quinta-feira, novembro 27, 2008

Liga dos Astros - UEFA CUP Fantasy Football - Classificação Geral após a 3ª Jornada

1 MataRatos 127 pontos

2 As Maradonas 120 pontos

3 Lampião é que não 118 pontos

4 NoNameGays 102 pontos

5 Eagles 102 pontos

6 Kubas 100 pontos

7 Pacostars UC 99 pontos

8 El Arromba 93 pontos

9 Por Toutatis 08 88 pontos

10 MasCáGánda...!!! FC 71 pontos

Memorial Zandinga

1º Lugar: JC - 360 pontos

2º Lugar: Vermelho - 335 pontos

3º Lugar: Delane Vieira - 330 pontos

4º Lugar: Zex e Pachulico - 325 pontos

5º Lugar: Antes Morto que Vermelho - 320 pontos

6º Lugar: Cavungi e Salvatrucha JR. - 310 pontos

7º Lugar: Holtreman e Sócio - 300 pontos

8º Lugar: Kaiserlicheagle - 295 pontos

9º Lugar: Vermelho Sempre e Vermelho Nunca - 290 pontos

10º Lugar: Lion Heart - 285 pontos

11º Lugar: Fura-Redes, Jimmy Jump e Samsalameh - 280 pontos

12º Lugar: Jorge Mínimo - 275 pontos

13º Lugar: Cuto - 270 pontos

14º Lugar: Pankreas - 105 pontos

Olympiakos - Benfica 5-1

Constituição das Equipas e Avaliação Quantitativa do Desempenho

TAÇA UEFA, Grupo B, 3.ª jornada
Estádio Georgios Karaiskakis, em Atenas
Hora: 19:45
Árbitro: Stéphane Lannoy (França)

Olympiakos

Nikopolidis (3), Pantos (3), Papadoupolos (3), Antzas (3), Domi (3), Patsatzoglou (3), Dudu Cearense (3), Galletti (4), Djordjevic (3), Belluschi (3) e Diogo (4).

Suplentes: Kovac, Zewlakov, Leto (2), Gonzalez (-), Galitsios, Mandrinos e Kovacevic (2).

Treinador: Ernesto Valverde.

BENFICA

Quim (1), Maxi (2), David Luiz (1), Sidnei (1), Jorge Ribeiro (1), Ruben Amorim (1), Binya (1), Yebda (1), Reyes (3), Nuno Gomes (1) e Suazo (1).

Suplentes: Moreira, Miguel Vítor, Balboa (2), Carlos Martins (2), Urreta (2), Katsouranis e Cardozo.

Treinador: Quique Flores.

Sistemas Tácticos

Olympiakos


Benfica


Principais Incidências da Partida (fonte: http://www.record.pt/)

1' - GOLO DO OLYMPIACOS, POR GALLETTI.
Arranque fantástico dos gregos, que não esperam pelo completar do primeiro minuto de jogo para facturar. Jogada veloz, com remate do argentino Galletti. Quim e Diogo embrulham-se e a bola regressa aos pés de Galletti. À segunda é de vez e está inaugurado o marcador...

9' - Livre para o Benfica na direita do ataque encarnado. Batido por Reyes directo para o fundo das redes, sem que ninguém toque. Contudo, o árbitro anula a jogada por alegada falta de Nuno Gomes sobre um adversário. Ficam muitas dúvidas no ar...

18' - GOLO DO OLYMPIACOS, por PATSATZOGLOU.
Bola lançada para o ataque grego, com Maxi a desviar de cabeça perante a oposição de Diogo. Esta foi ter direitinha a Patsatzoglou, que remata forte de pé esquerdo. Quim ainda tocou...

24' - GOLO DO OLYMPIACOS, por DIOGO.
Noite de pesadelo para o Benfica. Passadeira vermelha estendida para o brasileiro Diogo entrar em posição frontal e rematar forte para o fundo das redes. Sidnei fica mal nesta jogada...

31' - Melhor oportunidade do Benfica até ao momento. Jorge Ribeiro conduz pela esquerda e centra tenso para a área, onde aparece Suazo a cabecear por cima do alvo.

33' - Remate acrobático de grande qualidade de Yebda, a permitir excelente defesa de Nikopolidis.

33' - GOLO DO BENFICA, por DAVID LUIZ.
Canto batido à direita, com a bola a desviar num defesa grego antes de chegar aos pés do central brasileiro, que remata para o fundo das redes. O jogador diz aos colegas que ainda há tempo para inverter o resultado.

44' - GOLO DO OLYMPIACOS, por BELLUSCHI.
Erro da defesa do Benfica, que dá espaço para os avançados aparecerem sozinhos. Após passe certeiro de Galletti, lá está Belluschi a facturar. 4-1 no marcador...

48' - Reyes entra bem pela esquerda e remate forte. Nikopolidis defende com qualidade. Canto para o Benfica...

53' - GOLO DO OLYMPIACOS, por DIOGO.
Galletti lança com qualidade em busca da velocidade do brasileiro Diogo e consegue. O avançado domina e remata cruzado, fazendo a bola anichar-se no fundo das redes de Quim. Goleada em Atenas!

77' - Remate em jeito de Kovacevic, com Quim a desviar a bola com uma palmada. Boa jogada do ataque helénicos e boa defesa do guardião encarnado.

81' - Suazo recebe com qualidade e quando tenta entrar na área contrária é desarmado por um central grego. Passa o perigo para as redes de Nikopolidis.

90'+3 - Urreta tem uma boa oportunidade, mas Nikopolidis defende.

Destaques

Melhores em Campo

Olympiakos

Galletti - Numa equipa agressiva e lutadora, a qualidade e a criatividade pertencem, quase em exclusivo, a Galletti.
Hoje não foi diferente, um golo e dois assistências coroaram uma exibição imaculada.

Diogo - Duas oportunidades, dois golos. 100% de eficácia de um avançado móvel, tecnicista, rápido e com sentido de baliza.

Benfica

Reyes - Talento e inconformismo.
Assumiu a generalidade dos movimentos ofensivos do Benfica e empenhou-se nas tarefas defensivas.
Excelente atitude do único jogador a salvar-se do naufrágio colectivo.

Piores em Campo

Olympiakos

Numa exibição colectivamente competente, nenhum jogador merece realce negativo.

Benfica

David Luiz - Regressou à sua posição e pode dizer-se que, defensivamente, fez tudo mal!
Recebeu nota 1 porque fez um golo.
A prolongada ausência fez-se notar de sobremaneira.
Desprovido de capacidade de reacção e concentração, incorreu em sucessivos erros de posicionamento e nunca encontrou o tempo certo de entrada aos lances.
Paupérrimo!

Destaquei David Luiz que me pareceu o pior entre os piores, sendo certo, todavia, que num desempenho colectivamente péssimo, o realce negativo incide sobre o conjunto dos jogadores utilizados pelo Benfica, com excepção de Reyes e dos substitutos.

Arbitragem

Fraquinho.
Vários erros de julgamento, mas, acima de tudo, três equívocos maiores:
Anulou, sem razão perceptível, um golo ao Benfica no minuto 9 da 1ª parte, validou, mal, o 5º golo do Olympiakos, pois que Diogo estava em posição de fora de jogo e não expulsou Binya, que, com um amarelo, cometeu duas faltas merecedoras da exibição de um segundo cartão icterícia (esta é à Coroado).

Comentário


Tragédia Grega em 5 Actos!

Pior era impossível!
Praticamente obrigado a vencer para almejar a passagem aos 16 avos-de-final da Taça UEFA, o Benfica acabou goleado e humilhado em Atenas.
E o Olympiakos nem precisou de realizar uma grande exibição!
Bastou-lhe aproveitar os sucessivos erros defensivos do Benfica para construir um triunfo inesperadamente fácil e tranquilo. Condescendência absoluta! Um desastre!
Desconcentração, desorientação, descoordenação, desorganização e mansidão foram os pecados maiores de uma equipa que nunca o foi na verdadeira acepção da palavra.
A goleada começou a desenhar-se logo na primeira jogada do encontro e o Benfica não mais se encontrou no jogo.
Um lance que ilustrou o desempenho defensivo do Benfica e a forma como o Olympiakos obteve os seus golos.
Ausência de pressão sobre o portador da bola no último momento de construção, erros de posicionamento, brandura no ataque à bola e ao adversário, falta de concentração, falta de tempo de entrada à bola e ao adversário e descoordenação entre os elementos da defesa e entre estes e o guarda-redes.
Uma total ausência de organização defensiva!
A parcimoniosa pressão do duplo-pivot da intermediária e dos centrais permitiu aos gregos muito tempo e espaço para desenharem o seu processo ofensivo, facilitando as penetrações entre-linhas que redundaram nos golos. Existiu sempre uma distância abissal entre o meio-campo e a defesa encarnada!
Ninguém logrou controlar os movimentos com e sem bola dos médios e dos avançados gregos e, quando assim sucede, os fracassos surgem com naturalidade.
Apenas à passagem da meia hora, ocasião em que tinha já sofrido mais dois golos, o Benfica conseguiu apresentar um arremedo de organização colectiva e arquitectar alguns bons movimentos ofensivos, que culminaram com a redução da desvantagem, por intermédio de David Luiz.
No entanto, seria fogo fátuo, pois que o Olympiakos ainda marcou novamente antes do intervalo e fechou a contagem no dealbar da segunda metade.
O Benfica foi apenas um esboço muito mal delineado da equipa coesa, organizada e pressionante de outros desafios.
O lado lunar da equipa veio ao de cima e o desempenho foi, dolorosamente, pobre!
Agora, há que reflectir, analisar e reagir.
Perdido que está o jogo, há que salvaguardar o essencial: a confiança e a auto-estima que a equipa tem alardeado!
Como disse Quique: "Os acidentes acontecem, e hoje aconteceu. Agora temos de tirar conclusões." "Temos de tirar conclusões, positivas e negativas. Temos é de reagir, tentar que os jogadores levantem a cabeça, pois na segunda-feira regressamos a uma competição na qual estamos bem."

