Considerações Gerais:
Jogo de elevado grau de dificuldade para ambas as equipas.
O Benfica na actual vertigem de resultados negativos, terá, forçosamente, de ganhar, sob pena de colocar em risco a presença na próxima edição da Champions.
A depressão que se instalou se não devidamente superada poderá acarretar consequências devastadoras.
Do céu de Liverpool ao Inferno da Luz foi um curto passo, sendo imprescindível ganhar para estabilizar emocionalmente.
O Rio Ave na desesperada luta pela permanência, quererá pontuar, pois que tal lhe poderá permitir o desafogo necessário.
Vila do Conde nunca foi um terreno fácil para o Benfica e na actual conjuntura não o será uma vez mais.
Os regressos de Léo, Simão e Miccoli poderão revelar-se determinantes, até porque aportam qualidade extra e capacidade de definição.
Veremos se o Benfica conseguirá ultrapassar os problemas de finalização que tem revelado.
O Rio Ave apresentar-se-á numa postura agressiva, de luta, de garra, bem própria das gentes das Caxinas.
Procurando defender bem para lançar ataques rápidos e contra-ataques.
Usará e abusará do anti-jogo, principalmente Mora.
Partida de prognóstico reservado, na qual a equipa que marcar primeiro deverá sair vencedora.
Esquemas Tácticos:
O Benfica não deverá abdicar do seu habitual 4x2x2x1x1;
O Rio Ave, por seu turno, deverá optar por jogar em 4x3x3, quando em acção ofensiva, que se transformará num 4x5x1 quando em acção defensiva.
Equipas Prováveis:
Benfica - Moretto, Nélson, Luisão, Anderson e Léo, Petit, Manuel Fernandes, Simão, Robert (ou Manduca), Nuno Gomes e Giovanni;
Rio Ave - Mora, Zé Gomes, Bruno Mendes, Idalécio e Milhazes, André Vilas Boas, Niquinha e Delson, Chidi, Gaúcho e Evandro;
Histórico:
Disputaram-se, até agora, um total de 11 jogos entre as duas equipas no Estádio dos Arcos, tendo o SL Benfica obtido 7 vitórias, registando-se 2 empates e 2 vitórias do Rio Ave, num goal-average de 17- 9 favorável aos da Luz.
Pontos Fortes: (para este jogo)
Vontade de inverter o ciclo negativo e regressos de Léo, Simão e Miccoli por parte do Benfica, motivação extra de procurar aproveitar o mau momento encarnado, recente chicotada psicológica e os resultados obtidos após a mudança de treinador por banda do Rio Ave
Pontos Fracos: (para este jogo)
O pessimismo instalado e as declarações de Koeman dando o título por perdido no Benfica e a intranquilidade gerada pela posição classificativa no Rio Ave.
Árbitro e Auxiliares:
João Vilas Boas será auxiliado por Serafim Nogueira e Nuno Manso
Jogadores em Perigo de Exclusão:
Manuel Fernandes, Beto e Marcel no Benfica;
Zé Gomes no Rio Ave
sexta-feira, março 17, 2006
quinta-feira, março 16, 2006
Sorteio das Meias-finais da Taça
Girou a tômbola e ditou um sempre escaldante FCPorto/Sporting, quarta-feira próxima, às 20h45.
O outro jogo será V.Setúbal/V.Guimarães, quinta-feira próxima, às 20h45.
O outro jogo será V.Setúbal/V.Guimarães, quinta-feira próxima, às 20h45.
Espaço Prof. Karamba - Jornada do Próximo Fim de Semana
Os jogos a palpitar são os seguintes:
Jogo 1: Rio Ave/SLBenfica;
Jogo2: U.Leiria/Sporting CP;
Jogo 3: FCPorto/Paços de Ferreira.
Como sempre, faço, desde já, os meus prognósticos:
Jogo 1: 1-2
Jogo 2: 2-1
Jogo 3: 0-1
Jogo 1: Rio Ave/SLBenfica;
Jogo2: U.Leiria/Sporting CP;
Jogo 3: FCPorto/Paços de Ferreira.
Como sempre, faço, desde já, os meus prognósticos:
Jogo 1: 1-2
Jogo 2: 2-1
Jogo 3: 0-1
Espaço Prof. Karamba - Classificação Geral
1º Lugar: Zex - 47 pontos;
2º Lugar: Holtreman - 42 pontos;
3º Lugar: Cavungi e Qualesma - 41 pontos;
4º Lugar: Carlos - 39 pontos;
5º Lugar: Paco Nassa - 37 pontos;
6º Lugar: Meireles e Broas - 35 pontos;
7º Lugar: Vicente Lemos - 34 pontos;
8º Lugar: Bota Abaixo - 32 pontos;
9º Lugar: Conático - 28 pontos;
10º Lugar: Sapo - 25 pontos;
11º Lugar: Camachio, Mário Feliciano, Muceque e Vermelho Nunca - 24 pontos;
12º Lugar: Costa - 21 pontos;
13º Lugar: Vermelho - 20 pontos;
14º Lugar: Jorge Mínimo - 19 pontos;
15º Lugar: Prof. Venceslau e Verdete - 18 pontos;
16º Lugar: Karalhounis - 17 pontos;
17º Lugar: Samsalameh - 16 pontos;
18º Lugar: Francisco Lázaro - 14 pontos;
19º Lugar: Borbas - 12 pontos;
20º Lugar: Mao 7-1 - 10 pontos;
21º Lugar: Matulona - 5 pontos;
22º Lugar: Astro Mendes - 2 pontos;
2º Lugar: Holtreman - 42 pontos;
3º Lugar: Cavungi e Qualesma - 41 pontos;
4º Lugar: Carlos - 39 pontos;
5º Lugar: Paco Nassa - 37 pontos;
6º Lugar: Meireles e Broas - 35 pontos;
7º Lugar: Vicente Lemos - 34 pontos;
8º Lugar: Bota Abaixo - 32 pontos;
9º Lugar: Conático - 28 pontos;
10º Lugar: Sapo - 25 pontos;
11º Lugar: Camachio, Mário Feliciano, Muceque e Vermelho Nunca - 24 pontos;
12º Lugar: Costa - 21 pontos;
13º Lugar: Vermelho - 20 pontos;
14º Lugar: Jorge Mínimo - 19 pontos;
15º Lugar: Prof. Venceslau e Verdete - 18 pontos;
16º Lugar: Karalhounis - 17 pontos;
17º Lugar: Samsalameh - 16 pontos;
18º Lugar: Francisco Lázaro - 14 pontos;
19º Lugar: Borbas - 12 pontos;
20º Lugar: Mao 7-1 - 10 pontos;
21º Lugar: Matulona - 5 pontos;
22º Lugar: Astro Mendes - 2 pontos;
Espaço Prof. Karamba - Classificação da Eliminatória da Taça
1º Lugar: Holtreman - 17 pontos;
2º Lugar: Broas - 15 pontos;
3ª Lugar: Carlos e Muceque - 14 pontos;
4º Lugar: Paco Nassa, Qualesma, Costa e Mário Feliciano - 12 pontos;
5º Lugar: Verdete - 11 pontos;
6º Lugar: Bota Abaixo e Mao 7-1 - 10 pontos;
7º Lugar: Zex, Vicente Lemos, Vermelho Nunca, Conático e Meireles - 9 pontos;
8º Lugar: Cavungi e Jorge Mínimo - 7 pontos;
9º Lugar: Vermelho, Samsalameh, Sapo - 4 pontos;
10º Lugar: Camachio - 3 pontos;
11º Lugar: Francisco Lázaro - 2 pontos;
2º Lugar: Broas - 15 pontos;
3ª Lugar: Carlos e Muceque - 14 pontos;
4º Lugar: Paco Nassa, Qualesma, Costa e Mário Feliciano - 12 pontos;
5º Lugar: Verdete - 11 pontos;
6º Lugar: Bota Abaixo e Mao 7-1 - 10 pontos;
7º Lugar: Zex, Vicente Lemos, Vermelho Nunca, Conático e Meireles - 9 pontos;
8º Lugar: Cavungi e Jorge Mínimo - 7 pontos;
9º Lugar: Vermelho, Samsalameh, Sapo - 4 pontos;
10º Lugar: Camachio - 3 pontos;
11º Lugar: Francisco Lázaro - 2 pontos;
Análise à Eliminatória da Taça
Os quartos de final da Taça de Portugal podem ser cognominados de "mãozinhas".
Afinal, plúrimos foram os lances em que as mãos dos jogadores entraram em contacto indevido com a bola.
Nenhum jogo foi excepção.
Na Luz, o Benfica, embora tenha produzido caudal ofensivo bastante, saiu eliminado.
Um golo irregular de Dário fez o resultado, num jogo de sentido único, tal foi a dimensão do domínio encarnado.
Se até ao lance do golo que se viria a revelar decisivo, a partida da Luz seguia morna, sem grandes situações de perigo, a partir desse instante, o Benfica assenhoreou-se do jogo.
Daí até final, apenas o Benfica procurou chegar ao golo, tendo o Guimarães se remetido a defesa profiada.
Muitas foram as ocasiões de golo criadas pelo Benfica, mas umas vezes, poucas, a inépcia dos jogadores do Benfica, outras, muitas, o brilhantismo de Nilson, impediram a sua concretização.
Nilson exbiu-se a grande altura, evitando com quatro ou cinco intervenções de alto nível que o Benfica alcançasse o golo que tanto fez por merecer.
O Vitória no seu denodo defensivo abusou da agressividade, incorrendo em múltiplas e sucessivas faltas que passaram sem a devida punição.
Ofensivamente o Vitória, pura e simplesmente, não inexistiu.
Limitou-se a defender e mal diga-se, mas, como supra aludi, o seu guarda-redes e a inépcia vermelha asseguraram o resultado.
O Benfica fez o suficiente para sair vencedor.
Após o golo vitoriano, apresentou futebol de boa qualidade, enleante, pelas alas, chegando com facilidade à área vimaranense.
A malapata na finalização persiste e, assim, é complicado vencer.
Todavia, se os méritos vitorianos, especialmente de Nilson, e os deméritos próprios muito contribuiram para a eliminação, não de menor importância se revelou a prestação do árbitro.
Na verdade, Jorge Sousa fez uma arbitragem miserável, na senda daquilo que têm sido as arbitragens nos jogos do Benfica na Liga.
Erro gravíssimo e sem explicação no lance do golo, de tão evidente que foi a utilização da mão por Meireles para fazer chegar a bola a Dário.
O árbitro encontrava-se em posição privilegiada e tecnicamente correcta, na diagonal do lance, para ajuizar acertadamente. Não o fez, vá lá saber-se porquê...
Os jogadores vimaranenses usaram e abusaram do recurso às faltas, sem que o Sr. Jorge Sousa lhes desse punição adequada.
Na primeira parte, Meireles, quando já se achava admoestado com um cartão amarelo, joga a bola com a mão, impedindo o desenvolvimento de uma jogada de contra-ataque do Benfica.
Árbitro vê o lance, assinala a falta e olvida o amarelo que seria o segundo e acarretaria expulsão.
Paíto fez, pelo menos, 12 faltas durante toda a partida.
Foi-lhe exibido um singelo amarelo numa entrada a matar sobre Manduca.
Desconhece, certamente, o Sr. Sousa que a persistência em jogo faltoso acarreta punição com cartão amarelo.
Diversos foram os lances em que faltas evidentes sobre jogadores do Benfica passaram em claro, sempre que o desenrolar da jogada poderia permitir uma boa possibilidade de contra-ataque ao Vitória.
Inventou livres laterais e centrais nas imediações da área benfiquista.
Um chorrilho de asneiras.
Para dourar a pílula, expulsou, mal, Cléber.
Petit "cavou" a falta e a expulsão. O auxiliar foi na fita e Jorge Sousa, como lhe falta categoria e a equipa da casa estava a perder, expulsou o jogador.
Mal, muito mal, péssimo, sem categoria para apitar jogos entre equipas da 1ª Liga.
Falta-lhe categoria até para gamar.
Em Coimbra, o Sporting ganhou pela oitava vez consecutiva.
Dado que o Benfica jogava à mesma hora e outros valores mais altos se levantaram, não assisti ao jogo.
Pelo que ouvi, vi e li, o jogo terá sido cópia fiel das recentes partidas leoninas - segurança defensiva, jogar com o erro adversário, desferir contra-ataques e, atingido que seja o golo, segurar a vantagem.
Dois belos golos terão sido o melhor que o jogo teve para oferecer.
A Académica, muito embora em largos períodos de tempo, tenha dominado territorialmente o jogo, revelou-se sempre inofensiva.
Actualmente, é extremamente difícil marcar um golo ao Sporting quando em vantagem.
O Sporting alicerça o seu futebol numa segurança defensiva que lhe tem servido de base às vitórias obtidas (toda a equipa defende em bloco).
Também no Cidade de Coimbra, um lance em que um jogador utilizou, indevidamente, a mão para jogar a bola se mostrou decisivo para o resultado final.
Com efeito, no período de compensação de neutralizações, Nani jogou a bola com a mão no interior da área leonina sem que o árbitro haja assinalado penalty.
Para desgraça suprema, desse lance nasceria o segundo golo do Sporting.
Malgre tout, vitória justa do Sporting, embora ensombrada pelo lance supra descrito.
No Funchal, o Porto, denotando enorme espírito de entreajuda e sacrifício, alcançou a vitória.
Quanto mais não fosse pela circunstância de ter actuado com 10 elementos por mais de 60 minutos, justifica-se plenamente o sucesso portista.
O Marítimo terá dominado o jogo, mas nunca se revelou capaz de atingir as redes de Baía com êxito.
Ao invés, o Porto, a partir do momento em que se viu a jogar com 10, terá tido pouca posse de bola, poucas oportunidades terá criado, mas soube sempre gerir as incidências do jogo e num lance fortuito almejou o golo.
Pragmatismo acima de tudo.
Uma vitória à imagem dos tempos de Carlos Alberto Silva.
Igualmente nos Barreiros passou em claro uma mão de Pepe na área portista que merecia penalty.
Caso houvesse sido assinalado, talvez a história da partida fosse outra.
Em Setúbal, surpresa das surpresas (pelo menos para mim).
O Vitória defendendo bem, contra-atacando melhor e beneficiando de um erro grosseiro de Proença, venceu o Boavista.
Aqui o juiz da partida avaliou mal um contacto da bola com a mão de Cadu, assinalando penalty.
Soberbo o golo de João Vieira Pinto.
Satisfação pessoal por, finalmente, ver reconhecido o trabalho que o meu querido amigo João de Deus está a realizar no Vitória, através da sua designação para a conferência de imprensa.
Embora nervoso, soube estar ao seu nível, procurando fugir das banalidades e dos lugares comuns tão utilizados naquelas situações.
Agora que os clubes dos quais sou sócio foram eliminados, estarei a torçer por ti.
Afinal, plúrimos foram os lances em que as mãos dos jogadores entraram em contacto indevido com a bola.
Nenhum jogo foi excepção.
Na Luz, o Benfica, embora tenha produzido caudal ofensivo bastante, saiu eliminado.
Um golo irregular de Dário fez o resultado, num jogo de sentido único, tal foi a dimensão do domínio encarnado.
Se até ao lance do golo que se viria a revelar decisivo, a partida da Luz seguia morna, sem grandes situações de perigo, a partir desse instante, o Benfica assenhoreou-se do jogo.
Daí até final, apenas o Benfica procurou chegar ao golo, tendo o Guimarães se remetido a defesa profiada.
Muitas foram as ocasiões de golo criadas pelo Benfica, mas umas vezes, poucas, a inépcia dos jogadores do Benfica, outras, muitas, o brilhantismo de Nilson, impediram a sua concretização.
Nilson exbiu-se a grande altura, evitando com quatro ou cinco intervenções de alto nível que o Benfica alcançasse o golo que tanto fez por merecer.
O Vitória no seu denodo defensivo abusou da agressividade, incorrendo em múltiplas e sucessivas faltas que passaram sem a devida punição.
Ofensivamente o Vitória, pura e simplesmente, não inexistiu.
Limitou-se a defender e mal diga-se, mas, como supra aludi, o seu guarda-redes e a inépcia vermelha asseguraram o resultado.
O Benfica fez o suficiente para sair vencedor.
Após o golo vitoriano, apresentou futebol de boa qualidade, enleante, pelas alas, chegando com facilidade à área vimaranense.
A malapata na finalização persiste e, assim, é complicado vencer.
Todavia, se os méritos vitorianos, especialmente de Nilson, e os deméritos próprios muito contribuiram para a eliminação, não de menor importância se revelou a prestação do árbitro.
Na verdade, Jorge Sousa fez uma arbitragem miserável, na senda daquilo que têm sido as arbitragens nos jogos do Benfica na Liga.
Erro gravíssimo e sem explicação no lance do golo, de tão evidente que foi a utilização da mão por Meireles para fazer chegar a bola a Dário.
O árbitro encontrava-se em posição privilegiada e tecnicamente correcta, na diagonal do lance, para ajuizar acertadamente. Não o fez, vá lá saber-se porquê...
Os jogadores vimaranenses usaram e abusaram do recurso às faltas, sem que o Sr. Jorge Sousa lhes desse punição adequada.
Na primeira parte, Meireles, quando já se achava admoestado com um cartão amarelo, joga a bola com a mão, impedindo o desenvolvimento de uma jogada de contra-ataque do Benfica.
Árbitro vê o lance, assinala a falta e olvida o amarelo que seria o segundo e acarretaria expulsão.
Paíto fez, pelo menos, 12 faltas durante toda a partida.
Foi-lhe exibido um singelo amarelo numa entrada a matar sobre Manduca.
Desconhece, certamente, o Sr. Sousa que a persistência em jogo faltoso acarreta punição com cartão amarelo.
Diversos foram os lances em que faltas evidentes sobre jogadores do Benfica passaram em claro, sempre que o desenrolar da jogada poderia permitir uma boa possibilidade de contra-ataque ao Vitória.
Inventou livres laterais e centrais nas imediações da área benfiquista.
Um chorrilho de asneiras.
Para dourar a pílula, expulsou, mal, Cléber.
Petit "cavou" a falta e a expulsão. O auxiliar foi na fita e Jorge Sousa, como lhe falta categoria e a equipa da casa estava a perder, expulsou o jogador.
Mal, muito mal, péssimo, sem categoria para apitar jogos entre equipas da 1ª Liga.
Falta-lhe categoria até para gamar.
Em Coimbra, o Sporting ganhou pela oitava vez consecutiva.
Dado que o Benfica jogava à mesma hora e outros valores mais altos se levantaram, não assisti ao jogo.
Pelo que ouvi, vi e li, o jogo terá sido cópia fiel das recentes partidas leoninas - segurança defensiva, jogar com o erro adversário, desferir contra-ataques e, atingido que seja o golo, segurar a vantagem.
Dois belos golos terão sido o melhor que o jogo teve para oferecer.
A Académica, muito embora em largos períodos de tempo, tenha dominado territorialmente o jogo, revelou-se sempre inofensiva.
Actualmente, é extremamente difícil marcar um golo ao Sporting quando em vantagem.
O Sporting alicerça o seu futebol numa segurança defensiva que lhe tem servido de base às vitórias obtidas (toda a equipa defende em bloco).
Também no Cidade de Coimbra, um lance em que um jogador utilizou, indevidamente, a mão para jogar a bola se mostrou decisivo para o resultado final.
Com efeito, no período de compensação de neutralizações, Nani jogou a bola com a mão no interior da área leonina sem que o árbitro haja assinalado penalty.
Para desgraça suprema, desse lance nasceria o segundo golo do Sporting.
Malgre tout, vitória justa do Sporting, embora ensombrada pelo lance supra descrito.
No Funchal, o Porto, denotando enorme espírito de entreajuda e sacrifício, alcançou a vitória.
Quanto mais não fosse pela circunstância de ter actuado com 10 elementos por mais de 60 minutos, justifica-se plenamente o sucesso portista.
O Marítimo terá dominado o jogo, mas nunca se revelou capaz de atingir as redes de Baía com êxito.
Ao invés, o Porto, a partir do momento em que se viu a jogar com 10, terá tido pouca posse de bola, poucas oportunidades terá criado, mas soube sempre gerir as incidências do jogo e num lance fortuito almejou o golo.
Pragmatismo acima de tudo.
Uma vitória à imagem dos tempos de Carlos Alberto Silva.
Igualmente nos Barreiros passou em claro uma mão de Pepe na área portista que merecia penalty.
Caso houvesse sido assinalado, talvez a história da partida fosse outra.
Em Setúbal, surpresa das surpresas (pelo menos para mim).
O Vitória defendendo bem, contra-atacando melhor e beneficiando de um erro grosseiro de Proença, venceu o Boavista.
Aqui o juiz da partida avaliou mal um contacto da bola com a mão de Cadu, assinalando penalty.
Soberbo o golo de João Vieira Pinto.
Satisfação pessoal por, finalmente, ver reconhecido o trabalho que o meu querido amigo João de Deus está a realizar no Vitória, através da sua designação para a conferência de imprensa.
Embora nervoso, soube estar ao seu nível, procurando fugir das banalidades e dos lugares comuns tão utilizados naquelas situações.
Agora que os clubes dos quais sou sócio foram eliminados, estarei a torçer por ti.
quarta-feira, março 15, 2006
A propósito da Taça de Portugal - Alteração dos Quadros Competitivos
Disputa-se hoje mais uma eliminatória da Taça de Portugal.
Actualmente, esta competição, a segunda na hierarquia de importância do futebol português, mostra-se desvalorizada.
Os clubes de primeiro plano do futebol luso muito contribuíram para o actual estado de coisas.
A desconsideração a que votaram as partidas da Taça, ao nível do discurso e da praxis, conduziu à degradação da imagem de tão vetusta competição.
O aproveitamento dos jogos da Taça para dar minutos aos jogadores menos utilizados, para cumprir castigos pré-anunciados e a desvalorização do insucesso são factores que encaminharam a Taça de Portugal para a penumbra competitiva.
A Taça é encarada com enfado, como se de uma mera obrigação se tratasse.
Apenas nas fases mais avançadas da competição e face aos insucessos desportivos noutras disputas, os clubes lhe conferem a devida e merecida relevância.
Bem sei que nunca granejou a mesma relevância da Taça do Rei ou da Taça de Inglaterra, mas o cenário mostra-se, hoje, francamente degradado.
Suscita-me esta questão a abordagem de uma outra mais ampla, qual seja a alteração dos quadros competitivos.
A anunciada redução do número de equipas nas Ligas profissionais foi, sem dúvida, um primeiro passo nesse sentido.
