Vedetas
Porto e Jesualdo pelo concludente triunfo averbado frente ao Marítimo;
Lisandro por mais um bis;
Spesi pela estreia com assistência para o 2º golo do Benfica;
Moutinho pelo excelente golo que apontou frente ao Estrela da Amadora;
Carvalhal e Setúbal pela vitória em Braga, a terceira em outros tantos confrontos na temporada;
Nacional pelo triunfo frente ao Guimarães;
Fabiano pela estreia com golo no Nacional-Guimarães;
Jorge Gonçalves pelo bis frente ao Boavista;
Penafiel pelo triunfo frente ao Beira-Mar;
Vizela pela vitória frente ao Varzim, que lhe permitiu consolidar o 2º lugar na Liga Vitalis;
Portimonense pelo triunfo frente ao Gondomar, que lhe permitiu sair da linha de água na Liga Vitalis;
Manchester pela goleada e consequente eliminação imposta ao Arsenal em jogo a contar para a Taça de Inglaterra;
Nani pelo recital de futebol na goleada do Manchester United frente ao Arsenal;
Barnsley pela eliminação do Liverpool da Taça de Inglaterra;
Barcelona pela vitória averbada frente ao Saragoça;
Sevilha pelo triunfo em Barcelona frente ao Espanyol;
Beto pelo golo obtido na vitória do Huelva frente ao Deportivo;
Athletic Bilbao pelo triunfo alcançado frente ao Atlético Madrid;
Juventus pelo triunfo caseiro frente à Roma;
Sampdória pela vitória no derby de Génova;
VfL Wolfsburg pela vitória no terreno do Schalke;
Alpendorada pela goleada imposta ao Sporting em jogo a contar para o Nacional de Futsal;
São Bernardo pelo triunfo frente ao Madeira SAD, que lhe permitiu assegurar um lugar no play-off da Liga de Andebol;
Vagos pela vitória sobre o Ginásio na Liga de Basquetebol;
Yelena Isinbayeva por mais um record mundial do salto com vara;
Marretas
Jokanovic pela inqualificável atitude que protagonizou no final do Nacional-Guimarães;
Emílio Macedo pela frase que o guindará ao panteão dos ícones do futebol nacional: "Jokanovic tem de ser "radiado";
Manuel Machado por mais uma derrota, desta feita diante do Setúbal;
Fátima pela derrota, em casa, frente ao Feirense, que implicou a sua queda para a zona de despromoção na Liga Vitalis;
Real Madrid pela derrota em Sevilha frente ao Bétis;
Beto pela expulsão na vitória do Huelva frente ao Deportivo;
Atlético Madrid pela derrota caseira frente ao Athletic Bilbao;
Liverpool pela eliminação na Taça de Inglaterra pelo Barnsley;
Sporting pela goleada sofrida diante do Alpendorada em jogo a contar para o Nacional de Futsal;
segunda-feira, fevereiro 18, 2008
Espaço Prof. Karamba - Classificação Geral
1º Lugar: Jorge Mínimo - 515 pontos;
2º Lugar: JC - 510 pontos;
3º Lugar: Lion Heart - 490 pontos;
4º Lugar: Zex e Jimmy Jump - 480 pontos;
5º Lugar: Vermelho - 475 pontos;
6º Lugar: Kaiserlicheagle e Pachulico - 460 pontos;
7º Lugar: Vermelho Sempre - 425 pontos;
8º Lugar: Fura-Redes e Cavungi - 420 pontos;
9º Lugar: Vermelho Nunca e Salvatrucha - 390 pontos;
10º Lugar: Cuto - 380 pontos;
11º Lugar: Sócio - 350 pontos;
12º Lugar: Antes Morto que Vermelho - 345 pontos;
13º Lugar: Pankreas - 295 pontos;
14º Lugar: Samsalameh- 290 pontos;
15º Lugar: Braguilha - 245 pontos;
16º Lugar: Biely - 240 pontos;
17º Lugar: Holtreman - 65 pontos;
2º Lugar: JC - 510 pontos;
3º Lugar: Lion Heart - 490 pontos;
4º Lugar: Zex e Jimmy Jump - 480 pontos;
5º Lugar: Vermelho - 475 pontos;
6º Lugar: Kaiserlicheagle e Pachulico - 460 pontos;
7º Lugar: Vermelho Sempre - 425 pontos;
8º Lugar: Fura-Redes e Cavungi - 420 pontos;
9º Lugar: Vermelho Nunca e Salvatrucha - 390 pontos;
10º Lugar: Cuto - 380 pontos;
11º Lugar: Sócio - 350 pontos;
12º Lugar: Antes Morto que Vermelho - 345 pontos;
13º Lugar: Pankreas - 295 pontos;
14º Lugar: Samsalameh- 290 pontos;
15º Lugar: Braguilha - 245 pontos;
16º Lugar: Biely - 240 pontos;
17º Lugar: Holtreman - 65 pontos;
Compilação de Cavungi e AMV
Os Onze Indomáveis Patifes
O Trinco eleito foi Paul Gascoigne, que contabilizou 15 votos.
Seguiram-se Paul Breitner com 6 votos, Neeskens com 4, Roy Keane com 2 e Luiz Fernandez com 1.
Esta semana, será dedicada à eleição do melhor médio direito.
Os candidatos são:
Gunter Netzer; Ray Wilkins; Bernd Schuster; Gianfranco Zola e Rainer Bonhof.
O Trinco eleito foi Paul Gascoigne, que contabilizou 15 votos.
Seguiram-se Paul Breitner com 6 votos, Neeskens com 4, Roy Keane com 2 e Luiz Fernandez com 1.
Esta semana, será dedicada à eleição do melhor médio direito.
Os candidatos são:
Gunter Netzer; Ray Wilkins; Bernd Schuster; Gianfranco Zola e Rainer Bonhof.
Memorial Zandinga
Os jogos sujeitos a palpite, esta semana, são os seguintes:
Celtic - Barcelona
Lyon - Man.United
Schalke - FC Porto
Liverpool - Internazionale
Roma - Real Madrid
Arsenal - Milan
Olympiakos - Chelsea
Fenerbahçe - Sevilla
FC Basel - Sporting
Sp. Braga - Bremen
FC Nürnberg - Benfica
De forma a salvaguardar a integridade da competição, os palpites devem ser enviados para o mail do blog até às 18h00 da próxima 3ª feira.
Claro está que quem entender desnecessário seguir este procedimento, pode publicar os seus palpites do modo tradicional.
Celtic - Barcelona
Lyon - Man.United
Schalke - FC Porto
Liverpool - Internazionale
Roma - Real Madrid
Arsenal - Milan
Olympiakos - Chelsea
Fenerbahçe - Sevilla
FC Basel - Sporting
Sp. Braga - Bremen
FC Nürnberg - Benfica
De forma a salvaguardar a integridade da competição, os palpites devem ser enviados para o mail do blog até às 18h00 da próxima 3ª feira.
Claro está que quem entender desnecessário seguir este procedimento, pode publicar os seus palpites do modo tradicional.
Análise ao Naval-Benfica
Estádio José Bento Pessoa, na Figueira da Foz
Árbitro: Rui Costa (AF Porto)
Naval – Wilson Júnior; Mário Sérgio (Marinho, 74 m), Paulão, Diego Ângelo e Igor (Dudu, 63 m); Gilmar e Godeméche; Saulo (Elivelton, 74 m), Davide e João Ribeiro; Marcelinho.
Suplentes não utilizados: Taborda, Gaúcho, Fabrício Lopes e Hugo Santos.
Benfica – Quim; Luís Filipe, Luisão, Katsouranis e Léo; Maxi Pereira, Binya, Nuno Assis e Rodriguez (Adu, 72 m (depois Sepsi, 89 m); Makukula e Cardozo (Rui Costa, 84 m).
Suplentes não utilizados: Butt, Zoro, Edcarlos e Mantorras.
Marcador: 0-1 por Cristian Rodriguez (18 m); 2-0 por Nuno Assis (90+3 m).

O Benfica "matou o borrego" figueirense, mas a sua exibição voltou a ser confrangedora.
84 minutos de obscurantismo, nos quais imperou a ditadura do mau futebol.
10 minutos de luz, nos quais prevaleceu o génio renascentista de Rui Costa.
Não obstante tenha estado apenas 10 minutos em campo, Rui Costa constituiu a excepção à regra da ausência de arte ou engenho.
Angustiante, tal a fraca qualidade do futebol praticado.
Quase sempre mal jogado, o encontro desta noite navegou entre o entediante e o aborrecido!
Tal como havia sucedido frente ao Nuremberga, salvou-se a vitória.
A juntar às limitações decorrentes das ausências de Nélson, David Luiz, Petit e Nuno Gomes, Camacho decidiu auto-definhar o seu leque de opções ao abdicar de Rui Costa e entregar o meio-campo a Bynia e Maxi Pereira.
Pecado capital!
Ao amputar a equipa de, pelo menos, um médio de transição, Camacho restringiu e muito a possibilidade da equipa empreender transições ofensivas com fluidez e clarividência.
Ao compor o seu meio-campo central, a segunda zona de construção, com dois médios de transição, Camacho disse ao que vinha - jogo directo!
E se a teoria assim o predizia, a prática demonstrou-o à saciedade.
Até à entrada de Rui Costa, o Benfica raramente conseguiu ligar dois passes.
Usou e abusou dos lançamentos longos para Cardozo e Makukula.
Invariavelmente, sem sucesso, mas a falta de um criativo como que compelia à utilização deste recurso.
Num onze muito remendado, sem fio de jogo e orfão de capacidade inventiva, o Benfica apenas se acercou com perigo da baliza de Wilson Júnior em lances de bola parada.
Viria a ser, precisamente, na sequência de um lance deste jaez que o Benfica alcançaria vantagem no marcador.
Decorria o minuto 19 quando Bynia executou um longo lançamento de linha lateral, Cardozo antecipou-se a Wilson Júnior e tocou para Cristian Rodriguez, que cabeceou para o fundo das redes figueirenses.
Até ao intervalo, dois lances de bola parada e outras tantas situações de perigo em benefício do Benfica - na execução de um livre, Cardozo "obrigou" Wilson Júnior a defender para canto, na marcação do qual Katsouranis cabeceou para Davide cortar sobre a linha de baliza.
Antes, logo no dealbar da partida, Marcelinho, na sequência de um cruzamento de João Ribeiro, havia cabeceado ao poste, sendo certo que, no lance imediatamente subsequente, um corte de Diego Ângelo encontrou as pernas de Makukula e a bola seguiu idêntico destino na baliza navalista.
Na segunda parte, mais do mesmo, ou seja, futebol de paupérrima qualidade e escassas oportunidades de golo.
Em suma, um longo bocejo!
Enfado quebrado com o assomar de Rui Costa ao terreno de jogo.
Primeiro, conjugou inteligência, criatividade e visão periférica para desmarcar de forma sublime Assis na direita, num lance que culminaria com um cruzamento mal medido para Makukula.
Depois, combinou leveza e clarividência para lançar Spesi no lance que redundaria no segundo golo encarnado da autoria de Assis.
Sepsi entrou na área e na linha de fundo cruzou atrasado para Nuno Assis marcar.
Uma estreia feliz para o romeno, numa noite em que os lampejos de classe de Rui Costa coloriram um jogo até então demasiado cinzento.
Árbitro: Rui Costa (AF Porto)
Naval – Wilson Júnior; Mário Sérgio (Marinho, 74 m), Paulão, Diego Ângelo e Igor (Dudu, 63 m); Gilmar e Godeméche; Saulo (Elivelton, 74 m), Davide e João Ribeiro; Marcelinho.
Suplentes não utilizados: Taborda, Gaúcho, Fabrício Lopes e Hugo Santos.
Benfica – Quim; Luís Filipe, Luisão, Katsouranis e Léo; Maxi Pereira, Binya, Nuno Assis e Rodriguez (Adu, 72 m (depois Sepsi, 89 m); Makukula e Cardozo (Rui Costa, 84 m).
