Fase de Grupos
Grupo E
Celtic-Aalborg, 0-0
Nem de penalty...
O Celtic não conseguiu concretizar nenhuma das imensas oportunidades de golo que criou e, assim, não foi além de um empate.
Karim Zaza, o veterano guarda-redes do Aalborg, foi o herói da partida.
Primeiro ponto alcançado na condição de visitante pelos dinamarqueses e terminus do registo 100% vitorioso que o Celtic ostentava em casa na fase de grupos desde 2005/06.
Estatísticas dos clubes
Celtic AaB
0 Golos marcados 0
2 Cartões amarelos 1
0 Cartões vermelhos 1
2 Remates à baliza 1
7 Rem. fora 6
18 Faltas cometidas 18
6 Cantos 4
4 Foras-de-jogo 0
35' 10'' P. bola (tempo) 22' 8''
61% P. bola (%) 39%
Manchester United-Villarreal, 0-0
Depois de dois nulos na fase de grupos de 2005/06, Manchester e Villareal demonstraram que a tradição ainda é o que era.
Com excepção de duas bolas no poste, uma para cada lado, as oportunidades de golo não abundaram. Nem mesmo após a entrada de Ronaldo.
Domínio do Manchester, controlo do Villareal, assim se escreveu a história de mais um nulo entre ingleses e espanhóis.
Estatísticas dos clubes
Man. United Villarreal
0 Golos marcados 0
1 Cartões amarelos 3
0 Cartões vermelhos 0
6 Remates à baliza 2
11 Rem. fora 2
14 Faltas cometidas 14
6 Cantos 0
4 Foras-de-jogo 3
34' 15'' P. bola (tempo) 27' 0''
55% P. bola (%) 45%
Grupo F
Lyon-Fiorentina, 2-2
(Piquionne, 73; Benzema, 85) (Gilardino, 12 e 42)
O mais emocionante e intenso encontro desta quarta-feira.
Primeira parte de grande qualidade dos italianos, que alicerçados na superior capacidade finalizadora de Gilardino construíram uma vantagem de dois golos.
Na segunda parte, a reacção dos franceses apenas conheceu materialização à entrada para o último quarto de hora do jogo, mas mesmo assim a tempo de igualar a partida.
Estatísticas dos clubes
Lyon Fiorentina
2 Golos marcados 2
1 Cartões amarelos 4
0 Cartões vermelhos 0
11 Remates à baliza 6
13 Rem. fora 4
11 Faltas cometidas 21
12 Cantos 3
1 Foras-de-jogo 3
28' 16'' P. bola (tempo) 20' 45''
57% P. bola (%) 43%
Steaua Bucareste-Bayern Munique, 0-1
(Van Buyten, 15)
Marcar cedo e controlar as incidências da partida no restante tempo de jogo, eis a receita bávara para um triunfo tranquilo.
Estatísticas dos clubes
FC Steaua Bucureşti Bayern
0 Golos marcados 1
2 Cartões amarelos 1
0 Cartões vermelhos 0
7 Remates à baliza 9
6 Rem. fora 6
19 Faltas cometidas 11
3 Cantos 6
0 Foras-de-jogo 5
30' 56'' P. bola (tempo) 30' 56''
50% P. bola (%) 50%
Grupo G
Dínamo Kiev-Arsenal, 1-1
(Bangoura, 63 gp)(Gallas, 88)
A maior surpresa da noite.
Um empate que inverteu a tendência de derrota revelada pelos ucranianos na época transacta e que confirmou a inabilidade inglesa para triunfar na Ucrânia.
O Arsenal dominou a maior parte do tempo de jogo, mas o seu ascendente mostrou-se quase sempre inócuo.
Muita parra e pouca uva.
Seguia assim a partida sob os auspicios ingleses quando, aos 64 minutos, Sagna fez falta para penalty. Bangoura converteu e deu vantagem aos ucranianos.
Fazendo apelo ao seu orgulho, o Arsenal cavalgou em direcção à área ucraniana e a 2 minutos do final, Gallas igualou, conferindo equidade mínima ao resultado.
Estatísticas dos clubes
Dynamo Kyiv Arsenal
1 Golos marcados 1
4 Cartões amarelos 1
0 Cartões vermelhos 0
2 Remates à baliza 5
5 Rem. fora 4
18 Faltas cometidas 14
3 Cantos 8
1 Foras-de-jogo 4
31' 48'' P. bola (tempo) 27' 11''
53% P. bola (%) 47%
F.C. Porto-Fenerbahçe, 3-1
(Lisandro, 11; Lucho, 14; Lino, 90) (Guiza, 29)
Vitória sofrida, mas justa dos portista, numa partida em três actos: um primeiro momento, de evidente ascendente azul e branco, materializado na obtenção de dois golos, um segundo de relaxamento, desconcentração, deslumbramento e sofrimento portista, que permitiu aos turcos reduzirem a diferença e assumirem o império do desafio e um terceiro de aproveitamento do erro adversário para sentenciar a contenda.
Sumptuosos 20 minutos iniciais do Porto.
Sob a batuta de Lucho, o colectivo portista roçou a perfeição.
Aos 13 minutos, 2-0.
Duas odes à dimensão colectiva do futebol.
Sucede que, após este período de ouro, os azuis e brancos, provavelmente inebriados com a vantagem agregada e com a superioridade alardeada, deixaram-se tomar por uma estranha letargia.
Apáticos, perderam intencionalidade ofensiva, deixaram de pressionar e começaram a abusar das lateralizações.
Decresceu a intensidade da partida e Alex beneficiou do tempo e do espaço concedido pelo meio-campo do Porto para emergir.
E com o surgimento de Alex, o Fenerbahçe melhorou e muito.
Aos 29 minutos e como consequência do acréscimo qualitativo dos turcos, Guiza reduziu para 2-1.
Nesse instante, o Porto tremeu.
Aí, viu-se o lado lunar do dragão.
Muito sofrimento, outra tanta atrapalhação e demasiados equívocos.
Um F.C. Porto invulgar e inexplicavelmente receoso.
Incapaz de conservar a bola na sua posse e de ligar um movimento atacante com um mínimo de coerência, o Porto, após o assombroso domínio inicial, padecia.
Ansioso e como que assombrado por fantasmas antigos, o Porto expunha-se à fortuna do jogo.
Após muitas dúvidas e inquietações, aos 90 minutos, Lino colocou um ponto final na angústia portista ao apontar o terceiro golo da sua equipa.
É caso para parafrasear Diácono Remédios "não havia necessidade...".
Estatísticas dos clubes
Porto Fenerbahçe
3 Golos marcados 1
1 Cartões amarelos 2
0 Cartões vermelhos 0
7 Remates à baliza 3
7 Rem. fora 4
17 Faltas cometidas 16
5 Cantos 2
4 Foras-de-jogo 1
26' 37'' P. bola (tempo) 29' 45''
47% P. bola (%) 53%
Grupo H
Juventus-Zenit, 1-0
(Del Piero, 76)
Um momento de rara inspiração do "velhinho" Del Piero possibilitou à Juventus um regresso vitorioso à Champions.
Como quase sempre sucede em encontros pautados pelo equilíbrio e em que as ocasiões de golo se repartem de modo quase equitativo pelos dois conjuntos, foi um lance de bola parada a decidir.
Estatísticas dos clubes
Juventus Zenit
1 Golos marcados 0
1 Cartões amarelos 2
0 Cartões vermelhos 0
3 Remates à baliza 2
4 Rem. fora 3
23 Faltas cometidas 24
6 Cantos 5
0 Foras-de-jogo 5
26' 38'' P. bola (tempo) 31' 29''
45% P. bola (%) 55%
Real Madrid-BATE Borisov, 2-0
(Sergio Ramos, 11; Van Nistelrooij, 57)
Um golo em que cada parte foi o bastante para o Real Madrid derrotar tranquilamente o estreante bielorrusso.
Estatísticas dos clubes
Real Madrid BATE
2 Golos marcados 0
0 Cartões amarelos 3
0 Cartões vermelhos 1
10 Remates à baliza 2
12 Rem. fora 5
16 Faltas cometidas 20
9 Cantos 2
3 Foras-de-jogo 0
35' 14'' P. bola (tempo) 19' 9''
64% P. bola (%) 36%
quarta-feira, setembro 17, 2008
terça-feira, setembro 16, 2008
Champions League - 1ª Jornada - Análise
Fase de Grupos
Grupo A
Chelsea-Bordéus, 4-0
(Lampard, 14; J. Cole, 30; Malouda, 82; Anelka, 90)
Scolari estreou-se da melhor forma na Champions League.
Trinta minutos iniciais demolidores e uma ponta final não menos intensa conjugaram-se para uma goleada tranquila.
Estatísticas dos clubes
Chelsea Bordeaux
4 Golos marcados 0
1 Cartões amarelos 0
0 Cartões vermelhos 0
9 Remates à baliza 0
4 Rem. fora 7
20 Faltas cometidas 15
6 Cantos 2
5 Foras-de-jogo 2
36' 37'' P. bola (tempo) 29' 11''
55% P. bola (%) 45%
Roma-Cluj, 1-2
(Panucci, 17);(Juan Culio, 27 e 49)
A surpresa da 1ª jornada.
Os desconhecidos romenos derrotaram, sem apelo nem agravo, uma Roma que ainda deve estar para perceber como saiu derrotada.
A tenacidade e a argúcia romena destroçou a soberba romana.
Estatísticas dos clubes
Roma CFR
1 Golos marcados 2
1 Cartões amarelos 2
0 Cartões vermelhos 0
4 Remates à baliza 9
8 Rem. fora 7
8 Faltas cometidas 16
7 Cantos 4
2 Foras-de-jogo 3
34' 0'' P. bola (tempo) 26' 51''
55% P. bola (%) 45%
Grupo B
Panathinaikos-Inter, 0-2
(Mancini, 27; Adriano, 85)
Com Mancini e Zlatan Ibrahimović como cicerones, José Mourinho regressou à Champions com um triunfo sereno e incontestado perante um Panathinaikos apenas emotivo.
Estatísticas dos clubes
Panathinaikos Internazionale
0 Golos marcados 2
1 Cartões amarelos 2
0 Cartões vermelhos 0
7 Remates à baliza 5
8 Rem. fora 5
18 Faltas cometidas 19
7 Cantos 4
4 Foras-de-jogo 6
27' 51'' P. bola (tempo) 27' 14''
50% P. bola (%) 50%
Werder Bremen-Anorthosis, 0-0
O outro sucesso imprevisto.
Uma equipa cipriota na Champions já de si se mostra surpreendente, conseguir não sair derrotada do seu encontro de estreia é um feito assinalável.
Ainda que tenha beneficiado de alguma inépcia finalizadora alemã, o Anorthosis Famagusta alardeou uma coesão e uma organização defensiva, que a par de uma férrea vontade de sucesso construíram um dos empates mais vitória de todas as edições da Champions League.
Estatísticas dos clubes
Bremen Anorthosis
0 Golos marcados 0
4 Cartões amarelos 2
0 Cartões vermelhos 0
5 Remates à baliza 3
14 Rem. fora 2
13 Faltas cometidas 13
7 Cantos 1
3 Foras-de-jogo 2
39' 9'' P. bola (tempo) 21' 33''
64% P. bola (%) 36%
Grupo C
Barcelona-Sporting, 3-1
(Marquez, 21; Etoo, 60 g.p.; Xavi, 87); (Tonel, 72)
Crise? Qual crise? apetece perguntar face à evidente superioridade catalã.
Não que o Barcelona se tenha exibido em plano fulgurante, mas fê-lo com suficiente autoridade para que se questione o seu suposto estado depressivo.
Claro que houve muito pouco Sporting. Claro que o Sporting foi um adversário muito dócil, muito complacente.
Na 1ª parte, pareceu sempre que o Sporting padeceu de um inexplicável pânico cénico, revelando um incompreensível temor reverencial perante o Barcelona.
Uma espécie de respeito pelo poderio histórico do adversário.
Neste período, foi confrangedora a incapacidade leonina para arquitectar um movimento ofensivo com um mínimo de consistência.
A forma como o Barcelona obteve o seu tento inaugural ilustra na perfeição a inércia leonina - Marquez, livre de marcação na grande área, nem necessitou de saltar para bater Rui Patrício.
No início da segunda metade, houve um pouco mais de Sporting. Até porque houve um pouco menos de Barcelona.
Os catalães diminuíram a intensidade, decresceram a pressão e o Sporting conseguiu respirar e estender-se no terreno.
Aos 49 minutos, Djálo cruzou para Derlei que, na área, não conseguiu rematar.
Foi o que de melhor o Sporting fez até sofrer o segundo golo.
Aos 59 minutos, uma ingenuidade de Abel resultou numa grande penalidade que Etoo converteu, aumentando a vantagem.
O Sporting procurou reagir e, aos 72 minutos, Miguel Veloso, na sequência de um livre, encontrou Tonel que, na área, rematou para o 2-1.
Neste instante, notou-se a instabilidade catalã.
Um certo nervosismo espraiou-se das bancadas ao relvado e o Barça tremeu ligeiramente.
Todavia, Paulo Bento decidiu mexer na equipa e fê-lo muito mal.
Substituiu Caneira por Pereirinha e remeteu Veloso para a lateral esquerda.
A geometria que Veloso havia aportado à equipa desapareceu e o Sporting dissipou a capacidade de posse de bola que havia revelado.
O Barça serenou e, aos 87 minutos, sentenciou a partida. Iniesta cruzou da esquerda, Polga não chegou à bola e Xavi, com um ligeiro toque, empurrou para a baliza leonina.
Estatísticas dos clubes
Barcelona Sporting
3 Golos marcados 1
1 Cartões amarelos 1
0 Cartões vermelhos 0
5 Remates à baliza 4
14 Rem. fora 3
19 Faltas cometidas 17
6 Cantos 2
1 Foras-de-jogo 10
34' 40'' P. bola (tempo) 20' 52''
62% P. bola (%) 38%
Basileia-Shakhtar Donetsk, 1-2
(Abraham, 90);(Fernandinho, 26; Jadson, 45)
A crónica de uma vitória anunciada.
A superior qualidade ucraniana suplantou, sem grandes dificuldades, uma esforçada e combativa equipa suiça.
Estatísticas dos clubes
Basel Shakhtar
1 Golos marcados 2
1 Cartões amarelos 3
0 Cartões vermelhos 0
5 Remates à baliza 8
6 Rem. fora 9
18 Faltas cometidas 16
3 Cantos 7
0 Foras-de-jogo 5
27' 22'' P. bola (tempo) 35' 17''
43% P. bola (%) 57%
Grupo D
PSV-At. Madrid, 0-3
(Aguero, 9 e 36; Maniche, 54)
Sem margem para dúvidas!
Um triunfo assaz convincente dos madrilenos, que contaram com a inspiração de Aguero para destroçar uma submissa defesa holandesa.
No aproveitar esteve o ganho e os espanhóis capitalizaram quase na perfeição os erros do adversário.
Estatísticas dos clubes
PSV Atlético
0 Golos marcados 3
3 Cartões amarelos 2
0 Cartões vermelhos 0
5 Remates à baliza 7
12 Rem. fora 3
16 Faltas cometidas 16
6 Cantos 4
4 Foras-de-jogo 0
36' 17'' P. bola (tempo) 21' 13''
63% P. bola (%) 37%
Marselha-Liverpool, 1-2
(Cana, 23,); (Gerrard, 26 e 32 g.p)
Ano novo, vida velha.
Tal como havia sucedido na época passada, o Liverpool voltou a vencer no Velodrome.
Um regresso em grande de Gerrard, após três semanas ausente por lesão.
Estatísticas dos clubes
Marseille Liverpool
1 Golos marcados 2
1 Cartões amarelos 2
0 Cartões vermelhos 0
5 Remates à baliza 1
7 Rem. fora 5
9 Faltas cometidas 19
6 Cantos 4
2 Foras-de-jogo 1
33' 5'' P. bola (tempo) 28' 38''
53% P. bola (%) 47%
Grupo A
Chelsea-Bordéus, 4-0
(Lampard, 14; J. Cole, 30; Malouda, 82; Anelka, 90)
Scolari estreou-se da melhor forma na Champions League.
Trinta minutos iniciais demolidores e uma ponta final não menos intensa conjugaram-se para uma goleada tranquila.
Estatísticas dos clubes
Chelsea Bordeaux
4 Golos marcados 0
1 Cartões amarelos 0
0 Cartões vermelhos 0
9 Remates à baliza 0
4 Rem. fora 7
20 Faltas cometidas 15
6 Cantos 2
5 Foras-de-jogo 2
36' 37'' P. bola (tempo) 29' 11''
55% P. bola (%) 45%
Roma-Cluj, 1-2
(Panucci, 17);(Juan Culio, 27 e 49)
A surpresa da 1ª jornada.
Os desconhecidos romenos derrotaram, sem apelo nem agravo, uma Roma que ainda deve estar para perceber como saiu derrotada.
A tenacidade e a argúcia romena destroçou a soberba romana.
Estatísticas dos clubes
Roma CFR
1 Golos marcados 2
1 Cartões amarelos 2
0 Cartões vermelhos 0
4 Remates à baliza 9
8 Rem. fora 7
8 Faltas cometidas 16
7 Cantos 4
2 Foras-de-jogo 3
34' 0'' P. bola (tempo) 26' 51''
55% P. bola (%) 45%
Grupo B
Panathinaikos-Inter, 0-2
(Mancini, 27; Adriano, 85)
Com Mancini e Zlatan Ibrahimović como cicerones, José Mourinho regressou à Champions com um triunfo sereno e incontestado perante um Panathinaikos apenas emotivo.
Estatísticas dos clubes
Panathinaikos Internazionale
0 Golos marcados 2
1 Cartões amarelos 2
0 Cartões vermelhos 0
7 Remates à baliza 5
8 Rem. fora 5
18 Faltas cometidas 19
7 Cantos 4
4 Foras-de-jogo 6
27' 51'' P. bola (tempo) 27' 14''
50% P. bola (%) 50%
Werder Bremen-Anorthosis, 0-0
O outro sucesso imprevisto.
Uma equipa cipriota na Champions já de si se mostra surpreendente, conseguir não sair derrotada do seu encontro de estreia é um feito assinalável.
Ainda que tenha beneficiado de alguma inépcia finalizadora alemã, o Anorthosis Famagusta alardeou uma coesão e uma organização defensiva, que a par de uma férrea vontade de sucesso construíram um dos empates mais vitória de todas as edições da Champions League.
Estatísticas dos clubes
Bremen Anorthosis
0 Golos marcados 0
4 Cartões amarelos 2
0 Cartões vermelhos 0
5 Remates à baliza 3
14 Rem. fora 2
13 Faltas cometidas 13
7 Cantos 1
3 Foras-de-jogo 2
39' 9'' P. bola (tempo) 21' 33''
64% P. bola (%) 36%
Grupo C
Barcelona-Sporting, 3-1
(Marquez, 21; Etoo, 60 g.p.; Xavi, 87); (Tonel, 72)
Crise? Qual crise? apetece perguntar face à evidente superioridade catalã.
Não que o Barcelona se tenha exibido em plano fulgurante, mas fê-lo com suficiente autoridade para que se questione o seu suposto estado depressivo.
Claro que houve muito pouco Sporting. Claro que o Sporting foi um adversário muito dócil, muito complacente.
Na 1ª parte, pareceu sempre que o Sporting padeceu de um inexplicável pânico cénico, revelando um incompreensível temor reverencial perante o Barcelona.
Uma espécie de respeito pelo poderio histórico do adversário.
Neste período, foi confrangedora a incapacidade leonina para arquitectar um movimento ofensivo com um mínimo de consistência.
A forma como o Barcelona obteve o seu tento inaugural ilustra na perfeição a inércia leonina - Marquez, livre de marcação na grande área, nem necessitou de saltar para bater Rui Patrício.
No início da segunda metade, houve um pouco mais de Sporting. Até porque houve um pouco menos de Barcelona.
Os catalães diminuíram a intensidade, decresceram a pressão e o Sporting conseguiu respirar e estender-se no terreno.
Aos 49 minutos, Djálo cruzou para Derlei que, na área, não conseguiu rematar.
Foi o que de melhor o Sporting fez até sofrer o segundo golo.
Aos 59 minutos, uma ingenuidade de Abel resultou numa grande penalidade que Etoo converteu, aumentando a vantagem.
O Sporting procurou reagir e, aos 72 minutos, Miguel Veloso, na sequência de um livre, encontrou Tonel que, na área, rematou para o 2-1.
Neste instante, notou-se a instabilidade catalã.
Um certo nervosismo espraiou-se das bancadas ao relvado e o Barça tremeu ligeiramente.
Todavia, Paulo Bento decidiu mexer na equipa e fê-lo muito mal.
Substituiu Caneira por Pereirinha e remeteu Veloso para a lateral esquerda.
A geometria que Veloso havia aportado à equipa desapareceu e o Sporting dissipou a capacidade de posse de bola que havia revelado.
O Barça serenou e, aos 87 minutos, sentenciou a partida. Iniesta cruzou da esquerda, Polga não chegou à bola e Xavi, com um ligeiro toque, empurrou para a baliza leonina.
Estatísticas dos clubes
Barcelona Sporting
3 Golos marcados 1
1 Cartões amarelos 1
0 Cartões vermelhos 0
5 Remates à baliza 4
14 Rem. fora 3
19 Faltas cometidas 17
6 Cantos 2
1 Foras-de-jogo 10
34' 40'' P. bola (tempo) 20' 52''
62% P. bola (%) 38%
Basileia-Shakhtar Donetsk, 1-2
(Abraham, 90);(Fernandinho, 26; Jadson, 45)
A crónica de uma vitória anunciada.
A superior qualidade ucraniana suplantou, sem grandes dificuldades, uma esforçada e combativa equipa suiça.
Estatísticas dos clubes
Basel Shakhtar
1 Golos marcados 2
1 Cartões amarelos 3
0 Cartões vermelhos 0
5 Remates à baliza 8
6 Rem. fora 9
18 Faltas cometidas 16
3 Cantos 7
0 Foras-de-jogo 5
27' 22'' P. bola (tempo) 35' 17''
43% P. bola (%) 57%
Grupo D
PSV-At. Madrid, 0-3
(Aguero, 9 e 36; Maniche, 54)
Sem margem para dúvidas!
Um triunfo assaz convincente dos madrilenos, que contaram com a inspiração de Aguero para destroçar uma submissa defesa holandesa.
No aproveitar esteve o ganho e os espanhóis capitalizaram quase na perfeição os erros do adversário.
Estatísticas dos clubes
PSV Atlético
0 Golos marcados 3
3 Cartões amarelos 2
0 Cartões vermelhos 0
5 Remates à baliza 7
12 Rem. fora 3
16 Faltas cometidas 16
6 Cantos 4
4 Foras-de-jogo 0
36' 17'' P. bola (tempo) 21' 13''
63% P. bola (%) 37%
Marselha-Liverpool, 1-2
(Cana, 23,); (Gerrard, 26 e 32 g.p)
Ano novo, vida velha.
Tal como havia sucedido na época passada, o Liverpool voltou a vencer no Velodrome.
Um regresso em grande de Gerrard, após três semanas ausente por lesão.
Estatísticas dos clubes
Marseille Liverpool
1 Golos marcados 2
1 Cartões amarelos 2
0 Cartões vermelhos 0
5 Remates à baliza 1
7 Rem. fora 5
9 Faltas cometidas 19
6 Cantos 4
2 Foras-de-jogo 1
33' 5'' P. bola (tempo) 28' 38''
53% P. bola (%) 47%
segunda-feira, setembro 15, 2008
Vedetas&Marretas
Vedetas
Clube