Aliás, acaso não houvesse sido legislativamente ordenada, certamente que o seria economicamente, atento o depauperado estado das finanças da maioria dos clubes portugueses.
Mas, cingirmo-nos a tal medida parece-me redutor.
A redução de equipas fará com que a 1ª Liga venha a ser disputada por 16 equipas na próxima época, ou seja, criar-se-á um vazio competitivo em quatro semanas.
Dir-me-ão que tal empobrecerá, ainda mais, os clubes, privando-os de receitas.
Nada de mais correcto, caso se permaneça no imobilismo.
De há muito que propugno a criação da Taça da Liga, à semelhança do que sucede na generalidade dos países europeus.
O advento de tal competição preenche o assinalado vazio, com vantagens evidentes, quer ao nível da competitividade, quer consequentemente ao nível do interesse suscitado e, como tal, dos proventos a obter.
Julgo, aliás, que se deveria ir mais longe.
A 1ª Liga deveria ser disputada, apenas, por 14 clubes, pois os campeonatos nacionais mostram-se sobredimensionados.
Tal permitiria reforçar a competitividade, aumentar o interesse pela competição, incrementando receitas, abrir espaço para outras competições e para a reformulação das já existentes.
Mais permitiria uma menor sobrecarga competitiva dos clubes envolvidos nas competições europeias, para além da existência de mais datas para a preparação da selecção nacional.
Por outro lado, a Taça de Portugal deveria ser reformulada.
Os clubes da 1ª Liga apurados para a disputa de competições europeias deveriam entrar na competição apenas nos oitavos de final.
Independentemente do resultado do sorteio, o clube de divisão inferior deveria, sempre, jogar na condição de visitado.
Os quartos e meia final deveriam ser disputados a duas mãos.
Os jogos deveriam ser marcados para o fim de semana, o que, actualmente, não sucede, nem pode acontecer face à míngua de datas disponíveis.
A 2ª Liga deveria ser disputada em duas zonas, Norte e Sul, com oito equipas cada.
Existira uma primeira triagem na qual as equipas de cada zona jogariam entre si, a duas voltas.
Apurar-se-iam as quatro primeiras de cada zona para a discussão, a duas voltas, da subida de divisão e as quatro últimas de cada zona para disputarem a permanência.
Decresceriam as despesas e aumentariam as receitas, estou certo.
Espero e desejo que esta questão seja, pelo menos, equacionada na revisão da lei do sistema desportivo.
Actualmente, esta competição, a segunda na hierarquia de importância do futebol português, mostra-se desvalorizada.
Os clubes de primeiro plano do futebol luso muito contribuíram para o actual estado de coisas.
A desconsideração a que votaram as partidas da Taça, ao nível do discurso e da praxis, conduziu à degradação da imagem de tão vetusta competição.
O aproveitamento dos jogos da Taça para dar minutos aos jogadores menos utilizados, para cumprir castigos pré-anunciados e a desvalorização do insucesso são factores que encaminharam a Taça de Portugal para a penumbra competitiva.
A Taça é encarada com enfado, como se de uma mera obrigação se tratasse.
Apenas nas fases mais avançadas da competição e face aos insucessos desportivos noutras disputas, os clubes lhe conferem a devida e merecida relevância.
Bem sei que nunca granejou a mesma relevância da Taça do Rei ou da Taça de Inglaterra, mas o cenário mostra-se, hoje, francamente degradado.
Suscita-me esta questão a abordagem de uma outra mais ampla, qual seja a alteração dos quadros competitivos.
A anunciada redução do número de equipas nas Ligas profissionais foi, sem dúvida, um primeiro passo nesse sentido.
Aliás, acaso não houvesse sido legislativamente ordenada, certamente que o seria economicamente, atento o depauperado estado das finanças da maioria dos clubes portugueses.
Mas, cingirmo-nos a tal medida parece-me redutor.
A redução de equipas fará com que a 1ª Liga venha a ser disputada por 16 equipas na próxima época, ou seja, criar-se-á um vazio competitivo em quatro semanas.
Dir-me-ão que tal empobrecerá, ainda mais, os clubes, privando-os de receitas.
Nada de mais correcto, caso se permaneça no imobilismo.
De há muito que propugno a criação da Taça da Liga, à semelhança do que sucede na generalidade dos países europeus.
O advento de tal competição preenche o assinalado vazio, com vantagens evidentes, quer ao nível da competitividade, quer consequentemente ao nível do interesse suscitado e, como tal, dos proventos a obter.
Julgo, aliás, que se deveria ir mais longe.
A 1ª Liga deveria ser disputada, apenas, por 14 clubes, pois os campeonatos nacionais mostram-se sobredimensionados.
Tal permitiria reforçar a competitividade, aumentar o interesse pela competição, incrementando receitas, abrir espaço para outras competições e para a reformulação das já existentes.
Mais permitiria uma menor sobrecarga competitiva dos clubes envolvidos nas competições europeias, para além da existência de mais datas para a preparação da selecção nacional.
Por outro lado, a Taça de Portugal deveria ser reformulada.
Os clubes da 1ª Liga apurados para a disputa de competições europeias deveriam entrar na competição apenas nos oitavos de final.
Independentemente do resultado do sorteio, o clube de divisão inferior deveria, sempre, jogar na condição de visitado.
Os quartos e meia final deveriam ser disputados a duas mãos.
Os jogos deveriam ser marcados para o fim de semana, o que, actualmente, não sucede, nem pode acontecer face à míngua de datas disponíveis.
A 2ª Liga deveria ser disputada em duas zonas, Norte e Sul, com oito equipas cada.
Existira uma primeira triagem na qual as equipas de cada zona jogariam entre si, a duas voltas.
Apurar-se-iam as quatro primeiras de cada zona para a discussão, a duas voltas, da subida de divisão e as quatro últimas de cada zona para disputarem a permanência.
Decresceriam as despesas e aumentariam as receitas, estou certo.
Espero e desejo que esta questão seja, pelo menos, equacionada na revisão da lei do sistema desportivo.
Antevisão da Eliminatória da Taça de Portugal
Taça é Taça e as surpresas tendem a acontecer.
Os clubes de maiores dimensões apostam na rotação de jogadores e no cumprimento de jogos de castigo, ao que acrescem níveis de motivação reduzidos.
Por seu turno, os pequenos empertigam-se, jogam tudo na glória suprema e efémera de uma vitória sobre um clube tido por favorito e, claro está, os seus indíces de motivação mostram-se extremamente elevados.
Vale isto por dizer que antever uma partida de futebol é já de si tarefa de difícil execução, dados os múltiplos sortilégios que lhe são próprios, mas prever o que irá acontecer numa eliminatória da Taça é puro acto de adivinhação desportiva.
Na Luz, o Benfica enfrentará tarefa complicada frente a um Guimarães que vê na Taça uma réstea de luz para alcançar a Europa.
Certamente que os jogadores do Benfica quererão dar de si uma imagem diferente da de Domingo, apresentando uma atitude competitiva mais consentânea, encarando o jogo com concentração e espírito vencedor.
Em Coimbra, partida de grau de dificuldade elevado para o Sporting, face às expectativas da Briosa na competição, as quais lhe irão aportar mais concentração, agressividade e espírito de conquista, e dada a rotação promovida por Paulo Bento.
O plantel leonino não apresenta profundidade suficiente para que os substitutos possam alcandorar patamares de qualidade semelhantes aos dos habituais titulares.
Quando se trata de substituir um ou dois elementos, a diferença não será tão notória, mas já se se proceder a quatro ou cinco alterações tal será uma evidência.
No Funchal, o Porto regressa a um estádio em que, normalmente, vivência enormes dificuldades, não raras vezes saindo derrotado.
A chicotada psicológica é factor de dificuldade acrescida.
A atitude face ao jogo que as equipas apresentem fará a diferença, fazendo pender a balança para um ou outro lado.
Em Setúbal, a não ser que surja uma imensa surpresa, o Boavista ultrapassará, facilmente, esta eliminatória.
Hoje por hoje, o Setúbal, a par do Penafiel, é a pior equipa do campeonato.
Os clubes de maiores dimensões apostam na rotação de jogadores e no cumprimento de jogos de castigo, ao que acrescem níveis de motivação reduzidos.
Por seu turno, os pequenos empertigam-se, jogam tudo na glória suprema e efémera de uma vitória sobre um clube tido por favorito e, claro está, os seus indíces de motivação mostram-se extremamente elevados.
Vale isto por dizer que antever uma partida de futebol é já de si tarefa de difícil execução, dados os múltiplos sortilégios que lhe são próprios, mas prever o que irá acontecer numa eliminatória da Taça é puro acto de adivinhação desportiva.
Na Luz, o Benfica enfrentará tarefa complicada frente a um Guimarães que vê na Taça uma réstea de luz para alcançar a Europa.
Certamente que os jogadores do Benfica quererão dar de si uma imagem diferente da de Domingo, apresentando uma atitude competitiva mais consentânea, encarando o jogo com concentração e espírito vencedor.
Em Coimbra, partida de grau de dificuldade elevado para o Sporting, face às expectativas da Briosa na competição, as quais lhe irão aportar mais concentração, agressividade e espírito de conquista, e dada a rotação promovida por Paulo Bento.
O plantel leonino não apresenta profundidade suficiente para que os substitutos possam alcandorar patamares de qualidade semelhantes aos dos habituais titulares.
Quando se trata de substituir um ou dois elementos, a diferença não será tão notória, mas já se se proceder a quatro ou cinco alterações tal será uma evidência.
No Funchal, o Porto regressa a um estádio em que, normalmente, vivência enormes dificuldades, não raras vezes saindo derrotado.
A chicotada psicológica é factor de dificuldade acrescida.
A atitude face ao jogo que as equipas apresentem fará a diferença, fazendo pender a balança para um ou outro lado.
Em Setúbal, a não ser que surja uma imensa surpresa, o Boavista ultrapassará, facilmente, esta eliminatória.
Hoje por hoje, o Setúbal, a par do Penafiel, é a pior equipa do campeonato.
terça-feira, março 14, 2006
Selecção do Blog - Pontas de Lança
Contabilizadas as vossas participações, os eleitos foram Pauleta, Nuno Gomes e Postiga.
Neste momento, temos já "convocados" Ricardo, Quim, Paulo Santos, Miguel, Paulo Ferreira, Nuno Valente, Marco Caneira, Ricardo Carvalho, Fernando Meira, Tonel, Petit, Tiago, João Moutinho, Figo, Cristiano Ronaldo, Quaresma, Simão, Deco, Carlos Martins, Pauleta, Nuno Gomes e Postiga.
Para hoje, proponho-vos a escolha do lugar remanescente preenchido em votação livre, sem obediência a qualquer posição previamente determinada.
Aqui fica, desde já, a minha escolha - João Vieira Pinto.
Neste momento, temos já "convocados" Ricardo, Quim, Paulo Santos, Miguel, Paulo Ferreira, Nuno Valente, Marco Caneira, Ricardo Carvalho, Fernando Meira, Tonel, Petit, Tiago, João Moutinho, Figo, Cristiano Ronaldo, Quaresma, Simão, Deco, Carlos Martins, Pauleta, Nuno Gomes e Postiga.
Para hoje, proponho-vos a escolha do lugar remanescente preenchido em votação livre, sem obediência a qualquer posição previamente determinada.
Aqui fica, desde já, a minha escolha - João Vieira Pinto.
Alienação de Património - Inevitabilidade, Necessidade ou mero acto de gestão?
Como se sabe, no final desta semana, realiza-se reunião magna dos sócios leoninos no sentido da apreciação de uma proposta da direcção para a alienção do património recentemente edificado.
Louva-se tal sugestão na necessidade imperiosa de assim proceder por forma a garantir o cumprimento das obrigações bancárias em que o clube se acha incurso.
Notáveis conselheiros leoninos se têm pronunciado publicamente sobre o problema, divergindo na resposta.
O conjunto dos dirigentes do Sporting que encarnaram o denominado Projecto Roquette, com excepção para Dias da Cunha, mostram-se favoráveis à venda do edificado, ancorando-se na inevitabilidade de tal decisão, à míngua de outras fontes de receita.
O conjunto de dirigentes que, de uma forma ou de outra, representam o Sporting pré-Roquette mostram-se unânimes na rejeição da alienação.
Certo é que a ponderação de tal venda não pode deixar de significar a falência do chamado Projecto Roquette.
Aliás, não percebo como é que aqueles que o protagonizaram se apressam a propôr e a sustentar a alienação do património.
Então, a gestão rigorosa não soube prever os encargos que advinham da construção do estádio e estruturas adjacentes? foi aventureira ao ponto de não equacionar, previamente, o montante das obrigações futuras ou, se o fez, de não assegurar os meios necessários à sua satisfação? não partiu para a decisão de edificação baseada em estudos sérios de sustentabilidade do projecto?
O que se passou?!
Por que razão as sucessivas gestões não cumpriram com o "project finance"?
Porque, como os outros, são incompetentes.
Gerem à vista, ao sabor da bola na trave, da contestação dos sócios, gastando o que podem e o que não podem.
A gestão pseudo-rigorosa e diferente, foi igual às outras - quis ganhar e, mais do que isso, viu-se forçada a fazer por isso.
O Sporting, desde que Roquette e seus séquitos assumiram o poder, criou a SAD, cotou-a em bolsa, construiu um estádio e edifícios adjacentes, uma academia de futebol, alcançou sucesso desportivo.
Todavia, a pedra angular do Projecto ficou por cumprir - o tal rigor gestionário, pura e simplesmente, não existiu, nem existe.
O equilíbrio que se procurava não se alcançou, antes se agravou.
Financeiramente o Sporting está pior.
O Sporting vê-se hoje na contingência de ter que vender património para fazer face às suas obrigações.
A SAD está descapitalizada, o deficit de exploração crescente e o passivo monstruoso.
Roquette e seus apaniguados falharam, comprometendo o futuro do Sporting.
Alienar património é uma inevitabilidade, a última das tábuas de salvação.
Louva-se tal sugestão na necessidade imperiosa de assim proceder por forma a garantir o cumprimento das obrigações bancárias em que o clube se acha incurso.
Notáveis conselheiros leoninos se têm pronunciado publicamente sobre o problema, divergindo na resposta.
O conjunto dos dirigentes do Sporting que encarnaram o denominado Projecto Roquette, com excepção para Dias da Cunha, mostram-se favoráveis à venda do edificado, ancorando-se na inevitabilidade de tal decisão, à míngua de outras fontes de receita.
O conjunto de dirigentes que, de uma forma ou de outra, representam o Sporting pré-Roquette mostram-se unânimes na rejeição da alienação.
Certo é que a ponderação de tal venda não pode deixar de significar a falência do chamado Projecto Roquette.
Aliás, não percebo como é que aqueles que o protagonizaram se apressam a propôr e a sustentar a alienação do património.
Então, a gestão rigorosa não soube prever os encargos que advinham da construção do estádio e estruturas adjacentes? foi aventureira ao ponto de não equacionar, previamente, o montante das obrigações futuras ou, se o fez, de não assegurar os meios necessários à sua satisfação? não partiu para a decisão de edificação baseada em estudos sérios de sustentabilidade do projecto?
O que se passou?!
Por que razão as sucessivas gestões não cumpriram com o "project finance"?
Porque, como os outros, são incompetentes.
Gerem à vista, ao sabor da bola na trave, da contestação dos sócios, gastando o que podem e o que não podem.
A gestão pseudo-rigorosa e diferente, foi igual às outras - quis ganhar e, mais do que isso, viu-se forçada a fazer por isso.
O Sporting, desde que Roquette e seus séquitos assumiram o poder, criou a SAD, cotou-a em bolsa, construiu um estádio e edifícios adjacentes, uma academia de futebol, alcançou sucesso desportivo.
Todavia, a pedra angular do Projecto ficou por cumprir - o tal rigor gestionário, pura e simplesmente, não existiu, nem existe.
O equilíbrio que se procurava não se alcançou, antes se agravou.
Financeiramente o Sporting está pior.
O Sporting vê-se hoje na contingência de ter que vender património para fazer face às suas obrigações.
A SAD está descapitalizada, o deficit de exploração crescente e o passivo monstruoso.
Roquette e seus apaniguados falharam, comprometendo o futuro do Sporting.
Alienar património é uma inevitabilidade, a última das tábuas de salvação.
Cuidado!!!
Os três diários desportivos dão, hoje, à estampa declarações de Koeman a um seu congénere catalão, nas quais afirma que uma equipa que não vence a Naval, em sua casa, não pode ser campeã.
Verdade e verdade óbvia, quase de La Palice.
Contudo, se de uma inquestionável verdade falamos, menos acertado não será asseverar que se trata de mais um "tiro no pé" do treinador holandês.
Num momento em que a equipa que dirige se encontra a disputar três competições, em todas com condições, maiores ou menores, de as conquistar, parece-me de uma total ausência de bom senso proferir tais declarações.
Não pode o Sr. Koeman olvidar que, para além da revalidação do título de campeão nacional, a Liga comporta outros objectivos, certamente menores, mas não menos importantes de um ponto de vista económico-financeiro, qual seja o acesso directo à Champions.
Esvaziar as expectativas de conquista do título, numa equipa que, simultâneamente, se acha envolvida em outras competições, afigura-se-me extremamente perigoso, quiçá suicida.
As declarações de Koeman podem acarretar o centrar da concentração dos jogadores na procura da vitória na Taça ou na Champions, descurando, por completo, o campeonato.
Como disse, o campeonato não se esgota, hodiernamente, na obtenção do 1º lugar.
Alcandorar o 2º lugar não é desiderato despiciendo, face à garantia de acesso directo à champions.
Os clubes, de tão estrangulados financeiramente que estão, necessitam como de pão para a boca de receitas extraordinárias para fazer face aos deficit´s de tesouraria de que padecem.
A certeza da captação de cerca de, pelo menos, 5 milhões de Euros não pode ser desprezada.
Estabelecer um objectivo e dá-lo por não adquirido, implica, sempre, desmotivação.
E quando outras portas se acham abertas, implica, necessariamente, um canalizar unívoco de forças para a sua transposição.
Há que adaptar o discurso às circunstâncias, estabelecer novas metas ou afiançar a crença na prossecução dos objectivos inicialmente traçados por mais difícil que tal empreitada se afigure.
Koeman falha, rotundamente, neste aspecto.
É fraco na abordagem pública ao jogo, não raro é vê-lo exaltar as qualidades do adversário e a menorizar as suas hipóteses de sucesso.
Koeman perde nos "mind games" e as suas declarações de ontem são exemplo gritante disso.
Verdade e verdade óbvia, quase de La Palice.
Contudo, se de uma inquestionável verdade falamos, menos acertado não será asseverar que se trata de mais um "tiro no pé" do treinador holandês.
Num momento em que a equipa que dirige se encontra a disputar três competições, em todas com condições, maiores ou menores, de as conquistar, parece-me de uma total ausência de bom senso proferir tais declarações.
Não pode o Sr. Koeman olvidar que, para além da revalidação do título de campeão nacional, a Liga comporta outros objectivos, certamente menores, mas não menos importantes de um ponto de vista económico-financeiro, qual seja o acesso directo à Champions.
Esvaziar as expectativas de conquista do título, numa equipa que, simultâneamente, se acha envolvida em outras competições, afigura-se-me extremamente perigoso, quiçá suicida.
As declarações de Koeman podem acarretar o centrar da concentração dos jogadores na procura da vitória na Taça ou na Champions, descurando, por completo, o campeonato.
Como disse, o campeonato não se esgota, hodiernamente, na obtenção do 1º lugar.
Alcandorar o 2º lugar não é desiderato despiciendo, face à garantia de acesso directo à champions.
Os clubes, de tão estrangulados financeiramente que estão, necessitam como de pão para a boca de receitas extraordinárias para fazer face aos deficit´s de tesouraria de que padecem.
A certeza da captação de cerca de, pelo menos, 5 milhões de Euros não pode ser desprezada.
Estabelecer um objectivo e dá-lo por não adquirido, implica, sempre, desmotivação.
E quando outras portas se acham abertas, implica, necessariamente, um canalizar unívoco de forças para a sua transposição.
Há que adaptar o discurso às circunstâncias, estabelecer novas metas ou afiançar a crença na prossecução dos objectivos inicialmente traçados por mais difícil que tal empreitada se afigure.
Koeman falha, rotundamente, neste aspecto.
É fraco na abordagem pública ao jogo, não raro é vê-lo exaltar as qualidades do adversário e a menorizar as suas hipóteses de sucesso.
Koeman perde nos "mind games" e as suas declarações de ontem são exemplo gritante disso.
segunda-feira, março 13, 2006
Selecção do Blog - N.ºs 10
Contabilizadas as vossas participações, os eleitos foram Deco e Carlos Martins.
Neste momento, temos já "convocados" Ricardo, Quim, Paulo Santos, Miguel, Paulo Ferreira, Nuno Valente, Marco Caneira, Ricardo Carvalho, Fernando Meira, Tonel, Petit, Tiago, João Moutinho, Figo, Cristiano Ronaldo, Quaresma, Simão, Deco e Carlos Martins.
Para hoje, proponho-vos a escolha dos pontas de lança, em número de três.
Aqui fica, desde já, a minha escolha Pauleta, Nuno Gomes e João Tomás.
O lugar remanescente será preenchido em votação livre, sem obediência a qualquer posição previamente determinada.
Neste momento, temos já "convocados" Ricardo, Quim, Paulo Santos, Miguel, Paulo Ferreira, Nuno Valente, Marco Caneira, Ricardo Carvalho, Fernando Meira, Tonel, Petit, Tiago, João Moutinho, Figo, Cristiano Ronaldo, Quaresma, Simão, Deco e Carlos Martins.
Para hoje, proponho-vos a escolha dos pontas de lança, em número de três.
Aqui fica, desde já, a minha escolha Pauleta, Nuno Gomes e João Tomás.
O lugar remanescente será preenchido em votação livre, sem obediência a qualquer posição previamente determinada.
Espaço Prof. Karamba - Taça de Portugal
O Espaço Prof. Karamba também se joga na Taça.
Assim, os jogos a palpitar são:
Jogo 1: SLBenfica/Guimarães;
Jogo 2: AAC/Sporting;
Jogo 3: Marítimo/FCPorto;
Jogo 4: Setúbal/Boavista.
Os resultados que contam são os verificados no final dos 90 minutos.