Liga dos Astros - Classificação Geral

1º Lugar: Eagles - 665 pontos

2º Lugar: Red Eagles - 609 pontos

3º Lugar: SLB JIMMY JUMP - 599 pontos

4º Lugar: CouchCoach - 589 pontos

5º Lugar: Caça Lagartos / Suçuarana - 584 pontos

6º Lugar: CHICOO SUPER TEAM - 556 pontos

7º Lugar: Comando Verde - 505 pontos

8º Lugar: Kubas2 - 492 pontos

9º Lugar: Kaiserlicheagle FC - 479 pontos

10º Lugar: Couch dreads - 477 pontos

11º Lugar: cla do relogio no braço direito - 452 pontos

12º Lugar: fura redhe - 450 pontos

13º Lugar: kubas - 448 pontos

14ºLugar: CHICOOO SUPER TEAM - 435 pontos

15ºLugar: Cruzados - Mestre JC - 404 pontos

16ºLugar: Barões da Pelota - 357 pontos

quarta-feira, novembro 26, 2008

Espaço Prof. Karamba

Trofense - Rio Ave
Sp. Braga - Nacional
Belenenses - Marítimo
Leixões - Naval
Benfica - V. Setúbal
Sporting - V. Guimarães
FC Porto - Académica
P. Ferreira - E. Amadora

Liga dos Astros - UEFA Champions League Fantasy Football - Classificação Geral após a 5ª Jornada

Liga dos Astros (Ranking: 553 / 13,764)

1 Papa Lagartos 256 pontos

2 Lucho FCP 249 pontos

3 KUBAS 248 pontos

4 Pacostars CL 241 pontos

5 Alguém Viu o Benfica 226 pontos

6 Kota Kota Dumalay 223 pontos

7 F. Dido 219 pontos

8 KUBAS&MANEL 213 pontos

9 KUBAS4EVER 210 pontos

10 Eagles 202 pontos

11 My Team 201 pontos

12 Aktobe 193 pontos

13 BlackTeam 188 pontos

14 WorldTugas 177 pontos

15 Sport Clube Barreiro 168 pontos

16 FCPORTO 137 pontos

17 FORROBODO FC 78 pontos

Champions League - 5ª Jornada - Parte II

Fase de Grupos

Grupo A

Bordeaux - Chelsea 1-1
Um resultado construído na segunda parte e que postergou para a última jornada o conhecimento dos dois apurados para os oitavos-de-final.
Anelka adiantou o Chelsea no marcador, mas Diarra a 7 minutos do final, restabeleceu a igualdade.

Estatísticas dos clubes
Bordeaux Chelsea
1 Golos marcados 1
5 Remates à baliza 3
6 Remates para fora 1
3 Remates interceptados 0
3 Cartões amarelos 5
0 Cartões vermelhos 1
23 Faltas cometidas 15
4 Cantos 0
0 Foras-de-jogo 8
28' 0'' P. bola (tempo) 28' 5''
49% P. bola (%) 51%

CFR Cluj - Roma 1-3

Na hora da verdade, a Roma vingou a derrota da 1ª volta.
Um triunfo categórico perante um Cluj apenas esforçado.

Estatísticas dos clubes
CFR Cluj Roma
1 Golos marcados 3
7 Remates à baliza 5
9 Remates para fora 5
2 Remates interceptados 1
2 Cartões amarelos 2
0 Cartões vermelhos 0
15 Faltas cometidas 10
10 Cantos 3
2 Foras-de-jogo 6
27' 27'' P. bola (tempo) 30' 2''
47% P. bola (%) 53%

Grupo B

Anorthosis - Werder Bremen 2-2

O domínio territorial alemão não encontrou correspondência no marcador.
A perseverança e a tenacidade dos cipriotas conheceu justa retribuição no empate alcançado.

Estatísticas dos clubes
Anorthosis Bremen
2 Golos marcados 2
5 Remates à baliza 15
4 Remates para fora 6
1 Remates interceptados 8
2 Cartões amarelos 4
0 Cartões vermelhos 0
15 Faltas cometidas 19
5 Cantos 7
3 Foras-de-jogo 0
22' 19'' P. bola (tempo) 37' 37''
37% P. bola (%) 63%

Internazionale - Panathinaikos
0-1

A surpresa da noite!
Uma derrota que contraria a tendência ascendente revelada nos últimos confrontos a contar para a Serie A.

Estatísticas dos clubes
Internazionale Panathinaikos
0 Golos marcados 1
6 Remates à baliza 2
10 Remates para fora 4
0 Remates interceptados 1
0 Cartões amarelos 2
0 Cartões vermelhos 0
17 Faltas cometidas 12
7 Cantos 4
3 Foras-de-jogo 6
30' 35'' P. bola (tempo) 29' 57''
50% P. bola (%) 50%

Grupo C

Sporting - Barcelona 2-5

O Barcelona conquistou o primeiro lugar do Grupo C ao derrotar o Sporting, por 5-2.
Supremacia total catalã na débacle leonina!

Estatísticas dos clubes
Sporting Barcelona
2 Golos marcados 5
6 Remates à baliza 7
2 Remates para fora 7
1 Remates interceptados 2
1 Cartões amarelos 2
1 Cartões vermelhos 0
12 Faltas cometidas 10
3 Cantos 3
9 Foras-de-jogo 2
25' 53'' P. bola (tempo) 34' 56''
42% P. bola (%) 58%

Shakhtar Donetsk - FC Basel 5-0

Sem margem para dúvidas!
Superioridade indiscutível dos ucranianos.

Estatísticas dos clubes
FC Shakhtar Donetsk Basel
5 Golos marcados 0
8 Remates à baliza 6
5 Remates para fora 2
1 Remates interceptados 2
0 Cartões amarelos 1
0 Cartões vermelhos 0
15 Faltas cometidas 13
8 Cantos 8
5 Foras-de-jogo 1
34' 55'' P. bola (tempo) 26' 57''
56% P. bola (%) 44%

Grupo D

Liverpool - Marseille 1-0

Serviços mínimos numa vitória já expectável!

Estatísticas dos clubes
Liverpool Marseille
1 Golos marcados 0
4 Remates à baliza 5
2 Remates para fora 5
0 Remates interceptados 1
1 Cartões amarelos 1
0 Cartões vermelhos 0
21 Faltas cometidas 8
6 Cantos 3
6 Foras-de-jogo 4
30' 39'' P. bola (tempo) 29' 39''
50% P. bola (%) 50%

Atlético Madrid
- PSV 2-1

Dois golos na 1ª parte bastaram para o Atlético alicerçar um triunfo tranquilo.

Estatísticas dos clubes
Atlético PSV
2 Golos marcados 1
5 Remates à baliza 5
8 Remates para fora 4
3 Remates interceptados 3
0 Cartões amarelos 3
0 Cartões vermelhos 0
11 Faltas cometidas 24
5 Cantos 7
3 Foras-de-jogo 1
28' 34'' P. bola (tempo) 30' 17''
48% P. bola (%) 52%


terça-feira, novembro 25, 2008

Champions League - 5ª Jornada - Parte I

Fase de Grupos

Grupo E

AaB Aalborg - Celtic 2-1

Ainda não foi desta vez que o Celtic venceu um jogo na condição de visitante na Champions.
É certo que esteve em vantagem, mas um golo de Caca e um auto-golo de Caldwell operaram a reviravolta no resultado, qualificando os dinamarqueses para a Taça UEFA.

Estatísticas dos clubes
AaB Celtic
2 Golos marcados 1
4 Remates à baliza 4
5 Remates para fora 7
0 Remates interceptados 2
1 Cartões amarelos 0
0 Cartões vermelhos 0
13 Faltas cometidas 14
7 Cantos 4
3 Foras-de-jogo 3
27' 12'' P. bola (tempo) 30' 37''
47% P. bola (%) 53%

Villarreal - Man. United 0-0

Ascendente inglês, mas sem materialização.
Ronaldo, ainda na 1ª parte, dispôs de duas boas ocasiões de golo, mas não conseguiu desfeitear Diego López e, assim, o nulo persistiu até final.

Estatísticas dos clubes
Villarreal Man. United
0 Golos marcados 0
3 Remates à baliza 9
1 Remates para fora 3
1 Remates interceptados 1
3 Cartões amarelos 2
1 Cartões vermelhos 0
10 Faltas cometidas 24
5 Cantos 3
2 Foras-de-jogo 4
27' 37'' P. bola (tempo) 32' 51''
45% P. bola (%) 55%

Grupo F

Bayern Munich - Steaua 3-0

Supremacia indiscutível dos bávaros!

Estatísticas dos clubes
Bayern Steaua
3 Golos marcados 0
9 Remates à baliza 7
7 Remates para fora 4
1 Remates interceptados 0
0 Cartões amarelos 3
0 Cartões vermelhos 0
10 Faltas cometidas 14
6 Cantos 6
4 Foras-de-jogo 1
37' 9'' P. bola (tempo) 28' 4''
56% P. bola (%) 44%

Fiorentina - Lyon 1-2

Paridade de valores quebrada em duas transições rápidas, que garantiram o triunfo e consequente qualificação dos franceses para os oitavos de final.

Estatísticas dos clubes
Fiorentina Lyon
1 Golos marcados 2
7 Remates à baliza 6
12 Remates para fora 4
1 Remates interceptados 2
3 Cartões amarelos 2
0 Cartões vermelhos 0
10 Faltas cometidas 15
10 Cantos 5
4 Foras-de-jogo 7
27' 36'' P. bola (tempo) 27' 24''
50% P. bola (%) 50%

Grupo G


Fenerbahçe - FC Porto 1-2

O Porto, graças a um bis de Lisando López, assegurou a passagem aos oitavos-de-final, ao vencer por 2-1 na deslocação ao terreno do Fenerbahce.
Organização, coesão, sofrimento, fortuna e eficácia assim se construiu o êxito azul e branco.

Estatísticas dos clubes
Fenerbahce Porto
1 Golos marcados 2
6 Remates à baliza 7
9 Remates para fora 6
6 Remates interceptados 1
5 Cartões amarelos 1
0 Cartões vermelhos 0
24 Faltas cometidas 13
6 Cantos 5
0 Foras-de-jogo 2
48' 46'' P. bola (tempo) 42' 38''
53% P. bola (%) 47%

Arsenal - Dynamo Kyiv 1-0

Um tardio golo de Bendtner conferiu equidade a uma partida quase sempre dominada e controlada pelo Arsenal.

Estatísticas dos clubes
Arsenal FC Dynamo Kyiv
1 Golos marcados 0
5 Remates à baliza 4
5 Remates para fora 3
3 Remates interceptados 1
2 Cartões amarelos 4
0 Cartões vermelhos 1
16 Faltas cometidas 17
7 Cantos 2
7 Foras-de-jogo 6
34' 37'' P. bola (tempo) 20' 38''
62% P. bola (%) 38%

Grupo H

BATE - Real Madrid 0-1

Um singelo golo de Raul, logo aos 7 minutos, bastou para um Real em crise triunfar.

