No passado dia 30 de Setembro, a Benfica SAD divulgou a criação do “BENFICA STARS FUND – Fundo Especial de Investimento Mobiliário Fechado”, no valor de 40 milhões de Euros.
Antepassado Português:
Em 2001, através da Orey Financial, Sporting, Porto e Boavista constituíram Fundos apelidados de “First Portuguese Football Players Fund”.
O Fundo sportinguista foi dissolvido em 2007 e o portista em 2008, sendo que o leonino atingiu em 2003 o seu expoente máximo de rentabilidade com 80% e o azul e branco em 2004 com 37%.
Características:
O capital inicial cifra-se em 40 milhões de Euros, estando disponíveis 8 milhões de acções destinadas a subscritores, tendo cada participação o valor de 5€, ajustados mensalmente consoante o valor líquido global do Fundo.
Apresenta como propósito essencial o gerar de mais valias a partir da alienação dos direitos desportivos dos jogadores em relação aos quais o fundo detenha direitos económicos.
Será gerido pela "ESAF – Espírito Santo Fundos de Investimento Mobiliário, SA", empresa do Grupo BES.
Terá a duração de cinco anos e assume natureza fechada.
O Fundo não poderá deter mais de 60% dos direitos económicos de cada atleta e a Benfica SAD nunca menos de 10%.
Apenas jogadores entre 16 e 25 anos com contrato de duração igual ou superior a 3 anos são elegíveis para integrarem o Fundo.
No momento da aquisição pelo Fundo de direitos económicos relativos a um jogador, é fixado um valor de referência, que uma vez satisfeito, obriga a Benfica SAD, caso seja essa a vontade do Fundo, a alienar os direitos desportivos desse atleta ou a readquirir ao Fundo os direitos económicos que detenha relativos a esse mesmo atleta, pelo valor que seria devido ao Fundo caso a proposta fosse aceite pela Benfica SAD.
Quando o contrato de trabalho de um jogador relativamente ao qual o Fundo detenha direitos económicos entre nos derradeiros 18 meses, a Benfica SAD terá que o colocar no mercado de transferências, por um preço a acordar entre o Fundo e a Benfica SAD.
Vantagens:
Capitalização presente a partir de proveitos incertos e futuros
Obtenção de capitais sem recurso ao crédito e, logo, sem suportar juros
Valorização dos direitos económicos
Diminuição da Exposição ao Risco
O Carácter fechado do Fundo, inviabilizando a saída massiva dos investidores se e quando realizarem mais valias
Participação nas mais valias geradas pela alienação dos direitos desportivos fruto da subscrição de 15% do Fundo
Inconvenientes
Aumento exponencial da vulnerabilidade à transacção.
Quem aplica capital pretende vê-lo remunerado e, neste caso, a realização de mais valias implica a alienação dos direitos desportivos dos jogadores.
Em cada janela de transferências, a pressão para vender será cada vez maior e a tentação para o fazer crescerá em idêntica proporção.
Na verdade, há que dar atractividade ao produto financeiro, através da demonstração da sua rentabilidade.
quinta-feira, outubro 08, 2009
A Retoma do Investimento - Benfica Stars Fund
5,625 Milhões de Euros é quanto o "Caixa Futebol Campus" já rendeu financeiramente ao SLBenfica, ou seja, está pago e com evidente lucro!
quarta-feira, outubro 07, 2009
Dos 3G´s aos 2G´s?
Número Total de Espectadores e Média por Jogo
1º Benfica 138.301 46,100/jogo
2º Porto 124.937 41,6/jogo
3º Sporting 96.385 24,09/jogo
4º V.Guimarães 54.650 18,21/jogo
5º Braga 46.612 11,6/jogo
Ou seja, a média de espectadores do Sporting aproxima-se muito mais da do V.Guimarães do que da do Porto.
A este propósito, Miguel Sousa Tavares escreveu, ontem, em A Bola:
"Em minha opinião, o Sporting enfrenta um futuro negro: a prazo não muito distante poderá mesmo vir a extinguir-se como clube de referência no futebol português — tal qual como o PSD poderá vir a extinguir-se como partido de governo. Ambos estão perante problema idêntico: a falta de sustentabilidade. O PSD desprovido de base ideológica, o Sporting de base clubística."
Em 14 de Outubro de 2008, escrevi:
"Soares Franco lamentou a reduzida militância dos sportinguistas se e quando comparados com adeptos de outros clubes.
Reconheceu o fracasso da campanha de angariação de novos sócios (55 mil pagantes e destes só 27 mil são efectivos (com mais de 18 anos), o decréscimo de vendas das gameboxes (de 34 mil há dois anos para 26 mil este ano) e a descida da média de assistências aos jogos (de 30 mil no ano passado para 25 a 26 mil este ano).
Soares Franco fez o diagnóstico, mas não ponderou as causas, nem sequer a sua superação.
O divórcio a que ora se assiste tem as suas raízes profundas no famigerado "projecto Roquete".
Desde o consulado Roquete que o primado da racionalidade imperou sobre o da emotividade (não obstante, o passivo quase que triplicou a sua dimensão).