Como sempre, aqui deixo o meu palpite:
Jogo 1: 2/1
Jogo 2: 1/1
Jogo 3: 2/1
Jogo 4: 0/2
Assim, os jogos a palpitar são:
Jogo 1: SLBenfica/Guimarães;
Jogo 2: AAC/Sporting;
Jogo 3: Marítimo/FCPorto;
Jogo 4: Setúbal/Boavista.
Os resultados que contam são os verificados no final dos 90 minutos.
Como sempre, aqui deixo o meu palpite:
Jogo 1: 2/1
Jogo 2: 1/1
Jogo 3: 2/1
Jogo 4: 0/2
Espaço Prof. Karamba - Classificação Geral
1º Lugar: Zex - 38 pontos;
2º Lugar: Cavungi - 34 pontos;
3ª Lugar: Qualesma - 29 pontos;
4º Lugar: Meireles - 26 pontos;
5º Lugar: Paco Nassa, Carlos, Vicente Lemos e Holtreman - 25 pontos;
6º Lugar: Bota Abaixo - 22 pontos;
7º Lugar: Camachio e Sapo - 21 pontos;
8º Lugar: Broas - 20 pontos;
9º Lugar: Conático - 19 pontos;
10º Lugar: Prof. Venceslau - 18 pontos;
11º Lugar: Karalhounis - 17 pontos;
12º Lugar: Vermelho - 16 pontos;
13º Lugar: Vermelho Nuca - 15 pontos;
14º Lugar: Francisco Lázaro, Jorge Mínimo, Borbas, Mário Feliciano e Samsalameh - 12 pontos;
15º Lugar: Muceque - 10 pontos;
16º Lugar: Costa - 9 pontos;
17º Lugar: Matulona - 5 pontos;
18º Lugar: Astro Mendes - 2 pontos;
2º Lugar: Cavungi - 34 pontos;
3ª Lugar: Qualesma - 29 pontos;
4º Lugar: Meireles - 26 pontos;
5º Lugar: Paco Nassa, Carlos, Vicente Lemos e Holtreman - 25 pontos;
6º Lugar: Bota Abaixo - 22 pontos;
7º Lugar: Camachio e Sapo - 21 pontos;
8º Lugar: Broas - 20 pontos;
9º Lugar: Conático - 19 pontos;
10º Lugar: Prof. Venceslau - 18 pontos;
11º Lugar: Karalhounis - 17 pontos;
12º Lugar: Vermelho - 16 pontos;
13º Lugar: Vermelho Nuca - 15 pontos;
14º Lugar: Francisco Lázaro, Jorge Mínimo, Borbas, Mário Feliciano e Samsalameh - 12 pontos;
15º Lugar: Muceque - 10 pontos;
16º Lugar: Costa - 9 pontos;
17º Lugar: Matulona - 5 pontos;
18º Lugar: Astro Mendes - 2 pontos;
Espaço Prof. Karamba - Classificação Semanal
1º Lugar: Holtreman - 15 pontos;
2º Lugar: Bota Abaixo - 13 pontos;
3ª Lugar: Vicente Lemos, Mário Feliciano, Meireles - 12 pontos;
4º Lugar: Conático - 11 pontos;
5º Lugar: Carlos, Muceque, Zex, Qualesma - 10 pontos;
6º Lugar: Prof. Venceslau, Costa, Broas, Paco Nassa - 9 pontos;
7º Lugar: Vermelho Nunca - 8 pontos;
8º Lugar: Cavungi, Verdete - 7 pontos;
9º Lugar: Sapo, Camachio, Borbas - 4 pontos;
10º Lugar: Vermelho - 2 pontos;
2º Lugar: Bota Abaixo - 13 pontos;
3ª Lugar: Vicente Lemos, Mário Feliciano, Meireles - 12 pontos;
4º Lugar: Conático - 11 pontos;
5º Lugar: Carlos, Muceque, Zex, Qualesma - 10 pontos;
6º Lugar: Prof. Venceslau, Costa, Broas, Paco Nassa - 9 pontos;
7º Lugar: Vermelho Nunca - 8 pontos;
8º Lugar: Cavungi, Verdete - 7 pontos;
9º Lugar: Sapo, Camachio, Borbas - 4 pontos;
10º Lugar: Vermelho - 2 pontos;
Análise à Jornada do Fim de Semana
Jornada aziaga para o SLBenfica, que se atrasou, quase irremediavelmente, na luta pela revalidação do título nacional.
Na Luz, o SLBenfica dominou toda a partida, mas perdulário que se mostrou, não logrou vencer a partida.
Primeira parte marcada pelo efeito Liverpool, com o Benfica a entrar displicente, sem chama e sem agressividade, na presunção de que, minuto mais minuto, alcançaria um golo.
Ainda assim, criou e desperdiçou duas boas ocasiões de golo.
Esperava-se que, face ao estado das coisas, Koeman fizesse entrar Karagounis para o lugar de Beto.
Nada disso aconteceu, mas o balneário fez bem à equipa, apresentando-se, na segunda metade, com uma postura completamente diferenciada.
À nova atitude correspondeu, de imediato, um futebol de superior qualidade ao antes patenteado.
À passagem do primeiro quarto de hora, a expulsão, justa, de Franco, colocava o Benfica perante um cenário ainda mais animador.
Koeman, em superioridade numérica, não procedeu a qualquer alteração estrutural na equipa, antes preferindo retirar Manuel Fernandes (incompreensível manter-se Beto em campo) e Robert, lançando Karagounis e Marcel.
O futebol do Benfica ganhou ainda mais enlevo, surgindo ocasiões de golo em turbilhão.
Todavia, os jogadores benfiquista revelaram um inépcia total na finalização, destacando-se, neste particular, Anderson e Marcel.
Assim, tanto foi o desperdício que o Benfica acabou por empatar com uma Naval que, ainda hoje, deve estar a tentar compreender como foi possível almejar tamanho feito.
A Naval, pura e simplesmente, não existiu ofensivamente e defensivamente teve falhas tão clamorosas, que deveriam ter sido comprometedoras.
Se o Benfica falhou ocasiões soberanas de golo e, como tal, não logrou obter o golo que lhe daria a vitória no encontro, menos verdade não é que o Sr. Xistra também contribuiu para o desfecho verificado.
Não assinalar aquela falta sobre Léo é de bradar aos céus, é um insulto à inteligência de quem viu a partida, tão flagrante que foi o derrube.
Mas uma dúvida não paire - ainda que o Sr. Xistra tenha prejudicado indecentemente o Benfica, isso não invalida que o Benfica pudesse e devesse vencer o jogo.
Não é aceitável que o Benfica não derrote a Naval em sua casa, com ou sem erros de arbitragem.
A sua obrigação é vencer, seja contra 11, 10 ou 14.
O título surge, agora, como uma miragem.
Apenas uma conjugação improvável de resultados poderia guindar o Benfica ao lugar cimeiro da tabela.
Em Setúbal, confirmou-se tudo quanto havia predito na antevisão da partida.
Jogo em que os distintos momentos de forma por que passam as equipas ficaram bem patentes.
O FcPorto apresentou um futebol enleante, agradável, sustentado na superior qualidade técnica de Lucho e Quaresma.
Sem sombra de surpresa ou contestação, venceu com facilidade e inteiro mérito.
Nota para a atitude de Quaresma na primeira parte, cravando os pitons na perna de Adalto, a qual passou sem a devida punição do árbitro.
Em Alvalade, mais do mesmo.
Sem atingir patamar exibicional relevante, o Sporting, graças a uma superior concentração defensiva, venceu um Boavista, cuja qualidade do futebol, na segunda parte, surpreendeu.
O Sporting, apenas e tão só, em lances de bola parada logrou acercar-se da baliza de William.
No mais, em futebol corrido, foi confrangedora a qualidade da exibição leonina.
Um golo obtido na primeira parte da partida, num lance em que William não está isento de culpas, permitiu ao Sporting granjear a vantagem que lhe permitiu controlar as incidências da partida.
Em vantagem, o Sporting é, hoje por hoje, uma equipa muito difícil de bater.
Remete-se ao seu meio-terreno, fecha-se defensivamente, dá iniciativa de jogo ao adversário ( e como isso é penoso em Portugal, pois que são raras as equipas que conseguem assumir o jogo), inviabiliza o lançamento de ataques rápidos e de contra-ataques por parte do adversário e obriga o adversário a jogar num modelo contra-natura - em ataque continuado.
Paulo Bento segue um modelo muito semelhante ao de Trapattoni - contenção defensiva, agressividade a meio-campo, obrigando o adversário a assumir o jogo para, assim, jogar em contra-ataque ou em ataques rápidos.
Em ambas as equipas se encontra um outro ponto de contacto, qual seja um jogador que decide mais do que os outros e que resolve quando tal parece impossível - Simão no Benfica de Trap e Liedson no Sporting de Paulo Bento.
O Boavista teve de assumir o jogo e fê-lo muito bem, apresentando um futebol de elevada qualidade.
Todavia, o seu domínio foi, pouco mais do que, estéril, contando-se pelos dedos de uma só mão os remates que desferiu à baliza de Ricardo.
A estética do futebol boavisteiro não encontrou correspondência na criação e materialização de oportunidades de golo.
Foi o típico futebol português - bonito, mas ineficaz.
Acaso inexistissem balizas, o Boavista teria sido um inegável vencedor, tal como a selecção nacional já teria sido, e mais do que uma vez, campeã do mundo.
Mancha na vitória leonina foi o penalty não assinalado por falta de Tonel sobre Fary.
Não se argumente com uma situação de fora-de-jogo prévia de Fary, pois que o jogador senegâles está em linha no momento do cruzamento de Manuel José.
Nos restantes jogos, destaque para a vitória da minha Briosa, embora a exibição haja sido pouco mais do que paupérrima e para os sucessos forasteiros de Estrela e Leiria.
Na Luz, o SLBenfica dominou toda a partida, mas perdulário que se mostrou, não logrou vencer a partida.
Primeira parte marcada pelo efeito Liverpool, com o Benfica a entrar displicente, sem chama e sem agressividade, na presunção de que, minuto mais minuto, alcançaria um golo.
Ainda assim, criou e desperdiçou duas boas ocasiões de golo.
Esperava-se que, face ao estado das coisas, Koeman fizesse entrar Karagounis para o lugar de Beto.
Nada disso aconteceu, mas o balneário fez bem à equipa, apresentando-se, na segunda metade, com uma postura completamente diferenciada.
À nova atitude correspondeu, de imediato, um futebol de superior qualidade ao antes patenteado.
À passagem do primeiro quarto de hora, a expulsão, justa, de Franco, colocava o Benfica perante um cenário ainda mais animador.
Koeman, em superioridade numérica, não procedeu a qualquer alteração estrutural na equipa, antes preferindo retirar Manuel Fernandes (incompreensível manter-se Beto em campo) e Robert, lançando Karagounis e Marcel.
O futebol do Benfica ganhou ainda mais enlevo, surgindo ocasiões de golo em turbilhão.
Todavia, os jogadores benfiquista revelaram um inépcia total na finalização, destacando-se, neste particular, Anderson e Marcel.
Assim, tanto foi o desperdício que o Benfica acabou por empatar com uma Naval que, ainda hoje, deve estar a tentar compreender como foi possível almejar tamanho feito.
A Naval, pura e simplesmente, não existiu ofensivamente e defensivamente teve falhas tão clamorosas, que deveriam ter sido comprometedoras.
Se o Benfica falhou ocasiões soberanas de golo e, como tal, não logrou obter o golo que lhe daria a vitória no encontro, menos verdade não é que o Sr. Xistra também contribuiu para o desfecho verificado.
Não assinalar aquela falta sobre Léo é de bradar aos céus, é um insulto à inteligência de quem viu a partida, tão flagrante que foi o derrube.
Mas uma dúvida não paire - ainda que o Sr. Xistra tenha prejudicado indecentemente o Benfica, isso não invalida que o Benfica pudesse e devesse vencer o jogo.
Não é aceitável que o Benfica não derrote a Naval em sua casa, com ou sem erros de arbitragem.
A sua obrigação é vencer, seja contra 11, 10 ou 14.
O título surge, agora, como uma miragem.
Apenas uma conjugação improvável de resultados poderia guindar o Benfica ao lugar cimeiro da tabela.
Em Setúbal, confirmou-se tudo quanto havia predito na antevisão da partida.
Jogo em que os distintos momentos de forma por que passam as equipas ficaram bem patentes.
O FcPorto apresentou um futebol enleante, agradável, sustentado na superior qualidade técnica de Lucho e Quaresma.
Sem sombra de surpresa ou contestação, venceu com facilidade e inteiro mérito.
Nota para a atitude de Quaresma na primeira parte, cravando os pitons na perna de Adalto, a qual passou sem a devida punição do árbitro.
Em Alvalade, mais do mesmo.
Sem atingir patamar exibicional relevante, o Sporting, graças a uma superior concentração defensiva, venceu um Boavista, cuja qualidade do futebol, na segunda parte, surpreendeu.
O Sporting, apenas e tão só, em lances de bola parada logrou acercar-se da baliza de William.
No mais, em futebol corrido, foi confrangedora a qualidade da exibição leonina.
Um golo obtido na primeira parte da partida, num lance em que William não está isento de culpas, permitiu ao Sporting granjear a vantagem que lhe permitiu controlar as incidências da partida.
Em vantagem, o Sporting é, hoje por hoje, uma equipa muito difícil de bater.
Remete-se ao seu meio-terreno, fecha-se defensivamente, dá iniciativa de jogo ao adversário ( e como isso é penoso em Portugal, pois que são raras as equipas que conseguem assumir o jogo), inviabiliza o lançamento de ataques rápidos e de contra-ataques por parte do adversário e obriga o adversário a jogar num modelo contra-natura - em ataque continuado.
Paulo Bento segue um modelo muito semelhante ao de Trapattoni - contenção defensiva, agressividade a meio-campo, obrigando o adversário a assumir o jogo para, assim, jogar em contra-ataque ou em ataques rápidos.
Em ambas as equipas se encontra um outro ponto de contacto, qual seja um jogador que decide mais do que os outros e que resolve quando tal parece impossível - Simão no Benfica de Trap e Liedson no Sporting de Paulo Bento.
O Boavista teve de assumir o jogo e fê-lo muito bem, apresentando um futebol de elevada qualidade.
Todavia, o seu domínio foi, pouco mais do que, estéril, contando-se pelos dedos de uma só mão os remates que desferiu à baliza de Ricardo.
A estética do futebol boavisteiro não encontrou correspondência na criação e materialização de oportunidades de golo.
Foi o típico futebol português - bonito, mas ineficaz.
Acaso inexistissem balizas, o Boavista teria sido um inegável vencedor, tal como a selecção nacional já teria sido, e mais do que uma vez, campeã do mundo.
Mancha na vitória leonina foi o penalty não assinalado por falta de Tonel sobre Fary.
Não se argumente com uma situação de fora-de-jogo prévia de Fary, pois que o jogador senegâles está em linha no momento do cruzamento de Manuel José.
Nos restantes jogos, destaque para a vitória da minha Briosa, embora a exibição haja sido pouco mais do que paupérrima e para os sucessos forasteiros de Estrela e Leiria.
sexta-feira, março 10, 2006
Sorteio da Champions
Calhou-nos em sorte, em azar melhor dizendo, o Barcelona (para gáudio de muitos...).
A par da Juventus e do Milan, as equipas que não desejava de todo.
Hoje por hoje, o Barça é só a melhor equipa europeia, como aliás a eliminatória com o Chelsea bem o demonstrou.
Mas, desenganem-se, não estou, nem nunca estarei, derrotado à partida.
É difícil, muito difícil, mas não impossível.
Parece-me imprescindível não sofrer golos em casa, pois que me parece termos capacidade para marcar golos em Camp Nou.
O Barça é uma equipa muito ofensiva que concede espaço para o contra-ataque e se há situação de jogo em que o Benfica se mostra extremamente competente é precisamente essa.
O Barça executará, lá e cá, uma pressão alta muito forte e a forma como o Benfica conseguir contornar essa dificuldade será determinante.
O carrossel ofensivo protagonizado por Deco e Ronaldinho é terrível, anulá-lo será outro dos pontos chave da partida.
Impedir espaços a Eto´o e concentração máxima nas bolas paradas outros factores a não descurar.
Evitar incorrer em faltas nas imediações da área mostra-se, igualmente, essencial.
Não somos, de todo, favoritos, o que poderá, desde logo, funcionar a nosso favor.
Temos jogadores ávidos dos grandes palcos e da projecção que este jogos acarretam.
Temos jogadores com "ganas" de demonstrarem que os dirigentes do Barça se equivocaram quando os dispensaram - Simão e Geovanni.
Temos um treinador que será, talvez, um dos mais respeitados e idolatrados jogadores que passaram pelo Barça e que deseja, ardentemente, um dia alcandorar-se à condição de treinador principal do clube.
Temos, portanto, motivação a rodos.
Se apresentarmos a atitude dos jogos com Manchester e Liverpool, jogando no máximo da concentração e nos limites da entrega, podemos surpreender.
Por outro lado, como Manchester e Liverpool, o Barça não espera outra coisa que não seja a vitória e esse estado de espírito poderá fazê-los descansar em demasia.
O Benfica surge aos olhos do Barça como a melhor equipa que lhes poderia ter saído em sorte.
É, seguramente, uma vantagem para nós.
Messi está lesionado, mas ainda há Ronaldinho, Deco, Eto´o, Giuly, Puyol, Belleti e Larsson.
O Barcelona apresenta, sem sombra de dúvida, um onze "galáctico", mas David, também, derrotou Golias...
A par da Juventus e do Milan, as equipas que não desejava de todo.
Hoje por hoje, o Barça é só a melhor equipa europeia, como aliás a eliminatória com o Chelsea bem o demonstrou.
Mas, desenganem-se, não estou, nem nunca estarei, derrotado à partida.
É difícil, muito difícil, mas não impossível.
Parece-me imprescindível não sofrer golos em casa, pois que me parece termos capacidade para marcar golos em Camp Nou.
O Barça é uma equipa muito ofensiva que concede espaço para o contra-ataque e se há situação de jogo em que o Benfica se mostra extremamente competente é precisamente essa.
O Barça executará, lá e cá, uma pressão alta muito forte e a forma como o Benfica conseguir contornar essa dificuldade será determinante.
O carrossel ofensivo protagonizado por Deco e Ronaldinho é terrível, anulá-lo será outro dos pontos chave da partida.
Impedir espaços a Eto´o e concentração máxima nas bolas paradas outros factores a não descurar.
Evitar incorrer em faltas nas imediações da área mostra-se, igualmente, essencial.
Não somos, de todo, favoritos, o que poderá, desde logo, funcionar a nosso favor.
Temos jogadores ávidos dos grandes palcos e da projecção que este jogos acarretam.
Temos jogadores com "ganas" de demonstrarem que os dirigentes do Barça se equivocaram quando os dispensaram - Simão e Geovanni.
Temos um treinador que será, talvez, um dos mais respeitados e idolatrados jogadores que passaram pelo Barça e que deseja, ardentemente, um dia alcandorar-se à condição de treinador principal do clube.
Temos, portanto, motivação a rodos.
Se apresentarmos a atitude dos jogos com Manchester e Liverpool, jogando no máximo da concentração e nos limites da entrega, podemos surpreender.
Por outro lado, como Manchester e Liverpool, o Barça não espera outra coisa que não seja a vitória e esse estado de espírito poderá fazê-los descansar em demasia.
O Benfica surge aos olhos do Barça como a melhor equipa que lhes poderia ter saído em sorte.
É, seguramente, uma vantagem para nós.
Messi está lesionado, mas ainda há Ronaldinho, Deco, Eto´o, Giuly, Puyol, Belleti e Larsson.
O Barcelona apresenta, sem sombra de dúvida, um onze "galáctico", mas David, também, derrotou Golias...
Antevisão da Jornada - Setúbal/FCPorto
Considerações Gerais:
Jogo em que o Porto, tradicionalmente, não enfrenta grandes dificuldades (não perde há 22 anos na terra do choco frito).
Setúbal em ciclo claramente descendente, com naturais dificuldades em manter o nível das prestações da primeira volta.
Duelo entre treinadores contestados, embora por razões perfeitamente distintas (esquema táctico adoptado num caso e crise de resultados noutro).
Jogo de prognóstico favorável ao Porto.
Esquemas Tácticos:
O Setúbal ir-se-á apresentar em 4x3x2x1, com uma linha de quatro defesas, três trincos, dois alas e um avançado móvel.
O Porto alinhará, no mui contestado, 3x3x4, com três defesas, um médio de cobertura que actuará como pendulo, ora central quando a defender, ora trinco quando em posse de bola, dois outros médios centrais, quatro avançados, dois centrais e dois alas.
Equipas Prováveis:
Setúbal - Rubinho, Janício, Auri, Verissímo e Adalto, Binho, Ricardo Chaves e Sandro, Bruno Ribeiro, Sougou e Varela ou Carlitos
Porto - Baía, Bosingwa, Pepe e Pedro Emanuel, Paulo Assunção, Raúl Meireles e Lucho, Quaresma, Adriano, McCarthy e Cech
Pontos Fortes: (para este jogo)
Tranquilidade classificativa e desejo de projecção dos jogadores por parte do Setúbal, Liderança por banda do Porto
Pontos Fracos: (para este jogo)
O clima gerado em torno dos treinadores
Jogo em que o Porto, tradicionalmente, não enfrenta grandes dificuldades (não perde há 22 anos na terra do choco frito).
Setúbal em ciclo claramente descendente, com naturais dificuldades em manter o nível das prestações da primeira volta.
Duelo entre treinadores contestados, embora por razões perfeitamente distintas (esquema táctico adoptado num caso e crise de resultados noutro).
Jogo de prognóstico favorável ao Porto.
Esquemas Tácticos:
O Setúbal ir-se-á apresentar em 4x3x2x1, com uma linha de quatro defesas, três trincos, dois alas e um avançado móvel.
O Porto alinhará, no mui contestado, 3x3x4, com três defesas, um médio de cobertura que actuará como pendulo, ora central quando a defender, ora trinco quando em posse de bola, dois outros médios centrais, quatro avançados, dois centrais e dois alas.
Equipas Prováveis:
Setúbal - Rubinho, Janício, Auri, Verissímo e Adalto, Binho, Ricardo Chaves e Sandro, Bruno Ribeiro, Sougou e Varela ou Carlitos
Porto - Baía, Bosingwa, Pepe e Pedro Emanuel, Paulo Assunção, Raúl Meireles e Lucho, Quaresma, Adriano, McCarthy e Cech
Pontos Fortes: (para este jogo)
Tranquilidade classificativa e desejo de projecção dos jogadores por parte do Setúbal, Liderança por banda do Porto
Pontos Fracos: (para este jogo)
O clima gerado em torno dos treinadores
Antevisão da Jornada - SportingCP/Boavista
Considerações Gerais:
Jogo entre as equipas com melhor performance nesta segunda volta.