Suplentes não utilizados: Butt, Zoro, Edcarlos e Mantorras.
Marcador: 0-1 por Cristian Rodriguez (18 m); 2-0 por Nuno Assis (90+3 m).

O Benfica "matou o borrego" figueirense, mas a sua exibição voltou a ser confrangedora.
84 minutos de obscurantismo, nos quais imperou a ditadura do mau futebol.
10 minutos de luz, nos quais prevaleceu o génio renascentista de Rui Costa.
Não obstante tenha estado apenas 10 minutos em campo, Rui Costa constituiu a excepção à regra da ausência de arte ou engenho.
Angustiante, tal a fraca qualidade do futebol praticado.
Quase sempre mal jogado, o encontro desta noite navegou entre o entediante e o aborrecido!
Tal como havia sucedido frente ao Nuremberga, salvou-se a vitória.
A juntar às limitações decorrentes das ausências de Nélson, David Luiz, Petit e Nuno Gomes, Camacho decidiu auto-definhar o seu leque de opções ao abdicar de Rui Costa e entregar o meio-campo a Bynia e Maxi Pereira.
Pecado capital!
Ao amputar a equipa de, pelo menos, um médio de transição, Camacho restringiu e muito a possibilidade da equipa empreender transições ofensivas com fluidez e clarividência.
Ao compor o seu meio-campo central, a segunda zona de construção, com dois médios de transição, Camacho disse ao que vinha - jogo directo!
E se a teoria assim o predizia, a prática demonstrou-o à saciedade.
Até à entrada de Rui Costa, o Benfica raramente conseguiu ligar dois passes.
Usou e abusou dos lançamentos longos para Cardozo e Makukula.
Invariavelmente, sem sucesso, mas a falta de um criativo como que compelia à utilização deste recurso.
Num onze muito remendado, sem fio de jogo e orfão de capacidade inventiva, o Benfica apenas se acercou com perigo da baliza de Wilson Júnior em lances de bola parada.
Viria a ser, precisamente, na sequência de um lance deste jaez que o Benfica alcançaria vantagem no marcador.
Decorria o minuto 19 quando Bynia executou um longo lançamento de linha lateral, Cardozo antecipou-se a Wilson Júnior e tocou para Cristian Rodriguez, que cabeceou para o fundo das redes figueirenses.
Até ao intervalo, dois lances de bola parada e outras tantas situações de perigo em benefício do Benfica - na execução de um livre, Cardozo "obrigou" Wilson Júnior a defender para canto, na marcação do qual Katsouranis cabeceou para Davide cortar sobre a linha de baliza.
Antes, logo no dealbar da partida, Marcelinho, na sequência de um cruzamento de João Ribeiro, havia cabeceado ao poste, sendo certo que, no lance imediatamente subsequente, um corte de Diego Ângelo encontrou as pernas de Makukula e a bola seguiu idêntico destino na baliza navalista.
Na segunda parte, mais do mesmo, ou seja, futebol de paupérrima qualidade e escassas oportunidades de golo.
Em suma, um longo bocejo!
Enfado quebrado com o assomar de Rui Costa ao terreno de jogo.
Primeiro, conjugou inteligência, criatividade e visão periférica para desmarcar de forma sublime Assis na direita, num lance que culminaria com um cruzamento mal medido para Makukula.
Depois, combinou leveza e clarividência para lançar Spesi no lance que redundaria no segundo golo encarnado da autoria de Assis.
Sepsi entrou na área e na linha de fundo cruzou atrasado para Nuno Assis marcar.
Uma estreia feliz para o romeno, numa noite em que os lampejos de classe de Rui Costa coloriram um jogo até então demasiado cinzento.
quinta-feira, fevereiro 14, 2008
Análise ao Benfica - FC Nürnberg
Estádio da Luz, em Lisboa
Árbitro: Alexandru Dan Tudor (Roménia)
BENFICA – Quim; Nélson, Luisão, Katsouranis, Léo, Petit, Rui Costa, Nuno Assis (Adu, 84 m), Rodriguez (David Luiz, 84 m), Cardozo (Di Maria, 59 m) e Makukula.
Treinador: José Antonio Camacho
NUREMBERGA – Blazek; Reinhardt, Wolf, Gláuber, Pinola, Galasek, Kluge, Engelhardt, Adler (Kristiansen, 46 m), Saenko e Koller.
Treinador: Thomas von Heesen
Ao intervalo: 1-0
Golo: Makukula (42 m)
Resultado final: 1-0
Cartão amarelo a Nélson (21 m), Wolf (65 m), Petit (86 m) e Pinola (86 m).

O Benfica venceu o Nuremberga por 1-0, na primeira mão dos 16 avos-de-final da Taça UEFA, graças a um golo de Makukula, aos 42 minutos, depois de mais um extraordinário slalom de Rui Costa.
A centésima vitória do Benfica na condição de visitado nas provas europeias foi conseguida sem a magnificência, glória ou distinçãoo de outrora.
Confrangedor!
Angustiante, tal a fraca qualidade do futebol praticado.
Quase sempre mal jogado, o encontro desta noite navegou entre o entediante e o aborrecido!
Salvou-se a vitória, mesmo que esta tenha sido construída sobre um enorme "perú" do guarda-redes germânico.
A exibição do Benfica cotou-se num plano pouco mais do que sofrível.
Camacho fez a vontade à turba e alinhou de início com dois pontas de lança.
Todavia, a equipa nunca demonstrou o necessário equilíbrio para comportar a utilização simultânea de Makukula e Cardozo.
Não tanto pelo sistema táctico apresentado - 4x4x2 que se transformava muitas vezes num 4x2x4 - mas pela colocação dos diferentes sectores em campo.
Para que o 4x4x2 seja defensiva e ofensivamente suportável, imprescendível se torna que a equipa constitua um bloco uno.
Bloco esse erigido a partir da coesão dos diferentes sectores.
Sucede, contudo, que o quarteto defensivo do Benfica se postou sempre muito recuado, muito junto da sua área e, assim, criou-se um fosso entre o meio-campo e o ataque, que aniquilou as transições.
Abrigando-se da sua reconhecida falta de velocidade, Luisão e Katsouranis, para não se exporem, acantonaram-se junto da sua grande área, potenciando igual recuo por parte de Petit e Rui Costa.
Deste modo, a distância entre estes e a dupla Makukula/Cardozo atingiu uma dimensão que condenou à nascença o equilíbrio da equipa.
E, sem equilíbrio, não há fluidez no momento ofensivo, nem harmonia no processo defensivo.
Para agravar esta equação estrutural, Rui Costa e Petit, fruto da falta de fulgor físico que revelam, mostram-se incapazes de "queimar" linhas e "encurtar" a equipa.
Na única situação em que Rui Costa foi capaz de emprestar velocidade à transição ofensiva, penetrando entre a linha média e a linha defensiva alemã, surgiu o golo de Makukula.
Bem sei que o guarda-redes alemã contribui e muito para o sucesso do remate de Makukula, mas não conheceu o Benfica outra ocasião semelhante em toda a partida.
No segundo remate que ensaiou à baliza alemã, o Benfica fez o 1-0.
Até aí, um deserto de ideias.
Nesse instante, o oásis qualitativo da partida.
Pela cintilação de Rui Costa, pois que não fôra o "perú" de Blazek e a soberba iniciativa do "10" não seria distinguida com êxito.
O Benfica furava o bloqueio que havia imposto a si próprio e esperava-se que catapultado pelo golo atingisse um patamar exibicional bem superior.
Puro engano!
Com excepção de uma ligeira melhoria evidenciada nos primeiros 15 minutos do segundo tempo, depressa o Benfica regressou à inaptidão antes patenteada.
Incapaz de superar a aludida grilheta estrutural, o Benfica agradeceu a dádiva de Blazek e nela se refugiou até final, conservando a primazia alcançada no resultado.
Árbitro: Alexandru Dan Tudor (Roménia)
BENFICA – Quim; Nélson, Luisão, Katsouranis, Léo, Petit, Rui Costa, Nuno Assis (Adu, 84 m), Rodriguez (David Luiz, 84 m), Cardozo (Di Maria, 59 m) e Makukula.
Treinador: José Antonio Camacho
NUREMBERGA – Blazek; Reinhardt, Wolf, Gláuber, Pinola, Galasek, Kluge, Engelhardt, Adler (Kristiansen, 46 m), Saenko e Koller.
Treinador: Thomas von Heesen
Ao intervalo: 1-0
Golo: Makukula (42 m)
Resultado final: 1-0
Cartão amarelo a Nélson (21 m), Wolf (65 m), Petit (86 m) e Pinola (86 m).

O Benfica venceu o Nuremberga por 1-0, na primeira mão dos 16 avos-de-final da Taça UEFA, graças a um golo de Makukula, aos 42 minutos, depois de mais um extraordinário slalom de Rui Costa.
A centésima vitória do Benfica na condição de visitado nas provas europeias foi conseguida sem a magnificência, glória ou distinçãoo de outrora.
Confrangedor!
Angustiante, tal a fraca qualidade do futebol praticado.
Quase sempre mal jogado, o encontro desta noite navegou entre o entediante e o aborrecido!
Salvou-se a vitória, mesmo que esta tenha sido construída sobre um enorme "perú" do guarda-redes germânico.
A exibição do Benfica cotou-se num plano pouco mais do que sofrível.
Camacho fez a vontade à turba e alinhou de início com dois pontas de lança.
Todavia, a equipa nunca demonstrou o necessário equilíbrio para comportar a utilização simultânea de Makukula e Cardozo.
Não tanto pelo sistema táctico apresentado - 4x4x2 que se transformava muitas vezes num 4x2x4 - mas pela colocação dos diferentes sectores em campo.
Para que o 4x4x2 seja defensiva e ofensivamente suportável, imprescendível se torna que a equipa constitua um bloco uno.
Bloco esse erigido a partir da coesão dos diferentes sectores.
Sucede, contudo, que o quarteto defensivo do Benfica se postou sempre muito recuado, muito junto da sua área e, assim, criou-se um fosso entre o meio-campo e o ataque, que aniquilou as transições.
Abrigando-se da sua reconhecida falta de velocidade, Luisão e Katsouranis, para não se exporem, acantonaram-se junto da sua grande área, potenciando igual recuo por parte de Petit e Rui Costa.
Deste modo, a distância entre estes e a dupla Makukula/Cardozo atingiu uma dimensão que condenou à nascença o equilíbrio da equipa.
E, sem equilíbrio, não há fluidez no momento ofensivo, nem harmonia no processo defensivo.
Para agravar esta equação estrutural, Rui Costa e Petit, fruto da falta de fulgor físico que revelam, mostram-se incapazes de "queimar" linhas e "encurtar" a equipa.
Na única situação em que Rui Costa foi capaz de emprestar velocidade à transição ofensiva, penetrando entre a linha média e a linha defensiva alemã, surgiu o golo de Makukula.
Bem sei que o guarda-redes alemã contribui e muito para o sucesso do remate de Makukula, mas não conheceu o Benfica outra ocasião semelhante em toda a partida.
No segundo remate que ensaiou à baliza alemã, o Benfica fez o 1-0.
Até aí, um deserto de ideias.
Nesse instante, o oásis qualitativo da partida.
Pela cintilação de Rui Costa, pois que não fôra o "perú" de Blazek e a soberba iniciativa do "10" não seria distinguida com êxito.
O Benfica furava o bloqueio que havia imposto a si próprio e esperava-se que catapultado pelo golo atingisse um patamar exibicional bem superior.
Puro engano!
Com excepção de uma ligeira melhoria evidenciada nos primeiros 15 minutos do segundo tempo, depressa o Benfica regressou à inaptidão antes patenteada.
Incapaz de superar a aludida grilheta estrutural, o Benfica agradeceu a dádiva de Blazek e nela se refugiou até final, conservando a primazia alcançada no resultado.
