domingo, setembro 16, 2007

Análise à 4ª Jornada da Liga Bwin

BWin Liga, 4.ª jornada

BENFICA-NAVAL
Estádio da Luz, em Lisboa
Hora: 21:15
Árbitro: Rui Silva (Vila Real)

BENFICA
Quim; Luís Filipe, Katsouranis, Edcarlos e Léo; Petit, Rui Costa e Di María; Pereira, Rodríguez e Nuno Gomes.

Suplentes: Butt, Miguel Vítor, Romeu Ribeiro, Nuno Assis, Fábio Coentrão, Bergessio e Cardozo.

Substituições:

76' Romeu Ribeiro por Petit
78' Fábio Coentrão por Di María
83' Nuno Assis por Cristian Rodríguez.


Treinador: José Antonio Camacho

NAVAL
Taborda; Mários Sérgio, Paulão, Gaúcho e China; Delfim, Godemeche; João Ribeiro, Davide e Wandeir; Elivelton.

Suplentes: Rodrigo Café, Dudu, Igor, Marcelinho, Hugo Santos, Saulo e Diego.

Substituições:

46´ Saulo por Wandeir
61' Godemeche por Hugo Santos
70' Rodrigo Café por Taborda

Treinador:Francisco Chaló.

Golos:
Cristian Rodriguez, Rui Costa e Nuno Gomes.




Vitória sem contestação, consequência de uma superioridade por demais evidente.
O 3-0 final traduz fielmente o abismo da diferença das ambições de cada uma das equipas, sendo certo, contudo, que um tento de honra da Naval sublinhasse a boa ponta final dos figueirenses.
Algumas notas a realçar:
O portentoso golo de Rui Costa, imagem do talento de um fora-de-série, que aos 35 anos parece viver uma segunda juventude;
O primeiro golo e a primeira assistência de Cristian Rodríguez, momentos de inteligência, lucidez, técnica, visão e capacidade de leitura de jogo;
Os sinais de deslumbramento de Di Maria, que de adorno em adorno, de drible em drible, nunca encontrou a dimensão colectiva do seu futebol, nem tão pouco o mínimo resquício de objectividade;
O regresso de Nuno Gomes aos golos, 10 meses depois;
A inabilidade de Camacho na gestão da fadiga da equipa, ao sujeitar Petit e Rui Costa ao desgaste de mais 90 minutos em campo quando ao intervalo o jogo estava ganho;
A lesão de Petit, que muita falta fará nas próximas semanas;
O excelente momento de forma de Quim, traduzido em três intervenções de grande categoria na parte final da partida;
O futebol rendilhado de João Ribeiro e Davide, que podia e devia ter conhecido materialização no segmento último do encontro;
O despedimento de Francisco Chaló ou a certeza de que Aprígio aspira a conquista de uma posição Europeia.

E. AMADORA-SPORTING
Estádio José Gomes, Amadora
Hora: 18.00
Árbitro: Paulo Pereira (Viana do Castelo)

E. AMADORA
Nélson; Rui Duarte, Wagnão, Maurício e Cardoso; Fernando e Tiago Gomes; Marco Paulo, Anselmo e Mateus; Ndiaye

Suplentes: Pedro Alves, Pedro Pereira, Nuno Viveiros, Hugo Carreira, Luís Aguiar, Marcelo Goianira e Moses

Substituições:

30´Pedro Pereira por Marco Paulo
63´Moses por Ndiaye
77´Luís Aguiar por Mateus

Treinador: Daúto Faquirá

SPORTING
Stojkovic; Abel, Tonel, Polga e Ronny; Miguel Veloso; Moutinho, Vukcevic e Romagnoli; Liedson e Purovic

Suplentes: Tiago, Gladstone, Paredes, Farnerud, Pereirinha, Izmailov e Yannick Djaló

Substituições:

60´Farnerud por Romagnoli
74´Djaló por Purovic
88´Pereirinha por Vukcevic

Treinador: Paulo Bento

Golos:
Liedson e Vukcevic.




Fácil, demasiado fácil!
Bastou ao Sporting aproveitar dois erros infantis do Estrela para vencer.
No primeiro, Fernando, ao procurar colocar a bola no seu guarda-redes, acabou por fazer um “passe” que encontrou Purovic completamente solto, que, por sua vez, endossou a Liedson que, sem dificuldade, inaugurou o marcador.
No segundo, Nelson não conseguiu interceptar um cruzamento de Abel e Rui Duarte deixou-se antecipar por Vukcevic que fez o 0-2.
Alias, a única dificuldade com a qual o Sporting se viria a deparar foi mesmo o árbitro da partida – Paulo Pereira.
Erros de palmatória, especialmente o primeiro, tal a sua clareza.
Ao fechar a primeira parte, Maurício abalroou de forma ostensiva Abel e o Sr. Paulo Pereira, incompreensivelmente, admoestou o jogador leonino.
Que num assomo de estupidez não assinalasse o penalty, ainda vá que não vá, agora exibir o cartão amarelo a Abel, por simulação, raia a insanidade!
Inacreditável!
Na segunda metade, o mesmo Maurício derrubou Vukcevic no interior da área, mas Paulo Pereira entendeu que a falta tinha ocorrido fora da área e apenas puniu os estrelistas com um livre directo.

Estádio do Dragão, no Porto
Hora: 19:15
Árbitro: Lucíllio Batista (Setúbal)


FC PORTO
Nuno; Bosingwa, João Paulo, Bruno Alves e Cech; Paulo Assunção, Raul Meireles e Lucho González; Tarik, Lisandro López e Ricardo Quaresma.


Suplentes:Ventura, Bolatti, Edgar, Farías, Leandro Lima, Mariano e Stepanov.

Substituições
46´Farías por Tarik
70´Leandro Lima por Raúl Meireles
90´ Bolatti por Assunção

Treinador: Jesualdo Ferreira.

MARÍTIMO
Marcos; Briguel, Ediglê, Van der Linden e Evaldo; Bruno, Olberdam, Marcinho e Fábio Felício; Kanu e Mossoró.

Suplentes: Marcelo Boeck, Edder, Wênio, Bruno Fogaça, Gregory, Luís Olim e Sidnei.

Substituições:
77´Bruno Fogaça por Marcinho
88´Edder Pérez por Fábio Felício

Treinador: Sebastião Lazaroni.

Golos:
Lisandro Lopez




Não vi o jogo, pelo que me abstenho de quaisquer comentários


LIGA – 4 ª JORNADA

Boavista 0-0 Leixões
Académica 1-0 P. Ferreira
F.C. Porto 1-0 Marítimo
Belenenses 2-1 U. Leiria
E. Amadora 0-2 Sporting
V. Setúbal 3-1 Sp. Braga
Benfica 3-0 Naval

Nota final para a estreia de Domingos.
Finalmente, uma vitória!
10 meses depois, a Académica regressou aos triunfos, graças à inspiração individual de Hélder Barbosa.
Numa partida que foi um longo bocejo, Hélder Barbosa marcou o primeiro golo de bola corrida alcançado pela Briosa no ECC em 2007.
Numa exibição na linha das protagonizadas sob o comando de Machado, isto é, sofrível, desta feita o talento resolveu.
Desejam-se melhorias substanciais, mas voltar a saborear o doce paladar das vitórias é sempre um bom princípio.

CLASSIFICAÇÃO – LIGA

Clube Pts J
1. FC Porto 12 4
2. Sporting 9 4
3. Marítimo 9 4
4. Benfica 8 4
5. V. Setúbal 6 4
6. Sp. Braga 6 4
7. Leixões 4 4
8. E. Amadora 4 4
9. Belenenses 4 4
10. Académica 4 4
11. V. Guimarães 3 3
12. Boavista 3 4
13. P. Ferreira 2 4
14. Nacional 2 3
15. U. Leiria 2 4
16. Naval 2 4

sexta-feira, setembro 14, 2007

Memorial Zandinga

Os jogos sujeitos a palpite, esta semana, são os seguintes:

Marselha - Besiktas;

Porto - Liverpool;

Chelsea - Rosenborg;

Schalke - Valencia;

Real Madrid - Bremen;

Olympiacos - Lazio;

Milan - Benfica;

Shakhtar - Celtic;

Rangers - Stuttgart;

Barcelona - Lyon;

Roma - Dynamo Kyiv;

Sporting - Man. United;

PSV - CSKA Moskva;

Fenerbahçe - Inter;

Arsenal - Sevilla;

Slavia - Steaua;

Paços de Ferreira – AZ;

Hammarby - Braga;

Bayern - Belenenses;

Leverkusen - Leiria;


Como sempre, aqui deixo, desde já, o meu palpite:

Marselha - Besiktas: 2-0;

Porto - Liverpool: 0-2;

Chelsea - Rosenborg: 3-0; Joker

Schalke - Valencia: 1-1;

Real Madrid - Bremen: 3-1;

Olympiacos - Lazio: 1-1;

Milan - Benfica: 1-1;

Shakhtar - Celtic: 2-1;

Rangers - Stuttgart: 2-1;

Barcelona - Lyon: 2-1;

Roma - Dynamo Kyiv: 3-0;

Sporting - Man. United: 0-2;

PSV - CSKA Moskva: 1-0;

Fenerbahçe - Inter: 1-2;

Arsenal - Sevilla: 2-2;

Slavia - Steaua: 2-1;

Paços de Ferreira – AZ: 1-0;

Hammarby - Braga: 0-1;

Bayern - Belenenses: 3-1;

Leverkusen - Leiria: 2-1;

Os participantes poderão formular as suas apostas até às 18h00 da próxima 3ª Feira

quinta-feira, setembro 13, 2007

Antevisão da Jornada

"O Estádio do Dragão recebe sábado um inesperado duelo de líderes, com o campeão FC Porto a receber o surpreendente Marítimo, no jogo grande da quarta jornada da Liga portuguesa de futebol.

Em véspera da estreia na Liga dos Campeões, o Sporting tem domingo uma curta deslocação ao terreno do Estrela da Amadora, enquanto o Benfica recebe uma Naval 1º de Maio tradicionalmente difícil nos jogos com a equipa da Luz.

Apesar de liderar, graças a um melhor "goal-average", o Marítimo chega à cidade invicta sem favoritismo para o encontro com o FC Porto, uma vez que nunca ganhou no terreno dos "dragões" e, em 27 encontros, o melhor que conseguiu foi um empate.

Contudo, no Estádio Dragão, o boletim clínico continua bastante preenchido, com Pedro Emanuel, Adriano e Hélder Postiga, que foi dispensado da selecção nacional, afastados do encontro com os insulares.

Por seu turno, o guarda-redes Helton poderá ainda recuperar a tempo do encontro de sábado, enquanto o argentino Ernesto Farias poderá estrear-se, depois de se ter lesionado durante a pré-temporada.

O treinador dos "azuis e brancos", Jesualdo Ferreira, que, tal como os seus congéneres dos outros "dois grandes", só quinta-feira ou sexta-feira deverá poder contar com todo o plantel devido aos compromissos internacionais, poderá poupar alguns jogadores, uma vez que terça-feira recebe o Liverpool, na primeira jornada da Liga dos Campeões.

Do lado "verde-rubro", a principal ausência será do melhor marcador da equipa, o avançado Makukula, que já apontou três golos, mas foi expulso na última ronda.

Também no sábado, o Benfica, que terça-feira visita o AC Milão, recebe a Naval 1º de Maio, uma equipa que apenas venceu por uma vez nos quatro encontros entre os dois conjuntos para o campeonato.

Na última temporada, o italiano Fabrizio Miccoli deu nos últimos minutos do encontro da 28ª jornada a primeira vitória dos "encarnados" sobre a equipa da Figueira da Foz, depois de três empates.

O defesa central Luisão continua a recuperar de lesão, mas, desta feita, o treinador do Benfica, o espanhol José António Camacho, já tem mais opções.

Além do médio adaptado Katsouranis e do júnior Miguel Vítor, que formaram a dupla de centrais nos últimos três jogos - sem sofrer golos -, o reforço Edcarlos pode estrear-se e Zoro já está apto.

Na última jornada, o Benfica conseguiu a sua primeira vitória na Liga, frente ao Nacional da Madeira, depois de ter somado dois empates frente aos promovidos Leixões (1-1) e Vitória de Guimarães (0-0).

Depois da sofrida vitória sobre o Belenenses (1-0), o Sporting visita domingo o Estádio José Gomes, onde apenas perdeu uma vez em 14 encontros, tendo vencido pela margem mínima na última temporada.

Contudo, há duas temporadas, o Estrela da Amadora conseguiu um nulo em casa, depois de ter imposto, na primeira volta, a primeira derrota de Paulo Bento como treinador dos "leões".

Três dias antes da recepção ao Manchester United, o técnico "leonino" terá algumas dores de cabeça no ataque da sua equipa, depois de Derlei se ter lesionado com gravidade e Yannick Djaló ter sido dispensado da selecção sub-21 devido a problemas físicos.