Penso que será uma partida muito jogada a meio-campo, com marcações apertadas, pautada pela expectativa.
O Sporting apostará, uma vez mais, numa estratégia de paciência, procurando o erro adversário.
Pressão alta, preenchimento dos espaços centrais, boa circulação de bola a meio-campo e mobilidade dos avançados deverão ser as principais notas do modelo de jogo de Paulo Bento.
O Boavista, de igual forma, ir-se-á manter na expectativa, fazendo da agressividade a meio-campo a pedra de toque do seu futebol.
Zé Manel e Paulo Jorge serão os trunfos do contra-ataque.
Será, certamente, um jogo de resultado curto, muito disputado, em que será difícil ao Boavista terminá-lo com onze jogadores em campo.
Esquemas Tácticos:
O Sporting deverá apresentar-se em 4x1x2x1x2, com uma linha de quatro defesas, um meio-campo em losango e dois avançados móveis na frente.
O Boavista deverá alinhar em 4x2x1x2x1, com quatro defesas, dois trincos, um médio mais ofensivo, dois alas bem abertos e um ponta de lança.
Equipas Prováveis:
Sporting - Ricardo, Abel, Polga, Tonel e Caneira, Custódio, Moutinho, Nani e Sá Pinto, Liedson e Koke;
Boavista - William, Manuel José, Ricardo Silva, Cissé e Areias, Lucas, Paulo Sousa, Figueiredo, Zé Manel, Paulo Jorge e Fary.
Pontos Fortes: (para este jogo)
Motivação própria de um ciclo vitorioso em ambas as equipas
Pontos Fracos: (para este jogo)
Pressão da massa associativa fruto das vitórias alcançadas no Sporting e as ausências de Cadu, Hélder Rosário, Tiago e João Pinto no Boavista.
Jogo entre as equipas com melhor performance nesta segunda volta.
Penso que será uma partida muito jogada a meio-campo, com marcações apertadas, pautada pela expectativa.
O Sporting apostará, uma vez mais, numa estratégia de paciência, procurando o erro adversário.
Pressão alta, preenchimento dos espaços centrais, boa circulação de bola a meio-campo e mobilidade dos avançados deverão ser as principais notas do modelo de jogo de Paulo Bento.
O Boavista, de igual forma, ir-se-á manter na expectativa, fazendo da agressividade a meio-campo a pedra de toque do seu futebol.
Zé Manel e Paulo Jorge serão os trunfos do contra-ataque.
Será, certamente, um jogo de resultado curto, muito disputado, em que será difícil ao Boavista terminá-lo com onze jogadores em campo.
Esquemas Tácticos:
O Sporting deverá apresentar-se em 4x1x2x1x2, com uma linha de quatro defesas, um meio-campo em losango e dois avançados móveis na frente.
O Boavista deverá alinhar em 4x2x1x2x1, com quatro defesas, dois trincos, um médio mais ofensivo, dois alas bem abertos e um ponta de lança.
Equipas Prováveis:
Sporting - Ricardo, Abel, Polga, Tonel e Caneira, Custódio, Moutinho, Nani e Sá Pinto, Liedson e Koke;
Boavista - William, Manuel José, Ricardo Silva, Cissé e Areias, Lucas, Paulo Sousa, Figueiredo, Zé Manel, Paulo Jorge e Fary.
Pontos Fortes: (para este jogo)
Motivação própria de um ciclo vitorioso em ambas as equipas
Pontos Fracos: (para este jogo)
Pressão da massa associativa fruto das vitórias alcançadas no Sporting e as ausências de Cadu, Hélder Rosário, Tiago e João Pinto no Boavista.
Antevisão da Jornada - SLBenfica/Naval
Considerações Gerais:
O grande problema que o Benfica terá de enfrentar radica na estabilização do quadro emocional dos seus jogadores e da sua massa adepta após a vitória de Liverpool.
Manter os indíces de concentração e motivação elevados é tarefa quase hercúlea, mas imperiosa.
Penso que Koeman irá introduzir algumas alterações no onze, mormente substituindo Alcides por Nélson, Anderson por Ricardo Rocha e Nuno Gomes por Miccoli ou Karagounis.
A Naval apresentar-se-á numa estratégia de contenção, procurando, num lance de contra-ataque, chegar ao golo, através da velocidade de Lito e Fajardo ou da codícia de Fogaça.
Especial atenção deverá merecer, igualmente, Franco, aquando da marcação de cantos ou de livres laterais no último terço.
Esquemas Tácticos:
Quaisquer que sejam os jogadores a compor o onze, o Benfica não deverá abdicar do seu habitual 4x2x2x1x1;
A Naval, por seu turno, deverá optar por jogar em 4x3x3, quando em acção ofensiva, que se transformará num 4x5x1 quando em acção defensiva.
Equipas Prováveis:
Benfica - Moretto, Nélson, Luisão, Ricardo Rocha e Léo, Beto, Manuel Fernandes, Simão, Robert, Miccoli e Giovanni;
Naval - Taborda, Carlitos, Franco, Nélson Veiga e China, Gilmar, Solimar, Tiago Fraga, Fajardo, Fogaça e Lito;
Pontos Fortes: (para este jogo)
Indíces de motivação elevados e apoio do público por parte do Benfica, nada a perder por banda da Naval.
Pontos Fracos: (para este jogo)
O clima de euforia e a ausência de Petit no Benfica e a intranquilidade gerada pela classificação na Naval.
O grande problema que o Benfica terá de enfrentar radica na estabilização do quadro emocional dos seus jogadores e da sua massa adepta após a vitória de Liverpool.
Manter os indíces de concentração e motivação elevados é tarefa quase hercúlea, mas imperiosa.
Penso que Koeman irá introduzir algumas alterações no onze, mormente substituindo Alcides por Nélson, Anderson por Ricardo Rocha e Nuno Gomes por Miccoli ou Karagounis.
A Naval apresentar-se-á numa estratégia de contenção, procurando, num lance de contra-ataque, chegar ao golo, através da velocidade de Lito e Fajardo ou da codícia de Fogaça.
Especial atenção deverá merecer, igualmente, Franco, aquando da marcação de cantos ou de livres laterais no último terço.
Esquemas Tácticos:
Quaisquer que sejam os jogadores a compor o onze, o Benfica não deverá abdicar do seu habitual 4x2x2x1x1;
A Naval, por seu turno, deverá optar por jogar em 4x3x3, quando em acção ofensiva, que se transformará num 4x5x1 quando em acção defensiva.
Equipas Prováveis:
Benfica - Moretto, Nélson, Luisão, Ricardo Rocha e Léo, Beto, Manuel Fernandes, Simão, Robert, Miccoli e Giovanni;
Naval - Taborda, Carlitos, Franco, Nélson Veiga e China, Gilmar, Solimar, Tiago Fraga, Fajardo, Fogaça e Lito;
Pontos Fortes: (para este jogo)
Indíces de motivação elevados e apoio do público por parte do Benfica, nada a perder por banda da Naval.
Pontos Fracos: (para este jogo)
O clima de euforia e a ausência de Petit no Benfica e a intranquilidade gerada pela classificação na Naval.
Selecção do Blog - Desempate
Contabilizadas as vossas participações, verificou-se um empate entre Carlos Martins e João Vieira Pinto na eleição do segundo dos números 10 da nossa selecção (Deco foi eleito por unânimidade).
Assim, peço-vos que desempatem este pleito, optando por Carlos Martins ou João Vieira Pinto.
Assim, peço-vos que desempatem este pleito, optando por Carlos Martins ou João Vieira Pinto.
Breve recomendação
Não vejam no que irei escrever qualquer pretensiosismo ou paternalismo.
Penso que, ontem, neste espaço, se ultrapassou, claramente, a medida do aceitável na postura que deve nortear a convivência social.
Recorrer ao insulto pessoal, a impropérios racistas e a considerações xenófobas não é próprio de pessoas civilizadas e bem formadas como, estou certo, todos quantos participam neste espaço são.
Discutir acaloradamente os diversos temas que coloco à vossa consideração não é, nem pode ser sinónimo de falta de respeito, consideração e educação.
Ser deste ou daquele clube não nos pode "cegar" ao ponto de resvalarmos para a utilização de epítetos injuriosos da honra e consideração que cada um de nós deve merecer dos restantes.
Opinar não é, nem deve ser insultar, achincalhar ou mal tratar.
Nunca foi minha intenção exercer qualquer tipo de controlo ou censura sobre os vossos comentários, nem o farei, mas peço-vos que evitem prosas como as de ontem.
Vamos manter a elevação, a inteligência, o sarcasmo, a fina ironia e a boa disposição que têm pautado, quase sempre, as vossas intervenções neste espaço.
A todos o meu muito obrigado pelos brilhantes, ainda que muitos se destinem a zurzir em mim, comentários.
Muito me têm divertido.
Continuem a participar, pois que sem vós este blog não faz qualquer sentido.
Abraço.
Penso que, ontem, neste espaço, se ultrapassou, claramente, a medida do aceitável na postura que deve nortear a convivência social.
Recorrer ao insulto pessoal, a impropérios racistas e a considerações xenófobas não é próprio de pessoas civilizadas e bem formadas como, estou certo, todos quantos participam neste espaço são.
Discutir acaloradamente os diversos temas que coloco à vossa consideração não é, nem pode ser sinónimo de falta de respeito, consideração e educação.
Ser deste ou daquele clube não nos pode "cegar" ao ponto de resvalarmos para a utilização de epítetos injuriosos da honra e consideração que cada um de nós deve merecer dos restantes.
Opinar não é, nem deve ser insultar, achincalhar ou mal tratar.
Nunca foi minha intenção exercer qualquer tipo de controlo ou censura sobre os vossos comentários, nem o farei, mas peço-vos que evitem prosas como as de ontem.
Vamos manter a elevação, a inteligência, o sarcasmo, a fina ironia e a boa disposição que têm pautado, quase sempre, as vossas intervenções neste espaço.
A todos o meu muito obrigado pelos brilhantes, ainda que muitos se destinem a zurzir em mim, comentários.
Muito me têm divertido.
Continuem a participar, pois que sem vós este blog não faz qualquer sentido.
Abraço.
quinta-feira, março 09, 2006
Espaço prof. Karamba - Jornada do Próximo Fim de Semana
Os jogos a palpitar são os seguintes:
Jogo 1: SLBenfica/Naval;
Jogo2: Sporting CP/Boavista;
Jogo 3: Setúbal/FCPorto
Como sempre, faço, desde já, os meus prognósticos:
Jogo 1: 3-1
Jogo 2: 1-1
Jogo 3: 2-1
Jogo 1: SLBenfica/Naval;
Jogo2: Sporting CP/Boavista;
Jogo 3: Setúbal/FCPorto
Como sempre, faço, desde já, os meus prognósticos:
Jogo 1: 3-1
Jogo 2: 1-1
Jogo 3: 2-1
Espaço Prof. Karamba - Classificação Geral
1º Lugar: Zex - 28 pontos;
2º Lugar: Cavungi - 27 pontos;
3ª Lugar: Qualesma - 19 pontos;
4º Lugar: Karalhounis, Camachio e Sapo - 17 pontos;
5º Lugar: Paco Nassa - 16 pontos;
6º Lugar: Carlos - 15 pontos;
7º Lugar: Vermelho e Meireles - 14 pontos;
8º Lugar: Vicente Lemos - 13 pontos;
9º Lugar: Francisco Lázaro, Jorge Mínimo e Samsalameh - 12 pontos;
10º Lugar: Broas - 11 pontos;
11º Lugar: Holtreman - 10 pontos;
12º Lugar: Bota Abaixo e Prof. Venceslau - 9 pontos;
13º Lugar: Borbas e Conático - 8 pontos;
14º Lugar: Vermelho Nunca - 7 pontos;
15º Lugar: Matulona - 5 pontos;
16º Lugar: Astro Mendes - 2 pontos;
2º Lugar: Cavungi - 27 pontos;
3ª Lugar: Qualesma - 19 pontos;
4º Lugar: Karalhounis, Camachio e Sapo - 17 pontos;
5º Lugar: Paco Nassa - 16 pontos;
6º Lugar: Carlos - 15 pontos;
7º Lugar: Vermelho e Meireles - 14 pontos;
8º Lugar: Vicente Lemos - 13 pontos;
9º Lugar: Francisco Lázaro, Jorge Mínimo e Samsalameh - 12 pontos;
10º Lugar: Broas - 11 pontos;
11º Lugar: Holtreman - 10 pontos;
12º Lugar: Bota Abaixo e Prof. Venceslau - 9 pontos;
13º Lugar: Borbas e Conático - 8 pontos;
14º Lugar: Vermelho Nunca - 7 pontos;
15º Lugar: Matulona - 5 pontos;
16º Lugar: Astro Mendes - 2 pontos;
Espaço Prof. Karamba - Classificação da ronda europeia
1º Lugar: Vicente Lemos, Sapo e Camachio - 5 pontos;
2º Lugar: Paco Nassa - 4 pontos;
3º Lugar: Prof. Venceslau - 3 pontos;
4ª Lugar: Jorge Mínimo, Samsalameh, Karalhounis, Astromendes, Vermelho Nunca, Qualesma, Meireles e
Cavungi - 2 pontos;
5º Lugar: Vermelho, Bota Abaixo, Holtreman, Borbas, Conático, Carlos, Broas, Bota Abaixo, Zex - 0 pontos;
2º Lugar: Paco Nassa - 4 pontos;
3º Lugar: Prof. Venceslau - 3 pontos;
4ª Lugar: Jorge Mínimo, Samsalameh, Karalhounis, Astromendes, Vermelho Nunca, Qualesma, Meireles e
Cavungi - 2 pontos;
5º Lugar: Vermelho, Bota Abaixo, Holtreman, Borbas, Conático, Carlos, Broas, Bota Abaixo, Zex - 0 pontos;
Selecção do Blog - Alas
Contabilizadas as vossas participações, os eleitos foram Figo, Cristiano Ronaldo, Quaresma e Simão.
Neste momento, temos já "convocados" Ricardo, Quim, Paulo Santos, Miguel, Paulo Ferreira, Nuno Valente, Marco Caneira, Ricardo Carvalho, Fernando Meira, Tonel, Petit, Tiago, João Moutinho, Figo, Cristiano Ronaldo, Quaresma e Simão.
Para hoje, proponho-vos a escolha dos números 10, em número de dois.
Aqui fica, desde já, a minha escolha Deco e João Vieira Pinto.
Neste momento, temos já "convocados" Ricardo, Quim, Paulo Santos, Miguel, Paulo Ferreira, Nuno Valente, Marco Caneira, Ricardo Carvalho, Fernando Meira, Tonel, Petit, Tiago, João Moutinho, Figo, Cristiano Ronaldo, Quaresma e Simão.
Para hoje, proponho-vos a escolha dos números 10, em número de dois.
Aqui fica, desde já, a minha escolha Deco e João Vieira Pinto.
Uma noite à Benfica!
Ontem, em Anfield Road, escreveu-se mais uma página brilhante na já de si gloriosa história do SLBenfica.
Exibição personalizada, pletórica de crer, raça e classe.
Koeman deixou-se de peias e temores, apresentando um onze ambicioso.
Prescindiu de um médio construtor como Karagounis, erigindo Nuno Gomes à condição de pivot de toda a manobra ofensiva e de primeiro tampão à construção atacante do Liverpool.
Tal como havia escrito, os primeiros vinte minutos foram de sufoco, com o Liverpool a criar três boas oportunidades de golo - o poste e Moretto evitaram o pior.
Mas, paulatinamente, o Benfica foi-se estabilizando emocionalmente.
A posse de bola foi crescendo, as marcações foram-se sincronizando e o Benfica começou a entrar, verdadeiramente, no jogo.
Estava dobrado o cabo das tormentas e os jogadores começaram a soltar-se.
Quando Giovanni desferiu o remate que a barra devolveu, a tendência do jogo inverteu-se inexoravelmente.
A partir daí, ainda que o Liverpool continuasse a dispor de mais posse de bola, o Benfica assenhorou-se do jogo, tomando as rédeas da partida, controlando as incidências.
Volvidos escassos minutos, numa jogada de contra-ataque, Simão desfere remate sublime, fazendo o primeiro golo da partida.
Invertera-se, definitivamente, o estado de espírito das equipas.
O Benfica assumiu-se, ainda mais, crente nas suas capacidades e o Liverpool entrou em depressão.
Na segunda parte, ainda que os primeiros vinte minutos hajam sido, uma vez mais, difíceis, não o foram em medida semelhante à da primeira metade, o Benfica controlou o jogo a seu bel prazer.
O Liverpool mostrou-se sempre incapaz de criar ocasiões de real perigo, não conseguindo entrar na área benfiquista.
Limitava-se a despejar bolas para a cabeça de Crouch e a procurar remates de longa distância.
O futebol do Liverpool emergiu falho de criatividade, excessivamente estereotipado.
Beto anulou Gerrard e o futebol ofensivo do Liverpool eclipsou-se.
O Benfica, por seu turno, mantinha elevados indíces de concentração, denotando uma organização defensiva exemplar, espreitando, sempre que possível, o contra-ataque.
No terminus da partida, beneficiando do desespero do Liverpool, que na sua ânsia de alcançar um golo desguarneceu a sua defensiva, Miccoli, em mais uma execução técnica perfeita, fez o 0-2.
Jogo intenso, emotivo, decidido pela classe de dois grandes executantes e pelo labor, concentração, suor, garra e crença dos restantes nove.
O Benfica jogou como equipa, elevando o colectivo ao estatuto de estrela maior.
Neste jogo até Koeman fez exibição a roçar a perfeição - escolha correcta do onze, demonstrando vontade de ganhar e confiança na equipa, substituições a preceito, no que toca aos jogadores e ao momento da sua efectivação, sistema táctico e modelo de jogo acertadíssimos.
Exibição enorme de Luisão e Anderson, insuperáveis, de Manuel Fernandes, a ocupar o espaço central, a recuperar bolas e a gerir os ritmos do jogo, de Simão, quanto mais não fosse pelo golo fantástico que marcou e pelos sinais de evidente melhoria na sua condição que deixou (este golo pode catapultá-lo para um final de época em grande).
Os restantes foram, igualmente, grandes, destacando-se a entrega ao jogo, o voluntarismo, o espírito de grupo e a solidariedade que todos patentearam.
Nota menos para Robert, passou, completamente, ao lado do jogo, parecendo, sempre, um corpo estranho na equipa, para Nuno Gomes, que embora tendo dado tudo de si, se encontra em manifesta má forma e incorreu em dois erros crassos (uma perda de bola na sua zona defensiva na 1ª parte que propocionou o remate de Crouch ao poste e uma perda de bola em zona ofensiva quando tinha Léo completamente desmarcado), para Moretto, que não obstante tenha realizado duas defesas de elevado grau de dificuldade, transmitiu uma preocupante ideia de insegurança no jogo aéreo.
O Benfica foi melhor que o Liverpool no conjunto dos dois jogos, mostrou mais e melhor organização, mais vontade de triunfar e mais e melhores individualidades.
Curiosa foi a coincidência no score alcançado pelo Benfica, esta época, no confronto com os dois últimos campeões europeus: 3-0 no conjunto dos dois jogos, com 1-0 em casa e 0-2 fora.
Vitória meritória, sem pinga de contestação.
Referência final para a actuação do árbitro e seus auxiliares que prejudicaram, e muito, o SL Benfica.
Fora de jogo mal assinalado a Geovanni no dealbar da partida, sendo que no desenrolar do lance se impunha a expulsão de Finnan.
Fora de jogo de mal assinalado a Nuno Gomes na segunda parte, quando se encontrava em posição muito favorável para visar a baliza de Reina.
Na dúvida assinalou sempre em favor do Liverpool.
Mas tudo ultrapassamos, vencendo de forma indubitável.
Exibição personalizada, pletórica de crer, raça e classe.
Koeman deixou-se de peias e temores, apresentando um onze ambicioso.
Prescindiu de um médio construtor como Karagounis, erigindo Nuno Gomes à condição de pivot de toda a manobra ofensiva e de primeiro tampão à construção atacante do Liverpool.
Tal como havia escrito, os primeiros vinte minutos foram de sufoco, com o Liverpool a criar três boas oportunidades de golo - o poste e Moretto evitaram o pior.
Mas, paulatinamente, o Benfica foi-se estabilizando emocionalmente.
A posse de bola foi crescendo, as marcações foram-se sincronizando e o Benfica começou a entrar, verdadeiramente, no jogo.
Estava dobrado o cabo das tormentas e os jogadores começaram a soltar-se.
Quando Giovanni desferiu o remate que a barra devolveu, a tendência do jogo inverteu-se inexoravelmente.
A partir daí, ainda que o Liverpool continuasse a dispor de mais posse de bola, o Benfica assenhorou-se do jogo, tomando as rédeas da partida, controlando as incidências.
Volvidos escassos minutos, numa jogada de contra-ataque, Simão desfere remate sublime, fazendo o primeiro golo da partida.
Invertera-se, definitivamente, o estado de espírito das equipas.
O Benfica assumiu-se, ainda mais, crente nas suas capacidades e o Liverpool entrou em depressão.
Na segunda parte, ainda que os primeiros vinte minutos hajam sido, uma vez mais, difíceis, não o foram em medida semelhante à da primeira metade, o Benfica controlou o jogo a seu bel prazer.
O Liverpool mostrou-se sempre incapaz de criar ocasiões de real perigo, não conseguindo entrar na área benfiquista.
Limitava-se a despejar bolas para a cabeça de Crouch e a procurar remates de longa distância.
O futebol do Liverpool emergiu falho de criatividade, excessivamente estereotipado.
Beto anulou Gerrard e o futebol ofensivo do Liverpool eclipsou-se.
O Benfica, por seu turno, mantinha elevados indíces de concentração, denotando uma organização defensiva exemplar, espreitando, sempre que possível, o contra-ataque.
No terminus da partida, beneficiando do desespero do Liverpool, que na sua ânsia de alcançar um golo desguarneceu a sua defensiva, Miccoli, em mais uma execução técnica perfeita, fez o 0-2.
Jogo intenso, emotivo, decidido pela classe de dois grandes executantes e pelo labor, concentração, suor, garra e crença dos restantes nove.
O Benfica jogou como equipa, elevando o colectivo ao estatuto de estrela maior.
