segunda-feira, fevereiro 09, 2009
Espaço Prof. Karamba
2º Lugar: Zex - 435 pontos
3º Lugar: Jorge Mínimo - 410 pontos
4º Lugar: Cavungi - 395 pontos
5º Lugar: Salvatrucha JR. - 380 pontos
6º Lugar: Vermelho - 375 pontos
7º Lugar: Lion Heart, Kaiserlicheagle e JC - 365 pontos
8º Lugar: Antes Morto que Vermelho - 350 pontos
9º Lugar: Vermelho Sempre - 345 pontos
10º Lugar: Sócio - 325 pontos
11º Lugar: Cuto - 310 pontos
12º Lugar: Vermelho Nunca - 295 pontos
13º Lugar: Samsalameh - 270 pontos
14º Lugar: Fura-Redes - 265 pontos
15º Lugar: Delane Vieira - 245 pontos
16º Lugar: Pachulico - 140 pontos
17º Lugar: Pankreas - 55 pontos
domingo, fevereiro 08, 2009
Porto-Benfica
LIGA SAGRES – 17.ª JORNADA
FC PORTO-BENFICA
Estádio do Dragão, no Porto
Hora: 19:45
Árbitro: Pedro Proença (Lisboa)
Porto - Helton (3), Fucile (3), Rolando (3), Bruno Alves (3), Cissokho (2), Fernando (2), Lucho (3), Raul Meireles (2), Hulk (2), Cristian Rodríguez (2) e Lisandro (3).
Suplentes: Nuno, Pedro Emanuel, Stepanov, Tomás Costa, Guarín, Mariano (-) e Farias (-).
Treinador: Jesualdo Ferreira
BENFICA - Moreira (4), Maxi (4), Luisão (4), Sidnei (4), David Luiz (4), Yebda (4), Katsouranis (2), Ruben Amorim (3), Reyes (3), Aimar (4) e Suazo (2).
Suplentes: Quim, Jorge Ribeiro, Binya, Carlos Martins (-), Di Maria (1), Nuno Gomes (-) e Cardozo.
Treinador: Quique Flores
Sistemas Tácticos
Porto

Benfica
Modelos de Jogo
Porto
Posse e Circulação de Bola; Domínio da Partida; Bloco médio/alto; Assumir Iniciativa de Jogo.
Benfica
Expectativa; Bloco médio/baixo; Transições Rápidas.
Principais Incidências da Partida (fonte: www.record.pt)
4' - Rodríguez lança bem no meio para Lucho. O argentino recebe à entrada da área, tira as medidas à baliza de Moreira e remata forte. Ao lado...
9' - Bom momento para o FC Porto. Lucho aparece isolado no coração da área, após passe de Meireles, mas cabeceia por cima. Não havia fora-de-jogo.
13' - Perigo para as redes de Helton. Boa jogada do ataque benfiquista, com a bola a ser enviada de Aimar para Reyes, que cabeceia ao lado.
19' - Jogada atacante com a bola a chegar aos pés de Lucho, que faz uma finta sobre Reyes e dá para Fucile, que enche o pé e remata para as bancadas.
28' - Raul Meireles lança a bola para a área e encontra Lisandro, que cabeceia para defesa oportuna de Moreira. Canto para os dragões.
38' - Suazo avança pelo meio e encontra Reyes na esquerda. Lança na perfeição para o espanhol, que desfere um dos seus habituais remates potentes. Defesa segura de Helton para canto!
45'+1 - GOLO DO BENFICA, por YEBDA. Canto batido por Reyes para o coração da área, onde aparece o possante médio a cabecear forte e sem oportunidades de defesa para o brasileiro Helton. Está feito o primeiro no Dragão.
51' - Livre para o Benfica. Bola levantada para a área, onde aparece Suazo a cabecear ao lado.
55' - Jogada plena de raça e força, que culmina com um remate forte e intencional de Hulk. Defesa apertada de Moreira.
58' - Bom remate de Ruben Amorim para defesa de recurso de Helton. É canto!
70' - Aimar lança de forma perfeita para Di Maria, que ganha espaço e remata forte. Ao lado da baliza de Helton.
71' - CARTÃO AMARELO para YEBDA, por falta sobre Lisandro dentro da área de rigor. É penálti para o FC Porto. O avançado argentino simulou claramente a falta e Pedro Proença, que estava em cima da jogada, não ajuizou bem.
72' - GOLO DO FC PORTO, por LUCHO. O médio argentino é chamado à conversão da grande penalidade e não falha. Está feito o empate no Estádio do Dragão.
77' - Jogada confusa na área do FC Porto, com uma série de remates e desvios. A bola acaba nos pés de David Luiz, que remata em arco para defesa de Helton.
78' - Hulk dança frente a David Luiz e entra na área, conseguindo rematar forte para defesa apertada de Moreira. Mais um duelo interessante deste clássico...
Destaques
Melhores em Campo
Benfica
Aimar - "Raise to the occasion"!
Classe pura!
Assumiu a condução do processo ofensivo benfiquista e ostentou inteligência, maturidade e classe no modo como geriu os tempos do jogo e como distribuiu a bola.
Num desempenho maior, dois momentos ilustrativos da sua categoria: aos 12 minutos, colocou a bola de modo perfeito na cabeça de Reyes e, aos 68, libertou-se de Fernando e lançou magistralmente Di María na esquerda.
O seu melhor jogo ao serviço do Benfica!
Moreira e Quarteto defensivo do Benfica - Imaculados!
Porto
Lucho - Sem ter sido exuberante, alardeou classe e competência na execução do putatitvo penalty.
Piores em Campo
Benfica
Suazo - Claramente diminuído, nunca conseguiu impor-se aos centrais portistas.
Faltou-lhe a habitual centelha explosiva.
Katsouranis - Dele disse Quique que passava por dificuldades físicas.
Hoje, foi bem evidente.