A criação da SAD, medida emblemática e estruturante, cerceou o poder de intervenção dos sócios na gestão do "core business" do clube.
A subtracção do étimo criador do clube importou uma evidente diminuição dos factores de identificação e de pertença da massa associativa.
Um incremento substancial do ecletismo poderia contrariar esta tendência.
Sucede que o Sporting ensaiou movimento inverso e reduziu o universo de modalidades de alta competição.
Hoje por hoje, não tem pista de atletismo, nem pavilhão!
Desvalorizou a condição de sócio, privando-a de todo e qualquer benefício, para além do orgulho da sua ostentação.
Mais do que adicionar pontos num cartão, os sócios pretendem sentir-se parte integrante e fundamental da vida do clube, contribuindo e influindo no seu processo de construção e evolução.
A ausência de uma política de expansão da rede de núcleos do clube, estimulando a sua criação por forma a sedimentar o "ser sportinguista", através da participação e partilha de experiências, ritos e memórias colectivas.
Por todas estas razões, o afastamento dos adeptos não pode surpreender!"
1º Benfica 138.301 46,100/jogo
2º Porto 124.937 41,6/jogo
3º Sporting 96.385 24,09/jogo
4º V.Guimarães 54.650 18,21/jogo
5º Braga 46.612 11,6/jogo
Ou seja, a média de espectadores do Sporting aproxima-se muito mais da do V.Guimarães do que da do Porto.
A este propósito, Miguel Sousa Tavares escreveu, ontem, em A Bola:
"Em minha opinião, o Sporting enfrenta um futuro negro: a prazo não muito distante poderá mesmo vir a extinguir-se como clube de referência no futebol português — tal qual como o PSD poderá vir a extinguir-se como partido de governo. Ambos estão perante problema idêntico: a falta de sustentabilidade. O PSD desprovido de base ideológica, o Sporting de base clubística."
Em 14 de Outubro de 2008, escrevi:
"Soares Franco lamentou a reduzida militância dos sportinguistas se e quando comparados com adeptos de outros clubes.
Reconheceu o fracasso da campanha de angariação de novos sócios (55 mil pagantes e destes só 27 mil são efectivos (com mais de 18 anos), o decréscimo de vendas das gameboxes (de 34 mil há dois anos para 26 mil este ano) e a descida da média de assistências aos jogos (de 30 mil no ano passado para 25 a 26 mil este ano).
Soares Franco fez o diagnóstico, mas não ponderou as causas, nem sequer a sua superação.
O divórcio a que ora se assiste tem as suas raízes profundas no famigerado "projecto Roquete".
Desde o consulado Roquete que o primado da racionalidade imperou sobre o da emotividade (não obstante, o passivo quase que triplicou a sua dimensão).
A criação da SAD, medida emblemática e estruturante, cerceou o poder de intervenção dos sócios na gestão do "core business" do clube.
A subtracção do étimo criador do clube importou uma evidente diminuição dos factores de identificação e de pertença da massa associativa.
Um incremento substancial do ecletismo poderia contrariar esta tendência.
Sucede que o Sporting ensaiou movimento inverso e reduziu o universo de modalidades de alta competição.
Hoje por hoje, não tem pista de atletismo, nem pavilhão!
Desvalorizou a condição de sócio, privando-a de todo e qualquer benefício, para além do orgulho da sua ostentação.
Mais do que adicionar pontos num cartão, os sócios pretendem sentir-se parte integrante e fundamental da vida do clube, contribuindo e influindo no seu processo de construção e evolução.
A ausência de uma política de expansão da rede de núcleos do clube, estimulando a sua criação por forma a sedimentar o "ser sportinguista", através da participação e partilha de experiências, ritos e memórias colectivas.
Por todas estas razões, o afastamento dos adeptos não pode surpreender!"
Golos dos Emprestados a Clubes Estrangeiros no Fim de Semana
Eskisehirspor vrs. Kayserispor 0-1
Makukula jogou 90 minutos e marcou o golo da vitória
Xamax vrs. St. Gallen 4-2
Bynia jogou 90 minutos, marcou o terceiro golo e assinou uma assistência
Wolverhampton vrs. Portsmouth 0-1
Yebda jogou 78 minutos e marcou o golo da vitoria
Makukula jogou 90 minutos e marcou o golo da vitória
Xamax vrs. St. Gallen 4-2
Bynia jogou 90 minutos, marcou o terceiro golo e assinou uma assistência
Wolverhampton vrs. Portsmouth 0-1
Yebda jogou 78 minutos e marcou o golo da vitoria
Artigo de Opinião de Luís Freitas Lobo
Carlos Martins: o limite
Começou no espaço que é habitual Aimar ocupar. Depois, com a bola a rolar, é outro jogador. Menos cerebral, mais impulsivo, distintas acções e reacções ao jogo. Tudo isso, claro, leva a equipa por outros caminhos na última fase de construção.
A maior força emocional do seu jogo é também a razão da sua maior instabilidade (táctica e emocional).