Arcos de Valdevez pela eliminação da Oliveirense da Liga Vitalis da Taça de Portugal.
Jogador

Deco pela magnífica exibição protagonizada frente à Dinamarca.
Treinador

José Couceiro pela vitória averbada sobre a Áustria, que guindou a Lituânia à liderança do seu grupo de qualificação para o Campeonato do Mundo de 2012 a realizar na África do Sul.
Árbitro

Howard Webb (Inglaterra) pelo desempenho exemplar que protagonizou no Portugal - Dinamarca.
Modalidades de Alta Competição

Selecção Nacional de Ciclismo de sub-23 pela conquista da Taça das Nações
Emigrante

Quaresma pela estreia com golo ao serviço do Inter.
Marretas
Clube

Oliveirense pela eliminação da Taça de Portugal.
Jogador

Todos os que alinharam pela Selecção Nacional de Sub-21 no encontro frente à Irlanda, não só pelo empate, mas também e sobretudo pela eliminação na fase de qualificação para o Europeu da categoria.
Treinador

Rui Caçador pela eliminação na fase de qualificação para o Europeu de Sub-21.
Árbitro
Face à escassez de competição no futebol nacional, nada a referir.
Modalidades de Alta Competição

Selecção Nacional de Voleibol pela derrota averbada frente à Eslovénia, a qual significou a não qualificação para a fase final do Euro-2009.
Emigrante

Vítor Manuel pelo empate caseiro do 1º Agosto frente ao Sagrada Esperança.
Clube

Arcos de Valdevez pela eliminação da Oliveirense da Liga Vitalis da Taça de Portugal.
Jogador

Deco pela magnífica exibição protagonizada frente à Dinamarca.
Treinador

José Couceiro pela vitória averbada sobre a Áustria, que guindou a Lituânia à liderança do seu grupo de qualificação para o Campeonato do Mundo de 2012 a realizar na África do Sul.
Árbitro

Howard Webb (Inglaterra) pelo desempenho exemplar que protagonizou no Portugal - Dinamarca.
Modalidades de Alta Competição

Selecção Nacional de Ciclismo de sub-23 pela conquista da Taça das Nações
Emigrante

Quaresma pela estreia com golo ao serviço do Inter.
Marretas
Clube

Oliveirense pela eliminação da Taça de Portugal.
Jogador

Todos os que alinharam pela Selecção Nacional de Sub-21 no encontro frente à Irlanda, não só pelo empate, mas também e sobretudo pela eliminação na fase de qualificação para o Europeu da categoria.
Treinador

Rui Caçador pela eliminação na fase de qualificação para o Europeu de Sub-21.
Árbitro
Face à escassez de competição no futebol nacional, nada a referir.
Modalidades de Alta Competição

Selecção Nacional de Voleibol pela derrota averbada frente à Eslovénia, a qual significou a não qualificação para a fase final do Euro-2009.
Emigrante