Neste jogo até Koeman fez exibição a roçar a perfeição - escolha correcta do onze, demonstrando vontade de ganhar e confiança na equipa, substituições a preceito, no que toca aos jogadores e ao momento da sua efectivação, sistema táctico e modelo de jogo acertadíssimos.
Exibição enorme de Luisão e Anderson, insuperáveis, de Manuel Fernandes, a ocupar o espaço central, a recuperar bolas e a gerir os ritmos do jogo, de Simão, quanto mais não fosse pelo golo fantástico que marcou e pelos sinais de evidente melhoria na sua condição que deixou (este golo pode catapultá-lo para um final de época em grande).
Os restantes foram, igualmente, grandes, destacando-se a entrega ao jogo, o voluntarismo, o espírito de grupo e a solidariedade que todos patentearam.
Nota menos para Robert, passou, completamente, ao lado do jogo, parecendo, sempre, um corpo estranho na equipa, para Nuno Gomes, que embora tendo dado tudo de si, se encontra em manifesta má forma e incorreu em dois erros crassos (uma perda de bola na sua zona defensiva na 1ª parte que propocionou o remate de Crouch ao poste e uma perda de bola em zona ofensiva quando tinha Léo completamente desmarcado), para Moretto, que não obstante tenha realizado duas defesas de elevado grau de dificuldade, transmitiu uma preocupante ideia de insegurança no jogo aéreo.
O Benfica foi melhor que o Liverpool no conjunto dos dois jogos, mostrou mais e melhor organização, mais vontade de triunfar e mais e melhores individualidades.
Curiosa foi a coincidência no score alcançado pelo Benfica, esta época, no confronto com os dois últimos campeões europeus: 3-0 no conjunto dos dois jogos, com 1-0 em casa e 0-2 fora.
Vitória meritória, sem pinga de contestação.
Referência final para a actuação do árbitro e seus auxiliares que prejudicaram, e muito, o SL Benfica.
Fora de jogo mal assinalado a Geovanni no dealbar da partida, sendo que no desenrolar do lance se impunha a expulsão de Finnan.
Fora de jogo de mal assinalado a Nuno Gomes na segunda parte, quando se encontrava em posição muito favorável para visar a baliza de Reina.
Na dúvida assinalou sempre em favor do Liverpool.
Mas tudo ultrapassamos, vencendo de forma indubitável.
quarta-feira, março 08, 2006
Uma frase a propósito da batalha de Anfield
"Agora vamos jogar como homens.
Nunca olhem para as bancadas, pois o jogo realiza-se no relvado.
Eles são onze e nós também.
E para ganharmos esta final temos que ter os colhões na ponta das botas" - Obdulio Varela, capitão da selecção uruguaia, campeã do Mundo em 1950, antes da final diante do Brasil.
Nunca olhem para as bancadas, pois o jogo realiza-se no relvado.
Eles são onze e nós também.
E para ganharmos esta final temos que ter os colhões na ponta das botas" - Obdulio Varela, capitão da selecção uruguaia, campeã do Mundo em 1950, antes da final diante do Brasil.
Antevisão da batalha de Anfield
Joga-se, hoje, um dos mais importantes encontros na história recente do SLBenfica.
O resultado da 1ª mão abre boas perspectivas.
Todavia, importa, desde logo, não embandeirar em arco, não criar expectativas desmesuradas, até porque o ambiente que o Benfica irá encontrar não será dos mais amistosos, antes pelo contrário.
A valia do Liverpool, campeão europeu em título, emerge com outros dos factores a exigir moderação.
Contudo, o modo como Koeman irá encarar a partida mostra-se como a circunstância que mais me atormenta.
A lesão de Petit constitui duro e forte revés não no sistema táctico a apresentar, mas na estruturação da equipa.
A circunstância de Petit se achar lesionado apresenta, pelo menos, a virtualidade de impedir que Koeman incorra num erro craso, qual seria a titularidade simultânea de Petit, Manuel Fernandes e Beto.
A aposta no reforço da zona central por força da busca da conquista das chamadas “segundas bolas” e da procura em anular a capacidade criativa de Gerrard, não me pareceria desajustada, mas em medida exagerada.
A renúncia à aposta naquele tridente com a titularidade de Karagounis equivale por dizer que se troca suor, luta e entrega por capacidade de retenção da bola, de drible e de rompimento pela zona central, para além da possibilidade de “arrancar” faltas à entrada da área.
Por outro lado, aquelas escolhas transmitiriam um sinal claro à equipa – é preciso defender, isso sim é que é importante – levando-a a encolher-se no terreno e a sujeitar-se a intensa pressão dos “reds”.
Aliás, este é um dos aspectos em que Koeman falha claramente, pelo menos, se atentarmos no teor das suas afirmações nas sucessivas conferências de imprensa prévias à realização dos jogos.
Não raras vezes apresenta um discurso de pouca crença nas capacidades da equipa, muito marcado pela exaltação das mais valias do adversário e pelo acentuar das carências da equipa que dirige.
Falha nos "mind games" tão ao gosto de Mourinho.
Se pretende retirar pressão à equipa, não me parece a melhor forma de o conseguir, antes pelo contrário.
Acentua o temor pelo adversário, fazendo, inclusive, com que a equipa duvide das suas reais capacidades de o superar.
A abordagem ao jogo afigura-se-me como factor primordial para a obtenção do resultado desejado.
Por outro lado, a qualidade de Petit é indiscutível e a sua ausência será tanto mais sentida quanto o seu substituto directo seja Beto.
A diferença de valor entre ambos é colossal e o futebol do Benfica ir-se-à ressentir, mormente no capítulo defensivo ao nível da cobertura do espaço central, da conquista das segundas bolas, da capacidade de posse de bola e da qualidade e critério de passe.
A opção por uma defesa composta por Moretto, Alcides, Luisão, Anderson e Léo, não alinhando Ricardo Rocha como lateral esquerdo, projecta-se como solução acertada.
Claro está que o jogo aéreo do adversário surge como um dos seus pontos fortes, em vista, sobretudo, da titularidade de Peter Crouch, mas Alcides, Luisão e Anderson garantem competência suficiente nesse capítulo.
Abdicar de Léo, com as consequências ao nível da fluidez do jogo ofensivo da equipa, seria um erro e um erro crasso.
Cercearia a capacidade ofensiva da equipa, retirando-lhe capacidade de penetração pelas alas.
Outro dos enigmas de Koeman radica na escolha dos elementos mais adiantados.
A imprensa desportiva aponta a titularidade de Simão, Robert e Geovanni ou Nuno Gomes.
Abdicaria de Robert em detrimento de Geovanni, pois que, ainda que perdesse capacidade de decisão ao nível das bolas paradas, penso ser desejável a titularidade de Nuno Gomes, dando "o corpo às balas" no meio dos centrais, por forma a permitir a criação de espaços nas suas costas, aproveitáveis por Giovanni e Simão em diagonais rumo à área.
A opção pela colocação singela de Geovanni no ataque poderá tornar o futebol do Benfica demasiado directo, pela inexistência dos apoios laterais e centrais que Nuno Gomes concede de forma quase perfeita.
Assim, o onze que apresentaria seria composto por Moretto, Alcides, Luisão, Anderson e Léo, Beto, Manuel Fernandes e Karagounis, Simão, Geovanni e Nuno Gomes.
Os primeiros vinte minutos de cada uma das metades do jogo serão decisivos - a pressão do Liverpool, em especial na primeira parte será tremenda e aí necessário será ter capacidade de sofrimento, mas essencialmente de posse e controlo da bola.
Há que "esconder" a bola dos ingleses.
Caso faça um golo, o Benfica ficará com a eliminatória à sua mercê.
O resultado da 1ª mão abre boas perspectivas.
Todavia, importa, desde logo, não embandeirar em arco, não criar expectativas desmesuradas, até porque o ambiente que o Benfica irá encontrar não será dos mais amistosos, antes pelo contrário.
A valia do Liverpool, campeão europeu em título, emerge com outros dos factores a exigir moderação.
Contudo, o modo como Koeman irá encarar a partida mostra-se como a circunstância que mais me atormenta.
A lesão de Petit constitui duro e forte revés não no sistema táctico a apresentar, mas na estruturação da equipa.
A circunstância de Petit se achar lesionado apresenta, pelo menos, a virtualidade de impedir que Koeman incorra num erro craso, qual seria a titularidade simultânea de Petit, Manuel Fernandes e Beto.
A aposta no reforço da zona central por força da busca da conquista das chamadas “segundas bolas” e da procura em anular a capacidade criativa de Gerrard, não me pareceria desajustada, mas em medida exagerada.
A renúncia à aposta naquele tridente com a titularidade de Karagounis equivale por dizer que se troca suor, luta e entrega por capacidade de retenção da bola, de drible e de rompimento pela zona central, para além da possibilidade de “arrancar” faltas à entrada da área.
Por outro lado, aquelas escolhas transmitiriam um sinal claro à equipa – é preciso defender, isso sim é que é importante – levando-a a encolher-se no terreno e a sujeitar-se a intensa pressão dos “reds”.
Aliás, este é um dos aspectos em que Koeman falha claramente, pelo menos, se atentarmos no teor das suas afirmações nas sucessivas conferências de imprensa prévias à realização dos jogos.
Não raras vezes apresenta um discurso de pouca crença nas capacidades da equipa, muito marcado pela exaltação das mais valias do adversário e pelo acentuar das carências da equipa que dirige.
Falha nos "mind games" tão ao gosto de Mourinho.
Se pretende retirar pressão à equipa, não me parece a melhor forma de o conseguir, antes pelo contrário.
Acentua o temor pelo adversário, fazendo, inclusive, com que a equipa duvide das suas reais capacidades de o superar.
A abordagem ao jogo afigura-se-me como factor primordial para a obtenção do resultado desejado.
Por outro lado, a qualidade de Petit é indiscutível e a sua ausência será tanto mais sentida quanto o seu substituto directo seja Beto.
A diferença de valor entre ambos é colossal e o futebol do Benfica ir-se-à ressentir, mormente no capítulo defensivo ao nível da cobertura do espaço central, da conquista das segundas bolas, da capacidade de posse de bola e da qualidade e critério de passe.
A opção por uma defesa composta por Moretto, Alcides, Luisão, Anderson e Léo, não alinhando Ricardo Rocha como lateral esquerdo, projecta-se como solução acertada.
Claro está que o jogo aéreo do adversário surge como um dos seus pontos fortes, em vista, sobretudo, da titularidade de Peter Crouch, mas Alcides, Luisão e Anderson garantem competência suficiente nesse capítulo.
Abdicar de Léo, com as consequências ao nível da fluidez do jogo ofensivo da equipa, seria um erro e um erro crasso.
Cercearia a capacidade ofensiva da equipa, retirando-lhe capacidade de penetração pelas alas.
Outro dos enigmas de Koeman radica na escolha dos elementos mais adiantados.
A imprensa desportiva aponta a titularidade de Simão, Robert e Geovanni ou Nuno Gomes.
Abdicaria de Robert em detrimento de Geovanni, pois que, ainda que perdesse capacidade de decisão ao nível das bolas paradas, penso ser desejável a titularidade de Nuno Gomes, dando "o corpo às balas" no meio dos centrais, por forma a permitir a criação de espaços nas suas costas, aproveitáveis por Giovanni e Simão em diagonais rumo à área.
A opção pela colocação singela de Geovanni no ataque poderá tornar o futebol do Benfica demasiado directo, pela inexistência dos apoios laterais e centrais que Nuno Gomes concede de forma quase perfeita.
Assim, o onze que apresentaria seria composto por Moretto, Alcides, Luisão, Anderson e Léo, Beto, Manuel Fernandes e Karagounis, Simão, Geovanni e Nuno Gomes.
Os primeiros vinte minutos de cada uma das metades do jogo serão decisivos - a pressão do Liverpool, em especial na primeira parte será tremenda e aí necessário será ter capacidade de sofrimento, mas essencialmente de posse e controlo da bola.
Há que "esconder" a bola dos ingleses.
Caso faça um golo, o Benfica ficará com a eliminatória à sua mercê.
Selecção do Blog - Trincos
Contabilizadas as vossas participações, os eleitos foram Petit, Tiago e João Moutinho.
Neste momento, temos já "convocados" Ricardo, Quim, Paulo Santos, Miguel, Paulo Ferreira, Nuno Valente, Marco Caneira, Ricardo Carvalho, Fernando Meira, Tonel, Petit, Tiago e João Moutinho.
Para hoje, proponho-vos a escolha dos alas, em número de quatro.
Aqui fica, desde já, a minha escolha Figo, Cristiano Ronaldo, Simão e Quaresma.
Neste momento, temos já "convocados" Ricardo, Quim, Paulo Santos, Miguel, Paulo Ferreira, Nuno Valente, Marco Caneira, Ricardo Carvalho, Fernando Meira, Tonel, Petit, Tiago e João Moutinho.
Para hoje, proponho-vos a escolha dos alas, em número de quatro.
Aqui fica, desde já, a minha escolha Figo, Cristiano Ronaldo, Simão e Quaresma.
terça-feira, março 07, 2006
Jantar do Blog - Decisão Final
No que concerne ao jantar do blog, decidi que será realizado no final do campeonato, sob a denominação de "Grande Gala Prof. Karamba".
Parece-me que essa será a ocasião ideal para distribuir os prémios relativos ao espaço Prof. Karamba e para que possamos reflectir sobre a actividade do blog na época desportiva em curso.
Espero que esta decisão seja do vosso agrado.
A seu tempo divulgarei o "programa das festas".
Parece-me que essa será a ocasião ideal para distribuir os prémios relativos ao espaço Prof. Karamba e para que possamos reflectir sobre a actividade do blog na época desportiva em curso.
Espero que esta decisão seja do vosso agrado.
A seu tempo divulgarei o "programa das festas".
Competitividade
Conforme asseverou um dos participantes neste blog, a saber Samsalameh, a Liga Betandwin assume-se como o campeonato mais competitivo da Europa.
Senão, vejamos:
Em Portugal, o Porto é líder, tendo dois pontos de avanço sobre o Sporting que lhe sucede na classificação e o quinto classificado dista 9 pontos.
Apenas cinco pontos separam o oitavo e o décimo sétimo classificado, sendo que neste intervalo cinco equipas há que se encontram empatadas em número de pontos alcançados.
Em Espanha, o Barcelona lidera a classificação, encontrando-se o segundo a 10 pontos e o quinto a 16 pontos.
A diferença pontual entre o oitavo e o décimo sétimo classificado cifra-se em quinze pontos , sendo que neste intervalo somente três equipas se encontram em igualdade pontual.
Em Itália, a Juventus apresenta uma vantagem de 10 pontos sobre o segundo e o quinto acha-se a 18 pontos de distância.
Entre o oitavo classificado e o décimo sétimo a diferença pontual é de 15 pontos, sendo que neste intervalo inexistem equipas em igualdade pontual.
Em Inglaterra, a distância entre o primeiro, Chelsea, e o segundo, Manchester, contabiliza-se em 15 pontos (sendo certo que o Manchester tem um jogo em atraso).
A diferença pontual entre oitavo e décimo sétimo classificado monta a 16 pontos, sendo que neste intervalo existem dois pares de equipas em igualdade pontual.
Em França, O Lyon encontra-se na frente do campeonato com 9 pontos de vantagem sobre o Bordeus.
Entre o oitavo classificado e o décimo sétimo a diferença cifra-se em 14 pontos, sendo que neste intervalo existem dois pares de equipas em igualdade pontual.
Na Alemanha, o Bayern está na frente com 8 pontos de vantagem sobre o Werder Bremen.
O oitavo tem uma vantagem de 10 pontos sobre o décimo sétimo classificado, sendo que neste intervalo existem dois pares de equipas empatadas em número de pontos.
Na Holanda, o PSV lidera com 7 pontos de avanço sobre o Feyernoord.
Entre o oitavo e o décimo sétimo classificado existem 17 pontos de diferença, sendo que neste intervalo dois pares de equipas acham-se em igualdade pontual.
Na Escócia, o Celtic é líder com 13 pontos de avanço sobre Hearts, sendo que a distância entre quarto e décimo segundo classificado ascende a 36 pontos (o campeonato cinge-se 12 equipas).
Da singela análise dos dados supra explanados, decorre a afirmação, matemática, da competitividade do futebol nacional.
Não ignoro que nos campeonatos mais endinheirados a qualidade do jogo possa ser superior, até pela superior qualidade dos praticantes, mas certo é que, no capítulo da competitividade, a liga portuguesa não pede meças a nenhuma outra.
Saber se tal radica no crescimento das equipas pequenas ou no definhamento das grandes parece-me redutor.
Os níveis de competitividade alcançados repousam numa e noutra das premissas sobreditas, mas sobretudo na melhoria generalizada das condições de treino e no superior apetrechamento científico dos treinadores (das camadas jovens às equipas principais).
Aliás, os factores supra enunciados mostraram-se potenciadores de uma alteração radical das mentalidades, cuja face mais visível se ancora na abordagem ao jogo, especialmente no que aos confrontos entre equipas pequenas e grandes tange (atente-se na ausência de temor reverencial com que as equipas pequenas encaram as partidas).
Senão, vejamos:
Em Portugal, o Porto é líder, tendo dois pontos de avanço sobre o Sporting que lhe sucede na classificação e o quinto classificado dista 9 pontos.
Apenas cinco pontos separam o oitavo e o décimo sétimo classificado, sendo que neste intervalo cinco equipas há que se encontram empatadas em número de pontos alcançados.
Em Espanha, o Barcelona lidera a classificação, encontrando-se o segundo a 10 pontos e o quinto a 16 pontos.
A diferença pontual entre o oitavo e o décimo sétimo classificado cifra-se em quinze pontos , sendo que neste intervalo somente três equipas se encontram em igualdade pontual.
Em Itália, a Juventus apresenta uma vantagem de 10 pontos sobre o segundo e o quinto acha-se a 18 pontos de distância.
Entre o oitavo classificado e o décimo sétimo a diferença pontual é de 15 pontos, sendo que neste intervalo inexistem equipas em igualdade pontual.
Em Inglaterra, a distância entre o primeiro, Chelsea, e o segundo, Manchester, contabiliza-se em 15 pontos (sendo certo que o Manchester tem um jogo em atraso).
A diferença pontual entre oitavo e décimo sétimo classificado monta a 16 pontos, sendo que neste intervalo existem dois pares de equipas em igualdade pontual.
Em França, O Lyon encontra-se na frente do campeonato com 9 pontos de vantagem sobre o Bordeus.
Entre o oitavo classificado e o décimo sétimo a diferença cifra-se em 14 pontos, sendo que neste intervalo existem dois pares de equipas em igualdade pontual.
Na Alemanha, o Bayern está na frente com 8 pontos de vantagem sobre o Werder Bremen.
O oitavo tem uma vantagem de 10 pontos sobre o décimo sétimo classificado, sendo que neste intervalo existem dois pares de equipas empatadas em número de pontos.
Na Holanda, o PSV lidera com 7 pontos de avanço sobre o Feyernoord.
Entre o oitavo e o décimo sétimo classificado existem 17 pontos de diferença, sendo que neste intervalo dois pares de equipas acham-se em igualdade pontual.
Na Escócia, o Celtic é líder com 13 pontos de avanço sobre Hearts, sendo que a distância entre quarto e décimo segundo classificado ascende a 36 pontos (o campeonato cinge-se 12 equipas).
Da singela análise dos dados supra explanados, decorre a afirmação, matemática, da competitividade do futebol nacional.
Não ignoro que nos campeonatos mais endinheirados a qualidade do jogo possa ser superior, até pela superior qualidade dos praticantes, mas certo é que, no capítulo da competitividade, a liga portuguesa não pede meças a nenhuma outra.
Saber se tal radica no crescimento das equipas pequenas ou no definhamento das grandes parece-me redutor.
Os níveis de competitividade alcançados repousam numa e noutra das premissas sobreditas, mas sobretudo na melhoria generalizada das condições de treino e no superior apetrechamento científico dos treinadores (das camadas jovens às equipas principais).
Aliás, os factores supra enunciados mostraram-se potenciadores de uma alteração radical das mentalidades, cuja face mais visível se ancora na abordagem ao jogo, especialmente no que aos confrontos entre equipas pequenas e grandes tange (atente-se na ausência de temor reverencial com que as equipas pequenas encaram as partidas).
Os piores
No ano passado, ensaiei a construção dos melhores onzes de Benfica, Porto e Sporting, desde de que assisto a jogos de futebol.
Hoje, proponho-vos o exercício contrário - a enumeração daqueles que, na vossa opinião, foram os piores jogadores que representaram os clubes da vossa devoção.
Quanto a mim, procurando formar um onze composto pelos piores jogadores que já representaram o Benfica desde que vejo futebol, direi que alinharia da seguinte forma:
Bossio, Okonowo, Paredão (Emerson Thomé, como lhe chamavam os ingleses), King e Rojas, Michael Thomas, Luiz Gustavo, Leónidas, Pringle, Akwá e Clóvis.
Hoje, proponho-vos o exercício contrário - a enumeração daqueles que, na vossa opinião, foram os piores jogadores que representaram os clubes da vossa devoção.
Quanto a mim, procurando formar um onze composto pelos piores jogadores que já representaram o Benfica desde que vejo futebol, direi que alinharia da seguinte forma:
Bossio, Okonowo, Paredão (Emerson Thomé, como lhe chamavam os ingleses), King e Rojas, Michael Thomas, Luiz Gustavo, Leónidas, Pringle, Akwá e Clóvis.
Selecção do Blog - Centrais
Contabilizadas as vossas participações, os eleitos foram Ricardo Carvalho, Fernando Meira e Tonel.
Decidi seguir a sugestão do sr. Jorge Mínimo, daí a escolha de, apenas, três centrais.
Neste momento, temos já "convocados" Ricardo, Quim, Paulo Santos, Miguel, Paulo Ferreira, Nuno Valente, Marco Caneira, Ricardo Carvalho, Fernando Meira e Tonel.
Para hoje, proponho-vos a escolha dos trincos, em número de três (seguindo o mesmo princípio supra enunciado, dado que Meira faz as posições de central e trinco).
Decidi seguir a sugestão do sr. Jorge Mínimo, daí a escolha de, apenas, três centrais.
Neste momento, temos já "convocados" Ricardo, Quim, Paulo Santos, Miguel, Paulo Ferreira, Nuno Valente, Marco Caneira, Ricardo Carvalho, Fernando Meira e Tonel.
