segunda-feira, outubro 05, 2009

Paços de Ferreira - SLBenfica 1-3 Prova Superada

Constituição das Equipas e Avaliação Quantitativa do Desempenho

Árbitro: João Ferreira (Setúbal), assistido por Pais António e Luís Ramos.

Estádio: Mata Real, em Paços de Ferreira.

P. Ferreira: Cássio (3); Baiano (3), Ozéia (2), Danielson (1) (Cristiano, 32 (4)) e Jorginho (2); Ricardo (3), Manuel José (3), Leonel Olímpio (3) e Maykon (4) (Roncatto, 78 (-) [Carlitos, 84] (-)); Ciel (3) e Leandrinho (3).

Suplentes: Coelho, Pedrinha, Cristiano, Fábio Pacheco, Roncatto, Carlitos e José Coelho.

BENFICA
Quim (4); Rúben Amorim (3) (César Peixoto, 68 (3)), Luisão (4), David Luiz (4) e Shaffer (3); Javi Garcia (3), Ramires (3), Fábio Coentrão (3) e Carlos Martins (4) (Felipe Menezes, 45 (2)); Saviola (4) (Weldon, 77 (3)) e Cardozo (4).

Suplentes: Júlio César, Sidnei, Felipe Menezes, Nuno Gomes, Weldon e Keirrison.

Acção disciplinar: Amarelo para Jorginho (24), Ozéia (40), Cristiano (57); Rúben Amorim (25), Quim (70).

Marcadores: Maykon (68); David Luiz (3), Carlos Martins (22), Cardozo (40).

Resultado: 1-3.

Sistemas Tácticos

Paços de Ferreira


Benfica


Arbitragem

Com excepção de dois fora de jogo não assinalados ao ataque do Paços no início da partida, assinou um desempenho sem influência no resultado.
Um ou outro equívoco não ensombram uma exibição pautada pela assertividade.

Vedetas

David Luiz
Inaugurou o marcador num golpe de cabeça tão oportuno quanto perfeito.
Impecável e implacável a defender, encontrou tempo e espaço para se assumir como o primeiro impulsionador do processo ofensivo.

Carlos Martins
Na ausência de Aimar aproveitou a oportunidade para rubricar o seu melhor desempenho de águia ao peito.
Um golo e uma assistência foram momentos maiores de uma exibição para mais tarde recordar.

Quim
Sempre que chamado a intervir, respondeu com competência.
Importante a defesa com a qual impediu Cristiano de marcar o segundo golo pacense.

Cardozo
Mais um golo e mais um desempenho de qualidade.
Alardeou disponibilidade física e mobilidade, tendo coroado a sua prestação com a magnífica execução do livre que resultou no terceiro golo do Benfica.

Saviola
Só lhe faltou um golo para abrilhantar ainda mais a sua prestação na primeira parte.
Dinâmico, móvel e com a sua já consabida excelente movimentação entre-linhas, assumiu-se como um verdadeiro "quebra-cabeças" para os defesas pacenses.

Cristiano
Sinceramente, não percebo como continua perdido em Paços de Ferreira.
E como não é titular!
Senhor de uma técnica acima da média, merece outros palcos.

Marretas

Felipe Menezes

Não se adaptou nem à intensidade, nem ao ritmo, nem às condições do relvado e, assim, não se conseguiu assumir como o imprescindível enganche que Carlos Martins havia sido na primeira parte.

Ozeia e Danielson

Completamente ultrapassados pelo vendaval ofensivo encarnado.

O Jogo

Positivo

Triunfo num contexto de imprescindibilidade sob pena de fantasmas passados saírem do armário.

Superação da derrota em Atenas e das ausências de Maxi, Di Maria e Aimar

Turn-Over psicológico, revelando confiança e desejo de conquista.

Superioridade avassaladora na primeira parte - na intensidade, no ritmo, na dinâmica, na mobilidade, na organização, na capacidade técnica individual, na capacidade táctica colectiva e na finalização!

A intensidade e a velocidade com que o Benfica iniciou a contenda, subjugando, por completo, o adversário.

A capacidade encarnada para pressionar alto na primeira metade, que lhe permitiu recuperar a bola em zonas adiantadas e cercear profundidade ofensiva ao adversário.

A eficácia encarnada nos lances de bola parada.

Equilíbrio defensivo, sem perder acutilância ofensiva.

A qualidade dos movimentos ofensivos encarnados na metade inicial, pautados pela dinâmica, pela intensidade e pela velocidade.

A exemplar execução de Carlos Martins e Cardozo nos golos.

A reacção pacense na segunda parte lançando mão do habitual coração.

Negativo

A débacle física na segunda metade, alardeando uma mansidão exasperante.

A complacência com que o Benfica iniciou a etapa complementar.

Traição dos seus princípios de jogo na segunda parte, não pressionando o adversário, não encurtando espaços, não promovendo os apoios laterais e frontais, não imprimindo intensidade, ritmo, dinâmica ou mobilidade.

A "ausência" de Felipe Menezes, comprometendo as transições ofensivas e defensivas.

Ausência de movimentos ofensivos e defensivos colectivos na etapa complementar.

3 comentários:

J.Lobo disse...

Assim é que se ganham os jogos!
2 golos em 20 m minutos e depois gerir o resultado.
Foram 3-1 podiam ter sido 6.
Faltou apenas a expulsão do energumeno que agarrou Saviola no lance do 3º golo.
Era só para abrilhantar a festa!

samsalameh disse...

Como não houve casos, hoje ninguém comenta...
A 8 pontos do Sporting...o JB bem anda a mandar algumas postas de pescada para distrair o mau ambiente que se vive por terras da Sanitáxia...bem pode continuar assim que o Glorioso agradece!!

Como se esperava o Bicho ajudou a sua antiga equipa enquanto jogador. Com o Benfica comem a relva, porrada para cima, implacáveis a partir do momento que algum jogador passa um metro para lá do seu meio campo...

Com o FCP foi o que se viu, a Auto-Estrada do Algarve foi comparada à E.N. 125 tamanha facilidade que deram para que o antigo clube do Bicho pudesse ganhar...e já para não falar de mais um penalti cometido pelo Bicho nº 2 (Bruno Alves) que não foi assinalado mesmo à frente do Pedro Henriques...

Viva o SLB!!!

antes morto que vermelho disse...

esse samsalameh deve ser natural da gamela-suja... é impressionante o molho de alarvidades que aquela boca suja vomita.
é mesmo um cavalito relinchador, que anda a solta na curraleira.
cuspir o que esse cavalo cospe só está ao alcance do dumbo-orelhudo, com o mitico: "pelo peixe morre a boca"
dois alarves á solta!

xungo: aposto que hoje votarias (de olhos fechados) no dumbo-orelhudo e no nabo da costa