Uma boa equipa, isto é, com o colectivo e seus elos de ligação (emoção e táctica) bem ligados, consegue, porém, absorver um jogador assim mais difícil. Noutra situação, sem essa moldura colectiva forte é diferente.
A carreira de Carlos Martins tem sido feita nessa dicotomia.
Mantêm o jogo sempre em sobressalto. O adversário e a…própria equipa.
É uma segunda velocidade, um estado de espírito alternativo.
Mais do que jogar bem, faz boas jogadas/movimentos.
Um futebol específico para um jogador particular.
Como o centro para o 0-1. Ou o remate para o 0-2.
Porque quando a equipa joga bem, qualquer estado de ânimo (a tal «atitude») ocupa o lugar secundário que lhe corresponde na análise futebolística.
Começou no espaço que é habitual Aimar ocupar. Depois, com a bola a rolar, é outro jogador. Menos cerebral, mais impulsivo, distintas acções e reacções ao jogo. Tudo isso, claro, leva a equipa por outros caminhos na última fase de construção.
A maior força emocional do seu jogo é também a razão da sua maior instabilidade (táctica e emocional).
Uma boa equipa, isto é, com o colectivo e seus elos de ligação (emoção e táctica) bem ligados, consegue, porém, absorver um jogador assim mais difícil. Noutra situação, sem essa moldura colectiva forte é diferente.
A carreira de Carlos Martins tem sido feita nessa dicotomia.
Mantêm o jogo sempre em sobressalto. O adversário e a…própria equipa.
É uma segunda velocidade, um estado de espírito alternativo.
Mais do que jogar bem, faz boas jogadas/movimentos.
Um futebol específico para um jogador particular.
Como o centro para o 0-1. Ou o remate para o 0-2.
Porque quando a equipa joga bem, qualquer estado de ânimo (a tal «atitude») ocupa o lugar secundário que lhe corresponde na análise futebolística.
terça-feira, outubro 06, 2009
A Propósito da Vozearia Alheia...
ocorre-me recordar Pinheiro de Azevedo que, em Novembro de 1975, num comício, exclamou:
"O povo é sereno, é só fumaça!"
"O povo é sereno, é só fumaça!"
Um Olhar sobre a Jornada
Jornada nº 7
Académica 2 | 4 Marítimo
Naval 3 | 2 Rio Ave
Braga 2 | 0 V.Setúbal
Leixões 3 | 2 Leiria
Sporting 0 | 0 Belenenses
Olhanense 0 | 3 Porto
Nacional 2 | 0 V.Guimarães
P. Ferreira 1 | 3 Benfica
Golos 27
Cartões Amarelos 39
Cartões Vermelhos 1
Número Total de Espectadores 56.586
Classificação
1 Braga 21
2 Benfica 19
3 Porto 16
4 Sporting 11
5 Rio Ave 10
6 Nacional 8
7 Marítimo 8
8 Leixões 8
9 Leiria 7
10 P. Ferreira 7
11 Naval 7
12 V.Guimarães 6
13 Olhanense 6
14 Belenenses 6
15 V.Setúbal 4
16 Académica 3
On-Fire
Sp. Braga
Sete jogos, sete vitórias, liderança da Liga Sagres.
O que já escasseia em surpresa, sobeja em estabilidade, firmeza e competência.
Dos jogadores à equipa técnica!
Mais um triunfo inquestionável, que apenas pecou por tardio.
Em vantagem numérica desde os 36 minutos, o Braga dominou e controlou o adversário e a partida, revelando uma superior qualidade técnica, para além de uma organização táctica irrepreensível.
Hugo Viana assinou mais um golo, mas, desta feita, foi Mossoró a estrela mais reluzente do universo bracarense.
SLBenfica
A qualidade de mais um desempenho encarnado justifica a distinção.
Na Mata Real, a capacidade para pressionar alto, a intensidade, o ritmo, a dinâmica, a mobilidade, a organização, a capacidade técnica individual, a capacidade táctica colectiva, a eficácia nos lances de bola parada e a capacidade de finalização do Benfica permitiram-lhe granjear cedo uma decisiva vantagem de três golos.
Na Segunda como na generalidade dos encontros precedentes, numa demonstração de consistência como há muito não se via para as bandas da Luz.
Naval
Dois triunfos consecutivos no emergir da surpresa Kerrouche, decisivo com 4 golos.
Á derrota em casa frente ao Setúbal, seguiram-se vitórias sobre Marítimo e Rio Ave.
Todavia, veremos se não será apenas fogo fátuo.
Sob Pressão
V. Guimarães
Escrevi a semana passada: "(..) Uma derrota na Madeira agravará este estado de coisas, ao ponto, talvez, de tornar insustentável a continuação de Vingada à frente dos destinos vimaranenses."
Estou convicto que Vingada será o próximo a ser despedido!
Sporting
10 pontos de distância para o Braga, 8 para o Benfica e 5 para o Porto é a realidade leonina ao fim de 7 jornadas.
Depois de um início conturbado, com a eliminação da Champions e a derrota caseira frente ao Braga a agitarem os dias leoninos, um calendário favorável permitiu a Paulo Bento somar 4 vitórias consecutivas e, deste modo, serenar os ânimos.