Para hoje, proponho-vos a escolha dos trincos, em número de três (seguindo o mesmo princípio supra enunciado, dado que Meira faz as posições de central e trinco).
segunda-feira, março 06, 2006
Selecção do Blog - Laterais
Contabilizadas as vossas preferências, os laterais que, no entender dos participantes neste blog, deveriam estar no Mundial da Alemanha seriam Miguel, Paulo Ferreira, Nuno Valente e Marco Caneira (não deixa de ser curiosa a coincidência com as escolhas prováveis de Scolari, uma vez mais).
Deste modo, temos já "convocados" Ricardo, Quim, Paulo Santos, Miguel, Paulo Ferreira, Nuno Valente e Marco Caneira.
Para hoje, o desafio será escolher os centrais (em número de quatro). A minha escolha recairia em Ricardo Carvalho, Fernando Meira, Nunes e Zé Castro.
Deste modo, temos já "convocados" Ricardo, Quim, Paulo Santos, Miguel, Paulo Ferreira, Nuno Valente e Marco Caneira.
Para hoje, o desafio será escolher os centrais (em número de quatro). A minha escolha recairia em Ricardo Carvalho, Fernando Meira, Nunes e Zé Castro.
Espaço Prof. Karamba - Europa
O espaço Prof. Karamba ensaia a sua internacionalização.
Deste modo, por ora, serão dois os jogos a palpitar:
Jogo 1: Liverpool/SLBenfica;
Jogo 2: Barcelona/Chelsea;
Desde já, como habitualmente, deixou os meus prognósticos - Jogo 1: 1x1; Jogo 2: 2x3.
Participem!!!
Deste modo, por ora, serão dois os jogos a palpitar:
Jogo 1: Liverpool/SLBenfica;
Jogo 2: Barcelona/Chelsea;
Desde já, como habitualmente, deixou os meus prognósticos - Jogo 1: 1x1; Jogo 2: 2x3.
Participem!!!
Espaço Karamba - Classificação Geral
1º Lugar: Zex - 28 pontos;
2º Lugar: Cavungi - 25 pontos;
3ª Lugar: Qualesma - 17 pontos;
4º Lugar: Karalhounis e Carlos - 15 pontos;
5º Lugar: Vermelho - 14 pontos;
6º Lugar: Francisco Lázaro, Paco Nassa, Camachio, Sapo e Meireles - 12 pontos;
7º Lugar: Broas - 11 pontos;
8º Lugar: Jorge Mínimo, Samsalameh e Holtreman - 10 pontos;
9º Lugar: Bota Abaixo - 9 pontos;
10º Lugar: Vicente Lemos, Borbas e Conático - 8 pontos;
11º Lugar: Prof. Venceslau - 6 pontos;
12º Lugar: Vermelho Nunca e Matulona - 5 pontos;
2º Lugar: Cavungi - 25 pontos;
3ª Lugar: Qualesma - 17 pontos;
4º Lugar: Karalhounis e Carlos - 15 pontos;
5º Lugar: Vermelho - 14 pontos;
6º Lugar: Francisco Lázaro, Paco Nassa, Camachio, Sapo e Meireles - 12 pontos;
7º Lugar: Broas - 11 pontos;
8º Lugar: Jorge Mínimo, Samsalameh e Holtreman - 10 pontos;
9º Lugar: Bota Abaixo - 9 pontos;
10º Lugar: Vicente Lemos, Borbas e Conático - 8 pontos;
11º Lugar: Prof. Venceslau - 6 pontos;
12º Lugar: Vermelho Nunca e Matulona - 5 pontos;
Espaço Prof. Karamba- Classificação Semanal
1º Lugar: Paco Nassa - 12 pontos;
2º Lugar: Zex, Cavungi, Jorge Mínimo, Qualesma e Meireles - 10 pontos;
3º Lugar: Verdete e Broas - 9 pontos;
4ª Lugar: Carlos e Conático - 8 pontos;
5º Lugar: Vermelho, Bota Abaixo, Sapo, Camachio e Karalhounis - 7 pontos;
6º Lugar: Samsalameh, Holtreman, Vermelho Nunca, Francisco Lázaro, Borbas - 5 pontos;
7º Lugar: Prof. Venceslau - 3 pontos;
2º Lugar: Zex, Cavungi, Jorge Mínimo, Qualesma e Meireles - 10 pontos;
3º Lugar: Verdete e Broas - 9 pontos;
4ª Lugar: Carlos e Conático - 8 pontos;
5º Lugar: Vermelho, Bota Abaixo, Sapo, Camachio e Karalhounis - 7 pontos;
6º Lugar: Samsalameh, Holtreman, Vermelho Nunca, Francisco Lázaro, Borbas - 5 pontos;
7º Lugar: Prof. Venceslau - 3 pontos;
Análise à Jornada
Ao contrário do que se poderia supor, os três grandes venceram, sem tibiezas, as partidas deste fim de semana.
Na Reboleira, único jogo que tive oportunidade de ver este fim de semana, fruto de diversas vicissitudes, o Benfica, num jogo fraquinho, venceu, com inteira justiça, o Estrela.
Partida muito jogada a meio-campo, com escassas oportunidades de golo, na qual a luta se sobrepôs, claramente, à qualidade do futebol praticado.
O Benfica apresentou-se, novamente, com um onze distinto do da última jornada.
Desta vez, contudo, por força da ausência de Simão, por castigo, substituído por Geovanni.
Jogo insípido, com o Benfica a mostrar-se incapaz de criar ocasiões de perigo em toda a primeira parte.
O Estrela chegou ao glo num lance de bola parada, com Moretto a ficar, francamente, mal na fotografia.
Um frango, não tão grande como o perú do Baía na Luz, mas um frango.
Construiu mal a barreira, posicionou-se mal na baliza e foi lento a reagir.
Contrariamente ao previsto, o Estrela chegava ao golo na transformação de um livre e não num lance de contra-ataque.
Para a segunda parte, Koeman, inversamente ao expectável, não procedeu a qualquer substituição, antes optando por redistribuir os jogadores em campo.
Assim, Geovanni surgiu a ponta de lança, Robert à direita e Karagounis na meia esquerda.
A equipa melhorou, se bem que não muito, e num lance de bola parada, Robert, com um remate seco, forte e colocado, restabeleceu a igualdade no placard.
Percebendo o erro de casting que constituiu a colocação de Karagounis na meia esquerda do ataque e detectando a incapacidade física de Geovanni, Koeman introduziu Manduca e Miccoli na equipa.
Aí sim, o Benfica subiu de produção e finalmente passou a acercar-se com perigo da área do Estrela.
Miccoli com um pontapé de primeira fez Bruno Vale brilhar e Manduca na recarga atingiu a base do poste da baliza do Estrela.
Estava dado o mote para aquilo que seria o golo do Benfica.
Lançamento longo, Nuno Gomes amorteceu de peito para Miccoli que, de primeira, desferiu forte pontapé, o qual, após embater em Maurício, se anichou nas redes estrelistas.
O Benfica chegava à vitória com "estrelinha".
Destaque para o acerto do quarteto defensivo do Benfica, provando, uma vez mais, a justeza da opção pelo recuo da linha defensiva em 15 metros após Leiria, para Manuel Fernandes, pelas inúmeras bolas que recuperou a meio-campo, para Robert nos lances de bola parada e para o regresso de Miccoli, que, embora ainda longe da forma física ideal, demonstrou, uma vez mais, toda a sua utilidade.
Destaque negativo para Paulo Costa e seus auxiliares, perfeitamente desastrados, perdoando a expulsão a Paulo Machado no dealbar da partida e assinalando mal quatro fora de jogo ao ataque do Benfica.
Com supra aludi, não tive ocasião de assistir à transmissão de qualquer outro dos jogos dos grandes.
Pelo que vi, ouvi e li, parecem-me meritórias as vitórias de Porto e Sporting, merecendo especial referência os dois golos de Koke na sua estreia na Liga.
No mais, como vos disse, desloquei-me a Leiria, na companhia de dois outros companheiros deste blog, para assistir a uma justissíma vitória da Briosa.
Antes da partida se iniciar, tivemos oportunidade de conviver com o inimitável João Pinto, em missão de observação ao serviço do Porto.
Visivelmente mais anafado, foi de uma simpatia a toda a prova.
Quanto ao jogo em si, a Académica dominou, integralmente, a partida, num jogo sem história, tão clara que foi a superioridade da Briosa.
0-2 foi, assim, um resultado curto, pecando, como em outras situações, Vingada por falta de ambição.
Nota negativa para Duarte Gomes e seus auxiliares, que tudo fizeram para complicar a vida à Briosa.
Desde um golo mal invalidado a Zé Castro a um critério disciplinar incompreensível.
Realce negativo, igualmente, para Costinha que deu um grande perú, provando à saciedade que só engata nos jogos contra o Benfica.
Novidade colhida em primeira mão no intervalo do jogo junto do empresário do jogador, foi a certeza de que, infelizmente, Zé Castro irá abandonar a Briosa no final da época e que o seu destino será o estrangeiro.
Numa tarde soalheira de Inverno, vitória sem contestação da Briosa, mantendo-se a tradição.
Ficam a faltar 3 vitórias para assegurar a tão desejada manutenção.
Na Reboleira, único jogo que tive oportunidade de ver este fim de semana, fruto de diversas vicissitudes, o Benfica, num jogo fraquinho, venceu, com inteira justiça, o Estrela.
Partida muito jogada a meio-campo, com escassas oportunidades de golo, na qual a luta se sobrepôs, claramente, à qualidade do futebol praticado.
O Benfica apresentou-se, novamente, com um onze distinto do da última jornada.
Desta vez, contudo, por força da ausência de Simão, por castigo, substituído por Geovanni.
Jogo insípido, com o Benfica a mostrar-se incapaz de criar ocasiões de perigo em toda a primeira parte.
O Estrela chegou ao glo num lance de bola parada, com Moretto a ficar, francamente, mal na fotografia.
Um frango, não tão grande como o perú do Baía na Luz, mas um frango.
Construiu mal a barreira, posicionou-se mal na baliza e foi lento a reagir.
Contrariamente ao previsto, o Estrela chegava ao golo na transformação de um livre e não num lance de contra-ataque.
Para a segunda parte, Koeman, inversamente ao expectável, não procedeu a qualquer substituição, antes optando por redistribuir os jogadores em campo.
Assim, Geovanni surgiu a ponta de lança, Robert à direita e Karagounis na meia esquerda.
A equipa melhorou, se bem que não muito, e num lance de bola parada, Robert, com um remate seco, forte e colocado, restabeleceu a igualdade no placard.
Percebendo o erro de casting que constituiu a colocação de Karagounis na meia esquerda do ataque e detectando a incapacidade física de Geovanni, Koeman introduziu Manduca e Miccoli na equipa.
Aí sim, o Benfica subiu de produção e finalmente passou a acercar-se com perigo da área do Estrela.
Miccoli com um pontapé de primeira fez Bruno Vale brilhar e Manduca na recarga atingiu a base do poste da baliza do Estrela.
Estava dado o mote para aquilo que seria o golo do Benfica.
Lançamento longo, Nuno Gomes amorteceu de peito para Miccoli que, de primeira, desferiu forte pontapé, o qual, após embater em Maurício, se anichou nas redes estrelistas.
O Benfica chegava à vitória com "estrelinha".
Destaque para o acerto do quarteto defensivo do Benfica, provando, uma vez mais, a justeza da opção pelo recuo da linha defensiva em 15 metros após Leiria, para Manuel Fernandes, pelas inúmeras bolas que recuperou a meio-campo, para Robert nos lances de bola parada e para o regresso de Miccoli, que, embora ainda longe da forma física ideal, demonstrou, uma vez mais, toda a sua utilidade.
Destaque negativo para Paulo Costa e seus auxiliares, perfeitamente desastrados, perdoando a expulsão a Paulo Machado no dealbar da partida e assinalando mal quatro fora de jogo ao ataque do Benfica.
Com supra aludi, não tive ocasião de assistir à transmissão de qualquer outro dos jogos dos grandes.
Pelo que vi, ouvi e li, parecem-me meritórias as vitórias de Porto e Sporting, merecendo especial referência os dois golos de Koke na sua estreia na Liga.
No mais, como vos disse, desloquei-me a Leiria, na companhia de dois outros companheiros deste blog, para assistir a uma justissíma vitória da Briosa.
Antes da partida se iniciar, tivemos oportunidade de conviver com o inimitável João Pinto, em missão de observação ao serviço do Porto.
Visivelmente mais anafado, foi de uma simpatia a toda a prova.
Quanto ao jogo em si, a Académica dominou, integralmente, a partida, num jogo sem história, tão clara que foi a superioridade da Briosa.
0-2 foi, assim, um resultado curto, pecando, como em outras situações, Vingada por falta de ambição.
Nota negativa para Duarte Gomes e seus auxiliares, que tudo fizeram para complicar a vida à Briosa.
Desde um golo mal invalidado a Zé Castro a um critério disciplinar incompreensível.
Realce negativo, igualmente, para Costinha que deu um grande perú, provando à saciedade que só engata nos jogos contra o Benfica.
Novidade colhida em primeira mão no intervalo do jogo junto do empresário do jogador, foi a certeza de que, infelizmente, Zé Castro irá abandonar a Briosa no final da época e que o seu destino será o estrangeiro.
Numa tarde soalheira de Inverno, vitória sem contestação da Briosa, mantendo-se a tradição.
Ficam a faltar 3 vitórias para assegurar a tão desejada manutenção.
sexta-feira, março 03, 2006
Palmarés dos 3 Grandes - Sporting CP
Palmarés do Sporting CP:
Campeão da I Liga/I Divisão (18)
2001/02, 1999/00, 1981/82 , 1979/80, 1973/74, 1969/70, 1965/66, 1961/62, 1957/58, 1953/54, 1952/53, 1951/52, 1950/51, 1948/49, 1947/48, 1946/47, 1943/44, 1940/41
Vencedor da Taça de Portugal (12)
1994/95, 1981/82, 1977/78, 1973/74, 1972/73, 1970/71, 1962/63, 1953/54, 1947/48, 1945/46, 1944/45, 1940/41
Vencedor da Supertaça de Portugal (4)
1999/00, 1994/95, 1986/87, 1981/82
Vencedor da Taça das Taças (1)
1963/64
Desde já, peço desculpa aos amigos sportinguistas pela ausência de informação complementar idêntica à publicada em relação ao Benfica e Porto, mas apenas consegui reunir a presente.
Campeão da I Liga/I Divisão (18)
2001/02, 1999/00, 1981/82 , 1979/80, 1973/74, 1969/70, 1965/66, 1961/62, 1957/58, 1953/54, 1952/53, 1951/52, 1950/51, 1948/49, 1947/48, 1946/47, 1943/44, 1940/41
Vencedor da Taça de Portugal (12)
1994/95, 1981/82, 1977/78, 1973/74, 1972/73, 1970/71, 1962/63, 1953/54, 1947/48, 1945/46, 1944/45, 1940/41
Vencedor da Supertaça de Portugal (4)
1999/00, 1994/95, 1986/87, 1981/82
Vencedor da Taça das Taças (1)
1963/64
Desde já, peço desculpa aos amigos sportinguistas pela ausência de informação complementar idêntica à publicada em relação ao Benfica e Porto, mas apenas consegui reunir a presente.
Palmarés dos 3 Grandes - FCPorto
Palmarés do FCPorto:
Taça dos Campeões/Liga dos Campeões: 2
1986/87
Final: FC Porto 2 - 1 Bayern Munich (Viena, Áustria)
golos de Madjer, Juary; Kogl
2003/04
Final: FC Porto 3 - 0 AS Monaco FC (Arena AufSchalke, Gelsenkirchen, Alemanha)
golos de Carlos Alberto, Deco, Dimitri Alenichev
Supertaça Europeia: 1
1986/87
AFC Ajax 0 - 1 FC Porto, golo de Rui Barros
FC Porto 1 - 0 AFC Ajax, golo de Sousa
2003
AC Milan 1 - FC Porto 0 (Mónaco), golo de Shevchenko
2004
FC Porto 1 - 2 Valencia CF, (Mónaco), golos de Quaresma; Baraja, Di Vaio
Taça Intercontinental: 2
1987
FC Porto 2 - 1 Peñarol (ap)
golos de Gomes, Madjer; Viera
2004
FC Porto 0 - 0 Once Caldas (8-7 após grandes penalidades)
Taça UEFA: 1
2002/03
Final: FC Porto 3 - 2 Celtic FC (aet) (Sevilha, Espanha)
golos de Derlei (2), Alenitchev; Henrik Larsson (2)
Taça dos Vencedores de Taças: 0
1983/84
Final: FC Porto 1 - 2 Juventus (Basileia, Suiça)
golos de Sousa; Vignola, Boniek
Campeonato de Portugal: 4
1921/22; 1924/25; 1931/32; 1936/37
Campeonato da 1ª Liga: 1
1934/35
Campeonato Nacional: 19
1938/39; 1939/40; 1955/56; 1958/59; 1977/78; 1978/79; 1984/85; 1985/86; 1987/88; 1989/90; 1991/92; 1992/93; 1994/95; 1995/96; 1996/97; 1997/98; 1998/99; 2002/03, 2003/04
Taça de Portugal: 12
1955/56; 1957/58; 1967/68; 1976/77; 1983/84; 1987/88; 1990/91; 1993/94; 1997/98; 1999/00; 2000/01; 2002/03
Supertaça Cândido de Oliveira: 14
1980/81; 1982/83; 1983/84; 1985/86; 1989/90; 1990/91; 1992/93; 1993/94; 1995/96; 1997/98; 1998/99; 2000/01; 2002/03; 2003/04.
Outros Troféus
Torneio Juan Gamper - Barcelona, Espanha
1987
FC Porto 2 - 1 FC Barcelona
FC Porto 2 - 0 Bayern Munique
Torneio de Viareggio - Viareggio, Itália
1989
FC Porto 1 - 1 Inter Milão
FC Porto 1 - 1 Fiorentina (vitória do FC Porto em grandes penalidades)
Troféu Teresa Herrera - Corunha, Espanha
1991
FC Porto 2 - 1 Real Madrid
FC Porto 1 - 0 Deportivo de La Coruña
Torneio Cidade de Sevilha - Sevilha, Espanha
1992
FC Porto 2 - 0 Sevilla FC
FC Porto 2 - 2 Atlético de Madrid
FC Porto 2 - 0 Bétis(Final)
Torneio do Centenário - Porto, Portugal
1993
FC Porto 3 - 1 Cruzeiro
Thailand Premier Cup - Banguecoque, Tailândia
1997
FC Porto 2 - 1 Inter Milão
FC Porto 4 - 2 Boca Juniors (após grandes penalidades)
Taça dos Campeões/Liga dos Campeões: 2
1986/87
Final: FC Porto 2 - 1 Bayern Munich (Viena, Áustria)
golos de Madjer, Juary; Kogl
2003/04
Final: FC Porto 3 - 0 AS Monaco FC (Arena AufSchalke, Gelsenkirchen, Alemanha)
golos de Carlos Alberto, Deco, Dimitri Alenichev
Supertaça Europeia: 1
1986/87
AFC Ajax 0 - 1 FC Porto, golo de Rui Barros
FC Porto 1 - 0 AFC Ajax, golo de Sousa
2003
AC Milan 1 - FC Porto 0 (Mónaco), golo de Shevchenko
2004
FC Porto 1 - 2 Valencia CF, (Mónaco), golos de Quaresma; Baraja, Di Vaio
Taça Intercontinental: 2
1987
FC Porto 2 - 1 Peñarol (ap)
golos de Gomes, Madjer; Viera
2004
FC Porto 0 - 0 Once Caldas (8-7 após grandes penalidades)
Taça UEFA: 1
2002/03
Final: FC Porto 3 - 2 Celtic FC (aet) (Sevilha, Espanha)
golos de Derlei (2), Alenitchev; Henrik Larsson (2)
Taça dos Vencedores de Taças: 0
1983/84
Final: FC Porto 1 - 2 Juventus (Basileia, Suiça)
golos de Sousa; Vignola, Boniek
Campeonato de Portugal: 4
1921/22; 1924/25; 1931/32; 1936/37
Campeonato da 1ª Liga: 1
1934/35
Campeonato Nacional: 19
1938/39; 1939/40; 1955/56; 1958/59; 1977/78; 1978/79; 1984/85; 1985/86; 1987/88; 1989/90; 1991/92; 1992/93; 1994/95; 1995/96; 1996/97; 1997/98; 1998/99; 2002/03, 2003/04
Taça de Portugal: 12
1955/56; 1957/58; 1967/68; 1976/77; 1983/84; 1987/88; 1990/91; 1993/94; 1997/98; 1999/00; 2000/01; 2002/03
Supertaça Cândido de Oliveira: 14
1980/81; 1982/83; 1983/84; 1985/86; 1989/90; 1990/91; 1992/93; 1993/94; 1995/96; 1997/98; 1998/99; 2000/01; 2002/03; 2003/04.
