domingo, dezembro 16, 2007

Belenenses - 1 SLBenfica - 0

Estádio do Restelo, Lisboa

Árbitro: Paulo Batista (AF Portalegre)

Belenenses: Marco Gonçalves, Devic, Rolando, Ruben Amorim (Amaral, 49 min.), Rodrigo Alvim (Areias, 58 min.), Gómez, Hugo Leal, José Pedro, Silas, Roncatto (João Paulo Oliveira, 89 min.) e Weldon.

Suplentes: Costinha, Rafael, Gonçalo Brandão e Fernando.

Benfica: Quim, Luisão, David Luiz, Nélson, Léo, Katsouranis (Dí Maria, 64 min.), Petit, Maxi Pereira (Nuno Gomes, 64 min.), Cristian Rodriguez (Adu, 79 min.), Riu Costa e Cardozo.

Suplentes: Butt, Luís Filipe, Binya e Nuno Assis.

Disciplina: Devic (43 min.); Nélson (45+1 min.); Rui Costa (80 min.).

Golos: Weldon (70 min.).

Resultado: 1-0 (0-0 ao intervalo).

Como não tive oportunidade de assistir à partida, publico o seu resumo como forma de potenciar a discussão em torno da pretérita jornada da BWin Liga.

p.s. ainda assim, de tudo quanto li apenas uma conclusão extraí - a exibição do Benfica roçou o paupérrimo!

Espaço Prof. Karamba

1º Lugar: Fura-Redes, Jorge Mínimo e JC - 315 pontos;

2º Lugar: Lion Heart - 310 pontos;

3º Lugar: Zex - 305 pontos;

4º Lugar: Vermelho Sempre - 300 pontos;

5º Lugar: Kaiserlicheagle e Cavungi - 295 pontos;

6º Lugar: Pachulico - 290 pontos;

7º Lugar: Vermelho - 280 pontos;

8º Lugar: Jimmy Jump - 270 pontos;

9º Lugar: Antes Morto que Vermelho - 245 pontos;

10º Lugar: Salvatrucha e Vermelho Nunca - 240 pontos;

11º Lugar: Cuto - 235 pontos;

12º Lugar: Pankreas e Sócio - 230 pontos;

13º Lugar: Biely - 175 pontos;

14º Lugar: Braguilha- 165 pontos;

15º Lugar: Samsalameh- 155 pontos;

16º Lugar: Holtreman - 65 pontos;

quinta-feira, dezembro 13, 2007

Tribuna do Bitaite

Bitaite do Condómino JC

Afinal, depois do último Bitaite em que participei, o SCP não perdeu: empatou com o Leixões.
E depois disso, mesmo sem Bitaite meu, empatou em casa com o Leiria, estando agora a 12 pontos do primeiro lugar.
Por isso, não pode mesmo perder pontos no Marítimo se quiser continuar a lutar pelo 2º lugar (o 1º já se foi, creio.)

Acho Stojkovic um bom guarda-redes, mas também gosto muito do Rui Patrício, que se estreou a titular do SCP precisamente no jogo do ano passado com o Marítimo.

Por mim, e porque prefiro jogadores oriundos da formação do SCP, Rui “Pencas” Patrício ficava a titular.
A defesa direito, Abel, inquestionavelmente, porque está em grande forma (e também porque não há mais ninguém para esse lugar) .
No centro da defesa, Polga, sem dúvida, e Tonel, com dúvidas mas também sem alternativas.
À esquerda, era capaz de inventar, na linha do que fez Paulo Bento contra o Dínamo: colocava aí o Miguel Veloso.

Já aqui disse que este ano o Migas não está no seu melhor, o que enfraquece o SCP atenta a importância da posição que ocupa. No entanto, para jogar a defesa esquerdo serve.
Assim, matava dois coelhos de uma cajadada: resolvia o problema do defesa esquerdo (Ronny, definitivamente, não defende bem) e tirava a Floribela do meio.
Meio esse onde colocava, então, Adrien, que parece que esteve bem ontem e é (mais) um rapaz da formação.
João Moutinho continuava a 10, posição onde jogou ontem e onde mais rende.
Á esquerda Izmailov e à direita Vukcevic ou vice-versa.
E na frente, Purovic – mas só para jogar de cabeça – e Liedson, caso recupere.
Caso não, talvez Pippi “Pencas” Romagnoli.
Assim, temos:
Rui Patrício;
Abel, Tonel, Polga e Veloso;
Vukcevic, Adrien, Izmailov e Moutinho.
Purovic e Liedson (ou Romagnoli).

Em conclusão: seis portugueses, 4 dos quais vindos das camadas jovens. Qual é a outra equipa portuguesa com tamanho aproveitamento da formação?

quarta-feira, dezembro 12, 2007

Liga dos Astros

Os participantes dispõem até às 18 horas da próxima sexta-feira para apresentarem o onze inicial, os substitutos e o capitão das respectivas equipas para a próxima jornada.
Recordo que podem efectuar duas transferências no vosso plantel, as quais têm que obedecer ao regulamento.

Espaço Prof. Karamba

Os jogos sujeitos a aposta, esta semana, são os seguintes:

Est.Amadora - V. Setúbal
Belenenses - Benfica
FC Porto - V. Guimarães
Académica - Nacional
Boavista - Naval
P. Ferreira - Sp. Braga
Marítimo - Sporting
Leixões - U. Leiria

Análise ao Sporting-Dínamo de Kiev

Estádio José Alvalade, em Lisboa

Árbitro: Stuart Dougal (Escócia)

SPORTING – Rui Patrício, Polga, Tonel, Abel, Ronny (Miguel Veloso, 60 m), Adrien Silva, Farnerud (Vukcevic, 67 m), Izmailov, João Moutinho, Purovic (Luiz Pães, 85 m) e Liedson.