Memorial Zandinga
Cavungi - Sócio: 35 - 15
Zex - Vermelho Sempre: 30 - 25
Jorge Mínimo - Holtreman: 25 - 20
Lion Heart - Antes Morto que Vermelho: 20 - 20
Pachulico - Cuto: 25 - 20
Kaiserlicheagle - Biely: 25 - 0
Vermelho - Salvatrucha: 25 - 15
Jimmy Jump - JC: 20 - 20
Classificação Actual
17º Lugar: Fura-Redes - 185 pontos;
18º Lugar: Vermelho Nunca - 180 pontos;
19º Lugar: Samsalameh e Pankreas - 165 pontos;
20º Lugar: Braguilha - 110 pontos;
Zex - Vermelho Sempre: 30 - 25
Jorge Mínimo - Holtreman: 25 - 20
Lion Heart - Antes Morto que Vermelho: 20 - 20
Pachulico - Cuto: 25 - 20
Kaiserlicheagle - Biely: 25 - 0
Vermelho - Salvatrucha: 25 - 15
Jimmy Jump - JC: 20 - 20
Classificação Actual
17º Lugar: Fura-Redes - 185 pontos;
18º Lugar: Vermelho Nunca - 180 pontos;
19º Lugar: Samsalameh e Pankreas - 165 pontos;
20º Lugar: Braguilha - 110 pontos;
Liga dos Astros
Os participantes dispõem até às 18 horas da próxima sexta-feira para apresentarem o onze inicial, os substitutos e o capitão das respectivas equipas para a próxima jornada.
Recordo que podem efectuar duas transferências no vosso plantel, as quais têm que obedecer ao regulamento.
Recordo, igualmente, que os participantes que ainda não utilizaram o "wild-card", que lhes permitirá efectuar as alterações que desejarem, o podem fazer nesta ou em qualquer outra semana, mediante menção expressa e apenas por uma vez.
Recordo que podem efectuar duas transferências no vosso plantel, as quais têm que obedecer ao regulamento.
Recordo, igualmente, que os participantes que ainda não utilizaram o "wild-card", que lhes permitirá efectuar as alterações que desejarem, o podem fazer nesta ou em qualquer outra semana, mediante menção expressa e apenas por uma vez.
Espaço Prof. Karamba
Os jogos sujeitos a aposta, esta semana, são os seguintes:
Sporting - E. Amadora
Marítimo - F.C. Porto
U. Leiria - Belenenses
P. Ferreira - Académica
Sp. Braga - V. Setúbal
Nacional - V. Guimarães
Naval - Benfica
Leixões - Boavista
Sporting - E. Amadora
Marítimo - F.C. Porto
U. Leiria - Belenenses
P. Ferreira - Académica
Sp. Braga - V. Setúbal
Nacional - V. Guimarães
Naval - Benfica
Leixões - Boavista
quarta-feira, fevereiro 13, 2008
Sporting - 2 Basileia - 0
Dado que não tive oportunidade de assistir ao jogo, publico a crónica do site "A Bola online" como forma de suscitar a discussão.
"O Sporting alcançou esta noite uma importante vitória ao derrotar o Basileia por 2-0, onde Vukcevic foi a principal figura ao marcar os dois golos do conjunto «leonino». A equipa de Alvalade deu um importante passo em relação à próxima eliminatória, mas ainda falta o desafio da segunda-mão.
Embora o Sporting tenha voltado a não entrar bem no jogo e o Basileia tenha revelado uma maior agressividade, o conjunto de Alvalade acabou por inaugurar o marcador, logo aos oito minutos. Vukcevic recebe a assistência de Romagnoli e remata na direcção da baliza, tendo Marque ainda tocado no esférico e inviabilizado qualquer tipo de defesa.
Aos 12 minutos o guarda-redes Rui Patrício fez uma excelente defesa para evitar o remate de Eduardo, naquela que foi a única verdadeira ocasião de golo da equipa suíça. A partir dos 20 minutos o Sporting começou a dominar a partida, com Romagnoli a criar sucessivas situações de perigo.
Na segunda parte o Sporting prosseguiu a mandar no jogo e foi com naturalidade que chegou ao segundo golo. Aos 56 minutos, João Moutinho faz uma excelente assistência para Vukcevic, que dentro da área disparou de forma indefensável e estabeleceu o resultado final.
Aos 71 minutos, Vukcevic teve de sair de campo devido a uma luxação no ombro, após tentar chegar a um passe de Izmailov. Ainda assim, o Sporting podia ter chegado ao terceiro da noite como Liedson a rematar ao poste e a ver um golo anulado por fora-de-jogo.
Com este resultado o Sporting conquistou uma boa vantagem para o jogo da segunda-mão, no entanto tem de estar atento para não ser surpreendido na Suíça."
Ficha de Jogo:
Estádio Alvalade XXI
Árbitro: Kevin Blom (Holanda)
Equipas:
SPORTING - Rui Patrício; Abel, Tonel, Polga e Grimi; Miguel Veloso; João Moutinho, Romagnoli e Izmailov (Pereirinha, 72m); Liedson e Vukcevic (Rodrigo Tiuí, 71m).
BASILEIA – Costanzo (Crayton, 44m); Malick Ba, Majstorovic, Marque e Hodel; Carlitos, Ergic, Huggel, e Deggen (Cabral, 64m); Eduardo e Derdiok.
Ao intervalo: 1-0
Marcadores: 1-0, Vukcevic (8); 2-0, Vukcevic (56)
Acção disciplinar: cartão amarelo a Carlitos
Fim da partida: 2-0
"O Sporting alcançou esta noite uma importante vitória ao derrotar o Basileia por 2-0, onde Vukcevic foi a principal figura ao marcar os dois golos do conjunto «leonino». A equipa de Alvalade deu um importante passo em relação à próxima eliminatória, mas ainda falta o desafio da segunda-mão.
Embora o Sporting tenha voltado a não entrar bem no jogo e o Basileia tenha revelado uma maior agressividade, o conjunto de Alvalade acabou por inaugurar o marcador, logo aos oito minutos. Vukcevic recebe a assistência de Romagnoli e remata na direcção da baliza, tendo Marque ainda tocado no esférico e inviabilizado qualquer tipo de defesa.
Aos 12 minutos o guarda-redes Rui Patrício fez uma excelente defesa para evitar o remate de Eduardo, naquela que foi a única verdadeira ocasião de golo da equipa suíça. A partir dos 20 minutos o Sporting começou a dominar a partida, com Romagnoli a criar sucessivas situações de perigo.
Na segunda parte o Sporting prosseguiu a mandar no jogo e foi com naturalidade que chegou ao segundo golo. Aos 56 minutos, João Moutinho faz uma excelente assistência para Vukcevic, que dentro da área disparou de forma indefensável e estabeleceu o resultado final.
Aos 71 minutos, Vukcevic teve de sair de campo devido a uma luxação no ombro, após tentar chegar a um passe de Izmailov. Ainda assim, o Sporting podia ter chegado ao terceiro da noite como Liedson a rematar ao poste e a ver um golo anulado por fora-de-jogo.
Com este resultado o Sporting conquistou uma boa vantagem para o jogo da segunda-mão, no entanto tem de estar atento para não ser surpreendido na Suíça."
Ficha de Jogo:
Estádio Alvalade XXI
Árbitro: Kevin Blom (Holanda)
Equipas:
SPORTING - Rui Patrício; Abel, Tonel, Polga e Grimi; Miguel Veloso; João Moutinho, Romagnoli e Izmailov (Pereirinha, 72m); Liedson e Vukcevic (Rodrigo Tiuí, 71m).
BASILEIA – Costanzo (Crayton, 44m); Malick Ba, Majstorovic, Marque e Hodel; Carlitos, Ergic, Huggel, e Deggen (Cabral, 64m); Eduardo e Derdiok.
Ao intervalo: 1-0
Marcadores: 1-0, Vukcevic (8); 2-0, Vukcevic (56)
Acção disciplinar: cartão amarelo a Carlitos
Fim da partida: 2-0
terça-feira, fevereiro 12, 2008
Livro de Reclamações
1 - Doze anos após a prolacção do Acórdão Bosman, a decisão do Tribunal Arbitral do Desporto sobre o famigerado "caso Webster" pode representar idêntica revolução nas relações laborais no mundo do futebol!
Em 2006, o defesa escocês Andy Webster (actualmente ao serviço do Glasgow Rangers) rescindiu unilateralmente, sem justa causa, o contrato que o ligava ao Hearts, por forma a comprometer-se com o Wigan.
Para tanto, como se encontrava no terceiro dos quartos anos do contrato firmado com o Hearts, invocou o artigo 17.º do Regulamento Internacional de Transferências da FIFA, alegando achar-se para lá do Período Protegido (que é de três anos para os jogadores com menos de 28 e de dois anos para os restantes).
Não se conformando com a decisão de Andy Webster, apelou o Hearts para a Câmara de Resolução de Litígios da FIFA, que arbitrou uma indemnização de 840 mil euros ao clube escocês.
Não resignado, Andy Webster recorreu para o Tribunal Arbitral do Desporto, que, na semana passada, acolheu parcialmente os seus argumentos e determinou a satisfação de 190 mil euros, correspondente aos salários remanescentes, como compensação devida ao Hearts por quebra, sem justa causa, do vínculo laboral.
Mais isentou Andy Webster de qualquer sanção desportiva.
Para lá de introduzir elementos de perturbação da paz e da segurança jurídica e de acentuar a lógica mercantilista e a macrocefalia dos grande potentados económicos, esta decisão pode constituir uma severa machadada na formação!
A rentabilidade económica da formação mostra-se seriamente ameaçada!
Ao se consignar a possibilidade de, após o Período de Protecção, os grandes clubes adquirirem os melhores valores dos clubes mais modestos, sem recurso a uma negociação directa, decresce substancialmente a faculdade do capital investido na formação se reproduzir.
É uma sentença bizantina, que prejudica de sobremaneira os clubes formadores e os menos endinheirados.
A generalização jurisprudencial do sentido da decisão do Tribunal Arbitral do Desporto sobre o "caso Webster" pode desaguar na criação de uma Liga Privada Europeia composta pelos principais clubes europeus.
Finda a estabilidade contratual, progride a soberania dos poderosos e deprime a capacidade de a ela resistir dos proletários.
A competitividade dos clubes de pequena e média dimensão decrescerá na directa proporção do acréscimo da liberdade de circulação dos futebolistas e da diminuição da gratificação das transferências.
Fora do período de protecção, o quantum indemnizatório não será sequer comparável com os valores ora praticados e dentro do período de protecção, com a diminuição do horizonte de vigência temporal dos contratos - 3 anos no máximo - os montantes também se quedarão distantes dos actuais.
Do cercear da competitividade dos pequenos e médios clubes à sua exclusão das grandes competições será um pequeno passo.
Da exclusão das grandes competições à subtracção de receitas será uma inevitabilidade.
Da subtracção de receitas ao obscurantismo competitivo será uma fatalidade.
Os prejuízos estendem-se aos jogadores.
Na aparência não, na essência sim!
Se num primeiro momento os jogadores irão beneficiar com esta medida, vendo os seus salários aumentados, o certo é que a longo prazo não só o recurso a práticas de concertação entre clubes como o decréscimo das receitas extraordinárias provenientes da alienação dos passes dos jogadores conduzirão a um inexorável decréscimo dos vencimentos.
Para já, o recurso ao art.º 17º do Regulamento Internacional de Transferências da FIFA tem sido praticamente nulo, mas num futuro próximo tende a vulgarizar-se.
O impacto económico sobre os pequenos e médios clubes de uma invocação em massa desta prerrogativa regulamentar pode assumir contornos apocalípticos.
2 - Claro está que esta decisão não inviabiliza que se estipulem cláusulas de rescisão.
Todavia, também, neste aspecto, introduz modificações relevantes.