Outros Troféus
Torneio Juan Gamper - Barcelona, Espanha
1987
FC Porto 2 - 1 FC Barcelona
FC Porto 2 - 0 Bayern Munique
Torneio de Viareggio - Viareggio, Itália
1989
FC Porto 1 - 1 Inter Milão
FC Porto 1 - 1 Fiorentina (vitória do FC Porto em grandes penalidades)
Troféu Teresa Herrera - Corunha, Espanha
1991
FC Porto 2 - 1 Real Madrid
FC Porto 1 - 0 Deportivo de La Coruña
Torneio Cidade de Sevilha - Sevilha, Espanha
1992
FC Porto 2 - 0 Sevilla FC
FC Porto 2 - 2 Atlético de Madrid
FC Porto 2 - 0 Bétis(Final)
Torneio do Centenário - Porto, Portugal
1993
FC Porto 3 - 1 Cruzeiro
Thailand Premier Cup - Banguecoque, Tailândia
1997
FC Porto 2 - 1 Inter Milão
FC Porto 4 - 2 Boca Juniors (após grandes penalidades)
Palmarés dos 3 grandes - SLBenfica
Sport Lisboa e Benfica:
Campeonato Nacional da 1ª divisão/1ª liga/SuperLiga
Até 2005, o Benfica conquistou 31 campeonatos nacionais:
1935/36 - 1936/37 - 1937/38 - 1941/42 - 1942/43 - 1944/45 - 1949/50 - 1954/55 - 1956/57 - 1959/60 - 1960/61 - 1962/63 - 1963/64 - 1964/65 - 1966/67 - 1967/68 - 1968/69 - 1970/71 - 1971/72 - 1972/73 - 1974/75 - 1975/76 - 1976/77 - 1980/81 - 1982/83 - 1983/84 - 1986/87 - 1988/89 - 1990/91 - 1993/94 - 2004/05 -
Segundos lugares:
1943/44 - 1945/46 - 1946/47 - 1947/48 - 1948/49 - 1951/52 - 1952/53 - 1958/59 - 1965/66 - 1969/70 - 1973/74 - 1977/78 - 1978/79 - 1981/82 - 1985/86 - 1987/88 - 1989/90 - 1991/92 - 1992/93 - 1995/96 - 1997/98 - 2002/03 - 2003/04
Terceiros Lugares:
1934/35 - 1938/39 - 1950/51 - 1953/54 - 1957/58 - 1961/62 - 1979/80 - 1984/85 - 1994/95 - 1996/97 - 1998/99 - 1999/00
Campeonato de Portugal
(Prova realizada entre 1921/22 e 1937/38):
1929/30 - 1930/31 - 1934/35
Taça de Portugal
Até 2005, o Benfica conquistou 24 taças de Portugal:
1939/40 - 1942/43 - 1943/44 - 1948/49 - 1950/51 - 1951/52 - 1952/53 - 1954/55 - 1956/57 - 1958/59 - 1961/62 - 1963/64 - 1968/69 - 1969/70 - 1971/72 - 1979/80 - 1980/81 - 1982/83 - 1984/85 - 1985/86 - 1986/87 - 1992/93 - 1995/96 - 2003/04
Finalista Vencido:
1937/38 - 1938/39 - 1957/58 - 1964/65 - 1970/71 - 1973/74 - 1974/75 - 1988/89 - 1996/97 - 2004/05
Supertaça "Cândido de Oliveira"
Até 2005, o Benfica conquistou 4 supertaças Cândido de Oliveira:
1979/80 - 1984/85 - 1988/89 - 2004/05
Finalista Vencido:
1980/81 - 1982/83 - 1983/84 - 1985/86 - 1986/87 - 1990/91 - 1992/93 - 1993/94 - 1995/96 - 2003/04
Taça dos Clubes Campeões Europeus/Liga dos Campeões
Até 2005 o Benfica conquistou duas Taça dos Clubes Campeões Europeus:
1960/61 - 1961/62
Finalista vencido:
1962/63 - 1964/65 - 1967/68 - 1987/88 - 1989/90
Campeonato de Lisboa
(Prova realizada entre 1906/07 e 1946/47 - 41 Edições):
1909/10 - 1911/12 - 1912/13 - 1913/14 - 1915/16 - 1916/17 - 1917/18 - 1919/20 - 1932/33 - 1939/40
Taça de Honra
(Prova realizada entre 1914/15 e 1991/92 - 34 Edições):
1919/20 - 1921/22 - 1962/63 - 1964/65 - 1966/67 - 1967/68 - 1968/69 - 1971/72 - 1972/73 - 1973/74 - 1974/75 - 1977/78 - 1978/79 - 1979/80 - 1981/82 - 1983/84 - 1985/86 - 1987/88
Taça "Ribeiro dos Reis"
(Prova realizada entre 1961/62 e 1970/71 - 10 Edições):
1963/64 - 1965/66 - 1970/71
Outros Realces
Taça Latina: Vencedor (1949/50); Finalista Vencido: (1956/57)
Taça Ibérica: (1983/84)
Final Taça UEFA (1982/83)
Taça Intercontinental: Finalista vencido (1961 ; 1962)
France Football - Melhor Equipa da Europa: 1967/68
Participações em competições internacionais
Taça dos Campeões Europeus /Liga dos Campeões: 22 Participações; 4 participações - total: 26 participações; sete finais disputadas ( 1960/61; 1961/62; 1962/63; 1964/65; 1967/68; 1987/88; 1989/90 ); melhor resultado: Campeão em 1960/61 e 1961/62
Taça das Taças: 7 participações; melhor resultado: Meias-finais em 1980/81 e 1993/94
Taça das Cidades com Feira / Taça UEFA: 1 participação ; 12 participações - total: 13 participações ; melhor resultado: Final em 1982/83
Taça Latina: 3 participações - duas finais disputadas (1949/50; 1956/57); melhor resultado: Campeão em 1949/50
Taça Intercontinental: 2 participações
Taça Ibérica: Vencedor em 1983/84
Na Totalidade
(15/01/2005)
Adversários: 238
Jogos: 3140
Vitórias: 2078
Empates: 539
Derrotas: 523
Golos Marcados: 7882 (2.5 por jogo)
Golos Sofridos: 3150 (1.0 por jogo)
Campeonato Nacional da 1ª divisão/1ª liga/SuperLiga
Até 2005, o Benfica conquistou 31 campeonatos nacionais:
1935/36 - 1936/37 - 1937/38 - 1941/42 - 1942/43 - 1944/45 - 1949/50 - 1954/55 - 1956/57 - 1959/60 - 1960/61 - 1962/63 - 1963/64 - 1964/65 - 1966/67 - 1967/68 - 1968/69 - 1970/71 - 1971/72 - 1972/73 - 1974/75 - 1975/76 - 1976/77 - 1980/81 - 1982/83 - 1983/84 - 1986/87 - 1988/89 - 1990/91 - 1993/94 - 2004/05 -
Segundos lugares:
1943/44 - 1945/46 - 1946/47 - 1947/48 - 1948/49 - 1951/52 - 1952/53 - 1958/59 - 1965/66 - 1969/70 - 1973/74 - 1977/78 - 1978/79 - 1981/82 - 1985/86 - 1987/88 - 1989/90 - 1991/92 - 1992/93 - 1995/96 - 1997/98 - 2002/03 - 2003/04
Terceiros Lugares:
1934/35 - 1938/39 - 1950/51 - 1953/54 - 1957/58 - 1961/62 - 1979/80 - 1984/85 - 1994/95 - 1996/97 - 1998/99 - 1999/00
Campeonato de Portugal
(Prova realizada entre 1921/22 e 1937/38):
1929/30 - 1930/31 - 1934/35
Taça de Portugal
Até 2005, o Benfica conquistou 24 taças de Portugal:
1939/40 - 1942/43 - 1943/44 - 1948/49 - 1950/51 - 1951/52 - 1952/53 - 1954/55 - 1956/57 - 1958/59 - 1961/62 - 1963/64 - 1968/69 - 1969/70 - 1971/72 - 1979/80 - 1980/81 - 1982/83 - 1984/85 - 1985/86 - 1986/87 - 1992/93 - 1995/96 - 2003/04
Finalista Vencido:
1937/38 - 1938/39 - 1957/58 - 1964/65 - 1970/71 - 1973/74 - 1974/75 - 1988/89 - 1996/97 - 2004/05
Supertaça "Cândido de Oliveira"
Até 2005, o Benfica conquistou 4 supertaças Cândido de Oliveira:
1979/80 - 1984/85 - 1988/89 - 2004/05
Finalista Vencido:
1980/81 - 1982/83 - 1983/84 - 1985/86 - 1986/87 - 1990/91 - 1992/93 - 1993/94 - 1995/96 - 2003/04
Taça dos Clubes Campeões Europeus/Liga dos Campeões
Até 2005 o Benfica conquistou duas Taça dos Clubes Campeões Europeus:
1960/61 - 1961/62
Finalista vencido:
1962/63 - 1964/65 - 1967/68 - 1987/88 - 1989/90
Campeonato de Lisboa
(Prova realizada entre 1906/07 e 1946/47 - 41 Edições):
1909/10 - 1911/12 - 1912/13 - 1913/14 - 1915/16 - 1916/17 - 1917/18 - 1919/20 - 1932/33 - 1939/40
Taça de Honra
(Prova realizada entre 1914/15 e 1991/92 - 34 Edições):
1919/20 - 1921/22 - 1962/63 - 1964/65 - 1966/67 - 1967/68 - 1968/69 - 1971/72 - 1972/73 - 1973/74 - 1974/75 - 1977/78 - 1978/79 - 1979/80 - 1981/82 - 1983/84 - 1985/86 - 1987/88
Taça "Ribeiro dos Reis"
(Prova realizada entre 1961/62 e 1970/71 - 10 Edições):
1963/64 - 1965/66 - 1970/71
Outros Realces
Taça Latina: Vencedor (1949/50); Finalista Vencido: (1956/57)
Taça Ibérica: (1983/84)
Final Taça UEFA (1982/83)
Taça Intercontinental: Finalista vencido (1961 ; 1962)
France Football - Melhor Equipa da Europa: 1967/68
Participações em competições internacionais
Taça dos Campeões Europeus /Liga dos Campeões: 22 Participações; 4 participações - total: 26 participações; sete finais disputadas ( 1960/61; 1961/62; 1962/63; 1964/65; 1967/68; 1987/88; 1989/90 ); melhor resultado: Campeão em 1960/61 e 1961/62
Taça das Taças: 7 participações; melhor resultado: Meias-finais em 1980/81 e 1993/94
Taça das Cidades com Feira / Taça UEFA: 1 participação ; 12 participações - total: 13 participações ; melhor resultado: Final em 1982/83
Taça Latina: 3 participações - duas finais disputadas (1949/50; 1956/57); melhor resultado: Campeão em 1949/50
Taça Intercontinental: 2 participações
Taça Ibérica: Vencedor em 1983/84
Na Totalidade
(15/01/2005)
Adversários: 238
Jogos: 3140
Vitórias: 2078
Empates: 539
Derrotas: 523
Golos Marcados: 7882 (2.5 por jogo)
Golos Sofridos: 3150 (1.0 por jogo)
Antevisão da próxima jornada
Procurando trilhar os caminhos do Prof. Karamba, penso que a próxima jornada da Liga poderá ser fértil em resultados surpreendentes ou, pelo menos, pouco usuais em temporadas transactas.
Na Reboleira, a antiga Porcalhota de que ontem se falou, Toni, certamente, que apostará num modelo de jogo similar ao apresentado frente ao FCPorto, assente em forte coesão defensiva e em transições defesa/ataque rápidas por forma a surpreender a defesa benfiquista.
Apostará em dois avançados rápidos, Manu e Semedo, abdicando de um verdadeiro ponta de lança. Caso opte por jogar com um homem fixo na frente, a escolha recairá em Maxi Bevacqua que já esta época, ao serviço do Braga, causou amargos de boca aos da Luz, ao apontar os seus dois únicos tentos no campeonato.
Suportará a dita consistência defensiva numa defesa a quatro, Tony, Maurício, Santamaria e Amoreirinha, e num meio-campo de forte pendor defensivo com Emerson, Jordão, Coutinho e Paulo Machado, abrindo-se aqui a hipótese de alinhar Rui Borges no lugar de Paulo Machado, para, assim, conferir maior ofensividade à equipa.
Na baliza, desta vez, ultrapassados os problemas com lesões, seguramente, que jogará Bruno Vale.
No Benfica, em vista do compromisso europeu de quarta-feira, das ausências, durante a semana, nas selecções e dos castigos a Petit e Simão, Koeman introduzirá, uma vez mais, algumas alterações no onze inicial.
Na baliza alinhará Moretto, mas à sua frente as dúvidas são mais do que muitas.
Face à velocidade de Manu e Semedo, penso que Koeman apostará em Nélson em detrimento de Alcides (também por forma a poupá-lo para a batalha de Anfield).
Quanto aos centrais, dado que Luisão esteve ao serviço da selecção e só hoje se treina, perspectivo que Koeman lhe irá dar descanso, optando por Anderson e Ricardo Rocha.
Na esquerda Léo parece-me indiscutível.
No miolo, regressará Beto (tão nomeado tem sido neste blog...) que fará companhia a Manuel Fernandes no centro do terreno.
Nas alas, Koeman apostará em Marco Ferreira (infelizmente) e Robert.
Na frente, fruto da ausência de Karagounis na selecção, a opção deverá residir em Manduca e Nuno Gomes.
Todavia, também aqui as dúvidas são imensas, podendo Koeman alinhar com Marcel e Nuno Gomes ou Nuno Gomes e Miccoli ou, ainda, se bem que hipótese mais remota, com Miccoli e Marcel.
Em Alvalade, o Sporting, sem Liedson e Caneira, enfrentará um teste à consistência do seu futebol.
Para os lugares dos ausentes por castigo, penso que jogarão Sá Pinto e Tello, mantendo-se os restantes jogadores que alinharam em Coimbra.
No Gil Vicente, Ulisses Morais apresentar-se-á em Alvalade num teórico 4x3x3 que se transformará em 4x51 quando a defender, o que, certamente, acontecerá na maior parte do tempo de jogo.
Paulo Jorge, João Pereira, Marcos António, Gregory e João Pedro, Braima, Bruno Tiago e Gouveia, Carlitos, Nandinho e Carlos Carneiro, deverão ser os eleitos.
O Gil apostará na velocidade dos veteranos Carlitos (em super forma nos últimos jogos) e Nandinho e na exploração do jogo aéreo de Marcos António, Gregory e Carlos Carneiro em lances de bola parada.
Aliás, Carlitos tendo pela frente o adaptado Tello poderá fazer mossa na defensiva leonina.
Será curioso ver como é que o Sporting contornará a ausência do seu principal goleador.
Parece-me que o modelo de jogo de Paulo Bento, estruturado sobre forte contenção e no desferir de contra-ataques rápidos, se mostra mais apto para os jogos disputados na condição de visitante do que de visitado, encontrando o Sporting problemas quando tem de assumir o jogo face a defesas muito fechadas.
No Dragão, Adriaanse, aproveitando a ausência do castigado Paulo Assunção, apostará num híbrido 4x3x3, com Marek Cech a fazer todo o corredor esquerdo.
Assim, o Porto deverá jogar com Baía, Bosingwa, Pepe, Pedro Emanuel e Cech, Lucho, Meireles e Ibson ou Diego, Quaresma, McCarthy e Adriano.
Não penso que abdique de McCarthy ou Adriano, mas sim de Ivanildo que vem dando mostras de estar a perder o fulgor com que se exibiu em jornadas anteriores, mormente em Vila do Conde.
Deste modo, prescinde de um ala, entregando a Cech a tarefa de "carrillero".
O Nacional, caso Manuel Machado se mantenha fiel ao sistema utilizado nos dois jogos na Luz e no jogo de Alvalade, apresentar-se-á sem ponta de lança com Miguel Fidalgo ou Viveiros e Miguelito nas alas e Goulart solto no meio.
Diego, Patacas, Ávalos, Ricardo Fernandes e Alonzo, Chainho, Cléber e Bruno, Miguel Fidalgo ou Viveiros, Goulart e Miguelito, será a equipa a apresentar pelo Professor.
Manuel Machado vai apostar numa táctica de paciência, espreitando um ou outro erro para chegar ao golo em ataques rápidos.
O FcPorto procurará, como habitualmente, Lucho e Quaresma para desenharem os lances de possível golo.
Penso que será um jogo muito fechado, com poucas ocasiões de golo.
Embate quente desenrolar-se-á no Bessa, com o Boavista a receber o Braga, num duro teste à sua invencibilidade.
Estando frente a frente dois dos melhores estrategas nacionais - Carlos Brito e Jesualdo - penso que será um jogo, essencialmente, táctico, com as duas equipas a jogarem com o erro adversário.
Nota, igualmente, para a deslocação da Briosa a Leiria, em mais uma final rumo à permanência.
Um empate já seria um bom resultado, mas uma vitória poderia dar a tranquilidade necessária à Briosa para o resto do campeonato.
Sabendo que o Leiria apresenta dificuldades quando chamado a assumir o jogo, dado que o seu modelo assenta, essencialmente, no contra-ataque, a Briosa poderá ter neste jogo uma janela de oportunidade, assim não peque na concretização como no último sábado.
Lá estarei faça chuva ou faça sol a apoiar a Briosa, ainda que muitos duvidem do meu academismo...
Para concluir, penso que nenhum dos grandes está a salvo de uma surpresa.
Na Reboleira, a antiga Porcalhota de que ontem se falou, Toni, certamente, que apostará num modelo de jogo similar ao apresentado frente ao FCPorto, assente em forte coesão defensiva e em transições defesa/ataque rápidas por forma a surpreender a defesa benfiquista.
Apostará em dois avançados rápidos, Manu e Semedo, abdicando de um verdadeiro ponta de lança. Caso opte por jogar com um homem fixo na frente, a escolha recairá em Maxi Bevacqua que já esta época, ao serviço do Braga, causou amargos de boca aos da Luz, ao apontar os seus dois únicos tentos no campeonato.
Suportará a dita consistência defensiva numa defesa a quatro, Tony, Maurício, Santamaria e Amoreirinha, e num meio-campo de forte pendor defensivo com Emerson, Jordão, Coutinho e Paulo Machado, abrindo-se aqui a hipótese de alinhar Rui Borges no lugar de Paulo Machado, para, assim, conferir maior ofensividade à equipa.
Na baliza, desta vez, ultrapassados os problemas com lesões, seguramente, que jogará Bruno Vale.
No Benfica, em vista do compromisso europeu de quarta-feira, das ausências, durante a semana, nas selecções e dos castigos a Petit e Simão, Koeman introduzirá, uma vez mais, algumas alterações no onze inicial.
Na baliza alinhará Moretto, mas à sua frente as dúvidas são mais do que muitas.
Face à velocidade de Manu e Semedo, penso que Koeman apostará em Nélson em detrimento de Alcides (também por forma a poupá-lo para a batalha de Anfield).
Quanto aos centrais, dado que Luisão esteve ao serviço da selecção e só hoje se treina, perspectivo que Koeman lhe irá dar descanso, optando por Anderson e Ricardo Rocha.
Na esquerda Léo parece-me indiscutível.
No miolo, regressará Beto (tão nomeado tem sido neste blog...) que fará companhia a Manuel Fernandes no centro do terreno.
Nas alas, Koeman apostará em Marco Ferreira (infelizmente) e Robert.
Na frente, fruto da ausência de Karagounis na selecção, a opção deverá residir em Manduca e Nuno Gomes.
Todavia, também aqui as dúvidas são imensas, podendo Koeman alinhar com Marcel e Nuno Gomes ou Nuno Gomes e Miccoli ou, ainda, se bem que hipótese mais remota, com Miccoli e Marcel.
Em Alvalade, o Sporting, sem Liedson e Caneira, enfrentará um teste à consistência do seu futebol.
Para os lugares dos ausentes por castigo, penso que jogarão Sá Pinto e Tello, mantendo-se os restantes jogadores que alinharam em Coimbra.
No Gil Vicente, Ulisses Morais apresentar-se-á em Alvalade num teórico 4x3x3 que se transformará em 4x51 quando a defender, o que, certamente, acontecerá na maior parte do tempo de jogo.
Paulo Jorge, João Pereira, Marcos António, Gregory e João Pedro, Braima, Bruno Tiago e Gouveia, Carlitos, Nandinho e Carlos Carneiro, deverão ser os eleitos.
O Gil apostará na velocidade dos veteranos Carlitos (em super forma nos últimos jogos) e Nandinho e na exploração do jogo aéreo de Marcos António, Gregory e Carlos Carneiro em lances de bola parada.
Aliás, Carlitos tendo pela frente o adaptado Tello poderá fazer mossa na defensiva leonina.
Será curioso ver como é que o Sporting contornará a ausência do seu principal goleador.
Parece-me que o modelo de jogo de Paulo Bento, estruturado sobre forte contenção e no desferir de contra-ataques rápidos, se mostra mais apto para os jogos disputados na condição de visitante do que de visitado, encontrando o Sporting problemas quando tem de assumir o jogo face a defesas muito fechadas.
No Dragão, Adriaanse, aproveitando a ausência do castigado Paulo Assunção, apostará num híbrido 4x3x3, com Marek Cech a fazer todo o corredor esquerdo.
Assim, o Porto deverá jogar com Baía, Bosingwa, Pepe, Pedro Emanuel e Cech, Lucho, Meireles e Ibson ou Diego, Quaresma, McCarthy e Adriano.
Não penso que abdique de McCarthy ou Adriano, mas sim de Ivanildo que vem dando mostras de estar a perder o fulgor com que se exibiu em jornadas anteriores, mormente em Vila do Conde.
Deste modo, prescinde de um ala, entregando a Cech a tarefa de "carrillero".
O Nacional, caso Manuel Machado se mantenha fiel ao sistema utilizado nos dois jogos na Luz e no jogo de Alvalade, apresentar-se-á sem ponta de lança com Miguel Fidalgo ou Viveiros e Miguelito nas alas e Goulart solto no meio.
Diego, Patacas, Ávalos, Ricardo Fernandes e Alonzo, Chainho, Cléber e Bruno, Miguel Fidalgo ou Viveiros, Goulart e Miguelito, será a equipa a apresentar pelo Professor.
Manuel Machado vai apostar numa táctica de paciência, espreitando um ou outro erro para chegar ao golo em ataques rápidos.
O FcPorto procurará, como habitualmente, Lucho e Quaresma para desenharem os lances de possível golo.
Penso que será um jogo muito fechado, com poucas ocasiões de golo.
Embate quente desenrolar-se-á no Bessa, com o Boavista a receber o Braga, num duro teste à sua invencibilidade.
Estando frente a frente dois dos melhores estrategas nacionais - Carlos Brito e Jesualdo - penso que será um jogo, essencialmente, táctico, com as duas equipas a jogarem com o erro adversário.
Nota, igualmente, para a deslocação da Briosa a Leiria, em mais uma final rumo à permanência.
Um empate já seria um bom resultado, mas uma vitória poderia dar a tranquilidade necessária à Briosa para o resto do campeonato.
Sabendo que o Leiria apresenta dificuldades quando chamado a assumir o jogo, dado que o seu modelo assenta, essencialmente, no contra-ataque, a Briosa poderá ter neste jogo uma janela de oportunidade, assim não peque na concretização como no último sábado.
Lá estarei faça chuva ou faça sol a apoiar a Briosa, ainda que muitos duvidem do meu academismo...
Para concluir, penso que nenhum dos grandes está a salvo de uma surpresa.
Selecção do Blog
Contabilizadas as vossas preferências, os guarda-redes que, no entender dos participantes neste blog, deveriam estar no Mundial da Alemanha seriam Ricardo, Quim e Paulo Santos (não deixa de ser curiosa a coincidência com as escolhas prováveis de Scolari).
Para hoje, o desafio será escolher os laterais direitos e esquerdos (em número de quatro).
A minha escolha recairia em Miguel, Paulo Ferreira, Caneira e Miguelito.
Para hoje, o desafio será escolher os laterais direitos e esquerdos (em número de quatro).