Contudo, assim que o grau de exigência subiu, regressaram as debilidades anteriormente detectadas.
A exaustão do modelo de jogo e do sistema táctico, a teimosia de algumas escolhas, das quais Polga, réu na derrota no Dragão, será o exemplo mais marcante, a falta de jogadores de qualidade para algumas posições, mormente nas laterais, a ausência de profundidade qualitativa do plantel, o divórcio entre alguns jogadores e Paulo Bento e, muito especialmente, entre a massa associativa e o treinador são factores que prenunciam um futuro sombrio.
Dream Team
Nelson
Fucile, Bruno Alves, David Luiz e Evaldo
José Manuel, Leandro Salino, Hugo Viana e Djalma
Falcão e Kerrouche
Arbitragem
Com excepção da arbitragem de Pedro Henriques em Olhão, má de mais para ser verdade, a tranquilidade imperou nos restantes jogos.
O Major assinou um paupérrimo desempenho, técnica e disciplinarmente, acumulando equívocos atrás de equívocos.
Na primeira parte, perdoou a expulsão a Álvaro Pereira, no dealbar da segunda um penalty sobre Rabiola e nos últimos vinte minutos expulsões a Rui Duarte e Guga.
No entretanto, conseguiu admoestar Guarín e Guga com cartões amarelos quando deviam ter sido Miguel Garcia e Fernando os contemplados!
Académica 2 | 4 Marítimo
Naval 3 | 2 Rio Ave
Braga 2 | 0 V.Setúbal
Leixões 3 | 2 Leiria
Sporting 0 | 0 Belenenses
Olhanense 0 | 3 Porto
Nacional 2 | 0 V.Guimarães
P. Ferreira 1 | 3 Benfica
Golos 27
Cartões Amarelos 39
Cartões Vermelhos 1
Número Total de Espectadores 56.586
Classificação
1 Braga 21
2 Benfica 19
3 Porto 16
4 Sporting 11
5 Rio Ave 10
6 Nacional 8
7 Marítimo 8
8 Leixões 8
9 Leiria 7
10 P. Ferreira 7
11 Naval 7
12 V.Guimarães 6
13 Olhanense 6
14 Belenenses 6
15 V.Setúbal 4
16 Académica 3
On-Fire
Sp. Braga
Sete jogos, sete vitórias, liderança da Liga Sagres.
O que já escasseia em surpresa, sobeja em estabilidade, firmeza e competência.
Dos jogadores à equipa técnica!
Mais um triunfo inquestionável, que apenas pecou por tardio.
Em vantagem numérica desde os 36 minutos, o Braga dominou e controlou o adversário e a partida, revelando uma superior qualidade técnica, para além de uma organização táctica irrepreensível.
Hugo Viana assinou mais um golo, mas, desta feita, foi Mossoró a estrela mais reluzente do universo bracarense.
SLBenfica
A qualidade de mais um desempenho encarnado justifica a distinção.
Na Mata Real, a capacidade para pressionar alto, a intensidade, o ritmo, a dinâmica, a mobilidade, a organização, a capacidade técnica individual, a capacidade táctica colectiva, a eficácia nos lances de bola parada e a capacidade de finalização do Benfica permitiram-lhe granjear cedo uma decisiva vantagem de três golos.
Na Segunda como na generalidade dos encontros precedentes, numa demonstração de consistência como há muito não se via para as bandas da Luz.
Naval
Dois triunfos consecutivos no emergir da surpresa Kerrouche, decisivo com 4 golos.
Á derrota em casa frente ao Setúbal, seguiram-se vitórias sobre Marítimo e Rio Ave.
Todavia, veremos se não será apenas fogo fátuo.
Sob Pressão
V. Guimarães
Escrevi a semana passada: "(..) Uma derrota na Madeira agravará este estado de coisas, ao ponto, talvez, de tornar insustentável a continuação de Vingada à frente dos destinos vimaranenses."
Estou convicto que Vingada será o próximo a ser despedido!
Sporting
10 pontos de distância para o Braga, 8 para o Benfica e 5 para o Porto é a realidade leonina ao fim de 7 jornadas.
Depois de um início conturbado, com a eliminação da Champions e a derrota caseira frente ao Braga a agitarem os dias leoninos, um calendário favorável permitiu a Paulo Bento somar 4 vitórias consecutivas e, deste modo, serenar os ânimos.
Contudo, assim que o grau de exigência subiu, regressaram as debilidades anteriormente detectadas.
A exaustão do modelo de jogo e do sistema táctico, a teimosia de algumas escolhas, das quais Polga, réu na derrota no Dragão, será o exemplo mais marcante, a falta de jogadores de qualidade para algumas posições, mormente nas laterais, a ausência de profundidade qualitativa do plantel, o divórcio entre alguns jogadores e Paulo Bento e, muito especialmente, entre a massa associativa e o treinador são factores que prenunciam um futuro sombrio.
Dream Team
Nelson
Fucile, Bruno Alves, David Luiz e Evaldo
José Manuel, Leandro Salino, Hugo Viana e Djalma
Falcão e Kerrouche
Arbitragem
Com excepção da arbitragem de Pedro Henriques em Olhão, má de mais para ser verdade, a tranquilidade imperou nos restantes jogos.