Assim, o montenegrino Purovic deverá fazer companhia a Liedson no ataque, num encontro em que o reforço Celsinho poderá ter também uma oportunidade.

Sexta-feira, no encontro de abertura da ronda, o Vitória de Setúbal, só com empates, recebe o europeu Sporting de Braga, que apenas perdeu com o FC Porto na primeira jornada e que se estreia a 20 de Setembro na Taça UEFA, frente ao Hammarby (Suécia).

Com um decepcionante início de temporada e em vésperas de visitar o Bayern de Munique, na primeira eliminatória da Taça UEFA, o Belenenses procura a primeira vitória da temporada frente ao também europeu União de Leiria, que também ainda não triunfou e que defronta na próxima semana o Bayer Leverkusen.

Agora sob o comando técnico de Domingos Paciência, antigo treinador da União de Leiria, a Académica procura deixar domingo a última posição na recepção ao Paços de Ferreira, fazendo o conjunto pacense a sua estreia europeia quatro dias depois, frente aos holandeses do AZ Alkmaar.

No domingo, Boavista e Leixões defrontam-se no Bessa, enquanto Vitória de Guimarães e Nacional da Madeira fecham a ronda segunda-feira, dois encontros entre quatro equipas que ainda não venceram."

in Agência de Notícias Lusa


Programa da quarta jornada:
- Sexta-feira (14 Set):
Vitória de Setúbal - Sporting de Braga, 21:15 (SportTV)
- Sábado (15 Set):
Boavista - Leixões, 17:00
FC Porto - Marítimo, 19:15 (SportTV)
Benfica - Naval 1º Maio, 21:15 (TVI)
- Domingo (16 Set):
Académica - Paços de Ferreira, 16:00
Estrela Amadora - Sporting, 18:00 (SportTV)
Belenenses - União de Leiria, 20:15 (SportTV)
- Segunda-feira (17 Set):
Vitória de Guimarães - Nacional da Madeira, 19:45 (SportTV)

quarta-feira, setembro 12, 2007

2ª Edição da Liga dos Astros

Apresentados os plantéis, temos validamente inscritas as seguintes equipas:

Kubas4Ever;

Eagles;

emplASTROS;

Golpista FC;

Caça-Lagartos/Suçuarana;

CRUZADOS;

Os Barões da Pelota;

KLTD;

Pisa Lampião;

Tacuara;

CFForróbódó;

Dragonheart;

Os participantes dispõem até às 18 horas da próxima sexta-feira para apresentarem o onze inicial, os substitutos e o capitão das respectivas equipas para a próxima jornada.

Análise ao Portugal-Sérvia

QUALIFICAÇÃO PARA O EURO'2008

GRUPO A

PORTUGAL - 1 SÉRVIA - 1
Estádio José Alvalade, Lisboa
Hora: 21 horas
Árbitro: Markus Merk (Alemanha)

PORTUGAL
Ricardo; Bosingwa, Fernando Meira, Bruno Alves e Paulo Ferreira; Petit, Maniche e Deco; Ronaldo, Simão e Nuno Gomes

Suplentes: Quim, Miguel, Jorge Andrade, João Moutinho, Raul Meireles, Quaresma e Hugo Almeida.

Substituições:

Nuno Gomes por Quaresma
Deco por João Moutinho
Maniche por Raul Meireles

Treinador: Luiz Felipe Scolari

SÉRVIA
Stojkovic; Rukavina, Vidic, Ivanovic e Dragutinovic; Kovacevic e Zoran Tosic; Krasic, Kuzmanovic e Stankovic; Jovanovic.

Suplentes: Avramov, Duljac, Lazovic, Pantelic, Disko Tosic, Stapanov e Zigic.

Substituições:

Zigic por Tosic
Krasic por Pantelic
Kuzmanovic por Duljav

Treinador: Javier Clemente.

Golos:
Simão por Portugal aos 11 minutos e Ivanovic pela Sérvia aos 87.




O resultado foi mau!
A exibição foi péssima!
O comportamento de Scolari foi paupérrimo!
Sem acertar com os ritmos, exibindo um bloco pouco coeso, com demasiado espaço entre os sectores e evidentes falhas de comunicação, Portugal nunca logrou acercar-se com perigo da baliza sérvia.
Colectivamente, Portugal, pura e simplesmente, não existiu!
O momento ofensivo português apenas funcionou em dois momentos, ambos na 1ª parte, e na sequência de lances de inspiração individual.
Primeiro, a dois tempos – Ronaldo, na sua única aparição com nexo no jogo, arrancou uma falta nas imediações da grande área sérvia, a qual Simão transformou em golo de uma forma irrepreensivelmente sublime.
Depois, num movimento de ruptura, em força e velocidade, de Bosingwa, que culminou num soberbo cruzamento, finalizado por Nuno Gomes com uma excelente cabeçada que encontrou o poste da baliza de Stojkovic.
Ofensivamente, Portugal não produziu mais nenhuma ocasião de golo!
Com Deco a esconder-se do jogo e com Ronaldo em noite de diálogo íntimo com o seu umbigo, Portugal não ligou uma única movimentação atacante (incrível como Deco esteve 75 minutos em campo - sem ritmo, nem vontade, não acertou um único passe)!
A Sérvia nem precisou de uma grande exibição para conseguir o empate que deu nota de pretender.
Portugal chegou cedo ao golo, 11 minutos, mas nunca demonstrou segurança.
Mesmo em vantagem, Portugal transpareceu sempre uma forte ansiedade e um inconsciente temor do contra golpe sérvio.
Viveu em permanente sobressalto, desconfiada das suas próprias capacidades.
Sem serenidade e confiança, Portugal recuou as suas linhas, recolheu-se no seu meio-campo e deu a iniciativa do jogo aos sérvios.
Mostrou-se incapaz de assumir a obrigação de ganhar.
A Sérvia, pese embora o domínio territorial que exerceu, não logrou construir oportunidades de golo.
Aliás, o golo que obteve constituiu uma das raras vezes em que a selecção sérvia penetrou na área portuguesa com possibilidades de alvejar a baliza de Ricardo com êxito (tento alcançado em claro fora de jogo, frise-se).
Portugal necessitava de ganhar e nem perto esteve de almejar esse desiderato.
No terceiro empate consecutivo, Portugal conseguiu ser ainda pior do que havia sido frente à Arménia e Polónia.
Naquele que talvez seja o grupo mais acessível de todos quantos Portugal já conheceu numa fase de qualificação para um Europeu (ainda para mais quando se apuram os dois primeiros classificados), tem-se assistido a um lento mais progressivo processo de degradação competitiva da nossa selecção.
Desde o Mundial, com excepção do confronto com o Brasil, os resultados obtidos por Portugal têm oscilado entre o óbvio e o lamentável!
Superação é algo que tem estado ausente das prestações lusas nesta fase de qualificação.
Mediania e penúria têm sido uma constante tão concreta e definida como outra coisa qualquer (esta citação da pedra filosofal não é por acaso).
Mas, esta noite mais do que o resultado ou a exibição, há que verberar o indecoroso comportamento de Scolari no final da partida quando agrediu Dragutinovic!
Inadmissível, inqualificável, insustentável, impróprio de um líder de uma representação nacional!
Espero (em vão, esta citação dos sétima legião também não é inocente) que aqueles que se apressaram a construir o pelourinho no qual enforcaram Sá Pinto e João Pinto, sejam consequentes!
Anseio por ver o que dirá o Sr. Johnny Walker.
Antes, foi lesto na censura e na promessa de punição exemplar.
Agora, acredito que assumirá a mesma prontidão na procura da melhor estratégia de desculpabilização pública!
Que uma coisa fique bem clara: Qualquer uma das condutas citadas são merecedores de punição e de um modo severo.
Todavia, estou em crer que tal não sucederá.
O Sr. Johnny Walker seria congruente se amanhã rescindisse o vínculo laboral estabelecido com o Sr. Feijão com Arroz.
Se Sá Pinto e João Pinto, para além da punição desportiva sentenciada pelos órgãos próprios da justiça desportiva, foram excomungados da selecção nacional, coerentemente, o mesmo deveria acontecer com o Sr. Feijão com Arroz.
O Sr. Feijão com Arroz tem acumulado asneiras atrás de asneiras nesta fase de qualificação.
Primeiro, não obstante comande uma “grande superfície”, assumiu uma postura de merceeiro.
O apuramento será alcançado se empatarmos os jogos fora e vencermos os encontros em casa, asseverou do alto da sua cátedra de arrogância.
Portugal, para além de ter jogadores de melhor qualidade, é só a equipa, de todas quantas integram o seu grupo de qualificação, que melhores resultados obteve nos últimos anos, conforme o ranking da FIFA o atesta à saciedade.
Se fosse um treinador português a proferir semelhante afirmação seria apelidado, e bem, de indigente, indolente, ocioso, apático, negligente e caracterizado como pouco ambicioso e sem espírito de conquista.
Contudo, como foi o Sr. Feijão com Arroz, os adjectivos utilizados foram outros – de avisado a visionário!
Quem são os nossos adversários?
Ah, espera, o homem tinha razão – no nosso grupo estão as super-potências Arménia, Cazaquistão e Azerbaijão?!
Se isto não é uma gestão de merceeiro, o que é?
Depois, sucederam-se os erros tácticos, de estratégia e de construção do onze inicial.
Mas, o pior ainda estava para vir.
Chegou hoje em forma de pugilato!
O Sr. Feijão com Arroz é mesmo uma caixinha de surpresas.
Quando se pensava que o seu carácter mal formado, indolente, ocioso, apático e negligente não conseguiria descer mais baixo, eis senão quando um murro nos convence do contrário.
Faltam quatro jogos, Portugal precisa de vencê-los!

terça-feira, setembro 11, 2007

2ª Edição da Liga dos Astros

Apresentados os primeiros plantéis, temos validamente inscritas as seguintes equipas:

Kubas4Ever;

Eagles;

emplASTROS;

Golpista FC;

Caça-Lagartos/Suçuarana;

CRUZADOS;

Os Barões da Pelota;

KLTD;

Pisa Lampião;

Tacuara;

CFForróbódó;


Ainda não apresentaram a sua equipa, os participantes Samsalameh e Pachulico, os quais, em vista dos seus condicionalismos profissionais, podem fazê-lo até às 23h59 de 4ª-Feira.

Livro de Reclamações

Manuel Machado não é mais treinador da Briosa!
Graças a Deus! - Exclamei ao saber da boa nova - o que no dizer de um agnóstico como eu assume um significado muito, mas mesmo muito especial!
E porquê?
Por várias razões, a maior das quais, inelutavelmente, os resultados.

Liga Bwin:
2007/2008 - 16ªposição
3jogos; 0 vitórias, 1 empate, 2 derrotas, 2 golos marcados e 7 golos sofridos
2006/2007 - 13ªposição
30 jogos; 6 vitórias, 8 empates, 16 derrotas, 28 golos marcados e 46 golos sofridos

Taça de Portugal:
2007/2008 - ainda nenhum jogo efectuado
2006/2007: quartos de final
4 jogos; 3 vitórias, 0 empates, 1 derrota, 6 golos marcados e 5 golos sofridos: (Académica x Setubal - 2-1; Leixões x Académica - 1-2; Atlético x Académica - 0-1; Sporting x Académica - 2-1)

Taça Carlsberg:
2007/2008 - I eliminatória
1jogo;0 vitórias; 0 empates, 1 derrota, 0 golos marcados e 1 sofrido: (Fátima x Académica -0-1)
2006/2007 - não se realizou a prova

TOTAIS:
2007/2008:
4 jogos; 0 vitórias, 1 empate, 3 derrotas, 2 golos marcados e 8 sofridos
2006/2007:
34 jogos; 9 vitórias; 8 empates; 17 derrotas; 34 golos marcados e 51 sofridos

TOTAL MANUEL MACHADO:
38 jogos; 9 vitórias; 9 empates; 20 derrotas; 36 golos marcados e 59 sofridos

MÉDIAS:
23% de vitórias
23% de empates
54% de derrotas
0,94 golos marcados por jogo
1,55 golos sofridos por jogo

Palavras para quê, os números falam por si!