Vítor Manuel pelo empate caseiro do 1º Agosto frente ao Sagrada Esperança.
UEFA Champions League Fantasy Football
A UEFA criou o UEFA Champions League Fantasy Football.
Trata-se de um passatempo semelhante a muitos outros, entre os quais avultam a Fantasy Premier League e, entre nós, a Liga dos Astros.
O que vos proponho é que nos agreguemos e disputemos este passatempo.
Para tanto, basta registarem-se em uefa.com.
Após se terem inscrito e escolhido a vossa equipa, terão que clicar na opção "Ligas" e inserir o código: 70497-13911 para se juntarem à Liga dos Astros.
O prazo para inscrição expira hoje.
Eu já me inscrevi e vocês?
Trata-se de um passatempo semelhante a muitos outros, entre os quais avultam a Fantasy Premier League e, entre nós, a Liga dos Astros.
O que vos proponho é que nos agreguemos e disputemos este passatempo.
Para tanto, basta registarem-se em uefa.com.
Após se terem inscrito e escolhido a vossa equipa, terão que clicar na opção "Ligas" e inserir o código: 70497-13911 para se juntarem à Liga dos Astros.
O prazo para inscrição expira hoje.
Eu já me inscrevi e vocês?
Memorial Zandinga - Fase de Grupos
Grupo A
Vermelho, Jorge Mínimo e Sócio
Grupo B
Jimmy Jump, Antes Morto que Vermelho e Fura-Redes
Grupo C
Cavungi, Kaiserlicheagle e Samsalameh
Grupo D
Zex, Vermelho Sempre e Pankreas
Grupo E
Salvatrucha, JC e Braguilha
Grupo F
Pachulico, Cuto e Holtreman
Grupo G
Lion Heart, Vermelho Nunca e Delane Vieira
O sorteio dos grupos foi realizado tendo por base a classificação geral do Memorial Zandinga relativa à época passada (os participantes foram distribuídos pelos grupos de forma sucessiva respeitando a classificação obtida; os neo-participantes foram incluídos de forma aleatória).
O apuramento para a 2ª fase estender-se-à aos dois primeiros classificados de cada grupo e aos dois melhores terceiros de todos os grupos.
Nos oitavos de final será tida em conta a pontuação obtida na Fase de Grupos, ou seja, o participante que obtiver maior pontuação defrontará o que tiver alcançado a menor e assim sucessivamente (1º-16º, 2º-15º, 3º-14º, 4º-13, 5º-12º, 6º-11º, 7º-10º, 8º-9º).
Nos quartos de final, o vencedor do jogo 1º-16º defrontará o vencedor do jogo 5-12, vencedor do jogo 2-15 o do 6-11, o vencedor do jogo 3-14 o do 7-10, o vencedor do jogo 4-13 o do 8-9.
Nas meias-finais, o vencedor do jogo 1º-16º/5-12 defrontará o vencedor do jogo 3-14/7-10 e o vencedor do jogo 2-15/6-11 o vencedor do jogo 4-13/8-9.
Vermelho, Jorge Mínimo e Sócio
Grupo B
Jimmy Jump, Antes Morto que Vermelho e Fura-Redes
Grupo C
Cavungi, Kaiserlicheagle e Samsalameh
Grupo D
Zex, Vermelho Sempre e Pankreas
Grupo E
Salvatrucha, JC e Braguilha
Grupo F
Pachulico, Cuto e Holtreman
Grupo G
Lion Heart, Vermelho Nunca e Delane Vieira
O sorteio dos grupos foi realizado tendo por base a classificação geral do Memorial Zandinga relativa à época passada (os participantes foram distribuídos pelos grupos de forma sucessiva respeitando a classificação obtida; os neo-participantes foram incluídos de forma aleatória).
O apuramento para a 2ª fase estender-se-à aos dois primeiros classificados de cada grupo e aos dois melhores terceiros de todos os grupos.
Nos oitavos de final será tida em conta a pontuação obtida na Fase de Grupos, ou seja, o participante que obtiver maior pontuação defrontará o que tiver alcançado a menor e assim sucessivamente (1º-16º, 2º-15º, 3º-14º, 4º-13, 5º-12º, 6º-11º, 7º-10º, 8º-9º).
Nos quartos de final, o vencedor do jogo 1º-16º defrontará o vencedor do jogo 5-12, vencedor do jogo 2-15 o do 6-11, o vencedor do jogo 3-14 o do 7-10, o vencedor do jogo 4-13 o do 8-9.
Nas meias-finais, o vencedor do jogo 1º-16º/5-12 defrontará o vencedor do jogo 3-14/7-10 e o vencedor do jogo 2-15/6-11 o vencedor do jogo 4-13/8-9.
domingo, setembro 14, 2008
Artigo de Opinião de Ricardo Araújo Pereira
A moralidade duvidosa das vitórias morais
Como se costuma dizer, Nápoles apadrinha a estreia do Benfica na Taça UEFA de 2008/2009.
Eu não aprecio repetir o que se costuma dizer, mas desta vez é particularmente apropriado. Nápoles apadrinha, e com toda a autoridade, porque lá de padrinhos percebem eles.
Essa é, aliás, a minha principal preocupação para o jogo desta semana: o Benfica vai jogar à capital da Camorra com o Nápoles, e receio que possa ter dificuldades em adaptar-se.
Não estamos nada habituados a defrontar mafiosos vestidos de azul e branco.
Enfim, há sempre uma primeira vez para tudo, mas tenho medo que os nossos jogadores estranhem a situação, que é completamente nova.
Em Itália, aliás, é tudo diferente. Basta reparar em Ricardo Quaresma, também ele com sérias dificuldades de adaptação.
Foi titular no jogo de ontem, contra o Catania, mas via-se a surpresa estampada no rosto do rapaz.
Estava com uma expressão que dizia: «Então mas os adeptos da equipa em que eu jogo não me assobiam? Este futebol italiano é difícil de compreender.»
E é mesmo. Em Itália, imagine o leitor, as equipas que são condenadas por corrupção descem mesmo de divisão. Não há-de o Quaresma andar à nora.
É sempre lamentável quando alguém cai no flagelo da imparcialidade. Da equidistância em relação a tudo, da isenção, da neutralidade.
Não poder manifestar uma preferência, uma paixão, ou passar a vida a fingir que se é imune a elas deve ser uma tarefa difícil e amarga.
Quando sucede o contrário, celebro. Por isso, esta semana tenho de dar os parabéns a Rui Santos.
Para mim, Rui Santos estava perdido para sempre.
Era um pertinaz crítico da clubite, quando a clubite é das melhores coisas que uma pessoa leva desta vida.
Ninguém pode dizer que viveu enquanto não defender um argumento totalmente indefensável por causa do amor irracional que sente por alguém ou alguma coisa. Foi o que fez Rui Santos, esta semana.
Rui Santos pode não ser benfiquista, sportinguista, ou portista, mas também tem clube: é carlosqueirosista.
Depois da derrota da selecção frente à Dinamarca, Rui Santos escreveu: «na inevitável comparação com o passado recente, a Selecção de Queirós deu aos portugueses um pouco mais de quase todas as variáveis que entram nas contas de um desafio (velocidade, ritmo ofensivo, sedução pelo futebol colectivo (…); só ficou a perder para a Nossa Senhora do Caravaggio!»
Na verdade, também perdemos para o adversário, e em casa — coisa que, com Scolari, nunca aconteceu: o brasileiro não perdeu qualquer jogo de apuramento disputado em Portugal.
Mas, como bom carlosqueirosista, Rui Santos encontra saldo positivo na selecção de Queirós.
É certo que a de Scolari ganhava, mas tinha menos velocidade.
Agora perdemos, mas damos um baile em ritmo ofensivo.
Os dinamarqueses vão para casa com os três pontos, mas também levam a certeza de que foram humilhados em sedução pelo futebol colectivo.
Se aquilo que se vai organizar na África do Sul daqui a dois anos fosse um Campeonato do Mundo de Velocidade, Ritmo Ofensivo e Sedução Pelo Futebol Ofensivo, a selecção de Queirós ganhava de certeza.
As velhas vitórias morais acabaram de ganhar um nome mais sofisticado.
Como se costuma dizer, Nápoles apadrinha a estreia do Benfica na Taça UEFA de 2008/2009.
Eu não aprecio repetir o que se costuma dizer, mas desta vez é particularmente apropriado. Nápoles apadrinha, e com toda a autoridade, porque lá de padrinhos percebem eles.
Essa é, aliás, a minha principal preocupação para o jogo desta semana: o Benfica vai jogar à capital da Camorra com o Nápoles, e receio que possa ter dificuldades em adaptar-se.
Não estamos nada habituados a defrontar mafiosos vestidos de azul e branco.
Enfim, há sempre uma primeira vez para tudo, mas tenho medo que os nossos jogadores estranhem a situação, que é completamente nova.
Em Itália, aliás, é tudo diferente. Basta reparar em Ricardo Quaresma, também ele com sérias dificuldades de adaptação.
Foi titular no jogo de ontem, contra o Catania, mas via-se a surpresa estampada no rosto do rapaz.
Estava com uma expressão que dizia: «Então mas os adeptos da equipa em que eu jogo não me assobiam? Este futebol italiano é difícil de compreender.»
E é mesmo. Em Itália, imagine o leitor, as equipas que são condenadas por corrupção descem mesmo de divisão. Não há-de o Quaresma andar à nora.
É sempre lamentável quando alguém cai no flagelo da imparcialidade. Da equidistância em relação a tudo, da isenção, da neutralidade.
Não poder manifestar uma preferência, uma paixão, ou passar a vida a fingir que se é imune a elas deve ser uma tarefa difícil e amarga.
Quando sucede o contrário, celebro. Por isso, esta semana tenho de dar os parabéns a Rui Santos.
Para mim, Rui Santos estava perdido para sempre.
Era um pertinaz crítico da clubite, quando a clubite é das melhores coisas que uma pessoa leva desta vida.
Ninguém pode dizer que viveu enquanto não defender um argumento totalmente indefensável por causa do amor irracional que sente por alguém ou alguma coisa. Foi o que fez Rui Santos, esta semana.
Rui Santos pode não ser benfiquista, sportinguista, ou portista, mas também tem clube: é carlosqueirosista.
Depois da derrota da selecção frente à Dinamarca, Rui Santos escreveu: «na inevitável comparação com o passado recente, a Selecção de Queirós deu aos portugueses um pouco mais de quase todas as variáveis que entram nas contas de um desafio (velocidade, ritmo ofensivo, sedução pelo futebol colectivo (…); só ficou a perder para a Nossa Senhora do Caravaggio!»
Na verdade, também perdemos para o adversário, e em casa — coisa que, com Scolari, nunca aconteceu: o brasileiro não perdeu qualquer jogo de apuramento disputado em Portugal.
Mas, como bom carlosqueirosista, Rui Santos encontra saldo positivo na selecção de Queirós.
É certo que a de Scolari ganhava, mas tinha menos velocidade.
Agora perdemos, mas damos um baile em ritmo ofensivo.
Os dinamarqueses vão para casa com os três pontos, mas também levam a certeza de que foram humilhados em sedução pelo futebol colectivo.
Se aquilo que se vai organizar na África do Sul daqui a dois anos fosse um Campeonato do Mundo de Velocidade, Ritmo Ofensivo e Sedução Pelo Futebol Ofensivo, a selecção de Queirós ganhava de certeza.
As velhas vitórias morais acabaram de ganhar um nome mais sofisticado.
quinta-feira, setembro 11, 2008
Briosa um Clube que se Quer Diferente ou Momentos Inolvidáveis!
Neste início de época, muito tenho falado do Benfica.
Pouco ou nada da minha Briosa.
Penitencio-me pela falha.
Num momento histórico bastante penoso, há que render tributo à forma singular de ser e de estar da Académica.
Urge conservar perene a identidade que a fez diferente.
Este video é um singelo contributo no sentido da preservação da sua memória colectiva.
p.s. A narração inicial deste video é do meu dilecto amigo Caló, fabuloso vocalista e percussionista dos Bunnyranch e um academista dos quatro costados.
Bem-haja.
Memorial Zandinga
Os jogos sujeitos a palpite, esta semana, são os seguintes:
Chelsea - Bordeaux
Roma - CFR Cluj
Panathinaikos - Internazionale
Werder Bremen - Anorthosis
FC Basel - Shakhtar Donetsk
Barcelona - Sporting
PSV - Atlético Madrid
Marseille - Liverpool
Man. United - Villarreal
Celtic - AaB Aalborg
Steaua - Bayern Munich
Lyon - Fiorentina
FC Porto - Fenerbahçe
Dynamo Kyiv - Arsenal
Juventus - FC Zenit
Real Madrid - BATE
Portsmouth - V. Guimarães
V. Setúbal - Heerenveen
Sp. Braga - Artmedia
Napoli - Benfica
Marítimo - Valencia
Chelsea - Bordeaux
Roma - CFR Cluj
Panathinaikos - Internazionale
Werder Bremen - Anorthosis
FC Basel - Shakhtar Donetsk
Barcelona - Sporting
PSV - Atlético Madrid
Marseille - Liverpool
Man. United - Villarreal
Celtic - AaB Aalborg
Steaua - Bayern Munich
Lyon - Fiorentina
FC Porto - Fenerbahçe
Dynamo Kyiv - Arsenal
Juventus - FC Zenit
Real Madrid - BATE
Portsmouth - V. Guimarães
V. Setúbal - Heerenveen
Sp. Braga - Artmedia
Napoli - Benfica
Marítimo - Valencia
Passatempos do Blog - Uma Tradição que ainda é o que era (mas, com uma ligeira alteração)
Na semana passada, apresentei os passatempos promovidos pelo redvermelho.blogspot.com para a presente época desportiva.
Na ocasião, solicitei que apresentassem sugestões.
O condómino Cavungi propôs um novo modelo para a Liga dos Astros ancorado num dos passatempos similares levados a cabo pelos jornais desportivos.
Após muito reflectir, decidi aceitar a proposta e, assim, a 3ª edição da Liga dos Astros terá como palco o passatempo do Jornal "A Bola", denominado "jogo d´A Bola/Galp Energia".
Para tanto, criei uma Liga Privada que se designará "Liga dos Astros - redvermelho.blogspot.com".
O que vos proponho é que nos agreguemos e disputemos este passatempo.
Para tanto, basta registarem-se no site do aludido periódico desportivo.
Após se terem inscrito e escolhido a vossa equipa, terão que clicar na opção "Ligas Privadas".
Aí, basta que digitem a designação "Liga dos Astros - redvermelho.blogspot.com" para reunirem condições para disputar a 3ª Edição da Liga dos Astros.
Eu já me inscrevi e vocês?
Na ocasião, solicitei que apresentassem sugestões.
O condómino Cavungi propôs um novo modelo para a Liga dos Astros ancorado num dos passatempos similares levados a cabo pelos jornais desportivos.
Após muito reflectir, decidi aceitar a proposta e, assim, a 3ª edição da Liga dos Astros terá como palco o passatempo do Jornal "A Bola", denominado "jogo d´A Bola/Galp Energia".
Para tanto, criei uma Liga Privada que se designará "Liga dos Astros - redvermelho.blogspot.com".
O que vos proponho é que nos agreguemos e disputemos este passatempo.
Para tanto, basta registarem-se no site do aludido periódico desportivo.
Após se terem inscrito e escolhido a vossa equipa, terão que clicar na opção "Ligas Privadas".
Aí, basta que digitem a designação "Liga dos Astros - redvermelho.blogspot.com" para reunirem condições para disputar a 3ª Edição da Liga dos Astros.
Eu já me inscrevi e vocês?
Memorial Zandinga
Peço-vos que formalizem a vossa inscrição neste espaço, em comentário a este post até ao final da próxima segunda-feira, de forma a permitir o sorteio e a elaboração dos grupos.
Terei por inscritos os condóminos que participaram na pretérita edição do Memorial Zandinga.
Exorto todos quantos nos visitam a participarem e, bem assim, a que os condóminos residentes formulem convites a outros para que se nos juntem.
Terei por inscritos os condóminos que participaram na pretérita edição do Memorial Zandinga.
Exorto todos quantos nos visitam a participarem e, bem assim, a que os condóminos residentes formulem convites a outros para que se nos juntem.
quarta-feira, setembro 10, 2008
Portugal - 2 Dinamarca - 3
Constituição das Equipas e Avaliação Quantitativa do Desempenho
Estádio José Alvalade, em Lisboa
Árbitro: Howard Webb (Inglaterra)
PORTUGAL – Quim (2); Bosingwa (4), Pepe (3), Ricardo Carvalho (3) e Paulo Ferreira (4); Deco (5), Raul Meireles (3) e Maniche (2); Nani (3) (João Moutinho, 87 m), Hugo Almeida (3) (Danny, 71 m (2)) e Simão (3) (Nuno Gomes, 71 m (2)).
DINAMARCA – Andersen (4); Jacobsen (3) (Silberbauer, 44 m (3)), Laursen (2), Agger (3) e Andreasen (2) (Bernburg, 88 m); Daniel Jensen (3), Tomasson (3) e Christian Poulsen (3); Rommedahl (3), Bendtner (3) e Lovenkrands (2) (Borring, 70 m (1)).
Ao intervalo: 1-0
Golos: 1-0, Nani (42 m); 1-1, Bendtner (83 m); 2-1, Deco (85 m, de grande penalidade); 2-2, Poulsen (89 m); 2-3, Daniel Jensen (90 m).
Resultado final: 2-3
Cartão amarelo a Nani, Tomasson e Danny.
Sistemas Tácticos
Portugal

Dinamarca

Modelos de Jogo
Portugal
Posse e Circulação de Bola; Domínio e Controlo da Partida; Bloco subido; Assumir Iniciativa de Jogo.
Dinamarca
Expectativa; Bloco subido; Pressão Alta; Transições Rápidas.
Principais Incidências da Partida (fonte: www.record.pt)
2' - Bendtner desperdiça uma ocasião soberana. Arrancando em linha com o penúltimo defensor (Ricardo Carvalho), o avançado isola-se, passa por Quim e, de ângulo já apertado, atirou ao lado, com a bola a bater ainda no poste. Que calafrio logo a abrir.
4' - Primeiro canto do jogo, com a bola a chegar à pequena área lusa. Com a defesa nacional algo perdida, os forasteiros não conseguiram rematar.
5' - Boa descida de Paulo Ferreira pelo corredor esquerdo, com o lateral... direito do Chelsea a obrigar o "keeper" contrário a grande defesa. Canto para Portugal.
22' - Canto para a Dinamarca. Rommedahl passa para a entrada da área, surge o pontapé e depois a bola tabela em Raul Meireles. O efeito quase engana Quim que, contudo, resolve com os pés.
25' - Grande lance de Deco, tirando os defesas da frente para depois, em jeito, rematar ao poste mais distante. A bola sai ligeiramente ao lado.
33' - Forte pontapé de Bosingwa, de pé esquerdo, com a bola a passar perto do alve. Destaque para mais um bom passe de Deco.
40' - Mais uma boa ocasião para a Dinamarca. Lovenkrands, em contra-ataque, ganha no "1x1" com Bosingwa, escorrega, levanta-se e remata com a bola a passar perto do ângulo. Quim nada podia fazer.
42' - GOLO DE PORTUGAL... NANI. Jogado do lado esquerdo, com Paulo Ferreira a soltar para Hugo Almeida que, no limte do fora de jogo, foge aos defesas. De seguida, o dianteiro do Werder Bremen cruzou para o coração da área contrária onde o jovem futebolista do Manchester United aparece, que nem uma seta, a desviar para a rede.
52' - Excelente ocasião desperdiçada por Simão. Após boa solicitação de Hugo Almeida, o capitão fugiu aos defesas, entrou na área e "disparou" forte. Só que a bola saiu por cima.
56' - Nani falha o 2-0! Passe de Bosingwa a deixar o jogador do United em boa posição dentro da área contrário. Com classe, o extremo "varreu" Laursen, mas rematou frouxo.
59' - "Slalom" de Rommedahl pelo lado direito, deixando Paulo Ferreira "nas covas". O dinamarquês, contudo, adiantou em demasia o esférico e já não conseguiu o cruzamento.
67' - Mais um canto (o sexto) para Portugal. Pepe, ao segundo poste, falha a emenda por pouco.
71' - "Estoiro" de Raul Meireles à figura de Andersen.
74' - Contra-ataque de Portugal, com Danny, completamente isolado por Deco, a "picar" a bola por cima do guardião mas a fazer a bola passar ao lado da baliza.
77' - Nuno Gomes erra a escassos metros da rede. Deco serviu Nani e este cruzou para o avançado que atirou por cima.
84' - GOLO DA DINAMARCA... BENDTNER. Bom lance individual do dinamarquês que, após tirar o defesa da frente, atirou cruzado e sem hipóteses para Quim.
86' - Penálti para Portugal. Nuno Gomes aprestava-se para cabecear quando foi empurrado.
86' - GOLO DE PORTUGAL... DECO de grande penalidade. Remate colocado, sem hipóteses para Andersen que, mesmo adivinhando o lado, nada conseguiu fazer
90' - A Dinamarca "cheira" o empate. Vale um corte providencial de Raul Meireles.
90' - GOLO da DINAMARCA... POULSEN. Na sequência do canto, Quim sal mal dos postes e o dinamarquês desviou para a rede
90'+2 - GOLO da DINAMARCA... JENSEN. Pontapé da zona central que, ao embater em Pepe, trai Quim
Destaques
Melhores em Campo
Portugal
Deco - Simplesmente notável a exibição do luso-brasileiro. A roçar a genialidade!
Bosingwa - Rápido, senhor de boa técnica, revelou uma condição física invejável, que lhe permitiu fazer todo o corredor com idêntica eficácia.
Defendeu e atacou sempre a alta rotação, com equilíbrio e a bom nível.
Paulo Ferreira - A surpresa de Queirós aportou à defesa portuguesa o equilíbrio de que carecia.
A propósito de Antunes, escrevi que "Ou Queirós consegue descobrir outro especialista ou então terá que pensar seriamente no regresso às adaptações que marcaram a lateral esquerda da selecção nacional após o abandono de Nuno Valente".
Impecável a defender, expedito e resoluto a atacar, exibiu-se de forma segura e dinâmica.
Dinamarca
Andersen - Numa equipa que valeu, sobretudo, pelo espírito de grupo e pela perseverança, destaco o habitual suplente de Thomas Sorensen pela segurança e serenidade que revelou.
Piores em Campo
Portugal
Quim - Até estava a alardear a costumeira tranquilidade e segurança, quando ofereceu o 2º golo aos dinamarqueses. Um "frango" inadmissível num guarda-redes da sua categoria.
Maniche - No regresso à titularidade na selecção, desiludiu.
Incapaz de preencher ofensivamente o espaço entre Meireles e Deco, acentuou, de sobremaneira, as enormes dificuldades que Portugal encontrou em ligar movimentos atacantes colectivos.
A sua substituição ao intervalo impunha-se.
Dinamarca
Andreasen - Esteve certinho durante 85 minutos. Nesse período, não destoou dos demais.
Todavia, aos 86 minutos, cometeu um penalty sobre Nuno Gomes
tão claro quanto infantil.
Lovenkrands - Nunca ofereceu ao seu flanco a profundidade que a sua qualidade e as expectativas de Morten Olsen exigiam.
Arbitragem
Exemplar.
Comentário
Quem não mata, arrisca-se a morrer...
Portugal construiu oportunidades de golo em número suficiente para vencer não um, mas dois ou três encontros. Desperdiçou-as ingloriamente e expôs-se à imprevisibilidade própria de qualquer jogo.
Seja como fôr, esta noite, em Alvalade, assistiu-se a um excelente jogo de futebol.
Vivo, intenso, dinâmico e emotivo.
Com um grande protagonista: Deco. Portugal foi uma orquestra de um homem só.
Queirós havia pedido magia e o luso-brasileiro fez-lhe a vontade.
Fazendo jus à sua matriz tradicional, a Dinamarca, ainda que haja apostado num modelo de transições rápidas, apresentou um bloco bem subido, executando uma pressão alta, que entorpeceu a transição ofensiva lusa.
Os dinamarqueses lograram anular o 1º momento de construção, obrigando Portugal a recorrer, muitas vezes, ao jogo directo.
E como Maniche se revelou incapaz de preencher ofensivamente o espaço entre Meireles e Deco, Portugal sentiu enorme dificuldades em ligar movimentos atacantes colectivos.
Não obstante, sempre que Portugal ultrapassou a 1ª linha defensiva dinamarquesa e a bola encontrou os pés mágicos de Deco, os dotes de prestidigitador do luso-brasileiro construíram momentos sublimes de futebol que desaguaram em não menos flagrantes ocasiões de golo.
Sempre que Deco conquistou "segundas bolas" ou recuou para a linha de Maniche, assumindo o 2º momento de construção ofensiva, Portugal refulgiu.
Curiosamente, a selecção nacional alcançaria o seu 1º golo num lance em que Deco não interveio.
Uma magnífica combinação entre Simão, Paulo Ferreira e Hugo Almeida, que culminou nos pés de Nani.
Ao intervalo, Portugal vencia e convencia.
Com excepção dos minutos iniciais, período no qual poderiam ter agregado vantagem no marcador, o momento ofensivo dinamarquês foi pouco mais do que estéril.
No reatamente, a partida decresceu de intensidade, mas não de qualidade.
Portugal, em vantagem, preferiu descer o bloco e entregar a iniciativa ao adversário.
Percebeu-se que Queirós pretendia capitalizar a velocidade dos seus elementos mais avançados e eventuais erros do adversário.
A Dinamarca não se fez rogada ao convite português e assistiu-se a uma inversão das premissas iniciais - se antes havia sido a Dinamarca a apostar na expectativa e nas transições rápidas, agora era Portugal que adoptava tal postura.
E o certo é que até ao golo do empate dinamarquês, foi Portugal que recolheu mais dividendos desta alteração de paradigma.
Simão, Danny e Nuno Gomes dissiparam evidentes oportunidades de golo e à medida que a partida se encaminhava para o seu terminus adivinham-se problemas para Portugal.
Tanto esbanjamento, muito raramente, se revela inócuo. E, esta noite, não foi excepção!
Num lance de futebol escorreito e simples, Bendtner igualou.
A auto-estima lusa abanou, mas não soçobrou e, escassos minutos volvidos, em mais uma jogada magistralmente iniciada por Deco, Nuno Gomes foi abalroado na grande área.
Penalty que Deco transformaria, devolvendo a superioridade no marcador a Portugal.
Restando 4 minutos para finalizar o desafio, poucos seriam aqueles que acreditariam ser a Dinamarca capaz de empreender uma reviravolta no resultado.
Mas, foi-o.
Um verdadeiro golpe de teatro.
Primeiro, aos 90 minutos, na sequência de um canto, Poulsen antecipou-se a Quim (muito mal batido) e de cabeça fez o 2-2. Depois, aos 92 minutos, Jensen rematou de meia-distância, a bola embateu em Pepe e anichou-se nas redes de Quim.
Injusto?
Não me parece ajustado falar-se de iniquidade.
Se Portugal foi muito superior à Dinamarca na qualidade do futebol exibido, os dinamarqueses foram muito superiores a Portugal na eficácia finalizadora e na capacidade de aproveitamento dos erros do adversário, ou seja, "apenas" nos dois aspectos mais importantes do futebol moderno!
Estádio José Alvalade, em Lisboa
Árbitro: Howard Webb (Inglaterra)
PORTUGAL – Quim (2); Bosingwa (4), Pepe (3), Ricardo Carvalho (3) e Paulo Ferreira (4); Deco (5), Raul Meireles (3) e Maniche (2); Nani (3) (João Moutinho, 87 m), Hugo Almeida (3) (Danny, 71 m (2)) e Simão (3) (Nuno Gomes, 71 m (2)).
DINAMARCA – Andersen (4); Jacobsen (3) (Silberbauer, 44 m (3)), Laursen (2), Agger (3) e Andreasen (2) (Bernburg, 88 m); Daniel Jensen (3), Tomasson (3) e Christian Poulsen (3); Rommedahl (3), Bendtner (3) e Lovenkrands (2) (Borring, 70 m (1)).
Ao intervalo: 1-0
Golos: 1-0, Nani (42 m); 1-1, Bendtner (83 m); 2-1, Deco (85 m, de grande penalidade); 2-2, Poulsen (89 m); 2-3, Daniel Jensen (90 m).
Resultado final: 2-3
Cartão amarelo a Nani, Tomasson e Danny.
Sistemas Tácticos
Portugal