Com o passar dos minutos, perdeu capacidade de ocupação dos espaços, clarividência,discernimento e acumulou perdas na transição ofensiva.
Di Maria - Completamente inconsequente!
Porto
Rodriguez - Na partida desta noite, Cebola apenas fez chorar os adeptos portistas.
Quase sempre incapaz de ultrapassar Maxi, a sua influência nos movimentos ofensivos da equipa foi nula.
Cissokho - Não aportou profundidade ao seu flanco, nem coesão à sua linha defensiva.
Não parece jogador para o Porto.
Arbitragem
Pedro Proença ROUBOU 2 pontos ao Benfica.
"71' - CARTÃO AMARELO para YEBDA, por falta sobre Lisandro dentro da área de rigor. É penálti para o FC Porto. O avançado argentino simulou claramente a falta e Pedro Proença, que estava em cima da jogada, não ajuizou bem. "
Quando um árbitro a escassos metros de um lance o avalia tão mal, desculpem, mas não pode ser só incompetência!
Comentário
Ndrangheta ou Assim é Impossível!
O Benfica esteve a vinte minutos de triunfar no Dragão.
Todavia, não o deixaram!
Uma grande penalidade inexistente impediu-o de materializar a competência do seu desempenho!
O Benfica foi melhor e merecia vencer!
Quique estudou bem o adversário e apresentou a sua equipa estruturada sob um bloco médio/baixo, com duas linhas muito juntas, por forma a cercear os espaços que Lucho, Rodríguez, Hulk e Lisandro necessitam.
O Porto comprovou que o seu processo ofensivo assenta, essencialmente, na velocidade das transições, sentindo imensas dificuldades no ataque de posição.
A redução de espaços conduz os movimentos ofensivos portistas à esterilidade.
É verdade que o Benfica demorou a entrar no jogo.
Nos primeiros quinze minutos, o Porto dominou e controlou a partida.
Construiu algumas ocasiões, mas seria fogo-fátuo.
A partir deste período, o Benfica serenou, tranquilizou-se e assenhoreou-se do controlo da partida.
Não a terá dominado sempre, mas nunca perdeu o seu controlo!
Irrepreensível nas transições defensivas (rigoroso e concentrado), não mais permitiu veleidades consistentes ao ataque portista, ao mesmo tempo que emprestou clarividência, fluidez e rapidez às transições ofensivas.
Ancorado na classe de Aimar, o Benfica cresceu até marcar.
Na sequência de um canto, explorando a defesa zonal portista, Yebda antecipou-se a Rolando e cabeceou imparável para o 0-1.
Um golo que embalou a equipa para um desempenho personalizado, inteligente, maduro e seguro.
Quando se esperava uma forte reacção portista à desvantagem, assistiu-se ao acentuar do império benfiquista sobre o jogo.
Hábil na gestão da posse de bola e dos ritmos, o Benfica aniquilou as pretensões portistas à recuperação da desvantagem.
Na segunda metade, o Benfica controlou, por inteiro, as incidências da partida, até ao instante fatal em que Proença decidiu equivocar-se.
O Porto empatou e desde aí até final prevaleceu o medo de perder de ambos os conjuntos.
A pantomina de Proença empatou uma contenda, que a equidade exigia ter sido favorável ao Benfica.
quinta-feira, fevereiro 05, 2009
Que vos Inspire!
Corria a época de 1990/1991 e, a 28 de Abril de 1991, disputou-se o então denominado "jogo do título".
Quando restavam apenas cinco jornadas, o Porto recebeu o Benfica, que se apresentava na condição de líder com um ponto de vantagem sobre os azuis e brancos.
As equipas alinharam, com arbitragem de Carlos Valente, com os seguintes onzes:
FC Porto - Vítor Baía; João Pinto, Fernando Couto, Aloísio, Paulo Pereira; André, Semedo, Jorge Couto, Vlk; Domingos e Kostadinov.
Benfica - Silvino; Wiliam, Paulo Madeira, Ricardo; Paneira, Paulo Sousa, Thern, Veloso; Valdo, Rui Águas, Pacheco.
O Porto era treinado por Artur Jorge e o Benfica por Eriksson.
A rodear o encontro um ambiente, no mínimo, intimadatório.
Uma intimidação que se estendeu desde o cheiro nauseabundo do balneário das Antas, que constrangeu os jogadores do Benfica a equiparem-se nos corredores entre o túnel de acesso ao relvado e os balneários, passando pelo habitual apedrejamento do autocarro benfiquista e que conheceu a sua faceta Ndrangheta com o aparecimento em cena de uma figura do bas-fond portuense, o tristemente famosos Guarda Abel.
Presença de espírito exigia-se e os jogadores, técnicos e dirigentes do Benfica tiveram-na!
Naquela tarde, Eriksson apresentou uma solução táctica inovadora (3x4x1x2) e manietou o Porto de Artur Jorge - 3 defesas (William-Paulo Madeira-Ricardo), laterais ofensivos (Paneira-Veloso), dois trincos (Paulo Sousa-Thern), um médio ofensivo (Valdo) e dois avançados (Rui Águas, ponta de lança e Pacheco, extremo).
Numa partida intensa e emotiva, o Porto dominou, mas o Benfica nunca perdeu o controlo do jogo.
A dez minutos do final, o Porto assumia a iniciativa do jogo e exercia uma intensa pressão sobre o Benfica, que se via na contingência de recuar as suas linhas.
Vendo o adiantamento do bloco portista, Eriksson lançou César Brito por forma não só a "esticar" a equipa, mas também a aproveitar a velocidade e o excelente jogo entre linhas do beirão.
No minuto seguinte, com um cabeceamento fulminante, César Gonçalves de Brito recompensou a aposta.
Quatro minutos depois, passe de Valdo e o segundo golo do Benfica e de César Brito.