Num patamar de relevância ligeiramente inferior, mas igualmente decisivo para firmar um juízo de certeza positiva quanto à justeza da cessação do vínculo laboral com Machado avulta a ausência de um modelo e de um sistema de jogo.
Nos 14 meses de liderança técnica da Briosa, Machado nunca revelou ter sequer uma ideia para a equipa.
Nunca apresentou um modelo de jogo e um sistema táctico firmes, cuja consolidação procurou.
A cada semana, um novo onze, um novo sistema e um novo modelo.
A aquisição de rotinas e princípios de jogo tornou-se assim muito difícil, quiçá impossível!
A equipa pautou as suas exibições pela mediocridade e convém não obnubilar que, em jogos oficiais disputados no ECC, no ano de 2007, não venceu qualquer jogo e apenas marcou dois golos, ambos de "penalty".
Machado "inventou" muitas vezes no onze inicial, colocando jogadores em posições que claramente não eram as suas (v.g. Gyano a ala direito no jogo com o Porto), mexeu quase sempre mal na equipa e alardeou algumas teimosias tácticas absolutamente incompreensíveis, cujo expoente máximo terá sido a aposta em 3 centrais sempre que defrontou o Sporting.
Machado transmitiu a ideia de navegar ao sabor do improviso e da busca, quase desesperada, da panaceia que catapultaria a equipa para níveis de desempenho mais capazes.
Depois, a política de contratações.
Pela mão de José Eduardo Simões e Luís Agostinho e com o beneplácito de Machado entraram, na época passada, de 16 novos futebolistas, maioritariamente sul-americanos, com especial incidência no mercado brasileiro.
Mais do que as evidentes e naturais dificuldade em formar uma equipa resultantes da aquisição de um tão elevado número de jogadores, dos inequívocos inconvenientes da excessiva "brasileirização" do plantel, da ausência de critério e da falta de qualidade dos jogadores, avultou a postura de "yes man" que Machado sempre assumiu.
Machado encontrou na asnática política de contratações promovida por José Eduardo Simões e Luís Agostinho o respaldo para os insucessos futuros!
Machado nunca se opôs à chegada de futebolistas, antes pelo contrário, pois que aí vislumbrou o bode expiatório que haveria de o desresponsabilizar.
Durante grande parte da época da passada, o acento tónico do discurso de Machado residiu na necessidade de tempo para construir uma equipa face ao astronómico número de jogadores contratados.
Olvidou Machado qualquer referência à sua intervenção no processo, imputando de forma velada ou explicíta responsabilidades a Simões e Agostinho.
Mas, o que fez Machado perante os jogadores que arribavam em barda?
Nada!
Alguma vez Machado ergueu a sua voz no sentido de pôr termo a tal fluxo?
Nunca!
Alguma vez Machado "ousou" exercer um controlo mínimo sobre a qualidade dos jogadores contratados?
Não!
Este ano, inverteu-se a tendência?
Não!
Procurou Machado resolver os problemas que identificou na época passada como sendo os principais e que passavam, essencialmente, por uma maior estabilidade do quadro de jogadores?
Não!
Mais uma vez, voltaram a ser contratados 16 jogadores!
Machado nunca escondeu que estava a prazo em Coimbra.
Machado nunca se envolveu com o clube, a Cidade e os adeptos.
Machado nunca procurou desenvolver um projecto a médio-longo prazo para o clube.
Machado nunca quis saber da formação - nunca assistiu a um jogo que fosse dos juniores ou dos juvenis, nem procurou junto do coordenador e dos técnicos das camadas jovens informar-se sobre as qualidades dos atletas dos escalões de formação.
Machado não se coibiu de participar no processo eleitoral do V. Guimarães, não obstante tivesse um contrato de trabalho firmado com a Académica.
Por tudo isto, José Eduardo Simões tomou a decisão certa, que apenas pecou por tardia.
Para finalizar, uma nota apenas - tal como disse em relação ao sucedido no Benfica, também no caso da Briosa a culpa não deve morrer solteira!
Machado teve uma quota parte de responsabilidade na criação do actual estado de coisas, grande, mas não foi, nem perto, nem de longe, o único culpado!
Outros, a começar em José Eduardo Simões, passando por Luís Agostinho e a concluir nos próprios adeptos e simpatizantes da Briosa contribuíram para a degradação a que se assiste.
Termino citando José Manuel Delgado que n´A Bola escreveu:
"Para onde corre a Académica? O que se passa com a Briosa, sem resultados desportivos significativos e demasiadas vezes nas bocas do mundo por razões que estão longe de ser as melhores? Coimbra, a Académica e os adeptos da Briosa merecem mais e melhor. E a história assim o exige."

Espaço Prof. Karamba

Os jogos sujeitos a palpite, esta semana, são os seguintes:

Boavista - Leixões;
Académica - P. Ferreira;
F.C. Porto - Marítimo;
Belenenses - U. Leiria;
E. Amadora - Sporting;
V. Setúbal - Sp. Braga;
Benfica - Naval;
V. Guimarães - Nacional;

Como sempre, aqui deixo, desde já, o meu palpite:

Boavista - Leixões: 1-1;
Académica - P. Ferreira: 2-0;
F.C. Porto - Marítimo: 2-1;
Belenenses - U. Leiria: 1-0;
E. Amadora - Sporting: 1-1;
V. Setúbal - Sp. Braga: 1-1;
Benfica - Naval: 2-0; Joker
V. Guimarães - Nacional: 3-1;

segunda-feira, setembro 10, 2007

2ª Edição da Liga dos Astros

Apresentados os primeiros plantéis, temos validamente inscritas as seguintes equipas:

Kubas4Ever;

Eagles;

emplASTROS;

Golpista FC;

Caça-Lagartos/Suçuarana;

CRUZADOS;

Os Barões da Pelota;

As equipas apresentadas pelos participantes Antes Morto que Vermelho e Jimmy Jump não cumprem o regulamento, mormente no que se refere à limitação de um máximo de 3 jogadores por clube.

Ainda não apresentaram a sua equipa, os participantes Vermelho Nunca, Samsalameh, Biely e Pachulico.


Os participantes que ainda não apresentaram os seus plantéis e aqueles que o fizeram em violação do regulamento, dispõem até às 18h00 da próxima 4ª Feira para o fazer.

Vedetas & Marretas

Vedetas

Valentin Melnychuk e a Selecção Nacional de Basket pela qualificação para a 2ª fase do EuroBasket07 e pelos triunfos averbados frente a Letónia e Israel;

João Gomes "Betinho", Elvis Évora, João Santos e Mário Fernandes pela qualidade das suas prestações no EuroBasket07;

Tomás Morais e a Selecção Nacional de Râguebi pelo excelente comportamento frente à Escócia;

A forma como os jogadores da Selecção Nacional de Râguebi cantaram A Portuguesa antes do jogo com a Escócia, um momento inolvidável, cuja intensidade pode ser equiparada ao famoso Haka neo-zelandês;

Vasco Uva por ter sido designado o "man of the match" na partida contra a Escócia;

Miguel Portela por ter sido eleito pelo L´Equipe para o 15 ideal do Mundial de Râguebi;

Asafa Powell pelo record mundial dos 100 metros, obtido no Meeting de Rieti (Itália), com 9,74;

Alonso pela 1ª vitória no Grande Prémio de Monza, que lhe permitiu reduzir a distância para Hamilton para 3 pontos na classificação geral do mundial de pilotos;

McLaren-Mercedes pela "dobradinha" alcançada no Grande Prémio de Monza e por ter consolidado a sua vantagem para a Ferrari na classificação geral do mundial de construtores;

Roger Federer e Justin Henin pelas vitórias obtidas no US OPEN;

Rui Caçador pela vitória da Selecção Nacional de Sub-21 na Irlanda;

Miguel Veloso pelo golo e pela exibição na vitória da Selecção Nacional de Sub-21 na Irlanda;

Benfica pela vitória na Supertaça de Futsal;

Pedro Costa pela qualidade do seu desempenho na Supertaça de Futsal;

José Eduardo Simões pelo despedimento de Manuel Machado;

Nigéria e Rabiu pelo título mundial de Sub-17;

José Veiga por ter logrado encontrar uma solução para o seu futuro profissional ao assumir as funções de director geral do Swindon Town;


Marretas

Scolari pelo resultado averbado frente à Polónia e pelas asnáticas decisões que protagonizou;

Manuel Machado pelos paupérrimos resultados obtidos nos 14 meses em que liderou a equipa técnica da Académica;

Ferrari pela derrota em toda a linha no seu Grande Prémio;

Jornalista italiano, Pino Allievi, da Gazzetta dello Sport, que adulterou o diálogo entre Alonso e De la Rosa, de forma a incriminar a Mclaren no caso da alegada espionagem da Ferrari;

França pela derrota no jogo inaugural do Mundial de Râguebi frente à Argentina;

domingo, setembro 09, 2007

Memorial Zandinga e 3ª Edição do Espaço Prof. Karamba

Findas as inscrições, a lista de inscritos é a seguinte:

Vermelho;

JC;

Vermelho Nunca;

Cavungi;

Vermelho Sempre;

Biely;

Pachulico;

Antes Morto que Vermelho;

Jorge Mínimo;

Sócio;

Samsalameh;

Cuto;

Salvatrucha;

Fura-Redes;

Lion Heart;

Zex;

Holtreman;

Kaiserlicheagle;

Jimmy Jump;

Braguilha;

Total: 20 inscritos

Face ao número de inscritos, o regulamento do Memorial Zandinga conhecerá algumas alterações.
Assim, ao invés do apuramento para a 2ª fase se cingir aos dois primeiros classificados de cada grupo, estender-se-à aos três primeiros classificados de cada grupo e ao quarto de todos os grupos que obtiver maior pontuação.
O sorteio dos grupos foi realizado tendo por base a classificação geral do Espaço Prof. Karamba relativa à época passada (os participantes foram distribuídos pelos grupos de forma sucessiva respeitando a classificação obtida; os neo-participantes foram incluídos de forma aleatória).

Grupo A

Cavungi, Fura-Redes, Holtreman e Cuto;

Grupo B

JC, Vermelho, Lion Heart e Biely;

Grupo C

Zex, Vermelho Nunca, Salvatrucha e Pachulico;

Grupo D

Jorge Mínimo, Sócio, Braguilha, Antes Morto que Vermelho;

Grupo E

Vermelho Sempre, Samsalameh, Jimmy Jump e Kaiserlicheagle;

Nos oitavos de final será tida em conta a pontuação obtida na Fase de Grupos, ou seja, o participante que obtiver maior pontuação defrontará o que tiver alcançado a menor e assim sucessivamente (1º-16º, 2º-15º, 3º-14º, 4º-13, 5º-12º, 6º-11º, 7º-10º, 8º-9º).
Nos quartos de final, o vencedor do jogo 1º-16º defrontará o vencedor do jogo 5-12, vencedor do jogo 2-15 o do 6-11, o vencedor do jogo 3-14 o do 7-10, o vencedor do jogo 4-13 o do 8-9.
Nas meias-finais, o vencedor do jogo 1º-16º/5-12 defrontará o vencedor do jogo 3-14/7-10 e o vencedor do jogo 2-15/6-11 o vencedor do jogo 4-13/8-9.

No que concerne ao Espaço Prof. Karamba, o post relativo aos jogos sujeitos a palpite será publicado às 4ª Feiras e as apostas poderão ser formuladas até às 18h00 de 6ª Feira.

No que respeita ao Memorial Zandinga, o post relativo aos jogos sujeitos a palpite será publicado às 2ª Feiras e as apostas poderão ser formuladas até às 18h00 de 3ª Feira.

2ª Edição da Liga dos Astros

Findas as inscrições, a lista de inscritos é a seguinte:

Vermelho, cuja equipa se designará Eagles;

JC, cuja equipa se designará Cruzados;

Vermelho Nunca, cuja equipa se designará Pisa Lampião;

Cavungi, cuja equipa se designará Caça Lagartos/Suçuarana;

Vermelho Sempre, cuja equipa se designará Kubas4ever;

Biely, cuja equipa se designará Tacuara;

Pachulico, cuja equipa se designará Dragonheart;

Antes Morto que Vermelho, cuja equipa se designará Kick Lamps Till Death - KLTD;

Lion Heart, cuja equipa se designará Os Barões da Pelota;

Kaiserlicheagle, cuja equipa se designará Golpista FC;

Jimmy Jump, cuja equipa se designará CFFórróbódó;

Samsalameh, que ainda não atribuiu nome à sua equipa;

Fura-Redes, que ainda não atribuiu nome à sua equipa (Apelo a estes condóminos que tão rápido quanto lhes for possível preencham esta lacuna);

Total: 13 inscritos.

Os participantes terão que apresentar os seus plantéis, seleccionados de acordo com as normas constantes do Regulamento publicado na última sexta-feira, até às 18h00 da próxima 4ª Feira.

O post relativo ao onze a apresentar em cada jornada será publicado às 4ª Feiras, sendo que os participantes deverão seleccionar e publicar o respectivo onze, capitão e substitutos até às 18h00 de 6ª Feira.

As eventuais substituições realizadas deverão ser expressamente referidas aquando da apresentação do onze e antecedendo este, com indicação do valor do jogador substituído e o do seu substituto.