DÍNAMO KIEV – Lutsenko, Gavrancic, Dopilka, Nesmachniy, Markovic, Ghioane, Gusev, Ninkovic, Rebrov (Belkevich, 80 m), Shatskikh e Bangoura (Artem, 56 m).

Ao intervalo: 1-0

Golos: 1-0, Polga (34 m); 2-0, João Moutinho (66 m); 3-0, Liedson (88 m).

Resultado final: 3-0




O Sporting despediu-se da presente edição da Liga dos Campeões com nova vitória sobre o Dínamo Kiev (3-0).
Um triunfo, ainda assim, algo amargo face à lesão de Liedson.
Numa partida em que pouco ou nada estava em jogo, Paulo Bento regressou à lógica da rotatividade, quiçá apelando à motivação-extra de alguns dos jogadores menos utilizados - Adrien Silva e Farnerud foram titulares em detrimento de Miguel Veloso e Romagnoli.
Do seu tão amado losango é que Bento não abdicou.
Diante de um Dínamo desmotivado e que renunciou voluntariamente à utilização do seu quinteto de brasileiros, o Sporting assumiu o domínio e controlo da partida desde o apito inicial do árbitro.
Não obstante, escassa revelou-se a produção atacante leonina, que raramente se acercou com real perigo da baliza de Lutsenko.
Purovic e Abel terão sido aqueles que mais perto estiveram do golo, mas seria de um lance aparentemente inócuo que aquele acabaria por surgir.
Nesmachniy, inexplicavelmente, atropelou Liedson dentro da grande área e Stuart Douglas apontou para a marca de grande penalidade.
Polga, que tinha falhado frente ao Leiria, desta vez não desperdiçou e alcançou o seu segundo golo ao serviço do Sporting, repetindo o feito de Kiev.
Em vantagem, o Sporting reforçou a sua confiança e a sua auto-estima, acentuando a sua soberania sobre a partida.
Até ao intervalo, o jogo fortaleceu a tendência de império leonino, diante de um Dínamo que não conseguiu sequer esboçar uma reacção.
No dealbar da segunda parte, um esquiço de empertigamento ucraniano e os alicerces da tranquilidade leonina abalaram, demonstrando que o estado de espírito da equipa não é o melhor.
O Sporting tremeu e Gusev podia ter restabelecido a igualdade num remate que foi ao encontro do poste e das costas de Rui Patrício e que, por muito pouco, não passou a linha de golo.
Vendo a equipa a resvalar para preocupantes níveis de ansiedade e de insegurança, Paulo Bento lançou Miguel Veloso para a esquerda em substituição de Ronny.
E foi o quanto baste para cercear o assomar ucraniano e recuperar as rédeas do encontro.
Sem surpresa, aos 67 minutos, Izmailov cruzou atrasado da esquerda para a entrada de João Moutinho que rematou cruzado para o segundo golo.
Pouco depois, Vukcevic entrou para o lugar do inexistente Farnerud e o Sporting não mais largou o comando do jogo.
Purovic quase fez o terceiro, a cruzamento de Miguel Veloso, mas seria Liedson, lançado por Vukcevic, a fechar a contagem.
Todavia, o brasileiro lesionar-se-ia neste lance, o que acabaria por ensombrar uma vitória expressiva e inequívoca do Sporting.

terça-feira, dezembro 11, 2007

Análise ao Porto-Besitkas

Estádio do Dragão, no Porto

Árbitro: Peter Frojdfeldt (Suécia)


FC Porto – Helton; Bosingwa, Bruno Alves, Pedro Emanuel e Fucile (Cech, 74 m); Lucho (Bolatti, 80 m), Paulo assunção e Raul Meireles; Tarik Sektioui (Hélder Postiga, 73 m), Lisandro e Quaresma.


Suplentes não utilizados: Nuno, Mariano Gonzalez, João Paulo e Adriano.


Besiktas – Rustu; Tandogan, Toraman, Mercimek e Uzulmez; Ozkan, Cissé, Yilmaz (Akin, 46 m) e Tello (Higuain, 83 m); Delgado e Bobo.


Suplentes não utilizados: Ankan, Kurtulus, Kas, Sedef e Avci.


Disciplina: cartão amarela a Quaresma (22 m), Rustu (44 m), Bobo (64 m) e Akin (86 m).


Marcador: 1-0 por Lucho (43 m); 2-0 por Quaresma (61 m).