Até agora, prevalecia a vontade das partes - a definição do montante rescisório cabia exclusivamente a clube e jogador.
A partir da decisão do Tribunal Arbitral do Desporto sobre o "caso Webster" predomina o princípio da proporcionalidade.
A possibilidade de estipulação de cláusulas penais fica subordinada à sua proporcionalidade com as restantes existentes no contrato, mormente com as relativas à remuneração auferida pelo jogador.
Da conjugação daqueles princípios decorre que, em caso de rescisão unilateral sem justa causa, o quantitativo estabelecido como cláusula de rescisão assumir-se-á como o ponto de partida para determinar o cálculo indemnizatório.
Mas apenas e tão só como ponto de partida, na medida em que haverá sempre que aferir aquele montante à luz da sua proporcionalidade com as restantes cláusulas contratuais o que pode implicar a sua revisão.
É o fim das denominadas "cláusulas de rescisão milionárias" e com o seu decesso o advento de práticas de concertação ou de cambão, assim se pretenda ser mais ou menos politicamente correcto.
3 - Jogadores e clubes têm sido bastante comedidos na invocação do artigo 17.º do Regulamento sobre o Estatuto e Transferência de Jogadores da FIFA, pese embora conste do articulado regulamentar desde 2005 (para além de Webster, apenas o guarda-redes italiano De Sanctis, do Sevilha, recorreu ao artigo 17.º para se libertar da Udinese).
E porquê?
Pela singela razão de que a redacção daquele preceito legal é extremamente nebulosa no que diz respeito ao cálculo indemnizatório.
Da incerteza brota o parcimonioso uso.
Preceitua o art.º 17.º do Regulamento sobre o Estatuto e Transferência de Jogadores da FIFA certos requisitos cumulativos para que os jogadores possam rescindir unilateralmente os seus contratos, sem justa causa e sem incorrer em sanções desportivas, quais sejam:
- A rescisão terá de ser anunciada nos 15 dias seguintes ao último jogo da época.
- O jogador deverá ter cumprido três épocas completas do contrato (ou apenas duas no caso de jogadores com mais de 28 anos).
e, o busílis da questão: - O jogador terá de indemnizar o clube, sendo que a fórmula de cálculo do montante indemnizatório é tudo menos clara, pejada que está de conceitos indeterminados.
O cálculo da compensação, segundo o regulamento da FIFA, há-de equacionar as legislações nacionais sobre a matéria e critérios como a duração total do contrato, o salário, o valor da contratação originária e a cláusula de rescisão, se existir.
O sentido volúvel de alguns critérios conjugado com o silêncio do peso relativo de cada um dos elementos na determinação do montante indemnizatório retiram a necessária margem de segurança para quem invoca o art.º 17º.
O jogador que pretende rescindir unilateralmente o seu contrato não conhece, nem pode prever com suficiente certeza o montante a despender.
Assim sejam preenchidas as assinaladas lacunas e, estou certo, que a invocação do art.º 17º se generalizará.
4 - Ao desmentir o desmentido da SAD leonina sobre os factos relatados pela Bola, Paulo Bento caucionou o seu isolamento institucional.
De outra forma teria existido uma concertação de posições em ordem à unificação da "verdade" a veicular publicamente.
5 - Na conferência de imprensa de antevisão do jogo com o Marítimo, Paulo Bento deu de si a imagem de um homem pressionado e acossado.
O seu desgaste é evidente e a estratégia de ataque que ensaiou mais que uma fuga para a frente assumiu-se como um puro acto de desespero.
6 - Ao criticar Luisão e Katsouranis, Mozer começou a preparar a próxima época do Benfica.
Ao criticar Mozer, Luisão começou a preparar a sua saída do Benfica na próxima época.
7 - Correndo o risco de me enganar redondamente, deixo aqui aquela que penso que será a futura composição do departamento de futebol do Benfica.
Rui Águas manter-se-á como máximo responsável pela prospecção, Rui Costa como director desportivo, acolitado por Mozer, que desempenhará simultaneamente funções de assessoria de Rui Costa e de Ricardo Gomes, que assumirá o cargo de treinador principal.
8 - Sendo um homem de forte personalidade e carácter, não consigo alcançar as razões pelas quais Rui Costa mantém a promoção ao site de apostas Betclick.
É o único futebolista no activo que não renunciou ao contrato de patrocínio, persistindo assim numa clara violação do código de ética da FIFA que desaconselha a participação de atletas e treinadores em promoções de jogos de fortuna e azar.
O dinheiro não pode ser tudo.
9 - Scolari afirmou não ter uma equipa, nem um líder.
Pergunto: Não serão tarefas de um treinador construir uma equipa e mais do que descobrir ou designar um líder assumir-se como tal.
10 - Quem viu o programa "Geração Scolari" não ficou com a sensação de que o balneário da selecção nacional antes dos jogos se assemelha a uma reunião da IURD?
11 - Após assistir ao programa "Geração Scolari" confirmei o primarismo do seleccionar nacional na abordagem ao jogo e ao adversário.
12 - Confirmei, também, a pobreza do seu discurso - da construção gramatical aos aspectos técnicos.
13 - Na semana passada, aludi à inflacção do mercado inglês.
Hoje, trago números que justificam aquela afirmação.
Na recém encerrada janela de transferências de Janeiro, os clubes da Premier League gastaram um total de 200 milhões de Euros em contratações, valor este que é mais que o dobro do recorde anterior para aquele período de transferências (94 milhões de Euros).
14 - Será que o fim das limitações à utilização de estrangeiros nas camadas jovens tem algo a ver com a goleada sofrida na passada terça-feira pela selecção Sub-16 – 0-7 frente à Espanha, a maior derrota de sempre dos nossos jovens jogadores?
15 - Porquê vender por apenas 100.000€ um jogador titular da selecção do Senegal?
Em 2006, o defesa escocês Andy Webster (actualmente ao serviço do Glasgow Rangers) rescindiu unilateralmente, sem justa causa, o contrato que o ligava ao Hearts, por forma a comprometer-se com o Wigan.
Para tanto, como se encontrava no terceiro dos quartos anos do contrato firmado com o Hearts, invocou o artigo 17.º do Regulamento Internacional de Transferências da FIFA, alegando achar-se para lá do Período Protegido (que é de três anos para os jogadores com menos de 28 e de dois anos para os restantes).
Não se conformando com a decisão de Andy Webster, apelou o Hearts para a Câmara de Resolução de Litígios da FIFA, que arbitrou uma indemnização de 840 mil euros ao clube escocês.
Não resignado, Andy Webster recorreu para o Tribunal Arbitral do Desporto, que, na semana passada, acolheu parcialmente os seus argumentos e determinou a satisfação de 190 mil euros, correspondente aos salários remanescentes, como compensação devida ao Hearts por quebra, sem justa causa, do vínculo laboral.
Mais isentou Andy Webster de qualquer sanção desportiva.
Para lá de introduzir elementos de perturbação da paz e da segurança jurídica e de acentuar a lógica mercantilista e a macrocefalia dos grande potentados económicos, esta decisão pode constituir uma severa machadada na formação!
A rentabilidade económica da formação mostra-se seriamente ameaçada!
Ao se consignar a possibilidade de, após o Período de Protecção, os grandes clubes adquirirem os melhores valores dos clubes mais modestos, sem recurso a uma negociação directa, decresce substancialmente a faculdade do capital investido na formação se reproduzir.
É uma sentença bizantina, que prejudica de sobremaneira os clubes formadores e os menos endinheirados.
A generalização jurisprudencial do sentido da decisão do Tribunal Arbitral do Desporto sobre o "caso Webster" pode desaguar na criação de uma Liga Privada Europeia composta pelos principais clubes europeus.
Finda a estabilidade contratual, progride a soberania dos poderosos e deprime a capacidade de a ela resistir dos proletários.
A competitividade dos clubes de pequena e média dimensão decrescerá na directa proporção do acréscimo da liberdade de circulação dos futebolistas e da diminuição da gratificação das transferências.
Fora do período de protecção, o quantum indemnizatório não será sequer comparável com os valores ora praticados e dentro do período de protecção, com a diminuição do horizonte de vigência temporal dos contratos - 3 anos no máximo - os montantes também se quedarão distantes dos actuais.
Do cercear da competitividade dos pequenos e médios clubes à sua exclusão das grandes competições será um pequeno passo.
Da exclusão das grandes competições à subtracção de receitas será uma inevitabilidade.
Da subtracção de receitas ao obscurantismo competitivo será uma fatalidade.
Os prejuízos estendem-se aos jogadores.
Na aparência não, na essência sim!
Se num primeiro momento os jogadores irão beneficiar com esta medida, vendo os seus salários aumentados, o certo é que a longo prazo não só o recurso a práticas de concertação entre clubes como o decréscimo das receitas extraordinárias provenientes da alienação dos passes dos jogadores conduzirão a um inexorável decréscimo dos vencimentos.
Para já, o recurso ao art.º 17º do Regulamento Internacional de Transferências da FIFA tem sido praticamente nulo, mas num futuro próximo tende a vulgarizar-se.
O impacto económico sobre os pequenos e médios clubes de uma invocação em massa desta prerrogativa regulamentar pode assumir contornos apocalípticos.
2 - Claro está que esta decisão não inviabiliza que se estipulem cláusulas de rescisão.
Todavia, também, neste aspecto, introduz modificações relevantes.
Até agora, prevalecia a vontade das partes - a definição do montante rescisório cabia exclusivamente a clube e jogador.
A partir da decisão do Tribunal Arbitral do Desporto sobre o "caso Webster" predomina o princípio da proporcionalidade.
A possibilidade de estipulação de cláusulas penais fica subordinada à sua proporcionalidade com as restantes existentes no contrato, mormente com as relativas à remuneração auferida pelo jogador.
Da conjugação daqueles princípios decorre que, em caso de rescisão unilateral sem justa causa, o quantitativo estabelecido como cláusula de rescisão assumir-se-á como o ponto de partida para determinar o cálculo indemnizatório.
Mas apenas e tão só como ponto de partida, na medida em que haverá sempre que aferir aquele montante à luz da sua proporcionalidade com as restantes cláusulas contratuais o que pode implicar a sua revisão.
É o fim das denominadas "cláusulas de rescisão milionárias" e com o seu decesso o advento de práticas de concertação ou de cambão, assim se pretenda ser mais ou menos politicamente correcto.
3 - Jogadores e clubes têm sido bastante comedidos na invocação do artigo 17.º do Regulamento sobre o Estatuto e Transferência de Jogadores da FIFA, pese embora conste do articulado regulamentar desde 2005 (para além de Webster, apenas o guarda-redes italiano De Sanctis, do Sevilha, recorreu ao artigo 17.º para se libertar da Udinese).
E porquê?
Pela singela razão de que a redacção daquele preceito legal é extremamente nebulosa no que diz respeito ao cálculo indemnizatório.
Da incerteza brota o parcimonioso uso.
Preceitua o art.º 17.º do Regulamento sobre o Estatuto e Transferência de Jogadores da FIFA certos requisitos cumulativos para que os jogadores possam rescindir unilateralmente os seus contratos, sem justa causa e sem incorrer em sanções desportivas, quais sejam:
- A rescisão terá de ser anunciada nos 15 dias seguintes ao último jogo da época.
- O jogador deverá ter cumprido três épocas completas do contrato (ou apenas duas no caso de jogadores com mais de 28 anos).
e, o busílis da questão: - O jogador terá de indemnizar o clube, sendo que a fórmula de cálculo do montante indemnizatório é tudo menos clara, pejada que está de conceitos indeterminados.
O cálculo da compensação, segundo o regulamento da FIFA, há-de equacionar as legislações nacionais sobre a matéria e critérios como a duração total do contrato, o salário, o valor da contratação originária e a cláusula de rescisão, se existir.
O sentido volúvel de alguns critérios conjugado com o silêncio do peso relativo de cada um dos elementos na determinação do montante indemnizatório retiram a necessária margem de segurança para quem invoca o art.º 17º.
