sexta-feira, janeiro 29, 2010

Uma das denúncias que conseguiram branquear



"Entre as polémicas protagonizadas por D'Onofrio no nosso país, o destaque vai provavelmente para a acusação de corrupção e suborno subscrita por outro belga, o jogador Cadorin.
Em 1986, o avançado do Portimonense revelou que D'Onofrio lhe prometera 500 contos e uma transferência para o FC Porto ou um clube da Itália ou da Suíça se Cadorin provocasse um penálti no início do jogo Portimonense-FC Porto."

8 comentários:

kapone disse...

Lembram-se o que aconteceu pouco tempo depois com o Portimonense???
pois... andou anos a fio a definhar por divisões inferiores...
Mas investigar para que?

Tiago disse...

quem não se junta à Máfia leva por tabela...

FURA-REDES disse...

Cadorin!!!!!!!!!!!!?????????????

isso não é a senha??
é dia de jantar hoje?
Hora e local?

aguardo resposta

VermelhoNunca disse...

Onofrio prometia 500 contos, ou 2.500 euros
A CML deu 130 milhões de contos, ou 65 milhões de euros ao Benfica. Coisa pouca, mas que ,para variar, o administrador faz por esquecer.....nada de extraordinário...ao fim e ao cabo, o valor que o Benfica gastou nos últimos 3 anos em contratações.
Tenham vergonha na cara!

VermelhoNunca disse...

"A Câmara Municipal de Lisboa demitiu-se de fiscalizar o contrato-programa que assinou com o Benfica em Julho de 2002 que se traduziu num apoio de quase 65,4 milhões de euros para a construção do novo Estádio da Luz, para o Euro 2004. O próprio acordo previa a nomeação de uma Comissão de Acompanhamento, responsável por controlar o cumprimento do contrato, mas tal comissão só foi criada mais de quatro anos após a assinatura do documento, em Novembro de 2006. E nunca reuniu, nem tomou qualquer decisão."

VermelhoNunca disse...

Tenham vergonha!!!

"Em Fevereiro de 2003, Carmona Rodrigues, então vice-presidente da câmara, enviou um fax à EPUL com a minuta do contrato de execução que viria a ser assinado por essa empresa e pelo Benfica. O texto alargava o âmbito de participação da câmara/EPUL nas obras e previa a atribuição de uma comparticipação financeira de 6,8 milhões de euros, em contradição com o que tinha sido assinado no contrato-programa. Na realidade, a EPUL pagou 8,1 milhões de euros ao clube, justificando o excesso com o pagamento do IVA.

Um inquérito feito por um outra administração da própria EPUL detectou mais irregularidades. A empresa pagou inúmeras despesas realizadas antes da assinatura do contrato-programa, em Julho de 2002. Além disso, 80 por cento das que respeitavam o prazo diziam respeito a “assessorias e consultorias”.

Outra anomalia detectada foi o pagamento de 9,975 milhões de euros pela EPUL ao Benfica em 31 de Dezembro de 2004, pelos eventuais lucros da construção de 200 fogos num terreno no Vale de Santo António, habitações essas que até hoje ainda não foram construídas. Em violação do contrato de execução, a EPUL pagou ainda 32,4 milhões de euros do terreno que o Benfica vendeu (imóvel este doado ao clube pela câmara) entre Janeiro e Novembro de 2003, apesar da escritura de compra e venda ter sido realizada só em Setembro de 2004.

VermelhoNunca disse...

"EPUL: Carmona constituído arguido
PJ terminou investigação. Câmara de Lisboa terá financiado construção do novo estádio da Luz em 65 milhões"

Mas o que vos interessa é o Cadorin...

VermelhoNunca disse...

Por erro de taclar, corrijo:
65 milhões de euros são 13 milhões de contos, e não 130 como erradamente escrevi!