A minha escolha recairia em Miguel, Paulo Ferreira, Caneira e Miguelito.
quinta-feira, março 02, 2006
Histórico das partidas dos grandes no próximo fim de semana
Histórico do SLBenfica com o Estrela da Amadora:
Total Jg V E D GA
22 16 4 2 37- 14
Fora
11 7 2 2 13- 9
Histórico do FCPorto com o Nacional:
Total Jg V E D G
8 7 0 1 20- 7
Casa
4 3 0 1 11- 4
Histórico do Sporting CP com o Gil Vicente:
Total Jg V E D G
22 13 5 4 39- 14
Casa
11 8 2 1 24- 7
Total Jg V E D GA
22 16 4 2 37- 14
Fora
11 7 2 2 13- 9
Histórico do FCPorto com o Nacional:
Total Jg V E D G
8 7 0 1 20- 7
Casa
4 3 0 1 11- 4
Histórico do Sporting CP com o Gil Vicente:
Total Jg V E D G
22 13 5 4 39- 14
Casa
11 8 2 1 24- 7
A selecção do Scolari
Como todos já sabem, detesto o seleccionador nacional de futebol.
Desde a sua postura ao seu linguajar tosco, passando pela sua nula capacidade de trabalho e pelos seus parcos conhecimentos futebolísticos, tudo nele me parece abjecto.
Os seus defensores brandem com a conquista de vários títulos, entre os quais um campeonato do mundo, para assegurar da sua competência.
A esses direi que Scolari é, sem dúvida, um homem com sorte.
Com os jogadores que tinha ao seu dispôr, difícil seria não ter ganho aquele Mundial (ainda que a Turquia tenha sido, indecentemente, espoliada nas meias-finais).
Como complicado seria não ganhar um Europeu jogado em casa, com um apoio popular nunca antes visto, dispondo de um manancial de jogadores de elevada craveira e Scolari conseguiu-o.
Scolari tem duas virtudes principais enquanto treinador - sorte (e treinador sem sorte não ganha nada) e capacidade de liderança. No mais, é fraco.
Hoje por hoje, Scolari desbaratou, por completo, o capital de confiança e entusiasmo que havia granjeado.
Há muito que a selecção nacional deixou de ser a selecção de todos nós, como pomposamente os senhores jornalistas desportivos gostam de a denominar.
A insistência na escolha de jogadores falhos de categoria para representarem a selecção portuguesa, o seu discurso incoerente e vitimizador, a tal desfecho conduziram.
Para Scolari (e por aqui se vê a sua estreiteza de pensamento) uma selecção deve funcionar como um clube, no sentido em que uma vez definido um plantel, deve manter-se inalterado, sejam quais forem as circunstâncias.
Olvida, desde logo, que, mesmo nos clubes, verificam-se entradas e saídas de jogadores.
Uma selecção não é, nem pode ser encarada como um clube.
O campo de recrutamento de uma selecção é, por norma, bem mais vasto (com excepção, talvez, do Brasil) e uma selecção, por definição, tem que ser composta pelos melhores jogadores do País no momento da elaboração da convocatória.
Assim, só por economia de meios se percebe que Scolari haja eleito um conjunto fixo de jogadores para compor a selecção.
Dada a sua aversão ao trabalho, mormente de observação de jogos, a opção de Scolari permite-lhe abdicar de tal tarefa.
Ignorar os momentos de forma e a condição de titular ou suplente dos jogadores aquando da elaboração das convocatória, parece-me a negação da função de seleccionador.
Seleccionador é aquele que escolhe e Scolari há muito que se deixou disso.
A recente lista de eleitos para o jogo com a Arabia Saudita é bem exemplo disso.
Não me parece plausível a convocação de jogadores suplentes (Quim, Maniche, Hugo Viana), de jogadores sem competição (Costinha) e de jogadores em claro deficit de forma desportiva (Meira e Nuno Valente).
Aliás, Scolari já disse que Costinha, independentemente, do que vier a ser o seu futuro desportivo (leia-se arranje ou não clube) será convocado.
Afirmar que este jogo particular seria um teste para Quaresma e Viana é de bradar aos céus.
Não será que à convocação de jogadores deveria obedecer um prévio plano de observações? não deveria ser a análise do seu rendimento desportivo durante a época a determinar a sua eleição?!
Se à inabilidade nas escolhas, acrescermos a falta de rigor na preparação logística e desportiva do Mundial, o futuro apresenta-se sombrio.
Eleger o Alentejo como local de pré-estágio da selecção, com o seu clima ameno e aprazível em finais de Maio, princípios de Junho, convidar Cabo Verde e o Luxemburgo para "sparing partners" para uma competição como o Mundial, afiguram-se-me decisões asnáticas.
Percebo que Scolari e Mandaíl se mostram muito satisfeitos com tais opções, pois que servem os seus interesses.
Madaíl embolsa mais umas massas e Scolari fica a salvo de um qualquer percalço que pudesse empalidecer, ainda mais, a sua estrela.
Espero e desejo que a campanha de Portugal no Mundial seja coroada de êxito, mas, infelizmente, nas actuais condições, duvido.
Lanço-vos o desafio de elaborarmos a selecção nacional do blog, os 23 jogadores que deveriam envergar a camisola das quinas no Mundial da Alemanha.
Nesta ocasião, proponho-vos a escolha dos 3 guarda-redes.
Por mim, seriam Paulo Santos, Ricardo e Pedro Roma.
Desde a sua postura ao seu linguajar tosco, passando pela sua nula capacidade de trabalho e pelos seus parcos conhecimentos futebolísticos, tudo nele me parece abjecto.
Os seus defensores brandem com a conquista de vários títulos, entre os quais um campeonato do mundo, para assegurar da sua competência.
A esses direi que Scolari é, sem dúvida, um homem com sorte.
Com os jogadores que tinha ao seu dispôr, difícil seria não ter ganho aquele Mundial (ainda que a Turquia tenha sido, indecentemente, espoliada nas meias-finais).
Como complicado seria não ganhar um Europeu jogado em casa, com um apoio popular nunca antes visto, dispondo de um manancial de jogadores de elevada craveira e Scolari conseguiu-o.
Scolari tem duas virtudes principais enquanto treinador - sorte (e treinador sem sorte não ganha nada) e capacidade de liderança. No mais, é fraco.
Hoje por hoje, Scolari desbaratou, por completo, o capital de confiança e entusiasmo que havia granjeado.
Há muito que a selecção nacional deixou de ser a selecção de todos nós, como pomposamente os senhores jornalistas desportivos gostam de a denominar.
A insistência na escolha de jogadores falhos de categoria para representarem a selecção portuguesa, o seu discurso incoerente e vitimizador, a tal desfecho conduziram.
Para Scolari (e por aqui se vê a sua estreiteza de pensamento) uma selecção deve funcionar como um clube, no sentido em que uma vez definido um plantel, deve manter-se inalterado, sejam quais forem as circunstâncias.
Olvida, desde logo, que, mesmo nos clubes, verificam-se entradas e saídas de jogadores.
Uma selecção não é, nem pode ser encarada como um clube.
O campo de recrutamento de uma selecção é, por norma, bem mais vasto (com excepção, talvez, do Brasil) e uma selecção, por definição, tem que ser composta pelos melhores jogadores do País no momento da elaboração da convocatória.
Assim, só por economia de meios se percebe que Scolari haja eleito um conjunto fixo de jogadores para compor a selecção.
Dada a sua aversão ao trabalho, mormente de observação de jogos, a opção de Scolari permite-lhe abdicar de tal tarefa.
Ignorar os momentos de forma e a condição de titular ou suplente dos jogadores aquando da elaboração das convocatória, parece-me a negação da função de seleccionador.
Seleccionador é aquele que escolhe e Scolari há muito que se deixou disso.
A recente lista de eleitos para o jogo com a Arabia Saudita é bem exemplo disso.
Não me parece plausível a convocação de jogadores suplentes (Quim, Maniche, Hugo Viana), de jogadores sem competição (Costinha) e de jogadores em claro deficit de forma desportiva (Meira e Nuno Valente).
Aliás, Scolari já disse que Costinha, independentemente, do que vier a ser o seu futuro desportivo (leia-se arranje ou não clube) será convocado.
Afirmar que este jogo particular seria um teste para Quaresma e Viana é de bradar aos céus.
Não será que à convocação de jogadores deveria obedecer um prévio plano de observações? não deveria ser a análise do seu rendimento desportivo durante a época a determinar a sua eleição?!
Se à inabilidade nas escolhas, acrescermos a falta de rigor na preparação logística e desportiva do Mundial, o futuro apresenta-se sombrio.
Eleger o Alentejo como local de pré-estágio da selecção, com o seu clima ameno e aprazível em finais de Maio, princípios de Junho, convidar Cabo Verde e o Luxemburgo para "sparing partners" para uma competição como o Mundial, afiguram-se-me decisões asnáticas.
Percebo que Scolari e Mandaíl se mostram muito satisfeitos com tais opções, pois que servem os seus interesses.
Madaíl embolsa mais umas massas e Scolari fica a salvo de um qualquer percalço que pudesse empalidecer, ainda mais, a sua estrela.
Espero e desejo que a campanha de Portugal no Mundial seja coroada de êxito, mas, infelizmente, nas actuais condições, duvido.
Lanço-vos o desafio de elaborarmos a selecção nacional do blog, os 23 jogadores que deveriam envergar a camisola das quinas no Mundial da Alemanha.
Nesta ocasião, proponho-vos a escolha dos 3 guarda-redes.
Por mim, seriam Paulo Santos, Ricardo e Pedro Roma.
quarta-feira, março 01, 2006
Espaço Prof. Karamba - Classificação Geral
1º Lugar: Zex 18 pontos;
2º Lugar: Cavungi 15 pontos;
3ª Lugar: Vicente Lemos e Karalhounis 8 pontos;
4º Lugar: Vermelho, Carlos, Francisco Lázaro e Qualesma 7 pontos;
4º Lugar: Samsalameh, Matulona, Camachio, WWW.SAPO.SLB, Holtreman 5 pontos;
5º Lugar: Prof. Venceslau, Borbas 3 pontos;
6º Lugar: Broas, Botaabaixo, Meireles 2 pontos.
2º Lugar: Cavungi 15 pontos;
3ª Lugar: Vicente Lemos e Karalhounis 8 pontos;
4º Lugar: Vermelho, Carlos, Francisco Lázaro e Qualesma 7 pontos;
4º Lugar: Samsalameh, Matulona, Camachio, WWW.SAPO.SLB, Holtreman 5 pontos;
5º Lugar: Prof. Venceslau, Borbas 3 pontos;
6º Lugar: Broas, Botaabaixo, Meireles 2 pontos.
Espaço Prof. Karamba - Classificação da Semana
1º Lugar: Cavungi 10 pontos;
2ª Lugar: Vicente Lemos e Karalhounis 8 pontos;
3º Lugar: Carlos, Francisco Lázaro e Qualesma 7 pontos;
4º Lugar: Vermelho, Zex, Samsalameh, Matulona, Camachio, WWW.SAPO.SLB, Holtreman 5 pontos;
5º Lugar: Prof. Venceslau, Borbas 3 pontos;
6º Lugar: Broas, Botaabaixo, Meireles 2 pontos.
2ª Lugar: Vicente Lemos e Karalhounis 8 pontos;
3º Lugar: Carlos, Francisco Lázaro e Qualesma 7 pontos;
4º Lugar: Vermelho, Zex, Samsalameh, Matulona, Camachio, WWW.SAPO.SLB, Holtreman 5 pontos;
5º Lugar: Prof. Venceslau, Borbas 3 pontos;
6º Lugar: Broas, Botaabaixo, Meireles 2 pontos.
Análise à Jornada
Enfim de volta após umas merecidas, digo eu, mini-férias.
Procurarei ser breve na análise à jornada, pois que já vai longo o tempo que dista da mesma.
Na Luz, vitória sem contestação do SLB sobre o FCPorto.
Jogo típico de derby, lutado, "rasgadinho", emotivo, mas sem grandes primores técnicos.
No Benfica, Koeman fez jogar Karagounis de início, conferindo um sentido de maior ofensividade à equipa, sem lhe retirar consistência defensiva.
No FCPorto, Adriaanse manteve-se, aparentemente, fiel ao 3x3x4, sendo certo que só o fez no papel, já que Paulo Assunção jogou como central.
O Benfica foi sempre superior ao Porto, controlando a partida do princípio ao fim, ainda que, na segunda metade, o domínio territorial haja pertencido aos dragões.
O Benfica assentou o seu jogo numa segurança defensiva que manietou por completo as pretensões ofensivas do FCPorto.
O Benfica não fez grande exibição, mas mandou no jogo, controlando-o, revelando-se sempre mais consistente, objectivo e perigoso.
Numa partida muito disputada a meio-campo, o Benfica chegou ao golo no terminus da primeira parte, através de um livre directo de Robert, no qual Baía deu um enorme perú.
Não se discute a trajectória enganadora da bola, mas a forma como Baía se fez ao lance inviabilizou, desde logo, a execução da defesa.
Daí para a frente, o Benfica jogou como gosta - controlo absoluto do meio-campo para desenvolver ataques rápidos e contra-ataques.
O Porto, embora jogando com muitas unidades na frente (chegaram a ser 5), nunca logrou criar ocasiões de real perigo para a baliza de Moretto, com excepção de um lance, no final, protagonizado por Lisandro López.
Aliás, o nó górdio que Manuel Fernandes deu no futebol de Lucho González tornou o Porto numa equipa pouco mais do que inofensiva.
Sem realizar exibição por aí além, o Benfica foi sempre mais objectivo e mais perigoso que o Porto, criando algumas oportunidades flagrantes de golo, a maior das quais num lance em que Nuno Gomes falhou a baliza de Baía de forma quase patética (acaso concretizasse teria, certamente, "morto" o jogo).
Não obstante o cansaço demonstrado pela equipa, o Benfica superiorizou-se ao Porto em todos os capítulos de jogo.
Adriaanse confirmou a teimosia que já lhe havia apontado, apresentando um sistema táctico que, também, contribuiu para a débacle portista.
Ao não abdicar dos 3 defesas e ao recuar Paulo Assunção para central, desguarneceu o meio-campo, actuando em inferioridade numérica na zona nevrálgica do terreno (Petit, Manuel Fernandes e Karagounis face a Raúl Meireles e Lucho).
Por outro lado, a opção por dois pontas de lança em cunha, um ao lado do outro, fez com que o Porto não dispusesse de um elemento que efectuasse o transporte de bola do meio-campo para o ataque (manietado que esteve Lucho por Manuel Fernandes).
Se a isto juntarmos a inoperância das alas portistas, fruto da implacável e impecável marcação movida por Alcides e Léo a Ivanildo e Quaresma, o Porto mostrou-se inoperante.
Destaque positivo no Benfica para Moretto, pela tranquilidade que transpareceu e da qual parecia arredio, Alcides, Luisão, Anderson e Léo, pela consistência e segurança defensiva patenteadas (desde que Koeman baixou a defesa em 15 metros os problemas desvaneceram-se), Manuel Fernandes, regressado aos bons velhos tempos.
Nota negativa para João Ferreira demonstrando falta de autoridade, usando de um critério disciplinar incompreensível e cometendo erro crasso ao não punir com grande penalidade um "puxão" de Lucho a Petit.
Em Coimbra, o Sporting venceu, mas não com mérito ou justiça.
A Briosa dominou o jogo, construiu as melhores oportunidades de golo, mas os erros do árbitro e de Alcântara impediram-na de chegar à vitória.
No primeiro golo do Sporting existem dois claros foras de jogo não assinalados pelo árbitro - num primeiro momento Liedson está em posição irregular e tem clara interferência na jogada e num segundo momento, aquando do cruzamento, Moutinho está para lá da linha da bola, sem que tenha dois jogadores da Briosa entre si e a linha de baliza.
No segundo golo do Sporting, Alcantâra fez aquilo que tanto temia - errou de forma clamorosa - colocando a bola em Liedson para este fazer um grande golo.
No terceiro golo do Sporting, antes da inegável agressão de Pedro Roma a Liedson, o guardião da Académica sofreu duas faltas, uma de Tonel e outra de Liedson (como este reconheceu ontem), pelo que deveria ter sido assinalado livre (assim, ainda que Roma agredisse Liedson, estando o jogo parado, apenas haveria lugar a expulsão).
No intervalo entre os golos, a Briosa foi sempre superior ao Sporting que se limitou a jogar em contra-ataque, mostrando-se incapaz de construir jogadas de ataque organizado.
A inépcia da Briosa na finalização, com Serjão entre os mais perdulários, poupou o Sporting a amargos de boca.
Foi, sem dúvida, a melhor exibição da Briosa esta época, ainda assim insuficiente para alcançar a vitória, muito, repito, por culpa do árbitro da partida (aos erros sobreditos, acresce a não expulsão de Abel na primeira parte, por agressão a um jogador da Académica).
Finalmente, cumpre-me enaltecer a nobre postura do nosso colega de blog que me acompanhou ao Cidade de Coimbra.
Alusão final para Braga e Boavista que continuam na luta pelo título, sendo que o Boavista, ao receber os quatro primeiros da classificação no seu estádio, acha-se em posição muito favorável para se alcandorar à condição de equipa decisora do campeonato.
Procurarei ser breve na análise à jornada, pois que já vai longo o tempo que dista da mesma.
Na Luz, vitória sem contestação do SLB sobre o FCPorto.
Jogo típico de derby, lutado, "rasgadinho", emotivo, mas sem grandes primores técnicos.
No Benfica, Koeman fez jogar Karagounis de início, conferindo um sentido de maior ofensividade à equipa, sem lhe retirar consistência defensiva.
No FCPorto, Adriaanse manteve-se, aparentemente, fiel ao 3x3x4, sendo certo que só o fez no papel, já que Paulo Assunção jogou como central.
O Benfica foi sempre superior ao Porto, controlando a partida do princípio ao fim, ainda que, na segunda metade, o domínio territorial haja pertencido aos dragões.
O Benfica assentou o seu jogo numa segurança defensiva que manietou por completo as pretensões ofensivas do FCPorto.
O Benfica não fez grande exibição, mas mandou no jogo, controlando-o, revelando-se sempre mais consistente, objectivo e perigoso.
Numa partida muito disputada a meio-campo, o Benfica chegou ao golo no terminus da primeira parte, através de um livre directo de Robert, no qual Baía deu um enorme perú.
Não se discute a trajectória enganadora da bola, mas a forma como Baía se fez ao lance inviabilizou, desde logo, a execução da defesa.
Daí para a frente, o Benfica jogou como gosta - controlo absoluto do meio-campo para desenvolver ataques rápidos e contra-ataques.
O Porto, embora jogando com muitas unidades na frente (chegaram a ser 5), nunca logrou criar ocasiões de real perigo para a baliza de Moretto, com excepção de um lance, no final, protagonizado por Lisandro López.
Aliás, o nó górdio que Manuel Fernandes deu no futebol de Lucho González tornou o Porto numa equipa pouco mais do que inofensiva.
Sem realizar exibição por aí além, o Benfica foi sempre mais objectivo e mais perigoso que o Porto, criando algumas oportunidades flagrantes de golo, a maior das quais num lance em que Nuno Gomes falhou a baliza de Baía de forma quase patética (acaso concretizasse teria, certamente, "morto" o jogo).
Não obstante o cansaço demonstrado pela equipa, o Benfica superiorizou-se ao Porto em todos os capítulos de jogo.
Adriaanse confirmou a teimosia que já lhe havia apontado, apresentando um sistema táctico que, também, contribuiu para a débacle portista.
Ao não abdicar dos 3 defesas e ao recuar Paulo Assunção para central, desguarneceu o meio-campo, actuando em inferioridade numérica na zona nevrálgica do terreno (Petit, Manuel Fernandes e Karagounis face a Raúl Meireles e Lucho).
Por outro lado, a opção por dois pontas de lança em cunha, um ao lado do outro, fez com que o Porto não dispusesse de um elemento que efectuasse o transporte de bola do meio-campo para o ataque (manietado que esteve Lucho por Manuel Fernandes).
Se a isto juntarmos a inoperância das alas portistas, fruto da implacável e impecável marcação movida por Alcides e Léo a Ivanildo e Quaresma, o Porto mostrou-se inoperante.
Destaque positivo no Benfica para Moretto, pela tranquilidade que transpareceu e da qual parecia arredio, Alcides, Luisão, Anderson e Léo, pela consistência e segurança defensiva patenteadas (desde que Koeman baixou a defesa em 15 metros os problemas desvaneceram-se), Manuel Fernandes, regressado aos bons velhos tempos.
Nota negativa para João Ferreira demonstrando falta de autoridade, usando de um critério disciplinar incompreensível e cometendo erro crasso ao não punir com grande penalidade um "puxão" de Lucho a Petit.
Em Coimbra, o Sporting venceu, mas não com mérito ou justiça.
A Briosa dominou o jogo, construiu as melhores oportunidades de golo, mas os erros do árbitro e de Alcântara impediram-na de chegar à vitória.
No primeiro golo do Sporting existem dois claros foras de jogo não assinalados pelo árbitro - num primeiro momento Liedson está em posição irregular e tem clara interferência na jogada e num segundo momento, aquando do cruzamento, Moutinho está para lá da linha da bola, sem que tenha dois jogadores da Briosa entre si e a linha de baliza.
No segundo golo do Sporting, Alcantâra fez aquilo que tanto temia - errou de forma clamorosa - colocando a bola em Liedson para este fazer um grande golo.
No terceiro golo do Sporting, antes da inegável agressão de Pedro Roma a Liedson, o guardião da Académica sofreu duas faltas, uma de Tonel e outra de Liedson (como este reconheceu ontem), pelo que deveria ter sido assinalado livre (assim, ainda que Roma agredisse Liedson, estando o jogo parado, apenas haveria lugar a expulsão).
No intervalo entre os golos, a Briosa foi sempre superior ao Sporting que se limitou a jogar em contra-ataque, mostrando-se incapaz de construir jogadas de ataque organizado.
A inépcia da Briosa na finalização, com Serjão entre os mais perdulários, poupou o Sporting a amargos de boca.
Foi, sem dúvida, a melhor exibição da Briosa esta época, ainda assim insuficiente para alcançar a vitória, muito, repito, por culpa do árbitro da partida (aos erros sobreditos, acresce a não expulsão de Abel na primeira parte, por agressão a um jogador da Académica).
Finalmente, cumpre-me enaltecer a nobre postura do nosso colega de blog que me acompanhou ao Cidade de Coimbra.
Alusão final para Braga e Boavista que continuam na luta pelo título, sendo que o Boavista, ao receber os quatro primeiros da classificação no seu estádio, acha-se em posição muito favorável para se alcandorar à condição de equipa decisora do campeonato.
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