O Porto venceu o Besitkas por 2-0 e confirmou a passagem aos oitavos-de-final.
Triunfo indiscutível.
Todavia, o Porto não iniciou bem a partida - algo receoso, dealbou titubeante.
Estruturado sobre o seu habitual 4x3x3, a ausência de dinâmica da sociedade da intermediária conduziu o Porto a um beco sem saída - controlava o adversário, mas não conseguia imprimir fluidez suficiente ao seu processo ofensivo para se acercar com perigo da baliza turca.
O tal temor como que "empurrava" a equipa para uma postura iminentemente expectante e postulava o domínio das incidências da partida como primado essencial.
É quase inevitável que quando uma equipa joga com dois resultados se acomode ao mais confortável.
O Besiktas, embora necessitasse de vencer para se qualificar, montou uma estratégia excessivamente conservadora.
No papel, o 4x3x3 turco indiciava ambição, na prática tudo menos isso!
O modelo de jogo turco assente num bloco muito baixo impunha que os flanqueadores fossem mais médios do que avançados e, assim, o aparente 4x3x3 não era mais do que um 4x5x1.
Deste modo, não estranhou que o jogo caísse num impasse, numa modorra, que lhe retirou brilho e qualidade.
Seguia a partida assim apática quando o Porto se libertou de incertezas e cavalgou a sua maior qualidade para chegar à vantagem.
Estávamos no final da primeira parte e após dois avisos de Bosingwa e Tarik, Lucho, na sequência de um lance, no mínimo, caricato, fez o 1-0.
Meireles falhou o remate, a bola seguiu bombeada para o interior da área turca, Tarik, em posição legal, tocou para Lucho que, perante os protestos do guarda-redes turco, sem dificuldade, fez o primeiro golo da partida.
Estava sentenciada a sorte da partida!
O Besiktas ainda tentou reagir, mas o máximo que conseguiu foi abrir brechas na sua defensiva, que Tarik e Quaresma amiúde exploraram.
Aos 62 minutos, num desses lances, Quaresma construiu o 2-0 final.
Lucho González isolouQuaresma que, perante a saída de Rüstü, rematou em arco para o segundo golo do jogo.
O Porto alcançava o tal prémio pleno desejado por Jesualdo Ferreira - venceu, foi primeiro no grupo e segue para os oitavos-de-final após percurso seguro no Grupo A.
Para já os seus possíveis adversários - Schalke, Olympiacos, Celtic e Roma - fazem os portistas sonhar, desde já, com a passagem aos quartos de final.

segunda-feira, dezembro 10, 2007

Vedetas&Marretas

Vedetas

Benfica pelo triunfo em Donetsk;

Cardozo pelos 4 golos obtidos em dois jogos;

Paços de Ferreira pelo apuramento para a V eliminatória da Taça de Portugal após eliminar o Belenenses no Restelo;

Cristiano Ronaldo pelos 6 jogos consecutivos a marcar ao serviço do Man Utd;

Reading pela vitória frente ao Liverpool por 3-1;

Portsmouth pela vitória em Villa Park por 1-3;

Bétis pelo triunfo em Villareal;

Ricardo pela excelente exibição frente ao Villareal;

Michelle Brito por ter conquistado o "Orange Bowl", o oficioso Campeonato do Mundo de juniores de Ténis;

Lusitânia pela vitória alcançada em Ovar na Liga de Basquetebol;

Sporting pela eliminação do Benfica da Taça da Liga em Andebol;

Portugal pelas medalhas de prata e bronze alcançadas nas provas masculina e feminina dos Europeus de Crosse;

Rui Silva pela medalha de bronze nos Europeus de Crosse;

Marretas

Belenenses pela eliminação na Taça de Portugal;

Arsenal pela derrota frente ao Middlesbrough;

Liverpool pela derrota frente ao Reading;

Aston Villa pela derrota caseira frente ao Portsmouth;

Roma pelo empate diante do Livorno;

PSV pela derrota caseira frente ao Roda (2-4);

Feyernoord pelo empate frente ao Venlo;

Hugo Almeida pela expulsão na derrota do Werder Bremen frente ao Hannover;

Ovarense pela 1ª derrota na Liga de Basquetebol;

Benfica pela eliminação da Taça da Liga em Andebol;

Memorial Zandinga

Os jogos sujeitos a palpite, esta semana, são os seguintes:

Marseille - Liverpool
Porto - Beşiktaş
Chelsea - Valencia
Schalke - Rosenborg
Real Madrid - Lazio
Olympiacos - Bremen
Rangers - Lyon
Barcelona - Stuttgart
Roma - Man. United
Sporting - Dynamo Kyiv
PSV - Internazionale
Fenerbahçe - CSKA Moskva
Arsenal - Steaua
Slavia - Sevilla
Braga - Estrela Vermelha

Dado que se trata da última jornada e de forma a salvaguardar a integridade da competição, os palpites devem ser enviados para o mail do blog até às 16h00 da próxima 3ª feira.
Claro está que quem entender desnecessário seguir este procedimento, pode publicar os seus palpites do modo tradicional.

domingo, dezembro 09, 2007

Análise ao Benfica-Académica

Estádio da Luz, em Lisboa

Árbitro: Carlos Xistra (Castelo Branco)

BENFICA – Butt; Nélson, Luisão, Edcarlos e Léo (Luís Filipe, 48 m); Nuno Assis, Petit, Binya e Di Maria (Freddy Adu, 75 m); Nuno Gomes e Cardozo (Mantorras, 87 m).

ACADÉMICA – Pedro Roma; Pedro Costa, Litos, Kaká e Vítor Vinha; Pavlovic, Paulo Sérgio (Ivanildo, 46 m) e N´Doye (Miguel Pedro, 68 m); Lito, Joeano (Gyano, 66 m) e Hélder Barbosa.

Ao intervalo: 2-0

Golos: 1-0, Luisão (40 m), 2-0, Cardozo (44 m); 2-1, N´Doye (53 m), 3-1, Cardozo (85 m).

Resultado final: 3-1. Benfica está na quinta eliminatória da Taça de Portugal.

Cartão amarelo a Kaká, Litos, Edcarlos, Pavlovic, Binya e Luís Filipe.