O jogador que pretende rescindir unilateralmente o seu contrato não conhece, nem pode prever com suficiente certeza o montante a despender.
Assim sejam preenchidas as assinaladas lacunas e, estou certo, que a invocação do art.º 17º se generalizará.
4 - Ao desmentir o desmentido da SAD leonina sobre os factos relatados pela Bola, Paulo Bento caucionou o seu isolamento institucional.
De outra forma teria existido uma concertação de posições em ordem à unificação da "verdade" a veicular publicamente.
5 - Na conferência de imprensa de antevisão do jogo com o Marítimo, Paulo Bento deu de si a imagem de um homem pressionado e acossado.
O seu desgaste é evidente e a estratégia de ataque que ensaiou mais que uma fuga para a frente assumiu-se como um puro acto de desespero.
6 - Ao criticar Luisão e Katsouranis, Mozer começou a preparar a próxima época do Benfica.
Ao criticar Mozer, Luisão começou a preparar a sua saída do Benfica na próxima época.
7 - Correndo o risco de me enganar redondamente, deixo aqui aquela que penso que será a futura composição do departamento de futebol do Benfica.
Rui Águas manter-se-á como máximo responsável pela prospecção, Rui Costa como director desportivo, acolitado por Mozer, que desempenhará simultaneamente funções de assessoria de Rui Costa e de Ricardo Gomes, que assumirá o cargo de treinador principal.
8 - Sendo um homem de forte personalidade e carácter, não consigo alcançar as razões pelas quais Rui Costa mantém a promoção ao site de apostas Betclick.
É o único futebolista no activo que não renunciou ao contrato de patrocínio, persistindo assim numa clara violação do código de ética da FIFA que desaconselha a participação de atletas e treinadores em promoções de jogos de fortuna e azar.
O dinheiro não pode ser tudo.
9 - Scolari afirmou não ter uma equipa, nem um líder.
Pergunto: Não serão tarefas de um treinador construir uma equipa e mais do que descobrir ou designar um líder assumir-se como tal.
10 - Quem viu o programa "Geração Scolari" não ficou com a sensação de que o balneário da selecção nacional antes dos jogos se assemelha a uma reunião da IURD?
11 - Após assistir ao programa "Geração Scolari" confirmei o primarismo do seleccionar nacional na abordagem ao jogo e ao adversário.
12 - Confirmei, também, a pobreza do seu discurso - da construção gramatical aos aspectos técnicos.
13 - Na semana passada, aludi à inflacção do mercado inglês.
Hoje, trago números que justificam aquela afirmação.
Na recém encerrada janela de transferências de Janeiro, os clubes da Premier League gastaram um total de 200 milhões de Euros em contratações, valor este que é mais que o dobro do recorde anterior para aquele período de transferências (94 milhões de Euros).
14 - Será que o fim das limitações à utilização de estrangeiros nas camadas jovens tem algo a ver com a goleada sofrida na passada terça-feira pela selecção Sub-16 – 0-7 frente à Espanha, a maior derrota de sempre dos nossos jovens jogadores?
15 - Porquê vender por apenas 100.000€ um jogador titular da selecção do Senegal?
segunda-feira, fevereiro 11, 2008
Vedetas&Marretas
Vedetas
Gil Vicente, Moreirense, Setúbal e Naval pelo apuramento para os 4ºs de final da Taça de Portugal;
Leandro Grimi pela estreia com assistência para golo;
Egipto por ter revalidado o título na CAN;
Real Madrid pela goleada imposta ao Valladolid;
Huelva pelo triunfo em Barcelona frente ao Espanyol;
Atlético de Madrid pela vitória em Santander frente ao Racing;
Juventus pelo triunfo em Udine;
Manchester City pelo triunfo no derby de Manchester;
Lens pela goleada imposta na visita ao Caen;
Marselha pelo triunfo em Nice;
Roda pela vitória sobre o Ajax;
Benfica pelo apuramento para os 4ºs de final da Taça Challenge em Andebol;
Vitória de Guimarães pelo triunfo averbado frente ao Queluz na Proliga;
Machico pelo triunfo no derby regional frente ao Marítimo no Nacional de Voleibol;
Nelson Évora pelo record nacional do triplo salto em pista coberta;
Naide Gomes pelo record nacional do salto em comprimento em pista coberta;
Marco Fortes pelo record nacional do lançamento do peso em pista coberta;
Jessica Augusto pela obtenção dos mínimos para os Mundiais de Pista Coberta nos 3000metros;
Susanna Kallur pela obtenção do recorde mundial dos 60 m barreiras em pista coberta;
Telma Monteiro pela conquista da medalha de bronze no Torneio Super A de Paris, na categoria de -52 kg;
Jari-Matti Latvala pelo triunfo no Rally da Suécia;
Marretas
Conselho de Arbitragem da FPF pela nomeação de Augusto Duarte para o Benfica-Paços de Ferreira;
Vukcevic pela violência da entrada sobre Ricardo Esteves;
Manchester United pela derrota no derby de Manchester;
Newcastle pela goleada sofrida em Villa Park;
PSG por mais um empate em casa desta feita frente ao Le Mans;
Ajax por ter sido derrotado pelo Roda;
Sebastien Loeb pelo acidente e consequente desistência no Rally da Suécia;
Gil Vicente, Moreirense, Setúbal e Naval pelo apuramento para os 4ºs de final da Taça de Portugal;
Leandro Grimi pela estreia com assistência para golo;
Egipto por ter revalidado o título na CAN;
Real Madrid pela goleada imposta ao Valladolid;
Huelva pelo triunfo em Barcelona frente ao Espanyol;
Atlético de Madrid pela vitória em Santander frente ao Racing;
Juventus pelo triunfo em Udine;
Manchester City pelo triunfo no derby de Manchester;
Lens pela goleada imposta na visita ao Caen;
Marselha pelo triunfo em Nice;
Roda pela vitória sobre o Ajax;
Benfica pelo apuramento para os 4ºs de final da Taça Challenge em Andebol;
Vitória de Guimarães pelo triunfo averbado frente ao Queluz na Proliga;
Machico pelo triunfo no derby regional frente ao Marítimo no Nacional de Voleibol;
Nelson Évora pelo record nacional do triplo salto em pista coberta;
Naide Gomes pelo record nacional do salto em comprimento em pista coberta;
Marco Fortes pelo record nacional do lançamento do peso em pista coberta;
Jessica Augusto pela obtenção dos mínimos para os Mundiais de Pista Coberta nos 3000metros;
Susanna Kallur pela obtenção do recorde mundial dos 60 m barreiras em pista coberta;
Telma Monteiro pela conquista da medalha de bronze no Torneio Super A de Paris, na categoria de -52 kg;
Jari-Matti Latvala pelo triunfo no Rally da Suécia;
Marretas
Conselho de Arbitragem da FPF pela nomeação de Augusto Duarte para o Benfica-Paços de Ferreira;
Vukcevic pela violência da entrada sobre Ricardo Esteves;
Manchester United pela derrota no derby de Manchester;
Newcastle pela goleada sofrida em Villa Park;
PSG por mais um empate em casa desta feita frente ao Le Mans;
Ajax por ter sido derrotado pelo Roda;
Sebastien Loeb pelo acidente e consequente desistência no Rally da Suécia;
Memorial Zandinga
Os jogos sujeitos a palpite, esta semana, são os seguintes:
Sporting - FC Basel
Bremen - Sp. Braga
Benfica - FC Nürnberg
De forma a salvaguardar a integridade da competição, os palpites devem ser enviados para o mail do blog até às 20h00 da próxima 4ª feira.
Claro está que quem entender desnecessário seguir este procedimento, pode publicar os seus palpites do modo tradicional.
Verificando-se uma igualdade nos pontos obtidos pelos oponentes em compita na presente eliminatória, o desempate far-se-á pelo número de pontos alcançados na competição.
Relembro os embates dos Oitavos de Final:
Cavungi - Sócio;
Zex - Vermelho Sempre;
Jorge Mínimo - Holtreman;
Lion Heart - Antes Morto que Vermelho;
Pachulico - Cuto;
Kaiserlicheagle - Biely;
Vermelho - Salvatrucha;
Jimmy Jump - JC;
Recordo que os participantes que não lograram apuramento disputam entre si, em sistema de todos contra todos, o seu posicionamento final no Memorial Zandinga.
Os pontos acumulados na 1ª fase transitam para esta 2ª fase, na medida da sua metade.
Classificação Actual
17º Lugar: Vermelho Nunca, Samsalameh e Pankreas - 165 pontos;
18º Lugar: Fura-Redes - 155 pontos;
19º Lugar: Braguilha - 110 pontos;
Sporting - FC Basel
Bremen - Sp. Braga
Benfica - FC Nürnberg
De forma a salvaguardar a integridade da competição, os palpites devem ser enviados para o mail do blog até às 20h00 da próxima 4ª feira.
Claro está que quem entender desnecessário seguir este procedimento, pode publicar os seus palpites do modo tradicional.
Verificando-se uma igualdade nos pontos obtidos pelos oponentes em compita na presente eliminatória, o desempate far-se-á pelo número de pontos alcançados na competição.
Relembro os embates dos Oitavos de Final:
Cavungi - Sócio;
Zex - Vermelho Sempre;
Jorge Mínimo - Holtreman;
Lion Heart - Antes Morto que Vermelho;
Pachulico - Cuto;
Kaiserlicheagle - Biely;
Vermelho - Salvatrucha;
Jimmy Jump - JC;
Recordo que os participantes que não lograram apuramento disputam entre si, em sistema de todos contra todos, o seu posicionamento final no Memorial Zandinga.
Os pontos acumulados na 1ª fase transitam para esta 2ª fase, na medida da sua metade.
Classificação Actual
17º Lugar: Vermelho Nunca, Samsalameh e Pankreas - 165 pontos;
18º Lugar: Fura-Redes - 155 pontos;
19º Lugar: Braguilha - 110 pontos;
Compilação de Cavungi e AMV
Os Onze Indomáveis Patifes
O Líbero eleito foi Humberto Coelho, que contabilizou 20 votos.
Seguiram-se F.Beckenbauer com 13 votos, Ronald Koeman com 5, F. Baresi com 4 e K. Aughentaller com 2.
Esta semana, será dedicada à eleição do melhor trinco.
Os candidatos são:
Neeskens; Paul Breitner; Paul Gascoigne; Roy Keane e Luiz Fernandez.
O Líbero eleito foi Humberto Coelho, que contabilizou 20 votos.
Seguiram-se F.Beckenbauer com 13 votos, Ronald Koeman com 5, F. Baresi com 4 e K. Aughentaller com 2.
Esta semana, será dedicada à eleição do melhor trinco.
Os candidatos são:
Neeskens; Paul Breitner; Paul Gascoigne; Roy Keane e Luiz Fernandez.
domingo, fevereiro 10, 2008
Análise ao Benfica-Paços de Ferreira
Estádio da Luz, em Lisboa
Árbitro: Augusto Duarte (AF Braga)
Benfica: Butt; Nelson, Edcarlos (Cardozo, 33m), Luisão e Léo; Katsouranis, Rui Costa (David Luiz, 90+1m) e Nuno Assis; Maxi Pereira, Makukula (Di María, 86m) e Rodriguez
Suplentes não utilizados: Moreira, Luís Filipe, Mantorras e Freddy Adu
P. Ferreira: Peçanha; Ferreira, Rovérsio, Tiago Valente e Valdir; Paulo Sousa, Filipe Anunciação e Pedrinha; Wesley (Dédé, 83m), Ricardinho (Furtado, 80m) e Cristiano (Edson, 57m)
Suplentes não utilizados: Coelho, Luiz Carlos, Kiko e Fábio Paim
Ao intervalo: 1-1
Disciplina: Cartão amarelo para Wesley (32m), Tiago Valente (41 e 51m), Ricardinho (45m), Katsouranis (56m), Nuno Assis (67m), Makukula (69m). Cartão vermelho para Tiago Valente (51m).
