Varzim, que lhe permitiu consolidar o 2º lugar na Liga Vitalis;
Portimonense pelo triunfo frente ao Gondomar, que lhe permitiu sair da linha de água na Liga Vitalis;
Manchester pela goleada e consequente eliminação imposta ao Arsenal em jogo a contar para a Taça de Inglaterra;
Nani pelo recital de futebol na goleada do Manchester United frente ao Arsenal;
Barnsley pela eliminação do Liverpool da Taça de Inglaterra;
Barcelona pela vitória averbada frente ao Saragoça;
Sevilha pelo triunfo em Barcelona frente ao Espanyol;
Beto pelo golo obtido na vitória do Huelva frente ao Deportivo;
Athletic Bilbao pelo triunfo alcançado frente ao Atlético Madrid;
Juventus pelo triunfo caseiro frente à Roma;
Sampdória pela vitória no derby de Génova;
VfL Wolfsburg pela vitória no terreno do Schalke;
Alpendorada pela goleada imposta ao Sporting em jogo a contar para o Nacional de Futsal;
São Bernardo pelo triunfo frente ao Madeira SAD, que lhe permitiu assegurar um lugar no play-off da Liga de Andebol;
Vagos pela vitória sobre o Ginásio na Liga de Basquetebol;
Yelena Isinbayeva por mais um record mundial do salto com vara;
Marretas
Jokanovic pela inqualificável atitude que protagonizou no final do Nacional-Guimarães;
Emílio Macedo pela frase que o guindará ao panteão dos ícones do futebol nacional: "Jokanovic tem de ser "radiado";
Manuel Machado por mais uma derrota, desta feita diante do Setúbal;
Fátima pela derrota, em casa, frente ao Feirense, que implicou a sua queda para a zona de despromoção na Liga Vitalis;
Real Madrid pela derrota em Sevilha frente ao Bétis;
Beto pela expulsão na vitória do Huelva frente ao Deportivo;
Atlético Madrid pela derrota caseira frente ao Athletic Bilbao;
Liverpool pela eliminação na Taça de Inglaterra pelo Barnsley;
Sporting pela goleada sofrida diante do Alpendorada em jogo a contar para o Nacional de Futsal;
Porto e Jesualdo pelo concludente triunfo averbado frente ao Marítimo;
Lisandro por mais um bis;
Spesi pela estreia com assistência para o 2º golo do Benfica;
Moutinho pelo excelente golo que apontou frente ao Estrela da Amadora;
Carvalhal e Setúbal pela vitória em Braga, a terceira em outros tantos confrontos na temporada;
Nacional pelo triunfo frente ao Guimarães;
Fabiano pela estreia com golo no Nacional-Guimarães;
Jorge Gonçalves pelo bis frente ao Boavista;
Penafiel pelo triunfo frente ao Beira-Mar;
Vizela pela vitória frente ao Varzim, que lhe permitiu consolidar o 2º lugar na Liga Vitalis;
Portimonense pelo triunfo frente ao Gondomar, que lhe permitiu sair da linha de água na Liga Vitalis;
Manchester pela goleada e consequente eliminação imposta ao Arsenal em jogo a contar para a Taça de Inglaterra;
Nani pelo recital de futebol na goleada do Manchester United frente ao Arsenal;
Barnsley pela eliminação do Liverpool da Taça de Inglaterra;
Barcelona pela vitória averbada frente ao Saragoça;
Sevilha pelo triunfo em Barcelona frente ao Espanyol;
Beto pelo golo obtido na vitória do Huelva frente ao Deportivo;
Athletic Bilbao pelo triunfo alcançado frente ao Atlético Madrid;
Juventus pelo triunfo caseiro frente à Roma;
Sampdória pela vitória no derby de Génova;
VfL Wolfsburg pela vitória no terreno do Schalke;
Alpendorada pela goleada imposta ao Sporting em jogo a contar para o Nacional de Futsal;
São Bernardo pelo triunfo frente ao Madeira SAD, que lhe permitiu assegurar um lugar no play-off da Liga de Andebol;
Vagos pela vitória sobre o Ginásio na Liga de Basquetebol;
Yelena Isinbayeva por mais um record mundial do salto com vara;
Marretas
Jokanovic pela inqualificável atitude que protagonizou no final do Nacional-Guimarães;
Emílio Macedo pela frase que o guindará ao panteão dos ícones do futebol nacional: "Jokanovic tem de ser "radiado";
Manuel Machado por mais uma derrota, desta feita diante do Setúbal;
Fátima pela derrota, em casa, frente ao Feirense, que implicou a sua queda para a zona de despromoção na Liga Vitalis;
Real Madrid pela derrota em Sevilha frente ao Bétis;
Beto pela expulsão na vitória do Huelva frente ao Deportivo;
Atlético Madrid pela derrota caseira frente ao Athletic Bilbao;
Liverpool pela eliminação na Taça de Inglaterra pelo Barnsley;
Sporting pela goleada sofrida diante do Alpendorada em jogo a contar para o Nacional de Futsal;
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