Estava sentenciada a contenda e com 32 vitórias, 5 empates e apenas 1 derrota, o Benfica conquistaria o título de campeão nacional da temporada de 1990/1991.
Eu estive lá e vibrei com emoção desmedida!
Tão desmedida que vi a minha integridade física em perigo.
Afinal, assisti ao jogo na bancada central do Estádio das Antas...
quarta-feira, fevereiro 04, 2009
Benfica-V. Guimarães 2-1
CARLSBERG CUP - MEIAS-FINAIS
Estádio da Luz, em Lisboa
Hora: 21:15
Árbitro: Artur Soares Dias (Porto)
BENFICA - Quim (3), Miguel Vítor (3), Sidnei (3), Luisão (3), David Luiz (2); Katsouranis (3), Carlos Martins (3), Ruben Amorim (3), Reyes (3), Aimar (4) e Cardozo (4).
Suplentes: Moretto, Maxi Pereira (3), Jorge Ribeiro, Yebda (-), Di Maria (0), Mantorras e Nuno Gomes.
Treinador: Quique Flores.
V. GUIMARÃES - Serginho (4), Andrezinho (3), Moreno (3), Gregory (1), Lionn (3); João Alves (2), Flávio Meireles (3), Fajardo (3), Nuno Assis (3), Desmarets (3) e Marquinho (3).
Suplentes: Nuno Santos, Milhazes, Custódio (-), Danilo, Carlitos (1), Wênio e Roberto (3).
Treinador: Manuel Cajuda.
Sistemas Tácticos
Benfica

V. Guimarães
Modelos de JogoBenfica
Posse e Circulação de Bola; Domínio da Partida; Bloco médio/alto; Assumir Iniciativa de Jogo.
V. Guimarães
Expectativa; Bloco médio/baixo; Transições Rápidas.
Principais Incidências da Partida (fonte: www.record.pt)
23' - Remate de Cardozo à trave. Livre de Reyes, do lado direito, com o paraguaio, de cabeça, a atirar fora do alcance do guardião minhoto. Na continuação da jogada, David Luiz 'enche o pé' mas atira muito ao lado.
26' - Cardozo volta a 'cheirar' o golo. Desta vez chega ligeiramente atrasado a um cruzamento vindo da direita.
27' - Grande defesa de Serginho, após um 'tiro' de Cardozo à entrada da grande área vitoriana.
33' - Cardozo volta a tentar, agora na marcação de um livre directo (após pequeno toque de Carlos Martins). A bola passa perto do poste.
47' - Remate de Fajardo, após boa solicitação de Nuno Assis, com a bola a passar perto do poste.
48' - Grande passe de Aimar, a isolar Cardozo. O paraguaio dominou mal a bola e não conseguiu o remate.
56' - Bom cruzamento de Maxi Pereira, na direita, a pedir a intervenção dos companheiros na zona central. Chegaram todos atrasados...
69' - GOLO DO BENFICA... GREGORY na própria baliza. Canto de Carlos Martins e lance infeliz do jogador vimaranense que cabeceou para a sua rede.
88' - GOLO DO BENFICA... AIMAR. Bem desmarcado pelo grego Katsouranis, o argentino ficou isolado e acertou bem o pontapé.
89' - Jogada individual de Di María (com os colegas à espera do passe), com o remate a sair ao lado.
90' - GOLO DO VITÓRIA... DESMARETS.
Destaques
Melhores em Campo
Benfica
Aimar - Para além de ter alardeado uma condição física até hoje ignota, polvilhou a sua exibição com deliciosos pormenores de classe, dos quais o golo e o passe a isolar Cardozo foram os exemplos maiores.
Cardozo - Completou a triologia de bolas aos ferros da baliza com um magnífico cabeceamento à barra.
No mais, revelou-se solto e disponível, assumindo-se como o farol ofensivo da equipa.
V. Guimarães
Serginho - Sem hipóteses nos golos, revelou segurança e concentração.
Um digno sucessor de Nilson.
Piores em Campo
Benfica
Di Maria - Completamente inconsequente!
Na parte final da partida, houve um lance de contra-ataque do Benfica que ilustra na perfeição o que é, hoje por hoje, Di Maria:
Executou uma diagonal curta para o centro, desembaraçou-se de dois adversários e, quando tinha Reyes completamente isolado na esquerda, rematou disparatadamente à baliza!
Total ausência de discernimento e, consequentemente, de critério!
David Luiz - Quase sempre desconcentrado, nunca encontrou o tempo de entrada aos lances.
Não aportou profundidade ofensiva ao flanco, nem segurança ao bloco defensivo.
V. Guimarães
Gregory - Assinou um excelente golo na sequência de um soberbo golpe de cabeça... na própria baliza.
Arbitragem
Exemplar!
Comentário
Não há três sem quatro!
O Benfica derrotou o V. Guimarães, por 2-1, e encontrará o Sporting na final da Carlsberg Cup.
Quique Flores conseguiu, por fim, alcançar a sua primeira final e o Benfica manteve a tendência de vitória nos confrontos com os minhotos nesta temporada.
A par da clara subida de condição de Aimar e Cardozo, estes terão sido os aspectos positivos de uma partida excessivamente lenta e disputada a meio-campo.
Quique introduziu algumas alterações, as mais relevantes das quais foram os regressos de Quim e Reyes à condição de titulares.
Com excepção do período de tempo compreendido entre os 20 e os 30 minutos da primeira parte e evidentemente dos golos, assistimos a um jogo "sem balizas".
A partida iniciou-se sob o signo da mansidão e assim continuou até ao tal ciclo entre os 20 e 30 minutos.
Até aí, imperou o equilíbrio e a ausência total de intensidade.
Inesperadamente, um lance de bola parada que culminou com um cabeceamento de Cardozo à barra despertou o Benfica da letargia em que vivia e catapultou-o para 10 minutos de um fulgor exibicional que o deviam ter conduzido à vantagem.