Estatísticas dos clubes
BATE Real Madrid
0 Golos marcados 1
1 Remates à baliza 6
5 Remates para fora 4
2 Remates interceptados 5
3 Cartões amarelos 2
0 Cartões vermelhos 0
24 Faltas cometidas 20
6 Cantos 7
2 Foras-de-jogo 1
27' 19'' P. bola (tempo) 25' 52''
51% P. bola (%) 49%

FC Zenit - Juventus 0-0

No gelo de São Petersburg, a frieza italiana garantiu um empate, que significou o apuramento para os oitavos de final.

Estatísticas dos clubes
Zenit Juventus
0 Golos marcados 0
6 Remates à baliza 7
3 Remates para fora 5
6 Remates interceptados 4
2 Cartões amarelos 3
0 Cartões vermelhos 0
9 Faltas cometidas 15
8 Cantos 2
6 Foras-de-jogo 3
48' 0'' P. bola (tempo) 24' 5''
66% P. bola (%) 34%

segunda-feira, novembro 24, 2008

Livro de Reclamações - Especial Benfica TV

Ao contrário do que é usual às Terças-feiras, desta feita, não será publicada a rubrica "Vedetas&Marretas", mas sim uma edição especial do Livro de Reclamações.
O lançamento oficial da Benfica TV impõe a alteração.



Na década de 90 do século passado, a Olivedesportos, vendo na depauperada situação dos clubes um maná a explorar, acentuou a sua política monopolista, adquirindo os direitos de transmissão televisiva das partidas a disputar em épocas vindouras a preços ridículos.
Os clubes sufocados de dívidas e sem receitas para lhes fazer face, viram-se na contingência de antecipar a venda dos direitos televisivos e, como se não achavam em posição negocial de discutir o preço, fizeram-no por valores quase insignificantes.
O Benfica não constituiu excepção e alienou os direitos televisivos relativos aos seus jogos na Liga Portuguesa à Olivedesportos até à época desportiva de 2012/13.
Fê-lo pela "exorbitância" de 7,5 milhões de euros por ano, verba esta à qual acresceu um prémio de assinatura no valor de 500 mil Euros.
Ou seja, os direitos televisivos representam cerca de 10% do total das receitas actualmente geradas pelo Benfica, ao passo que a média europeia se situa nos 50% (o Villareal, clube de uma pequena Cidade de 40 mil habitantes, perto de Valência, recebeu a época passada 52 milhões de euros pela venda de direitos televisivos).
Aliás, esta disparidade de receitas em relação ao resto da Europa explica muito da falta de competitividade dos clubes portugueses e do seu progressivo e quase inexorável endividamento, que os conduz a uma espécie de morte lenta.
Uma distorção que qualquer administração deve procurar corrigir e que "obrigou" à criação da Benfica TV.
A Benfica TV é, certamente, um marco histórico no panorama audiovisual português, mas também não deixará de significar uma revolução nas relações entre clubes, operadores televisivos e seu intermediário.
Almeja o Benfica incrementar as suas receitas, reforçar a sua imagem institucional e a sua política de comunicação e fortalecer os mecanismos de vinculação de sócios, adeptos e simpatizantes ao clube.
Não sei se quebrará com os repressivos circuitos convencionais e com a posição monoplista da Olivedesportos, mas, pelo menos, teve a virtude de agitar um mercado tradicionalmente pautado pela mansidão.
As emissões experimentais, com a transmissão em directo e em exclusivo das partidas da Taça UEFA frente a Nápoles e Galatasaray, provocaram uma enorme convulsão, mormente um impacto financeiro não despiciendo na actividade da Zon TV Cabo.
Desde o anúncio do lançamento exclusivo da Benfica TV na Meo, a 29 de Agosto, esta plataforma duplicou os seus assinantes e a Zon TV Cabo deixou fugir 17.900 clientes.
Da análise do Relatório do 3º Trimestre sobre os Serviços de Televisão por Subscrição publicado pela ANACOM deflui que, em apenas 3 meses, a Meo conquistou 4,1%de quota de mercado, enquanto que a Zon TV Cabo perdeu 3,2%.
Procurando inverter esta tendência de diminuição de assinantes, numa medida inédita em Portugal(por ser a primeira vez que o próprio operador assegura os direitos de transmissão), a Zon TV Cabo adquiriu os direitos de transmissão do Olympiakos-Benfica.
Ilustrativo do impacto e da importância que o advento da Benfica TV representou no mercado televisivo português (tendo por referência o montante despendido por assinante anualmente em serviços triple play (tv+telefone+net), o qual orça em cerca de 500,00 €, extrapolando a subtracção de clientes Zon TV Cabo a um universo de 100 mil clientes, a quebra de receitas será de 50 Milhões de Euros ano).
A Benfica TV pode significar um passo de gigante no sentido da liberalização do mercado e da libertação dos clubes do jugo opressor e castrador da Olivedesportos.
A dispensa da intermediação e a intervenção directa sobre o mercado publicitário significará uma natural valorização dos direitos de transmissão, que não deixará de se repercutir sobre todo o mercado.
Dos 20 maiores clubes da Europa, 13 possuem um canal de televisão, sendo certo que nenhum transmite os seus jogos no seu canal, pois que implica uma perda significativa de proventos.
A depreciação dos direitos televisivos em Portugal modifica substancialmente este cenário e pode conduzir o Benfica para um caminho distinto dos demais, findo que se mostre o actual contrato. Ou não.
Tudo depende de como o actual detentor dos direitos de televisivos reaja ao contexto decorrente do advento da Benfica TV.
Se renegociar o contrato em vigor por números mais condizentes com a realidade europeia, é provável que a Benfica TV nunca chegue a exibir jogos a contar para a Liga Portuguesa.
Se não o fizer ou um operador televisivo o faz ou a Benfica TV transmitirá, a partir de 2012/2013, os jogos do Benfica, na condição de visitado, a contar para a Liga Portuguesa.

domingo, novembro 23, 2008

Espaço Prof. Karamba

1º Lugar: Salvatrucha JR. - 235 pontos

2º Lugar: Jorge Mínimo - 210 pontos

3º Lugar: Jimmy Jump, Kaiserlicheagle e Zex - 200 pontos

4º Lugar: Lion Heart - 190 pontos

5º Lugar: Cavungi e Vermelho Sempre - 185 pontos

6º Lugar: Vermelho - 180 pontos

7º Lugar: JC e Antes Morto que Vermelho - 160 pontos

8º Lugar: Delane Vieira - 155 pontos

9º Lugar: Sócio, Cuto e Fura-Redes - 145 pontos

10º Lugar: Samsalameh - 140 pontos

11º Lugar: Vermelho Nunca - 125 pontos

12º Lugar: Pachulico - 90 pontos

13º Lugar: Pankreas - 55 pontos

Memorial Zandinga

Villarreal - Man. United
AaB Aalborg - Celtic
Bayern Munich - Steaua
Fiorentina - Lyon
Fenerbahçe - FC Porto
Arsenal - Dynamo Kyiv
FC Zenit - Juventus
BATE - Real Madrid
Bordeaux - Chelsea
CFR Cluj - Roma
Internazionale - Panathinaikos
Anorthosis - Werder Bremen
Shakhtar Donetsk - FC Basel
Sporting - Barcelona
Atlético Madrid - PSV
Liverpool - Marseille
Olympiacos - Benfica
Sp. Braga - Wolfsburg

AAC-Benfica 0-2

Constituição das Equipas e Avaliação Quantitativa do Desempenho

Estádio Cidade de Coimbra
Hora: 20:15
Árbitro: Pedro Proença (Lisboa)

AAC

Peskovic (3); Pedrinho (2), Orlando (2), Luiz Nunes (2) e Edson (2); Pavlovic (2); Nuno Piloto (2), Miguel Pedro (3) e Lito (2); Garcés (2) e Sougou (3).

Treinador: Domingos Paciência.

Suplentes: Pedro Roma, Pedro Costa, Madej (-), Cléber, Carlos Aguiar (-), Tiero, Cris e Éder (2).

BENFICA

Quim (3); Maxi Pereira (3), Luisão (3), Sidnei (3), David Luiz (2); Ruben Amorim (4), Binya (3), Yebda (3), Reyes (4); Cardozo (2) e Nuno Gomes (4).

Treinador: Quique Flores.

Suplentes: Moreira, Jorge Ribeiro (2), Miguel Vítor, Carlos Martins, Balboa (2), Aimar e Suazo (3).

Sistemas Tácticos

AAC


Benfica

Modelos de Jogo

AAC

Bloco baixo; Expectativa; Transições Rápidas.

Benfica

Posse e Circulação de Bola; Domínio e Controlo da Partida; Bloco médio/alto; Assumir Iniciativa de Jogo.

Principais Incidências da Partida (fonte: http://www.record.pt/)

1' - Defesa da casa em apuros após um cruzamento do flanco esquerdo do ataque benfiquista, mas Orlando consegue o corte perante Ruben Amorim.

5' - Agora é Cardozo que recebe a bola na área mas perde muito tempo e acaba por rematar contra um adversário.

17' - Excelente remate de Sougou, na ressaca de um livre no flanco direito, com a bola a embater com estrondo na barra da baliza de Quim.

31' - GOLO DO BENFICA, por RUBEN AMORIM
Nuno Gomes faz uma excelente assistência para a entrada de Ruben Amorim na área, com o médio a rematar cruzado para fora do alcance de Peskovic.

38' - Lito surge em boa posição mas falha o remate e a bola chega sem problemas a Quim.

46' - Grande penalidade para o Benfica, após um falta de PAVLOVIC sobre Reyes. O médio academista vê o CARTÃO AMARELO.

47' - GOLO DO BENFICA, por CARDOZO
O avançado paraguaio converte o penalty sem grandes dificuldades, enganando Peskovic.

67' - Grande passe de Yebda a lançar Suazo, que ganha em velocidade e desvia a bola de Peskovic, obrigado a sair da sua baliza. A bola acaba por embater no poste esquerdo...

90' - Contra-ataque rápido dos encarnados, com Quim a lançar Balboa e este a cruzar para o desvio de cabeça de Suazo... ao lado.