Análise ao Portugal-Polónia

QUALIFICAÇÃO PARA O EURO'2008

GRUPO A

PORTUGAL - 2 POLÓNIA - 2

Estádio do Sport Lisboa e Benfica, Lisboa
Hora: 21 horas
Árbitro: Roberto Rosetti (Itália)

PORTUGAL
Ricardo; Bosingwa, Fernando Meira, Bruno Alves e Caneira; Petit; Maniche, Deco, Ronaldo e Simão; Nuno Gomes

Suplentes: Quim, Miguel, Jorge Andrade, João Moutinho, Tiago, Nani e Quaresma

Substituições:

13' Caneira por Miguel
69' Nuno Gomes por Ricardo Quaresma
81' Simão por João Moutinho

Treinador: Luiz Felipe Scolari

POLÓNIA
Boruc; Jop, Bronowicki, Dudka, Wasilewski, M. Zewlakow, Blaszczykowski, Lewandowski, Krzynowek, Zurawski, Smolarek.

Suplentes: Kusczak, Golanski, Sobolewski, Saganowski, Matusiak, Lobodzinski e Glowacki.

Substituições:

Substituições

55' Grzegorz Bronowicki por Pawel Golanski
55' Maciej Zurawski por Radoslaw Matusiak
73' Ebi Smolarek por Lobodzinski

Treinador: Leo Beenhakker

Golos

0 - 1 44' Mariusz Lewandowski
1 - 1 49' Maniche
2 - 1 72' Cristiano Ronaldo
2 - 2 87' Jacek Krzynowek



Regredimos uns anos!
Regressámos aos falhanços nos momentos decisivos!
Retomámos a utilização da “máquina de calcular”!
Retornámos aos tempos em que abdicávamos de jogar com ponta de lança, em nome da compatibilização dos nossos “melhores jogadores”, ainda que necessário fosse adaptá-los a posições que não as suas de origem – Quem não se recorda da colocação de Rui Barros a ponta de lança, de Sá Pinto no mesmo lugar, de Paulinho Santos a lateral esquerdo ou de Oceano a central.
Voltámos a depender de um jogador – no passado, Futre ou Figo, agora Cristiano Ronaldo.
Ronaldo não conseguiu imprimir a dinâmica e a velocidade que o caracterizam e a equipa ressentiu-se demasiado da sua ausência.
Na Arménia, Ronaldo resolveu.
Frente à Polónia, ajudou a diminuir a dimensão do insucesso.
Não jogando uma “beata”, ainda assim Ronaldo foi absolutamente decisivo!
Scolari começou por assumir, ainda que parcialmente, os erros cometidos na Arménia, ao escalar um onze com 4 alterações em relação a esse jogo.
Todavia, se lhe ficou bem evidenciar o desacerto das suas opções, o certo é que as premissas que presidiram a tal juízo ontem já não se verificavam.
Se aquando do jogo com a Arménia 7 jogadores do onze inicial não apresentavam ritmo competitivo, no Sábado, com excepção de Tiago e Deco, era questão que já não se colocava.
Scolari mexeu e bem nos casos de Bosingwa, Caneira e Maniche, sendo certo, todavia, que elevar tais jogadores há condição de titulares assumia contornos de muito maior premência na Arménia.
Scolari mexeu e mal no caso de Bruno Alves.
Se é verdade que em Ierevan Jorge Andrade protagonizou uma exibição miserável, não podemos deixar de a ler à luz da ausência de competição e da consequente falta de ritmo competitivo que o jogador na ocasião vivenciava.
De lá para cá, Andrade foi sempre titular na Juve.
Ou seja, de lá para cá, adquiriu o que lhe faltava, pois que a sua qualidade é indiscutível.
Num jogo de crucial importância, fazer alinhar uma dupla de centrais que nunca jogou junta em partidas oficiais, não me parece, no mínimo, avisado.
Se a isto acrescermos as restantes alterações promovidas na defesa, percebemos que o inêxito não foi obra do acaso.
Surpreendentemente ou porque não dizê-lo incompreensivelmente, num contexto competitivo de decisão, Scolari prescindiu da estabilidade que propagandeou como valor supremo e referência sagrada do seu trabalho.
Na primeira parte, Portugal nunca conseguiu aportar dinâmica e intensidade ao seu processo ofensivo.
Os primeiros 25 minutos foram de quase total ineficácia. Confrangedores!
Sem acertar com os ritmos, exibindo um bloco pouco coeso, com demasiado espaço entre os sectores e evidentes falhas de comunicação, Portugal não lograva acercar-se com perigo da baliza polaca.
Por seu turno, a Polónia revelou-se sempre bastante confortável com o empate, apostando tudo na contenção.
Leo Beenhakker havia apregoado a sua disposição de tudo fazer para vencer.
Pois bem, se essa era a sua intenção, disfarçou-a muito bem.
A Polónia privilegiou a contenção, remetendo-se a uma defesa muito coesa, com as linhas muito recuadas e compactas.
Raramente, logrou ensaiar rápidas transições ofensivas, sendo certo, todavia, que quando o fez, criou sempre perigo e inclusivamente um golo.
À meia-hora, finalmente, alguns lampejos de bom futebol.
Deco, até aí desaparecido do jogo, começou a conduzir o momento atacante luso e, naturalmente, Portugal emergiu ofensivamente.
Aos 26 minutos, Deco descortinou uma excelente diagonal de Nuno Gomes, endossou-lhe a bola, mas o guarda-redes polaco conseguiu suster o remate do amarantino.
Um minuto depois, Ronaldo, num livre directo de trajectória oscilante, fez a bola embater com enorme estrondo na barra.
Portugal embalava para o seu melhor período na primeira parte, no qual de forma paradoxal viria a sofrer um golo.
Em cima do intervalo, Lewandowski, em recarga a defesa difícil de Ricardo, fez o 0-1.
Com os defesas lusos impávidos e serenos, o polaco não teve dificuldade em chegar ao golo.
O cinismo táctico dos polacos prevalecia e Portugal não aparentava capacidade para inverter o rumo dos acontecimentos.
Ao intervalo, Scolari, ao contrário do que seria presumível, não introduziu quaisquer alterações no onze inicial.
Contudo, a equipa surgiu transfigurada para melhor no dealbar do 2º tempo.
No primeiro lance após o reinicio, Cristiano Ronaldo inventou uma dupla oportunidade na esquerda, como que anunciando o golo de Maniche quatro minutos depois.
O médio português com maior profundidade ofensiva, concluiu uma combinação entre Ronaldo e Deco, que Nuno Gomes prolongou até ser derrubado por Boruc.
Um minuto volvido, Maniche podia ter conhecido a glória suprema, num remate fortíssimo a 30 metros da baliza, que ainda “arrancou tinta” do poste direito de Boruc.
Por esta altura, era convicção segura que o segundo golo seria uma questão de tempo.
E foi-o.
Não sem que antes Scolari tenha incorrido em mais um erro de palmatória.
Substituiu Nuno Gomes por Quaresma.
Com a partida empatada, fazer entrar um ala para o lugar de um ponta de lança tem tanto de incompreensível como de idiota.
Colocar Ronaldo como ponta de lança acentuou a imbecilidade da decisão, pois que lhe cerceou capacidade de influenciar e intervir no jogo.
Não obstante, a superior capacidade individual dos talentos portugueses acabaria por ser preponderante.
Aos 73 minutos, Quaresma driblou dois adversários na direita, cruzou para a cabeça de Simão (na altura na zona do ponta de lança???), vindo a bola a sobrar para Ronaldo, que num momento de magia, rematou de forma acrobática, batendo Boruc.
O acaso que permitiu a Ronaldo expressar o seu talento parecia ser suficiente para vencer os polacos.
Mas, não foi.
Apesar dos espaços para contra-atacar, Portugal abdicou de procurar o terceiro golo e expôs-se à reacção polaca.
A três minutos do fim, Krzynowek rematou de fora da área, a bola embateu no poste e nas costas de Ricardo e entrou na baliza lusa.
Estava feito o empate.
Já não havia tempo, nem ânimo, nem espírito para tentar reverter, uma vez mais, a situação.
Este empate nada hipoteca, mas também em nada ajuda a nossa qualificação para o Euro-2008.

sexta-feira, setembro 07, 2007

2ª Edição da Liga dos Astros - Regulamento

Regulamento

Os plantéis devem ser compostos por:
2 Guarda-redes
5 Defesas
5 Médios
3 Avançados

Pode escolher um máximo de 3 jogadores de cada equipa.
A cada jogador foi atribuído um valor.
O valor total do seu plantel não pode exceder os 60 milhões de euros.
Do seu plantel, deve escolher 11 jogadores para formar a sua equipa inicial.
Só os titulares ou os jogadores que entrarem por substituição automática na sua
equipa, marcarão pontos.
Os treinadores têm total liberdade táctica, desde que seleccionem apenas um guarda-redes.
Os jogadores têm que alinhar nas suas posições normais (Um defesa não pode, por
exemplo, ser posto a jogar no ataque).
Se um dos seus titulares não jogar em determinada jornada, será substituído pelo primeiro suplente que tenha jogado e assim sucessivamente.
Terá de nomear um jogador do seu plantel para ser o capitão de equipa.
Este jogador contabilizará o dobro dos pontos que normalmente receberia.
Você poderá mudar o capitão de equipa de jornada para jornada.
Se o seu capitão não jogar, o bónus não será entregue a qualquer outro jogador.
Podem ser efectuadas duas transferências por jornada.
Quaisquer alterações à equipa (substituições, transferências e mudanças de
capitão) têm de ser realizadas até às 18h00 da Sexta-Feira anterior à realização da jornada seguinte.

Pontuação

Avaliação de desempenho por parte dos jornalistas do site Mais Futebol;
Participação num jogo - 1 ponto;
Jogar pelo menos 60 minutos - 2 pontos;
Golos marcados por defesas - 6 pontos;
Golos marcados por médios - 5 pontos;
Golos marcados por avançados - 4 pontos;
Guarda-redes que joguem pelo menos 60 minutos e não concedam golos - 4 pontos;
Defesas que joguem pelo menos 60 minutos e cuja equipa não sofra golos - 4 pontos;
Médios que joguem pelo menos 60 minutos e cuja equipa não sofra golos - 2 pontos;
Guarda-redes que defenda um penalty - 5 pontos;
Jogador que falhe um penalty - -2 pontos;
Por cada 2 golos concedidos (defesas e guarda-redes)- -1 ponto;
Cartão amarelo - -1 ponto;
Cartão Vermelho- -3 pontos;

Liga dos Astros - Lista de Jogadores e Respectiva Avaliação

Para que possam começar a escolher os jogadores que irão compôr as vossas equipas, publico a respectiva avaliação.
A avaliação que se segue tem por base os valores constantes do site “http://www.transfermarkt.de” como sendo o de mercado dos jogadores dos clubes participantes na Liga Bwin (apenas serão introduzidos os valores respeitantes a jogadores sem a sua menção naquele site)

FC Porto

GR - Helton - 7.500.000, Nuno - 1.000.000, Ventura - 50.000, Defesas - Bruno Alves - 2.000.000, Pedro Emanuel - 2.600.000, Milan Stepanov - 4.800.000, Marek Cech - 4.300.000, Bosingwa - 4.600.000, Jorge Fucile - 200.000, João Paulo - 2.750.000, Lino - 300.000, Médios - Paulo Assunção - 4.300.000, Castro - 50.000, Quaresma - 15.000.000, Lucho Gonzalez - 15.500.000, Mariano - 2.500.000, Raul Meireles - 4.000.000, Mario Bolatti - 2.000.000, Leandro Lima - 1.500.000, Kaz - 2.500.000, Tarik Sektioui - 750.000, Avançados - Lisandro Lopez - 5.300.000,Ernesto Antonio Farias - 3.500.000, Hélder Postiga - 4.500.000, Adriano - 3.000.000, Edgar - 500.000, Bruno Moraes - 400.000, Rui Pedro - 50.000

Sporting

GR - Rui Patrício - 100.000, Tiago - 500.000, Vladimir Stojkovic - 2.000.000, Defesas - Pedro Silva - 200.000, Marian Had - 1.350.000, Polga - 5.500.000, Ronny - 100.000, Tonel - 3.250.000, Gladstone - 3.500.000, Abel - 1.750.000, Médios - Carlos Paredes -1.500.000, Adrien Silva - 50.000, Marat Izmailov - 1.500.000, Simon Vukcevic - 3.300.000, Pontus Farnerud - 2.000.000, Miguel Veloso - 5.000.000, Pereirinha - 500.000, João Moutinho - 8.500.000, Romagnoli - 2.500.000, Celsinho - 2.600.000, Avançados - Milan Purovic - 2.000.000, Derlei - 5.000.000, Yannick - 1.500.000, Liedson - 11.500.000