O Major assinou um paupérrimo desempenho, técnica e disciplinarmente, acumulando equívocos atrás de equívocos.
Na primeira parte, perdoou a expulsão a Álvaro Pereira, no dealbar da segunda um penalty sobre Rabiola e nos últimos vinte minutos expulsões a Rui Duarte e Guga.
No entretanto, conseguiu admoestar Guarín e Guga com cartões amarelos quando deviam ter sido Miguel Garcia e Fernando os contemplados!
segunda-feira, outubro 05, 2009
Paços de Ferreira - SLBenfica 1-3 Prova Superada
Constituição das Equipas e Avaliação Quantitativa do Desempenho
Árbitro: João Ferreira (Setúbal), assistido por Pais António e Luís Ramos.
Estádio: Mata Real, em Paços de Ferreira.
P. Ferreira: Cássio (3); Baiano (3), Ozéia (2), Danielson (1) (Cristiano, 32 (4)) e Jorginho (2); Ricardo (3), Manuel José (3), Leonel Olímpio (3) e Maykon (4) (Roncatto, 78 (-) [Carlitos, 84] (-)); Ciel (3) e Leandrinho (3).
Suplentes: Coelho, Pedrinha, Cristiano, Fábio Pacheco, Roncatto, Carlitos e José Coelho.
BENFICA
Quim (4); Rúben Amorim (3) (César Peixoto, 68 (3)), Luisão (4), David Luiz (4) e Shaffer (3); Javi Garcia (3), Ramires (3), Fábio Coentrão (3) e Carlos Martins (4) (Felipe Menezes, 45 (2)); Saviola (4) (Weldon, 77 (3)) e Cardozo (4).
Suplentes: Júlio César, Sidnei, Felipe Menezes, Nuno Gomes, Weldon e Keirrison.
Acção disciplinar: Amarelo para Jorginho (24), Ozéia (40), Cristiano (57); Rúben Amorim (25), Quim (70).
Marcadores: Maykon (68); David Luiz (3), Carlos Martins (22), Cardozo (40).
Resultado: 1-3.
Sistemas Tácticos
Paços de Ferreira

Benfica

Arbitragem
Com excepção de dois fora de jogo não assinalados ao ataque do Paços no início da partida, assinou um desempenho sem influência no resultado.
Um ou outro equívoco não ensombram uma exibição pautada pela assertividade.
Vedetas
David Luiz
Inaugurou o marcador num golpe de cabeça tão oportuno quanto perfeito.
Impecável e implacável a defender, encontrou tempo e espaço para se assumir como o primeiro impulsionador do processo ofensivo.
Carlos Martins
Na ausência de Aimar aproveitou a oportunidade para rubricar o seu melhor desempenho de águia ao peito.
Um golo e uma assistência foram momentos maiores de uma exibição para mais tarde recordar.
Quim
Sempre que chamado a intervir, respondeu com competência.
Importante a defesa com a qual impediu Cristiano de marcar o segundo golo pacense.
Cardozo
Mais um golo e mais um desempenho de qualidade.
Alardeou disponibilidade física e mobilidade, tendo coroado a sua prestação com a magnífica execução do livre que resultou no terceiro golo do Benfica.
Saviola
Só lhe faltou um golo para abrilhantar ainda mais a sua prestação na primeira parte.
Dinâmico, móvel e com a sua já consabida excelente movimentação entre-linhas, assumiu-se como um verdadeiro "quebra-cabeças" para os defesas pacenses.
Cristiano
Sinceramente, não percebo como continua perdido em Paços de Ferreira.
E como não é titular!
Senhor de uma técnica acima da média, merece outros palcos.
Marretas
Felipe Menezes
Não se adaptou nem à intensidade, nem ao ritmo, nem às condições do relvado e, assim, não se conseguiu assumir como o imprescindível enganche que Carlos Martins havia sido na primeira parte.
Ozeia e Danielson
Completamente ultrapassados pelo vendaval ofensivo encarnado.
O Jogo
Positivo
Triunfo num contexto de imprescindibilidade sob pena de fantasmas passados saírem do armário.
Superação da derrota em Atenas e das ausências de Maxi, Di Maria e Aimar
Turn-Over psicológico, revelando confiança e desejo de conquista.
Superioridade avassaladora na primeira parte - na intensidade, no ritmo, na dinâmica, na mobilidade, na organização, na capacidade técnica individual, na capacidade táctica colectiva e na finalização!
A intensidade e a velocidade com que o Benfica iniciou a contenda, subjugando, por completo, o adversário.
A capacidade encarnada para pressionar alto na primeira metade, que lhe permitiu recuperar a bola em zonas adiantadas e cercear profundidade ofensiva ao adversário.
A eficácia encarnada nos lances de bola parada.
Equilíbrio defensivo, sem perder acutilância ofensiva.
A qualidade dos movimentos ofensivos encarnados na metade inicial, pautados pela dinâmica, pela intensidade e pela velocidade.