Destaques

Melhores em Campo

AAC

Sougou - Enviou uma bola à barra da baliza de Quim e assumiu-se como o mais inconformado dos jogadores da Briosa.

Miguel Pedro - Dinamizou as transições ofensivas e entregou-se de corpo e alma à luta pela posse da bola.

Benfica

Nuno Gomes - Fundamental.
O 4x4x2 seja ele clássico, seja em losango, é o sistema que mais favorece as suas melhores qualidades.
Para além da assistência para o primeiro golo, agitou o processo ofensivo encarnado com diversos passes de qualidade e movimentos de ruptura.
Alardeou uma disponibilidade e uma mobilidade que fazem dele, no actual contexto, o complemento ideal de Suazo.

Ruben Amorim - Tributou razão a Quique quando disse dele necessitar para o 4x4x2 clássico.
Incansável no seu labor defensivo, aportou ao flanco direito o indispensável equilíbrio.
Recuperou imensas bolas, deu profundidade ao flanco e estreou-se a marcar pelo Benfica.

Reyes - Talento e sacrifício.
Assumiu a generalidade dos movimentos ofensivos do Benfica e empenhou-se nas tarefas defensivas, auxiliando David Luiz.

Piores em Campo

AAC

Edson - Um central adaptado à esquerda, que nem soube fechar dentro, nem aportar profundidade ofensiva ao flanco esquerdo.

Benfica

Cardozo - Vive uma evidente crise de confiança.
Desprovido de auto-estima e de concentração, revelou-se amorfo e dócil.
Esteve quase sempre ausente do jogo.
De positivo, apenas a habitual competência na execução da grande penalidade.

David Luiz - Regressou à titularidade, mas fê-lo numa posição que não é a sua e estranhou bastante.
Não que defensivamente não tenha cumprido. Longe disso.
Sucede que, não sendo esquerdino, nem dominando as rotinas próprias do lugar, não conseguiu conferir profundidade ofensiva ao flanco esquerdo.
Pormenor curioso residiu no facto dos lugares de defesa-esquerdo de ambas as equipas terem sido ocupados por dois antigos companheiros da selecção de sub-20 do Brasil, defesas-centrais de origem.

Arbitragem

Num desempenho pautado pelo acerto, sobra uma dúvida importante: Pavlovic comete falta sobre Reyes no lance do qual resultou a grande penalidade a favor do Benfica?
Mesmo depois de visionar vezes sem conta a repetição da jogada, subsiste a interrogação - foi o sérvio a derrubar o espanhol ou espanhol a procurar o corpo do sérvio, promovendo o contacto? Talvez na síntese das duas posições esteja a "verdade".

Comentário

A tradição ainda é o que era!

Sem conhecer a derrota em Coimbra há 36 anos, o Benfica reafirmou o hábito de vencer.
Triunfo de equidade indiscutível, diga-se.
Quique apostou na rotatividade e a equipa não se ressentiu, demonstrando a profundidade e o equilíbrio do plantel.
Com o regresso de Amorim, Quique retornou ao 4x4x2 clássico.
Alterou o sistema táctico e modificou os protagonistas.
Na defesa, David Luiz surgiu à esquerda, no meio Binya, Amorim e Reyes assumiram as posições 6, 7 e 11, ao passo que no ataque Cardozo acompanhou Nuno Gomes.
Em relação à partida com o Estrela da Amadora, saíram Jorge Ribeiro, Carlos Martins, Aimar, Katsouranis e Suazo. Quase meia-equipa!
Uma "revolução" que transmitiu à equipa um cunho mais operário que criativo ou talentoso.
Por seu turno, Domingos, também, regressou ao passado, estruturando a sua equipa no habitual 4x3x3 da época transacta.
Certamente tendo por diapasão um Benfica em 4x4x2 losango, Domingos pretendia e bem explorar uma menor cobertura dos corredores laterais, através da colocação de Sougou e Lito, dois velocistas, nas alas.
O 4x4x2 clássico do Benfica surpreendeu-o e quase que esvaziou a dinâmica e a rapidez que Domingos perspectivara com a titularidade de Sougou e Lito.
Raras foram as vezes em que Sougou e Lito conseguiram criar problemas a Maxi Pereira e David Luiz.
O Benfica entrou bem na partida, pressionando alto e imprimindo intensidade e dinâmica ao seu processo ofensivo.
No entanto, escassas foram as ocasiões em que logrou incomodar Peskovic.
Doses elevadas de posse de bola, fluidez e segurança na sua circulação, mas falta de criatividade e imaginação no último terço.
Aliás, foi mesmo a Académica a criar o primeiro momento de verdadeira emoção na partida, com Sougou, num pontapé de "ressaca", a atirar à trave.
O Benfica acusava a ausência de Aimar e o último e decisivo passe teimava em não aparecer.
Com Binya e Yebda impecáveis nas tarefas de recuperação e circulação da bola, jogando sempre a um/dois toques, faltava quem assumisse, entre linhas, o instante de ruptura.
Faltava até que surgiu Nuno Gomes.
Revelando superior leitura e visão de jogo, levantou a cabeça e descobriu Ruben Amorim, que, embalado, rematou cruzado, sem hipóteses para Peskovic.
Desmarcação entre linhas, movimento e passe de ruptura, eis a chave do êxito!
A vantagem tranquilizou o Benfica e o seu império sobre o jogo acentuou-se.
Se algum inconformismo da Briosa na primeira parte permitia conjecturar sobre o rumo da segunda metade, o certo é que o penalty assinalado por Pedro Proença, logo aos 46 minutos, desfez todas as dúvidas.
Cardozo transformou e a partida sentenciou!
Alardeando consistência, concentração, coesão e equilíbrio, o Benfica conservou o controlo e o domínio da partida, poupando-se aos sobressaltos de outras ocasiões.
Até final realce, apenas, para dois lances em que Suazo podia ter dilatado a supremacia do Benfica, o que seria, manifestamente, exagerado.

quinta-feira, novembro 20, 2008

quarta-feira, novembro 19, 2008

Espaço Prof. Karamba

V. Setúbal - Belenenses
Rio Ave - Leixões
Marítimo - Sp. Braga
Académica - Benfica
Nacional - Trofense
V. Guimarães - P. Ferreira
Naval - Sporting

terça-feira, novembro 18, 2008

Livro de Reclamações

1 - Manuel José é uma daquelas personalidades que desperta sentimentos extremos: ou se adora ou se odeia!
Eu pertenço a este último grupo.
Apesar do seu espírito independente, é demasiado boçal.
Não obstante, sou forçado a reconhecer o brilhantismo da sua carreira africana.
A conquista de quatro Ligas dos Campeões Africanos é feito digno dos mais rasgados encómios.
Ainda que o Europeísmo tolde a percepção das façanhas de Manuel José, o certo é que foram proezas singulares.
Nunca ninguém atingiu nada de semelhante!

2 - Soube-se que a Liga Sagres perde cerca de mil adeptos por jogo.
Esta semana, numa partida disputada na Segunda-Feira à noite, o Belenenses registou a sua melhor assistência da época.
Bastou tornar os preços dos bilhetes mais acessíveis.
Para reflectir!

3 - Quique Flores tem-se assumido como uma lufada de ar fresco no estereotipado futebol português.
Rompeu com o habitual discurso formatado de jogadores e treinadores.
Antes e depois dos jogos, fala de futebol.
Sem remoques aos rivais ou discursos redondos, analisa o jogo e explica as suas opções.

4 - Outra dissemelhança tem marcado o consulado de Quique: a racionalidade na gestão das expectativas.
Dos jornais ao Presidente do clube, existe uma evidente tendência para empolar as virtudes e minorar os defeitos do Benfica.
Quique tem mantido a coerência.
Quer ganhe, quer perca revela idêntica insatisfação e semelhante ambição de melhorar.

5 - Ademais as naturais cautelas que devem rodear quaisquer intervenções públicas, Quique tem razões objectivas para assim proceder.
Consistência e equilíbrio são notas arredias da equipa que está a construir.
Tal como o seu potencial de crescimento.

6 - Em 4 meses de trabalho, Quique definiu um modelo de jogo, mas demora a encontrar o sistema que melhor potencie as qualidades dos seus jogadores.
Nos últimos jogos, preteriu o 4x4x2 clássico com que iniciou a temporada em favor do 4x4x2 losango.
Parece-me uma opção assisada!
Não obstante ser o sistema mais exigente, é aquele que maior equilíbrio aporta às transições defensivas e ofensivas.
Favorece uma melhor e mais racional ocupação dos espaços o que beneficia e muito a dinâmica global da equipa.
Permite potenciar o melhor de Aimar. Colocado atrás dos avançados e à frente de um tridente de médios sujeita-se a um menor desgaste físico (desde logo, porque é chamado a percorrer um espaço mais reduzido) e surge na melhor posição para, através de diagonais curtas ou movimentos de ruptura entre linhas, assistir os elementos mais avançados.
Oferece critério aos movimentos com e sem bola, possibilitando correr menos, mas com mais acerto.
Incrementa a posse de bola e promove a eficácia defensiva, ancorada esta nas acções dos médios-interiores e na cobertura posicional do médio mais recuado ao eixo central (quando o Benfica abdicou da vertente clássica do 4x4x2, frente ao Aves e ao Estrela da Amadora, a posse de bola ultrapassou os 60%).

7 - Vantagens estas que se reflectem na sua eleição como sistema táctica por excelência da Liga Sagres.
Com excepção de Porto, Naval e Trofense, que elegem o 4x3x3 como sistema prioritário, as restantes equipas da Liga Sagres optam pelo 4x4x2 losango.

8 - Jesualdo excluiu-se da supra apontada regra, afirmando-se como treinador de um só sistema táctico, qual seja o 4x3x3.
Sempre que trilhou outros caminhos, perdeu-se!

9 - Paulo Bento e Manuela Ferreira Leite partilham da mesma dificuldade em lidar com a pressão mediática.
Vai daí, quando chamados a intervir publicamente, predominam, quase sempre, os dislates.
Apetece perguntar: Por qué no te callas?

10 - É inegável a magnificência das prestações leixonenses no presente campeonato.
Hoje por hoje, apenas uma interrogação sobra: e depois de Janeiro?
Sem Wesley, China, Braga e, muito provavelmente, Beto, como será?