SL Benfica

GR - Moreira - 3.500.000, Quim - 2.000.000, Hans-Jörg Butt - 1.750.000, Bruno Costa -100.000, Defesas - Luís Filipe - 1.000.000, Luisão - 11.500.000, Léo - 2.500.000, Marco Zoro -1.750.000, Nélson - 3.200.000, David Luiz - 1.500.000, Edcarlos - 1.500.000, Miguel Vítor - 50.000, Médios - Petit - 6.500.000, Katsouranis - 7.500.000, Romeu Ribeiro - 50.000, Rui Costa - 3.500.000, Miguelito - 2.500.000, Andrés Diáz - 2.000.000, Manú - 1.100.000, Ángel Di María - 4.000.000, Cristian Rodriguez - 1.500.000, Nuno Assis - 3.300.000, Maxi Pereira - 3.000.000, Gilles - 300.000, Fábio Coentrão - 100.000, Freddy Adu - 1.500.000, Avançados - Óscar Cardozo - 9.000.000, Mantorras - 3.500.000, Gonzalo Bergessio - 1.500.000, Nuno Gomes - 7.500.000, Yu Dabao - 50.000

SC Braga

GR - Paulo Santos - 1.000.000, Dani Mallo - 750.000, Pawel Kieszek - 425.000, Defesas - Alberto Rodriguez - 400.000, Paulo Jorge - 850.000, Carlos Fernandes - 500.000, Frechaut - 2.500.000, César Peixoto - 2.500.000, Anilton - 500.000, João Pereira - 1.000.000, Médios - Roberto Brum - 600.000, Bruno Tiago - 700.000, Hussain - 125.000, Castanheira - 700.000, Wender - 3.000.000, Andrés Madrid - 3.500.000, Vandinho - 900.000, João Pinto, 1.500.000, Zé Manel - 1.500.000, Lenny - 300.000, Jorginho - 2.200.000, Avançados - João Tomás - 2.000.000, Jair Baylón - 800.000, Jailson - 780.000, Roland Linz - 4.200.000,

Belenenses

GR - Thiago Schmidt - 50.000, Marco Gonçalves - 150.000, Costinha - 400.000, Defesas - Amaral - 200.000, Areias - 500.000, Rodrigo Alvim - 100.000, Rolando - 1.250.000, Gonçalo Brandão - 300.000, Vukasin Devic - 300.000, Hugo Alcântara - 600.000, Weverson, 50.000 Médios - Ruben Amorim - 1.000.000, Gabriel Gómez - 1.000.000, Silas - 1.500.000, José Pedro - 900.000, Mano - 100.000, Hugo Leal - 1.750.000, Cândido Costa - 1.500.000, Avançados - Mendonça - 500.000, Fernando - 100.000, João Paulo Oliveira - 400.000, Evandro Roncatto - 3.000.000, Rafael Bastos - 300.000, Evandro Paulista - 50.000, Weldon - 700.000,

Paços de Ferreira

GR - Pedro - 750.000, Coelho - 50.000, Peçanha - 200.000, Defesas - Kiko - 50.000, Chico Silva - 50.000, Valdir - 50.000, Primo - 450.000, Roversio - 500.000, Emerson - 200.000, Antunes - 1.000.000, Luiz Carlos - 100.000, Mangualde - 200.000, Ferreira - 800.000, Tiago Valente - 100.000, Valdir - 150.000 Médios - Fernando Pilar - 50.000, Paulo Gomes - 550.000, Edson - 600.000, Pedrinha - 400.000, Cristiano - 200.000, Ricardinho - 50.000, Jean Carlos - 50.000, Dédé - 50.000, Filipe Anunciação - 300.000, Wesley - 50.000 Avançados - Márcio Carioca - 50.000, Edson Di - 50.000, Renato Queirós - 300.000, Furtado - 50.000

Nacional

GR - Diego Benaglio - 1.000.000, Rafael Bracali - 50.000, Belman - 250.000, Defesas - Patacas - 400.000, Fernando Cardozo - 750.000, Avalos - 800.000, Alonso - 200.000, Felipe - 250.000, Ricardo Fernandes - 250.000, Bruno Basto - 1.000.000, Médios - Cléber - 750.000, Fellype Gabriel - 100.000, Juliano Spadacio - 500.000, Ricardo Pateiro - 100.000, Juninho - 50.000, João Coimbra - 500.000, Rogerinho - 50.000, Bruno Amaro - 500.000, José Vitor - 100.000 Avançados - Edu Sales - 50.000, Rodrigo Silva - 50.000, Lipatin - 100.000, Cássio - 200.000, João Moreira - 250.000,

U. Leiria

GR - Fernando - 500.000, Alemão - 250.000, Defesas - Hugo Costa - 450.000, Éder - 150.000, Antoni Lukasiewicz - 450.000, André Marques - 50.000, Renato - 900.000, Bruno Miguel - 200.000, Laranjeiro - 950.000, Éder Gaúcho - 1.000.000, Médios - Hadson - 300.000, Alhandra -850.000, Faria - 200.000, Marco Soares - 300.000, Toñito - 1.000.000, Zongo - 350.000, Tiago - 1.000.000, Avançados - Jessuí - 500.000, N´Gal - 50.000, Paulo César - 900.000, Cadu - 900.000, Sougou - 500.000, Maciel - 1.500.000, João Paulo - 500.000

Marítimo

GR - Fábio Santos - 200.000, Marcelo - 350.000, Christopher - 200.000, Marcos - 500.000, Defesas - Ricardo Esteves - 500.000, Ediglê - 800.000, Antoine van der Linden - 400.000, Gregory - 800.000, Edder Perez - 300.000, Evaldo - 800.000, Fernando - 250.000, Briguel - 500.000, Médios - Márcio Mossoró - 100.000, Bruno - 400.000, Olberdam - 200.000, Wenio - 1.000.000, Luís Olim - 250.000, Marcinho - 200.000, Fábio Felicio - 750.000, Avançados - Kanu - 250.000, Ariza Makukula - 4.250.000, Bruno Fogaça - 500.000, Moukouri - 100.000,

Naval

GR - Taborda - 250.000, Dani - 300.000, Defesas - Paulão - 300.000, Fabricio - 50.000, China - 200.000, Carlitos - 250.000, Igor - 50.000, Mário Sérgio - 800.000, Gaúcho - 50.000, Médios - Delfim - 1.000.000, Lazaroni - 50.000, Gilmar - 200.000, Dudu - 50.000, João Ribeiro - 50.000, Tiago Freitas - 50.000, Hugo Santos - 50.000, Solimar - 200.000, Felipe - 50.000, Andre Martins - 50.000, Davide - 750.000, Eanes - 50.000, Avançados - Elivélton - 50.000, Wandeir - 150.000, Marcelinho - 50.000, Saulo - 350.000

Boavista

GR - Carlos - 1.000.000, Peter Jehle - 800.000, Defesas - Gilberto Silva - 50.000, Leo Tambussi - 300.000, Moisés - 1.500.000, Ricardo Silva - 700.000, Bruno Pinheiro - 50.000, Rissutt - 50.000, Marquinho - 200.000, Mário Silva - 800.000, Marcelão - 50.000, Jorge Ribeiro - 1.000.000 Médios - Olufemi - 250.000, Fleurival - 50.000, Grzelak - 1.500.000, Mateus - 800.000, Diakité - 400.000, Bosancic - 900.000, Gajic - 50.000, Essamé - 200.000, Edgar - 1.000.000, Hugo Monteiro - 200.000, Ivan Santos - 50.000, Zé Kalanga - 300.000, Laionel - 50.000 Avançados - Fary - 800.000, Bangoura - 50.000

Académica

GR - Ricardo - 500.000, Pedro Roma - 500.000, Rui Nereu - 300.000, Defesas - Pedro Costa - 250.000, Sarmento - 400.000, Kaká - 200.000, Markus Berger - 350.000, Orlando - 100.000, Litos - 1.500.000, Vítor Vinha - 100.000, Pablo Castro - 50.000, Médios - Hélder Barbosa - 250.000, Paulo Sérgio - 200.000, Miguel Pedro - 100.000, Licá - 50.000, Cris - 50.000, Tiero - 50.000, Nuno Piloto - 400.000, Milos Pavlovic - 50.000, N´Doye - 750.000, Peralta - 600.000, Fofana - 50.000, Lito - 600.000, Ivanildo - 400.000, Avançados - Joeano - 1.500.000, Gyano - 100.000, Vouho - 50.000

Vitória de Setúbal

GR - Marco Tábuas - 500.000, Milojevic - 200.000, Eduardo - 50.000, Defesas - Hugo - 1.000.000, Robson - 50.000, Russiano - 100.000, Adalto - 300.000, Janício - 250.000, Auri - 400.000, Jorginho - 50.000, Flávio - 100.000, Madior - 100.000, Médios - Sandro - 300.000, Elias - 300.000, Filipe - 250.000, Bruno Ribeiro - 400.000, Ricardo Chaves - 500.000, Paulinho - 50.000, Julien - 300.000, Kim - 50.000, Bruno Gama - 1.000.000, Matheus - 600.000, Avançados - Edinho - 200.000, Léo Macaé - 50.000, Cláudio Pitbull - 2.000.000, Leandro Branco - 50.000

Estrela da Amadora

GR - Nélson - 750.000, Filipe Mendes - 50.000, Pedro Alves - 250.000, Defesas - Rui Duarte - 1.000.000, Cardoso - 50.000, Hélder Cabral - 250.000, Maurício - 500.000, Edu Silva -850.000, Hugo Carreira -200.000, Vítor Moreno - 100.000, Wagnão - 50.000, Médios - Mateus - 50.000, NDeaye - 200.000, Pedro Pereira - 50.000, Daniel Silva - 50.000, Nuno Viveiros - 200.000, Marco Paulo - 400.000, Fernando - 500.000, Sérgio Marquês - 50.000, Pedro Simões - 200.000, Marcelo - 50.000, Marcelo Goianira - 50.000, Tiago Gomes - 100.000, Luís Aguiar - 1.250.000, Avançados - Anselmo - 200.000, Yoni - 50.000, Moses - 100.000, Mossoró - 50.000

Vitória Guimarães

GR - Nilson - 300.000, Nuno Santos - 50.000, Serginho - 50.000, Defesas - Radanovic - 150.000, Luciano Amaral - 50.000, Sereno - 50.000, Márcio Martins - 50.000, Danilo - 50.000, Geromel - 250.000, Andrézinho - 50.000, Momha - 350.000, Médios - Ghilas - 50.000, Carlitos -500.000, Fajardo - 400.000, Moreno - 400.000, Desmarets - 50.000, Flávio Meireles - 500.000, João Alves - 3.000.000, Tiago Targino - 1.000.000, Alan - 1.000.000 Avançados - Mrdakovic - 700.000, Felipe - 50.000, Rabiola - 50.000

Leixões

GR - Beto - 50.000, Jorge Baptista - 900.000, Marco - 50.000, Defesas - Rubén - 50.000, Élvis - 50.000, Joel - 50.000, Ezequias -500.000, Marco Cadete - 50.000, Nuno Diogo - 300.000, Nuno Amaro - 200.000, Médios - Paulo Machado - 600.000, Hugo Morais - 50.000, Pedro Cervantes - 50.000,Ricardo Jorge - 50.000, Diogo Valente - 1.300.000, Bruno China - 50.000, Vinícius - 50.000, Vieirinha - 800.000, Nwoko - 50.000, Filipe Oliveira - 450.000, Livramento - 50.000, Jorge Duarte - 50.000, Jorge Gonçalves - 50.000, Avançados - Roberto - 500.000, Tales Schutz - 50.000

quinta-feira, setembro 06, 2007

Memorial Zandinga, 3ª Edição do Espaço Prof. Karamba e 2ª Edição da Liga dos Astros

Neste momento e após o terceiro dia de inscrições, temos admitidos a participar os seguintes condóminos:

Vermelho, cuja equipa se designará Eagles;

JC, cuja equipa se designará Cruzados;

Vermelho Nunca, cuja equipa se designará Pisa Lampião;

Cavungi, cuja equipa se designará Caça Lagartos/Suçuarana;

Vermelho Sempre, cuja equipa se designará Kubas4ever;

Biely, cuja equipa se designará Tacuara;

Pachulico, cuja equipa se designará Dragonheart;

Antes Morto que Vermelho, cuja equipa se designará Kick Lamps Till Death - KLTD;

Jorge Mínimo;

Sócio;

Samsalameh, que ainda não atribuiu nome à sua equipa;

Cuto, que ainda não atribuiu nome à sua equipa;

Salvatrucha;

Fura-Redes;

Lion Heart, cuja equipa se designará Os Barões da Pelota;

Zex;

Holtreman;

Kaiserlicheagle, cuja equipa se designará Golpista FC;

Jimmy Jump, cuja equipa se designará CFFórróbódó;

Total: 19 inscritos.

Apelo à participação do Condómino Braguilha e de todos quantos se nos pretendam juntar.