O Benfica venceu a Académica por 3-1, no Estádio da Luz, e garantiu a qualificação para a quinta eliminatória da Taça de Portugal.
Uma vitória que só não foi absolutamente tranquila, porque Butt "decidiu" sobressaltá-la.
Após uma 1ª parte de total domínio do Benfica, supremacia essa que se traduziu no marcador, um "perú" de Butt relançou a discussão da eliminatória.
O Benfica chegou aos dois golos de vantagem com um dispêndio mínimo de energias, mas depois convenceu-se que a partida estava resolvida e permitiu a reacção da Académica.
Relaxou e, naturalmente, sofreu alguns sustos, até que veio o tranquilizante 2º golo de Cardozo.
Camacho apresentou um onze composto por um misto de titulares e de suplentes, no qual Butt, Ed Carlos, Binya, Assis, Di Maria e Nuno Gomes foram as novidades em relação ao encontro da última terça-feira na Ucrânia.
Por seu turno, Domingos estruturou a sua equipa sob um bloco demasiado baixo e retraído, em que a ambição primou pela ausência.
A partida dealbou monótona e enfadonha - os primeiros minutos foram disputados em ritmo de passeio.
Neste período, apenas os lances de bola parada introduziam momentos de verdadeira animação no encontro.
E, diga-se, que a fragilidade da Académica neste particular foi verdadeiramente confrangedora.
O Benfica criou situações de golo em todos, repito em todos, os lances de bola parada de que beneficiou.
Aos 9 minutos, Ed Carlos com um cabeceamento ao poste, na sequência de um canto apontado por Di Maria na esquerda, deu o mote para o que se seguiria e, muito particularmente, para o que sucederia a cinco minutos do intervalo.
Nuno Assis executou o canto e Luisão cabeceou com êxito para o fundo das redes da Briosa, inaugurando o marcador e confirmando a sua tendência para marcar à Académica (4 golo em 12 marcados ao serviço do Benfica).
Por esta altura já o jogo apresentava um registo mais vivo e animado, assumindo o Benfica o seu controlo soberano.
Em desvantagem, a Académica lá subiu as suas linhas, mas sem quaisquer benefícios, antes apenas e só prejuízos.
Prejuízos esses materializados no 2º golo do Benfica.
O tal adiantamento da Briosa permitiu a criação de espaços para o Benfica explorar através de transições rápidas e contra-ataques.
Seria, precisamente, num lance com esta marca que Cardozo faria o 2-0.
No último minuto da etapa inicial, Léo progrediu desde a defesa com a bola controlada, tabelou com Nuno Gomes para depois isolar Cardozo, que não teve problemas para bater Pedro Roma pela segunda vez.
Ao intervalo, Domingos Paciência substituiu Paulo Sérgio por Ivanildo e ganhou outra intencionalidade e acutilância ofensiva.
E viria a colher frutos desta opção mais arrojada.
Aos 53 minutos, NDoye rematou de muito longe e beneficiou da apatia de Butt para reduzir a diferença.
Se até aí a supremacia do Benfica havia sido incontestada, a partir daí tudo se modificou.
Os jogadores do Benfica intranquilizaram-se, a sua auto-estima e confiança decresceu e a Académica galvanizou-se ao ponto de ter beneficiado de duas soberanas oportunidades para empatar.
Primeiro num cabeceamento de Joeano defendido por Butt e depois num remate de Hélder Barbosa ao poste.
O Benfica parecia submerso no mar da inquietação e do desassossego criados pelo "frango" de Butt e a Académica parecia acreditar na "remontada".
Todavia, a 4 minutos do final da partida, lá surgiu o ansiolítico, que resolveu definitivamente a contenda.
Nuno Gomes cruzou da direita e Cardozo, solto na área, cabeceou para o 3-1 final.

C´um Caneco (outro passatempo) - Resultados 1ª Mão

Resultados 1ª Mão

Fura-Redes - Samsalameh: 50-50;

JC - Braguilha: 65-70;

Jorge Mínimo - Biely: 80-65;

Lion Heart - Cuto: 60-55;

Vermelho Sempre - Sócio: 55-45;

Pachulico - Pankreas: 65-45;

Kaiserlicheagle - Antes Morto que Vermelho: 50-55;

Vermelho - Vermelho Nunca: 65-50;

Zex - Salvatrucha: 60-75;

Cavungi - Jimmy Jump: 55-70;

quinta-feira, dezembro 06, 2007

Memorial Zandinga

Classificação Geral após a 1ª parte da 6ª Jornada:

Grupo A

1º Lugar: Cavungi - 380 pontos;

2º Lugar: Holtreman - 280 pontos;

3º Lugar: Fura-Redes - 255 pontos;

Grupo B

1º Lugar: Lion Heart - 330 pontos;

2º Lugar: JC - 315 pontos;

3º Lugar: Vermelho - 310 pontos;

Grupo C

1º Lugar: Zex - 365 pontos;

2º Lugar: Salvatrucha - 305 pontos;

3º Lugar: Vermelho Nunca - 250 pontos;

Grupo D

1º Lugar: Jorge Mínimo - 310 pontos;

2º Lugar: Sócio - 225 pontos;

3º Lugar: Braguilha - 220 pontos;

Grupo E

1º Lugar: Jimmy Jump - 305 pontos;

2º Lugar: Vermelho Sempre - 285 pontos;

3º Lugar: Samsalameh - 265 pontos;

Grupo F

1º Lugar: Pachulico - 335 pontos;

2º Lugar: Kaiserlicheagle - 315 pontos;

3º Lugar: Cuto - 285 pontos;

Grupo G

1º Lugar: Biely - 300 pontos;

2º Lugar: Antes Morto que Vermelho - 290 pontos;

3º Lugar: Pankreas - 280 pontos;

Tribuna do Bitaite

Bitaite do Condómino Vermelho Nunca

Sábado, recebe o Sporting o Louletano em Alvalade, para a IV eliminatória da Taça de Portugal. O Sporting não ganha há 1 mês.
O avolumar de maus resultados provoca o natural descontentamento nos adeptos.
Sendo o adversário de escalão inferior, tem o Sporting a obrigação de ganhar e, se possível, aliar à vitória um resultado volumoso.
Para isso Paulo Bento, que já não possui um plantel vasto, terá de apostar no melhor onze, fazendo no entanto descansar alguns elementos que têm sido bastante utilizados durante a época.
Para mim, nesse onze não entra Miguel Veloso, que deve ser penalizado pelas declarações que proferiu esta semana em relação ao clube com o qual tem contrato até 2013.
Assim sendo, apresentaria o seguinte onze para sábado:

Stoikovic ( por algum motivo interno foi afastado; alinha se a situação estiver resolvida); Pereirinha, Tonel, Polga e Ronny; Izmailov, Adrien Silva, Vukcevic, Romagnoli; Purovic e Djaló.