11 - Na Terça-Feira, Portugal goleou a Espanha por 4-1, em jogo particular na categoria de Sub-21.
Numa tendência tão portuguesa multiplicaram-se os elogios à selecção nacional e, muito particularmente, a Orlando Sá.
A recente crise de resultados nos escalões de formação transforma o mais efémero dos sucessos na mais relevante das conquistas.

12 - O jovem avançado bracarense concretizou um hat-trick que foi o bastante para que muitos lhe profetizassem uma carreira brilhante, chegando mesmo a vaticinar estarmos perante o futuro ponta de lança da selecção nacional A.
Espero que a absurda exaltação da sua performance não condicione o seu crescimento futebolístico.
Qualidades tem, mas convém não exagerar!

13 - A imprensa desportiva nacional deu, esta semana, mais um exemplo de paupérrimo jornalismo.
Não por falta de isenção ou imparcialidade, apreciações sempre eivadas de subjectividade, mas por falta de labor, de conhecimento e estudo.
Realizou-se em Marrocos mais um "Jogo da Pobreza".
Na partida sobressaíram, entre outros, Makukula e Tariq, autores de um bis cada.
A generalidade da imprensa desportiva portuguesa logo noticiou que dois jogadores a actuar em Portugal se haviam assumido como as figuras do encontro.
Acontece que Tariq não é Tarik.
Bem sei que o jogo se disputou em Marrocos, mas um bocadinho de pesquisa evitaria tamanha gaffe.
O Tariq em causa alinha na equipa espanhola do Puertollano e, ao que se sabe, nem sequer é parente do Tarik portista.
Não havia necessidade!

Liga dos Astros - Classificação Geral

1º Lugar: Eagles - 555 pontos

2º Lugar: SLB JIMMY JUMP - 516 pontos

3º Lugar: Caça Lagartos / Suçuarana - 504 pontos

4º Lugar: CouchCoach - 499 pontos

5º Lugar: Red Eagles - 499 pontos

6º Lugar: CHICOO SUPER TEAM - 485 pontos

7º Lugar: Comando Verde - 421 pontos

8º Lugar: Couch dreads - 420 pontos

9º Lugar: Kubas2 - 414 pontos

10º Lugar: Kaiserlicheagle FC - 407 pontos

11º Lugar: cla do relogio no braço direito - 397 pontos

12º Lugar: fura redhe - 393 pontos

13º Lugar: kubas - 386 pontos

14ºLugar: CHICOOO SUPER TEAM - 351 pontos

15ºLugar: Cruzados - Mestre JC - 347 pontos

16ºLugar: Barões da Pelota - 314 pontos

7ª e 8ª Jornadas da Liga Sagres - Golo da Jornada

Na 6ª Jornada da Liga Sagres 2008-2009 o golo eleito foi o segundo de Braga no Porto-Leixões

7ª Jornada

Serão colocados à votação apenas 3 golos.
Não obstante, a vossa escolha pode incidir sobre qualquer um dos outros golos obtidos na jornada.

Daniel Cruz no Naval-Porto


Suazo no V.Guimarães-Benfica


Nenê no Marítimo-Nacional


8ª Jornada

Paulo Sousa no Paços de Ferreira-Naval


Roberto Souza no Sporting-Leixões


Sidnei no Benfica-Estrela

segunda-feira, novembro 17, 2008

Vedetas&Marretas

Vedetas

Clube

Leixões pela vitória em Alvalade, que lhe permitiu assegurar a liderança da Liga Sagres

Jogador

William por mais um golo na Liga Sagres, o sexto, que lhe garante a liderança da lista dos melhores marcadores


Treinador
José Mota pelo triunfo em Alvalade, que lhe permitiu assegurar a liderança da Liga Sagres

Árbitro

João Capela pelo bom desempenho no Benfica-Estrela da Amadora

Modalidades de Alta Competição

Vitória de Guimarães pelo triunfo, na segunda jornada do grupo B da Liga dos Campeões de Voleibol, frente ao Ceske Budejovice

Emigrante
Manuel José pela conquista da Liga dos Campeões de África

Marretas

Clube
Sporting pela terceira derrota na Liga Sagres, desta feita frente ao Leixões

Jogador

Vukcevic por mais um episódio de indisciplina

Treinador
Paulo Bento pela terceira derrota na Liga Sagres, desta feita frente ao Leixões

Árbitro


Nenhum árbitro se exibiu em plano que mereça destaque negativo

Modalidades de Alta Competição
Seixal pela eliminação, nos 16 avos da Taça de Portugal em Basquetebol, frente ao BC Valença

Emigrante
Manuel Fernandes pelo fraco desempenho na derrota caseira do Valência frente ao Sporting Gijón

domingo, novembro 16, 2008

Espaço Prof. Karamba

1º Lugar: Salvatrucha JR. - 190 pontos

2º Lugar: Jimmy Jump - 175 pontos

3º Lugar: Jorge Mínimo e Vermelho Sempre - 170 pontos

4º Lugar: Zex - 165 pontos

5º Lugar: Lion Heart e Kaiserlicheagle - 160 pontos

6º Lugar: Cavungi - 155 pontos

7º Lugar: Sócio e Vermelho - 145 pontos

8º Lugar: Fura-Redes e Antes Morto que Vermelho - 140 pontos

9º Lugar: Delane Vieira - 130 pontos

10º Lugar: JC e Samsalameh - 125 pontos

11º Lugar: Vermelho Nunca e Cuto - 105 pontos

12º Lugar: Pachulico - 90 pontos

13º Lugar: Pankreas - 55 pontos

Benfica-Estrela da Amadora 1-0

Constituição das Equipas e Avaliação Quantitativa do Desempenho

Estádio do Sport Lisboa e Benfica, Lisboa
Hora: 18.30
Árbitro: João Capela (Lisboa)

BENFICA
Quim (3); Maxi Pereira (4), Luisão (3), Sidnei (4) e Jorge Ribeiro (3); Katsouranis (3), Yebda (3), Carlos Martins (2) e Aimar (3); Nuno Gomes (3) e Suazo (3)

Suplentes: Moreira, David Luiz, Binya (2), Fellipe Bastos, Balboa, Reyes (2) e Cardozo (-)

Treinador: Quique Flores

Estrela da Amadora
Nélson (3); Hugo Gomes (3), Mustafa (3), Nuno André Coelho (3) e Vítor Moreno (3); Vidigal (3), Fernando Alexandre (3), Celestino (3) e Jardel (3); Varela (2) e NDiaye (2).

Suplentes: Filipe Mendes, Pedro Pereira (-), Anselmo (2), Hugo Carreira, Marco Paulo, Marcelo Goianira e Teti (2)

Treinador: Lázaro Oliveira

Sistemas Tácticos

Benfica


Estrela da Amadora
Benfica

Posse e Circulação de Bola; Domínio e Controlo da Partida; Bloco médio/alto; Assumir Iniciativa de Jogo.

Estrela da Amadora

Expectativa; Bloco baixo; Transições Rápidas.

Principais Incidências da Partida (fonte: www.record.pt)
2' - Yebda flecte da esquerda para o meio e remata à entrada da área, ligeiramente ao lado do poste esquerdo de Nélson. Bom remate do franco-argelino.

9' - Contra-ataque do Benfica, com Suazo a dar em Nuno Gomes e este a solicitar Carlos Martins, que rematou por cima da baliza do Estrela.

10' - Pablo Aimar quase desmarca Suazo na área mas Nélson chega primeiro e recolhe. Classe do argentino.

16' - Livre para Celestino... Nuno André Coelho, sem marcação, cabeceia para uma grande defesa de Quim, a evitar o golo.

25' - Suazo fica desmarcado na área após uma carambola que ainda bateu em Aimar, só que o hondurenho atira por cima, quando tinha tudo para inaugurar o marcador. Rematou com a canela.

39' - Maxi Pereira entra de novo na área e agora remata de pé esquerdo, muito perto do poste de Nélson.

51' - GOLO DO BENFICA... Aimar coloca na área em Nuno Gomes que, de costas para baliza, marcado por Mustafa, assiste SIDNEI com um passe atrasado para o primeiro da partida. A bola entrou junto ao poste esquerdo de Nélson.

53' - Suazo vai à linha no lado esquerdo e assiste Carlos Martins, que remata contra Nuno André Coelho. Depois, a bola vai ao braço de Aimar.

55' - Suazo coloca velocidade mais uma vez e cruza para um corte de Vítor Moreno com a cabeça que quase trai o seu guarda-redes... A bola passou ligeiramente por cima da barra.

77' - Reyes entra na área pelo lado esquerdo e faz um cruzamento-remate, com Suazo quase a chegar ao segundo poste para a emenda.

88' - Reyes solicita na esquerda Yebda, que tenta o cruzamento para Aimar mas o argentino não chega.

Destaques

Melhores em Campo

Benfica

Sidnei - Um desempenho a roçar a perfeição.
Tanto a defender como a atacar.
Marcou o seu terceiro golo da época.

Maxi Pereira - Tal como havia sucedido ante o Aves, cotou-se como um dos melhores elementos em campo.
Revelou uma condição física invejável, que lhe permitiu fazer todo o corredor com idêntica eficácia.Ensaiou diversos e bem medidos cruzamentos para a área estrelista.
Defendeu e atacou sempre a alta rotação, com equilíbrio e a bom nível.

Estrela da Amadora

Nuno André Coelho - Segurança, pendularidade, sobriedade e eficácia.
Aos 16 minutos protagonizou o único lance de verdadeiro perigo do Estrela, ao cabecear para defesa vistosa de Quim.

Piores em Campo

Benfica

Carlos Martins - Ansiedade em porção excessiva para quem é suposto assumir-se como o principal artífice do 2º momento de construção ofensiva.
Correu muito, mas quase sempre mal.
Quando procurou os lançamentos longos, executou quase sempre mal.
Excessivamente impreciso para um encontro tão tranquilo.
Falhou passes atrás de passes.

Estrela da Amadora

Varela e NDiaye - Inconsequentes, nunca aportaram a profundidade ofensiva de que a equipa carecia.

Arbitragem

Um ou outro erro de pormenor, não mancharam um desempenho pautado pela competência e sobriedade.

Comentário

Uma Voz nas Sombras!