Assim não sucedeu e as equipas recolheram aos balneários igualadas a zero.
No reinício, mais ritmo e maior intensidade.
Nos primeiros 15 minutos, ainda que se tenha mantido a aversão pelas balizas (a excepção foi um remate perigoso de Fajardo logo aos 47 minutos), verificou-se um acréscimo sensível na qualidade do futebol praticado.
Infelizmente, foi sol de pouca dura e, rapidamente, regressámos ao registo de indolência e brandura da metade inicial.
Aos 69 minutos, como Cardozo se estava a exibir em plano diferenciado dos demais, Quique Flores decidiu substituí-lo.
Mas, ironia das ironias, paradoxo dos paradoxos, acto contínuo, o Benfica inaugurou o marcador!
Não que a troca de Cardozo por Di Maria tenha tido algo, ainda que remoto, a ver com a superioridade no resultado conquistada pelo Benfica.
Um puro golpe de fortuna, que evitou críticas maiores à asnática opção do espanhol.
Gregory ofereceu a vantagem ao Benfica e, ao contrário de situações similares acontecidas esta época, o Benfica soube administrá-la com astúcia e eficácia.
Ao invés de baixar as suas linhas e entregar a iniciativa ao adversário, o Benfica incrementou a posse de bola, subiu a pressão e arquitectou rápidas e incisivas transições.
Deste modo, em vez de sofrer, infligiu padecimento e alargou a sua vantagem numa recuperação de bola no meio-campo adversário que terminou num remate de classe de Aimar.
Pensou-se que o encontro estava sentenciado, mas, aproveitando uma desconcentração colectiva do Benfica, o V. Guimarães reduziu e a incerteza regressou.
Até final, Reyes e Carlitos desperdiçaram excelentes oportunidades de golo e, assim, o resultado não conheceu alteração.
C´ um Caneco (outro passatempo)
2º Lugar: Jimmy Jump - 245 pontos
3º Lugar: Zex - 240 pontos
4º Lugar: Vermelho Sempre - 235 pontos
5º Lugar: Kaiserlicheagle - 230 pontos
6º Lugar: JC - 225 pontos
7º Lugar: Vermelho e Jorge Mínimo - 210 pontos
8º Lugar: Lion Heart e Antes Morto que Vermelho - 195 pontos
9º Lugar: Vermelho Nunca e Salvatrucha jr. - 185 pontos
10º Lugar: Sócio - 180 pontos
11º Lugar: Pachulico, Fura-Redes,Cuto - 150 pontos
12º Lugar: Delane Vieira - 145 pontos
13º Lugar: Samsalameh - 115 pontos
14º Lugar: Holtreman - 80 pontos
Espaço Prof. Karamba
Est. Amadora - V. Setúbal
V. Guimarães - Marítimo
Naval - Nacional
Leixões - Trofense
Sporting - Sp. Braga
P. Ferreira - Belenenses
FC Porto - Benfica
terça-feira, fevereiro 03, 2009
Livro de Reclamações
Sintoma da corrupção de valores que impera na sociedade portuguesa.
2 - O indivíduo com o qual não se podia falar depois das refeições e que agora foi chamado a substituir Rui Cerqueira como Director de Comunicação do Porto participou que Pinto da Costa lhe havia telefonado a avisar que o Porto poderia não comparecer quarta-feira em Alvalade, no jogo das meias-finais da Taça da Liga.
Este aviso aconteceu no Sábado.
Domingo, no Restelo, Fucile "pediu" para ser expulso por forma a poder ser utilizado por Jesualdo Ferreira frente ao Benfica.
O que terá sucedido de Sábado para Domingo?
É que a "espertice" protagonizada por Fucile pressupõe, necessariamente, não só a realização como a comparência do Porto no desafio ante o Sporting.
Será que o Porto já conhecia o sentido da decisão do CJ da FPF?
Será que o Porto, após conhecer o sentido da decisão, se assegurou que da mesma não haveria recurso?
3 - No Domingo, no Restelo, antes do início do jogo, o Speaker de serviço solicitou aos sócios e adeptos belenenses uma enorme salva de palmas para Pinto da Costa pela ajuda que tem prestado aos de Belém.
Será a resposta à última das interrogações que lanço supra uma das contrapartidas por tão desinteressado e prestimoso auxílio?
4 - O indivíduo com o qual não se podia falar depois das refeições e que agora foi chamado a substituir Rui Cerqueira como Director de Comunicação do Porto asseverou que não existe qualquer aliança entre Porto e Sporting.
Concordo!
A única aliança que existe é de ambos contra o Benfica!
5 - Na semana passada, tivemos mais um belo exemplo do servilismo de alguns órgãos de comunicação social em relação ao Porto.
A desfaçatez foi tanta ou tão pouca que se chegou ao ponto de inventar uma notícia.
Com pompa e circunstância, em parangonas descomunais, anunciaram que o Tribunal Constitucional se havia pronunciado no sentido da inadmissibilidade do recurso a escutas telefónicas no âmbito do processo denominado "Apito Final".
Sucede que aquele Tribunal nem se pronunciou sobre a questão!
6 - Na conferência de imprensa que antecedeu o Braga-Porto, Jesualdo Ferreira proferiu duas afirmações irrefutáveis:
"Paulo Costa é um árbitro experiente, com muitos anos de arbitragem, que sabe o que se está a passar e conhece o quadro em que se movimenta"
"Porto não quer pagar a factura dos árbitros!"
7 - Quer a actuação de Paulo Costa, quer as facturas da viagem de Calheiros ao Brasil demonstram à saciedade a justeza das declarações de Jesualdo.
8 - Veloso está destroçado!
Eu, no seu lugar, também, estaria!
Não deve ser nada fácil ter um empresário como Paulo Barbosa!
9 - Que eu saiba, ninguém o obrigou a celebrar um vínculo laboral com o Sporting!