Relembro que o período de inscrições continua aberto até ao final do dia de hoje.

Antevisão do Portugal-Polónia

Scolari, a cada resultado negativo, foi “aliviando para canto”, respaldando-se em infalíveis contas que lhe asseguravam o apuramento.
As tais contas eram garante de tamanha segurança que Scolari desprezou qualquer ponta suplementar de ambição em vários jogos – Mais vale um pássaro na mão do que dois a voar, pareceu sempre ser a máxima do seleccionador nacional no decurso da presente fase de qualificação.
Como dizem os ingleses “Stick to the plan”.
Pois bem, aqui chegados uma só conclusão se nos depara – Scolari não é Cavaco.
Scolari também raramente tem dúvidas, mas, ao contrário do Prof. de Boliqueime, engana-se!
E, caso não ganhemos um dos dois próximos jogos, a dimensão do seu erro pode assumir proporções catastróficas!
Os equívocos têm sido mais do que muitos, senão vejamos, por exemplo, o último encontro frente à Arménia.
Scolari fez tudo mal, desde o onze escolhido às substituições!
Portugal alinhou com Ricardo, Miguel, Jorge Andrade, Fernando Meira, Paulo Ferreira, Raul Meireles, Tiago, Deco, Cristiano Ronaldo, Hélder Postiga, Simão Sabrosa.
Ou seja, com 5 jogadores que ainda não haviam iniciado a época, aos quais acresciam Miguel e Paulo Ferreira, sem ritmo competitivo, por não serem opção nos seus clubes!
Deste modo, não admira que os arménios corressem muito… ou melhor, não é de espantar que os arménios aparentassem correr muito!
E, não foi por falta de alternativas.
Jogou Ricardo, mas havia Quim;
Jogaram Miguel, Jorge Andrade e Paulo Ferreira quando havia Bosingwa, Bruno Alves, Caneira;
Jogaram Tiago, Deco e Simão Sabrosa quando havia Veloso, Moutinho, Nani e Quaresma.
Mas, ousar mexer poderia, porventura, ser entendido como a destruição de uma família e um pai nunca o faria ou consentiria!
Não satisfeito, Scolari conseguiu ir ainda mais longe!
Substituiu Postiga por Nuno Gomes, Simão por Quaresma e Jorge Andrade por Bruno Alves!
Isto é, posição por posição, denotando conservadorismo, falta de espírito de conquista, resignação, medo!
Scolari demonstrou, uma vez mais, como se tal fosse necessário, ser senhor de uma brutal incapacidade de leitura e de intervenção no jogo.
A qualificação para a fase final não admite mais concessões!
Estou em crer que não haverá lugar a malogros, até porque a superior qualidade dos nossos jogadores será suficiente para que os trilhos da qualificação sejam desbravados.

Grupo A: Classificação Geral


J V E D GM GS Pts

1 Polónia 9 6 1 2 15 7 19

2 Finlândia 9 5 2 2 11 6 17

3 Portugal 8 4 3 1 16 6 15

4 Sérvia 8 4 2 2 12 7 14

5 Bélgica 9 3 1 5 8 12 10

6 Arménia 8 2 2 4 4 8 8

7 Cazaquistão 9 1 3 5 6 13 6

8 Azerbaijão 8 1 2 5 4 17 5


Confronto Directo


Jogos Portugal Empates Polónia

5 2(40%) 1(20%) 2(40%)

quarta-feira, setembro 05, 2007

Memorial Zandinga, 3ª Edição do Espaço Prof. Karamba e 2ª Edição da Liga dos Astros

Neste momento e após o segundo dia de inscrições, temos admitidos a participar os seguintes condóminos:

Vermelho, cuja equipa se designará Eagles;

JC, cuja equipa se designará Cruzados;

Vermelho Nunca, cuja equipa se designará Pisa Lampião;

Cavungi, cuja equipa se designará Caça Lagartos/Suçuarana;

Vermelho Sempre, cuja equipa se designará Kubas4ever;

Biely, cuja equipa se designará Tacuara;

Pachulico, cuja equipa se designará Dragonheart;

Antes Morto que Vermelho, cuja equipa se designará Kick Lamps Till Death - KLTD;

Jorge Mínimo;

Sócio;

Samsalameh, que ainda não atribuiu nome à sua equipa;

Cuto, que ainda não atribuiu nome à sua equipa;

Salvatrucha;

Fura-Redes;

Lion Heart, cuja equipa se designará Os Barões da Pelota;

Zex;

Apelo à participação dos Condóminos Holtreman, Jimmy Jump e Braguilha e de todos quantos se nos pretendam juntar.

Relembro que o período de inscrições continua aberto até ao final desta semana.

Façam o Favor de Botar Faladura

Esta será a rubrica que preencherá as Quintas-Feiras e que se destina a dar voz aos condóminos deste blog.
Será neste espaço que irão ser publicados aos já tão afamados "artigos de opinião".
O sucesso desta coluna depende apenas de vós e da disponibilidade que demonstrarem para redigir um artigo de opinião sobre o que entenderem.
Peço-vos, à imagem do que sucedeu na época passada, que em comentário a este post expressem a vossa intenção de colaborar.
Em dia de inauguração, publicarei o artigo de opinião desta semana de MST:

"Onze dias fora do mundo sabem sempre bem, são até uma necessidade para quem, por dever de oficio, passa um ano inteiro, dia após dia, a seguir os sinais do mundo. Uma vez ao ano, pelo menos, eu dedico-me a esse exercício de limpeza do espírito. Infelizmente, porém, vem acontecendo ultimamente que, de cada vez que o faço, o meu afastamento coincide com algum momento decisivo da cena futebolística nacional, no que às minhas cores diz respeito. Afastar-me e perder um Benfica-FC Porto ou um FC Porto-Sporting, já vem sendo uma fatalidade que, todavia, não me faz prescindir do essencial — e o essencial, meus caros amigos, não é nem há-de ser nunca o futebol.
Desta vez, tudo se acumulou para me isolar do mundo: onde estive, não chegavam jornais nem televisão de Portugal, a Internet não funcionava e, para fechar o círculo, até o telemóvel caiu à agua e deixou de funcionar também. Soube-me pela vida! Lá soube que o FC Porto tinha ganho ao Sporting por 1-0 e que o Benfica tinha ultrapassado o FC Copenhaga e conseguido o acesso à Liga dos Campeões. E foi tudo.
Comecei a recuperar o perdido logo com a leitura dos jornais do dia no avião, e continuei com horas de leitura de dez dias de jornais atrasados, que me esperavam à chegada. Eis as conclusões resumidas deste curioso exercício de updating intensivo.
— O FC Porto ganhou ao Sporting aparentemente sem espinhas e apenas porque jogou mais ou menos mal ou porque fez mais pela vitória do que o adversário. Das várias opiniões lidas, não consta que o Sporting alguma vez tenha estado em perigo de poder ganhar o jogo ou sequer tentar ganhá-lo. A diferença para o jogo da Supertaça é que, desta vez, não apareceu um pontapé do outro mundo para desmentir a verdade do ditado que diz que quem não arrisca não petisca. Mas, afinal, os sportinguistas (nem outra coisa seria de esperar deles na hora da derrota…) trataram logo de vir explicar que só perderam o jogo por culpa do árbitro. Este teria interpretado mal a intenção de Polga ao atrasar a bola para o seu guarda-redes: ele não quis atrasá-la, quis apenas cortá-la — palavras do próprio Polga. Já há uns meses, também no Dragão, o Polga não teve intenção de derrubar o Pepe na área, quis apenas cortar a bola. Foi coincidência que então a bola nem se tenha mexido, enquanto o Pepe levantou voo, e coincidência que agora a bola tenha ido direitinha para as mãos do guarda-redes. A grande diferença é que, se então o árbitro esteve sincronizado com as intenções do Polga, desta vez não esteve. Mas parece também que, no domingo passado e frente ao Belenenses, o árbitro já esteve melhor sincronizado com as intenções sportinguistas. Basta ver como, desta vez, eles se remeteram ao silêncio sobre a arbitragem. No final, contas feitas e se voltarem a perder o campeonato por um ponto, juro-vos que eles virão dizer que só não foram campeões porque o árbitro percebeu mal que a intenção do Polga não era atrasar a bola para o guarda-redes, no jogo do Dragão. Vira o disco e toca o mesmo de sempre…
— Quarta-feira, o Benfica comprou mais três sul-americanos e Di Maria estreou-se, finalmente curado da lesão que trazia e confirmando as boas referências que lhe fizeram. E, no decisivo jogo de Copenhaga, conforme reza a crónica de A BOLA, teve a sorte do jogo e a sorte da arbitragem. E, assim, Camacho fez esquecer Fernando Santos e salvou a intangibilidade de Luís Filipe Vieira. Porque, se o Benfica tem falhado a Liga dos Campeões, para algum lado se iria virar a ira dos adeptos e palpita-me que, desta vez, não seria contra o treinador.
— Francamente, achei de muito mau gosto e muito pouco desportiva a intransigência do FC Porto ao não ceder ao adiamento do seu jogo contra o União de Leiria. Para mais, com a paragem do campeonato no próximo fim-de-semana, não havia argumento razoável que o justificasse (e, para mais, se o jogo tem sido ontem, eu já o tinha visto…). Parece-me que a intenção clara foi tirar partido do cansaço do adversário — e conseguiu-o. São jogadas que não gosto de ver, nem no meu clube ou, principalmente, no meu clube.
— Em três jornadas, o FC Porto matou três borregos da época passada: Sp. Braga, Sporting e U. Leiria. Foi um começo de campeonato a 100%, cuja importância se poderá revelar determinante no futuro. Mas nem tudo é líquido na equipa de Jesualdo Ferreira. A situação de Postiga, nem vendido nem aproveitado, é uma das razões de perplexidade. A outra é, obviamente, a situação dos reforços, de que já aqui falei. Jesualdo não gosta da palavra reforços e acha que numa equipa campeã ninguém é comprado para entrar a jogar mas, sim, para ficar em banho-maria, à espera que algum dos campeões se lesione. É um ponto de vista de treinador e aceitável, como todos os outros. Diferente é o meu ponto de vista, o de accionista e sócio pagante. E insisto no meu ponto de vista, já longamente exposto: se os reforços não fazem falta nem têm, por si só, categoria para entrar directamente na equipa, para quê a necessidade de comprar uma dúzia deles todos os anos, fazendo com que o grande problema da gestão do plantel seja arranjar clubes que os queiram por empréstimo? Das duas, uma: Jesualdo não tem razão na forma como não integra novos jogadores com valor na equipa, ou tem razão em não integrá-los mas, neste caso, deve uma explicação aos sócios sobre o motivo porque os quis, e logo tantos. É que gastar dinheiro a comprar jogadores por atacado é fácil. Só que depois vai ser urgente vender o Quaresma para esconder o défice acumulado a pagar ordenados a jogadores inúteis e excedentários.
— Desafio alguém a dizer-me quais eram os clubes de Carl Lewis, Jesse Owens, Juantorama, Abéé Bikila, ou qualquer outra das glórias eternas do atletismo mundial. Lá fora, de certeza que muitos não esqueceram os nomes de Carlos Lopes, Fernanda Ribeiro ou Rosa Mota. Quem não esqueceu, sabe que são atletas portugueses, mas de certeza que ninguém sabe a que clube pertenciam. O atletismo tem essa vantagem anti-clubística sobre o futebol. Ou melhor, tinha: porque esta semana, lendo opiniões de vários leitores de vários jornais, cheguei à conclusão de que os dois novos campeões mundiais, Vanessa Fernandes e Nelson Évora, não são de Portugal mas, sim, do Benfica. Pois felicito o Benfica pelos seus campeões do mundo mas, se não se importam, considero que eles são campeões de nós todos e não apenas dos benfiquistas.
PS: Se bem percebi, a minha colega de coluna, Leonor Pinhão, desmente que tenha tido alguma coisa que ver com a escrita do livro da d.ª Carolina Salgado ou com a entusiástica ressurreição das investigações do Apito Dourado, determinadas pela publicação dessa obra literária. Parece que ela, e citando as suas próprias palavras, nunca se dispôs a «sujeitar a verdade ao crivo do julgamento popular em função das paixões clubistas que toldam o raciocínio». Assim, por exemplo, o tão publicitado filme Corrupção — de que ela é autora do script e o marido da direcção — não tem nada que ver com um julgamento popular ditado por paixões clubistas, em que a verdade já está estabelecida previamente, sem necessidade de contraditório, o julgamento já está feito e a sentença já está dada. É tudo uma aldrabice."

terça-feira, setembro 04, 2007

Memorial Zandinga, 3ª Edição do Espaço Prof. Karamba e 2ª Edição da Liga dos Astros

Neste momento e após o primeiro dia de inscrições, temos admitidos a participar os seguintes condóminos:

Vermelho, cuja equipa se designará Eagles;

JC, cuja equipa se designará Cruzados;

Vermelho Nunca, cuja equipa se designará Pisa Lampião;

Cavungi, cuja equipa se designará Caça Lagartos/Suçuarana;

Vermelho Sempre, cuja equipa se designará Kubas4ever;

Biely, cuja equipa se designará Tacuara;

Pachulico, cuja equipa se designará Dragonheart;

Antes Morto que Vermelho, cuja equipa se designará Kick Lamps Till Death - KLTD;

Jorge Mínimo, que ainda não atribuiu nome à sua equipa;

Sócio, que ainda não atribuiu nome à sua equipa;

Samsalameh, que ainda não atribuiu nome à sua equipa;

Cuto, que ainda não atribuiu nome à sua equipa;

Apelo a estes condóminos que tão rápido quanto lhes for possível preencham esta lacuna.