Em 1963, Sidney Poitier recebeu o Óscar para o melhor actor principal pelo seu desempenho no Drama "Uma Voz nas Sombras".
Pois bem, o seu homónimo brasileiro foi isso mesmo - um "mensageiro divino" que construiu um triunfo tão incontestado quanto mal jogado.
Quique repetiu o 4x4x2 losango e, desta feita, os benefícios foram apenas defensivos.
Sem dinâmica ou intensidade, o momento ofensivo encarnado raramente apresentou a fluidez e o discernimento necessários à transposição do bem estruturado bloco defensivo estrelista.
Perante um Estrela com duas linhas de quatro bem definidas, exigia-se velocidade e rapidez de processos.
Ao invés, a mansidão imperou e, assim, os desposicionamentos quase nunca sucederam.
Lento e com poucas ideias, o Benfica não logrou encontrar espaços para aproveitar o excelente jogo entre linhas das suas unidades mais avançadas.
Deste modo, não surpreendeu a esterilidade e a inocuidade do processo atacante benfiquista.
O Benfica revelou escassa mobilidade e uma compassada circulação de bola, que facilitou e muito a tarefa da linha defensiva do Estrela.
Salvou-se o satisfatório equilíbrio nas transições defensivas que a equipa alardeou durante todo o jogo (o Estrela apenas criou uma oportunidade de golo e mesmo esta na sequência de um livre lateral).
Numa primeira parte a resvalar para o paupérrimo, duas oportunidades de golo, uma para cada um dos contendores.
Aos 16 minutos, Nuno André Coelho obrigou Quim a uma grande defesa e, aos 25, Suazo, isolado no centro da área estrelista, rematou defeituosamente por cima da trave da baliza de Nelson.
O intervalo assumiu-se como bom conselheiro e o Benfica surgiu transfigurado para o segundo tempo.
Pressionando alto e imprimindo uma celeridade até então desconhecida, encostou o Estrela à sua área e cinco minutos bastaram para conhecer compensação.
Aimar solicitou Nuno Gomes na área e o avançado endossou a Sidnei, que rematou para o fundo da baliza.
O Benfica ganhou confiança, aumentou a sua auto-estima e arquitectou o seu melhor período na partida.
Sucede que este ciclo positivo foi fogo fátuo, que se extinguiu ao quarto de hora.
A partir daí, o Benfica regressou à modorra, à prostração e às imperfeições da primeira metade.
Não obstante, conseguiu, sem aparente dificuldade, controlar, até final, as incidências do encontro e, assim, garantir o desiderato principal deste desafio.

quinta-feira, novembro 13, 2008

Imperdível!

Permitam-me divergir um bocadinho do "core business" deste blog para ensaiar um singelo tributo àquele que considero a maior revelação do humor em Portugal no ano de 2008.
Convosco Luís Franco Bastos

















quarta-feira, novembro 12, 2008

Espaço Prof. Karamba

Nacional - Rio Ave
Trofense - Marítimo
Sp. Braga - V. Setúbal
Belenenses - Académica
Benfica - E. Amadora
Sporting - Leixões
FC Porto - V. Guimarães
P. Ferreira - Naval

Rui Santos Vs Dias Ferreira @ SIC 2008

Indignidades ou Ensaio sobre a Cegueira Intelectual!

terça-feira, novembro 11, 2008

Vedetas&Marretas

Vedetas

Clube
Porto pelo triunfo em Alvalade

Jogador
Nenê pelo sétimo golo consecutivo alcançado em competições nacionais, o último dos quais frente ao Braga, que garantiu a qualificação do Nacional para os oitavos de final da Taça de Portugal

Treinador
Jesualdo Ferreira pela vitória em Alvalade

Árbitro
Luís Reforço pelo seu bom desempenho no AAC-Estrela da Amadora

Modalidades de Alta Competição
Juventude Viana pela liderança do Nacional de Hóquei em Patins

Emigrante
Manuel Fernandes pelo golo e pela exibição frente ao Getafe

Marretas

Clube
Académica pela eliminação da Taça de Portugal frente ao Estrela da Amadora

Jogador


Caneira e Pedro Emanuel pelas infantis expulsões que protagonizaram no Sporting-Porto

Treinador
Domingos Paciência pela eliminação da Taça de Portugal frente ao Estrela da Amadora

Árbitro

Bruno Paixão pelo seu paupérrimo desempenho no Sporting - Porto

Modalidades de Alta Competição
Oliveirense pela derrota em Barcelos frente ao Óquei local em jogo a contar para o Nacional de Hóquei em Patins, que afastou a equipa de Oliveira de Azeméis da liderança

Emigrante
Quaresma por mais uma sofrível exibição no Inter-Udinese

segunda-feira, novembro 10, 2008

Benfica-Aves 3-0

Constituição das Equipas e Avaliação Quantitativa do Desempenho
Estádio da Luz, em Lisboa.
Hora: 20.30
Árbitro: Elmano Santos (Madeira)

BENFICA
Moreira (3); Maxi Pereira (4), Luisão (3), Sidnei (3) e Léo (3); Binya (2), Yebda (3), Carlos Martins (4) e Aimar (3); Cardozo (1) e Suazo (2).

Suplentes: Moretto, David Luiz (3), Miguel Vítor, Balboa (2), Katsouranis, Urreta (2) e Nuno Gomes.

Treinador: Quique Flores

AVES
Rui Faria (3); Sérgio Carvalho (2), Sérgio Nunes (2), Vinicius (2), Robert (2), Pedro Geraldo (2), Nuno Mendes (2), Sami (2), Gouveia (2), Ruben (2) e Romeu Ribeiro (2).

Suplentes: Nuno, Henrique, André Carvalho, Rui Miguel (2), Romeu Torres (2), Leandro (2) e Grosso.

Treinador: Henrique Nunes

Sistemas Tácticos

Benfica


Aves
Modelos de Jogo

Benfica

Posse e Circulação de Bola; Domínio e Controlo da Partida; Bloco médio/alto; Assumir Iniciativa de Jogo.

Aves

Expectativa; Bloco baixo; Transições Rápidas.

Principais Incidências da Partida (fonte: www.record.pt)

3' - Golo do Benfica. Yebda mergulha e inaugura o marcador de cabeça, na sequência de um canto marcado por Carlos Martins.

15' - Boa combinação do Benfica. Cruzamento de Léo para a cabeça de Cardozo que assiste Suazo. O hondurenho cabeceia para defesa de Rui Faria.

18' - Suazo entra na área pelo lado direito e remata para uma excelente defesa de Rui Faria. Quando optou por visar a baliza, o hondurenho tinha Carlos Martins no coração da área completamente isolado.

19' - Golo do Benfica. Luisão marca na sequência de um livre marcado por Carlos Martins.

30' - Golo do Benfica. Aimar desmarca Maxi Pereira com um toque de calcanhar e o uruguaio finaliza com muita calma, rematando rasteiro com o pé esquerdo.

41' - Sami ilude a marcação na grande área e cabeceia à vontade para defesa segura de Moreira.

58' - Cardozo falha à boca da baliza após um cruzamento perfeito de Maxi Pereira.

67' - Robert bate Luisão em velocidade e cruza à procura de Sami, que chega atrasado.

70' - Cardozo surge em boa posição para marcar. O avançado remata forte mas à figura de Rui Faria.

78' - Aimar surge isolado na cara de Rui Faria, mas o guarda-redes do Aves faz bem a "mancha" e defende com o pé esquerdo.

86' - Balboa cruza atrasado para Yebda, que remata com o pé esquerdo. A bola sai ligeiramente por cima da baliza.

88' - Aimar coloca em Urreta que, à entrada da área, remata à figura de Rui Faria.

Destaques

Melhores em Campo

Benfica

Maxi Pereira - Revelou uma condição física invejável, que lhe permitiu fazer todo o corredor com idêntica eficácia.
Defendeu e atacou sempre a alta rotação, com equilíbrio e a bom nível.
Fez o seu segundo da temporada.

Carlos Martins - Beneficiou e muito da alteração táctica introduzida por Quique.
O losango é o sistema que melhor se adapta às suas características.
Conferiu fluidez, dinamismo e intensidade ao processo ofensivo, tendo coroado a sua exibição com duas assistências para golo.

Aves

Rui Faria - Sofreu três golos, mas, ainda assim, cotou-se como o menos mau da sua equipa.
Com duas ou três intervenções, evitou o avolumar do resultado na segunda parte.

Piores em Campo

Benfica

Binya - Excessivamente impreciso para um encontro tão tranquilo.
Falhou passes atrás de passes e nunca encontrou o posicionamento certo.
Tarda em consolidar o seu processo de crescimento futebolístico.

Cardozo - Vive uma evidente crise de confiança.
Desprovido de auto-estima e de concentração, revelou-se amorfo e dócil.
Quase sempre ausente, desperdiçou três ou quatro oportunidades de golo.

Aves

Num desempenho colectivamente mau, o realce negativo incide sobre o conjunto dos jogadores utilizados pelo Aves.

Arbitragem

Um claro exemplo de incompetência!
Decisões disciplinares asnáticas e sucessivos pequenos erros técnicos marcaram um desempenho que tinha tudo para passar despercebido.
Não fora a serenidade da partida e teria conseguido a "proeza" de a complicar e muito.

Comentário

Fácil, muito fácil.

O Benfica assegurou a qualificação para a quinta eliminatória da Taça de Portugal com uma vitória tranquila sobre o Aves.
Numa partida que mais pareceu um treino, três golos na primeira parte, o primeiro logo aos 3 minutos, desbravaram o trilho de uma vantagem sossegada e segura.
Desta feita, Quique mexeu menos no onze inicial do que no desafio ante o Penafiel, mas introduziu uma importante modificação estrutural.
Ao invés do 4x4x2 clássico, o Benfica apresentou-se num 4x4x2 losango e a dinâmica da equipa surgiu favorecida.
A concentração e a seriedade com que os jogadores encararam o encontro fizeram emergir a diferença qualitativa entre as duas equipas.
O golo no exórdio da contenda aportou a quietude e a confiança que ancoraram um desempenho competitivamente consistente.
Perante um adversário macio, pouco ou nada pressionante e excessivamente temeroso, o Benfica nem necessitou de imprimir uma grande intensidade para firmar um triunfo descansado e incontestável.