Marcadores: 0-1, Pedrinha (2m); 1-1, Cardozo (41m g.p.); 2-1, Cardozo (52m g.p.); 3-1, Rui Costa (78m); 4-1, Nuno Assis (90+1m)
Resultado final: 4-1

O Benfica venceu o Paços de Ferreira por 4-1 e apurou-se para os quartos-de-final da Taça de Portugal.
A equidade da qualificação num resultado quantitativamente excessivo.
A produção ofensiva de qualquer uma das equipas não justificou a dimensão que o marcador apresentou no final.
A partida não podia ter começado pior para o Benfica.
Logo aos dois minutos, por intermédio de Pedrinha, os pacenses chegaram ao golo, aproveitando um erro colectivo da defesa encarnada.
Inadmissível a complacência de Ed Carlos, Leó, Nelson e Maxi Pereira.
Perante tamanhas benesses concedidas, difícil teria sido Pedrinha não facturar.
Se a cenografia calamitosa assombrava o quadro psicológico dos encarnados, dealbar a partida em desvantagem abalou de sobremaneira os seus indíces de confiança e de auto-estima.
Assim não surpreendeu a inépcia que revelavam quando em posse de bola a procuravam circular.
Roçou o patético!
Inexistia qualquer ponta de fluidez ou clarividência na transição ofensiva e, deste modo, nos primeiros 30 minutos de jogo, o Benfica não realizou qualquer remate à baliza de Peçanha.
Com Rui Costa emparedado entre Paulo Sousa e Filipe Anunciação, sem espaço ou tempo para dirigir o momento atacante encarnado, e Katsouranis e Maxi Pereira, sem mobilidade e/ou criatividade para o fazer, a manobra ofensiva, pura e simplesmente, não funcionava.
Duas trocas de passes consecutivas foi pouco mais do que uma miragem.
Em desvantagem, Camacho mostrou-se mais resoluto do que habitualmente e, à passagem da meia-hora, decidiu retirar Ed Carlos e fazer entrar Cardozo.
Uma substituição que se viria a revelar decisiva no desfecho da partida.
Não tanto pela colocação de dois pontas de lança, mas mais pelo recuo de Rui Costa.
Se até então Rui Costa havia sido sufocado por Paulo Sousa e Filipe Anunciação, o seu posicionamento uns metros mais atrás, desempenhando funções de médio de transição, conferiu-lhe a liberdade de movimentos suficiente para se assumir como o impulsionador do processo ofensivo do Benfica.
O deserto de ideias desapareceu e o processo ofensivo encarnado começou a ganhar alguma fluência e clareza.
Perto do intervalo e como consequência natural do sensível acréscimo qualitativo do futebol exibido pelo Benfica, Cardozo, na transformação de uma grande penalidade a castigar derrube de Tiago Valente a Cristian Rodriguez, restabeleceu a igualdade.
Ao intervalo, a igualdade remunerava a eficácia pacense (com excepção do lance do golo não mais os pacenses chegaram à baliza de Butt) e penalizava a lastimável meia-hora inicial do Benfica.
Na etapa complementar, o Benfica concluiu a "remontada".
Sete minutos após o regresso dos balneários, Makukula foi agarrado na grande área e o Cardozo não desperdiçou novo penalty.
Em superioridade no marcador e no número de jogadores - Tiago Valente foi expulso, por acumulação de amarelos - o Benfica pôde repousar e gerir as incidências da partida.
A vinte minutos do final, assistiu-se a uma ligeira reacção do Paços, que, em dois livres laterais, ameaçou a baliza de Butt.
O Benfica como que despertou da letargia pós-vantagem e "regressou" ao jogo para ampliar a vantagem em dois lances com a chancela indelével de Rui Costa.
Primeiro, aos 78 minutos, marcou num remate à entrada da área e depois, sobre os 90 minutos, ensaiou um "slalom" irresistível que culminaria numa assistência em bandeja de ouro para Nuno Assis encher o pé e fazer o 4-1 final.
Árbitro: Augusto Duarte (AF Braga)
Benfica: Butt; Nelson, Edcarlos (Cardozo, 33m), Luisão e Léo; Katsouranis, Rui Costa (David Luiz, 90+1m) e Nuno Assis; Maxi Pereira, Makukula (Di María, 86m) e Rodriguez
Suplentes não utilizados: Moreira, Luís Filipe, Mantorras e Freddy Adu
P. Ferreira: Peçanha; Ferreira, Rovérsio, Tiago Valente e Valdir; Paulo Sousa, Filipe Anunciação e Pedrinha; Wesley (Dédé, 83m), Ricardinho (Furtado, 80m) e Cristiano (Edson, 57m)
Suplentes não utilizados: Coelho, Luiz Carlos, Kiko e Fábio Paim
Ao intervalo: 1-1
Disciplina: Cartão amarelo para Wesley (32m), Tiago Valente (41 e 51m), Ricardinho (45m), Katsouranis (56m), Nuno Assis (67m), Makukula (69m). Cartão vermelho para Tiago Valente (51m).
Marcadores: 0-1, Pedrinha (2m); 1-1, Cardozo (41m g.p.); 2-1, Cardozo (52m g.p.); 3-1, Rui Costa (78m); 4-1, Nuno Assis (90+1m)
Resultado final: 4-1

O Benfica venceu o Paços de Ferreira por 4-1 e apurou-se para os quartos-de-final da Taça de Portugal.
A equidade da qualificação num resultado quantitativamente excessivo.
A produção ofensiva de qualquer uma das equipas não justificou a dimensão que o marcador apresentou no final.
A partida não podia ter começado pior para o Benfica.
Logo aos dois minutos, por intermédio de Pedrinha, os pacenses chegaram ao golo, aproveitando um erro colectivo da defesa encarnada.
Inadmissível a complacência de Ed Carlos, Leó, Nelson e Maxi Pereira.
Perante tamanhas benesses concedidas, difícil teria sido Pedrinha não facturar.
Se a cenografia calamitosa assombrava o quadro psicológico dos encarnados, dealbar a partida em desvantagem abalou de sobremaneira os seus indíces de confiança e de auto-estima.
Assim não surpreendeu a inépcia que revelavam quando em posse de bola a procuravam circular.
Roçou o patético!
Inexistia qualquer ponta de fluidez ou clarividência na transição ofensiva e, deste modo, nos primeiros 30 minutos de jogo, o Benfica não realizou qualquer remate à baliza de Peçanha.
Com Rui Costa emparedado entre Paulo Sousa e Filipe Anunciação, sem espaço ou tempo para dirigir o momento atacante encarnado, e Katsouranis e Maxi Pereira, sem mobilidade e/ou criatividade para o fazer, a manobra ofensiva, pura e simplesmente, não funcionava.
Duas trocas de passes consecutivas foi pouco mais do que uma miragem.
Em desvantagem, Camacho mostrou-se mais resoluto do que habitualmente e, à passagem da meia-hora, decidiu retirar Ed Carlos e fazer entrar Cardozo.
Uma substituição que se viria a revelar decisiva no desfecho da partida.
Não tanto pela colocação de dois pontas de lança, mas mais pelo recuo de Rui Costa.
Se até então Rui Costa havia sido sufocado por Paulo Sousa e Filipe Anunciação, o seu posicionamento uns metros mais atrás, desempenhando funções de médio de transição, conferiu-lhe a liberdade de movimentos suficiente para se assumir como o impulsionador do processo ofensivo do Benfica.
O deserto de ideias desapareceu e o processo ofensivo encarnado começou a ganhar alguma fluência e clareza.
Perto do intervalo e como consequência natural do sensível acréscimo qualitativo do futebol exibido pelo Benfica, Cardozo, na transformação de uma grande penalidade a castigar derrube de Tiago Valente a Cristian Rodriguez, restabeleceu a igualdade.
Ao intervalo, a igualdade remunerava a eficácia pacense (com excepção do lance do golo não mais os pacenses chegaram à baliza de Butt) e penalizava a lastimável meia-hora inicial do Benfica.
Na etapa complementar, o Benfica concluiu a "remontada".
Sete minutos após o regresso dos balneários, Makukula foi agarrado na grande área e o Cardozo não desperdiçou novo penalty.
Em superioridade no marcador e no número de jogadores - Tiago Valente foi expulso, por acumulação de amarelos - o Benfica pôde repousar e gerir as incidências da partida.
A vinte minutos do final, assistiu-se a uma ligeira reacção do Paços, que, em dois livres laterais, ameaçou a baliza de Butt.
O Benfica como que despertou da letargia pós-vantagem e "regressou" ao jogo para ampliar a vantagem em dois lances com a chancela indelével de Rui Costa.
Primeiro, aos 78 minutos, marcou num remate à entrada da área e depois, sobre os 90 minutos, ensaiou um "slalom" irresistível que culminaria numa assistência em bandeja de ouro para Nuno Assis encher o pé e fazer o 4-1 final.
C´ um Caneco (outro passatempo) - Resultados dos Oitavos de Final
Holtreman - Vermelho Sempre: 0-30
Jorge Mínimo - Vermelho Nunca: 30-25
Braguilha - Fura-Redes: 30-25
Jimmy Jump - Zex: 35-25
Vermelho - Kaiserlicheagle: 35-35 (Vermelho apurado fruto da maior pontuação obtida na competição)
Salvatrucha - JC: 35-30
Pachulico - Lion Heart: 35-30
Cavungi - Antes Morto que Vermelho: 45-35
Quartos de Final
Vermelho Sempre - Vermelho;
Jorge Mínimo - Salvatrucha;
Braguilha - Pachulico;
Jimmy Jump - Cavungi;
Jorge Mínimo - Vermelho Nunca: 30-25
Braguilha - Fura-Redes: 30-25
Jimmy Jump - Zex: 35-25
Vermelho - Kaiserlicheagle: 35-35 (Vermelho apurado fruto da maior pontuação obtida na competição)
Salvatrucha - JC: 35-30
Pachulico - Lion Heart: 35-30
Cavungi - Antes Morto que Vermelho: 45-35
Quartos de Final
Vermelho Sempre - Vermelho;
Jorge Mínimo - Salvatrucha;
Braguilha - Pachulico;
Jimmy Jump - Cavungi;
quinta-feira, fevereiro 07, 2008
Tribuna do Bitaite
Bitaite do Condómino JC
"Este fim-de-semana há Taça!
Competição deveras importante, pois que é a 2ª em termos nacionais e porque continuam em prova os três grandes.
O SCP recebe o Marítimo, que, sem Makukula nem Manucho, vi no passado Domingo efectuar um pobre jogo em Coimbra.
Mas, se o SCP quiser ganhar – e penso que quer – terá de demonstrar em campo uma atitude e uma entrega ao jogo bem diferente daquela que exibiu durante a primeira parte do jogo com o Belenenses – dizem, porque eu não vi.
Há, de facto, jogadores que precisam de ir ao banco – ia dizer à bruxa, mas não acredito nelas.
Miguel Bunda Veloso e “Pipi” Romagnoli são dois deles.
No meio campo está um dos problemas da equipa do SCP, muito longe da eficácia que apresentava a época passada.
Os outros problemas estão no guarda-redes, na defesa e no ataque.
Assim, refrescava a linha de meio campo, lançando Adrien para o lugar de Veloso. Moutinho jogava a 10, em vez de Romangoli, e Pereirinha fazia o lado direito do losango, com Izmailov à esquerda.
Repescava o Stocobicho para a baliza, até porque o Rui Patareca deve vir cansado de mais uma jornada europeia.
E na defesa, introduzia Grimmi à esquerda, que mais não seja para ver quanto vale.
Na frente, o invariável Liedson e a coqueluche Vukcevic.
Em resumo:
Stojkovic, Abel; Tonel, Polga e Grimmi; Adrien, Pereirinha, João Moutinho e Izmailov; Liedson e Vukcevic."