Dinamarca

Modelos de Jogo
Portugal
Posse e Circulação de Bola; Domínio e Controlo da Partida; Bloco subido; Assumir Iniciativa de Jogo.
Dinamarca
Expectativa; Bloco subido; Pressão Alta; Transições Rápidas.
Principais Incidências da Partida (fonte: www.record.pt)
2' - Bendtner desperdiça uma ocasião soberana. Arrancando em linha com o penúltimo defensor (Ricardo Carvalho), o avançado isola-se, passa por Quim e, de ângulo já apertado, atirou ao lado, com a bola a bater ainda no poste. Que calafrio logo a abrir.
4' - Primeiro canto do jogo, com a bola a chegar à pequena área lusa. Com a defesa nacional algo perdida, os forasteiros não conseguiram rematar.
5' - Boa descida de Paulo Ferreira pelo corredor esquerdo, com o lateral... direito do Chelsea a obrigar o "keeper" contrário a grande defesa. Canto para Portugal.
22' - Canto para a Dinamarca. Rommedahl passa para a entrada da área, surge o pontapé e depois a bola tabela em Raul Meireles. O efeito quase engana Quim que, contudo, resolve com os pés.
25' - Grande lance de Deco, tirando os defesas da frente para depois, em jeito, rematar ao poste mais distante. A bola sai ligeiramente ao lado.
33' - Forte pontapé de Bosingwa, de pé esquerdo, com a bola a passar perto do alve. Destaque para mais um bom passe de Deco.
40' - Mais uma boa ocasião para a Dinamarca. Lovenkrands, em contra-ataque, ganha no "1x1" com Bosingwa, escorrega, levanta-se e remata com a bola a passar perto do ângulo. Quim nada podia fazer.
42' - GOLO DE PORTUGAL... NANI. Jogado do lado esquerdo, com Paulo Ferreira a soltar para Hugo Almeida que, no limte do fora de jogo, foge aos defesas. De seguida, o dianteiro do Werder Bremen cruzou para o coração da área contrária onde o jovem futebolista do Manchester United aparece, que nem uma seta, a desviar para a rede.
52' - Excelente ocasião desperdiçada por Simão. Após boa solicitação de Hugo Almeida, o capitão fugiu aos defesas, entrou na área e "disparou" forte. Só que a bola saiu por cima.
56' - Nani falha o 2-0! Passe de Bosingwa a deixar o jogador do United em boa posição dentro da área contrário. Com classe, o extremo "varreu" Laursen, mas rematou frouxo.
59' - "Slalom" de Rommedahl pelo lado direito, deixando Paulo Ferreira "nas covas". O dinamarquês, contudo, adiantou em demasia o esférico e já não conseguiu o cruzamento.
67' - Mais um canto (o sexto) para Portugal. Pepe, ao segundo poste, falha a emenda por pouco.
71' - "Estoiro" de Raul Meireles à figura de Andersen.
74' - Contra-ataque de Portugal, com Danny, completamente isolado por Deco, a "picar" a bola por cima do guardião mas a fazer a bola passar ao lado da baliza.
77' - Nuno Gomes erra a escassos metros da rede. Deco serviu Nani e este cruzou para o avançado que atirou por cima.
84' - GOLO DA DINAMARCA... BENDTNER. Bom lance individual do dinamarquês que, após tirar o defesa da frente, atirou cruzado e sem hipóteses para Quim.
86' - Penálti para Portugal. Nuno Gomes aprestava-se para cabecear quando foi empurrado.
86' - GOLO DE PORTUGAL... DECO de grande penalidade. Remate colocado, sem hipóteses para Andersen que, mesmo adivinhando o lado, nada conseguiu fazer
90' - A Dinamarca "cheira" o empate. Vale um corte providencial de Raul Meireles.
90' - GOLO da DINAMARCA... POULSEN. Na sequência do canto, Quim sal mal dos postes e o dinamarquês desviou para a rede
90'+2 - GOLO da DINAMARCA... JENSEN. Pontapé da zona central que, ao embater em Pepe, trai Quim
Destaques
Melhores em Campo
Portugal
Deco - Simplesmente notável a exibição do luso-brasileiro. A roçar a genialidade!
Bosingwa - Rápido, senhor de boa técnica, revelou uma condição física invejável, que lhe permitiu fazer todo o corredor com idêntica eficácia.
Defendeu e atacou sempre a alta rotação, com equilíbrio e a bom nível.
Paulo Ferreira - A surpresa de Queirós aportou à defesa portuguesa o equilíbrio de que carecia.
A propósito de Antunes, escrevi que "Ou Queirós consegue descobrir outro especialista ou então terá que pensar seriamente no regresso às adaptações que marcaram a lateral esquerda da selecção nacional após o abandono de Nuno Valente".
Impecável a defender, expedito e resoluto a atacar, exibiu-se de forma segura e dinâmica.
Dinamarca
Andersen - Numa equipa que valeu, sobretudo, pelo espírito de grupo e pela perseverança, destaco o habitual suplente de Thomas Sorensen pela segurança e serenidade que revelou.
Piores em Campo
Portugal
Quim - Até estava a alardear a costumeira tranquilidade e segurança, quando ofereceu o 2º golo aos dinamarqueses. Um "frango" inadmissível num guarda-redes da sua categoria.
Maniche - No regresso à titularidade na selecção, desiludiu.
Incapaz de preencher ofensivamente o espaço entre Meireles e Deco, acentuou, de sobremaneira, as enormes dificuldades que Portugal encontrou em ligar movimentos atacantes colectivos.
A sua substituição ao intervalo impunha-se.
Dinamarca
Andreasen - Esteve certinho durante 85 minutos. Nesse período, não destoou dos demais.
Todavia, aos 86 minutos, cometeu um penalty sobre Nuno Gomes
tão claro quanto infantil.
Lovenkrands - Nunca ofereceu ao seu flanco a profundidade que a sua qualidade e as expectativas de Morten Olsen exigiam.
Arbitragem
Exemplar.
Comentário
Quem não mata, arrisca-se a morrer...
Portugal construiu oportunidades de golo em número suficiente para vencer não um, mas dois ou três encontros. Desperdiçou-as ingloriamente e expôs-se à imprevisibilidade própria de qualquer jogo.
Seja como fôr, esta noite, em Alvalade, assistiu-se a um excelente jogo de futebol.
Vivo, intenso, dinâmico e emotivo.
Com um grande protagonista: Deco. Portugal foi uma orquestra de um homem só.
Queirós havia pedido magia e o luso-brasileiro fez-lhe a vontade.
Fazendo jus à sua matriz tradicional, a Dinamarca, ainda que haja apostado num modelo de transições rápidas, apresentou um bloco bem subido, executando uma pressão alta, que entorpeceu a transição ofensiva lusa.
Os dinamarqueses lograram anular o 1º momento de construção, obrigando Portugal a recorrer, muitas vezes, ao jogo directo.
E como Maniche se revelou incapaz de preencher ofensivamente o espaço entre Meireles e Deco, Portugal sentiu enorme dificuldades em ligar movimentos atacantes colectivos.
Não obstante, sempre que Portugal ultrapassou a 1ª linha defensiva dinamarquesa e a bola encontrou os pés mágicos de Deco, os dotes de prestidigitador do luso-brasileiro construíram momentos sublimes de futebol que desaguaram em não menos flagrantes ocasiões de golo.
Sempre que Deco conquistou "segundas bolas" ou recuou para a linha de Maniche, assumindo o 2º momento de construção ofensiva, Portugal refulgiu.
Curiosamente, a selecção nacional alcançaria o seu 1º golo num lance em que Deco não interveio.
Uma magnífica combinação entre Simão, Paulo Ferreira e Hugo Almeida, que culminou nos pés de Nani.
Ao intervalo, Portugal vencia e convencia.
Com excepção dos minutos iniciais, período no qual poderiam ter agregado vantagem no marcador, o momento ofensivo dinamarquês foi pouco mais do que estéril.
No reatamente, a partida decresceu de intensidade, mas não de qualidade.
Portugal, em vantagem, preferiu descer o bloco e entregar a iniciativa ao adversário.
Percebeu-se que Queirós pretendia capitalizar a velocidade dos seus elementos mais avançados e eventuais erros do adversário.
A Dinamarca não se fez rogada ao convite português e assistiu-se a uma inversão das premissas iniciais - se antes havia sido a Dinamarca a apostar na expectativa e nas transições rápidas, agora era Portugal que adoptava tal postura.
E o certo é que até ao golo do empate dinamarquês, foi Portugal que recolheu mais dividendos desta alteração de paradigma.
Simão, Danny e Nuno Gomes dissiparam evidentes oportunidades de golo e à medida que a partida se encaminhava para o seu terminus adivinham-se problemas para Portugal.
Tanto esbanjamento, muito raramente, se revela inócuo. E, esta noite, não foi excepção!
Num lance de futebol escorreito e simples, Bendtner igualou.
A auto-estima lusa abanou, mas não soçobrou e, escassos minutos volvidos, em mais uma jogada magistralmente iniciada por Deco, Nuno Gomes foi abalroado na grande área.
Penalty que Deco transformaria, devolvendo a superioridade no marcador a Portugal.
Restando 4 minutos para finalizar o desafio, poucos seriam aqueles que acreditariam ser a Dinamarca capaz de empreender uma reviravolta no resultado.
Mas, foi-o.
Um verdadeiro golpe de teatro.
Primeiro, aos 90 minutos, na sequência de um canto, Poulsen antecipou-se a Quim (muito mal batido) e de cabeça fez o 2-2. Depois, aos 92 minutos, Jensen rematou de meia-distância, a bola embateu em Pepe e anichou-se nas redes de Quim.
Injusto?
Não me parece ajustado falar-se de iniquidade.
Se Portugal foi muito superior à Dinamarca na qualidade do futebol exibido, os dinamarqueses foram muito superiores a Portugal na eficácia finalizadora e na capacidade de aproveitamento dos erros do adversário, ou seja, "apenas" nos dois aspectos mais importantes do futebol moderno!
terça-feira, setembro 09, 2008
Livro de Reclamações
1 - Na semana passada abordei, nesta sede, uma questão que assumiu, hoje, uma renovada e imprevisível actualidade.
Como é bom de ver, falo do poder dos realizadores de televisão.
A transmissão no programa da SIC "Dia Seguinte" de imagens relatando uma agressão de Cristian Rodríguez a Nuno Gomes no decorrer do Benfica-Porto demonstrou, como se necessário fosse, a robustez da potestas dos realizadores de televisão.
Os realizadores de televisão assumem-se, hoje por hoje, como neófitos protagonistas na oligarquia do futebol nacional.
São "novos árbitros"!
Decorre da sua discricionária voluntas a possibilidade de instauração de processos sumaríssimos.
Na verdade, para que a Comissão Disciplinar da Liga possa instaurar semelhante forma de processo, necessário se torna, desde logo, que as câmaras de televisão revelem condutas que constituam risco grave para a integridade física dos agentes e grave atentado à ética desportiva exigida dos intervenientes no jogo.
Só depois, urge demonstrar que a equipa de arbitragem não observou e avaliou a conduta.
Ou seja, ocultando ou divulgando, os realizadores de televisão determinam, em primeira instância, a actuação da Comissão Disciplinar da Liga!
2 - Sou total e incondicionalmente a favor da previsão de um expediente regulamentar que permita a intervenção pós-facto das instâncias jurisdicionais desportivas no sentido de sancionarem comportamentos a que corresponderia a pena de expulsão se e quando observados pelo árbitro no decorrer de um jogo.
Todavia, o art.º 172º do Regulamento Disciplinar da Liga não reflecte este conceito.
Aliás, penso mesmo que o subverte.
Postula tal normativo que a Comissão Disciplinar da Liga apenas poderá actuar oficiosamente quando a equipa de arbitragem não haja observado e avaliado conduta que constituiu risco grave para a integridade física dos agentes e grave atentado à ética desportiva exigida dos intervenientes no jogo.
Ou seja, exige-se uma incompreensível violação qualificada das Leis do jogo.
Um jogador que desfere uma bofetada num adversário no decorrer de uma partida incorre numa falta disciplinar sancionável com a exibição do cartão vermelho.
Sucede, contudo, que se a equipa de arbitragem não tiver observado e avaliado a sua conduta, não se mostra esta susceptível de punição pela Comissão Disciplinar da Liga!
Porquê?
3 - É, precisamente, este o quadro enformante da situação acontecida entre Nuno Gomes e Rodriguez - Se e quando observada e avaliada pela equipa de arbitragem no desenrolar do encontro, importaria a expulsão do uruguaio.
Como tal não se verificou, permanecerá impune por não se revelar satisfeito um dos pressupostos da intervenção oficiosa da Comissão Disciplinar da Liga, qual seja que a conduta de Rodriguez tenha constituído risco grave para a integridade física de Nuno Gomes.
4 - Espero e desejo que Rui Caçador se demita!
A medíocre fase de qualificação para o Europeu de sub-21 protagonizada pela selecção por si dirigida assim o exige.
As mais recentes exibições frente a Inglaterra e Irlanda roçaram o ridículo e reclamam consequências.
Duvido é que Caçador revele a hombridade necessária para assumir as suas responsabilidade (que não são parcas, bem pelo contrário).
Ligado desde de 25 de Setembro de 1989 à Federação Portuguesa de Futebol, tem pautado a sua actuação por critérios de oportunidade.
Um verdadeiro serventuário do poder!
Um yes man, que procurou sempre estabelecer consensos com os sucessivos seleccionadores que foi encontrando. Nem que para isso necessário fosse abjurar os mais elementares princípios de ética e dignidade.
5 - A sua ascensão ao cargo de responsável pela Selecção Nacional de Sub-21 é exemplo máximo da atitude de transigência para com as circunstâncias que tem sido marca indelével do percurso federativo de Caçador.
Caçador viu na demissão de Couceiro a sua janela de oportunidade.
Se o pensou, mais depressa pôs em prática o seu projecto de assalto ao poder.
Sagaz, percebeu que o melhor modo de o fazer seria bajulando Scolari.
Na lógica de sedução a Scolari, aproveitou um conflito latente entre o então seleccionador nacional e Carlos Queirós, para lançar os piores anátemas sobre o ex-treinador adjunto do Manchester United.
O compromisso público de solidariedade com Scolari valeu-lhe a tão ambicionada promoção.
Felizmente, desta vez, Caçador viu curto...
6 - Se aqui teci loas várias a Queirós, um reparo também se impõe.
Convocou e bem Yannick Djaló.
Não obstante, entendeu colocá-lo fora dos 18 para o encontro com Malta.
Sendo Yannick Djaló elegível para os sub-21, que disputavam dois confrontos decisivos para a sua qualificação para a fase final do Europeu da categoria, não alcanço a razão pela qual o manteve cativo na selecção principal.
Como é bom de ver, falo do poder dos realizadores de televisão.
A transmissão no programa da SIC "Dia Seguinte" de imagens relatando uma agressão de Cristian Rodríguez a Nuno Gomes no decorrer do Benfica-Porto demonstrou, como se necessário fosse, a robustez da potestas dos realizadores de televisão.
Os realizadores de televisão assumem-se, hoje por hoje, como neófitos protagonistas na oligarquia do futebol nacional.
São "novos árbitros"!
Decorre da sua discricionária voluntas a possibilidade de instauração de processos sumaríssimos.
Na verdade, para que a Comissão Disciplinar da Liga possa instaurar semelhante forma de processo, necessário se torna, desde logo, que as câmaras de televisão revelem condutas que constituam risco grave para a integridade física dos agentes e grave atentado à ética desportiva exigida dos intervenientes no jogo.
Só depois, urge demonstrar que a equipa de arbitragem não observou e avaliou a conduta.
Ou seja, ocultando ou divulgando, os realizadores de televisão determinam, em primeira instância, a actuação da Comissão Disciplinar da Liga!
2 - Sou total e incondicionalmente a favor da previsão de um expediente regulamentar que permita a intervenção pós-facto das instâncias jurisdicionais desportivas no sentido de sancionarem comportamentos a que corresponderia a pena de expulsão se e quando observados pelo árbitro no decorrer de um jogo.
Todavia, o art.º 172º do Regulamento Disciplinar da Liga não reflecte este conceito.
Aliás, penso mesmo que o subverte.
Postula tal normativo que a Comissão Disciplinar da Liga apenas poderá actuar oficiosamente quando a equipa de arbitragem não haja observado e avaliado conduta que constituiu risco grave para a integridade física dos agentes e grave atentado à ética desportiva exigida dos intervenientes no jogo.
Ou seja, exige-se uma incompreensível violação qualificada das Leis do jogo.
Um jogador que desfere uma bofetada num adversário no decorrer de uma partida incorre numa falta disciplinar sancionável com a exibição do cartão vermelho.
Sucede, contudo, que se a equipa de arbitragem não tiver observado e avaliado a sua conduta, não se mostra esta susceptível de punição pela Comissão Disciplinar da Liga!
Porquê?
3 - É, precisamente, este o quadro enformante da situação acontecida entre Nuno Gomes e Rodriguez - Se e quando observada e avaliada pela equipa de arbitragem no desenrolar do encontro, importaria a expulsão do uruguaio.
Como tal não se verificou, permanecerá impune por não se revelar satisfeito um dos pressupostos da intervenção oficiosa da Comissão Disciplinar da Liga, qual seja que a conduta de Rodriguez tenha constituído risco grave para a integridade física de Nuno Gomes.
4 - Espero e desejo que Rui Caçador se demita!
A medíocre fase de qualificação para o Europeu de sub-21 protagonizada pela selecção por si dirigida assim o exige.
As mais recentes exibições frente a Inglaterra e Irlanda roçaram o ridículo e reclamam consequências.
Duvido é que Caçador revele a hombridade necessária para assumir as suas responsabilidade (que não são parcas, bem pelo contrário).
Ligado desde de 25 de Setembro de 1989 à Federação Portuguesa de Futebol, tem pautado a sua actuação por critérios de oportunidade.
Um verdadeiro serventuário do poder!
Um yes man, que procurou sempre estabelecer consensos com os sucessivos seleccionadores que foi encontrando. Nem que para isso necessário fosse abjurar os mais elementares princípios de ética e dignidade.
5 - A sua ascensão ao cargo de responsável pela Selecção Nacional de Sub-21 é exemplo máximo da atitude de transigência para com as circunstâncias que tem sido marca indelével do percurso federativo de Caçador.
Caçador viu na demissão de Couceiro a sua janela de oportunidade.
Se o pensou, mais depressa pôs em prática o seu projecto de assalto ao poder.
Sagaz, percebeu que o melhor modo de o fazer seria bajulando Scolari.
Na lógica de sedução a Scolari, aproveitou um conflito latente entre o então seleccionador nacional e Carlos Queirós, para lançar os piores anátemas sobre o ex-treinador adjunto do Manchester United.
O compromisso público de solidariedade com Scolari valeu-lhe a tão ambicionada promoção.
Felizmente, desta vez, Caçador viu curto...
6 - Se aqui teci loas várias a Queirós, um reparo também se impõe.
Convocou e bem Yannick Djaló.
Não obstante, entendeu colocá-lo fora dos 18 para o encontro com Malta.
Sendo Yannick Djaló elegível para os sub-21, que disputavam dois confrontos decisivos para a sua qualificação para a fase final do Europeu da categoria, não alcanço a razão pela qual o manteve cativo na selecção principal.
domingo, setembro 07, 2008
Vedetas&Marretas
Vedetas
Clube