C´um Caneco (outro passatempo) - Classificação Geral

1º Lugar: Cavungi - 135 pontos

2º Lugar: Sócio - 120 pontos

3º Lugar: Jimmy Jump - 115 pontos

4º Lugar: Pachulico - 110 pontos

5º Lugar: Vermelho e Delane Vieira - 105 pontos

6º Lugar: Jorge Mínimo, Zex, Vermelho Sempre, Kaiserlicheagle e Antes Morto que Vermelho - 95 pontos

7º Lugar: Cuto, Fura-Redes e Lion Heart - 90 pontos

8º Lugar: JC e Salvatrucha jr. - 85 pontos

9º Lugar: Vermelho Nunca, Holtreman e Samsalameh - 80 pontos

domingo, novembro 09, 2008

Breve Análise ao que vai jogado da 4ª Eliminatória da Taça de Portugal e Análise do Condómino JC ao Sporting-Porto

Resultados

Boavista-V. Guimarães, 0-2
Olivais e Moscavide-Beira Mar, 2-0
Valdevez-Gil Vicente, 1-0
Vizela-Esmoriz, 3-1
Arouca-P. Ferreira, 0-0 (1-3, g.p.)
Gondomar-Trofense, 0-2
Cinfães-Fátima, 1-0
Leixões-Santana, 3-0 (a.p.)
Académica-E. Amadora, 0-1
Portimonense-Varzim, 3-0
Naval-Belenenses, 3-2 a.p.
Sporting-F.C. Porto, 4-5 a.p.

No Sábado, o V. Guimarães eliminou o Boavista e regressou aos triunfos no Bessa dez anos depois.
O Boavista demonstrou a razão de ser da boa carreira na Liga Vitalis, mas a frieza competitiva dos vimaranenses resolveu um problema que chegou a parecer irresolúvel.
No Domingo, uma surpresa e três meias-surpresas.
O sucesso imprevisto pertenceu ao Olivais em Moscavide que derrotou, sem apelo nem agravo, um Beira-Mar que teima em não acertar o passo.
Santana, Arouca e Estrela da Amadora protagonizaram os outros êxitos apenas remotamente expectáveis.
Aliás, no caso da equipa madeirense nem se deve falar propriamente em resultado feliz, na medida em que acabou por ser eliminada da competição no prolongamento.
Todavia, empatar nos 90 minutos em casa do líder da Liga Sagres não pode deixar de ser motivo para largo regozijo.
O mesmo se diga do Arouca que, uma vez mais, obrigou uma equipa da Liga Sagres ao desempate por pontapés da marca de grande penalidade.
Desta feita, soçobrou, mas o seu desempenho mostra-se merecedor dos mais rasgados encómios.
Em Coimbra, um Estrela literalmente faminto venceu a Briosa.
Um golo de Silvestre Varela, a 10 minutos do final, penalizou a prodigalidade ofensiva da Académica.
No mais, nada de desfechos inusitados.
Em Gondomar, o Trofense soube suster o ascendente gondomarense na primeira hora de jogo e foi imensamente eficaz.
David Caiado, aos 38 minutos, e Rui Borges aos 82 resolveram a equação da qualificação.
Na Figueira, a Naval "constrangeu-se" ao prolongamento.
Construiu uma vantagem de dois golos, que dissipou ingloriamente e não fora um belo golo de Alex Hauw, na marcação de um livre, e o desempate por pontapés da marca da grande penalidade teria sido uma fatalidade.
Em Alvalade, uma partida à qual se deve aplicar um "chavão" tão próprio do futebolês: Foi um jogo com duas partes distintas.
Na primeira, o Sporting superiorizou-se claramente a um Porto amorfo e desorganizado, que concedeu muito espaço entre linhas.
Neste período, o Sporting desenhou a sua melhor exibição da temporada, alardeando uma intensidade, uma velocidade e uma fluidez ofensiva até hoje ignotas.
Não obstante o evidente ascendente leonino seria apenas na sequência de um erro grosseiro de Pedro Emanuel, que o Sporting se colocaria em vantagem.
A supremacia do Sporting não conheceu proporcional dimensão no marcador.
Como em tantos outros encontros, em vantagem, Paulo Bento modificou o modelo de jogo da sua equipa e ao invés de uma matriz de iniciativa optou pela expectativa em vista da exploração dos erros do adversário.
Sucede que esta mudança de paradigma viria a permitir ao Porto reerguer-se das cinzas e regressar à discussão do jogo e da eliminatória.
Se, na primeira metade, a maior agressividade e veemência do meio-campo leonino haviam feito a diferença, na segunda as premissas inverteram-se.
Jesualdo retirou um Raúl Meireles fisicamente exaurido e o sector intermediário portista cresceu em combatividade e intensidade, assumindo o predomínio da partida.
Acresce que, ao contrário de outros encontros, o Sporting perdeu o controlo do desafio.
O Sporting baixou em demasia as suas linhas, decresceu a pressão sobre o portador da bola e perdeu capacidade de posse e circulação da bola.
Contudo, por paradoxal que pareça, sofreria o golo do empate numa transição rápida, aspecto em que o Sporting é particularmente competente, principalmente quando em primazia no resultado.
Um golo em que o maior defeito de Hulk se assumiu como a sua maior virtude: Hulk desconhece a dimensão colectiva do jogo e foi esse mesmo individualismo que lhe permitiu igualar a contenda. Um grande golo após um "pique" de 60 mestros!
Inexplicável a colocação de Rochemback, um jogador reconhecidamente lento, como garante da transição defensiva (a forma como Hulk o bateu em velocidade roçou a humilhação)!
Placard empatado e jogo encurralado pelo temor da derrota de ambas as equipas.
Emergiu, então, um outro protagonista, que cerceou qualidade ao espectáculo: Bruno Paixão.
Primeiro, não viu um tão evidente quanto desnecessário penalty de Patrício sobre Hulk.
Logo após, expulsou e bem Caneira. Um jogador experiente como é Caneira, tendo um amarelo, não se pode expor à exibição de um segundo.
Incompreensível o seu descontrolo!
Depois, trilhou o caminho do despautério disciplinar, exibiu amarelos a granel.
Seguiu-se a correcta expulsão de Pedro Emanuel, outra garotice de um jogador versado nestes ambientes.
Incompreensível o seu descontrolo!
Antes do final da partida, perdoou, por razões indecifráveis, uma grande penalidade contra o Porto, quando Rolando tocou, de modo manifesto, a bola com o braço.
Já no prolongamento, não assinalou outra grande penalidade a favor do Sporting, por obstrução, com contacto, de Bruno Alves.
Por fim, acertou em mais uma expulsão, desta vez de Hulk, que simulou, grosseiramente, um derrube na área.
Deste modo, não surpreendeu que o jogo se tenha arrastado de quezília em quezília, de qui pro quo em qui pro quo para o desempate por pontapés da marca de grande penalidade.
Aí, o Porto foi mais certeiro e venceu.
Abel revelou fragilidade emocional para lidar com a tensão própria destas ocasiões e atirou, fraco e denunciado, possibilitando a defesa a Helton.

Análise do Condómino JC ao Sporting-Porto

Excelente espectáculo de futebol este a que assistimos ontem no Estádio de Alvalade.
Foi um jogo bastante emotivo e com uma primeira parte de luxo do Sporting, a que não faltaram os casos de arbitragem, as habituais expulsões, os golos e os destaques individuais (pela positiva e pela negativa).
Depois de breves minutos em que as equipas procuraram encaixar uma na outra, ocasião em que uma falha de Abel permitiu ao Porto criar a primeira situação de algum perigo, o SCP embalou para 30 minutos de elevada qualidade, seguramente o melhor futebol que a equipa de Paulo Bento já apresentou esta época.
Com os seus jogadores muito dinâmicos, o SCP agarrou o jogo porque conseguiu o controlo do meio-campo, onde apresentou sempre superior número de unidades em relação aos portistas.
Miguel Veloso, colocado a lateral, mas que funcionava mais como médio esquerdo quando o SCP tinha a posse de bola, e Romagnoli, muito móvel, que aparecia tanto na esquerda como na direita, faziam com que os leões tivessem sempre mais unidades na intermediaria do que o FCP, até porque os dragões tinham um Mariano muito abúlico e um Rui Meireles que derivava frequentes vezes para a esquerda, em auxílio a Pedro Emanuel.
Além da superioridade sportinguista no meio campo, os jogadores do SCP, comandados por um Rochemback mais magro e imperial, na sua posição favorita, jogavam com maior velocidade e mais pressionantes, de forma que o FCP foi literalmente encostado às cordas.
Sucederam-se então os lances de perigo junto da baliza de Helton, com remates perigosos de Izmailov, Postiga e Rochemback, estes dois últimos a proporcionarem excelentes defesas ao guarda-redes portista.
Como se adivinhava, surgiu o golo do SCP: um cruzamento da esquerda que embateu num defesa portista, a bola ressaltou para a entrada da área e Fernando, sem oposição, pontapeia a bola de forma disparatada, fazendo-a subir muito e cair na grande área, onde Liedson, ladino, ludibria Pedro Emanuel e faz golo de cabeça.
A partir daqui, o SCP retraiu-se e até ao intervalo o jogo ficou equilibrado, sem lances de perigo em nenhuma das balizas.
O FCP lisonjeiramente foi para descanso a perder por apenas 1-0, quando apenas havia conseguido durante toda a primeira parte um remate com algum perigo à baliza de Patrício, por Lisandro, de cabeça.
No segundo tempo, o jogo começou com o FCP mais equilibrado, a que não foi alheia a entrada de Tomás Costa para o meio campo, em lugar do inexistente Mariano. Ainda assim, o SCP logrou, neste período, criar duas situações de perigo.
Até que surgiu o golo portista: um canto marcado displicentemente pelo SCP, bola nos pés de Hulk, que arrancou a toda a velocidade ainda do seu meio campo, foi ganhando metros a Rochemback, entrou na área e disparou fortíssimo para o fundo da baliza, sem que Rui Patrício pudesse evitar o golo.
Começaram então as quezílias entre os jogadores e ambas as equipas e foi a vez de Bruno Paixão entrar em jogo, puxando da cartolina amarela a torto e a direito. Neste frenesim, Caneira acaba expulso, e quando se pensava que o FCP ia partir para a vitória, o jogo manteve-se equilibrado, não se notando a desvantagem numérica do SCP e sem lances de perigo nem para um nem para outro lado.
Bruno Paixão resolve entrar de novo em jogo e expulsa agora Pedro Emanuel, reequilibrando as equipas, e então sim, o SCP voltou a superiorizar-se ao FCP.
Até final, os dragões recolheram-se para o seu meio campo e o sinal mais pertenceu sempre ao SCP, que, contudo, não logrou concretizar em golos esse domínio final.
Durante todo o jogo, pareceu-me terem ficado dois penalties por marcar, um para cada lado: carga de Patrício sobre Hulk, no lance que antecedeu a expulsão de Caneira, e mão de Rolando, já caído na grande área portista. Outro lance entre Abel e Bruno Alves na área do FCP, numa jogada de ataque do SCP, suscitaram-me algumas dúvidas.
As equipas foram para prolongamento, a que eu já não assisti, sabendo que neste período Hulk foi bem expulso porque simulou uma grande penalidade.
Também não vi as grandes penalidades, apenas a de Abel, razão pela qual sei que o SCP perdeu, da exacta forma que eu aqui tinha dito na sexta feira – empate, penalties e derrota.
E nova penalidade falhada por um defesa direito deixa o SCP de fora da Taça.
Destaco no SCP as exibições de Polga, Veloso, Rochemback, Izmailov, Postiga e Moutinho e, no FCP, Helton, Hulk, Bruno Alves, Tomás Costa e Lisandro.