Faria, assim, descansar Abel, que tem todos os jogos em cima, que tem dado o litro em campo, bem como João Moutinho e Liedson, que são também dos mais utilizados.
No entanto, devido à escassez do plantel, fariam parte do banco de suplentes.
Miguel Veloso seria substituído por Adrien Silva, que, quanto a mim, será o seu sucessor no meio-campo do Sporting. E espero que o seja a partir de Janeiro, após venda de Veloso pela clásula de rescisão - 30 milhões de euros, que muito contribuirão para o reforço da equipa.

Quanto aos restantes jogos, desejo que funcione a normalidade: os estudantes virem a Lisboa dar uma lição aos convencidos lampiões, que após um resultado positivo, voltaram a ser os maiores do mundo.
E em Trás-os Montes que aconteça Taça.
O professor a caminho da reforma desta vez não revolucionou a convocatória, mas mesmo assim surgirá desfalcado de alguns habituais titulares, nomeadamente Quaresma. Veremos o que sucederá.

quarta-feira, dezembro 05, 2007

Livro de Reclamações

a) Nas modernas sociedades capitalistas, a publicidade e o marketing assumem papel crucial na potenciação da procura de bens.
Entre outras formas, a publicidade e o marketing lançam mão de referências sociais para ampliar a imagem dos produtos que pretendem ver adquiridos.
Este axioma encontra representação fiel nos diversos sectores de actividade, excepto no futebol.
Ou, pelo menos, no futebol português.
Ou, pelo menos, num clube português que participa na Liga dos Campeões.
Quando um prestigiado treinador de futebol alude às qualidades de um jogador, o mais normal seria que a entidade patronal desse jogador sentisse o seu produto valorizado.
Quando essa entidade patronal postula como primado essencial da sua gestão uma visão empresarial do futebol, o mais normal seria que visse aquela apreciação como uma mais valia.
Mas, não!
Aconteceu, precisamente, o inverso!
Face aos encómios, a entidade patronal do jogador reagiu de forma inusitadamente indignada, violenta e despropositada.
Pereceu a valorização que podia advir da mensagem de qualidade transmitida ao mercado e deu de si uma imagem de descontrolo pouco ou nada própria dos critérios de rigor que tanto apregoa.
Como disse Miguel Sousa Tavares na sua última crónica: "Há coisas cujo entendimento me escapa."

b) A Liga de Clubes pronunciou-se no sentido da impossibilidade de inscrição de Rogério Matias fora da janela de transferências de Janeiro.
Alegou em defesa da sua decisão o facto de o jogador se encontrar na situação de desempregado de modo voluntário, por via da rescisão por mútuo acordo do contrato de trabalho que o ligava ao Standard de Liége.
Acontece, porém, que esta deliberação viola frontalmente o direito constitucional ao trabalho.
Acontece, porém, que esta resolução viola frontalmente os regulamentos da FIFA.
Trata-se de uma situação singular em toda a Europa!
É por estas e por outras semelhantes que o esclavagismo ainda não terminou no futebol português!
É por estas e por outras semelhantes que o nosso atraso estrutural e organizacional em relação à Europa se acentua a cada ano que passa!

c) Makukula foi punido com 3 jogos de suspensão.
A Comissão Disciplinar da Liga alicerçou esta decisão na reincidência do atleta.
Tudo certo, não fosse o embuste que constituiu a sua expulsão.
Paulo Costa, pura e simplesmente, "inventou" a exclusão de Makukula no jogo com o Braga.
O 2º amarelo que o árbitro portuense exibiu a Makukula foi ridículo!
Inexistiu qualquer motivo para ser assinalada falta, quanto mais para o contemplar com um cartão amarelo.
Para além de avaliar o relatório do árbitro, devia a Comissão Disciplinar da Liga ter examinado o video do jogo e, assim, isentar o atleta de sanção.
Não o tendo feito, caucionou a vergonhosa actuação de Paulo Costa!

C´um Caneco (outro passatempo)

Decidi criar mais um passatempo!
Acompanhará a Taça de Portugal e irá seguir o seu figurino.
Será disputado no sistema de eliminatórias
Na 1ª eliminatória, como são 21 os participantes no Espaço Prof. Karamba, há que isentar um dos condóminos da sua disputa.
Por sorteio, a sorte calhou ao condómino Holtreman.

Assim, na 1ª eliminatória irão disputar-se 10 jogos.
Como tal, os apurados serão 11.
Todavia, tal número de apurados, não permite uma sequência de eliminatórias.
Deste modo e para que o número de apurados se cifre em 16, na 1ª eliminatória serão repescados os 5 perdedores melhor pontuados.

Esta 1ª eliminatória será disputada a duas mãos, sendo que as restantes o serão apenas a uma (tal destina-se a que o passatempo atinja os oitavos de final ao mesmo tempo que a Taça de Portugal e, assim, a acompanhe até final)

Na 1ª eliminatória, os jogos a palpitar serão aqueles em que participam as equipas da Liga Bwin.
Dos oitavos de final em diante, os jogos a palpitar serão os decorrentes do sorteio da Taça de Portugal.