"Este fim-de-semana há Taça!
Competição deveras importante, pois que é a 2ª em termos nacionais e porque continuam em prova os três grandes.
O SCP recebe o Marítimo, que, sem Makukula nem Manucho, vi no passado Domingo efectuar um pobre jogo em Coimbra.
Mas, se o SCP quiser ganhar – e penso que quer – terá de demonstrar em campo uma atitude e uma entrega ao jogo bem diferente daquela que exibiu durante a primeira parte do jogo com o Belenenses – dizem, porque eu não vi.
Há, de facto, jogadores que precisam de ir ao banco – ia dizer à bruxa, mas não acredito nelas.
Miguel Bunda Veloso e “Pipi” Romagnoli são dois deles.
No meio campo está um dos problemas da equipa do SCP, muito longe da eficácia que apresentava a época passada.
Os outros problemas estão no guarda-redes, na defesa e no ataque.
Assim, refrescava a linha de meio campo, lançando Adrien para o lugar de Veloso. Moutinho jogava a 10, em vez de Romangoli, e Pereirinha fazia o lado direito do losango, com Izmailov à esquerda.
Repescava o Stocobicho para a baliza, até porque o Rui Patareca deve vir cansado de mais uma jornada europeia.
E na defesa, introduzia Grimmi à esquerda, que mais não seja para ver quanto vale.
Na frente, o invariável Liedson e a coqueluche Vukcevic.
Em resumo:
Stojkovic, Abel; Tonel, Polga e Grimmi; Adrien, Pereirinha, João Moutinho e Izmailov; Liedson e Vukcevic."
C´um Caneco (outro passatempo)
Os jogos sujeitos a palpite são os seguintes:
Sporting vs Marítimo
Valdevez vs Moreirense
Naval vs Rio Ave
Gil Vicente vs Leixões
V. Setúbal vs V. Guimarães
Sertanense vs FC Porto
Benfica vs P. Ferreira
De forma a salvaguardar a integridade da competição, os prognósticos devem ser enviados para o mail do blog até às 24h00 da próxima 6ª feira.
Claro está que quem entender desnecessário seguir este procedimento, pode publicar os seus palpites do modo tradicional.
Verificando-se uma igualdade nos pontos obtidos pelos oponentes em compita na presente eliminatória, o desempate far-se-á pelo número de pontos alcançados na competição.
Relembro os embates dos oitavos de final:
Holtreman - Vermelho Sempre;
Jorge Mínimo - Vermelho Nunca;
Braguilha - Fura-Redes;
Jimmy Jump - Zex;
Vermelho - Kaiserlicheagle;
Salvatrucha - JC;
Pachulico - Lion Heart;
Cavungi - Antes Morto que Vermelho;
Sporting vs Marítimo
Valdevez vs Moreirense
Naval vs Rio Ave
Gil Vicente vs Leixões
V. Setúbal vs V. Guimarães
Sertanense vs FC Porto
Benfica vs P. Ferreira
De forma a salvaguardar a integridade da competição, os prognósticos devem ser enviados para o mail do blog até às 24h00 da próxima 6ª feira.
Claro está que quem entender desnecessário seguir este procedimento, pode publicar os seus palpites do modo tradicional.
Verificando-se uma igualdade nos pontos obtidos pelos oponentes em compita na presente eliminatória, o desempate far-se-á pelo número de pontos alcançados na competição.
Relembro os embates dos oitavos de final:
Holtreman - Vermelho Sempre;
Jorge Mínimo - Vermelho Nunca;
Braguilha - Fura-Redes;
Jimmy Jump - Zex;
Vermelho - Kaiserlicheagle;
Salvatrucha - JC;
Pachulico - Lion Heart;
Cavungi - Antes Morto que Vermelho;
quarta-feira, fevereiro 06, 2008
Análise ao Portugal - Itália
Estádio Letzigrund, em Zurique (Suíça)
Árbitro: Sascha Kever (Suíça)
ITÁLIA – Amelia; Oddo, Barzagli, Cannavaro e Zambrotta; Pirlo, Ambrosini e De Rossi; Palladino, Di Natale e Luca Toni. Jogaram ainda: Grosso, Perrotta, Gamborini, Borriello, Quagliarella e Cassetti.
PORTUGAL – Ricardo; Bosingwa, Ricardo Carvalho, Bruno Alves e Caneira; Petit e Maniche; Cristiano Ronaldo, Deco e Quaresma; Makukula. Jogaram ainda: Nani, Paulo Ferreira, Fernando Meira, Hugo Almeida, Raul Meireles e Jorge Ribeiro.
Ao intervalo: 1-0
Golos: 1-0, Luca Toni (45 m); 2-0, Pirlo (50 m); 2-1, Quaresma (76 m); 3-1, Quagliarella (79 m).
Resultado final: 3-1

No boxe antes da disputa de um combate para a atribuição de um título, é usual os contendores defrontarem dóceis e submissos sparring partners para assim reforçarem os seus níveis de confiança e auto-estima.
Com a Itália sucedeu, precisamente, o mesmo.
Depois de uma fase de qualificação a roçar o lastimável, nada melhor que enfrentar Portugal para alimentar os depauperados espíritos transalpinos.
Triunfo claro e inequívoco da selecção italiana, o 18º em 24 jogos.
No seu melhor estilo cínico, aos italianos bastou, como em tantas outras ocasiões, conjugar expectativa, contenção, organização, exploração do erro adversário e eficácia para levar de vencida uma selecção portuguesa previsivelmente distante do indispensável ritmo competitivo.
Aliás, no segundo tempo, os campeões do mundo chegaram mesmo a ameaçar a goleada!
Como disse Scolari: "Falhámos em todos os sentidos. Na marcação, na pressão e na saída para o ataque."
Olvidou, todavia, o seleccionador nacional o seu mea culpa!
É que se falhámos, a responsabilidade foi sua!
Foi Scolari quem elaborou a convocatória, quem escolheu o onze inicial, quem procedeu às substituições, quem elegeu o modelo de jogo e o sistema táctico!
Em antevisão, escrevi: "espero que as individualidades lusas façam a diferença.
Uma vez mais, Scolari irá apostar num onze que não reflecte o momento de forma dos jogadores.
Mais do que a aposta em Ricardo, é o tridente do meio-campo que me deixa perplexo:
Petit está num deplorável momento de forma, navegando entre lesões sem atingir a condição necessária a um desempenho minimamente capaz;
Deco idem idem aspas aspas;
Maniche, com excepção de uma partida para a Taça de Itália, não faz um jogo completo vai para 2 meses."
Pois bem, as individualidades não fizeram a diferença e as piores perspectivas confirmaram-se plenamente!
Concordo com Scolari quando afirma que "Em determinados momentos, a equipa esteve totalmente aberta."
E esteve-o porque simplesmente o tal tridente da intermediária não funcionou!
Não ligou uma única transição! Defensiva ou ofensiva!
Não revelou a necessária clarividência, nem a velocidade capaz de emprestar coesão à equipa e ligar os sectores num bloco uno.
A etiologia da derrota radicou na incapacidade do meio-campo de gerar um sistema de vasos comunicantes potenciador da criação de interdependências entre os diferentes sectores da equipa.
E, também, na incapacidade de controlar os movimentos entre linhas, com e sem bola, de Andrea Pirlo.
Pirlo dispôs do espaço e do tempo que quis e necessitou para exibir as suas melhores qualidades. E, quando assim é, está lançado o código postal do insucesso do adversário!
Equipa não! Conjunto de onze individualidades, laborando sem qualquer sentido colectivo!
Antes da partida, Scolari asseverou: “Em 23 jogos com a Itália, perdemos 17, o que é uma vergonha. Temos apenas quatro vitórias e dois empates. Em caso de derrota, poderia dizer que era um jogo de preparação, mas seria mentira. O grande objectivo é a vitória”.
Prosseguiu dizendo que "a Itália tem um estilo de jogo muito peculiar. Temos muita posse de bola e eles pouca, mas são fulminantes em determinado momento e determinam o resultado. É preciso aprender a jogar nestes cenários".
No final, lançou a receita para ganhar à squadra azzurra no futuro: "Vamos ser muito mais cínicos na forma de jogar com a Itália. É preciso jogar de forma mais fechada, porque a Itália aproveita os erros do adversário. Cometemos um erro e sofremos o golo".
Resumindo - Scolari já conhecia o modelo de jogo dos italianos, queria ganhar, mas não se precaveu e perdeu!
No futuro, aí sim, Scolari não vai mais "bobear", não!
Vai jogar fechadinho!
Mas, perguntam vocês: o grande objectivo para a partida de hoje à noite não era ganhar?
Era, mas deixou de o ser!
Mudam as circunstâncias, mudam as vontades!
Árbitro: Sascha Kever (Suíça)
ITÁLIA – Amelia; Oddo, Barzagli, Cannavaro e Zambrotta; Pirlo, Ambrosini e De Rossi; Palladino, Di Natale e Luca Toni. Jogaram ainda: Grosso, Perrotta, Gamborini, Borriello, Quagliarella e Cassetti.
PORTUGAL – Ricardo; Bosingwa, Ricardo Carvalho, Bruno Alves e Caneira; Petit e Maniche; Cristiano Ronaldo, Deco e Quaresma; Makukula. Jogaram ainda: Nani, Paulo Ferreira, Fernando Meira, Hugo Almeida, Raul Meireles e Jorge Ribeiro.
Ao intervalo: 1-0
Golos: 1-0, Luca Toni (45 m); 2-0, Pirlo (50 m); 2-1, Quaresma (76 m); 3-1, Quagliarella (79 m).
Resultado final: 3-1

No boxe antes da disputa de um combate para a atribuição de um título, é usual os contendores defrontarem dóceis e submissos sparring partners para assim reforçarem os seus níveis de confiança e auto-estima.
Com a Itália sucedeu, precisamente, o mesmo.
Depois de uma fase de qualificação a roçar o lastimável, nada melhor que enfrentar Portugal para alimentar os depauperados espíritos transalpinos.
Triunfo claro e inequívoco da selecção italiana, o 18º em 24 jogos.
No seu melhor estilo cínico, aos italianos bastou, como em tantas outras ocasiões, conjugar expectativa, contenção, organização, exploração do erro adversário e eficácia para levar de vencida uma selecção portuguesa previsivelmente distante do indispensável ritmo competitivo.
Aliás, no segundo tempo, os campeões do mundo chegaram mesmo a ameaçar a goleada!
Como disse Scolari: "Falhámos em todos os sentidos. Na marcação, na pressão e na saída para o ataque."
Olvidou, todavia, o seleccionador nacional o seu mea culpa!
É que se falhámos, a responsabilidade foi sua!
Foi Scolari quem elaborou a convocatória, quem escolheu o onze inicial, quem procedeu às substituições, quem elegeu o modelo de jogo e o sistema táctico!
Em antevisão, escrevi: "espero que as individualidades lusas façam a diferença.
Uma vez mais, Scolari irá apostar num onze que não reflecte o momento de forma dos jogadores.
Mais do que a aposta em Ricardo, é o tridente do meio-campo que me deixa perplexo:
Petit está num deplorável momento de forma, navegando entre lesões sem atingir a condição necessária a um desempenho minimamente capaz;
Deco idem idem aspas aspas;
Maniche, com excepção de uma partida para a Taça de Itália, não faz um jogo completo vai para 2 meses."
Pois bem, as individualidades não fizeram a diferença e as piores perspectivas confirmaram-se plenamente!
Concordo com Scolari quando afirma que "Em determinados momentos, a equipa esteve totalmente aberta."
E esteve-o porque simplesmente o tal tridente da intermediária não funcionou!
Não ligou uma única transição! Defensiva ou ofensiva!
Não revelou a necessária clarividência, nem a velocidade capaz de emprestar coesão à equipa e ligar os sectores num bloco uno.