quinta-feira, novembro 06, 2008

Liga dos Astros - UEFA CUP Fantasy Football - Classificação Geral após a 2ª Jornada

1 MataRatos 91 pontos

2 Lampião é que não 88 pontos

3 As Maradonas 81 pontos

4 NoNameGays 81 pontos

5 Eagles 74 pontos

6 El Arromba 68 pontos

7 Pacostars UC 64 pontos

8 Por Toutatis 08 56 pontos

9 Kubas 55 pontos

10 MasCáGánda...!!! FC 42 pontos

Memorial Zandinga - Classificação Geral após a 4ª Jornada

1º Lugar: JC, Fura-Redes e Antes Morto que Vermelho - 280 pontos

2º Lugar: Zex - 275 pontos

3º Lugar: Vermelho, Delane Vieira e Cavungi - 260 pontos

4º Lugar: Pachulico - 255 pontos

5º Lugar: Holtreman - 250 pontos

6º Lugar: Sócio e Salvatrucha JR. - 245 pontos

7º Lugar: Kaiserlicheagle, Cuto e Vermelho Sempre - 240 pontos

8º Lugar: Lion Heart - 235 pontos

9º Lugar: Jimmy Jump, Samsalameh e Vermelho Nunca - 230 pontos

10º Lugar: Jorge Mínimo - 225 pontos

11º Lugar: Pankreas - 105 pontos

Benfica - Galatasaray 0-2

Constituição das Equipas e Avaliação Quantitativa do Desempenho

TAÇA UEFA, Grupo B, 2.ª jornada
Estádio do Sport Lisboa do Benfica, Lisboa
Hora: 19:30
Árbitro: Martin Atkinson (Inglaterra)

BENFICA
Quim (3); Maxi Pereira (2), Luisão (3), Sidnei (3) e Jorge Ribeiro (3); Katsouranis (2), Yebda (1), Di María (1) e Reyes (2); Nuno Gomes (2) e David Suazo (2).

Suplentes: Moreira, Miguel Vìtor, Binya, Carlos Martins (-), Urreta, Aimar (2) e Cardozo (1).

Treinador: Quique Flores

GALATASARAY
De Sanctis (4); Arda (3), Servet (3), Emre (3) e Hakan (3); Fernando Meira (3); Sabri (3), Ayhan (3) e Lincoln (4); Baros (3) e Umit Karan (3).

Suplentes: Aykut Erçetin, Yildiz (-), Alparsian, Yaman (-), Murat, Guven (-) e Serkan.

Treinador: Michael Skibbe

Sistemas Tácticos

Benfica


Galatasaray
Modelos de Jogo

Benfica

Posse e Circulação de Bola; Domínio e Controlo da Partida; Bloco médio/alto; Assumir Iniciativa de Jogo.

Galatasaray

Expectativa; Bloco baixo; Transições Rápidas.

Principais Incidências da Partida (fonte: www.record.pt)

2' - Jogada de perigo dos turcos, com Sidnei, no coração da área, a fazer um corte providencial.

3' - Mais um lance com o Galatasaray a "cheirar o golo". Lincoln chegou atrasado a um bom passe da esquerda.

11' - Boa iniciativa de Reyes, com Nuno Gomes e Suazo a não conseguirem, já na pequena área, desviar para a rede.

18' - Excelente iniciativa individual de Di María na esquerda, com o argentino a assistir Nuno Gomes que, embalado, à entrada da área contrária, rematou contra um defesa turco.

20' - Katsouranis, ainda no meio-campo encarnado, lança a corrida de Suazo e o hondurenho, descaído para a esquerda, remata cruzado ao sergundo poste. A bola passa muito perto.

32' - Reyes obriga De Sanctis a defesa apertada, através de mais um remate de longe. Nuno Gomes não chega a tempo de fazer a recarga.

37' - Defesa sensacional de De Santcis para canto, a remate de Suazo. Cruzamento de Maxi Pereira e o hondurenho "disparou" à meia volta, no melhor lance até ao momento.

51' - Quim impede o golo do Galatasaray! Baros isolou-se em contra-ataque, mas o guardião impediu o remate certeiro do checo.

52' - GOLO DO GALATASARAY... EMRE. Na sequência de um pontapé de canto, a bola sobra para um turco sem qualquer marcação que, à vontade, atirou para o fundo da baliza.

62' - Mais um lance de perigo para os visitantes. Após um cruzamento na direita, Luisão e Quim hesitam e o Galatasaray esteve perto de ampliar a vantagem.

69' - GOLO DO GALATASARAY... UMIT KARAN. Jogada rápida do ataque dos turcos, com a defesa encarnada a ser incapaz de acompanhar as rápidas movimentações contrárias. Quim nada podia fazer.

71' - Remate forte de Carlos Martins que o guardião contrário defende a dois tempos.

79' - Boa iniciativa de Suazo na esquerda, entrando na área e assistindo Aimar. O argentino tentou o passe... sem sucesso.

Destaques

Melhores em Campo

Benfica

Numa noite de desinspiração colectiva, nenhum jogador se destacou dos demais, exibindo-se em plano digno de realce.

Galatasaray

Lincoln - Passaram por ele a generalidade dos movimentos ofensivos da equipa.
Inteligente e tecnicamente muito evoluído, foi a nota de classe da partida.

Piores em Campo

Benfica

Di Maria - Quase sempre inconsequente, emperrou as transições ofensivas da equipa.

Yebda - Após a lesão de Berlin perdeu a excelente condição que alardeou nos primeiros desafios da temporada.
Nunca encontrou nem o ritmo, nem o posicionamento certos. Cerceou fluidez aos movimentos atacantes e solidez às transições defensivas.

Galatasaray

Numa equipa coesa, consistente e organizada, nenhum jogador merece realce negativo.

Arbitragem

Erros de pormenor, não ensombram um desempenho pautado pela competência.

Comentário

No aproveitar esteve o ganho.

Dizem que a história não se repete, mas hoje este axioma quase que conheceu desmentido.
O Benfica entrou muito mal em qualquer uma das duas partes do encontro e se, na primeira, ainda conseguiu obviar a que o Galatasaray se adiantasse no marcador, na segunda os turcos não tiveram misericórdia.
A derrota por dois golos é excessiva para aquilo que o Benfica produziu na primeira parte, mas perfeitamente explicável pela superior organização e eficácia turcas.
Quique apostou em dois flanqueadores puros, Reyes e Di María, e a equipa nunca conheceu o equilíbrio de outrora, sendo confrontada com sucessivas situações de desvantagem numérica no meio-campo.
Diz-se que quem agrega superioridade no meio-campo, geralmente, vence as contendas.
Esta noite, assim sucedeu.
Katsouranis e Yebda raramente lograram controlar os movimentos com e sem bola dos médios turcos e aqui residiu o busílis do inêxito encarnado.
A parcimoniosa pressão do duplo-pivot encarnado, aliada à escassa vocação defensiva dos alas, permitiu aos turcos muito espaço para desenharem o seu processo ofensivo e idêntico tempo para se organizarem defensivamente.
A macieza, a lentidão e mesmo alguma apatia da intermediária do Benfica determinaram a esterilidade ofensiva da equipa e as enormes dificuldades defensivas com que se debateu.
Com Lincoln a gerir superiormente os ritmos da partida, o Galatasaray manteve quase sempre o controlo da partida.
O Benfica apenas em iniciativas individuais conseguiu acercar-se com perigo da área do Galatasaray.
O colectivo turco subjugou o encarnado!
Ainda assim, na primeira parte, prevaleceu o equilíbrio.
O Galatasaray construiu as suas melhores ocasiões de golo nos instantes iniciais do encontro, sendo que no restante tempo de jogo, embora controlando, ofereceu o domínio territorial ao Benfica, que aproveitou para, individualmente, conceber algumas chances de golo.
Contudo, finalizações imperfeitas e a qualidade de algumas intervenções do guarda-redes De Sanctis, impediram que o Benfica se colocasse na frente do marcador.
Ao intervalo, não obstante as debilidades evidenciadas pelo Benfica, não se julgava possível o descalabro que se seguiu.
O Benfica acentou as supra apontadas fraquezas e o seu meio-campo soçobrou por completo.
Aos 51 minutos, Baros avisou e, aos 52, o Galatasaray marcou.
O Benfica sentiu muito o abalo emocional da desvantagem e não mais se reergueu.
Lincoln, a fazer lembrar Deco, começou a tricotar o meio-campo com a sua técnica refinada e o Galatasaray aproveitava as costas de Katsouranis e Yebda para desequilibrar.
O jogo entre linhas do brasileiro, de Turan e de Baros fazia mossa no extremo reduto encarnado, que não revelava competência para anular as suas movimentações.
Por esta altura, o Benfica era apenas uma caricatura da equipa coesa, organizada e pressionante de outros desafios.
A incapacidade de chegar à baliza de De Sanctis chegou a ser confrangedora!
Quique ainda tentou mexer com a equipa, fazendo entrar Aimar, Carlos Martins e Cardozo, mas o fado da partida estava escrito.
Aos 69 minutos, um excelente movimento ofensivo dos turcos, deu o 0-2 e colocou ponto final nas veleidades do Benfica.
O Galatasaray foi melhor, mais competente nas diferentes vertentes do jogo e construiu um triunfo de rectidão indiscutível.
Cabe ao Benfica retirar as devidas e necessárias ilações da derrota, obrigado que está a, pelo menos, empatar na Grécia e a vencer na Luz o Metallist.