Sorteio da 1ª Eliminatória:

Fura-Redes - Samsalameh;

JC - Braguilha;

Jorge Mínimo - Biely;

Lion Heart - Cuto;

Vermelho Sempre - Sócio;

Pachulico - Pankreas;

Kaiserlicheagle - Antes Morto que Vermelho;

Vermelho - Vermelho Nunca;

Zex - Salvatrucha;

Cavungi - Jimmy Jump;

Jogos a palpitar: (Resultados no final dos 90 minutos)

Chaves vs FC Porto;
Sporting vs Louletano;
Atlético vs V. Guimarães;
Nacional vs C. Piedade;
Operário vs V. Setúbal;
Belenenses vs P. Ferreira;
Serzedelo vs Naval;
Camacha vs Sp. Braga;
Est.Amadora vs Fátima;
U. Leiria vs Nelas;
Benfica vs Académica;
Leixões vs Torreense;

terça-feira, dezembro 04, 2007

Análise ao Shakhtar-Benfica

Estádio Olímpico, em Donetsk (Ucrânia)

Árbitro: Kyros Vassaras (Grécia)

Shakhtar – Pyatov; Srna, Chygrynskiy, Kucher e Rat; Lewandowski (Hubschman, 57m); Ilsinho (Willian, 67m), Jadson e Fernandinho; Lucarelli (Gladkiy, 74m) e Brandão

Suplentes não utilizados – Shust, Duljaj, Bielik e Yezerskiy

Benfica – Quim; Nélson, Luisão, David Luiz e Léo; Katsouranis e Petit; Maxi Pereira (Luís Filipe, 83m), Rui Costa e Di María (Nuno Assis, 67m); Cardozo (Nuno Gomes, 90m)

Suplentes não utilizados – Butt, Edcarlos, Bergessio e Freddy Adu

Ao intervalo: 1-2

Disciplina: Cartão amarelo para David Luiz (29m), Kucher (68m), Luís Filipe (90+1m), Brandão (90+4m)

Marcadores: 0-1, Cardozo (5m); 0-2, Cardozo (21m); 1-2, Lucarelli (30m g.p.);

Resultado final: 1-2.




O Benfica foi a Donetsk garantir a Taça UEFA com um triunfo sobre o Shakhtar por 2-1.
Tal como sucedeu em outras partidas esta época, sempre que a dimensão emocional do jogo assumiu importância relevante no seu desfecho, o Benfica venceu.
São as tais "muchas ganas" de Camacho!
É, neste particular, que o espanhol avoca a sua mais-valia.
Esta noite, a atitude da equipa perante o jogo foi decisiva - demonstrou confiança, desejo veemente de fortuna e de glória, espírito de grupo e de conquista.
Tal como sucedeu em outras partidas esta época, sempre que se montou um cenário catastrofista em torno das possibilidades de êxito do Benfica, a equipa agregou-se, alardeou coesão, solidariedade, espírito de sacrifício, robustez psicológica e triunfou!
Quando a pressão de vencer, qual espada de Dâmocles sobre os jogadores do Benfica, diminui, a equipa liberta-se, reforça a sua auto-estima, supera-se e vence!
Sofrimento inicial e uma eficácia quase a 100 por cento marcaram um sucesso, que só uma estupidez de David Luiz colocou em real perigo.
Perante a hipótese de apuramento para os oitavos de final, os ucranianos cedo cavalgaram no sentido da área do Benfica.
Aí, o Benfica foi chamado a padecer com paciência e a apelar ao espírito de luta e de sacrifício.
Fê-lo e com competência!
Por esta altura, manifestava os habituais problemas de fluidez na transição ofensiva, sentindo imensas dificuldades em manter a posse de bola e na área encarnada o ribombar dos bombardeamentos ucranianos era uma constante.
Mas, como em tudo na vida, a sorte nunca é despicienda.
E, neste caso, a fortuna chegou aos 6 minutos - Mau passe atrasado da defesa ucraniana com Cardozo a roubar a bola entre dois jogadores, contornando pela esquerda o guardião Pyatov e rematando com êxito ao ângulo esquerdo.
Pensava-se que a equipa podia serenar, mas tal não sucedeu.
Não aconteceu e o Shaktar até intensificou o seu domínio territorial.
Seguia assim o jogo sem que o Benfica coseguisse mais do que defender com relativa aptidão, quando surgiu a antítese que conduziu à síntese vitoriosa.
Do Benfica diz-se, especialmente o seu treinador, que é uma equipa que desperdiça imensas oportunidades de golo - tese; o Benfica, hoje, em duas ocasiões, concretizou ambas - eficácia máxima - antítese - e, como tal, ganhou - síntese!
Aos 22 minutos, numa das poucas jogadas que desenhou com princípio, meio e fim, o Benfica elevou para 2-0.
Contra-ataque pela direita de Maxi, que cruzou para Cardozo, que, em antecipação ao primeiro poste, cabeceou para o fundo das redes de Pyatov.
Depois de tanto sofrimento inicial, o Benfica podia agora descansar.
E fê-lo.
Todavia, aos 30 minutos, David Luiz desassossegou de novo a equipa.
Num lance perfeitamente inofensivo, um cruzamento que sobrevoaria a área sem qualquer perigo, David Luiz empurrou Lucarelli, cometendo uma grande penalidade tão evidente quanto desnecessária.
Lucarelli, com alguma sorte à mistura, reduziu para 1-2 e relançou as aspirações ucranianas.
Até ao intervalo, um "remake" do filme inicialmente projectado.
Não que o Shakhtar tenha criado flagrantes ou evidentes oportunidades de golo, mas voltou a instalar-se no meio-campo defensivo do Benfica.
O Benfica voltou a recuar as suas linhas e a sujeitar-se ao domínio ucraniano.
Diga-se que neste período com outra desenvoltura defensiva.
Com maior ou menor dificuldade, Quim e os seus parceiros do sector mais recuado lá foram dissolvendo as iniciativas atacantes do Shakhtar.
Após o intervalo, esperava-se que a pressão dos ucranianos se acentuasse.
Contudo, se territorialmente se pode falar de indubitável domínio ucraniano, o mesmo já não sucede quanto ao "sufoco" que o Benfica sentiu durante largos períodos da primeira metade.
A resposta da equipa portuguesa melhorou substancialmente.
Não tanto ao nível da posse de bola, mas mais ao nível da segurança e da organização.
A segurança e a organização foram crescendo e a pressão do Shakhtar foi sendo domada até à esterilização.
Por outro lado, o Shakhtar abdicou da 1ª fase da construção do processo ofensivo e passou a apostar no jogo directo, procurando solicitar o excelente jogo de cabeça de Brandão e Lucarelli.
Todavia, como o fez sempre através de lançamentos longos a partir do centro do seu meio-campo, os defesas do Benfica, de frente para a bola, nunca revelaram particulares dificuldades em cercear o potencial perigo daí resultante.
O Shakhtar foi sendo rechaçado para zonas cada vez mais afastadas da área encarnada e o seu ânimo decresceu na exacta proporção.
Assim, o Benfica não mais se viu confrontado com situações de risco de golo.
Camacho geriu bem o tempo que se ia escoando ao realizar substituições no sentido de aportar mais posse de bola à equipa.
Até final, alardeando um perfeito controlo emocional das expectativas, o Benfica dominou o curso da partida, não mais permitindo veleidades consistentes aos ucranianos.