10 - Que eu saiba, ninguém o obrigou a escolher como seu representante um tradutor de russo, que negociou um vencimento mensal de 30 mil Euros para uma cláusula de rescisão de 30 milhões de Euros!
11 - Não ignoro, a enorme desproporção entre vencimento e cláusula de rescisão, mas também não ignoro que a ordem de grandeza dessa desigualdade se manteve inalterada.
12 - Se na aparência a saída de Veloso traria paz e sossego ao balneário leonino, na essência assumir-se-ia como nefasta.
13 - Vender Veloso por 1/3 do valor da cláusula de rescisão, depois de anunciar irredutibilidade quanto àquele montante, poderia ser entendido como um perigoso sinal de transigência com as "birras".
14 - Veloso dispõe de condições legais para invocar o artigo 17.º do Regulamento sobre o Estatuto e Transferência de Jogadores da FIFA. Fá-lo-á? Penso que sim!
15 - Fazendo-o, outra questão se levantará, qual seja a da compatibilização do regime vertido no artigo 17.º do Regulamento sobre o Estatuto e Transferência de Jogadores da FIFA com as clausulas de rescisão.
16 - Lamentar o desvario mediático que insuflou o nadegueiro e constrangeu o talento de Miguel Veloso
17 - Haverá melhor indivíduo para criar desequilíbrios que um coxo? ou como dói ver tanto talento cerceado pela incompetência!
domingo, fevereiro 01, 2009
Vedetas&Marretas
Clube
Porto pela liderança da Liga Sagres
Jogador
Nuno Assis pelo Hat-trick em Setúbal
Mantorras por mais um ressurgimento com golo e vitória
Treinador
Tulipa por mais um ponto conquistado frente a um dos 3G
Árbitro
Rui Costa pelo seu desempenho no Benfica-Rio Ave
Modalidades de Alta Competição
Maratona pela conquista do título de campeão europeu de corta-mato em Masculinos e do 2º lugar em Femininos
Emigrante
Sérgio Pinto pelo golo da vitória do Hannover sobre Schalke 04
Marretas
Clube
V. Setúbal pela goleada caseira sofrida frente ao V.Guimarães
Jogador
Fucile pela "espertice" regulamentar que protagonizou no Belenenses-Porto
Treinador
Jesualdo Ferreira pela "espertice" regulamentar que patrocinou no Belenenses-Porto e subsequentes declarações de cândida inocência
Árbitro
Augusto Costa pelo seu desempenho no Estoril-Olhanense
Modalidades de Alta Competição
Porto pela derrota frente ao Sampaense em jogo a contar para mais uma jornada cruzada da Liga Portuguesa de Basquetebol
Emigrante
Bosingwa pela insana cena de violência gratuita que protagonizou no Liverpool-Chelsea
Espaço Prof. Karamba
2º Lugar: Jimmy Jump - 405 pontos
3º Lugar: Jorge Mínimo - 390 pontos
4º Lugar: Cavungi - 375 pontos
5º Lugar: Antes Morto que Vermelho - 350 pontos
6º Lugar: Salvatrucha JR., Lion Heart e Vermelho - 345 pontos
7º Lugar: Kaiserlicheagle - 335 pontos
8º Lugar: JC - 325 pontos
9º Lugar: Vermelho Sempre - 315 pontos
10º Lugar: Sócio - 310 pontos
11º Lugar: Cuto - 285 pontos
12º Lugar: Vermelho Nunca - 280 pontos
13º Lugar: Samsalameh - 270 pontos
14º Lugar: Fura-Redes - 265 pontos
15º Lugar: Delane Vieira - 245 pontos
16º Lugar: Pachulico - 140 pontos
17º Lugar: Pankreas - 55 pontos
sexta-feira, janeiro 30, 2009
Benfica-Rio Ave 1-0
Liga Sagres, 16.ª jornada
Estádio da Luz.
Hora: 19.45
Árbitro: Rui Costa (Porto)
BENFICA
Moreira (3), Maxi (3), Luisão (2), Sidnei (3), David Luiz (3), Yebda (3), Carlos Martins (3), Ruben Amorim (3), Di María (1), Nuno Gomes (2) e Cardozo (3).
Suplentes: Quim, Jorge Ribeiro, Balboa, Binya (-), Aimar, Reyes (2) e Mantorras (5).
Treinador: Quique Flores
Rio Ave
Paiva (4), Miguel Lopes (3), Gaspar (3), Bruno Mendes (3), Rogério Matias (3), Niquinha (3), Tarantini (3), Delson (3), Evandro (3), Fábio Coentrão (2) e Yazalde (3).
Suplentes: César, Vítor Gomes, Livramento, Edson, Wires, Chidi (-) e Pedro Moutinho (2).
Treinador: Carlos Brito
Sistemas Tácticos
Benfica

Rio Ave
Modelos de Jogo
Benfica
Posse e Circulação de Bola; Domínio da Partida; Bloco médio/alto; Assumir Iniciativa de Jogo.
Rio Ave
Expectativa; Bloco médio/baixo; Transições Rápidas.
Principais Incidências da Partida (fonte: www.record.pt)
26' - Yazalde bate Luisão em velocidade (após um bom passe de Evandro) e remata por cima da barra da baliza de Moreira.
32' - Carlos Martins remata à entrada da área. A bola ainda tabela em Ruben Amorim mas Paiva está atento e agarra sem problemas.
43' - Cardozo recebe no coração da área, roda bem e remata ao poste direito da baliza de Paiva. Na recarga, Di María atira por cima.
45'+1 - Cardozo cruza para Nuno Gomes, mas este não consegue rematar em condições, face ao mau estado do relvado.
45'+2 - Carlos Martins remata forte e colocado na cobança de um livre mas Paiva responde com uma excelente defesa para canto.
50' - Cardozo cabeceia para defesa segura de Paiva.