A exemplar execução de Carlos Martins e Cardozo nos golos.
A reacção pacense na segunda parte lançando mão do habitual coração.
Negativo
A débacle física na segunda metade, alardeando uma mansidão exasperante.
A complacência com que o Benfica iniciou a etapa complementar.
Traição dos seus princípios de jogo na segunda parte, não pressionando o adversário, não encurtando espaços, não promovendo os apoios laterais e frontais, não imprimindo intensidade, ritmo, dinâmica ou mobilidade.
A "ausência" de Felipe Menezes, comprometendo as transições ofensivas e defensivas.
Ausência de movimentos ofensivos e defensivos colectivos na etapa complementar.
Árbitro: João Ferreira (Setúbal), assistido por Pais António e Luís Ramos.
Estádio: Mata Real, em Paços de Ferreira.
P. Ferreira: Cássio (3); Baiano (3), Ozéia (2), Danielson (1) (Cristiano, 32 (4)) e Jorginho (2); Ricardo (3), Manuel José (3), Leonel Olímpio (3) e Maykon (4) (Roncatto, 78 (-) [Carlitos, 84] (-)); Ciel (3) e Leandrinho (3).
Suplentes: Coelho, Pedrinha, Cristiano, Fábio Pacheco, Roncatto, Carlitos e José Coelho.
BENFICA
Quim (4); Rúben Amorim (3) (César Peixoto, 68 (3)), Luisão (4), David Luiz (4) e Shaffer (3); Javi Garcia (3), Ramires (3), Fábio Coentrão (3) e Carlos Martins (4) (Felipe Menezes, 45 (2)); Saviola (4) (Weldon, 77 (3)) e Cardozo (4).
Suplentes: Júlio César, Sidnei, Felipe Menezes, Nuno Gomes, Weldon e Keirrison.
Acção disciplinar: Amarelo para Jorginho (24), Ozéia (40), Cristiano (57); Rúben Amorim (25), Quim (70).
Marcadores: Maykon (68); David Luiz (3), Carlos Martins (22), Cardozo (40).
Resultado: 1-3.
Sistemas Tácticos
Paços de Ferreira

Benfica

Arbitragem
Com excepção de dois fora de jogo não assinalados ao ataque do Paços no início da partida, assinou um desempenho sem influência no resultado.
Um ou outro equívoco não ensombram uma exibição pautada pela assertividade.
Vedetas
David Luiz
Inaugurou o marcador num golpe de cabeça tão oportuno quanto perfeito.
Impecável e implacável a defender, encontrou tempo e espaço para se assumir como o primeiro impulsionador do processo ofensivo.
Carlos Martins
Na ausência de Aimar aproveitou a oportunidade para rubricar o seu melhor desempenho de águia ao peito.
Um golo e uma assistência foram momentos maiores de uma exibição para mais tarde recordar.
Quim
Sempre que chamado a intervir, respondeu com competência.
Importante a defesa com a qual impediu Cristiano de marcar o segundo golo pacense.
Cardozo
Mais um golo e mais um desempenho de qualidade.
Alardeou disponibilidade física e mobilidade, tendo coroado a sua prestação com a magnífica execução do livre que resultou no terceiro golo do Benfica.
Saviola
Só lhe faltou um golo para abrilhantar ainda mais a sua prestação na primeira parte.
Dinâmico, móvel e com a sua já consabida excelente movimentação entre-linhas, assumiu-se como um verdadeiro "quebra-cabeças" para os defesas pacenses.
Cristiano
Sinceramente, não percebo como continua perdido em Paços de Ferreira.
E como não é titular!
Senhor de uma técnica acima da média, merece outros palcos.
Marretas
Felipe Menezes
Não se adaptou nem à intensidade, nem ao ritmo, nem às condições do relvado e, assim, não se conseguiu assumir como o imprescindível enganche que Carlos Martins havia sido na primeira parte.
Ozeia e Danielson
Completamente ultrapassados pelo vendaval ofensivo encarnado.
O Jogo
Positivo
Triunfo num contexto de imprescindibilidade sob pena de fantasmas passados saírem do armário.
Superação da derrota em Atenas e das ausências de Maxi, Di Maria e Aimar
Turn-Over psicológico, revelando confiança e desejo de conquista.
Superioridade avassaladora na primeira parte - na intensidade, no ritmo, na dinâmica, na mobilidade, na organização, na capacidade técnica individual, na capacidade táctica colectiva e na finalização!
A intensidade e a velocidade com que o Benfica iniciou a contenda, subjugando, por completo, o adversário.
A capacidade encarnada para pressionar alto na primeira metade, que lhe permitiu recuperar a bola em zonas adiantadas e cercear profundidade ofensiva ao adversário.
A eficácia encarnada nos lances de bola parada.
Equilíbrio defensivo, sem perder acutilância ofensiva.
A qualidade dos movimentos ofensivos encarnados na metade inicial, pautados pela dinâmica, pela intensidade e pela velocidade.
A exemplar execução de Carlos Martins e Cardozo nos golos.
A reacção pacense na segunda parte lançando mão do habitual coração.