segunda-feira, dezembro 03, 2007

Liga dos Astros - Classificação Geral

Liga dos Astros - Classificação Geral

1º Lugar: Dragonheart - 711 pontos;

2º Lugar: Golpista FC - 702 pontos;

3º Lugar: CFForróbódó - 692 pontos;

4º Lugar: CRUZADOS - 688 pontos;

5º Lugar: Pisa Lampião - 685 pontos;

6º Lugar: Eagles - 672 pontos;

7º Lugar: emplASTROS - 660 pontos;

8º Lugar: Kubas4Ever - 640 pontos;

9º Lugar: Caça-Lagartos/Suçuarana - 520 pontos;

10º Lugar: Os Barões da Pelota - 506 pontos;

11º Lugar: Tacuara - 440 pontos;

12º Lugar: KLTD - 334 pontos;

Espaço Prof. Karamba - Classificação Geral

Espaço Prof. Karamba - Classificação Geral

1º Lugar: Fura-Redes e JC - 290 pontos;

2º Lugar: Jorge Mínimo, Lion Heart e Vermelho Sempre - 280 pontos;

3º Lugar: Pachulico e Kaiserlicheagle - 270 pontos;

4º Lugar: Vermelho e Zex - 265 pontos;

5º Lugar: Cavungi - 260 pontos;

6º Lugar: Jimmy Jump - 240 pontos;

7º Lugar: Salvatrucha - 230 pontos;

8º Lugar: Vermelho Nunca, Antes Morto que Vermelho e Pankreas - 220 pontos;

9º Lugar: Sócio - 210 pontos;

10º Lugar: Cuto - 205 pontos;

11º Lugar: Biely e Braguilha- 165 pontos;

12º Lugar: Samsalameh- 155 pontos;

13º Lugar: Holtreman - 65 pontos;

Vedetas&Marretas

Vedetas

Porto, Jesualdo e Quaresma pela vitória e pelo golo na Luz;

Leiria e Vítor Oliveira pelo empate em Alvalade;

Ulisses Morais e a Naval pela terceira vitória consecutiva;

Cajuda e o Guimarães pelo terceiro lugar na Liga Bwin;

Káká e Ronaldo pela conquista da Bola de Ouro e da Bola de Prata, respectivamente;

Vizela pela liderança da Liga Vitalis;

Penafiel pelo expressivo triunfo em Fátima;

Portimonense pela vitória no derby regional frente ao Olhanense;

Atlético Madrid pela vitória em Sevilha diante do Bétis;

Carlos Martins pelos dois golos obtidos frente ao Saragoça;

Inter pela vitória em Florença;

Lanus pela conquista do Torneio Apertura;

Sébastien Loeb por se ter sagrado tetra-campeão do Mundo de Ralis;

Mikko Hirvonen por ter vencido o Rali da Grã-Bretanha;

Águas Santas pelo triunfo na Madeira em jogo a contar para a Liga de Andebol;

Marretas

Camacho e Benfica pela derrota frente ao Porto;

Paulo Bento e Sporting pelo empate frente ao Leiria;

Polga pelo penalty desperdiçado e Patrício pelo erro que permitiu o golo leiriense;

Paulo Costa pela inenarrável expulsão de Makukula;

Valência e Koeman pela expressiva derrota caseira frente ao Atlético Bilbau;

Cúper e Bétis por mais uma derrota caseira desta feita frente ao Atlético Madrid;

Corinthians pela despromoção à Serie B do Brasileirão;

Selecção Nacional de Voleibol por não ter sequer atingido as meias-finais do Torneio Pré-Olímpico de Qualificação para Pequim;