59' - Cardozo volta a acertar no poste, desta vez de cabeça, após um cruzamento exemplar de Maxi Pereira.
70' - Golo do Benfica.
Cardozo ganha de cabeça dentro da área e a bola sobra para MANTORRAS, que ilude o marcador directo e remata para o fundo da baliza à entrada da pequena área.
79' - Luisão aproveita a atrapalhação da defesa vilacondense e aproveita uma "bola perdida" para rematar forte para defesa de Paiva.
83' - Pedro Moutinho não consegue imitar Mantorras. O jogador do Rio Ave tem uma soberana opritunidade para marcar três minutos após entrar em campo mas remata ao lado.
87' - Evandro remata mas a bola ainda toca em David Luiz e acaba nas mãoos de Moreira.
90'+2 - Chidi cruza, Moreira desvia para a frente e Evandro falha a hipótese do
empate com um remate disparatado muito por cima da baliza.
Destaques
Melhores em Campo
Benfica
Mantorras - Pela enésima vez, ressuscitou e marcou um golo decisivo.
Rio Ave
Paiva - Irrepreensível!
Só não conseguiu parar o remate indefensável de Mantorras.
Piores em Campo
Benfica
Di Maria - Completamente inconsequente!
Acumulou disparates!
Rio Ave
Fábio Coentrão - Testosterona em demasia, discernimento em carestia!
Arbitragem
Exemplar.
Num relvado propício aos contactos, soube avaliá-los com total acerto.
Comentário
Palombella rossa ou A Arte do Feiticeiro Angolano
Numa atmosfera diluviana, prevaleceu o misticismo.
Mantorras estreou-se esta época e, tal como em outras, revelou-se decisivo.
Antes da aparição do feiticeiro angolano, a primeira parte foi dominada pelo equilíbrio.
Pode mesmo dizer-se que, neste período, as equipas lutaram mais contra a intempérie e as péssimas condições do relvado do que uma contra a outra.
O Benfica demorou cerca de 40 minutos a perceber como ultrapassar as dificuldades colocadas pela bátega e apenas nos 5 minutos finais logrou acercar-se com perigo da baliza de Paiva.
Primeiro Cardozo rematou ao poste direito. Di María, no ressalto e com a baliza à sua mercê, chutou disparatadamente para as "nuvens".
Por fim, Paiva defendeu brilhantemente um livre executado por Carlos Martins.
Após o intervalo, o Benfica regressou como havia terminado a metade inicial, ou seja, dominador e a criar ocasiões de golo.
Contudo, Paiva, o poste e alguma inépcia finalizadora afastavam o Benfica da materialização do seu ascendente.
Quando tudo parecia conjugar-se para mais um nulo caseiro, eis senão quando surge Mantorras e o golo.
Um déjà vu Trapattoniano.
Com a frieza própria dos matadores, aproveitou uma bola ganha de cabeça por Cardozo, para rematar cruzado para o fundo das redes de Paiva.
Em vantagem, tal como noutras situações, o Benfica recuou as linhas e ofereceu a iniciativa de jogo ao Rio Ave.
Tal como noutras situações, poderia ter sido um retrocesso fatal.
Não o foi e o Benfica venceu com equidade e probidade.
quinta-feira, janeiro 29, 2009
C´ um Caneco (outro passatempo)
2º Lugar: Jimmy Jump - 235 pontos
3º Lugar: Zex - 230 pontos
4º Lugar: Kaiserlicheagle - 215 pontos
5º Lugar: Vermelho Sempre e JC - 210 pontos
6º Lugar: Vermelho e Jorge Mínimo - 195 pontos
7º Lugar: Lion Heart e Antes Morto que Vermelho - 185 pontos
8º Lugar: Vermelho Nunca - 175 pontos
9º Lugar: Salvatrucha jr. e Sócio - 170 pontos
10º Lugar: Pachulico, Fura-Redes,Cuto - 150 pontos
11º Lugar: Delane Vieira - 145 pontos
12º Lugar: Samsalameh - 115 pontos
13º Lugar: Holtreman - 80 pontos
quarta-feira, janeiro 28, 2009
Quartos de Final da Taça de Portugal - Breves Apontamentos
2 - Designar uma Quarta-Feira, às 15h00, para a realização de um jogo a contar para os quartos de final da Taça de Portugal é, no mínimo, um insuportável sintoma de incompetência!
3 - Depois admiram-se da fraca afluência de público aos estádios!
4 - E do escasso prestígio e da reduzida ressonância social das competições que não a Liga em Portugal!
5 - Rui Miguel e Marinho, autores de um bis cada, na afirmação de dois bons valores para clubes de média dimensão.
6 - Um golo de Mariano derrubou um Leixões, que merecia, claramente, mais.
7 - Num bom jogo de futebol, pautado pelo dinamismo e pela intensidade, o Leixões chamou a si, durante largos períodos, o domínio e o controlo da partida.
8 - Bruno China ou a inteligência, a visão de jogo, a disponibilidade física e a arte de bem ocupar espaços - o senhor omnipresente.
9 - Nuno vrs. José Manuel ou duas defesas para garantir a vitória
10 - O Leixões já não vive, mas ainda sobrevive!
Espaço Prof. Karamba
Marítimo - Naval
Académica - E. Amadora
Nacional - Leixões
Trofense - Sporting
Sp. Braga - P. Ferreira
Belenenses - FC Porto
Benfica - Rio Ave
terça-feira, janeiro 27, 2009
Artigo de Opinião de Ricardo Araújo Pereira
HÁ duas semanas, o Braga perdeu um jogo com um golo do adversário em fora-de-jogo e ficou um penalty por marcar a favor dos bracarenses.
Jorge Jesus disse que foi a maior roubalheira a que assistiu em 20 anos de carreira. Ontem, o Braga perdeu um jogo com um golo em fora-de-jogo do adversário e ficaram dois penalties por assinalar a favor dos bracarenses.