Apelo à participação dos Condóminos Zex, Fura-Redes, Holtreman, Prof. Venceslau, Jimmy Jump, Lionheart e Braguilha e de todos quantos se nos pretendam juntar.

Relembro que o período de inscrições continua aberto até ao final desta semana.

Livro de Reclamações

Inauguro, hoje, a rubrica que irá preencher as quartas-feiras e que denominei "Livro de Reclamações".
Será o espaço próprio para os gritos de alma, para a denúncia dos atropelos à ética e à verdade desportiva, enfim, para delatar as iniquidades do nosso panorama desportivo.
Trago à colação três assuntos perfeitamente distintos:

a) a falta de condições logísticas que possibilitem a preparação dos nossos atletas nas diferentes especialidades durante o Inverno

Francis Obikwelu viu-se forçado a zarpar para Espanha em busca de requisitos dignos de treino, trilho este que Nélson Évora anunciou já que iria palmilhar.
Portugal alcançou títulos em grandes competições internacionais em disciplinas técnicas, contrariando a tendência iniciada nos anos 80 de triunfos no fundo e meio-fundo.
Todavia, tal não resultou de qualquer trabalho em profundidade da Federação Portuguesa de Atletismo ou de um qualquer esforço estatal no sentido de proporcionar e incrementar as infra-estruturas desportivas à disposição dos praticantes, mas "apenas" do talento.
Foram e são fenómenos circunstanciais, ditados pela genética.
Alcançar títulos olímpicos, mundiais ou europeus não beneficiando dos mais elementares meios de treino só pode ser fruto de um incomensurável talento!

b)o não adiamento do U. Leiria/FC Porto

Ausência total de ética na competição.
O Porto não soube ser grande.
Uma só intenção presidiu à intransigência portista - tirar proveito da fadiga dos leirienses, fisicamente exauridos após a viagem a Israel.
Nem sequer se alcançam razões para pensar de modo distinto, pois que o campeonato pára no próximo fim-de-semana para os compromissos da selecção nacional.
Afinal, nem sempre amor com amor se paga...

c)o pagamento de bilhete de adulto exigido às crianças que pretendiam assistir ao Nacional/Benfica, cujo preço podia ascender a 25,00€

A generalidade dos estádios portugueses apresentam indíces de ocupação paupérrimos, muito abaixo dos 50%.
Ao invés de serem implementadas medidas no sentido de serem atraídos novos públicos, que permitam preencher o vazio do betão, "investe-se" no acentuar das dificuldades presentes e futuras.
Até ao jogo de Domingo, o Nacional sempre franqueou as portas aos menores de 12 anos.
No Domingo, a voragem do capital que poderia resultar do aumento da lotação do estádio fez com que se alterasse uma prática consolidada há anos.
O Estádio, cuja construção e a própria nova bancada foram financiados em larga medida pelo erário público, acabou por não lotar.
E, assim, se vai matando o futebol em Portugal.

segunda-feira, setembro 03, 2007

Memorial Zandinga

O Memorial Zandinga será a versão relativa às competições europeias do já consagrado Espaço Prof. Karamba.
A configuração deste espaço será, contudo, um pouco diferente.
Assim, os participantes não jogarão num sistema de todos contra todos, mas sim, à imagem da Champions, agregados em grupos, numa primeira fase, e em eliminatórias num segundo momento.
Os jogos sobre os quais incidirão as apostas são os disputados na Champions e os relativos à Taça UEFA nos quais sejam intervenientes equipas portuguesas.
A pontuação não irá sofrer quaisquer alterações, pelo que serão atribuídos 10 pontos a quem acertar totalmente no resultado final verificado e 5 a quem palpitar correctamente o vencedor da partida (resultado final 2-1, aposta 2-1 - 10 pontos; resultado final 2-1, aposta 3-1 - 5 pontos).
Cada participante disporá de um Joker, que lhe permitirá duplicar a pontuação obtida na partida em que for utilizado.
Da soma das pontuações alcançadas, obter-se-á a classificação do grupo.
Todavia, a estes pontos acrescerá um bónus de 5 pontos por cada aposta correcta no posicionamento final das equipas integrantes de cada grupo no final da 1ª fase da Champions.
Apurar-se-ão, em princípio, os 2 primeiros classificados de cada grupo (dependendo do número de inscritos).
Finda que seja esta primeira fase, os intervenientes que logrem apurar-se, disputarão entre si, em sistema de eliminatória, a vitória final do Memorial Zandinga.
Em caso de empate, a vitória na eliminatória será decidida com base nos pontos obtidos na 1ª fase, preferindo o melhor classificado.
Os participantes que não logrem apuramento, serão chamados a disputar entre si, em sistema de todos contra todos, o seu posicionamento final no Memorial Zandinga.
Os pontos acumulados na 1ª fase transitarão para esta 2ª fase, na medida da sua metade (só no que respeita aos eliminados, claro está).
Os participantes que forem sendo eliminados, transitarão, automaticamente, para a série dos eliminados, assumindo, em medida de metade, os pontos acumulados na 1ª fase.

Peço-vos que formalizem a vossa inscrição neste espaço, em comentário a este post até ao final desta semana, de forma a permitir o sorteio e a elaboração dos grupos.

3ª Edição do Espaço Prof. Karamba

O espaço Prof. Karamba não podia deixar de marcar presença nesta nova época desportiva.
E, também, com novidades:

1) Alargamento do número de jogos a palpitar

Esta época, os participantes serão chamados a palpitar os resultados dos 8 jogos que compõem cada jornada da Liga Bwin.

2) Joker

Esta época, os particiantes dispõem de um Joker, que lhes permitirá duplicar a pontuação obtida na partida em que for utilizado.

3)Competições abrangidas

Esta época, o Espaço Prof. Karamba cingir-se-á à Liga Bwin.
Será criada uma versão deste espaço relativa aos jogos das competições europeias, a qual será completamente independente do tradicional Espaço Prof. Karamba (será, inclusivé, estruturada de forma diversa, seguindo o modelo da Champions, com uma fase de grupos e subsequentes eliminatórias).

Assim e resumindo, direi que os jogos sujeitos a palpite serão os relativos a cada jornada da Liga Bwin e que cada participante disporá de um Joker, que lhe permitirá duplicar a pontuação obtida na partida em que for utilizado.
A pontuação não irá sofrer quaisquer alterações, pelo que serão atribuídos 10 pontos a quem acertar totalmente no resultado final verificado e 5 a quem palpitar correctamente o vencedor da partida (resultado final 2-1, aposta 2-1 - 10 pontos; resultado final 2-1, aposta 3-1 - 5 pontos).
Claro está, que se se verificar um empate, será aplicado o princípio supra enunciado (resultado final 2-2, aposta 2-2 - 10 pontos; resultado final 2-2, aposta 1-1 - 5 pontos).
Este Espaço iniciar-se-à na próxima jornada da Bwin Liga, sendo certo que o post relativo aos palpites a formular será publicado na quarta-feira da próxima semana.

Peço-vos que formalizem a vossa inscrição neste espaço, em comentário a este post até ao final desta semana.

2ª Edição da Liga dos Astros - Novidades e Inscrições

A Liga dos Astros conhecerá a sua 2ª edição na época 2007-2008.
Todavia, serão introduzidas algumas alterações na mecânica deste espaço:

1) A constituição do plantel -

Os participantes dispõem de um orçamento de 60 milhões de Euros, os quais terão que gerir na aquisição dos 15 jogadores que constituirão o plantel.

2) Os jogadores

Será elaborada uma avaliação tendo por base os valores constantes do site “http://www.transfermarkt.de” como sendo o de mercado dos jogadores dos clubes participantes na Liga Bwin (apenas serão introduzidos os valores respeitantes a jogadores sem a sua menção naquele site)

3)A pontuação

Avaliação de desempenho por parte dos jornalistas do site Mais Futebol;
Participação num jogo - 1 ponto;
Jogar pelo menos 60 minutos - 2 pontos;
Golos marcados por defesas - 6 pontos;
Golos marcados por médios - 5 pontos;
Golos marcados por avançados - 4 pontos;
Guarda-redes que joguem pelo menos 60 minutos e não concedam golos - 4 pontos;
Defesas que joguem pelo menos 60 minutos e cuja equipa não sofra golos - 4 pontos;
Médios que joguem pelo menos 60 minutos e cuja equipa não sofra golos - 2 pontos;
Guarda-redes que defenda um penalty - 5 pontos;
Jogador que falhe um penalty - -2 pontos;
Por cada 2 golos concedidos (defesas e guarda-redes)- -1 ponto;
Cartão amarelo - -1 ponto;
Cartão Vermelho- -3 pontos;

Para já, peço-vos que formalizem a vossa inscrição neste espaço, em comentário a este post e através da indicação do nome da vossa equipa até ao final desta semana.
Após o termo do prazo supra indicado, será divulgado o regulamento da 2ª edição da Liga dos Astros, bem como o valor dos jogadores para que possam construir os vossos plantéis.

Vedetas & Marretas

Inicio, hoje, uma rubrica que intitulei de “Vedetas & Marretas” e que se destina a eleger os praticantes desportivos, os dirigentes, os árbitros, os jornalistas ou as instituições que se destacaram de forma positiva e negativa em cada uma das semanas.

Vedetas

Nelson Évora pelo título de campeão mundial no triplo salto;
Vanessa Fernandes pelo título de campeã mundial de Triatlo;
Rui Costa por mais um inolvidável momento de pura classe no golo que obteve na Madeira;
Di Maria pelo virtuosismo que exibiu na partida frente ao Nacional;
Cardozo pelo bis frente ao Nacional;
João Paulo pela exibição que protagonizou e pelo respeito que revelou pela instituição que o formou;
Liedson por mais uma vez ter resolvido e pela excelente execução técnica da cabeçada que viria a resultar no golo da vitória leonina;
Simon Vukcevic pelo soberbo cruzamento que redundaria no tento do Sporting;
Vieirinha pelo magnífico golo que apontou frente ao Guimarães;
Fajardo pelo bis frente ao Leixões na confirmação de um dos bons valores do futebol português;
Makukula pela liderança da tabela dos melhores marcadores;
Linz pelo regresso aos golos e pela sua transferência ter exposto João Loureiro ao ridículo;
Cadu pelo golo que obteve e que guindou o Cluj à liderança do campeonato romeno;
Lazaroni por ter conduzido o Marítimo ao 1º lugar na Bwin Liga;
Paulo Bento pelas substituições que promoveu;
Mozer pela liderança do Girabola;
SL Benfica pelo apuramento para a Champions;
Leiria pelo apuramento para a Taça UEFA;
FC Porto pelo terceiro “borrego” consecutivo que “matou” em Leiria;
Santa Clara pelo terceiro triunfo em outros tantos jogos e pela liderança isolada da Liga Vitalis;

Marretas

Árbitro auxiliar do Paços de Ferreira-Boavista, que validou o golo do empate axadrezado, não obstante a evidente posição de fora de jogo de Bangoura (uns bons metros);
Árbitro auxiliar do Leiria-Porto, que validou o segundo golo portista, pese embora Bruno Alves tenha "cruzado a bola" quando esta havia já transposto na totalidade a linha de fundo;
Manuel Machado por mais uma derrota, desta feita frente a uma equipa que alinhou com menos uma unidade durante 83 minutos;
Jorge Costa pelas equívocas, infelizes, despropositadas e desnecessárias declarações que proferiu no final do encontro com o Estrela;
Jorge Jesus pelos constantes atropelos à língua portuguesa e pelo mau perder revelado;
Jokanovic pelo Hara-Kiri táctico que protagonizou ao lançar Zé Vítor e Cássio ao intervalo da partida com o Benfica;
Mourinho pela derrota e pela fraca exibição do Chelsea em Vila Park;
Diego Benaglio pela desastrada reposição da bola em jogo, que redundou no 1º golo do Benfica;
Makukula pela bárbara agressão a Paulo Sérgio que resultaria na sua expulsão;
Moutinho pelo mau momento de forma e pelo penalty falhado;
Paulo Roberto pela grosseira simulação que ensaiou no jogo frente à Naval;

domingo, setembro 02, 2007

Análise à 3ª Jornada da Liga Bwin

BWin Liga, 3.ª jornada

NACIONAL-BENFICA
Estádio da Madeira, na Choupana
Hora: 21:15
Árbitro: Bruno Paixão (Setúbal)


NACIONAL
Benaglio, Patacas, Ávalos, Ricardo Fernandes e Alonso; Cléber, Bruno Amaro, Juliano e Fellype Gabriel; Edu Sales e Lipatin.