Moreirense, Pampilhosa, Eléctrico, Lagoa, Beira-Mar de Monte Gordo e Mafra por contarem por vitórias as duas partidas já disputadas no Campeonato Nacional da II Divisão;
Jogador

Como esta semana não houve nenhum jogador português que se tenha destacado particularmente, permito-me laurear um ex-jogador: Vítor Baía.
Faço-o não só por ser o mais titulado jogador de futebol do Mundo, mas também pela magnífica defesa que protagonizou na semana que findou.
Não de um qualquer remate, mas sim do seu carácter!
Treinador

Carlos Queirós pela estreia, com goleada, no comando da selecção nacional e pela clareza dos critérios que presidiram à elaboração da convocatória para os encontros com Malta e Dinamarca, os quais significaram o regresso ao primado da avaliação do desempenho competitivo dos jogadores.
Árbitro
Gianluca Rocchi (Itália) pelo bom desempenho no Inglaterra - Portugal em sub-21.
Modalidades de Alta Competição


João Silva e Vanessa Fernandes pela conquista dos títulos de campeão europeu de triatlo em sub-23 em masculinos e femininos, respectivamente.
Miguel Arraiolos, João Pereira e João Silva pela conquista do título de campeão na estafeta dos Europeus de triatlo em sub-23.
Emigrante

José Couceiro pela goleada imposta à Roménia em Cluj.
Marretas
Clube
Maria da Fonte, Sp. Espinho, Arouca, Nelas, Praiense, Penalva do Castelo, Tourizense, Abrantes, Real, Atlético e Carregado por permanecerem sem vencer nas duas partidas já disputadas no Campeonato Nacional da II Divisão;
Jogador


Miguel Veloso e Manuel Fernandes pelas paupérrimas exibições que protagonizaram frente à Inglaterra quando se exigia que se assumissem como líderes da equipa.
Treinador

Rui Caçador pela derrota em Wembley, partida na qual Portugal nunca transmitiu sequer a sensação de poder discutir o resultado;
Árbitro
Nicolas Siebeert (Holanda) por não ter assinalado fora de jogo a Nani no lance que redundaria no quarto golo de Portugal frente a Malta.
Modalidades de Alta Competição

Selecção Nacional de Voleibol pela derrota averbada na Eslovénia, na terceira ronda de qualificação para o Euro-2009.
Emigrante

Paulo Machado pela pueril grande penalidade que ofereceu à Inglaterra;
Clube






Moreirense, Pampilhosa, Eléctrico, Lagoa, Beira-Mar de Monte Gordo e Mafra por contarem por vitórias as duas partidas já disputadas no Campeonato Nacional da II Divisão;
Jogador

Como esta semana não houve nenhum jogador português que se tenha destacado particularmente, permito-me laurear um ex-jogador: Vítor Baía.
Faço-o não só por ser o mais titulado jogador de futebol do Mundo, mas também pela magnífica defesa que protagonizou na semana que findou.
Não de um qualquer remate, mas sim do seu carácter!
Treinador

Carlos Queirós pela estreia, com goleada, no comando da selecção nacional e pela clareza dos critérios que presidiram à elaboração da convocatória para os encontros com Malta e Dinamarca, os quais significaram o regresso ao primado da avaliação do desempenho competitivo dos jogadores.
Árbitro
Gianluca Rocchi (Itália) pelo bom desempenho no Inglaterra - Portugal em sub-21.
Modalidades de Alta Competição


João Silva e Vanessa Fernandes pela conquista dos títulos de campeão europeu de triatlo em sub-23 em masculinos e femininos, respectivamente.
Miguel Arraiolos, João Pereira e João Silva pela conquista do título de campeão na estafeta dos Europeus de triatlo em sub-23.
Emigrante

José Couceiro pela goleada imposta à Roménia em Cluj.
Marretas
Clube
Maria da Fonte, Sp. Espinho, Arouca, Nelas, Praiense, Penalva do Castelo, Tourizense, Abrantes, Real, Atlético e Carregado por permanecerem sem vencer nas duas partidas já disputadas no Campeonato Nacional da II Divisão;
Jogador


Miguel Veloso e Manuel Fernandes pelas paupérrimas exibições que protagonizaram frente à Inglaterra quando se exigia que se assumissem como líderes da equipa.
Treinador

Rui Caçador pela derrota em Wembley, partida na qual Portugal nunca transmitiu sequer a sensação de poder discutir o resultado;
Árbitro
Nicolas Siebeert (Holanda) por não ter assinalado fora de jogo a Nani no lance que redundaria no quarto golo de Portugal frente a Malta.
Modalidades de Alta Competição

Selecção Nacional de Voleibol pela derrota averbada na Eslovénia, na terceira ronda de qualificação para o Euro-2009.
Emigrante

Paulo Machado pela pueril grande penalidade que ofereceu à Inglaterra;
Malta - 0 Portugal - 4
Constituição da Selecção Nacional e Avaliação Quantitativa do Desempenho
Portugal: Quim (3); Bosingwa (4), Pepe (3), Ricardo Carvalho (3) e Antunes (2); Raul Meireles (3) e Carlos Martins (3) (Maniche, 63m (2)); Nani (4), Deco (4) e Simão (3) (João Moutinho, 75m (2)); Hugo Almeida (3) (Nuno Gomes, 67m (2))
Suplentes: Eduardo, Bruno Alves, Paulo Ferreira e Danny
Marcadores: 0-1, Said (25m); 0-2, Hugo Almeida (61m); 0-3, Simão (71m); 0-4, Nani (78m)
Ao intervalo: 0-1
Resultado final: 0-4
Sistema Táctico da Selecção Nacional

Modelo de Jogo da Selecção Nacional
Posse e Circulação de Bola; Domínio e Controlo da Partida; Bloco subido; Assumir Iniciativa de Jogo.
Principais Incidências da Partida (fonte: www.record.pt)
5' - A Selecção Nacional esteve muito perto de abrir o marcador em La Valetta. Na sequência de dois cantos consecutivos, Pepe rematou com força da entrada da área, com a bola a passar ligeiramente por cima da baliza defendida por Haber.
7' - Um corte parcial na energia eléctrica faz com o árbitro Bernie Raymond Blom interrompa o jogo. Carlos Queiroz aproveita a paragem para dar indicações a Carlos Martins.
Depois de uma paragem de quase 11 minutos, o encontro é reiniciado.
11' - Pepe, mais uma vez, protagoniza um lance de grande perigo na área maltesa. O cabeceamento do central do Real Madrid não passou muito distante do poste direito de Haber.
25' - Golo de Portugal, por Said, na própria baliza.
Nani assistiu Bosingwa na direita, que, sem marcação, colocou a bola no coração da área, onde o infeliz Said, ao tentar evitar que o esférico chegasse a Hugo Almeida, acertou o interior da sua própria baliza.
34' - Quase na pequena área, Simão erra em bola e falha um golo certo, após uma grande assistência, com a cabeça, de Hugo Almeida.
37' - Após uma boa iniciativa individual, já dentro da área maltesa, Nani tenta um chapéu, mas Haber, elástico, defende para canto.
57' - Haber volta a ser decisivo, afastando com as pernas um remate à queima-roupa de Nani.
62' - Golo de Portugal, por Hugo Almeida.
A jogada começa com um lançamento longo da defesa portuguesa e termina com um remate cruzado e certeiro, com a perna esquerda, do avançado do Werder Bremen.
63' - Carlos Martins quase marca o terceiro golo português. A bola tira tinta do poste direito de Haber.
65' - Agora é Nani que desperdiça mais uma grande oportunidade para fazer o 3-0. O extremo português, que disputou o lance com o guarda-redes Haber, ficou magoado no lance.
71' - Golo de Portugal, por Simão Sabrosa.
Após um remate inicial de Nani que Haber defendeu para a frente, o capitão português, com o recém-entrado Nuno Gomes por perto, disparou com precisão para o terceiro golo português.
76' - João Moutinho, que acabou de entrar, quase marca, após uma grande assistência de Deco. Haber, mais uma vez, evitou o pior para Malta.
78' - Golo de Portugal, por Nani.
Num lance em ficou vincada a superioridade dos jogadores portugueses, Nani recebeu sozinho no interior da área maltesa, esperou que Haber saltasse e rematou com toda a tranquilidade para o fundo da baliza local.
82' - Com um bonito voo, Nuno Gomes faz um cabeceamento perigoso, que só não resultou em golo porque Haber fez uma grande defesa.
90' - Após mais uma excelente assistência de Deco, João Moutinho falha por muito pouco o 5-0. O médio leonino estava um pouco desequilibrado quando rematou à malha lateral.
Destaques
Melhores em Campo da Selecção Nacional
Bosingwa
Beneficiou da deficiente marcação que os malteses ofereceram ao seu flanco.
Revelando bom entendimento com Nani, mostrou-se bastante empreendedor ao ponto de ter participação na generalidade dos melhores movimentos ofensivos lusos.
A sua acção emergiu essencial no lance do primeiro golo.
Nani
Pese embora tenha usado e abusado de algum individualismo estéril, deixou uma marca indelével na partida, quer pelo golo que obteve, quer pela boa ligação com Bosingwa, a qual, pura e simplesmente, reduziu a cinzas o flanco esquerdo de Malta.
Teve intervenção directa em quatro dos cinco golos de Portugal - no primeiro, executou o excelente passe que embalou Bosigwa para o primeiro golo, no terceiro, rematou para defesa incompleta do guarda-redes maltês, possibilitando a Simão encostar fácil para o golo, ao passo que o quarto foi de sua autoria.
Deco
Não começou bem, mostrando-se incapaz de emprestar a habitual geometria à equipa.
Todavia, a sua exibição cresceu de sobremaneira com o passar dos minutos.
À medida que o desgaste dos malteses se foi acentuando, Deco, paulatinamente, foi alardeando a sua classe e os seus dotes de organizador.
Soberbo o passe a isolar Nani para o quarto golo português.
Piores em Campo da Selecção Nacional
Antunes
À míngua de outras soluções, Queirós elegeu Antunes.
Percebe-se o critério - primeiro os especialistas, só depois e, na ausência destes, os generalistas ou polivalentes.
Contudo, o ex-pacense está longe do nível exigido a um internacional pela principal selecção de Portugal.
Pouco expedito, falho de concentração e posicionamento, nunca encontrou os ritmos e a dinâmica da partida.
Definiu quase sempre mal os lances.
Ou Queirós consegue descobrir outro especialista ou então terá que pensar seriamente no regresso às adaptações que marcaram a lateral esquerda da selecção nacional após o abandono de Nuno Valente.
Arbitragem
Num jogo fácil de dirigir, apenas errou no lance do quarto golo de Portugal, no qual Nani partiu em fora de jogo.
Comentário
Fácil, muito fácil mesmo.
Portugal estreou-se com uma goleada na fase de qualificação para o Mundial de 2010 a realizar na África de Sul.
A tradição imperou em La Valleta e, assim, Portugal adicionou uma vitória mais a um registo que contava já cinco. O resultado final traduziu-se no mais expressivo triunfo de sempre, superando o 3-1 de 1985.
Queirós repetiu o onze apresentado frente às Ilhas Féroe, pelo que Antunes, Carlos Martins e Hugo Almeida mantiveram o estatuto de titulares.
Se antes da partida, a deficiente condição do relvado, o calor e a humidade se perspectivavam como os principais obstáculos ao sucesso luso, o seu desenrolar confirmou-o na plenitude.
A debilidade da selecção maltesa foi demasiado evidente.
Portugal foi sempre profundamente superior, aniquilando cerce qualquer estigma de surpresa.
Sem atingir uma bitola de excelência, Portugal soube ser sério, paciente e competente.
Exigir mais e melhor, só por estultice. Naquelas condições climatérias, perante aquele adversário (remetido a uma defesa porfiada ancorada em duas linhas de quatro) e num relvado-palha, era muito difícil fazer mais e melhor.
Em bom rigor, nem sequer se esperava tanto.
Portugal venceu, demonstrou consistência e até mesmo, em alguns momentos, nacos de futebol empolgante e entusiasmante, mormente na segunda parte.
Soube sofrer e ser perseverante para quebrar a natural resistência maltesa no primeiro tempo e soube capitalizar o desgaste infligido no adversário para consolidar o resultado e a sua prestação na segunda metade.
Portugal: Quim (3); Bosingwa (4), Pepe (3), Ricardo Carvalho (3) e Antunes (2); Raul Meireles (3) e Carlos Martins (3) (Maniche, 63m (2)); Nani (4), Deco (4) e Simão (3) (João Moutinho, 75m (2)); Hugo Almeida (3) (Nuno Gomes, 67m (2))
Suplentes: Eduardo, Bruno Alves, Paulo Ferreira e Danny
Marcadores: 0-1, Said (25m); 0-2, Hugo Almeida (61m); 0-3, Simão (71m); 0-4, Nani (78m)
Ao intervalo: 0-1
Resultado final: 0-4
Sistema Táctico da Selecção Nacional