Jorge Jesus disse que preferia comentar o jogo.
A grande diferença entre os dois jogos, como o leitor já percebeu, é o adversário. Um tem três ou quatro jogadores emprestados ao Braga; o outro não tem nenhum. O respeitinho é muito bonito.
Em Novembro, vários jornais adiantaram que Jorge Jesus poderia render Jesualdo no Porto; nenhum jornal noticiou (e, se Deus quiser, não há-de noticiar) que Jorge Jesus poderia render Quique Flores no Benfica.
Talvez isso ajude a explicar que, em certas conferências de imprensa, Jesus diga o que quer e noutras dê a sensação de estar numa entrevista de emprego.
O mercado de trabalho está difícil e não é boa ideia irritar os patrões, actuais ou futuros.
A propósito de futuro, alguém quer apostar que o Braga não vai apresentar queixa-crime contra o árbitro do jogo de ontem? Ninguém? Que azar. O dinheiro fácil de ganhar não quer nada comigo.
Escrevendo a propósito do Belenenses-Benfica, Jorge Coroado afirmou que ficaram por marcar duas grandes penalidades a favor do Benfica, uma sobre Yebda, outra sobre Suazo.
Jorge Coroado é, como o leitor sabe, vice-presidente da Mesa da Assembleia Geral do Belenenses.
Estamos a falar de um homem que, mesmo pertencendo aos órgãos sociais do nosso adversário de sexta-feira, viu que ficaram por marcar dois penalties a favor do Benfica.
O árbitro Elmano Santos, que não tem preferência clubística conhecida, conseguiu não ver nenhum.
O futebol português chegou, então, a este ponto: um dirigente do Belenenses tem uma perspectiva mais isenta sobre o Belenenses-Benfica do que o árbitro do jogo.
Isto será normal?
Numa altura em que são muito discutidos os problemas da arbitragem, também gostava de fazer uma proposta: em vez de árbitros estrangeiros, eu peço que ponham um membro da Direcção do clube adversário a dirigir os jogos do Benfica.
Oferece mais garantias de termos uma arbitragem justa do que os árbitros imparciais que a Liga nos manda.
segunda-feira, janeiro 26, 2009
Vedetas&Marretas
Clube
Porto pela liderança da Liga Sagres
Jogador
Cristiano pelo seu desempenho, coroado com um portentoso golo, no Trofense-Paços de Ferreira
Treinador
Paulo Sérgio pelo triunfo na Trofa
Árbitro
Hugo Miguel pelo seu bom desempenho no AAC-Leixões
Modalidades de Alta Competição

Ovarense pela conquista da Taça de Portugal em Basquetebol
Emigrante

Edinho pela exibição e golo no AEK-Panionios
Marretas
Clube

Olhanense pela goleada sofrida em Barcelos
Jogador

Mércio pela asnática expulsão que protagonizou no Trofense-Paços de Ferreira
Treinador

Carlos Brito pela segunda derrota consecutiva em outros tantos jogos
Árbitro

Paulo Costa pelo seu paupérrimo desempenho no Braga-Porto
Modalidades de Alta Competição
Benfica pela expressiva derrota averbada em Braga frente ao ABC em jogo a contar para a Liga de Andebol
Emigrante
Sérgio Conceição pela expulsão no Aris-PAOK
domingo, janeiro 25, 2009
Espaço Prof. Karamba
2º Lugar: Zex - 365 pontos
3º Lugar: Jorge Mínimo - 360 pontos
4º Lugar: Cavungi - 345 pontos
5º Lugar: Salvatrucha JR. - 330 pontos
6º Lugar: Antes Morto que Vermelho - 315 pontos
7º Lugar: Lion Heart e Vermelho - 310 pontos
8º Lugar: Kaiserlicheagle - 300 pontos
9º Lugar: Vermelho Sempre - 295 pontos
10º Lugar: JC e Sócio - 290 pontos
11º Lugar: Samsalameh - 270 pontos
12º Lugar: Vermelho Nunca - 260 pontos
13º Lugar: Cuto - 250 pontos
14º Lugar: Delane Vieira - 245 pontos
15º Lugar: Fura-Redes - 230 pontos
16º Lugar: Pachulico - 140 pontos
17º Lugar: Pankreas - 55 pontos
sábado, janeiro 24, 2009
Belenenses-Benfica 0-0
LIGA SAGRES - 15.ª JORNADA
Estádio do Restelo, Lisboa
Hora: 20:45
Árbitro: Elmano Santos (Madeira)
BELENENSES - Julio Cesar (4); Baiano (2), Arroz (4), Carciano (4) e Tininho (3); Diakité (3), Mano (3), Zé Pedro (3) e Silas (3); Wender (3) e Marcelo (3)
Suplentes: Costinha, China, Maykon (2), Porta (2), Candido Costa (2), Péle e Kiko.
Treinador: Jaime Pacheco
BENFICA - Moreira (3); Maxi Pereira (4), Luisão (3), Miguel Vítor (3) e David Luiz (3); Katsouranis (3) e Yebda (3); Ruben Amorim (3), Aimar (3), Suazo (2) e Di María (2).
Suplentes: Quim, Reyes (2), Cardozo, Binya, Nuno Gomes (2), Carlos Martins (2) e Jorge Ribeiro.
Treinador: Quique Flores
Sistemas Tácticos
Belenenses

Benfica
Modelos de Jogo
Belenenses
Expectativa; Bloco médio/baixo; Transições Rápidas.
Benfica
Posse e Circulação de Bola; Domínio da Partida; Bloco médio/alto; Assumir Iniciativa de Jogo.
Principais Incidências da Partida (fonte: www.record.pt)
2' - Falta de Ruben Amorim sobre Zé Pedro. Na marcação do livre direto, o mesmo Zé Pedro coloca Moreira à prova, com um "tiro" forte de muito longe. O guarda-redes afastou com os punhos.