A etiologia da derrota radicou na incapacidade do meio-campo de gerar um sistema de vasos comunicantes potenciador da criação de interdependências entre os diferentes sectores da equipa.
E, também, na incapacidade de controlar os movimentos entre linhas, com e sem bola, de Andrea Pirlo.
Pirlo dispôs do espaço e do tempo que quis e necessitou para exibir as suas melhores qualidades. E, quando assim é, está lançado o código postal do insucesso do adversário!
Equipa não! Conjunto de onze individualidades, laborando sem qualquer sentido colectivo!
Antes da partida, Scolari asseverou: “Em 23 jogos com a Itália, perdemos 17, o que é uma vergonha. Temos apenas quatro vitórias e dois empates. Em caso de derrota, poderia dizer que era um jogo de preparação, mas seria mentira. O grande objectivo é a vitória”.
Prosseguiu dizendo que "a Itália tem um estilo de jogo muito peculiar. Temos muita posse de bola e eles pouca, mas são fulminantes em determinado momento e determinam o resultado. É preciso aprender a jogar nestes cenários".
No final, lançou a receita para ganhar à squadra azzurra no futuro: "Vamos ser muito mais cínicos na forma de jogar com a Itália. É preciso jogar de forma mais fechada, porque a Itália aproveita os erros do adversário. Cometemos um erro e sofremos o golo".
Resumindo - Scolari já conhecia o modelo de jogo dos italianos, queria ganhar, mas não se precaveu e perdeu!
No futuro, aí sim, Scolari não vai mais "bobear", não!
Vai jogar fechadinho!
Mas, perguntam vocês: o grande objectivo para a partida de hoje à noite não era ganhar?
Era, mas deixou de o ser!
Mudam as circunstâncias, mudam as vontades!
terça-feira, fevereiro 05, 2008
Livro de Reclamações
1 - Escrevi a semana passada "Podem os mais facciosos e emotivos apaniguados de Benfica e Sporting pensar que as vitórias do último fim de semana afastaram de vez os problemas que têm apoquentado ambos os emblemas.
Nada de mais incauto ou temerário!
O atraso na classificação embora minguado permanece extenso, bem como as carências nos respectivos plantéis.
Assim consigam apresentar outra constância exibicional e então sim se poderá legitimamente falar de superação do seu estado pré-comatoso."
Infelizmente, assistia-me razão!
2 - Instantes após o Porto ter regressado à normalidade caseira, também Benfica e Sporting lhe seguiram as pisadas - retrocederam à normalidade. Ou melhor: à vulgaridade!
Pela quinta vez em nove jogos, o Benfica não conseguiu ganhar em casa ou sequer marcar um golo.
Pela quarta vez em dez jogos na condição de visitante, aos quais acrescem igual número de empates, o Sporting perdeu.
Um e outro registo justificam o atraso pontual para o Porto.
Nenhuma equipa pode ter legítimas pretensões com estes números simplesmente miseráveis!
É caso para questionar se Benfica e Sporting discutem o título "a minha crise é pior do que a tua"?!
3 - As razões do insucesso são, também, na sua essência, comuns:
a) A exaustão dos sistemas tácticos de ambos os treinadores, a qual acrescenta previsibilidade e subtrai improviso;
b) As ininteligíveis opções na formação do onze titular e nas substituições efectuadas durante as partidas;
c) A falta de maleabilidade táctica ou a inexistência de sistemas alternativos ou a fé inabalável no 4x2x3x1 e no 4x4x2 losango;
d) A ausência de uma transição defensiva suficientemente rápida e capaz de cercear situações de desvantagem numérica;
e) A ausência de uma transição ofensiva clarividente e potenciadora da criação contínua de situações de finalização;
f) Incapacidade de finalização;
g) Ausência de aproveitamento de lances de bola parada;
h) A inabilidade dos treinadores na gestão pública das expectativas;
i) A falta de serenidade e tranquilidade;
j) A baixa auto-estima que entorpece a confiança e tolda as competências dos jogadores;
l) A falta de experiência, associada a elevados níveis de ansiedade;
m) A incapacidade de lidar com a obrigação de vencer;
n) A incapacidade de superar a pressão mediática e associativa, que conduz a situações de "pânico cénico";
o) A sujeição precoce dos jovens futebolistas às agruras da alta competição;
p) A ausência de uma liderança forte a nível directivo;
q) A ausência de um forte espírito de grupo, de conquista e de superação;
r) A estranha apatia, leia-se falta de atitude, evidenciada na maior parte das partidas já disputadas;
4 - Em relação ao Benfica aduzo uma outra justificação, qual seja o mau planeamento da época desportiva.
A desorganização e a descoordenação são evidentes!
Defeso após defeso, anuncia-se a intenção de ver o plantel fechado antes do arranque da pré-época.
Pois bem, sucede sempre o oposto!
E agora também no mercado de Janeiro!
Vieira perdeu-se durante semanas no México tentando trazer César Delgado enquanto postergava a aquisição de Makukula.
Resultado: Makukula não esteve disponível para defrontar o Nacional!
O atraso pontual também se constrói a partir destes atrasos!
De retardamento em retardamento até ao retardamento final!
5 - Por falar em Makukula, como encaixará Camacho o luso-congolês no seu bem amado 4x2x3x1?
Penso que não encaixará!
Mesmo o olhar mais distraído e descomprometido para o plantel do Benfica percebia que a sua maior lacuna era um extremo-direito capaz de operacionalizar o 4x2x3x1.
A aposta em Makukula pressupõe, inexoravelmente, uma modificação táctica - outro pensamento roça o delírio!
4x4x2 "rombo" (por se tratar de um técnico espanhol) ou 3x5x2 seriam as soluções que adoptaria!
Camacho conservador, primário na abordagem ao jogo e inábil na sua gestão táctica irá optar por um híbrido 4x2x2x2!
Ao asseverar ter requisitado os serviços de Makukula e ao abdicar da aquisição de um extremo-direito, Camacho revelou o seu destino táctico futuro - uma linha defensiva tradicional a 4, um duplo pivot, um ala esquerdo, um 10 e dois pontas de lança.
Maxi Pereira será chamado a desempenhar as funções de "carrillero" pela direita, ao passo que Makukula emparelhará com Cardozo na frente de ataque.
No mais, tudo permanecerá inalterado!
Diga-se que Camacho já experimentou esta solução em Leiria e quer o resultado, quer a exibição foram agradavelmente surpreendentes.
Veremos se a equipa conseguirá alcançar os necessários equilíbrios nas transições!
6 - Porquê Hugo Almeida quando há João Paulo?
Hugo Almeida está sem ritmo, fruto da pausa invernal da Bundesliga, pelo que este seria o momento ideal para aquilatar das capacidades de João Paulo!
7 - No mercado de Janeiro, registaram-se 60 saídas contra 54 entradas de novos jogadores - sinal inequívoco da recessão económica que grassa no futebol português.
8 - O que há de comum entre Manucho e Ronaldinho Gaúcho?
Ambos foram recusados pelo Estrela da Amadora!
Nada de mais incauto ou temerário!
O atraso na classificação embora minguado permanece extenso, bem como as carências nos respectivos plantéis.
Assim consigam apresentar outra constância exibicional e então sim se poderá legitimamente falar de superação do seu estado pré-comatoso."
Infelizmente, assistia-me razão!
2 - Instantes após o Porto ter regressado à normalidade caseira, também Benfica e Sporting lhe seguiram as pisadas - retrocederam à normalidade. Ou melhor: à vulgaridade!
Pela quinta vez em nove jogos, o Benfica não conseguiu ganhar em casa ou sequer marcar um golo.
Pela quarta vez em dez jogos na condição de visitante, aos quais acrescem igual número de empates, o Sporting perdeu.
Um e outro registo justificam o atraso pontual para o Porto.
Nenhuma equipa pode ter legítimas pretensões com estes números simplesmente miseráveis!
É caso para questionar se Benfica e Sporting discutem o título "a minha crise é pior do que a tua"?!
3 - As razões do insucesso são, também, na sua essência, comuns:
a) A exaustão dos sistemas tácticos de ambos os treinadores, a qual acrescenta previsibilidade e subtrai improviso;
b) As ininteligíveis opções na formação do onze titular e nas substituições efectuadas durante as partidas;
c) A falta de maleabilidade táctica ou a inexistência de sistemas alternativos ou a fé inabalável no 4x2x3x1 e no 4x4x2 losango;
d) A ausência de uma transição defensiva suficientemente rápida e capaz de cercear situações de desvantagem numérica;
e) A ausência de uma transição ofensiva clarividente e potenciadora da criação contínua de situações de finalização;
f) Incapacidade de finalização;
g) Ausência de aproveitamento de lances de bola parada;
h) A inabilidade dos treinadores na gestão pública das expectativas;
i) A falta de serenidade e tranquilidade;
j) A baixa auto-estima que entorpece a confiança e tolda as competências dos jogadores;
l) A falta de experiência, associada a elevados níveis de ansiedade;
m) A incapacidade de lidar com a obrigação de vencer;
n) A incapacidade de superar a pressão mediática e associativa, que conduz a situações de "pânico cénico";
o) A sujeição precoce dos jovens futebolistas às agruras da alta competição;
p) A ausência de uma liderança forte a nível directivo;
q) A ausência de um forte espírito de grupo, de conquista e de superação;
r) A estranha apatia, leia-se falta de atitude, evidenciada na maior parte das partidas já disputadas;
4 - Em relação ao Benfica aduzo uma outra justificação, qual seja o mau planeamento da época desportiva.
A desorganização e a descoordenação são evidentes!
Defeso após defeso, anuncia-se a intenção de ver o plantel fechado antes do arranque da pré-época.
Pois bem, sucede sempre o oposto!
E agora também no mercado de Janeiro!
Vieira perdeu-se durante semanas no México tentando trazer César Delgado enquanto postergava a aquisição de Makukula.
Resultado: Makukula não esteve disponível para defrontar o Nacional!
O atraso pontual também se constrói a partir destes atrasos!
De retardamento em retardamento até ao retardamento final!
5 - Por falar em Makukula, como encaixará Camacho o luso-congolês no seu bem amado 4x2x3x1?
Penso que não encaixará!
Mesmo o olhar mais distraído e descomprometido para o plantel do Benfica percebia que a sua maior lacuna era um extremo-direito capaz de operacionalizar o 4x2x3x1.
A aposta em Makukula pressupõe, inexoravelmente, uma modificação táctica - outro pensamento roça o delírio!
4x4x2 "rombo" (por se tratar de um técnico espanhol) ou 3x5x2 seriam as soluções que adoptaria!
Camacho conservador, primário na abordagem ao jogo e inábil na sua gestão táctica irá optar por um híbrido 4x2x2x2!
Ao asseverar ter requisitado os serviços de Makukula e ao abdicar da aquisição de um extremo-direito, Camacho revelou o seu destino táctico futuro - uma linha defensiva tradicional a 4, um duplo pivot, um ala esquerdo, um 10 e dois pontas de lança.
Maxi Pereira será chamado a desempenhar as funções de "carrillero" pela direita, ao passo que Makukula emparelhará com Cardozo na frente de ataque.
No mais, tudo permanecerá inalterado!
Diga-se que Camacho já experimentou esta solução em Leiria e quer o resultado, quer a exibição foram agradavelmente surpreendentes.
Veremos se a equipa conseguirá alcançar os necessários equilíbrios nas transições!
6 - Porquê Hugo Almeida quando há João Paulo?
Hugo Almeida está sem ritmo, fruto da pausa invernal da Bundesliga, pelo que este seria o momento ideal para aquilatar das capacidades de João Paulo!
7 - No mercado de Janeiro, registaram-se 60 saídas contra 54 entradas de novos jogadores - sinal inequívoco da recessão económica que grassa no futebol português.
8 - O que há de comum entre Manucho e Ronaldinho Gaúcho?
Ambos foram recusados pelo Estrela da Amadora!
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