Modelo de Jogo da Selecção Nacional
Posse e Circulação de Bola; Domínio e Controlo da Partida; Bloco subido; Assumir Iniciativa de Jogo.
Principais Incidências da Partida (fonte: www.record.pt)
5' - A Selecção Nacional esteve muito perto de abrir o marcador em La Valetta. Na sequência de dois cantos consecutivos, Pepe rematou com força da entrada da área, com a bola a passar ligeiramente por cima da baliza defendida por Haber.
7' - Um corte parcial na energia eléctrica faz com o árbitro Bernie Raymond Blom interrompa o jogo. Carlos Queiroz aproveita a paragem para dar indicações a Carlos Martins.
Depois de uma paragem de quase 11 minutos, o encontro é reiniciado.
11' - Pepe, mais uma vez, protagoniza um lance de grande perigo na área maltesa. O cabeceamento do central do Real Madrid não passou muito distante do poste direito de Haber.
25' - Golo de Portugal, por Said, na própria baliza.
Nani assistiu Bosingwa na direita, que, sem marcação, colocou a bola no coração da área, onde o infeliz Said, ao tentar evitar que o esférico chegasse a Hugo Almeida, acertou o interior da sua própria baliza.
34' - Quase na pequena área, Simão erra em bola e falha um golo certo, após uma grande assistência, com a cabeça, de Hugo Almeida.
37' - Após uma boa iniciativa individual, já dentro da área maltesa, Nani tenta um chapéu, mas Haber, elástico, defende para canto.
57' - Haber volta a ser decisivo, afastando com as pernas um remate à queima-roupa de Nani.
62' - Golo de Portugal, por Hugo Almeida.
A jogada começa com um lançamento longo da defesa portuguesa e termina com um remate cruzado e certeiro, com a perna esquerda, do avançado do Werder Bremen.
63' - Carlos Martins quase marca o terceiro golo português. A bola tira tinta do poste direito de Haber.
65' - Agora é Nani que desperdiça mais uma grande oportunidade para fazer o 3-0. O extremo português, que disputou o lance com o guarda-redes Haber, ficou magoado no lance.
71' - Golo de Portugal, por Simão Sabrosa.
Após um remate inicial de Nani que Haber defendeu para a frente, o capitão português, com o recém-entrado Nuno Gomes por perto, disparou com precisão para o terceiro golo português.
76' - João Moutinho, que acabou de entrar, quase marca, após uma grande assistência de Deco. Haber, mais uma vez, evitou o pior para Malta.
78' - Golo de Portugal, por Nani.
Num lance em ficou vincada a superioridade dos jogadores portugueses, Nani recebeu sozinho no interior da área maltesa, esperou que Haber saltasse e rematou com toda a tranquilidade para o fundo da baliza local.
82' - Com um bonito voo, Nuno Gomes faz um cabeceamento perigoso, que só não resultou em golo porque Haber fez uma grande defesa.
90' - Após mais uma excelente assistência de Deco, João Moutinho falha por muito pouco o 5-0. O médio leonino estava um pouco desequilibrado quando rematou à malha lateral.
Destaques
Melhores em Campo da Selecção Nacional
Bosingwa
Beneficiou da deficiente marcação que os malteses ofereceram ao seu flanco.
Revelando bom entendimento com Nani, mostrou-se bastante empreendedor ao ponto de ter participação na generalidade dos melhores movimentos ofensivos lusos.
A sua acção emergiu essencial no lance do primeiro golo.
Nani
Pese embora tenha usado e abusado de algum individualismo estéril, deixou uma marca indelével na partida, quer pelo golo que obteve, quer pela boa ligação com Bosingwa, a qual, pura e simplesmente, reduziu a cinzas o flanco esquerdo de Malta.
Teve intervenção directa em quatro dos cinco golos de Portugal - no primeiro, executou o excelente passe que embalou Bosigwa para o primeiro golo, no terceiro, rematou para defesa incompleta do guarda-redes maltês, possibilitando a Simão encostar fácil para o golo, ao passo que o quarto foi de sua autoria.
Deco
Não começou bem, mostrando-se incapaz de emprestar a habitual geometria à equipa.
Todavia, a sua exibição cresceu de sobremaneira com o passar dos minutos.
À medida que o desgaste dos malteses se foi acentuando, Deco, paulatinamente, foi alardeando a sua classe e os seus dotes de organizador.
Soberbo o passe a isolar Nani para o quarto golo português.
Piores em Campo da Selecção Nacional
Antunes
À míngua de outras soluções, Queirós elegeu Antunes.
Percebe-se o critério - primeiro os especialistas, só depois e, na ausência destes, os generalistas ou polivalentes.
Contudo, o ex-pacense está longe do nível exigido a um internacional pela principal selecção de Portugal.
Pouco expedito, falho de concentração e posicionamento, nunca encontrou os ritmos e a dinâmica da partida.
Definiu quase sempre mal os lances.
Ou Queirós consegue descobrir outro especialista ou então terá que pensar seriamente no regresso às adaptações que marcaram a lateral esquerda da selecção nacional após o abandono de Nuno Valente.
Arbitragem
Num jogo fácil de dirigir, apenas errou no lance do quarto golo de Portugal, no qual Nani partiu em fora de jogo.
Comentário
Fácil, muito fácil mesmo.
Portugal estreou-se com uma goleada na fase de qualificação para o Mundial de 2010 a realizar na África de Sul.
A tradição imperou em La Valleta e, assim, Portugal adicionou uma vitória mais a um registo que contava já cinco. O resultado final traduziu-se no mais expressivo triunfo de sempre, superando o 3-1 de 1985.
Queirós repetiu o onze apresentado frente às Ilhas Féroe, pelo que Antunes, Carlos Martins e Hugo Almeida mantiveram o estatuto de titulares.
Se antes da partida, a deficiente condição do relvado, o calor e a humidade se perspectivavam como os principais obstáculos ao sucesso luso, o seu desenrolar confirmou-o na plenitude.
A debilidade da selecção maltesa foi demasiado evidente.
Portugal foi sempre profundamente superior, aniquilando cerce qualquer estigma de surpresa.
Sem atingir uma bitola de excelência, Portugal soube ser sério, paciente e competente.
Exigir mais e melhor, só por estultice. Naquelas condições climatérias, perante aquele adversário (remetido a uma defesa porfiada ancorada em duas linhas de quatro) e num relvado-palha, era muito difícil fazer mais e melhor.
Em bom rigor, nem sequer se esperava tanto.
Portugal venceu, demonstrou consistência e até mesmo, em alguns momentos, nacos de futebol empolgante e entusiasmante, mormente na segunda parte.
Soube sofrer e ser perseverante para quebrar a natural resistência maltesa no primeiro tempo e soube capitalizar o desgaste infligido no adversário para consolidar o resultado e a sua prestação na segunda metade.
quinta-feira, setembro 04, 2008
Passatempos do Blog - Uma Tradição que ainda é o que era!
Como não podia deixar de ser, o redvermelho dará continuidade na presente época desportiva aos seus já afamados passatempos:
4ª Edição do Espaço Prof. Karamba
Nesta temporada não serão introduzidas quaisquer alterações na mecânica deste passatempo.
Assim e resumindo, direi que os jogos sujeitos a palpite serão os relativos a cada jornada da Liga Sagres e que cada participante disporá de um Joker, que lhe permitirá duplicar a pontuação obtida na partida em que for utilizado.
A pontuação não irá sofrer quaisquer alterações, pelo que serão atribuídos 10 pontos a quem acertar totalmente no resultado final verificado e 5 a quem palpitar correctamente o vencedor da partida (resultado final 2-1, aposta 2-1 - 10 pontos; resultado final 2-1, aposta 3-1 - 5 pontos).
Claro está, que se se verificar um empate, será aplicado o princípio supra enunciado (resultado final 2-2, aposta 2-2 - 10 pontos; resultado final 2-2, aposta 1-1 - 5 pontos).
Este Espaço iniciar-se-à na próxima jornada da Liga Sagres, sendo certo que o post relativo aos palpites a formular será, por regra, publicado na quinta-feira anterior à jornada a que os prognósticos respeitam.
3ª Edição da Liga dos Astros
A Liga dos Astros conhecerá a sua 3ª edição na época 2008-2009.
Serão introduzidas algumas alterações na mecânica deste espaço, a saber:
1) Da constituição do plantel
Os participantes dispõem de um orçamento de 60 milhões de Euros, os quais terão que gerir na aquisição dos 18 jogadores que constituirão o plantel.
2) Das substituições entre Jornadas
Os participantes poderão realizar uma substituição por jornada.
Dispõem de um Wild-card que poderão utilizar quando entenderem, mas apenas por uma vez e mediante expressa menção.
3) Das substituições nas jornadas
Se um dos titulares não alinhar numa determinada jornada, será substituído pelo primeiro suplente que tenha jogado e assim sucessivamente.
Os participantes terão que ordenar os seus suplentes para efeitos de substituição de titulares que não alinhem.
4) Da Taça Liga dos Astros
A partir da 10ª Jornada da Liga Sagres será disputada uma nova competição entre os participantes na Liga dos Astros.
Os participantes serão emparelhados entre si, através de sorteio, jogando no sistema de eliminatórias a duas mãos.
O participante que obtiver maior número de pontos no conjunto das duas mãos avançará na competição, ao passo que o outro será definitivamente afastado.
Regulamento
Os plantéis devem ser compostos por:
2 Guarda-redes
6 Defesas
6 Médios
4 Avançados
Podem escolher um máximo de 3 jogadores de cada equipa.
A cada jogador foi atribuído um valor, tendo por base os valores constantes do site “http://www.transfermarkt.de” como sendo o de mercado dos jogadores dos clubes participantes na Liga Sagres (apenas serão introduzidos os valores respeitantes a jogadores sem a sua menção naquele site)
O valor total do vosso plantel não pode exceder os 60 milhões de euros.
Do vosso plantel, que será composto por 18 jogadores, devem escolher 11 jogadores para formar a equipa inicial.
Só os titulares ou os jogadores que entrarem por substituição automática, contabilizarão pontos.
Os treinadores têm total liberdade táctica, desde que seleccionem apenas um guarda-redes.
Os jogadores têm que alinhar nas suas posições normais (Um defesa não pode, por
exemplo, ser posto a jogar no ataque).
Se um dos titulares não alinhar numa determinada jornada, será substituído pelo primeiro suplente que tenha jogado e assim sucessivamente.
Os participantes terão que ordenar os seus suplentes para efeitos de substituição de titulares que não alinhem.
Terão que nomear um jogador do vosso plantel para assumir as funções de capitão de equipa.
Este jogador contabilizará o dobro dos pontos que normalmente receberia.
Podem alterar o capitão de equipa de jornada para jornada.
Se o capitão não jogar, o bónus não será entregue a qualquer outro jogador.
Pode ser efectuada uma transferência por jornada.
Dispõem de um Wild-card que poderão utilizar quando entenderem, mas apenas por uma vez e mediante expressa menção.
Quaisquer alterações à equipa (substituições, transferências e mudanças de
capitão) têm de ser realizadas até às 18h00 da Sexta-Feira anterior à realização da jornada seguinte.
Este Espaço terá o seu início na próxima jornada da Liga Sagres.
Pontuação
Avaliação de desempenho por parte dos jornalistas do site Mais Futebol;
Participação num jogo - 1 ponto;
Jogar pelo menos 60 minutos - 2 pontos;
Golos marcados por defesas - 6 pontos;
Golos marcados por médios - 5 pontos;
Golos marcados por avançados - 4 pontos;
Guarda-redes que joguem pelo menos 60 minutos e não concedam golos - 4 pontos;
Defesas que joguem pelo menos 60 minutos e cuja equipa não sofra golos - 4 pontos;
Médios que joguem pelo menos 60 minutos e cuja equipa não sofra golos - 2 pontos;
Guarda-redes que defenda um penalty - 5 pontos;
Jogador que falhe um penalty - -2 pontos;
Por cada 2 golos concedidos (defesas e guarda-redes)- -1 ponto;
Cartão amarelo - -1 ponto;
Cartão Vermelho- -3 pontos;
2ª Edição do Memorial Zandinga
O Memorial Zandinga conhecerá a sua 2ª edição na época 2008-2009.
Nesta temporada apenas será introduzida uma alteração na mecânica deste passatempo, qual seja:
1) Os factores de desempate
Nos confrontos a eliminar, verificando-se uma igualdade nos pontos obtidos pelos oponentes em compita, o desempate far-se-á pelos palpites relativos aos resultados após prolongamento, seguido, caso seja necessário, pelos palpites relativos aos resultados após a marcação de grandes penalidades e, por fim, pelo número de pontos alcançados na competição, preferindo o melhor classificado.
O Memorial Zandinga será a versão relativa às competições europeias do já consagrado Espaço Prof. Karamba.
A configuração deste espaço será, contudo, um pouco diferente.
Assim, os participantes não jogarão num sistema de todos contra todos, mas sim, à imagem da Champions, agregados em grupos, numa primeira fase, e em eliminatórias num segundo momento.
Os jogos sobre os quais incidirão as apostas são os disputados na Champions e os relativos à Taça UEFA nos quais sejam intervenientes equipas portuguesas.
A pontuação não irá sofrer quaisquer alterações, pelo que serão atribuídos 10 pontos a quem acertar totalmente no resultado final verificado e 5 a quem palpitar correctamente o vencedor da partida (resultado final 2-1, aposta 2-1 - 10 pontos; resultado final 2-1, aposta 3-1 - 5 pontos).
Cada participante disporá de um Joker, que lhe permitirá duplicar a pontuação obtida na partida em que for utilizado.
Da soma das pontuações alcançadas, obter-se-á a classificação do grupo.
Apurar-se-ão, em princípio, os 2 primeiros classificados de cada grupo (dependendo do número de inscritos).
Finda que seja esta primeira fase, os intervenientes que logrem apurar-se, disputarão entre si, em sistema de eliminatória, a vitória final do Memorial Zandinga.
Nos confrontos a eliminar, verificando-se uma igualdade nos pontos obtidos pelos oponentes em compita, o desempate far-se-á pelos palpites relativos aos resultados após prolongamento, seguido, caso seja necessário, pelos palpites relativos aos resultados após a marcação de grandes penalidades e, por fim, pelo número de pontos alcançados na competição, preferindo o melhor classificado.
Os participantes que não logrem apuramento, serão chamados a disputar entre si, em sistema de todos contra todos, o seu posicionamento final no Memorial Zandinga.
Os pontos acumulados na 1ª fase transitarão para esta 2ª fase, na medida da sua metade (só no que respeita aos eliminados, claro está).
Os participantes que forem sendo eliminados, transitarão, automaticamente, para a série dos eliminados, assumindo, em medida de metade, os pontos acumulados na 1ª fase.
2ª Edição do C´um Caneco (outro passatempo)
O C´um Caneco (outro passatempo) conhecerá a sua 2ª edição na época 2008-2009.
Serão introduzidas algumas alterações na mecânica deste espaço, a saber:
1) Das competições abrangidas
Esta temporada, o C´um Caneco (outro passatempo) compreenderá os jogos relativos à Taça de Portugal (a partir do momento em que as equipas da 1ª Liga sejam chamadas a participar na competição), bem como os jogos relativos à Taça da Liga (a partir da próxima eliminatória).
2) Da estrutura da competição
Face à extensão das competições abrangidas por este passatempo à Taça da Liga, este ano o C´um Caneco (outro passatempo) apresentará identidade absoluta com o modelo do Memorial Zandinga.
3) Dos factores de desempate
Nos confrontos a eliminar, verificando-se uma igualdade nos pontos obtidos pelos oponentes em compita, o desempate far-se-á pelos palpites relativos aos resultados após prolongamento, seguido, caso seja necessário, pelos palpites relativos aos resultados após a marcação de grandes penalidades e, por fim, pelo número de pontos alcançados na competição, preferindo o melhor classificado.
O C´um Caneco (outro passatempo) será a versão relativa à Taça de Portugal e à Taça da Liga do Espaço Prof. Karamba.
A configuração deste espaço será, contudo, um pouco diferente.
Assim, os participantes não jogarão num sistema de todos contra todos, mas sim agregados em grupos, numa primeira fase, e em eliminatórias num segundo momento.
Os jogos sobre os quais incidirão as apostas são os disputados na Taça de Portugal e na Taça da Liga.
A pontuação não irá sofrer quaisquer alterações, pelo que serão atribuídos 10 pontos a quem acertar totalmente no resultado final verificado e 5 a quem palpitar correctamente o vencedor da partida (resultado final 2-1, aposta 2-1 - 10 pontos; resultado final 2-1, aposta 3-1 - 5 pontos).
Cada participante disporá de um Joker, que lhe permitirá duplicar a pontuação obtida na partida em que for utilizado.
Da soma das pontuações alcançadas, obter-se-á a classificação do grupo.
Apurar-se-ão, em princípio, os 2 primeiros classificados de cada grupo (dependendo do número de inscritos).
Finda que seja esta primeira fase, os intervenientes que logrem apurar-se, disputarão entre si, em sistema de eliminatória, a vitória final do C´um Caneco (outro passatempo.
Nos confrontos a eliminar, verificando-se uma igualdade nos pontos obtidos pelos oponentes em compita, o desempate far-se-á pelos palpites relativos aos resultados após prolongamento, seguido, caso seja necessário, pelos palpites relativos aos resultados após a marcação de grandes penalidades e, por fim, pelo número de pontos alcançados na competição, preferindo o melhor classificado.
Os participantes que não logrem apuramento, serão chamados a disputar entre si, em sistema de todos contra todos, o seu posicionamento final no C´um Caneco (outro passatempo).
Os pontos acumulados na 1ª fase transitarão para esta 2ª fase, na medida da sua metade (só no que respeita aos eliminados, claro está).
Os participantes que forem sendo eliminados, transitarão, automaticamente, para a série dos eliminados, assumindo, em medida de metade, os pontos acumulados na 1ª fase.
4ª Edição do Espaço Prof. Karamba
Nesta temporada não serão introduzidas quaisquer alterações na mecânica deste passatempo.
Assim e resumindo, direi que os jogos sujeitos a palpite serão os relativos a cada jornada da Liga Sagres e que cada participante disporá de um Joker, que lhe permitirá duplicar a pontuação obtida na partida em que for utilizado.
A pontuação não irá sofrer quaisquer alterações, pelo que serão atribuídos 10 pontos a quem acertar totalmente no resultado final verificado e 5 a quem palpitar correctamente o vencedor da partida (resultado final 2-1, aposta 2-1 - 10 pontos; resultado final 2-1, aposta 3-1 - 5 pontos).
Claro está, que se se verificar um empate, será aplicado o princípio supra enunciado (resultado final 2-2, aposta 2-2 - 10 pontos; resultado final 2-2, aposta 1-1 - 5 pontos).
Este Espaço iniciar-se-à na próxima jornada da Liga Sagres, sendo certo que o post relativo aos palpites a formular será, por regra, publicado na quinta-feira anterior à jornada a que os prognósticos respeitam.
3ª Edição da Liga dos Astros
A Liga dos Astros conhecerá a sua 3ª edição na época 2008-2009.
Serão introduzidas algumas alterações na mecânica deste espaço, a saber:
1) Da constituição do plantel
Os participantes dispõem de um orçamento de 60 milhões de Euros, os quais terão que gerir na aquisição dos 18 jogadores que constituirão o plantel.
2) Das substituições entre Jornadas
Os participantes poderão realizar uma substituição por jornada.
Dispõem de um Wild-card que poderão utilizar quando entenderem, mas apenas por uma vez e mediante expressa menção.
3) Das substituições nas jornadas
Se um dos titulares não alinhar numa determinada jornada, será substituído pelo primeiro suplente que tenha jogado e assim sucessivamente.
Os participantes terão que ordenar os seus suplentes para efeitos de substituição de titulares que não alinhem.
4) Da Taça Liga dos Astros
A partir da 10ª Jornada da Liga Sagres será disputada uma nova competição entre os participantes na Liga dos Astros.
Os participantes serão emparelhados entre si, através de sorteio, jogando no sistema de eliminatórias a duas mãos.
O participante que obtiver maior número de pontos no conjunto das duas mãos avançará na competição, ao passo que o outro será definitivamente afastado.
Regulamento
Os plantéis devem ser compostos por:
2 Guarda-redes
6 Defesas
6 Médios
4 Avançados
Podem escolher um máximo de 3 jogadores de cada equipa.
A cada jogador foi atribuído um valor, tendo por base os valores constantes do site “http://www.transfermarkt.de” como sendo o de mercado dos jogadores dos clubes participantes na Liga Sagres (apenas serão introduzidos os valores respeitantes a jogadores sem a sua menção naquele site)
O valor total do vosso plantel não pode exceder os 60 milhões de euros.
Do vosso plantel, que será composto por 18 jogadores, devem escolher 11 jogadores para formar a equipa inicial.
Só os titulares ou os jogadores que entrarem por substituição automática, contabilizarão pontos.
Os treinadores têm total liberdade táctica, desde que seleccionem apenas um guarda-redes.