Negativo
A débacle física na segunda metade, alardeando uma mansidão exasperante.
A complacência com que o Benfica iniciou a etapa complementar.
Traição dos seus princípios de jogo na segunda parte, não pressionando o adversário, não encurtando espaços, não promovendo os apoios laterais e frontais, não imprimindo intensidade, ritmo, dinâmica ou mobilidade.
A "ausência" de Felipe Menezes, comprometendo as transições ofensivas e defensivas.
Ausência de movimentos ofensivos e defensivos colectivos na etapa complementar.
Espaço Prof. Karamba - Classificação Geral
1º Lugar: Samsalameh - 135 pontos
2º Lugar: Vermelho Sempre - 125 pontos
3º Lugar: J. Lobo e Chico - 115 pontos
4º Lugar: Gui - 110 pontos
5º Lugar: Fura-Redes, Jimmy Jump, Kaiserlicheagle - 105 pontos
6º Lugar: JC - 95 pontos
7º Lugar: Vermelho - 85 pontos
8º Lugar: Cuto - 80 pontos
9º Lugar: Vermelho Nunca - 75 pontos
10º Lugar: Agarredinhos e Filipe - 70 pontos
11º Lugar: Sócio - 55 pontos
12º Lugar: Lion Heart - 50 pontos
13º Lugar: Pachulico - 35 pontos
2º Lugar: Vermelho Sempre - 125 pontos
3º Lugar: J. Lobo e Chico - 115 pontos
4º Lugar: Gui - 110 pontos
5º Lugar: Fura-Redes, Jimmy Jump, Kaiserlicheagle - 105 pontos
6º Lugar: JC - 95 pontos
7º Lugar: Vermelho - 85 pontos
8º Lugar: Cuto - 80 pontos
9º Lugar: Vermelho Nunca - 75 pontos
10º Lugar: Agarredinhos e Filipe - 70 pontos
11º Lugar: Sócio - 55 pontos
12º Lugar: Lion Heart - 50 pontos
13º Lugar: Pachulico - 35 pontos
sexta-feira, outubro 02, 2009
quinta-feira, outubro 01, 2009
AEK - SLBenfica 1-0 Regresso ao Passado em Atenas
Constituição das Equipas e Avaliação Quantitativa do Desempenho
BENFICA
Júlio César (3); Maxi Pereira (2)(Fábio Coentrão (3)) , Luisão (2), David Luiz (1) e César Peixoto (1); Ramires (2), Javi García (3) e Di María (3); Aimar (2) (Nuno Gomes (-)); Cardozo (2) e Saviola (2) (Weldon (2))
Sistema Táctico
Benfica

Principais Incidências da Partida(fonte: www.tvgolo.com)
Arbitragem
Assertivo na generalidade dos lances, perdoou uma grande penalidade sobre Cardozo já no ocaso da partida.
Vedetas
Di Maria
Apesar de intermitente e algo complicativo, protagonizou as melhores oportunidades de golo do Benfica.
Javi Garcia
O metrónomo habitual, mas desprovido do apoio necessário à prossecução cabal da sua missão.
Marretas
David Luiz
Desconcentrado e excessivamente confiante, pautou o seu desempenho pela mediocridade.
Acumulou um inusitado número de equívocos para um jogador da sua qualidade.
Definitivamente, não se dá bem com os ares da Grécia.
César Peixoto
Impreciso no ataque e quase sempre ausente na defesa, assinou a sua pior exibição ao serviço do Benfica.
O Jogo
Positivo
O número de oportunidades de golo arquitectadas pelo Benfica.
A "Vitamina" Coentrão, que aportou outra profundidade ofensiva e outra solidez defensiva ao flanco esquerdo.
Negativo
A falta de atitude competitiva, alardeando uma mansidão exasperante.
O excesso de confiança, menosprezando o adversário e desrespeitando-se enquanto equipa.
A complacência com que o Benfica iniciou a partida, no falso pressuposto que mais cedo ou mais tarde o golo acabaria por surgir.
Crença na sua superioridade como que por direito divino.
Traição dos seus princípios de jogo, não pressionando o adversário, não encurtando espaços, não promovendo os apoios laterais e frontais, não imprimindo intensidade, ritmo, dinâmica ou mobilidade.
Anarquia organizativa, comprometendo as transições ofensivas e defensivas.
Ausência de movimentos ofensivos e defensivos colectivos.
Uso e abuso das iniciativas individuais.
Ineficácia atacante e defensiva nos lances de bola parada.
Exagerado número de ocasiões de golo desbaratadas pelo Benfica.
BENFICA
Júlio César (3); Maxi Pereira (2)(Fábio Coentrão (3)) , Luisão (2), David Luiz (1) e César Peixoto (1); Ramires (2), Javi García (3) e Di María (3); Aimar (2) (Nuno Gomes (-)); Cardozo (2) e Saviola (2) (Weldon (2))
Sistema Táctico
Benfica

Principais Incidências da Partida(fonte: www.tvgolo.com)
Arbitragem
Assertivo na generalidade dos lances, perdoou uma grande penalidade sobre Cardozo já no ocaso da partida.