Suplentes: Bracalli, Cardozo, Cássio, Pateiro, Juninho, Zé Vítor e João Coimbra.

Treinador: Pedrag Jokanovic

Substituições
46' Edu Sales por Cássio
46' Bruno Amaro por José Vítor
73' Lipatin por Ricardo Pateiro


BENFICA
Quim, Luís Filipe, Miguel Vitor, Katsouranis, Léo, Petit, Rui Costa, Maxi Pereira, Di Maria, Cardozo e Nuno Gomes.

Suplentes: Butt, Edcarlos, Miguelito, Bergessio, Nuno Assis, Cristiano Rodriguez e Romeu Ribeiro.

Treinador: José Antonio Camacho

Substituições
63' Nuno Gomes por Cristian Rodriguez
83' Di Maria por Romeu Ribeiro

Golos
0 - 1 17' Cardozo
0 - 2 69' Rui Costa
0 - 3 76' Cardozo (penalty)



Vitória categórica e incontestável do Benfica na Choupana ou como o triunfo em Copenhaga transformou uma equipa.
Até Copenhaga, a equipa do Benfica vivia em estado de profunda descrença, imersa numa depressão aparentemente insolúvel no curto prazo.
Pois bem, o Benfica de hoje no Estádio da Madeira despertou do obscurantismo - Tranquilo, confiante, alegre, dinâmico, solto, alardeando espírito de grupo e de conquista.
A sua superioridade nunca esteve em causa, tão cavada que sempre se revelou.
Se no primeiro tempo ainda se vislumbraram ténues sinais de equilíbrio, ainda que esporádicos e descontextualizados do rumo da partida, na segunda metade a maior qualidade encarnada emergiu cristalina.
Camacho estruturou a sua equipa num 4x2x3x1, com Petit e Rui Costa assumindo o primeiro momento de construção ofensiva e Di Maria o segundo.
Com Nelson indisponível por lesão, Camacho viu-se, mais uma vez, obrigado a alterar o onze inicial, aproveitando a «deixa» para lançar o uruguaio Maxi Pereira para o lado direito do meio-campo, o que implicou o recuo de Luís Filipe para a lateral do mesmo flanco.
Tudo o mais permaneceu igual à equipa que venceu na Dinamarca.
Sob o comando de Rui Costa e Di Maria, o Benfica assumiu cedo o controlo do jogo, imprimindo um ritmo assaz forte.
Rui Costa pautava o processo atacante no primeiro e segundo terços do terreno, enquanto que Di Maria assumia os desequilíbrios no último, quer através de mudanças de velocidade e dribles, quer através de movimentos de ruptura entre linhas.
Aos 17 minutos, Cardozo, aproveitando uma deficiente reposição da bola em jogo por parte de Diego Benaglio, fez o 0-1.
O Nacional ainda ensaiou uma tímida reacção, mas com excepção de um lance aos 31 minutos protagonizado por Fellype Gabriel, que obrigou Quim a grande defesa, nunca se acercou com verdadeiro perigo da baliza encarnada.
Em vantagem, o Benfica reduziu a intensidade e privilegiou a contenção.
Na segunda parte, Jokanovic decidiu lançar Zé Vítor e Cássio.
Foi o Hara-Kiri táctico do técnico nacionalista.
O Nacional subiu as suas linhas e expôs-se às rápidas transições do Benfica, mormente às velozes investidas de Di Maria, que desbaratava o extremo reduto nacionalista.
Com mais espaços, o virtuosismo de Di Maria, a classe de Rui Costa e as diagonais de Maxi Pereira (uma exibição sempre em crescendo, na qual revelou não ser um típico jogador de linha, mas antes um médio interior, que abra bem na ala e que desenha diagonais muito interessantes para o centro) sobressaíam e a dimensão da superioridade encarnada fazia adivinhar o segundo golo.
E, assim, aconteceu.
Aos 69 minutos, um golo magistral de Rui Costa - entrou pela zona frontal, em slalom, tirou dois adversários do caminho e atirou colocado ao ângulo inferior esquerdo da baliza de Diego Benaglio.
A partida estava sentenciada e o Nacional rendido.
Camacho aproveitou, então, para estrear Cristian Rodríguez.
Di Maria derivou para a posição 10, enquanto que o uruguaio assumiu o flanco esquerdo (num contexto de reduzida exigência competitiva, demonstrou boa capacidade de drible, velocidade e capacidade para jogar em qualquer um dos três lugares do meio-campo ofensivo).
O terceiro golo não tardou – Maxi Pereira descreveu uma diagonal da direita para o centro, tabelou com Cardozo, entrou isolado na área e foi derrubado pelo guarda-redes do Nacional.
Cardozo, na conversão do penalty, estabeleceu o resultado final que, na fase terminal, poderia ter sido ainda mais dilatado.

SPORTING-BELENENSES
Estádio de Alvalade, em Lisboa
Hora: 19.15
Árbitro: Carlos Xistra (Castelo Branco)

SPORTING
Stojkovic; Abel, Tonel, Polga e Ronny; Miguel Veloso, João Moutinho, Izmailov e Romagnoli; Liedson e Derlei

Suplentes: Tiago, Gladstone, Pereirinha, Farnerud, Vukcevic, Yannick Djaló e Purovic

Treinador: Paulo Bento

Substituições
57' Miguel Veloso por Simon Vukcevic
66' Izmailov por Milan Purovic
66' Tonel por Yannick Djaló

BELENENSES
Costinha; Cândido Costa, Hugo Alcântara, Rolando e Rodrigo Alvim; Gómez, Ruben Amorim, Fernando, Silas e Zé Pedro; Roncatto

Suplentes:
Marco Gonçalves, Gonçalo Brandão, Devic, Rafael Bastos, Amaral, Mendonça e João Paulo

Treinador: Jorge Jesus

Substituições
52' Zé Pedro por Marco
64' Silas por Rafael Bastos

Golos
1 - 0 80' Liedson



Em Alvalade, triunfo justo, mas sofrido do Sporting.
Tal como no Dragão, o Sporting não entrou bem na partida.
Aliás, pode-se mesmo afirmar que a primeira parte do jogo desta noite constituiu uma cópia fiel da exibição leonina na primeira metade daquele encontro.
Escrevi: "Paulo Bento manteve-se fiel ao seu esquema táctico de eleição, 4x4x2 em losango.
Se noutras ocasiões o Sporting logrou alcançar predomínio claro sobre o Porto (leia-se Belenenses) na zona intermediária, fruto das basculações dos médios interiores e da liberdade de movimentos concedida ao pivot defensivo, neste jogo tal não sucedeu.
Não aconteceu, desde logo, porque Miguel Veloso viu a sua acção cerceada por Lisandro (leia-se falta de dinâmica de Miguel Veloso, lento a executar e a preencher os espaços).
Depois, porque Abel e Ronny nunca deram profundidade ofensiva pelo flanco, assoberbados que estavam com a cobertura aos extremos portistas (leia-se falta de acerto na definição das iniciativas atacantes).
Por fim, porque Izmailov nunca se assumiu como um verdadeiro interior (procurou sempre a ala e nunca o espaço interior) para além da sua colocação à direita ter implicado a derivação de Moutinho para o vértice esquerdo do losango.
No vértice esquerdo, Moutinho não consegue expressar as suas melhores qualidades na interpretação do modelo táctico idealizado por Paulo Bento.
Uma das mais valias de Moutinho, quiçá a tacticamente mais relevante, são os seus movimentos laterais para as alas, os quais, pura e simplesmente, não aparecem à esquerda.
Izmailov é um ala e falha nos movimentos interiores que o losango exige.
Descaracterizou o losango e permitiu ao Porto equilibrar o jogo na zona central (3 unidades para igual número por parte do Sporting).
Assim, sem profundidade pelas alas e sem dinâmica por banda dos médios interiores, o Sporting não existiu ofensivamente (leia-se apenas existiu a espaços e de forma pouco consistente).
Incapaz de emprestar velocidade à transição ofensiva, o Sporting nunca se acercou com perigo da baliza de Helton na primeira parte (leia-se raramente se acercou com perigo da baliza de Costinha)."
Na primeira parte, fruto da baixa intensidade do jogo, o Belenenses logrou equilibrá-lo, tendo, inclusivé, construído a melhor oportunidade de golo (remate de Amorim ao poste).
Na segunda parte, logo no dealbar, o Belenenses dispôs de uma excelente oportunidade que Zé Pedro desperdiçou de forma disparatada.
Pouco depois, o lance que viria a decidir o rumo da partida.
Liedson foi derrubado por Costinha na grande área, penalty e expulsão do guardião azul.
Moutinho chamado a conversão do castigo máximo, permitiu a defesa de Marco, que entretanto havia substituído Zé Pedro.
Ainda que não haja logrado colocar-se em vantagem no marcador, a superioridade numérica leonina seria determinante para o resto da contenda.
Paulo Bento abjurou a sua fé no 4x4x2 em losango e prescindiu de um central e um médio defensivo para reforçar as opções de ataque (antes havia já substituísdo Miguel Veloso por Vukcevic.
Fez entrar Yannick e Purovic, passando a equipa a ostentar uma estrutura algo sui generis - 3x3x4.
Por outro lado, reduzido a 10 unidades e sem um dos vértices no triângulo de construção, o Belenenses abdicou do processo ofensivo, remetendo-se, em exclusivo, à defesa da sua baliza.
Claro está que estas diferentes dinâmicas só podiam redundar numa avalanche de futebol ofensivo do Sporting, face à qual o Belenenses pretendia apenas sobreviver.
Muita alma e pouco discernimento conduziam as iniciativas leoninas ao insucesso.
Contudo, aos 80 minutos, num raro momento de lucidez e racionalidade, Vukcevic "arrancou" um soberbo cruzamento, que encontrou uma não menos fantástica cabeçada de Liedson para o 1-0.
Faltavam ainda dez minutos para o final, mas a história do encontro terminava neste momento.

U. LEIRIA-FC PORTO
Estádio Municipal de Leiria
Hora: 20:30
Árbitro: João Vilas Boas (Braga)

U. LEIRIA
Fernando; Éder, Bruno Miguel, Lukasiewicz, Éder Gaúcho, Laranjeiro; Tiago, Faria; Sougou, Ngal e Paulo César

Suplentes: Rafael, Cadu, Alhandra, Marco Soares, Toñito, João Paulo, Jessui

Treinador: Paulo Duarte

Substituições
48' Serge NGal por Cadu Silva
51' Lukasiewicz por João Paulo
82' Faria por Toñito

FC PORTO
Nuno; Bosingwa, Bruno Alves, João Paulo, Fucile; Paulo Assunção, Raul Meireles e Lucho González; Tarik Sektioui, Quaresma e Lisandro López

Suplentes: Ventura, Stepanov, Cech, Mariano Gonzalez, Leandro Lima, Kazmierczak e Edgar

Treinador: Jesualdo Ferreira

Substituições
65' Tarik Sektioui por Mariano Gonzalez
70' Paulo Assunção por Leandro Lima
75' Lisandro Lopez por Edgar

Golos
0 - 1 37' Tarik Sektioui
0 - 2 49' Lisandro Lopez
0 - 3 65' João Paulo



Em Leiria, o Porto venceu o União local por três golos sem resposta.
Não vi o jogo, apenas o resumo.
Do que vi e ouvi, pareceu-me um sucesso justo e incontestado.


LIGA – 3 ª JORNADA

P. Ferreira 1-1 Boavista
Marítimo 2-0 Académica
U. Leiria 0-3 F.C. Porto
Sporting 1-0 Belenenses
Sp. Braga 2-1 E. Amadora
Naval 0-0 V. Setúbal
Nacional 0-3 Benfica
Leixões 2-2 V. Guimarães


CLASSIFICAÇÃO – LIGA

Clube Pts J
1. Marítimo 9 3
2. FC Porto 9 3
3. Sporting 6 3
4. Sp. Braga 6 3
5. Benfica 5 3
6. E. Amadora 4 3
7. V. Guimarães 3 3
8. V. Setúbal 3 3
9. Leixões 3 3
10. Boavista 2 3
11. P. Ferreira 2 3
12. U. Leiria 2 3
13. Naval 2 3
14. Nacional 2 3
15. Belenenses 1 3
16. Académica 1 3