Os jogadores têm que alinhar nas suas posições normais (Um defesa não pode, por
exemplo, ser posto a jogar no ataque).
Se um dos titulares não alinhar numa determinada jornada, será substituído pelo primeiro suplente que tenha jogado e assim sucessivamente.
Os participantes terão que ordenar os seus suplentes para efeitos de substituição de titulares que não alinhem.
Terão que nomear um jogador do vosso plantel para assumir as funções de capitão de equipa.
Este jogador contabilizará o dobro dos pontos que normalmente receberia.
Podem alterar o capitão de equipa de jornada para jornada.
Se o capitão não jogar, o bónus não será entregue a qualquer outro jogador.
Pode ser efectuada uma transferência por jornada.
Dispõem de um Wild-card que poderão utilizar quando entenderem, mas apenas por uma vez e mediante expressa menção.
Quaisquer alterações à equipa (substituições, transferências e mudanças de
capitão) têm de ser realizadas até às 18h00 da Sexta-Feira anterior à realização da jornada seguinte.
Este Espaço terá o seu início na próxima jornada da Liga Sagres.
Pontuação
Avaliação de desempenho por parte dos jornalistas do site Mais Futebol;
Participação num jogo - 1 ponto;
Jogar pelo menos 60 minutos - 2 pontos;
Golos marcados por defesas - 6 pontos;
Golos marcados por médios - 5 pontos;
Golos marcados por avançados - 4 pontos;
Guarda-redes que joguem pelo menos 60 minutos e não concedam golos - 4 pontos;
Defesas que joguem pelo menos 60 minutos e cuja equipa não sofra golos - 4 pontos;
Médios que joguem pelo menos 60 minutos e cuja equipa não sofra golos - 2 pontos;
Guarda-redes que defenda um penalty - 5 pontos;
Jogador que falhe um penalty - -2 pontos;
Por cada 2 golos concedidos (defesas e guarda-redes)- -1 ponto;
Cartão amarelo - -1 ponto;
Cartão Vermelho- -3 pontos;
2ª Edição do Memorial Zandinga
O Memorial Zandinga conhecerá a sua 2ª edição na época 2008-2009.
Nesta temporada apenas será introduzida uma alteração na mecânica deste passatempo, qual seja:
1) Os factores de desempate
Nos confrontos a eliminar, verificando-se uma igualdade nos pontos obtidos pelos oponentes em compita, o desempate far-se-á pelos palpites relativos aos resultados após prolongamento, seguido, caso seja necessário, pelos palpites relativos aos resultados após a marcação de grandes penalidades e, por fim, pelo número de pontos alcançados na competição, preferindo o melhor classificado.
O Memorial Zandinga será a versão relativa às competições europeias do já consagrado Espaço Prof. Karamba.
A configuração deste espaço será, contudo, um pouco diferente.
Assim, os participantes não jogarão num sistema de todos contra todos, mas sim, à imagem da Champions, agregados em grupos, numa primeira fase, e em eliminatórias num segundo momento.
Os jogos sobre os quais incidirão as apostas são os disputados na Champions e os relativos à Taça UEFA nos quais sejam intervenientes equipas portuguesas.
A pontuação não irá sofrer quaisquer alterações, pelo que serão atribuídos 10 pontos a quem acertar totalmente no resultado final verificado e 5 a quem palpitar correctamente o vencedor da partida (resultado final 2-1, aposta 2-1 - 10 pontos; resultado final 2-1, aposta 3-1 - 5 pontos).
Cada participante disporá de um Joker, que lhe permitirá duplicar a pontuação obtida na partida em que for utilizado.
Da soma das pontuações alcançadas, obter-se-á a classificação do grupo.
Apurar-se-ão, em princípio, os 2 primeiros classificados de cada grupo (dependendo do número de inscritos).
Finda que seja esta primeira fase, os intervenientes que logrem apurar-se, disputarão entre si, em sistema de eliminatória, a vitória final do Memorial Zandinga.
Nos confrontos a eliminar, verificando-se uma igualdade nos pontos obtidos pelos oponentes em compita, o desempate far-se-á pelos palpites relativos aos resultados após prolongamento, seguido, caso seja necessário, pelos palpites relativos aos resultados após a marcação de grandes penalidades e, por fim, pelo número de pontos alcançados na competição, preferindo o melhor classificado.
Os participantes que não logrem apuramento, serão chamados a disputar entre si, em sistema de todos contra todos, o seu posicionamento final no Memorial Zandinga.
Os pontos acumulados na 1ª fase transitarão para esta 2ª fase, na medida da sua metade (só no que respeita aos eliminados, claro está).
Os participantes que forem sendo eliminados, transitarão, automaticamente, para a série dos eliminados, assumindo, em medida de metade, os pontos acumulados na 1ª fase.
2ª Edição do C´um Caneco (outro passatempo)
O C´um Caneco (outro passatempo) conhecerá a sua 2ª edição na época 2008-2009.
Serão introduzidas algumas alterações na mecânica deste espaço, a saber:
1) Das competições abrangidas
Esta temporada, o C´um Caneco (outro passatempo) compreenderá os jogos relativos à Taça de Portugal (a partir do momento em que as equipas da 1ª Liga sejam chamadas a participar na competição), bem como os jogos relativos à Taça da Liga (a partir da próxima eliminatória).
2) Da estrutura da competição
Face à extensão das competições abrangidas por este passatempo à Taça da Liga, este ano o C´um Caneco (outro passatempo) apresentará identidade absoluta com o modelo do Memorial Zandinga.
3) Dos factores de desempate
Nos confrontos a eliminar, verificando-se uma igualdade nos pontos obtidos pelos oponentes em compita, o desempate far-se-á pelos palpites relativos aos resultados após prolongamento, seguido, caso seja necessário, pelos palpites relativos aos resultados após a marcação de grandes penalidades e, por fim, pelo número de pontos alcançados na competição, preferindo o melhor classificado.
O C´um Caneco (outro passatempo) será a versão relativa à Taça de Portugal e à Taça da Liga do Espaço Prof. Karamba.
A configuração deste espaço será, contudo, um pouco diferente.
Assim, os participantes não jogarão num sistema de todos contra todos, mas sim agregados em grupos, numa primeira fase, e em eliminatórias num segundo momento.
Os jogos sobre os quais incidirão as apostas são os disputados na Taça de Portugal e na Taça da Liga.
A pontuação não irá sofrer quaisquer alterações, pelo que serão atribuídos 10 pontos a quem acertar totalmente no resultado final verificado e 5 a quem palpitar correctamente o vencedor da partida (resultado final 2-1, aposta 2-1 - 10 pontos; resultado final 2-1, aposta 3-1 - 5 pontos).
Cada participante disporá de um Joker, que lhe permitirá duplicar a pontuação obtida na partida em que for utilizado.
Da soma das pontuações alcançadas, obter-se-á a classificação do grupo.
Apurar-se-ão, em princípio, os 2 primeiros classificados de cada grupo (dependendo do número de inscritos).
Finda que seja esta primeira fase, os intervenientes que logrem apurar-se, disputarão entre si, em sistema de eliminatória, a vitória final do C´um Caneco (outro passatempo.
Nos confrontos a eliminar, verificando-se uma igualdade nos pontos obtidos pelos oponentes em compita, o desempate far-se-á pelos palpites relativos aos resultados após prolongamento, seguido, caso seja necessário, pelos palpites relativos aos resultados após a marcação de grandes penalidades e, por fim, pelo número de pontos alcançados na competição, preferindo o melhor classificado.
Os participantes que não logrem apuramento, serão chamados a disputar entre si, em sistema de todos contra todos, o seu posicionamento final no C´um Caneco (outro passatempo).
Os pontos acumulados na 1ª fase transitarão para esta 2ª fase, na medida da sua metade (só no que respeita aos eliminados, claro está).
Os participantes que forem sendo eliminados, transitarão, automaticamente, para a série dos eliminados, assumindo, em medida de metade, os pontos acumulados na 1ª fase.
quarta-feira, setembro 03, 2008
Livro de Reclamações
1 - No último dia do mercado de transferências, eis senão quando surge do nada um personagem que promete manifestações públicas ribombantes.
Falo do multimilionário Sulaiman Al-Fahim, que refulgiu como dono do Manchester City através de um grupo de investidores privados ligado à família real dos Emirados Árabes Unidos — Abu Dhabi United Group for development and investment —, do qual é membro do conselho de administração.
Na sua primeira aparição pública, procurou adquirir os direitos desportivos de alguns dos mais sonantes futebolistas do velho continente.
Debalde, apenas conseguiu comprar Robinho.
Sem hesitações ou rebuços, emitiu um cheque de 42 milhões de euros à ordem do Real Madrid.
Depois do "furacão Abramovic", Sulaiman Al-Fahim promete suceder-lhe como o Sultão do futebol Europeu.
Não ignoro quão esfusiantes estarão os adeptos do Manchester City. Mas, também não ignoro que confundem a árvore com a floresta e que, mais tarde ou mais cedo, irão lamentar amargamente o dia em que Sulaiman Al-Fahim arribou ao City of Manchester.
Caso o sucesso não seja imediato, leia-se retorno financeiro do investimento, desaparecerá tão rapidamente quanto se revelou.
2 - O Manchester City é, apenas, mais um exemplo de uma sociedade anónima desportiva que, cotada em bolsa e na ausência dos constrangimentos legais vigentes no ordenamento jurídico português, viu um obscuro investidor (?) adquirir a maioria do capital e tomar de assalto a cadeira de Presidente do Conselho de Administração.
Rumo inelutável?
Também em Portugal?
Num cenário de profunda recessão económica, o caminho inglês parece suficientemente atractivo para se tornar irresistível.
Em Portugal, sem as imprescindíveis alterações legislativas, por mais sedutor que seja o canto da sereia dos milhões, dificilmente, poderá ser trilhado.
O direito de veto dos clubes fundadores em relação a um conjunto decisivo de matérias inviabilizará, de per si, qualquer tentação mercantilista.
E, ainda bem, digo eu!
Não só porque desvirtuaria, por completo, a natureza associativa dos nossos clubes, expurgando-os da sua razão de ser, mas também porque estou convicto que este capitalismo selvagem acabará por aniquilar o futebol.
3 - Por seu turno, Robinho demonstrou como os jogadores de futebol dos nossos dias são filhos dilectos de uma sociedade axiologicamente desprovida dos mais elementares valores e princípios.
Se no Domingo fez juras públicas de amor ao Chelsea, na segunda-feira, perante os chorudos honorários mensais oferecidos por Sulaiman Al-Fahim, lesto e ufano, afirmou a sua profunda paixão pelo City.
4 - A propósito do Benfica-Porto do último fim de semana, urge reflectir sobre a emergência de um neófito protagonista na oligarquia do futebol nacional.
Os realizadores de televisão assumem, hoje por hoje, no quadro do Regulamento Disciplinar da Liga um papel assaz relevante.
Decorre da sua discricionária voluntas a possibilidade de instauração de processos sumaríssimos.
Na verdade, para que a Comissão Disciplinar da Liga possa instaurar semelhante forma de processo, necessário se torna, desde logo, que as câmaras de televisão revelem condutas que constituam risco grave para a integridade física dos agentes e grave atentado à ética desportiva exigida dos intervenientes no jogo.
Só depois, urge demonstrar que a equipa de arbitragem não observou e avaliou a conduta.
Ou seja, ocultando ou divulgando, os realizadores de televisão determinam, em primeira instância, a actuação da Comissão Disciplinar da Liga!
5 - Afigura-se-me imprescindível para que a verdade desportiva e a integridade da competição possam prevalecer, que a Liga de Clubes assuma o encargo de filmar o conjunto dos jogos da Liga Sagres.
Só assim se cumprirá, fielmente, o princípio da igualdade que aqueles desideratos postulam de forma irrefragável.
6 - Todavia, enquanto tal não sucede, não se procure subverter a ratio própria daquele imperativo constitucional.
Violá-lo não é punir quem incorre na comissão de infracções disciplinares, ainda que inexista uma cobertura total do universo de possíveis agentes dos delitos.
Violá-lo seria não punir com fundamento na impossibilidade de conhecer o conjunto das transgressões praticadas.
Isto sim, seria intolerável.
7 - O que, verdadeiramente, o princípio da igualdade exige é que se puna de modo igual, infracções iguais.
Isto é, quando verificados os pressupostos de instauração de processos sumaríssimos que a Comissão Disciplinar da Liga actue de forma congruente em todas as situações que apresentem traços de paridade substancial.
E, isso não tem acontecido.
8 - As chamadas de Danny, Pedro Mendes ou Djállo, entre outros, devolveram identidade à selecção nacional.
Finalmente, o primado da avaliação do desempenho competitivo dos jogadores regressou à Praça da Alegria, condenando ao degredo raciocínios de comunhão filial.
9 - Li, hoje, algo que me deixou perplexo.
A SAD do FC Porto apresentou duas denúncias contra o Benfica na Comissão Disciplinar da Liga.
Confesso que não percebo.
Então quem denunciava infracções disciplinares junto dos órgãos competentes não era um execrável bufo?!
10 - Fiquei ainda mais surpreendido quando li a motivação de uma das denúncias.
Vieira encontra-se suspenso por 2 meses (terá recorrido, mas tal providência assume efeito meramente devolutivo).
Deste modo, acha-se impedido de praticar "actos de representação do clube ou sociedade desportiva sempre que tais actos tenham subjacentes matérias de natureza eminentemente relacionada com a competição desportiva e sejam praticados perante quaisquer entidades ou órgãos da hierarquia desportiva".
Não obstante, apresentou, em nome do Benfica, um pedido de desculpas ao árbitro auxiliar pelo néscio comportamento assumido sobre si por um adepto do clube.
Não consigo alcançar!
Depois de ter visto Pinto da Costa, na tribuna de honra do Estádio do Algarve, ladeando o inefável Amândio de Carvalho e Soares Franco, julguei que a SAD do Porto desconhecia a norma disciplinar que impõe aquela inibição!
11 - Preencheu-me a nobre atitude da SAD do Benfica ao confessar que Vieira apresentou, em nome do Benfica, um pedido de desculpas ao árbitro auxiliar pelo néscio comportamento assumido sobre si por um adepto do clube.
Não só pela, igualmente, nobre razão de ser do comportamento assumido, mas, essencialmente, porque não procurou iludir a questão através de rebuscadas e ínvias artimanhas jurídicas.
Falo do multimilionário Sulaiman Al-Fahim, que refulgiu como dono do Manchester City através de um grupo de investidores privados ligado à família real dos Emirados Árabes Unidos — Abu Dhabi United Group for development and investment —, do qual é membro do conselho de administração.
Na sua primeira aparição pública, procurou adquirir os direitos desportivos de alguns dos mais sonantes futebolistas do velho continente.
Debalde, apenas conseguiu comprar Robinho.
Sem hesitações ou rebuços, emitiu um cheque de 42 milhões de euros à ordem do Real Madrid.
Depois do "furacão Abramovic", Sulaiman Al-Fahim promete suceder-lhe como o Sultão do futebol Europeu.
Não ignoro quão esfusiantes estarão os adeptos do Manchester City. Mas, também não ignoro que confundem a árvore com a floresta e que, mais tarde ou mais cedo, irão lamentar amargamente o dia em que Sulaiman Al-Fahim arribou ao City of Manchester.
Caso o sucesso não seja imediato, leia-se retorno financeiro do investimento, desaparecerá tão rapidamente quanto se revelou.
2 - O Manchester City é, apenas, mais um exemplo de uma sociedade anónima desportiva que, cotada em bolsa e na ausência dos constrangimentos legais vigentes no ordenamento jurídico português, viu um obscuro investidor (?) adquirir a maioria do capital e tomar de assalto a cadeira de Presidente do Conselho de Administração.
Rumo inelutável?
Também em Portugal?
Num cenário de profunda recessão económica, o caminho inglês parece suficientemente atractivo para se tornar irresistível.
Em Portugal, sem as imprescindíveis alterações legislativas, por mais sedutor que seja o canto da sereia dos milhões, dificilmente, poderá ser trilhado.
O direito de veto dos clubes fundadores em relação a um conjunto decisivo de matérias inviabilizará, de per si, qualquer tentação mercantilista.
E, ainda bem, digo eu!
Não só porque desvirtuaria, por completo, a natureza associativa dos nossos clubes, expurgando-os da sua razão de ser, mas também porque estou convicto que este capitalismo selvagem acabará por aniquilar o futebol.
3 - Por seu turno, Robinho demonstrou como os jogadores de futebol dos nossos dias são filhos dilectos de uma sociedade axiologicamente desprovida dos mais elementares valores e princípios.
Se no Domingo fez juras públicas de amor ao Chelsea, na segunda-feira, perante os chorudos honorários mensais oferecidos por Sulaiman Al-Fahim, lesto e ufano, afirmou a sua profunda paixão pelo City.
4 - A propósito do Benfica-Porto do último fim de semana, urge reflectir sobre a emergência de um neófito protagonista na oligarquia do futebol nacional.
Os realizadores de televisão assumem, hoje por hoje, no quadro do Regulamento Disciplinar da Liga um papel assaz relevante.
Decorre da sua discricionária voluntas a possibilidade de instauração de processos sumaríssimos.
Na verdade, para que a Comissão Disciplinar da Liga possa instaurar semelhante forma de processo, necessário se torna, desde logo, que as câmaras de televisão revelem condutas que constituam risco grave para a integridade física dos agentes e grave atentado à ética desportiva exigida dos intervenientes no jogo.
Só depois, urge demonstrar que a equipa de arbitragem não observou e avaliou a conduta.
Ou seja, ocultando ou divulgando, os realizadores de televisão determinam, em primeira instância, a actuação da Comissão Disciplinar da Liga!
5 - Afigura-se-me imprescindível para que a verdade desportiva e a integridade da competição possam prevalecer, que a Liga de Clubes assuma o encargo de filmar o conjunto dos jogos da Liga Sagres.
Só assim se cumprirá, fielmente, o princípio da igualdade que aqueles desideratos postulam de forma irrefragável.
6 - Todavia, enquanto tal não sucede, não se procure subverter a ratio própria daquele imperativo constitucional.
Violá-lo não é punir quem incorre na comissão de infracções disciplinares, ainda que inexista uma cobertura total do universo de possíveis agentes dos delitos.
Violá-lo seria não punir com fundamento na impossibilidade de conhecer o conjunto das transgressões praticadas.
Isto sim, seria intolerável.
7 - O que, verdadeiramente, o princípio da igualdade exige é que se puna de modo igual, infracções iguais.
Isto é, quando verificados os pressupostos de instauração de processos sumaríssimos que a Comissão Disciplinar da Liga actue de forma congruente em todas as situações que apresentem traços de paridade substancial.
E, isso não tem acontecido.
8 - As chamadas de Danny, Pedro Mendes ou Djállo, entre outros, devolveram identidade à selecção nacional.
Finalmente, o primado da avaliação do desempenho competitivo dos jogadores regressou à Praça da Alegria, condenando ao degredo raciocínios de comunhão filial.
9 - Li, hoje, algo que me deixou perplexo.
A SAD do FC Porto apresentou duas denúncias contra o Benfica na Comissão Disciplinar da Liga.
Confesso que não percebo.
Então quem denunciava infracções disciplinares junto dos órgãos competentes não era um execrável bufo?!
10 - Fiquei ainda mais surpreendido quando li a motivação de uma das denúncias.
Vieira encontra-se suspenso por 2 meses (terá recorrido, mas tal providência assume efeito meramente devolutivo).
Deste modo, acha-se impedido de praticar "actos de representação do clube ou sociedade desportiva sempre que tais actos tenham subjacentes matérias de natureza eminentemente relacionada com a competição desportiva e sejam praticados perante quaisquer entidades ou órgãos da hierarquia desportiva".
Não obstante, apresentou, em nome do Benfica, um pedido de desculpas ao árbitro auxiliar pelo néscio comportamento assumido sobre si por um adepto do clube.
Não consigo alcançar!
Depois de ter visto Pinto da Costa, na tribuna de honra do Estádio do Algarve, ladeando o inefável Amândio de Carvalho e Soares Franco, julguei que a SAD do Porto desconhecia a norma disciplinar que impõe aquela inibição!
11 - Preencheu-me a nobre atitude da SAD do Benfica ao confessar que Vieira apresentou, em nome do Benfica, um pedido de desculpas ao árbitro auxiliar pelo néscio comportamento assumido sobre si por um adepto do clube.
Não só pela, igualmente, nobre razão de ser do comportamento assumido, mas, essencialmente, porque não procurou iludir a questão através de rebuscadas e ínvias artimanhas jurídicas.
terça-feira, setembro 02, 2008
Vedetas&Marretas
Vedetas
Clube