Vedetas
Di Maria
Apesar de intermitente e algo complicativo, protagonizou as melhores oportunidades de golo do Benfica.
Javi Garcia
O metrónomo habitual, mas desprovido do apoio necessário à prossecução cabal da sua missão.
Marretas
David Luiz
Desconcentrado e excessivamente confiante, pautou o seu desempenho pela mediocridade.
Acumulou um inusitado número de equívocos para um jogador da sua qualidade.
Definitivamente, não se dá bem com os ares da Grécia.
César Peixoto
Impreciso no ataque e quase sempre ausente na defesa, assinou a sua pior exibição ao serviço do Benfica.
O Jogo
Positivo
O número de oportunidades de golo arquitectadas pelo Benfica.
A "Vitamina" Coentrão, que aportou outra profundidade ofensiva e outra solidez defensiva ao flanco esquerdo.
Negativo
A falta de atitude competitiva, alardeando uma mansidão exasperante.
O excesso de confiança, menosprezando o adversário e desrespeitando-se enquanto equipa.
A complacência com que o Benfica iniciou a partida, no falso pressuposto que mais cedo ou mais tarde o golo acabaria por surgir.
Crença na sua superioridade como que por direito divino.
Traição dos seus princípios de jogo, não pressionando o adversário, não encurtando espaços, não promovendo os apoios laterais e frontais, não imprimindo intensidade, ritmo, dinâmica ou mobilidade.
Anarquia organizativa, comprometendo as transições ofensivas e defensivas.
Ausência de movimentos ofensivos e defensivos colectivos.
Uso e abuso das iniciativas individuais.
Ineficácia atacante e defensiva nos lances de bola parada.
Exagerado número de ocasiões de golo desbaratadas pelo Benfica.
Espaço Prof. Karamba
Sporting - Belenenses
Nacional - V. Guimarães
Sp. Braga - V. Setúbal
Leixões - U. Leiria
Académica - Marítimo
P. Ferreira - Benfica
Naval - Rio Ave
Olhanense - FC Porto
Nacional - V. Guimarães
Sp. Braga - V. Setúbal
Leixões - U. Leiria
Académica - Marítimo
P. Ferreira - Benfica
Naval - Rio Ave
Olhanense - FC Porto
Memorial Zandinga - Classificação Geral
1º Lugar: Vermelho Sempre - 170 pontos
2º Lugar: Jimmy Jump, JC e Fura-Redes - 155 pontos
3º Lugar: Vermelho - 150 pontos
4º Lugar: Lion Heart - 145 pontos
5º Lugar: Vermelho Nunca e Samsalameh - 140 pontos
6º Lugar: J. Lobo - 135 pontos
7º Lugar: Kaiserlicheagle e Sócio - 125 pontos
8º Lugar: Gui - 100 pontos
9º Lugar: Chico - 95 pontos
10º Lugar: Pachulico - 70 pontos
11º Lugar: Cuto - 50 pontos
2º Lugar: Jimmy Jump, JC e Fura-Redes - 155 pontos
3º Lugar: Vermelho - 150 pontos
4º Lugar: Lion Heart - 145 pontos
5º Lugar: Vermelho Nunca e Samsalameh - 140 pontos
6º Lugar: J. Lobo - 135 pontos
7º Lugar: Kaiserlicheagle e Sócio - 125 pontos
8º Lugar: Gui - 100 pontos
9º Lugar: Chico - 95 pontos
10º Lugar: Pachulico - 70 pontos
11º Lugar: Cuto - 50 pontos
Demonstração da Valorização dos Direitos Económicos - Benfica Stars Fund
O Benfica despendeu 2,5 Milhões de Euros na aquisição do passe de David Luiz e vendeu 25% por 4,5 Milhões.
Pagou 7 Milhões pela totalidade dos direitos desportivos e económicos de Javi Garcia e alienou 20% por 3,4 Milhões de Euros.
Adquiriu Shaffer por 1,9 Milhões de Euros e transaccionou 40% por 1,4 Milhões de Euros.
Comprou Ruben Amorim por 900 mil Euros e vendeu 50% por 1,5 Milhões de Euros.
Di Maria custou 7,5 Milhões de Euros e cedeu 20% por 4,4 Milhões de Euros.
Deste modo, cumpre concluir que, para além dos direitos desportivos permanecerem na titularidade do Benfica, o valor dos direitos económicos emergiu fortemente capitalizado.
Pagou 7 Milhões pela totalidade dos direitos desportivos e económicos de Javi Garcia e alienou 20% por 3,4 Milhões de Euros.
Adquiriu Shaffer por 1,9 Milhões de Euros e transaccionou 40% por 1,4 Milhões de Euros.
Comprou Ruben Amorim por 900 mil Euros e vendeu 50% por 1,5 Milhões de Euros.
Di Maria custou 7,5 Milhões de Euros e cedeu 20% por 4,4 Milhões de Euros.
Deste modo, cumpre concluir que, para além dos direitos desportivos permanecerem na titularidade do Benfica, o valor dos direitos económicos emergiu fortemente capitalizado.
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