Madeira Sad pela derrota caseira frente ao Águas Santas;

domingo, dezembro 02, 2007

Análise ao Benfica-Porto

BWIN LIGA - 12.ª JORNADA

BENFICA-FC PORTO

Estádio da Luz, em Lisboa
Hora: 19:45
Árbitro: Jorge Sousa (Porto)

BENFICA
Quim; Luís Filipe, Luisão, David Luiz e Léo; Petit, Katsouranis, Maxi Pereira, Rodriguez e Rui Costa; Nuno Gomes

Suplentes: Butt, Edcarlos, Cardozo, Binya, Di María, Nélson e Adu

Treinador: José Antonio Camacho

FC PORTO
Helton, Bosingwa, Bruno Alves, Pedro Emanuel e Fucile; Paulo Assunção, Raul Meireles e Lucho González; Tarik Sektioui, Quaresma e Lisandro López

Suplentes: Nuno, Stepanov, Cech, Mariano, Bolatti, Postiga e Kazmierczak

Treinador: Jesualdo Ferreira




O Porto derrotou, este Sábado, o Benfica por 0-1.
Na Luz, o Benfica foi o maior inimigo de si próprio.
Desperdiçou duas flagrantes ocasiões de golo em momentos determinantes da partida (por Nuno Gomes no primeiro minuto de cada uma das metades do jogo) e acumulou um conjunto de erros, mormente na transição atacante, durante a meia hora final da primeira parte que lhe coarctaram as pretensões à vitória.
Num jogo muito equilibrado, errar como o Benfica o fez é quase sempre sinónimo de derrota.
E, no Sábado, foi-o uma vez mais!
O Benfica entrou melhor, mas durou pouco mais do que 20 minutos.
Começou pujante, agressivo, apelando à dimensão emocional do jogo.
Durante 20 minutos, o triângulo benfiquista Petit-Katsouranis-Rui Costa sufocou o triângulo portista Meireles-Lucho-Assunção.
Tempo suficiente para se esgotarem as reservas físicas do meio-campo encarnado - Petit, Katsouranis e Rui Costa, acusaram em demasia o esforço despendido frente ao Milan e rapidamente se viram submergidos pela intermediária portista.
Se até aí Rui Costa se havia assumido como oficial de ligação entre Maxi Pereira, Cristián Rodríguez e Nuno Gomes, a partir daí desapareceu e consigo a segunda fase de construção do processo ofensivo benfiquista.
Se até aí Petit e Katsouranis avocavam a transição ofensiva e defensiva com plena competência, emprestando fluidez a ambas, a partir daí Petit começou a falhar passes sucessivos e Katsouranis, para além de o acompanhar no concerto do desacerto, como que se sumiu do jogo.
O Benfica deixou de trocar a bola e o momento atacante passou a assentar no jogo directo, fatalmente destinado ao insucesso.
Concomitantemente, o Porto começou a emergir na partida e a assenhorear-se do seu controlo.
Exercendo uma pressão cada vez mais alta, os portistas anulavam as transições contrárias, recuperavam a bola no meio-campo adversário e acercavam-se da área de Quim.
Como corolário natural deste ascendente, o Porto chegou à vantagem.
Muito por mérito próprio, mas também fruto de um precioso auxílio benfiquista.
Aos 42 minutos, Cristian Rodriguez perdeu a bola na transição ofensiva, no seu próprio meio-campo, Lucho colocou-a rapidamente em Quaresma, este driblou David Luiz e à saída de Quim aplicou a sua famosa trivela para fazer o golo que seria o do triunfo portista.
Um equívoco primário, que se revelou fatal para as aspirações benfiquistas.
Em alta competição, perder a bola na transição ofensiva e, ainda por cima, no próprio meio-campo defensivo é quase sempre sinónimo de golo.
Erro maior de um conjunto de enganos acontecidos durante a meia hora final da primeira parte que resultaram causais do inêxito encarnado.
O Benfica reassumiu o controlo e o domínio da partida na segunda parte.
Todavia, nunca alardeou competência concretizadora suficiente para dar a volta ao resultado.
Na segunda metade, o Benfica regressou ao perfil inicial do seu processo ofensivo - regressaram as trocas de bola - e o Porto viu-se obrigado a recuar as suas linhas.
Pese embora a fadiga do meio-campo e dos alas encarnados, o Benfica lançou mão do orgulho e da pertinácia dos seus jogadores para empurrar o Porto para as imediações da sua área.
Tal como já havia sucedido na primeira parte, logo no primeiro minuto, Nuno Gomes voltou a dissipar uma evidente ocasião de golo e a partir deste instante, o fado encarnado ficou inexoravelmente traçado!
O Benfica porfiou, insistiu e obstinou na procura do golo, mas se o seu domínio territorial foi cristalino, já o mesmo não sucedeu quanto à criação de oportunidades de golo.
"Muita parra e pouca uva", assim se pode definir o processo ofensivo benfiquista na etapa complementar do encontro.
E, desta feita, nem sequer se pode dizer que Camacho não tenha arriscado!
Surpreendeu com uma substituição invulgarmente ousada para os seus parâmetros, substituindo Katsouranis por Cardozo.
Cardozo alinhou ao lado de Nuno Gomes, apoiados por Rodríguez, pela esquerda, Rui Costa, no centro, e Maxi Pereira na direita, sendo que Petit ficou isolado no centro, como único médio defensivo.
Obrigou a um maior recuo de Assunção, mas sem sucesso.
Com maior ou menor dificuldade, o Porto logrou manter a sua baliza inviolável e granjear uma vitória que coloca o campeonato num cenário muito semelhante do de há três jornadas.
A vantagem volta a ser enorme e, num quadro de normalidade, as faixas podem começar a ser encomendadas...