Nacional e Sporting pela liderança invicta da Liga Sagres;
Jogador

William pelo bis frente ao Belenenses, abrilhantado pela excelência do segundo golo;
Treinador


Manuel Machado e Paulo Bento pela liderança invicta da Liga Sagres;
Árbitro

Artur Soares Dias pela arbitragem de bom nível no V. Setúbal-Estrela da Amadora;
Modalidades de Alta Competição

Sporting pelo triunfo na Supertaça de Futsal;
Emigrante


Danny pela estreia ao serviço do Zenit com golo e conquista da Supertaça Europeia;
Pedro Mendes pelo regresso à selecção A e pelo fantástico golo obtido no triunfo do Rangers sobre o Celtic;
Marretas
Clube

Marítimo pela segunda derrota consecutiva na Liga Sagres, desta feita na condição de visitado frente ao Guimarães;
Jogador

Katsouranis pela simplesmente lamentável exibição frente ao Porto.
Noite absolutamente desastrada.
O penalty sobre Lucho e o derrube a Rodriguez foram tão claros quanto infantis.
Inexplicáveis num jogador tão experiente e habitualmente concentrado.
Mas, mais: talvez fruto da ingenuidade inicial, errou passes em zonas proibidas e patenteou uma gritante insegurança posicional e uma lentidão, que o colocaram sempre um metro e um segundo atrasado em relação aos adversários.
Mustafá pela agressão a Auri após o terminus da partida;
Treinador

Lori Sandri pela segunda derrota consecutiva na Liga Sagres, desta feita na condição de visitado frente ao Guimarães;
Árbitro

Bruno Paixão pelo inenarrável critério disciplinar que adoptou no Braga-Sporting;
Modalidades de Alta Competição

Benfica pela derrota na Supertaça de Futsal;
Emigrante

Tiago pela exclusão da lista de inscritos pela Juventus na Champions;
Clube


Nacional e Sporting pela liderança invicta da Liga Sagres;
Jogador

William pelo bis frente ao Belenenses, abrilhantado pela excelência do segundo golo;
Treinador


Manuel Machado e Paulo Bento pela liderança invicta da Liga Sagres;
Árbitro

Artur Soares Dias pela arbitragem de bom nível no V. Setúbal-Estrela da Amadora;
Modalidades de Alta Competição

Sporting pelo triunfo na Supertaça de Futsal;
Emigrante


Danny pela estreia ao serviço do Zenit com golo e conquista da Supertaça Europeia;
Pedro Mendes pelo regresso à selecção A e pelo fantástico golo obtido no triunfo do Rangers sobre o Celtic;
Marretas
Clube

Marítimo pela segunda derrota consecutiva na Liga Sagres, desta feita na condição de visitado frente ao Guimarães;
Jogador

Katsouranis pela simplesmente lamentável exibição frente ao Porto.
Noite absolutamente desastrada.
O penalty sobre Lucho e o derrube a Rodriguez foram tão claros quanto infantis.
Inexplicáveis num jogador tão experiente e habitualmente concentrado.
Mas, mais: talvez fruto da ingenuidade inicial, errou passes em zonas proibidas e patenteou uma gritante insegurança posicional e uma lentidão, que o colocaram sempre um metro e um segundo atrasado em relação aos adversários.
Mustafá pela agressão a Auri após o terminus da partida;
Treinador

Lori Sandri pela segunda derrota consecutiva na Liga Sagres, desta feita na condição de visitado frente ao Guimarães;
Árbitro

Bruno Paixão pelo inenarrável critério disciplinar que adoptou no Braga-Sporting;
Modalidades de Alta Competição

Benfica pela derrota na Supertaça de Futsal;
Emigrante

Tiago pela exclusão da lista de inscritos pela Juventus na Champions;
segunda-feira, setembro 01, 2008
2ª Jornada da Liga Sagres - Golo da Jornada
O exercício que vos proponho é a eleição do golo da jornada.
No final do campeonato, publicarei os 30 golos eleitos para posterior distinção do melhor da Liga Sagres 2008-2009.
Relembro que na 1ª Jornada da Liga Sagres 2008-2009 o golo eleito foi o de Hulk.
Belenenses - Paços Ferreira 2-2
Benfica - FC Porto 1-1
Trofense - Leixões 1-2
Nacional - Naval 2-1
Marítimo - V. Guimarães 0-1
V. Setúbal - E. Amadora 1-0
Académica - Rio Ave 1-0
Sp. Braga - Sporting 0-1
No final do campeonato, publicarei os 30 golos eleitos para posterior distinção do melhor da Liga Sagres 2008-2009.
Relembro que na 1ª Jornada da Liga Sagres 2008-2009 o golo eleito foi o de Hulk.
Belenenses - Paços Ferreira 2-2
Benfica - FC Porto 1-1
Trofense - Leixões 1-2
Nacional - Naval 2-1
Marítimo - V. Guimarães 0-1
V. Setúbal - E. Amadora 1-0
Académica - Rio Ave 1-0
Sp. Braga - Sporting 0-1
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