3' - Pontapé falhado de Júlio César que, na tentativa de jogar rápido, acabou por passar... a Aimar. O argentino, em velocidade, passa por dois adversários, mas não consegue ludibriar o guardião na hora do remate.
7' - Suazo cria perigo na área azul, mas somente consegue ganhar um canto.
9' - Pormenor de grande qualidade de Aimar a libertar-se da marcação, mas depois um pontapé mais na relva do que na bola a impedir uma finalização adequada. Boa oportunidade para as águias, mas muito mal aproveitada.
22' - David Luiz perde uma bola na faixa lateral, Zé Pedro executa um cruzamento/remate e Marcelo falha por pouco a emenda. Valeu a atenção de Moreira e a ajuda de Maxi Pereira.
37' - Livre direto bem marcado por Suazo, com Júlio César a executar defesa de qualidade. Ruben Amorim chega atrasado para a recarga e o Benfica conquista apenas um canto.
38' - Aimar, de cabeça, atira por cima da trave, depois do cruzamento, da direita, de Ruben Amorim.
50' - CARTÃO AMARELO a SUAZO, após um lance em que surgia isolado e acaba por cair depois de ultrapassar Júlio César. O árbitro considerou ter havido simulação do avançado hondurenho.
54' - Excelente trabalho de Maxi Pereira a flectir para o meio e a disparar de pé esquerdo para uma grande defesa de Júlio César.
64' - Dois cantos consecutivos para os locais. No primeiro, Carciano falhou por pouco o desvio para a baliza.
72' - Zé Pedro "esquece-se" de rematar quando estava isolado, optando pelo passe. O lance, contudo, é anulado por fora-de-jogo, numa decisão discutível.
78' - Golo anulado ao Benfica, por deslocação clara de Nuno Gomes.
89' - Maykon, em excelente posição, remata à figura de Moreira.
Destaques
Melhores em Campo
Benfica
Maxi Pereira - Revelou uma condição física invejável, que lhe permitiu fazer todo o corredor com idêntica eficácia.
Defendeu e atacou sempre a alta rotação, com equilíbrio e a bom nível.
Belenenses
Júlio César - O principal responsável pelo nulo no marcador.
Carciano - Irrepreensível!
Piores em Campo
Benfica
Suazo - Imperdoável a flagrante oportunidade de golo que desperdiçou no dealbar da segunda metade.
Di Maria - Completamente inconsequente!
Belenenses
Baiano - Fraquinho, torna imperativo o regresso de Cândido Costa.
Arbitragem
Paupérrima!
Foi o 21º classificado da época passada!
Estranho ou talvez não é ter sido nomeado para este jogo.
Não deveria ter mostrado o primeiro amarelo a Miguel Vítor, uma vez que não houve falta, equívoco este que redundou na sua iníqua expulsão.
Perdoou duas grandes penalidades ao Belenenses - Uma sobre Yebda aos 28 minutos de jogo e outra sobre Suazo no último lance da partida.
Comentário
Demasiado Desperdício
Sob condições climatéricas adversas, num relvado encharcado, que favoreceu os contactos e as entradas mais perigosas, Belenenses e Benfica ofereceram um espectáculo nem sempre bem jogado, mas sempre muito disputado, intenso e competitivamente rico.
O Benfica foi demasiado perdulário e não foi além de um nulo frente a um Belenenses com alma até Almeida.
Fruto de uma melhor adaptação às condições do terreno, o Benfica entrou melhor na partida e cedo deu a sensação de poder triunfar com relativa facilidade, tal a superioridade que evidenciou. Estruturado sob um bloco alto bastante pressionante, desenhava rápidas transições ofensivas, explorando os enormes espaços que o Belenenses proporcionava.
Sucede que o caudal atacante dos encarnados desaguava na inépcia concretizadora dos seus elementos mais avançados.
À sua conta, Pablo Aimar dispôs de três oportunidades claras de golo, infamemente desbaratadas. Suazo desperdiçou outras duas.
Nos primeiros dez minutos de jogo, o argentino podia ter decidido o encontro.
Remetido às cercanias da sua grande área, o Belenenses apenas de forma esporádica lograva ultrapassar o meio-campo.
Assim, não surpreendeu que o encontro tivesse chegado ao intervalo empatado a zero.
O Benfica voltou a iniciar melhor a contenda e, nos primeiros 10 minutos, podia ter, de novo, resolvido a partida a seu favor.
Isolado, Suazo revelou uma incompetência em si desconhecida e, escassos minutos depois, Júlio César fez uma grande defesa a remate de Maxi.
Contudo, após este período, ainda que tenha acentuado o seu império territorial sobre a partida, o Benfica não mais arquitectou claras ocasiões de golo.
Com o passar dos minutos e com o relvado cada vez mais impróprio, o Benfica usava e abusava dos lançamentos longos para Suazo, sendo certo que o fazia sem suficiente critério, condenando ao fracasso a generalidade das solicitações.
O Benfica dominava, mas foi, paulatinamente, perdendo importantes parcelas de controlo.
O Belenenses continuava defensivamente coeso e competente, fisicamente disponível, concentrado e aguerrido e a pouco e pouco mais atrevido.
Atrevimento que se exprimiu com vigor a partir da expulsão de Miguel Vítor aos 82 minutos.
Aliás, este momento penalizou muito o Benfica, que não soube lidar emocionalmente com a desvantagem numérica e descreu, definitivamente, nas suas hipóteses de êxito.
Ao invés, o Belenenses viu na supremacia a sua janela de oportunidade e o desafio findou com os azuis do Restelo a porfiarem na busca do golo.
Não o conseguiram, mas garantiram um precioso ponto frente a um Benfica que, desde a vitória na Madeira, contra o Marítimo, a 7 de Dezembro, não triunfa na condição de visitante.